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Assessor de Flávio Bolsonaro citado pelo COAF por movimentação milionária atípica

rossetto

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Vocês viram a notícia que a Coaf não poderá manifestar-se mais quanto aos processos pendentes de julgamento? Até agora só tem em fontes ridículas (brasil247 por exemplo) mas abri o decreto e tá lá mesmo


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O que eu vi foi isso aqui:
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2019-01/coaf-podera-aplicar-punicoes-imediatas

O que é bom.

Nas outras fontes como esquerda diário eu não tenho coragem de clicar.

Foi pras mãos do Moro, é óbvio que vai acabar em pizza.
 


Sgt. Kowalski

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Fabrício Queiroz está internado no Albert Einstein
salvar Brasil 08.01.19 12:53
Segundo O Globo, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, informou ao Ministério Público do Rio de Janeiro que está internado no Albert Einstein, em São Paulo, onde foi submetido, no último dia 1º, a uma cirurgia para retirar um tumor maligno do intestino.
Uma foto foi anexada à documentação enviada ao MP (veja abaixo).

 

nonatoreal

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Fabrício Queiroz está internado no Albert Einstein
salvar Brasil 08.01.19 12:53
Segundo O Globo, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, informou ao Ministério Público do Rio de Janeiro que está internado no Albert Einstein, em São Paulo, onde foi submetido, no último dia 1º, a uma cirurgia para retirar um tumor maligno do intestino.
Uma foto foi anexada à documentação enviada ao MP (veja abaixo).

já já morre e dae vão poder usar a mesma desculpa do lula
 

Jäger_BR

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Fabrício Queiroz está internado no Albert Einstein
salvar Brasil 08.01.19 12:53
Segundo O Globo, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, informou ao Ministério Público do Rio de Janeiro que está internado no Albert Einstein, em São Paulo, onde foi submetido, no último dia 1º, a uma cirurgia para retirar um tumor maligno do intestino.
Uma foto foi anexada à documentação enviada ao MP (veja abaixo).

Cadê a cicatriz?

Esse cara é pilantra
 

xDoom

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Fabrício Queiroz está internado no Albert Einstein
salvar Brasil 08.01.19 12:53
Segundo O Globo, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, informou ao Ministério Público do Rio de Janeiro que está internado no Albert Einstein, em São Paulo, onde foi submetido, no último dia 1º, a uma cirurgia para retirar um tumor maligno do intestino.
Uma foto foi anexada à documentação enviada ao MP (veja abaixo).

Ué, mas não falaram aqui que ele tava mentindo e o MP também?
 


Sgt. Kowalski

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Flávio Bolsonaro não comparece ao MP e pede acesso a autos antes de depor

Gabriel Sabóia Do UOL, no Rio 10/01/2019 14h29

4-6 minutos


O senador Flávio Bolsonaro (PSL) informou, por meio de um comunicado publicado em suas redes sociais, que não comparecerá ao MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) nesta quinta-feira (10), quando era esperado para depor sobre movimentações atípicas identificadas em conta de seu ex-assessor Fabrício Queiroz pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividade Financeiras), órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que, como não é investigado pela Promotoria, sua defesa solicitou os autos do processo para "tomar ciência dos fatos". Ele se comprometeu a agendar uma outra data para o depoimento após ter acesso às investigações. "Reafirmo que não posso ser responsabilizado por atos de terceiros, como parte da grande mídia tenta, a todo custo, induzir a opinião pública", afirmou o senador.

