[T.O] Horizon Zero Dawn l expansão confirmada l

Discussão em 'Consoles & Jogos - Discussão geral' iniciada por Kaitos, 15 Junho 2015.


  1. Kaitos

    Kaitos Bam-bam-bam

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    Preview

    Horizon: Zero Dawn é o primeiro RPG desenvolvido pela Guerrilla Games — e também a primeira franquia inédita do estúdio desde o surgimento do primeiro Killzone, em 2004. Neste exclusivo para o PlayStation 4, você assumirá o controle de Alloy, uma caçadora e arqueira, conforme ela adentra um universo pós-apocalíptico controlado por criaturas mecanizadas, tais como dinossauros robóticos.

    O game se passa mil anos no futuro, período em que a civilização humana entra em colapso e as machines se tornam as mais poderosas do mundo. Para sobreviver, Alloy precisará ceifar o metal e fontes de energia, utilizando os recursos para sobreviver em um cenário bastante hostil.


    Primeiras impressões: E3

    NZgamer

    A Sony tinha um monte de grandes anúncios durante a conferência da PlayStation E3, mas o jogo que mais se destacou para mim foi Horizon: Zero Dawn. Claro, o remake de Final Fantasy VII foi algo que eu não acho que ninguém viu chegando, e Dreams parece fascinante, mas foi Horizon que realmente mexeu comigo. Um olhar mais atento em uma sessão de visualização com uma quantidade de desenvolvedores únicos aumentaram a minha emoção para o jogo ainda mais.

    A pré-visualização abarca mais ou menos o mesmo conteúdo que o que foi mostrado durante a conferência da imprensa - esgueirando através da grama e tirando algumas pequenas máquinas antes de derrubar um dos grandes. Mas ter alguém lá, jogando ao vivo, e falar sobre o que ele estava fazendo, serviu para responder a muitas perguntas que eu tinha sobre o jogo, antes que eu tivesse a oportunidade de perguntar-lhes.

    Para começar, o mundo é, como muitos outros jogos, um mundo aberto que espero explorar.Mas é a beleza do mundo que o diferencia. Do jeito que as flores se movem como Alloy (a personagem principal) foge através deles aos vastos, distantes, montanhas cobertas de nuvens no horizonte, tudo tem um esplendor muito natural que só me fez querer roubar o controle do produtor sênior Lambert das mãos e de Wolterbeek Muller indo explorar.

    "Esta é apenas uma pequena parte de muito do mundo", disse o diretor de arte Jan-Bart Van Beek e explicou, como Muller explorou a câmera do outro lado da pastagem deste mundo povoado de máquinas demonstrado na conferência para imprensa. "Tudo isso é livremente explorável.Você pode ir em qualquer lugar, você pode ir até as montanhas, você pode seguir os rios, você pode explorar todos os campos. E não é apenas o mundo natural. Há tribos, bem como, até mesmo cidades. "

    Mas antes que ela poça ir em direção dessas cidades, Alloy tem uma tarefa mais premente - a cobrança dos recursos das máquinas. Este é o núcleo gancho do jogo, um ciclo de Monster Hunter-like de tirar os inimigos e usar as peças que caíram para atualizar seus equipamentos.

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    Há uma verdadeira sensação de imediatismo aqui no Horizon. Você realmente não precisa matar máquinas para obter recursos a partir delas; se você for bom o suficiente, você pode observar o que você precisa fora de seus corpos. Muller demonstrou isso colocando uma flecha certeira em um dos tanques verdes na parte de trás das pequenas máquinas raptor-like, e fugindo para a sua segurança, mas deixando um item útil em seu rastro. O mais impressionante, o armamentos de tiros das máquinas podem ser utilizados imediatamente, como uma coisa grande do tipo minigun que Muller tirou o Big Thunder Jaw.

    Além dessas sucatas, Alloy está armada com um arco e alguns itens de serviços públicos (com mais para ser desbloqueado mais tarde). Foi-me demonstrado três diferentes tipos de munição para o arco: flechas elétricas que podem provocar uma enorme quantidade de dano, podendo paralisar inimigos; flechas penetrantes de armadura podem não causar grandes danos, mas são boas em retalhamento de armadura para expor os pontos fracos;e as flechas de explosivos mais raras que causam grandes danos.


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    "Isso é apenas uma das muitas maneiras de levar estas maquinas a lona", disse Van Beek, após Muller ter matado o Thunder Jaw."É realmente sobre como usar as ferramentas certas para o trabalho, sobre o uso de suas armas de forma inteligente em combinações com o meio ambiente."

