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Tópico oficial Big Reset. Tópico oficial. Informações e previsões sobre o "Novo Normal "

shinnn

Bam-bam-bam
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Excelente vídeo explicando o que eu já argumentei aqui:


Curioso esses libertários. Vc só pode pensar do jeito que eu penso, qualquer passo mais pra frente ou pra trás que vc der, vc tá fazendo teoria da conspiração.

Achar que "criaram" ou disseminaram o virus propositalmente é teoria da conspiração. Mas achar que os políticos usaram o lockdown para derrubar as economias propositalmente é ok.

Deve ser pq pra libertário político é tudo ladrão, já cientistas tem credibilidade né.

Como não confio nem em políticos, nem em cientistas, eu estou aberto à todas as possiblidades. :klolz
 
D

Deleted member 219215

Não recordo se postei aqui, então segue vídeo:



Mais artigos e vídeos sobre o assunto:


PRÍNCIPE CHARLES DEFENDENDO O GRANDE RESET:


Site do GRANDE RESET:

Os perigos do grande reset financeiro:


Klaus Schwab e o grande reset:


O grande reset financeiro mundial:


Vídeo institucional do grande reset:
 

OUTKAST

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Klaus Schwab's World Economic Forum has released another dystopian video promoting an "artificial sun," so it is "easier for people to gather again."

 


OUTKAST

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Hackers breach massive trove of security-camera data collected by Silicon Valley startup Verkada Inc., gaining access to live feeds of 150,000 surveillance cameras inside hospitals, companies like Tesla, police departments, prisons and schools. - Bloomberg




:kbeca
 
D

Deleted member 219215

[QUOTE = "OUTKAST, postagem: 18733096, membro: 147620"]
Os hackers violam um grande acervo de dados de câmeras de segurança coletados pela startup Verkada Inc. do Vale do Silício, obtendo acesso a feeds ao vivo de 150.000 câmeras de vigilância dentro de hospitais, empresas como Tesla, departamentos de polícia, prisões e escolas. - Bloomberg

[MEDIA = twitter] 1369418687443263491 [/ MEDIA]

: kbeca
[/QUOTE]
que lindo... lindo demais isso...
 
Foi editado por um moderador:

OUTKAST

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UK has started to secretly test a controversial web snooping tool that could log and store the web browsing of every single person in the country (Wired)

 

OUTKAST

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Ewkvrm-XMAA7CoF


:kbeca
 

rom0333

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Uma criptomoeda estatal igual a da china , sim teremos inclusive acho q tem projeto pra isso , se tiver o mesmo poder de compra do dólar até é interessante o ruim é a patinha do estado , onde terão o controle total sobre nosso dinheiro .
 

ExCaixista

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Se desligarem a internet do mundo, o punheteiros de plantão irão ficar enfurecidos, será um caos nas ruas...
 

geist

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Se desligarem a internet do mundo, o punheteiros de plantão irão ficar enfurecidos, será um caos nas ruas...

O Estado tem condições de deixar a internet (como a conhecemos) funcional em apenas alguns pontos, como repartições públicas de alto escalão. Operacionalmente creio que isso seja possível para as operadoras.
 

ExCaixista

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O Estado tem condições de deixar a internet (como a conhecemos) funcional em apenas alguns pontos, como repartições públicas de alto escalão. Operacionalmente creio que isso seja possível para as operadoras.
Cara se mexerem no Xvideos, a população vira anarquista na hora.
 

OUTKAST

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Russia, China need to urgently leave Western-controlled international payment systems, says Russian Foreign Minister Lavrov.

 

OUTKAST

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De 2016...


George Soros expôs o plano das elites globais para dar início ao que ele chamou de "uma Nova Ordem Mundial" durante uma entrevista ao Financial Times. De acordo com Soros, a China deve liderar esta Nova Ordem Mundial, “criando-a e possuindo-a”, da mesma forma que os Estados Unidos “possuem a ordem atual”. Os planos de Soros para a China são exatamente o oposto das políticas de Donald Trump em relação ao gigante asiático.


:kbeca
 

geist

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De 2016...


George Soros expôs o plano das elites globais para dar início ao que ele chamou de "uma Nova Ordem Mundial" durante uma entrevista ao Financial Times. De acordo com Soros, a China deve liderar esta Nova Ordem Mundial, “criando-a e possuindo-a”, da mesma forma que os Estados Unidos “possuem a ordem atual”. Os planos de Soros para a China são exatamente o oposto das políticas de Donald Trump em relação ao gigante asiático.


