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[CLOROQUINA]Governos e OMS mudaram a política do Covid-19 com base em dados suspeitos (pg.14)

xDoom

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Esse estudo é bem mais robusto e confiável do que qualquer outro a favor da cloroquina. Se você prefere o estudo da prevent senior com seus 600 pacientes não testados pra covid19, ok.




Robusto como uma pica no cu de quem quer morrer pro china vírus

Esquece, torcedor do china vírus, a gente ganhou essa guerra aí.
 


Cielo

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Como postei no grupo lá do Bolsonaro x mandetta tem mais de 20 medicamentos/combinações sendo testadas.
A HCQ eh a que mais tem comprovações científicas de que não funciona. Não eh questão de toma quem quer. Esse mesmo papo era usado pra pílula do câncer cara, eh uma falsa esperança de algo que não funfa. Talvez o placebo funcione pra alguns poucos casos apenas

Enviado de meu Redmi Note 5 usando o Tapatalk
Bicho, o câncer é uma doença que existe desde sempre, que sempre estão tentando novos tratamentos, então essa pílula do câncer tinha toda a trilha pra percorrer e validar o remédio, o coronavirus o pessoal está desesperado, muitas vezes de maneira irracional, então saber que tem um remédio, ainda que não testado as vezes até ajuda na moral dessas pessoas, até o efeito placebo acaba acontecendo.
 

Sic Parvis Magna

The Intelligent Investor
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WTF

empirismo é o oposto de método científico, bicho
Errado.

Que eu lembre eu não falei "empirismo", e sim empírico. Vamos definir os termos porque aparentemente tem gente que não sabe significado das palavras por aqui.

empírico
adjetivo​

  1. 1.​
    relativo ao empirismo.​
  2. 2.​
    baseado na experiência e na observação, metódicas ou não.
Ou seja. Dizer que metodo cientifico é EMPIRICO. Significa nada mais do que dizer que ele se baseia na EXPERIENCIA E OBSERVAÇÃO. No uso dos 5 sentidos. Eu também poderia dizer que ele é "a posteriori", mas se nem sabe o que empírico, imagina saber "a posteriori". Nunca né.

empirismo
doutrina segundo a qual todo conhecimento provém unicamente da experiência, limitando-se ao que pode ser captado do mundo externo, pelos sentidos, ou do mundo subjetivo, pela introspecção, sendo descartadas as verdades reveladas e transcendentes do misticismo, ou apriorísticas e inatas do racionalismo.

Ou seja, tambem o empirismo puro, descarta o racional, metafisico, e a priori como preposições lógicas puras.


Método cientifico utiliza e experiencia, teste. Voce não pode dizer ter usado "método" cientifico em algo que não se pode testar, apurar.

Agora, como o método cientifico, em sua base funciona?
Ele adiciona método (por isso o nome "método cientifico" ) a experiencias empíricas. Já que, sendo estas definidas por nossos 5 sentidos, podemos ser enganados por estes, portanto voce tem a DUVIDA sobre o que está vendo/sentindo/ouvindo, etc (filosofia básica de Descartes, que foi usada por newton para criação do método cientifico, nosso sentidos são falhos e limitados portanto métodos que reduzam o erro são necessários. A duvida sobre o que voce pensa saber como verdade). To tentando deixar bem explicado para até quem não sabe o que significa empírico possa entender.

Então, no método cientifico, de forma simples, voce tem hipóteses: Estas hipóteses podem e vão existir independente de você usar método cientifico ou não.
Por exemplo, alguém pode surgir com a hipótese que todos que defendem ideologias de esquerda são idiotas. Mas isso é apenas hipótese. Não é concreto.
Então, pelo método, deve-se analisar se a hipótese pode ser provada na realidade. Basta um caso falso para é definir que a hipótese é falsa. Então você precisa refazer sua hipótese, mudando por exemplo de "todos" para "grande numero". Ai testa novamente. Se falhar de novo. Você reformula a hipótese e repete os testes.
Por isso, é empírica. Exige EXPERIMENTAÇÃO. E toda hipótese pode ser mostrada falsa ou verdadeira.