    E, claro, aprender tudo isso, é necessário para você progredir através do jogo", Muller acrescentou."Porque você não vai saber de tudo isso, no início, você tem que aprender e descobrir isso. Isso é realmente uma das coisas fundamentais sobre Horizon; não é só um mundo belo, mas cheio de mistérios. Mistérios para o jogador descobrir. "

    Talvez mais do que tudo, fiquei impressionado o quanto é diferente este jogo em relação a Killzone, a série do desenvolvedor, Guerrilla Games, é mais conhecida por e uma franquia que, para ser franco, nunca realmente me interessava.

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    Ign

    Guerrilla Games, durante a conferência da Sony na E3 2015, chamou imediatamente nossa atenção. O jogo parecia ter um mundo lindo, imensas criaturas mecânicas que parecem dinossauros e combates intensos. E durante uma exibição à portas fechadas durante a E3, os desenvolvedores da Guerrilla nos mostraram muito mais sobre as mecânicas, fluxo e narrativa de seu novo projeto, o que me fez colocá-lo no topo de minha lista de interesses para 2016.

    O projeto, que começou em 2011 e teve sua produção acelerada após o lançamento de Killzone: Shadow Fall, parece ser o game mais ambicioso já feito pela Guerrilla. De acordo com o estúdio, o game single-player de mundo aberto fica no meio termpo entre a ação e o RPG. Se colocássemos Assassin's Creed e Watch Dogs de um lado e Fallout 3 e Skyrim do outro, Horizon Zero Dawn estaria com um pé de cada um dos lados.

    Você joga como Alloy, a garota ruiva que foi usada durante a apresentação do game. Ela parece uma versão primitiva de Merida, da animação Brave, e tem uma ligação especial com as criaturas mecânicas que caça. A Guerrilla afirma que Alloy não é uma assassina de robôzinhos – a maneira como ela se conecta com as criaturas robóticas quando executa um assassinato furtivo revela o tipo de relação que ela tem com os habitantes do mundo decrépito à sua volta.

    Durante a aventura, você vai evoluir Alloy construindo diversos itens com os materiais que coletar pelo mundo e levando eles até uma cidade que parece ser um lugar seguro para quem viaja pelo mundo selvagem de Horizon. A Guerrilla nos mostrou uma arte conceitual de uma cidade ensolarada com um mercado cheio de pessoas e até mesmo alguns cachorros-robôs. Eu imagino que poderemos coletar recursos, encontrar outros personagens e fazer trocas nesse mercadinho.


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    No lado ação da coisa, Horizon parece oferecer uma experiência bastante intensa. Ver Alloy montar uma série de armadilhas entre duas pedras altas e depois afugentar um monte de robôzinhos na direção delas para que eles explodam em mil pedaços é uma bela demonstração da profundidade estratégica que o game pode oferecer. Quando chegou na hora de encarar o enorme dinossauro mecânico do fim da demonstração, tivemos que atirar flechas perfuradoras de armadura para abrir buracos na couraça de aço do monstrão. Só então conseguimos causar algum dano nele. Essas diversas fases do combate são um bom exemplo do que podemos esperar em todas as batalhas de Horizon Zero Dawn

    Antes do fim da demo, perguntamos para os desenvolvedores da Guerrilla se Horizon se passa na terra ou em algum outro planeta. Eles não quiseram nos responder, o que só aumenta nossa curiosidade em relação ao game. Certamente, vai ser uma experiência incrível.

    Eurogamer

    Horizon tinha o direito a ser o grande anúncio da Sony na E3


    A Guerrilla Games tem em mãos algo fascinante.

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    Aloy permanece de pé num ponto elevado observando o mundo em seu redor. A guerreira destemida está sozinha e sem o apoio da sua tribo acreditando que este é um local mais proveitoso para as suas intenções. À sua frente estende-se uma enorme planície que facilmente relembra os mais belos parques naturais norte-americanos. Ao fundo, a delinear o limite do que consegue ver temos montanhas banhadas de neve enquanto mais perto de si um rio dança pelo meio das árvores de folha castanha numa imensa planície verdejante.

    Vestida com roupas tribais, Aloy continua a apreciar a paisagem natural que além de esplendorosa, relembra-a de como este mundo pode ser tão belo. Pelo outro lado, a jovem guerreira não deixa fugir da sua vista as perigosas criaturas mecânicas, apesar do aspecto lembrar mais os dinossauros, que terá que caçar. Afinal de contas, este é o mundo no qual ela vive, um mundo no qual a civilização tombou e os recursos tão preciosos precisam ser caçados com o seu arco e flecha.