O policial militar José Carlos de Queiroz era motorista de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). O documento do Coaf, anexado à investigação da Operação Furna da Onça que levou dez deputados estaduais à prisão no Rio, revelou que depósitos feitos em espécie na conta do ex-assessor coincidiam com as datas de pagamento na Alerj. Nove assessores e ex-assessores de Flávio repassaram dinheiro para o motorista.
O senador foi convidado pelo MP no dia 21 de dezembro a depor nesta quarta-feira --na ocasião, a data fora informada pela Promotoria à imprensa. No entanto, Flávio disse hoje que só foi notificado da data do depoimento na última segunda-feira (7). Por prerrogativa parlamentar, Flávio optou por comparecer em outra data.
Em entrevista ao "SBT" exibida no dia 26 de dezembro, Queiroz disse que parte do R$ 1,2 milhão que movimentou vem de negócios como compra e venda de carros. "Eu sou um cara de negócios. Eu faço dinheiro, compro, revendo, compro, revendo, compro carro, revendo carro... Sempre fui assim, gosto muito de comprar carro de seguradora, na minha época lá atrás, comprava um carrinho, mandava arrumar, revendia, tenho uma segurança", declarou na entrevista.
Na última terça (8), a mulher e as duas filhas do Queiroz também não compareceram ao MP para prestar depoimento. Elas haviam sido intimadas para dar esclarecimentos sobre a movimentação de mais de R$ 1,2 milhão, no período de 13 meses, na conta de Queiroz.
O motivo da ausência, de acordo com o advogado Paulo Klein, foi uma cirurgia de retirada de um tumor à qual Queiroz foi submetido no dia 1º deste mês. "Os familiares precisam estar juntos nesse período, que marca o início da quimioterapia", disse o defensor. Diagnosticado com câncer no intestino, Queiroz recebeu alta do hospital na última terça, segundo o Hospital Albert Einstein, na zona sul de São Paulo.
A mulher e as duas filhas de Queiroz foram citadas no relatório do Coaf por terem depositado recursos na conta do ex-assessor. Nathalia Melo de Queiroz repassou a ele R$ 97.641,20, segundo o órgão fiscalizador. Reportagem do UOL revelou que Nathalia acumulava em 2011 emprego de recepcionista em uma rede de academias no Rio, cargo de assessora de Flávio e a faculdade de Educação Física. A reportagem não a localizou para comentar.
O relatório também identificou depósito de Queiroz no valor de R$ 24 mil na conta bancária da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. O presidente justificou que o depósito do ex-assessor do filho na conta de Michelle se tratou do pagamento de parte de uma dívida de R$ 40 mil com o próprio Bolsonaro.
De acordo com o presidente, Queiroz utilizou a conta da primeira-dama para receber o dinheiro "por questão de mobilidade". Bolsonaro também alegou que tem pouco tempo para ir ao banco em razão da rotina de trabalho.
A comunicação do Coaf não significa que haja irregularidade na transação, mas mostra que os valores movimentados, ou o tipo de transação envolvida, não seguiram o padrão esperado para aquele tipo de cliente.
No total, o MP-RJ instaurou 22 inquéritos criminais para esclarecer suposta participação de parlamentares e servidores da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) em movimentações bancárias não compatíveis com seus salários.
 

Godot

Bam-bam-bam
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Flávio Bolsonaro não comparece ao MP e pede acesso a autos antes de depor

Gabriel Sabóia Do UOL, no Rio 10/01/2019 14h29

4-6 minutos


O senador Flávio Bolsonaro (PSL) informou, por meio de um comunicado publicado em suas redes sociais, que não comparecerá ao MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) nesta quinta-feira (10), quando era esperado para depor sobre movimentações atípicas identificadas em conta de seu ex-assessor Fabrício Queiroz pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividade Financeiras), órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que, como não é investigado pela Promotoria, sua defesa solicitou os autos do processo para "tomar ciência dos fatos". Ele se comprometeu a agendar uma outra data para o depoimento após ter acesso às investigações. "Reafirmo que não posso ser responsabilizado por atos de terceiros, como parte da grande mídia tenta, a todo custo, induzir a opinião pública", afirmou o senador.

