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Krion

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Joguei muito eras atrás, série clássica das antigas de PC, minha namorada da época adorava, ela não era muito fã de games, um dos poucos jogos que sempre jogávamos juntos.







(traduzido do francês)


Falece Benoît Sokal, pai dos quadrinhos Canardo e dos videogames Syberia e L'Amerzone
Publié le samedi 29 mai 2021 à 09h00

Benoît Sokal, um dos grandes nomes dos quadrinhos belgas, faleceu ontem. Ele foi o pai da série policial Canardo , mas também teve grande sucesso nos videogames.


De volta em sua jornada
Benoît Sokal formou-se no Atelier R, lendário curso de quadrinhos de Claude Renard, no Instituto Saint-Luc de Bruxelas, que deu origem a uma geração de criadores que rompeu com os quadrinhos tradicionais franco-belgas na segunda metade dos anos 1970.

Descoberto pela nova revista (A SUIVRE) que visa, nos passos de Corto Maltese, unir quadrinhos e literatura, ele instala seu detetive fumante, alcoólatra e ganha de tudo: Canardo . O sucesso é imediato.

Esse detetive com cara de pato, sensível demais ao encanto das mulheres mais venenosas, dirige um Cadillac branco, bebe latas de cerveja sem a menor moderação e fala da mesquinhez do nosso mundo. Em Audiard de quadrinhos, Sokal configura seu universo, entre piadas corrosivas e desenho animal das águas rasas.


Benoît Sokal e videogames

Mas os quadrinhos não bastam para esse curioso, que será um dos primeiros a mudar para a cor do computador em meados dos anos 90. Ele embarca em videogames. Primeiro com L'Amerzone , uma variação de um dos álbuns de Canardo . Depois com a Sybéria , que conhecerá três versões.

Seus jogos foram vendidos aos milhões. Já seus quadrinhos foram traduzidos para mais de dez idiomas. Em 2017, ele começou a quatro mãos com seu amigo François Schuiten uma série de fantasia chamada Aquarica, que originalmente pretendia se tornar um filme. Ele permanece inacabado.
 


TommyAngelo

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Joguei muito eras atrás, série clássica das antigas de PC, minha namorada da época adorava, ela não era muito fã de games, um dos poucos jogos que sempre jogávamos juntos.







(traduzido do francês)


Falece Benoît Sokal, pai dos quadrinhos Canardo e dos videogames Syberia e L'Amerzone
Publié le samedi 29 mai 2021 à 09h00

Benoît Sokal, um dos grandes nomes dos quadrinhos belgas, faleceu ontem. Ele foi o pai da série policial Canardo , mas também teve grande sucesso nos videogames.


De volta em sua jornada
Benoît Sokal formou-se no Atelier R, lendário curso de quadrinhos de Claude Renard, no Instituto Saint-Luc de Bruxelas, que deu origem a uma geração de criadores que rompeu com os quadrinhos tradicionais franco-belgas na segunda metade dos anos 1970.

Descoberto pela nova revista (A SUIVRE) que visa, nos passos de Corto Maltese, unir quadrinhos e literatura, ele instala seu detetive fumante, alcoólatra e ganha de tudo: Canardo . O sucesso é imediato.

Esse detetive com cara de pato, sensível demais ao encanto das mulheres mais venenosas, dirige um Cadillac branco, bebe latas de cerveja sem a menor moderação e fala da mesquinhez do nosso mundo. Em Audiard de quadrinhos, Sokal configura seu universo, entre piadas corrosivas e desenho animal das águas rasas.


Benoît Sokal e videogames

Mas os quadrinhos não bastam para esse curioso, que será um dos primeiros a mudar para a cor do computador em meados dos anos 90. Ele embarca em videogames. Primeiro com L'Amerzone , uma variação de um dos álbuns de Canardo . Depois com a Sybéria , que conhecerá três versões.

Seus jogos foram vendidos aos milhões. Já seus quadrinhos foram traduzidos para mais de dez idiomas. Em 2017, ele começou a quatro mãos com seu amigo François Schuiten uma série de fantasia chamada Aquarica, que originalmente pretendia se tornar um filme. Ele permanece inacabado.
Que perda...
Eu joguei o Syberia 1 e 2 (o 3 ainda jogarei, mas preciso que cai de preço hahaha).
 