    Estes são os primeiros e deslumbrantes instantes iniciais da apresentação à porta fechada na qual a Guerrilla Games nos deu a oportunidade de conhecer um pouco mais do seu novo Horizon: Zero Dawn, nova propriedade intelectual do estúdio holandês. Se acharam que a apresentação na conferência da Sony foi espectacular, ouvir as ideias do estúdio e ver um pouco mais do gameplay deixou-me com uma convicção, Horizon deveria ter sido o grande anúncio da Sony na E3 e tinha todo o direito de o ser.

    Norjis, produtor sénior, e Mathias De Jonge, director do jogo, acompanharam-nos por uma demonstração que me fez ficar ainda mais apaixonado por este novo mundo de possibilidades para o estúdio que até agora nos havia dado apenas Killzone. "Este é um jogo no qual temos trabalhado há já alguns anos e não podíamos estar mais honrados e alegres por vos poder finalmente mostrar o jogo."

    "Horizon tem elementos de um mundo aberto mas incluído nele está uma envolvente narrativa. Não vamos entrar em detalhes sobre a narrativa pois parte do grande mistério em torno de Horizon é algo que não queremos revelar pois queremos que seja descoberto pelos jogadores. Mas queremos falar sobre três elementos críticos para Horizon."

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    "O primeiro é o mundo em si. Existem muitos jogos baseados em cenários pós-apocalípticos mas esses jogos decorrem supostamente cem ou duzentos anos após a queda da civilização mas Horizon é ligeiramente diferente. É o que gostamos de chamar de mundo pós pós-apocalíptico. Imaginem um mundo no qual a civilização tombou e passaram mais de mil anos. Esse é o mundo que iremos explorar. Um mundo repleto de mistério. Existem aqui locais onde ninguém jamais entrou. Isso levanta questões. Porque está isto aqui? Qual o propósito daquela estrutura?"

    "Imaginem também que a indústria humana desapareceu, a natureza reclamou esses locais e o que poderá estar lá dentro? O que poderá viver lá? São estas as perguntas que vamos colocar ao explorar este mundo em Horizon." Foi assim que a Guerrilla introduziu o seu interessante Horizon mas depois de todas estas observações, vamos voltar à aventura de Aloy para descobrir o que nos prepara.

    Olhando mais além do vale à sua frente, Aloy aguça a sua curiosidade verificando as ruínas de uma cidade, os poucos arranha-céus visíveis À distância, deixam Aloy a imaginar o que poderá residir naquele local esquecido no tempo. No entanto, a jornada até lá terá que ficar para depois, por enquanto precisa focar-se na sua missão actual e enfrentar o perigo imediato. Lá embaixo estão as temíveis máquinas, criaturas estranhas cuja origem ninguém conhece mas cuja utilidade obriga Aloy a entrar em confronto com elas. Os principais antagonistas irão desempenhar um papel importante na sua jornada mas por enquanto esta guerreira precisa apenas silenciar uma máquina em específico.

    "Horizon tem elementos de um mundo aberto mas incluído nele está uma envolvente narrativa"

    Ela sabe que os mistérios em torno destas máquinas terão que encontrar respostas mais tarde mas ainda assim não consegue evitar questionar porque é que têm este aspecto e comportamento. Faz parte da sua identidade enquanto ser humano. Esta ingenuidade consegue ser quase um contra-senso com o espírito de sobrevivência que os seres humanos desenvolveram mas ainda assim, o seu leque de habilidades permite que seja menos cautelosa ocasionalmente. Mesmo que acabe por se meter em sarilhos.

    Aloy continua a usar o seu conhecimento destes locais para preparar os seus próximos passos e rapidamente estabelece na sua mente como abordar a situação. Tirar itens das máquinas e dos ambientes é uma ferramenta muito útil e não tem quaisquer problemas em a usar, aliás é por isso mesmo que ela se encontra aqui, neste ponto alto à espera do melhor momento para iniciar a sua caçada. Ela sabe que os itens que irá capturar hoje poderão servir para criar novos fatos e melhorias úteis no futuro mas também para criar novas armas ou setas para o seu imprescindível arsenal.