:kbeca

Papo de terraplanista... :ksafado
 

deriks

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De 2016...


George Soros expôs o plano das elites globais para dar início ao que ele chamou de "uma Nova Ordem Mundial" durante uma entrevista ao Financial Times. De acordo com Soros, a China deve liderar esta Nova Ordem Mundial, “criando-a e possuindo-a”, da mesma forma que os Estados Unidos “possuem a ordem atual”. Os planos de Soros para a China são exatamente o oposto das políticas de Donald Trump em relação ao gigante asiático.


:kbeca
China já comanda faz tempo se olhar direito. Qualquer coisa eletrônica vem de lá ...acharam pouco e até vírus veio de lá

Agora sobre "nova ordem mundial", meh

Quer ver um reset real? Espera uma tempestade solar fuderosa que quebre todos os equipamentos eletrônicos do mundo. Pronto. Ninguém manda em ninguém, olho por olho e dente por dente
 

arqueiro182

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Eu gostaria de saber a opinião dos trolls que comentaram "teoria da conspiração" "coisa de orkut" no meu tópico sobre o tema, e porque aqui eles não tem a coragem de falar nada aqui neste tópico.

Aparentemente, o negócio é pessoal mesmo.

Só são ignorantes mesmo.

Vi uns 5 que frequentam essa pasta disseram que isso era "teoria da conspiração, coisa de Terraplanista" e agora somem quando esse assunto é falado.
 
Ultima Edição:

shinnn

Bam-bam-bam
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De 2016...


George Soros expôs o plano das elites globais para dar início ao que ele chamou de "uma Nova Ordem Mundial" durante uma entrevista ao Financial Times. De acordo com Soros, a China deve liderar esta Nova Ordem Mundial, “criando-a e possuindo-a”, da mesma forma que os Estados Unidos “possuem a ordem atual”. Os planos de Soros para a China são exatamente o oposto das políticas de Donald Trump em relação ao gigante asiático.


:kbeca
E essa entrevista dele é de 2009, mais antiga ainda.

 

100 FISTS

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Coronavírus está evoluindo para escapar das vacinas atuais, prediz novo estudo

Perda de capacidade imunizante contra variante sul-africana, observada em testes, é o que mais preocupa. E variante brasileira poderia ter comportamento similar.