O policial militar José Carlos de Queiroz era motorista de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). O documento do Coaf, anexado à investigação da Operação Furna da Onça que levou dez deputados estaduais à prisão no Rio, revelou que depósitos feitos em espécie na conta do ex-assessor coincidiam com as datas de pagamento na Alerj. Nove assessores e ex-assessores de Flávio repassaram dinheiro para o motorista.
O senador foi convidado pelo MP no dia 21 de dezembro a depor nesta quarta-feira --na ocasião, a data fora informada pela Promotoria à imprensa. No entanto, Flávio disse hoje que só foi notificado da data do depoimento na última segunda-feira (7). Por prerrogativa parlamentar, Flávio optou por comparecer em outra data.
Em entrevista ao "SBT" exibida no dia 26 de dezembro, Queiroz disse que parte do R$ 1,2 milhão que movimentou vem de negócios como compra e venda de carros. "Eu sou um cara de negócios. Eu faço dinheiro, compro, revendo, compro, revendo, compro carro, revendo carro... Sempre fui assim, gosto muito de comprar carro de seguradora, na minha época lá atrás, comprava um carrinho, mandava arrumar, revendia, tenho uma segurança", declarou na entrevista.
Na última terça (8), a mulher e as duas filhas do Queiroz também não compareceram ao MP para prestar depoimento. Elas haviam sido intimadas para dar esclarecimentos sobre a movimentação de mais de R$ 1,2 milhão, no período de 13 meses, na conta de Queiroz.
O motivo da ausência, de acordo com o advogado Paulo Klein, foi uma cirurgia de retirada de um tumor à qual Queiroz foi submetido no dia 1º deste mês. "Os familiares precisam estar juntos nesse período, que marca o início da quimioterapia", disse o defensor. Diagnosticado com câncer no intestino, Queiroz recebeu alta do hospital na última terça, segundo o Hospital Albert Einstein, na zona sul de São Paulo.
A mulher e as duas filhas de Queiroz foram citadas no relatório do Coaf por terem depositado recursos na conta do ex-assessor. Nathalia Melo de Queiroz repassou a ele R$ 97.641,20, segundo o órgão fiscalizador. Reportagem do UOL revelou que Nathalia acumulava em 2011 emprego de recepcionista em uma rede de academias no Rio, cargo de assessora de Flávio e a faculdade de Educação Física. A reportagem não a localizou para comentar.
O relatório também identificou depósito de Queiroz no valor de R$ 24 mil na conta bancária da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. O presidente justificou que o depósito do ex-assessor do filho na conta de Michelle se tratou do pagamento de parte de uma dívida de R$ 40 mil com o próprio Bolsonaro.
De acordo com o presidente, Queiroz utilizou a conta da primeira-dama para receber o dinheiro "por questão de mobilidade". Bolsonaro também alegou que tem pouco tempo para ir ao banco em razão da rotina de trabalho.
A comunicação do Coaf não significa que haja irregularidade na transação, mas mostra que os valores movimentados, ou o tipo de transação envolvida, não seguiram o padrão esperado para aquele tipo de cliente.
No total, o MP-RJ instaurou 22 inquéritos criminais para esclarecer suposta participação de parlamentares e servidores da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) em movimentações bancárias não compatíveis com seus salários.
"não basta ser honesto, tem que parecer honesto."

Esse aí já cheira mal. Desde o desmaio nos debates já mostrou se o mais fresquinho da família. Mas ainda assim, vamos aguardar.

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♈he Øne

Bam-bam-bam
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Flávio Bolsonaro não comparece ao MP e pede acesso a autos antes de depor

Gabriel Sabóia Do UOL, no Rio 10/01/2019 14h29

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O senador Flávio Bolsonaro (PSL) informou, por meio de um comunicado publicado em suas redes sociais, que não comparecerá ao MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) nesta quinta-feira (10), quando era esperado para depor sobre movimentações atípicas identificadas em conta de seu ex-assessor Fabrício Queiroz pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividade Financeiras), órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que, como não é investigado pela Promotoria, sua defesa solicitou os autos do processo para "tomar ciência dos fatos". Ele se comprometeu a agendar uma outra data para o depoimento após ter acesso às investigações. "Reafirmo que não posso ser responsabilizado por atos de terceiros, como parte da grande mídia tenta, a todo custo, induzir a opinião pública", afirmou o senador.