    "Uma das coisas que precisamos falar é da natureza de mundo aberto do jogo. No passado fizemos jogos de acção na primeira pessoa mas agora transitamos para a terceira pessoa em mundo aberto. Podes explorar tudo o que vês no mapa mas estamos a analisar lentamente e podes ver que existe uma cidade em ruínas no fundo, reclamada pela natureza. Onde fica essa cidade? Como chegar lá? As respostas podem surpreender."
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    "Existe aqui uma história, um propósito. Não vamos mostrar todos os elementos das Quests mas vamos explicar as caçadas. No entanto, estamos aqui por uma razão, um recurso precioso que precisamos de encontrar para uma tribo desesperada: as cisternas nas costas dos Grazers e é por aí que começamos."

    Neste momento, aproveitando a sua capacidade para estrategicamente ler os cenários à sua volta, Aloy desce para a planície escondendo-se no meio das plantas que lhe permitem esconder-se das máquinas. Isto é muito importante pois logo à sua frente está um Watcher. Aloy sabe bem o perigo que corre ao facilitar perante estas pequenas máquinas. Elas podem alertar as outras criaturas e criar um conflito desnecessário. Sendo uma guerreira completa, ela caminha lentamente pelas plantas para de forma furtiva eliminar a máquina.

    Aproveitando o momento, Aloy procura no corpo do Watcher por recursos que possam ser úteis mais tarde. Afinal de contas, ela sabe o quão preciosos podem ser na hora de desenvolver uma flecha diferente das que usa pois a qualquer momento poderá ter que usar uma flecha com corda ou uma explosiva para derrubar um inimigo de maior porte. Esta guerreira já passou por muito ao longo de várias caçadas para relaxar mesmo quando tudo aparente ser fácil. Ao invés de partir directamente para a acção, Aloy prefere montar uma armadilha com as flechas corda que acabou de criar. Perto do rio, estabelece o primeiro passo do seu plano, monta várias linhas com as flechas de corda que lhe são certamente úteis. Agora é hora da segunda metade deste plano. Usando as flechas explosivas que conseguiu criar com os recursos que acabou de apanhar, Aloy dispara uma flecha para as costas dos Grazers fazendo com que a manada corra desenfreadamente na direcção do rio onde plantou anteriormente as armadilhas.

    Observando as várias explosões sucessivas, Aloy permite distrair-se e é rapidamente relembrada que os Grazers agem em manada. Os Alpha Grazers, os líderes, juntam-se para a atacar e começa uma luta pela sobrevivência. Num mundo de rara beleza visual, no qual a inocência do colorido cenário contrasta fortemente com as intenções assassinas das máquinas mas também com os ágeis e fluídos movimentos da caçadora. É difícil não ficar impressionado com a forma como Aloy e os inimigos se comportam. À excepção do ataque furtivo inicial, Aloy sabe que não poderá arriscar aproximar-se das máquinas, optando por investir no seu fiel arco para com uma combinação de flechas possa despachar a ameaça. Depois de terminar com a investida dos restantes Grazers, Aloy relembra-se da importância dos recursos e procura nos seus corpos tudo o que possa ser útil na perigosa jornada que a espera.

    "Horizon: Zero Dawn apresenta um sistema de crafting completo. Se abríssemos a interface de utilizador poderíamos mostrar que podem criar fatos, armas e munição. Não vamos fazer isso, o que vamos fazer é mostrar que somos um RPG de acção. A acção é muito importante e não queremos que entres em menus quebrando o ritmo do teu gameplay só para criar munição. Por isso criamos um menu de criação rápida de munição. Apenas temos cinco setas explosivas e são muito limitadas, usem apenas em máquinas grandes. Mas como descobrimos partes das máquinas podemos criar mais e voltamos quase de imediato à acção."

    Quase como se os céus lhe tivessem enviado uma mensagem, Aloy cria a munição explosiva para nos segundos seguintes perceber que fez o que estava mais certo. Assim que termina de criar as preciosas setas, surge um furioso Thunderjaw, uma enorme e assustadora máquina que relembra um T-Rex. Aloy sente-se minúscula perante esta nova ameaça e ainda bem pois o seu incrível tamanho, 10 metros de altura e 25 de comprimento, é apenas uma das partes que a torna numa máquina tão perigosa. No entanto, Aloy não é propriamente uma novata e repara de imediato em 93 placas que podem ser destruídas a cobrir pontos vitais da máquina.

    Estes são os pontos onde residem os músculos ou tecido leve da criatura e Aloy sabe que se acertar em qualquer um deles poderá elevar o dano que causa. A caçadora poderia atacar o power core ou a placa que protege o cérebro mas sabe que teria mais dificuldades. Esta é uma luta perdida à partida nas suas actuais condições mas Aloy percebe que a criatura não se encontra nas suas plenas capacidades, certamente enfrentou uma outra infeliz tribo antes de aqui chegar, e decide tirar proveito da sua debilidade.