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Testes de antígenos detectam proteínas spike na superfície do SARS-CoV-2. Créditos: Getty Images
As variantes britânicas e sul-africana do coronavírus SARS-CoV-2 podem ser capazes de reduzir a eficácia de neutralização das vacinas atuais e de alguns anticorpos do tipo monoclonais. É o que prevê um novo estudo publicado na revista Nature na última segunda (8). Com essas novas variantes, as reinfecções também podem ser mais prováveis.
Os cientistas alertam que se a disseminação desenfreada do vírus perseverar, e se se acumularem mais mutações comprometedoras, a humanidade estará fadada a uma contínua perseguição contra as novas variantes do SARS-CoV-2 que forem surgindo, nos moldes do que acontece hoje no combate ao vírus da gripe. “Essas considerações indicam que devemos interromper a transmissão do vírus o mais rápido possível, ao redobrarmos as medidas de mitigação, e pela aceleração no desenvolvimento de vacinas”, diz David Ho, diretor do Aaron Diamond AIDS Centro de Pesquisa e Professor da Universidade de Columbia.
++ LEIA MAIS:
Novas variantes mais contagiosas do coronavírus podem prejudicar efeitos das vacinas?
Nova mutação do coronavírus detectada no Reino Unido não é motivo para pânico
A variante mais recente encontrada no Brasil (B.1.1.28) não foi analisada pelo estudo. Mas, em função da semelhança nas mutações da proteína spike detectadas entre as variantes do Brasil e da África do Sul, elas podem se comportar de forma parecida.
As previsões apresentadas no artigo estão sendo confirmadas agora pelos primeiros resultados da vacina Novavax. A empresa relatou, em 28 de janeiro, que a vacina apresentou quase 90% de eficácia na fase de testes do Reino Unido. Já na África do Sul, onde a maioria dos casos de COVID-19 são causados pela variante B.1.351, a eficácia foi de 49,4%.
“Nosso estudo, e os novos dados de testes clínicos, mostram que o vírus está seguindo um caminho que lhe permite escapar das nossas vacinas e das terapias atuais, que são projetadas para agir sobre a proteína spike do SARS-CoV-2”, diz Ho, em referência à proteína usada pelo vírus para penetrar nas células infectadas.
As vacinas e os tratamentos com anticorpos monoclonais — as células de defesa usadas no tratamento de pacientes com COVID — atuam a partir do reconhecimento dessa proteína. Por isso, a equipe examinou todas as mutações associadas às proteína spike das duas variantes analisadas. Eles criaram pseudo-vírus SARS-CoV-2, dotados de uma estrutura celular similar, mas incapazes de causar infecção, utilizando as oito mutações encontradas na variante do Reino Unido e as nove mutações encontradas na variante sul-africana. A seguir, mediram a sensibilidade desses pseudo-vírus aos anticorpos monoclonais aplicando o soro com dois grupos de pacientes: aqueles infectados no início da pandemia e outros vacinados com os imunizantes da Moderna ou da Pfizer.
A equipe descobriu que os anticorpos encontrados em amostras de sangue de pessoas inoculadas com as vacinas da Moderna ou da Pfizer se mostraram duas vezes menos eficazes na neutralização da B.1.1.7 (que surgiu na Inglaterra em setembro) e cerca de 6,5 vezes a 8,5 vezes menos eficaz em relação a B.1.351, que emergiu da África do Sul no final de 2020.
A redução da atividade neutralizante em relação à variante britânica não implicaria em cenários tão preocupantes, segundo Ho. Porém, em relação à sul-africana, há efeitos sobre a capacidade protetora.
Outra descoberta do estudo foi em relação aos anticorpos monoclonais: eles podem não funcionar tão bem, ou até muito pouco contra a variante sul-africana. A análise do plasma de pacientes infectados no início da pandemia, mostrou que a variante B.1.351 da África do Sul tem o potencial de causar reinfecção.
Esses anticorpos incluem o uso do bamlanivimab (LY-CoV555), o primeiro remédio especificamente desenvolvido para combater a COVID e aprovado para uso nos Estados Unidos, que se mostrou completamente inativo contra a variante da África do Sul; e o casirivimabe, um dos dois anticorpos que faz parte de um coquetel de anticorpos aprovado (REGN-COV) que foi 58 vezes menos eficaz na neutralização da variante da África do Sul em comparação com o vírus original. O segundo anticorpo do coquetel, o imdevimab, manteve sua capacidade de neutralização, assim como o coquetel completo.
“As decisões sobre o uso desses tratamentos dependerão muito da prevalência local das variantes da África do Sul e do Brasil”, diz Ho. “O que nos preocupa é que, se alguém se deparar com estas variantes, as chances de reinfecção são maiores, especial no caso da variante da África do Sul.”
Publicado em 10/03/2021







 

Flea.

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Notem como a medida que a vacinação for se disseminando os chips do Gates vão começar a ser ativados em massa pelas antenas 5G, e o grande reset será finalmente efetuado, aproveitem o quanto puderem, esses são os últimos meses de liberdade que a humanidade vai experimentar
 

OSMattOS

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Notem como a medida que a vacinação for se disseminando os chips do Gates vão começar a ser ativados em massa pelas antenas 5G, e o grande reset será finalmente efetuado, aproveitem o quanto puderem, esses são os últimos meses de liberdade que a humanidade vai experimentar
chips de quem? :obrigue
 

OSMattOS

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Coronavírus está evoluindo para escapar das vacinas atuais, prediz novo estudo

Perda de capacidade imunizante contra variante sul-africana, observada em testes, é o que mais preocupa. E variante brasileira poderia ter comportamento similar.