O policial militar José Carlos de Queiroz era motorista de Flávio na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). O documento do Coaf, anexado à investigação da Operação Furna da Onça que levou dez deputados estaduais à prisão no Rio, revelou que depósitos feitos em espécie na conta do ex-assessor coincidiam com as datas de pagamento na Alerj. Nove assessores e ex-assessores de Flávio repassaram dinheiro para o motorista.
O senador foi convidado pelo MP no dia 21 de dezembro a depor nesta quarta-feira --na ocasião, a data fora informada pela Promotoria à imprensa. No entanto, Flávio disse hoje que só foi notificado da data do depoimento na última segunda-feira (7). Por prerrogativa parlamentar, Flávio optou por comparecer em outra data.
Em entrevista ao "SBT" exibida no dia 26 de dezembro, Queiroz disse que parte do R$ 1,2 milhão que movimentou vem de negócios como compra e venda de carros. "Eu sou um cara de negócios. Eu faço dinheiro, compro, revendo, compro, revendo, compro carro, revendo carro... Sempre fui assim, gosto muito de comprar carro de seguradora, na minha época lá atrás, comprava um carrinho, mandava arrumar, revendia, tenho uma segurança", declarou na entrevista.
Na última terça (8), a mulher e as duas filhas do Queiroz também não compareceram ao MP para prestar depoimento. Elas haviam sido intimadas para dar esclarecimentos sobre a movimentação de mais de R$ 1,2 milhão, no período de 13 meses, na conta de Queiroz.
O motivo da ausência, de acordo com o advogado Paulo Klein, foi uma cirurgia de retirada de um tumor à qual Queiroz foi submetido no dia 1º deste mês. "Os familiares precisam estar juntos nesse período, que marca o início da quimioterapia", disse o defensor. Diagnosticado com câncer no intestino, Queiroz recebeu alta do hospital na última terça, segundo o Hospital Albert Einstein, na zona sul de São Paulo.
A mulher e as duas filhas de Queiroz foram citadas no relatório do Coaf por terem depositado recursos na conta do ex-assessor. Nathalia Melo de Queiroz repassou a ele R$ 97.641,20, segundo o órgão fiscalizador. Reportagem do UOL revelou que Nathalia acumulava em 2011 emprego de recepcionista em uma rede de academias no Rio, cargo de assessora de Flávio e a faculdade de Educação Física. A reportagem não a localizou para comentar.
O relatório também identificou depósito de Queiroz no valor de R$ 24 mil na conta bancária da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. O presidente justificou que o depósito do ex-assessor do filho na conta de Michelle se tratou do pagamento de parte de uma dívida de R$ 40 mil com o próprio Bolsonaro.
De acordo com o presidente, Queiroz utilizou a conta da primeira-dama para receber o dinheiro "por questão de mobilidade". Bolsonaro também alegou que tem pouco tempo para ir ao banco em razão da rotina de trabalho.
A comunicação do Coaf não significa que haja irregularidade na transação, mas mostra que os valores movimentados, ou o tipo de transação envolvida, não seguiram o padrão esperado para aquele tipo de cliente.
No total, o MP-RJ instaurou 22 inquéritos criminais para esclarecer suposta participação de parlamentares e servidores da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) em movimentações bancárias não compatíveis com seus salários.
Mais ai o bixo falha hein :facepalm

Se não for por corrupção ta falhando por incompetência. :facepalm
 

BurnsCT

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Resumindo: Deixa eu ver primeiro o que o MP sabe das minhas transações pra poder criar minha narrativa de defesa.

Não fode porra. Se vc não deve na praça foda-se os autos do processo, você sendo inocente nada do que o MP esteja investigando vai te incriminar.

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onurb88

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se estivesse limpo, iria de cara lavada e foda-se os autos do processo.

pra mim, é praticamente um atestado de que fez merda mesmo.
 

Ares1521

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se estivesse limpo, iria de cara lavada e foda-se os autos do processo.

pra mim, é praticamente um atestado de que fez merda mesmo.
Ai vai lá e toma uma condenação igual o Salles:

“Ao depor, o requerido Ricardo de Aquino Salles várias vezes sustentou que o tratamento adequado dos temas ambientais pressupõe o desapego ideológico. Curiosamente, no Dicionário Houaiss há pelo menos duas definições marxistas do vocábulo ideologia e, numa delas, afirma-se que é a totalidade das formas de consciência social, o que abrange o sistema de ideias que legitima o poder econômico da classe dominante (ideologia burguesa) e o conjunto de ideias que expressa os interesses revolucionários da classe dominada (ideologia proletária ou socialista). A defesa do meio ambiente equilibrado é obrigação de todos e, em especial, dos agentes públicos que juram cumprir a Constituição Federal e as leis, independentemente de sua orientação política à direita, esquerda ou centro. É assunto jurídico, embora alguns economistas, por exemplo, vejam o tema ambiental como uma falha de mercado ou externalidade negativa.”
Isso é citação do juiz, que no final terminou com um "mesmo que ele não ganhou nada com isso nem causou prejuízo ambiental, está condenado.