    Qualquer outro caçador poderia perder-se no medo ainda antes da luta começar mas Aloy conhece bem os seus 12 ataques diferentes, sabe como poderá desligar alguns dos cinco pontos específicos de ataque que irá ditar mudanças no seu comportamento. Aloy sabe o que fazer neste preciso momento. Desviando-se da investida frontal e violenta da máquina, Aloy começar por utilizar a flecha com corda para amarrar a máquina e impedir que se movimente tão ferozmente. Nestes momentos precisa de concentração pois um simples varrimento da cauda poderá atrasar os seus planos e devolver o equilíbrio ao monstro.

    Massacrando as placas que protegem os pontos vitais e assegurando-se que usa as flechas com corda para amarrar a máquina, Aloy consegue encontrar tempo para se concentrar e investir incessantemente na placa que protege o cérebro. Desta forma, consegue derrubar a imponente máquina que mesmo no seu estado debilitado deu uma forte luta. Aloy sabe que tão importante quanto derrotar a máquina monstruosa e permanecer viva, foi tão a vingança pelos guerreiros de outras tribos que tombaram perante as maléficas intenções desta horrenda criatura.

    "Falamos anteriormente sobre as cidades, vilas e outros locais que existem em Horizon. Falamos também sobre um sistema de economia e elementos RPG. Serão aqui nestes locais onde podem encontrar Quests ou comprar e vender itens. Também falamos sobre este contraste, alta tecnologia com um cenário quase pré-histórico, temos peles e cabedal mas também temos isto misturado com robôs ou componentes tecnológicas. Todas estas flechas que usamos são feitas com partes de máquinas. Usamos partes das máquinas contra elas próprias."

    "Horizon é um mundo absolutamente belo mas é também uma combinação de elementos: a ingenuidade humana contra máquinas tecnológicas altamente avançadas. O mistério deste mundo luxuoso é o que queremos que os jogadores descubram. A Guerrilla Games é conhecida pelo seu combate táctico e estratégico, é isso que queremos para Horizon." Ainda antes de nos despedirmos de Horizon: Zero Dawn e Aloy, os dois membros da Guerrilla Games partilharam ainda que no início estaremos restritos a uma parte do mundo, será um processo de ensino, um tutorial. Após isso o mundo ficará completamente livre. Existem tribos a descobrir, muitas máquinas a enfrentar (talvez algumas sejam amigas do jogador), cidades e locais a explorar num mundo que é dito como grande.

    "No estúdio debatemos frequentemente sobre profundidade vs. tamanho em termos de jogos em mundo aberto. Podem olhar para um Dead Rising, que é uma espécie de mundo aberto mais pequeno mas repleto de coisas para fazer ou então para um Grand Theft Auto V que tem um espaço absolutamente enorme mas com muitas áreas vazias entre os elementos. No nosso mundo aberto o tamanho tem um propósito muito específico pois precisas movimentar-te de forma muito específica naquele mundo. Penso que os jogadores vão ficar contentes com o tamanho especialmente se considerarmos a densidade." Para o futuro ficam prometidas mais áreas como selvas e desertos com máquinas ou tribos diferentes para descobrir.

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    Sobre o mistério das máquinas, sobre o evento que fez a civilização entrar em colapso, essas questões ficam para depois e terão que ser os jogadores a descobrir em que momento surgiram as máquinas. Este elemento será do mais importante e crucial para a história do jogo e o Guerrilla reforça que tudo relacionado com isto ficará guardado para os jogadores descobrirem. Ainda assim ficamos a saber que em termos de narrativa e enredo, "Existe uma narrativa. Se colocarem os jogos num espectro entre RPG de acção em mundo aberto do estilo dos jogos Ubisoft com personagens e narrativas fortes contra o lado Skyrim da equação que é mais ligeiro nisso. Estamos mais perto do lado Ubisoft pois temos uma narrativa mais forte focada nos personagens. É um mundo aberto enorme com missões secundárias que podes aceitar e coisas assim."

    Depois de vários anos a desenvolver jogos de acção na primeira pessoa, sempre focados no combate como principal atractivo na experiência, o Guerrilla Games está finalmente pronto para partir para uma jornada de acção na terceira pessoa. Ainda para mais num RPG de acção em mundo completamente aberto que poderá muito bem estabelecer parâmetros a ser copiados no futuro. O estúdio diz que o jogo corre de forma relativamente suave a 1080p30 na PlayStation 4, o que revela preparação para a apresentação mas ainda assim ficou o reparo que muitas melhorias serão feitas.