IcE_WiNd

Ei mãe, 500 pontos!
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Estou jogando o leisure suit larry wet dreams don't dry no PS4, recomendo muito, tem ótimas piadas

 

Sulu

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Acabei de dar final no jogo Strangeland, da Wormwood Studios (os desenvolvedores de Primordia).

Achei uma experiência bem legal. Recomendo!

A história tem um início bizarro. O personagem principal acorda preso numa camisa de força sob uma placa em forma de seta apontando o parque de diversões Strangeland.

Ao entrar no parque, ele vê uma mulher se suicidando e sente uma vontade incontrolável de salvá-la.

O parque é habitado por personagens bem esquisitos.

O que me chamou a atenção foram os gráficos. A direção de arte é estranha e maravilhosa.

Seguem algumas telas:

191863

191864

191865

A jogabilidade é bem simples, não mexe na fórmula dos point 'n click antigos da Lucas Arts (são a referência que eu tenho). Você deve conversar com os NPC's, pegar itens para utilizá-los em certas situações, combiná-los algumas vezes, etc. Nada muito inovador.

Achei a dificuldade justa. Travei apenas em um puzzle. Não achei necessário fazer a cansativa "caçada de pixels" apara avançar.

É possível (na verdade, necessário em algumas situações) morrer, mas você não perde itens e progresso. Apenas volta ao início do mapa. Mas, como há poucas telas para explorar, não há nenhum prejuízo.

O jogo é curto, terminei em cerca de 5 horas.

Diálogos e dublagem muito bons. Há muitas referências literárias, mas não é necessário ter conhecimento delas para prosseguir.

O clima do jogo é fantástico. Me lembrou muito o clássico Sanitarium, apesar de graficamente não ter nada a ver.

Como extras, há comentários dos desenvolvedores e "anotações" que explicam como o jogo foi planejado. Joguei apenas o início com os comentários ativados, mas me pareceu algo bem interessante.

O jogo está bem barato no GOG, R$ 18,59. No Steam está custando R$ 28,99.
 

Samba sincopado

Bam-bam-bam
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Acabei de dar final no jogo Strangeland, da Wormwood Studios (os desenvolvedores de Primordia).

Achei uma experiência bem legal. Recomendo!

A história tem um início bizarro. O personagem principal acorda preso numa camisa de força sob uma placa em forma de seta apontando o parque de diversões Strangeland.

Ao entrar no parque, ele vê uma mulher se suicidando e sente uma vontade incontrolável de salvá-la.

O parque é habitado por personagens bem esquisitos.

O que me chamou a atenção foram os gráficos. A direção de arte é estranha e maravilhosa.

Seguem algumas telas:

Visualizar anexo 191863

Visualizar anexo 191864

Visualizar anexo 191865

A jogabilidade é bem simples, não mexe na fórmula dos point 'n click antigos da Lucas Arts (são a referência que eu tenho). Você deve conversar com os NPC's, pegar itens para utilizá-los em certas situações, combiná-los algumas vezes, etc. Nada muito inovador.

Achei a dificuldade justa. Travei apenas em um puzzle. Não achei necessário fazer a cansativa "caçada de pixels" apara avançar.

É possível (na verdade, necessário em algumas situações) morrer, mas você não perde itens e progresso. Apenas volta ao início do mapa. Mas, como há poucas telas para explorar, não há nenhum prejuízo.

O jogo é curto, terminei em cerca de 5 horas.

Diálogos e dublagem muito bons. Há muitas referências literárias, mas não é necessário ter conhecimento delas para prosseguir.

O clima do jogo é fantástico. Me lembrou muito o clássico Sanitarium, apesar de graficamente não ter nada a ver.

Como extras, há comentários dos desenvolvedores e "anotações" que explicam como o jogo foi planejado. Joguei apenas o início com os comentários ativados, mas me pareceu algo bem interessante.

O jogo está bem barato no GOG, R$ 18,59. No Steam está custando R$ 28,99.
Ainda tenho que jogar com comentários. Parece que tem múltiplos finais também.

No geral gostei mais de Primordia, por ser maior e os quebra-cabeças serem mais desafiadores. Mas na parte da narrativa fica a gosto do freguês, pois são temáticas bem diferentes.