Por mais que seria o ideal ir lá e esfregar na cara de todo mundo que não fez nada errado, o juiz errado te condena só pq não gosta do seu pai se der qualquer motivo por qualquer tecnicalidade que fizer errado, e mesmo revertendo depois, uma condenação em algum Bolsonaro vai dar carta para fdp xingar por anos. Por mais que como falaram acima, além de ser inocente, tem que parecer inocente, a bosta tá feita, agora na hora de limpar tem que pensar 50x como e limpar com os melhores advogados.
 

onurb88

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Ai vai lá e toma uma condenação igual o Salles:

“Ao depor, o requerido Ricardo de Aquino Salles várias vezes sustentou que o tratamento adequado dos temas ambientais pressupõe o desapego ideológico. Curiosamente, no Dicionário Houaiss há pelo menos duas definições marxistas do vocábulo ideologia e, numa delas, afirma-se que é a totalidade das formas de consciência social, o que abrange o sistema de ideias que legitima o poder econômico da classe dominante (ideologia burguesa) e o conjunto de ideias que expressa os interesses revolucionários da classe dominada (ideologia proletária ou socialista). A defesa do meio ambiente equilibrado é obrigação de todos e, em especial, dos agentes públicos que juram cumprir a Constituição Federal e as leis, independentemente de sua orientação política à direita, esquerda ou centro. É assunto jurídico, embora alguns economistas, por exemplo, vejam o tema ambiental como uma falha de mercado ou externalidade negativa.”
Isso é citação do juiz, que no final terminou com um "mesmo que ele não ganhou nada com isso nem causou prejuízo ambiental, está condenado.

Por mais que seria o ideal ir lá e esfregar na cara de todo mundo que não fez nada errado, o juiz errado te condena só pq não gosta do seu pai se der qualquer motivo por qualquer tecnicalidade que fizer errado, e mesmo revertendo depois, uma condenação em algum Bolsonaro vai dar carta para fdp xingar por anos. Por mais que como falaram acima, além de ser inocente, tem que parecer inocente, a bosta tá feita, agora na hora de limpar tem que pensar 50x como e limpar com os melhores advogados.
Ficar faltando toda data marcada também não ajuda nada.

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Sgt. Kowalski

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Flavio Bolsonaro não depõe, mas dá entrevista



Assim como fez Fabrício Queiroz, Flavio Bolsonaro optou por não prestar esclarecimentos sobre o caso ao Ministério Público do Rio e preferiu conceder uma entrevista para dar sua versão dos fatos. Ao SBT, o senador fez críticas às investigações. Disse que “há direcionamento para atingir a família Bolsonaro” e que “não tem nada a ver com isso”. “Eu não tenho como controlar o que os assessores fazem fora do gabinete”, disse.

Nesta quinta-feira, 10, Flavio era esperado no Ministério Público do Rio para prestar esclarecimentos. Ele justificou dizendo que não teve “acesso aos autos” e se comprometeu a “agendar dia e horário para apresentar os esclarecimentos” assim que se informar melhor sobre os fatos. O senador não é investigado no caso.
 

Goris

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Ai vai lá e toma uma condenação igual o Salles:

“Ao depor, o requerido Ricardo de Aquino Salles várias vezes sustentou que o tratamento adequado dos temas ambientais pressupõe o desapego ideológico. Curiosamente, no Dicionário Houaiss há pelo menos duas definições marxistas do vocábulo ideologia e, numa delas, afirma-se que é a totalidade das formas de consciência social, o que abrange o sistema de ideias que legitima o poder econômico da classe dominante (ideologia burguesa) e o conjunto de ideias que expressa os interesses revolucionários da classe dominada (ideologia proletária ou socialista). A defesa do meio ambiente equilibrado é obrigação de todos e, em especial, dos agentes públicos que juram cumprir a Constituição Federal e as leis, independentemente de sua orientação política à direita, esquerda ou centro. É assunto jurídico, embora alguns economistas, por exemplo, vejam o tema ambiental como uma falha de mercado ou externalidade negativa.”
Isso é citação do juiz, que no final terminou com um "mesmo que ele não ganhou nada com isso nem causou prejuízo ambiental, está condenado.

