Rafa9000
Bam-bam-bam
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Gears 5 — Segunda chance, boas surpresas
O que dizer de Gears 5? Curiosamente, não foi amor à primeira jogada.
Na época do lançamento, eu vinha direto de uma maratona dos quatro jogos clássicos da franquia. Resultado? Cansaço. Não demorou muito até eu abandonar o jogo antes mesmo da metade. Mas, anos depois, bateu aquela vontade de voltar ao universo de Gears — e resolvi dar uma segunda chance.
E olha… não é que ele é melhor do que eu lembrava?
Pode até não ser o melhor da série, mas é um jogo muito competente e, acima de tudo, divertido. Visualmente, impressiona até hoje: mesmo anos depois, continua sendo um dos jogos mais bonitos da geração. A gameplay segue afiada, com aquele tiroteio em cover que a The Coalition domina como poucas — é simplesmente gostoso de jogar.
A história tenta algo um pouco diferente, mais intimista. Em vez de focar apenas na grandiosidade da guerra, ela traz reflexões sobre identidade, escolhas e legado. Kait pode não ser uma protagonista extremamente marcante, mas cumpre bem seu papel. Ainda assim, quem realmente rouba a cena é Del — seja pelo carisma ou pelas interações, especialmente nos diálogos com Fahz, que dão leveza e personalidade ao grupo.
A trilha sonora acompanha bem esse tom mais introspectivo, sem deixar de reforçar os momentos de ação.
O único ponto que ainda me deixa dividido são os trechos em mundo semi-aberto. A ideia até é interessante — principalmente quando aprofunda o passado da Kait —, mas a execução parece um pouco deslocada dentro do ritmo tradicional da franquia. No fim, senti falta daquela progressão mais direta, indo do ponto A ao ponto B, focado totalmente no combate.
No geral, Gears 5 acaba sendo uma grata surpresa nessa segunda experiência:
um ótimo Gears, um excelente action shooter e, acima de tudo, um jogo genuinamente divertido de jogar.
O que dizer de Gears 5? Curiosamente, não foi amor à primeira jogada.
Na época do lançamento, eu vinha direto de uma maratona dos quatro jogos clássicos da franquia. Resultado? Cansaço. Não demorou muito até eu abandonar o jogo antes mesmo da metade. Mas, anos depois, bateu aquela vontade de voltar ao universo de Gears — e resolvi dar uma segunda chance.
E olha… não é que ele é melhor do que eu lembrava?
Pode até não ser o melhor da série, mas é um jogo muito competente e, acima de tudo, divertido. Visualmente, impressiona até hoje: mesmo anos depois, continua sendo um dos jogos mais bonitos da geração. A gameplay segue afiada, com aquele tiroteio em cover que a The Coalition domina como poucas — é simplesmente gostoso de jogar.
A história tenta algo um pouco diferente, mais intimista. Em vez de focar apenas na grandiosidade da guerra, ela traz reflexões sobre identidade, escolhas e legado. Kait pode não ser uma protagonista extremamente marcante, mas cumpre bem seu papel. Ainda assim, quem realmente rouba a cena é Del — seja pelo carisma ou pelas interações, especialmente nos diálogos com Fahz, que dão leveza e personalidade ao grupo.
A trilha sonora acompanha bem esse tom mais introspectivo, sem deixar de reforçar os momentos de ação.
O único ponto que ainda me deixa dividido são os trechos em mundo semi-aberto. A ideia até é interessante — principalmente quando aprofunda o passado da Kait —, mas a execução parece um pouco deslocada dentro do ritmo tradicional da franquia. No fim, senti falta daquela progressão mais direta, indo do ponto A ao ponto B, focado totalmente no combate.
No geral, Gears 5 acaba sendo uma grata surpresa nessa segunda experiência:
um ótimo Gears, um excelente action shooter e, acima de tudo, um jogo genuinamente divertido de jogar.