Um detalhe interessante(e triste ao mesmo tempo) é que esse jogo é meio que uma homenagem póstuma aos avós do escritor(a avó faleceu após anos sofrendo de demência e o avô se foi logo em seguida). Segundo ele, toda a temática e narrativa foram motivadas pela experiência de tentar processar essa tristeza.

Ele postou uma atualização no steam ano passado comentando sobre suas inspirações: Strangeland — Bradbury, Goya, and Peake — Notícias do Steam (steampowered.com)
 

EgonRunner

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olha só o que apareceu na surdina e praticamente de graça:


totalmente com voz (já era)
controles refeitos do zero
filtro de upscale HD aplicado
 


Krion

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Senhores fãs de point and click, já havia mencionado o jogo abaixo no tópico de games indie Pixel Art, recentemente participei de um discord sobre jogo. E realmente, parece estar vindo algo único, com uma ambientação extremamente interessante e diferente dos vários games desse estilo que vimos por aí, sem falar numa trilha sonora bastante "saudosista".

Deixo detalhes do mesmo abaixo, pois acho que vale a pena entrar no radar da galera fã do gênero.



Norco: Faraway Lights
site oficial: http://norcogame.com/



NORCO é uma aventura sci-fi Southern Gothic point and click que explora os pântanos industriais e os subúrbios decadentes do sul da Louisiana.





NORCO é uma aventura sci-fi Southern Gothic que mergulha o jogador nos subúrbios submersos e nos pântanos industriais verdejantes do interior petroquímico da Louisiana. Seu irmão Blake desapareceu após a morte de sua mãe. Na esperança de encontrá-lo, você deve seguir um ciborgue de segurança fugitivo pelas refinarias, shoppings e valas de drenagem do subúrbio de Nova Orleans.


Mergulhe no misterioso e surreal sul da Louisiana
NORCO apresenta pixel art rico em detalhes e atmosférico nascido das paisagens naturais e industriais do sul da Louisiana, acompanhada pelas ecléticas paisagens sonoras do compositor Gewgawly I.

Conheça personagens estranhos, inesquecíveis e perigosos
Navegue por um mundo de incerteza e ambigüidade moral enquanto se aventura mais fundo no pântano para desvendar os fios deixados por seu irmão. Lute, esgueire-se ou fale rápido para passar por qualquer valentão de sua cidade natal, contratados de segurança ou cultos da morte que estejam em seu caminho.



Explore vastas paisagens cênicas de vida noturna vibrante e solidão misteriosa
Esgueire-se por entre as multidões do centro de Nova Orleans, recrute um cão do rio de olhos arregalados, invada uma refinaria, passeie por pântanos de ciprestes e explore os desolados bosques de batture do rio Mississippi.

Descubra um mundo assombrado pelo passado e pelo futuro
Da literatura gótica do sul a clássicos de jogos de aventura e indies experimentais, NORCO funde suas amplas fontes de inspiração em algo novo e invisível.




NVC: Foi quando seus sonhos começaram?
Catherine: Sim. Torres caindo do céu. Eu ficaria acordado apenas para evitá-los.
NVC: Você diz aqui que duraram anos.
Catherine: Eu me preocupo se de alguma forma os passei para Kay. Ela teria pesadelos com as luzes da torre de celular. Ela disse que eles ficavam mais próximos a cada noite.
NVC: Você contou a alguém sobre esses sonhos?
Catherine: Não.
NVC: E me fale sobre o robô.
Catherine: Milhões?
NVC: Isso mesmo.
Catherine:Ela veio até mim no estacionamento quando Kay tinha cerca de 12 anos. Ela conhecia Blue de seus dias na refinaria. Fiquei olhando por um longo tempo em sua constelação de olhos. Eles giraram em uma espécie de desespero. Eu a levei para casa, sabendo que era um erro.

A refinaria é um labirinto // O pântano tem cérebro \\ O shopping é um sonho febril





Página da STEAM: link
Aos que ficaram interessados no jogo Norco: Faraway Lights (que mencionei no post acima), uma dica, a demo do mesmo está temporariamente disponível para testar nessa "semana dedicada a futuros lançamentos" da STEAM


 
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