Por mais que seria o ideal ir lá e esfregar na cara de todo mundo que não fez nada errado, o juiz errado te condena só pq não gosta do seu pai se der qualquer motivo por qualquer tecnicalidade que fizer errado, e mesmo revertendo depois, uma condenação em algum Bolsonaro vai dar carta para fdp xingar por anos. Por mais que como falaram acima, além de ser inocente, tem que parecer inocente, a bosta tá feita, agora na hora de limpar tem que pensar 50x como e limpar com os melhores advogados.
Num país teoricamente normal e sem juiz ideologicamente dirigido, o cara já tem que ter muito cuidado com o que fala.

Eu tava pensando igual você antes de ler a ideologia do Juiz, agora já tenho certeza. Se ele disser um A que não seja o que o juiz acha certo e capaz de ir preso por algo que nem sabe ainda o que é.

Porra, eu sou o primeiro a querer ver isso desvendado (e meio que já perdi a fé nesse aí) mas é foda, juiz e imprensa estão menos interessados na verdade que em fazer circo.
 

Axones

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Sábado, 12 de janeiro de 2019





SELEÇÃO DOS EDITORES
Encontramos os carros do Queiroz



Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, se define como "um cara de negócios". Além de seu salário de R$ 23 mil, ele diz que faz dinheiro comprando e revendendo carros. "Sempre fui assim. Comprava um carrinho, mandava arrumar, revendia", corado e bem humorado, em entrevista bastante dócil ao SBT em dezembro – a primeira desde que estourou o escândalo sobre uma movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão em sua conta bancária, que incluiu um cheque de R$ 24 mil à primeira dama Michelle Bolsonaro.

Embora goste tanto de fazer negócios com carros, o velho amigo da família Bolsonaro parece não se preocupar muito com os seus – ou, claro, pode ser apenas um homem que não liga para bens materiais. Além de morar em uma casa simples e sem acabamento e ter dois apartamentos em bairros desvalorizados na zona oeste do Rio, Queiroz tem apenas dois veículos em seu nome: um Voyage 1.0 ano 2010 e uma Belina GL ano 1986, segundo o Renajud, sistema do Conselho Nacional de Justiça que permite buscas no Registro Nacional de Veículos Automotores.

O valor dos dois carros de Queiroz, somados, não chega a R$ 25 mil, segundo a tabela Fipe. Não pagaria, nem de longe, sua internação em um dos hospitais mais caros do país, coincidentemente na mesma semana em que familiares seus deveriam prestar depoimento ao MP do Rio. Não compareceram, afinal. "Todas mudaram-se temporariamente para cidade de São Paulo" para dar apoio familiar ao patriarca, alegaram.

Na entrevista para o SBT, ele não disse – e também, sejamos justos, não foi perguntado pela dócil repórter – se tem comprovantes desses negócios lucrativos que diz fazer, e nem se declarou as vendas para a Receita Federal. Quando um carro é vendido, o comprador tem um mês para transferir o documento para seu nome. É comum que intermediários façam essa transação antes do tempo – e, assim, repassem os veículos para quem comprou sem que isso fique registrado.

Se Fabrício Queiroz era mesmo esse tipo de intermediário, poderia explicar por que a movimentação financeira em sua conta – que ele atribui a seus negócios – costumava acontecer bem nos dias de pagamento da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Em 2016, por exemplo, era só a Alerj pagar os assessores que Queiroz recebia dinheiro, sempre em depósitos em espécie, em valores que se repetiam todos os meses. Além disso, os depósitos eram feitos por outros assessores de Flávio e Jair Bolsonaro – inclusive por sua mulher e sua filha, Nathália, que além de receber salário como assessora de Jair Bolsonaro em Brasília também trabalhava como personal trainer de celebridades.

Flávio Bolsonaro também está driblando o MP do Rio, mas decidiu aparecer no SBT para uma “entrevista”. Ele se esquivou das denúncias e disse que "não tem como controlar o que os funcionários fazem fora do gabinete". Falou que Queiroz precisa se explicar e que há um movimento orquestrado para atingir Bolsonaro. O senador eleito não explicou – e, de novo, não foi perguntado – sobre as movimentações de outros de seus assessores na conta do ex-motorista.

Queiroz está desempregado desde 15 de outubro, quando foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro. No mesmo dia, em Brasília, sua filha, também foi exonerada da assessoria de Jair Bolsonaro. As duas demissões aconteceram no meio da campanha eleitoral, a 13 dias do segundo turno e um dia depois que saiu a primeira notícia sobre as movimentações suspeitas na conta do agora ex-assessor.