    Como referido, este é agora um novo tipo de jogo para o estúdio, um RPG de ação no qual podemos facilmente constatar elementos típicos do género no HUD. A barra de experiência mostra que Aloy sobe de nível consoante as acções do jogador e existe uma refrescante sensação de liberdade, especialmente devido ao universo em si e ao formato mundo aberto com livre exploração. Para os que pedem ideias novas e frescas para a indústria mas ainda assim gostam de ver adoptadas de bela forma mecânicas e ideologias já consagradas, Horizon poderá vir a ser um jogo sem igual. Como referido, Horizon foi apresentado numa sessão à porta fechada onde foi jogado em directo à nossa frente.

    O motor de Killzone: Shadow Fall altamente trabalhado num jogo em mundo aberto sem quaisquer ecrãs de carregamento, vários locais diferentes num mundo luxuoso patrocinado por visuais deslumbrantes deixam-nos com água na boca para o que teremos futuramente nesta narrativa focada nos personagens. O gameplay está absolutamente brilhante e será agora uma questão de descobrir se está a ser feito o que é preciso para que a Sony coloque toda a sua confiança neste Horizon que deveria ter sido o grande anúncio da E3. Pessoalmente foi o melhor momento da E3 e muito provavelmente o jogo do evento.

    Curiosidades

    SONY ESTAVA 'NERVOSA' ACERCA DE PERSONAGEM FEMININA EM HORIZON: ZERO DAWN

    A revelação da nova PI exclusiva da Sony e produzida pela Guerrilla Games foi tudo menos tranquila, pelo menos para Shuhei Yoshida.

    O presidente da Sony estava "nervoso" pela personagem principal ser feminina, isto numa altura em que as atitudes em relação às mulheres na indústria não têm acompanhado o mundo moderno.

    "Estava nervoso para ver a reação das pessoas," disse Yoshida aoPolygon. "É uma personagem principal feminina. Sempre foi essa a visão da equipa, mas chegamos a discutir. É arriscado fazer uma personagem principal feminina?"

    "A preocupação veio depois de o jogo estar em desenvolvimento. Trabalhamos com os nossos grupos de marketing para fazer estes grupos de foco. A reação foi positiva, o que nos fez sentir bem."

    No entanto, Yoshida não sabia que Horizon estaria em palco na conferência deste ano na E3.

    "Fico feliz que haja mais diversidade no tipo de mundos e personagens que estamos a fazer como indústria. Acho que devemos continuar a fazer esforços para ter mais mulheres nos estúdios no lado da produção e adquirir novas perspetivas."


    Guerrilla Games contractou membros da Bethesda e CD Projekt para ajudarem na criação de Horizon

    Depois de vários anos com a série Killzone, onde desenvolvia jogos na primeira pessoa, agora a Guerrilla Games mudou-se para um estilo diferente, um RPG de mundo aberto que dá pelo nome de Horizon: Zero Dawn. E foi precisamente sobre esta mudança que falou o director de arte, Jan-Bart Van Beek e o produtor Lambert Muller.

    O desafio principal estava em passar de "um nível que leva 45 minutos a uma hora, a uma experência que tenha dezenas de horas e dezenas de coisas para fazer." A solução passou por contratar pessoal experiente neste tipo de jogos como antigos membros da Bethesda e da CD Projekt RED.

    Com estes produtores e a sua experiência a Guerrilla espera que o jogo seja "uma máquina que funciona, onde cada momento é divertido não importando a forma de jogar. Foi uma lição que aprendemos para evitar os mesmos erros que outros cometeram ao fazer o seu primeiro jogo de mundo aberto."

    Numa outra entrevista, Jan-Bart Van Beek falou sobre como funcionam algumas das mecânicas RPG do novo jogo da Guerrilla.

    "Há uma árvore de habilidades. Existem dois sistemas básicos de desenvolvimento para a personagem. Em primeiro lugar obténs experiência e podes usá-la para ganhar novas vantagens. Uma das vantagens que puderam ver na demo era a do Disparo de Precisão que te permite abrandar o tempo e apontar flechas com um pouco mais precisão. Sem isso é muito difícil de acertar em certos pontos fracos."