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Testes de antígenos detectam proteínas spike na superfície do SARS-CoV-2. Créditos: Getty Images
As variantes britânicas e sul-africana do coronavírus SARS-CoV-2 podem ser capazes de reduzir a eficácia de neutralização das vacinas atuais e de alguns anticorpos do tipo monoclonais. É o que prevê um novo estudo publicado na revista Nature na última segunda (8). Com essas novas variantes, as reinfecções também podem ser mais prováveis.
Os cientistas alertam que se a disseminação desenfreada do vírus perseverar, e se se acumularem mais mutações comprometedoras, a humanidade estará fadada a uma contínua perseguição contra as novas variantes do SARS-CoV-2 que forem surgindo, nos moldes do que acontece hoje no combate ao vírus da gripe. “Essas considerações indicam que devemos interromper a transmissão do vírus o mais rápido possível, ao redobrarmos as medidas de mitigação, e pela aceleração no desenvolvimento de vacinas”, diz David Ho, diretor do Aaron Diamond AIDS Centro de Pesquisa e Professor da Universidade de Columbia.
++ LEIA MAIS:
Novas variantes mais contagiosas do coronavírus podem prejudicar efeitos das vacinas?
Nova mutação do coronavírus detectada no Reino Unido não é motivo para pânico
A variante mais recente encontrada no Brasil (B.1.1.28) não foi analisada pelo estudo. Mas, em função da semelhança nas mutações da proteína spike detectadas entre as variantes do Brasil e da África do Sul, elas podem se comportar de forma parecida.
As previsões apresentadas no artigo estão sendo confirmadas agora pelos primeiros resultados da vacina Novavax. A empresa relatou, em 28 de janeiro, que a vacina apresentou quase 90% de eficácia na fase de testes do Reino Unido. Já na África do Sul, onde a maioria dos casos de COVID-19 são causados pela variante B.1.351, a eficácia foi de 49,4%.
“Nosso estudo, e os novos dados de testes clínicos, mostram que o vírus está seguindo um caminho que lhe permite escapar das nossas vacinas e das terapias atuais, que são projetadas para agir sobre a proteína spike do SARS-CoV-2”, diz Ho, em referência à proteína usada pelo vírus para penetrar nas células infectadas.
As vacinas e os tratamentos com anticorpos monoclonais — as células de defesa usadas no tratamento de pacientes com COVID — atuam a partir do reconhecimento dessa proteína. Por isso, a equipe examinou todas as mutações associadas às proteína spike das duas variantes analisadas. Eles criaram pseudo-vírus SARS-CoV-2, dotados de uma estrutura celular similar, mas incapazes de causar infecção, utilizando as oito mutações encontradas na variante do Reino Unido e as nove mutações encontradas na variante sul-africana. A seguir, mediram a sensibilidade desses pseudo-vírus aos anticorpos monoclonais aplicando o soro com dois grupos de pacientes: aqueles infectados no início da pandemia e outros vacinados com os imunizantes da Moderna ou da Pfizer.
A equipe descobriu que os anticorpos encontrados em amostras de sangue de pessoas inoculadas com as vacinas da Moderna ou da Pfizer se mostraram duas vezes menos eficazes na neutralização da B.1.1.7 (que surgiu na Inglaterra em setembro) e cerca de 6,5 vezes a 8,5 vezes menos eficaz em relação a B.1.351, que emergiu da África do Sul no final de 2020.
A redução da atividade neutralizante em relação à variante britânica não implicaria em cenários tão preocupantes, segundo Ho. Porém, em relação à sul-africana, há efeitos sobre a capacidade protetora.
Outra descoberta do estudo foi em relação aos anticorpos monoclonais: eles podem não funcionar tão bem, ou até muito pouco contra a variante sul-africana. A análise do plasma de pacientes infectados no início da pandemia, mostrou que a variante B.1.351 da África do Sul tem o potencial de causar reinfecção.
Esses anticorpos incluem o uso do bamlanivimab (LY-CoV555), o primeiro remédio especificamente desenvolvido para combater a COVID e aprovado para uso nos Estados Unidos, que se mostrou completamente inativo contra a variante da África do Sul; e o casirivimabe, um dos dois anticorpos que faz parte de um coquetel de anticorpos aprovado (REGN-COV) que foi 58 vezes menos eficaz na neutralização da variante da África do Sul em comparação com o vírus original. O segundo anticorpo do coquetel, o imdevimab, manteve sua capacidade de neutralização, assim como o coquetel completo.
“As decisões sobre o uso desses tratamentos dependerão muito da prevalência local das variantes da África do Sul e do Brasil”, diz Ho. “O que nos preocupa é que, se alguém se deparar com estas variantes, as chances de reinfecção são maiores, especial no caso da variante da África do Sul.”
Publicado em 10/03/2021