O Ministério Público do Rio de Janeiro, responsável por investigar o caso, está tentando desde dezembro ouvir o que Queiroz tem a dizer sobre seus negócios. Mas está difícil: o ex-assessor já faltou a pelo menos quatro convocações, alegando problemas de saúde. Sua mulher e filhas também foram chamadas e não apareceram. Restou ao MP tentar ouvir Flávio Bolsonaro, que também declinou - via post em sua página, no Facebook – o convite.



Cecília Olliveira
Editora Contribuinte



Tatiana Dias
Editora Senior
 

Adam Sandler

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Sábado, 12 de janeiro de 2019





SELEÇÃO DOS EDITORES
Encontramos os carros do Queiroz



Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, se define como "um cara de negócios". Além de seu salário de R$ 23 mil, ele diz que faz dinheiro comprando e revendendo carros. "Sempre fui assim. Comprava um carrinho, mandava arrumar, revendia", corado e bem humorado, em entrevista bastante dócil ao SBT em dezembro – a primeira desde que estourou o escândalo sobre uma movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão em sua conta bancária, que incluiu um cheque de R$ 24 mil à primeira dama Michelle Bolsonaro.

Embora goste tanto de fazer negócios com carros, o velho amigo da família Bolsonaro parece não se preocupar muito com os seus – ou, claro, pode ser apenas um homem que não liga para bens materiais. Além de morar em uma casa simples e sem acabamento e ter dois apartamentos em bairros desvalorizados na zona oeste do Rio, Queiroz tem apenas dois veículos em seu nome: um Voyage 1.0 ano 2010 e uma Belina GL ano 1986, segundo o Renajud, sistema do Conselho Nacional de Justiça que permite buscas no Registro Nacional de Veículos Automotores.

O valor dos dois carros de Queiroz, somados, não chega a R$ 25 mil, segundo a tabela Fipe. Não pagaria, nem de longe, sua internação em um dos hospitais mais caros do país, coincidentemente na mesma semana em que familiares seus deveriam prestar depoimento ao MP do Rio. Não compareceram, afinal. "Todas mudaram-se temporariamente para cidade de São Paulo" para dar apoio familiar ao patriarca, alegaram.

Na entrevista para o SBT, ele não disse – e também, sejamos justos, não foi perguntado pela dócil repórter – se tem comprovantes desses negócios lucrativos que diz fazer, e nem se declarou as vendas para a Receita Federal. Quando um carro é vendido, o comprador tem um mês para transferir o documento para seu nome. É comum que intermediários façam essa transação antes do tempo – e, assim, repassem os veículos para quem comprou sem que isso fique registrado.

Se Fabrício Queiroz era mesmo esse tipo de intermediário, poderia explicar por que a movimentação financeira em sua conta – que ele atribui a seus negócios – costumava acontecer bem nos dias de pagamento da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Em 2016, por exemplo, era só a Alerj pagar os assessores que Queiroz recebia dinheiro, sempre em depósitos em espécie, em valores que se repetiam todos os meses. Além disso, os depósitos eram feitos por outros assessores de Flávio e Jair Bolsonaro – inclusive por sua mulher e sua filha, Nathália, que além de receber salário como assessora de Jair Bolsonaro em Brasília também trabalhava como personal trainer de celebridades.

Flávio Bolsonaro também está driblando o MP do Rio, mas decidiu aparecer no SBT para uma “entrevista”. Ele se esquivou das denúncias e disse que "não tem como controlar o que os funcionários fazem fora do gabinete". Falou que Queiroz precisa se explicar e que há um movimento orquestrado para atingir Bolsonaro. O senador eleito não explicou – e, de novo, não foi perguntado – sobre as movimentações de outros de seus assessores na conta do ex-motorista.

Queiroz está desempregado desde 15 de outubro, quando foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro. No mesmo dia, em Brasília, sua filha, também foi exonerada da assessoria de Jair Bolsonaro. As duas demissões aconteceram no meio da campanha eleitoral, a 13 dias do segundo turno e um dia depois que saiu a primeira notícia sobre as movimentações suspeitas na conta do agora ex-assessor.

O Ministério Público do Rio de Janeiro, responsável por investigar o caso, está tentando desde dezembro ouvir o que Queiroz tem a dizer sobre seus negócios. Mas está difícil: o ex-assessor já faltou a pelo menos quatro convocações, alegando problemas de saúde. Sua mulher e filhas também foram chamadas e não apareceram. Restou ao MP tentar ouvir Flávio Bolsonaro, que também declinou - via post em sua página, no Facebook – o convite.