    "A personagem da demo já é uma personagem avançada de nível 12," explicou ele. "Mas também há outra forma de melhorar a tua personagem, através dos sistemas de recolha e fabrico. Se fores pelas partes naturais e derrotares robôs gigantes e fortes obterás melhores materiais para a tua armadura, melhores armas e, aos poucos, com isto tudo poderás desenvolver a teu personagem de uma forma mais natural."

    Horizon: Zero Dawn usa o mesmo motor de jogo de Killzone: Shadow Fall, mas mais musculado. A Guerrilla Games também já confirmou que o jogo irá correr a 1080p e 30 fotogramas por segundo quando for lançado, algures em 2016, em exclusivo na PlayStation


    Horizon: Zero Dawn não terá tutoriais

    As últimas gerações de RPGs talvez tenham nos acostumado mal. Esperamos que a mecânica seja toda explicada de cara, para não restar aquela impressão de “no mato sem cachorro” quando a coisa começar a pegar mesmo. Mas esse não será o caso deHorizon: Zero Dawn. Conforme a Guerrilla Games fez questão de frisar, não haverá ali nada para levá-lo pela mão. Em vez disso, vale o bom e velho “Se vira!”.

    “Nós não ‘tutorializamos’ o jogo, nós não vamos até você para dizer como caçar deve caçar esses robôs ou para explicar como eles interagem”, disse o diretor de arte do estúdio, Jan-Bart van Beek, em entrevista ao site videogamer. “Você realmente vai precisar sair e explorar essas coisas por tentativa e erro.”

    Naturalmente, isso se aplica à sociedade aparentemente primitiva formada pelos curiosos robôs selvagens do título. “O mesmo vale para a forma como os robôs interagem entre si; quem protege quem e como eles estão interconectados”, disse van Beek ao referido site.


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    Ele faz uma comparação com o apresentador da tradicional série “Life”, da BBC. “Você será sempre como David Attenborough, escondido nos arbustos, estudando essas criaturas e tentando aprender sobre o seu comportamento — e sobre como você pode explorar esse comportamento em proveito próprio.”

    Nada de spoilers

    A filosofia do “descubra por você mesmo” vale ainda para uma terceira dimensão de Horizon: Zero Dawn: a história. De acordo com o
    desenvolvedor, nem ele e nem a equipe de desenvolvimento da Guerrilla pretendem contextualizar ou explicar o se passa dentro do mundo do RPG — sobrando para você o papel de descobrir o que ocorre ao redor e como é possível mudar as coisas.

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    Árvores de habilidades
    Van Beek também falou sobre as árvores de habilidades, dispostas em “dois sistemas básicos de desenvolvimento de personagem”. Basicamente, ganhar XP (pontos de experiência) garante as já conhecidas perks, tais como a capacidade de conter a passagem do tempo, conforme mostrado pela equipe na última edição da feira E3 (Electronic Entertainment Expo).

    Imagens

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    capa:kops

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    Last edited: 6 Junho 2016
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  2. MrHawkins

    MrHawkins Bam-bam-bam

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    Entrei num Hype absurdo, gostei de tudo que mostraram desse game.
    Guerrilla venha me possuir, sou todo seu.
     
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  3. SamasosukE

    SamasosukE Bam-bam-bam

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    Isso está incrível!
     
  4. rmrios

    rmrios Bam-bam-bam

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    Melhor jogo da conferência da Sony, The Last Guardian foi legal, mas esse foi o melhor sem dúvidas...


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  5. Hiei_SS

    Hiei_SS Bam-bam-bam

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    Esse jogo já estava hypado desde as primeiras artworks que saíram

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  6. ihh

    ihh Ei mãe, 500 pontos!

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    Foda demais, injeta na veia pls.
     
  7. Edujb

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  8. Léo Stanbuck

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    Gostei do jogo, na real. Espero maiores informações, mas o sistema de batalha em 3º pessoa muito me agrada.
     
  9. Incalus

    Incalus Bam-bam-bam

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    Não acreditei no que vi....ambientação estupradora!
     
    Red Baron, teo77, barbarieta e 7 outros curtiram isto.
  10. Kise Ryota

    Kise Ryota Ei mãe, 500 pontos!

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    Simplesmente fantástico esse game, fiquei totalmente balançado. Surpreendente, pqp
     
    Hans Castorp, Kaitos e michael.cls aprovam isto.
  11. PhylteR

    PhylteR Ei mãe, 500 pontos!

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    Bem interessante mesmo, ainda mais com o gameplay... Nova IP é sempre bom.
     