Tá parecendo enredo de filme já.. :facepalm
 

Layzem

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As variantes britânicas e sul-africana do coronavírus SARS-CoV-2 podem ser capazes de reduzir a eficácia de neutralização das vacinas atuais e de alguns anticorpos do tipo monoclonais. É o que prevê um novo estudo publicado na revista Nature na última segunda (8). Com essas novas variantes, as reinfecções também podem ser mais prováveis.
Os cientistas alertam que se a disseminação desenfreada do vírus perseverar, e se se acumularem mais mutações comprometedoras, a humanidade estará fadada a uma contínua perseguição contra as novas variantes do SARS-CoV-2 que forem surgindo, nos moldes do que acontece hoje no combate ao vírus da gripe. “Essas considerações indicam que devemos interromper a transmissão do vírus o mais rápido possível, ao redobrarmos as medidas de mitigação, e pela aceleração no desenvolvimento de vacinas”, diz David Ho, diretor do Aaron Diamond AIDS Centro de Pesquisa e Professor da Universidade de Columbia.
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A variante mais recente encontrada no Brasil (B.1.1.28) não foi analisada pelo estudo. Mas, em função da semelhança nas mutações da proteína spike detectadas entre as variantes do Brasil e da África do Sul, elas podem se comportar de forma parecida.
As previsões apresentadas no artigo estão sendo confirmadas agora pelos primeiros resultados da vacina Novavax. A empresa relatou, em 28 de janeiro, que a vacina apresentou quase 90% de eficácia na fase de testes do Reino Unido. Já na África do Sul, onde a maioria dos casos de COVID-19 são causados pela variante B.1.351, a eficácia foi de 49,4%.
“Nosso estudo, e os novos dados de testes clínicos, mostram que o vírus está seguindo um caminho que lhe permite escapar das nossas vacinas e das terapias atuais, que são projetadas para agir sobre a proteína spike do SARS-CoV-2”, diz Ho, em referência à proteína usada pelo vírus para penetrar nas células infectadas.
As vacinas e os tratamentos com anticorpos monoclonais — as células de defesa usadas no tratamento de pacientes com COVID — atuam a partir do reconhecimento dessa proteína. Por isso, a equipe examinou todas as mutações associadas às proteína spike das duas variantes analisadas. Eles criaram pseudo-vírus SARS-CoV-2, dotados de uma estrutura celular similar, mas incapazes de causar infecção, utilizando as oito mutações encontradas na variante do Reino Unido e as nove mutações encontradas na variante sul-africana. A seguir, mediram a sensibilidade desses pseudo-vírus aos anticorpos monoclonais aplicando o soro com dois grupos de pacientes: aqueles infectados no início da pandemia e outros vacinados com os imunizantes da Moderna ou da Pfizer.
A equipe descobriu que os anticorpos encontrados em amostras de sangue de pessoas inoculadas com as vacinas da Moderna ou da Pfizer se mostraram duas vezes menos eficazes na neutralização da B.1.1.7 (que surgiu na Inglaterra em setembro) e cerca de 6,5 vezes a 8,5 vezes menos eficaz em relação a B.1.351, que emergiu da África do Sul no final de 2020.
A redução da atividade neutralizante em relação à variante britânica não implicaria em cenários tão preocupantes, segundo Ho. Porém, em relação à sul-africana, há efeitos sobre a capacidade protetora.
Outra descoberta do estudo foi em relação aos anticorpos monoclonais: eles podem não funcionar tão bem, ou até muito pouco contra a variante sul-africana. A análise do plasma de pacientes infectados no início da pandemia, mostrou que a variante B.1.351 da África do Sul tem o potencial de causar reinfecção.
Esses anticorpos incluem o uso do bamlanivimab (LY-CoV555), o primeiro remédio especificamente desenvolvido para combater a COVID e aprovado para uso nos Estados Unidos, que se mostrou completamente inativo contra a variante da África do Sul; e o casirivimabe, um dos dois anticorpos que faz parte de um coquetel de anticorpos aprovado (REGN-COV) que foi 58 vezes menos eficaz na neutralização da variante da África do Sul em comparação com o vírus original. O segundo anticorpo do coquetel, o imdevimab, manteve sua capacidade de neutralização, assim como o coquetel completo.
“As decisões sobre o uso desses tratamentos dependerão muito da prevalência local das variantes da África do Sul e do Brasil”, diz Ho. “O que nos preocupa é que, se alguém se deparar com estas variantes, as chances de reinfecção são maiores, especial no caso da variante da África do Sul.”
Publicado em 10/03/2021








O Paulo Zannotto estava falando disso no programa Opinião No Ar, se as empresas não criarem remédios mais eficientes para fazer o tratamento precoce do coronga, logo logo nenhuma vacina vai funcionar corretamente por causa das varia variantes que surgirão.
 
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