Cecília Olliveira
Editora Contribuinte



Tatiana Dias
Editora Senior
A matéria não contribui em nada no caso, já vi gente que ganha bem viver bem abaixo do seu salário, isso vai da cultura da pessoa.
 

DarkMorten

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nossa .. sério isso de toda uma conspiração de quem julga o caso ser de esquerda ?
olha, nem se eu me esforçasse, eu conseguiria conspirar tanto ... na boa :klol
 

Snorlax Junior

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É aqui o tópico oficial da “Panela do PT na Outerspace - Porque o Lula tirou 470 trilhões da pobreza” ?
 

Coffinator

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Polícia devia ter ido atrás, embora eu ache que estejam investigando. Alguém sabe o que deu pros outros?
 

Jhon titor

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Esqueceram deles. O que importa são os Bolsonaro.
O acessor do PDT movimentou 42 milhões.
Nem pro Bolsa vai dar aue. Morão e diretor da coaf e,na pior das hipóteses,só o Flávio vai rodar. O Bolsokid despreparado. Isso e mais pra fragilizar a confiança do povo encima do novo governo.
Mas a esquerda e tão burra mas tão burra que,para cada um passo a frente eles dão 3 para trás. Gleison Hoffman prestigiar a Venezuela e o silêncio sepulcral do "Coroné" fazem o povo perder o pouco crédito que eles ainda tinham.
 

DarkMorten

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é aqui que tem vários posts "é aqui que...." , sendo muitos deles incomodados por prestarem atenção nesse assunto desse assessor ?
 

Sgt. Kowalski

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MP pode oferecer denúncia sem ouvir Queiroz, diz procurador-geral

Constança Rezende, O Estado de S.Paulo

14 Janeiro 2019 | 14h10

RIO - O procurador-geral de Justiça do Rio, Eduardo Gussem, disse que pode encerrar a investigação sobre as movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL) - e mesmo propor ação penal -, sem que eles prestem depoimento. Com diferentes alegações, os dois faltaram a convites para depor no procedimento do Ministério Público fluminense que investiga o caso. Queiroz alegou estar em tratamento de câncer, e o parlamentar, que não conhecia os autos da investigação.
Para Gussem, a ausência dos dois não atrapalha o andamento das investigações. O procurador foi novamente empossado, na tarde desta segunda-feira, 14, no cargo para um novo período de dois anos à frente do MP do Rio. As movimentações foram apontadas em relatório produzido pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), nas investigações da Operação Furna da Onça da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF). O MP estadual é legalmente competente para a investigação do caso do dinheiro movimentado pelos servidores.

"O MP pode, através da prova documental, chegar à conclusão de que tem elementos suficientes, indícios suficientes para a propositura de ação penal, e aí ele (Queiroz) vai ter a oportunidade de se pronunciar em juízo", disse o procurador. Ele acrescentou que o mesmo vale para Flavio, filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro.
Gussem disse ainda que, no caso específico do relatório do Coaf, a prova documental "é muito consistente".
Segundo Gussem, foram abertos 22 procedimentos investigatórios a partir do relatório. O documento apontou movimentações atípicas de dezenas de assessores e ex-assessores de 22 deputados estaduais. Todas as investigações tramitam na mesma velocidade, declarou, "observando as peculiaridades distintas de cada caso".
Quatro deputados estaduais citados procuraram o órgão voluntariamente para depor, de acordo com o procurador: Luiz Paulo Corrêa (PSDB), Paulo Ramos (PDT), o presidente da Alerj, André Ceciliano (PT), e Tio Carlos (SDD). Desses, segundo o Gussem, três já entregaram documentos, agora sob exame de procuradores e promotores.
"Tão logo formem o juízo de valor, as decisões serão tomadas. A oitiva (depoimento) contribui mais para que eles apresentem a versão deles e, até mesmo, uma tese defendida porque o MP trabalha com conjunto probatório e acima de tudo busca a verdade real dos fatos", afirmou.
 

rossetto

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Perfeito, não foi depor, tora o pau e continua investigando, se tiver clado nessa cana vai sair algo.
 
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