  12. marcospenna

    marcospenna Bam-bam-bam

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    Meu seus!!!
    Que belíssima surpresa

    Enviado de meu Nexus 5 usando Tapatalk
     
    Hans Castorp e Kaitos curtiram isto.
  13. oldboyPSN

    oldboyPSN Ei mãe, 500 pontos!

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    vao falar mais de Horizon logo menos no youtube/e3
     
    Hans Castorp aprova isto.
  14. Gabjplima

    Gabjplima Bam-bam-bam

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    Melhor gameplay da feira até agora.
     
  15. Hiperbrain

    Hiperbrain Moderador Staff Member

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    Rapaz... se entregarem o produto final desse jeito aí.... será de fato um divisor de águas.
     
    Red Baron, Hans Castorp e Kaitos aprovam isto.
  16. Farbanks

    Farbanks Bam-bam-bam

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    Melhor jogo da conferência da Sony facil facil...Gamei nesse jogo!
     
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  17. SamasosukE

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  18. Contoso

    Contoso Bam-bam-bam

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    Única coisa que prestou da conferência da Sonya.
     
  19. FelipeZ13

    FelipeZ13 Bam-bam-bam

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    Maldito, ao ver as artworks deste jogo eu sabia que nao iria decepcionar. Preciso deste jogo.
    Que jogo maravilhoso, alguém sabe qual o estilo dele ? Vai ter o mapa tão grande quanto The Witcher 3 mesmo ?
     
  20. Zeorymer

    Zeorymer Ei mãe, 500 pontos!

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    ESSE JOGO TA ABSURDO, PUTA AMBIENTAÇÃO ANIMAL PUTA MERDA.

    GUERRILLA DEMOROU MAS MATOU A COBRA E MOSTROU O PAU!
     
  21. michael.cls

    michael.cls Bam-bam-bam

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    que nova ip heim! hype pesado aqui! pensei até que sairia esse ano já que foi um dos que mais apresentou gameplay de toda a conferência!
     
    Hans Castorp aprova isto.
  22. Zeorymer

    Zeorymer Ei mãe, 500 pontos!

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    Os comentários do passado falam que é um RPG open World, porem nada veio da Guerrilla ainda....
     
    Hans Castorp, FelipeZ13 e Kaitos aprovam isto.
  23. Tacrovy

    Tacrovy Ei mãe, 500 pontos!

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    [​IMG]
     
    Gouken, 7 outros, lucas789 e 20 outros curtiram isto.
  24. Tacrovy

    Tacrovy Ei mãe, 500 pontos!

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    ta agora no youtube falando que é rpg com open world :kbaba
     
  25. PhylteR

    PhylteR Ei mãe, 500 pontos!

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    Confirmaram agora no YouTube duas coisas: é um open-world action RPG, com lançamento previsto pra 2016.
     
  26. Zeorymer

    Zeorymer Ei mãe, 500 pontos!

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    Opa confirmaram então.
     
    Tacrovy aprova isto.
  27. Rhaniel

    Rhaniel Bam-bam-bam

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    Pior que não tem nenhum detalhe ainda, mas promete muito, ansioso demais
     
    FelipeZ13 aprova isto.
  28. vitaminaum

    vitaminaum Bam-bam-bam

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    apaixonei na ruivinha linda

    apaixonei nesse jogo maravilhoso

    me possua horizonte :kvergonha
     
    Hans Castorp aprova isto.
  29. vitzera

    vitzera Ei mãe, 500 pontos!

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    Melhor IP nova apresentada até aqui.

    Já estava achando lindo no começo do trailer, aí começaram com um gameplay MUITO foda.

    Tem potencial pra ser um PUTA nome entre os firsts da Sony.
     
  30. Tacrovy

    Tacrovy Ei mãe, 500 pontos!

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    Sobre a protagonista

    [​IMG]

    manjadores manjarão
     
    Mr.Do, [McR]-[PanThrO], LFS16 e 17 outros curtiram isto.
  31. Darth Nihilus

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    Esse aí eu achei foda. Lindão mesmo. E criativo.
     
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  32. Rhaniel

    Rhaniel Bam-bam-bam

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    VEM NI MIN HORIZÃO
    HYPE MONSTRUOSO
     
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  33. Ron Swanson

    Ron Swanson Ei mãe, 500 pontos!

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    adorei tbm! curti muito a premissa
     
    Hans Castorp aprova isto.
  34. gamermaniacow

    gamermaniacow Ei mãe, 500 pontos!

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    Realmente estupendo. Day one.
     
    Hans Castorp aprova isto.
  35. SamasosukE

    SamasosukE Bam-bam-bam

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