Visualizar anexo 119943

Logico que, diferentes areas de conhecimento tem diferente formas de realizar o método. Mas a base vai ser a mesma. Se não for, não é cientifico.

Aqui tem uma explicação mais a fundo sem ser complicada.
https://www.ufrgs.br/blogdabc/como-funciona-o-metodo-cientifico/



Um medicamento por exemplo. Voce pode ter a hipótese que medicamento X ajuda no tratamento de Covid-19. Essa hipótese é baseada no conhecimento atual que voce possui. Literatura, casos anteriores, doenças semelhantes, etc, etc. Mas voce não realmente SABE.

Qual forma de saber?
Aplicando o método para teste. No caso de testes que envolvem seres-humanos, como caso de medicamentos, geralmente são usado testes duplo cego com acompanhamento de grupo de controle. O metodo deve ser bem empregado, para evitar viés de confirmação (confirmar algo sem realmente testar apenas porque voce já acreditava que era verdade, de forma a guiar o experimento na direção de que a hipótese que você acredita está sempre certa).


Segue, vou negritar coisas importantes:

A metodologia de estudo duplo-cego é provavelmente a mais importante invenção científica desde o método científico. Sem essa ferramenta intelectual seria muito difícil realizarmos com confiabilidade qualquer teste científico envolvendo seres humanos. O objetivo do teste duplo-cego é evitar qualquer interferência consciente ou não nos resultados de um experimento. Para isso é necessário que o experimento inclua um grupo de controle sobre o qual nada é feito (por exemplo, se se trata do teste de uma droga a esse grupo é ministrado um placebo), mas que os componentes do grupo não saibam o que estão recebendo. Isso constitui um teste simples cego. Para tornar o estudo ainda mais livre de tendências sub-conscientes, nem mesmo o experimentador deve saber qual o resultado esperado da medida que está fazendo. Metodologias duplo-cego são empregadas não apenas na área médica, mas sempre que o resultado de um experimento pode depender da vontade do experimentador. Em particular, estudos duplo cego controlados por placebo são fundamentais para sabermos se uma determinada terapia (ou droga) tem realmente efeito terapêutico ou não. Isso ocorre porque nosso corpo oferece uma resposta bioquímica mensurável à sugestão de tratamento, que é chamada de efeito placebo.
O teste duplo-cego ganhou notoriedade graças ao célebre episódio da memória da água. Em 1988 um grupo de pesquisadores liderado pelo francês Jacques Benveniste submeteu à Nature um artigo em que era demonstrado que glóbulos brancos humanos apresentavam uma resposta bioquímica após expostos a água na qual foi diluido um anticorpo até o ponto em que nenhuma molécula do anticorpo restaria em solução. O efeito só ocorreria quando a solução era violentamente agitada. Qualquer semelhança com alguns dos princípios da homeopatia não é mera coincidência. O objetivo do experimento era fornecer uma base científica à homeopatia, ou seja, mostrar que a água pode ter memória de um soluto mesmo quando esse soluto não mais está nela. Benveniste não oferecia nenhuma explicação para o fenômeno, que no entanto não parecia tão absurdo. A água é um líquido especial, que mesmo a temperatura ambiente contém longas cadeias poliméricas. Seria possível, mas não provável, que as cadeias poliméricas guardassem informação estrutural sobre um soluto que não estava mais nela. Como se tivesse memória dos soluto que passou por ela mas não está mais lá.
John Maddox, o editor da Nature na época era um cientista de mente aberta e achou que o estudo devia ser publicado caso não contivesse erros. Por outro lado, ele temia que um resultado tão surpreendente envolvesse alguma falha de procedimento. O artigo foi publicado apesar dos temores, mas em contrapartida o Dr. Benveniste aceitou repetir o experimento perante uma comissão indicada pela Nature. A comissão era eclética. Além de Maddox foram chamados Walter Stewart, físico do National Institutes of Health norte-americano e James Randi, mágico e desmascarador de fenômenos paranormais, com passagens pelo Brasil. O experimento foi primeiramente repetido com sucesso perante a comissão. No entanto, Maddox notou que os experimentadores sabiam quais os tubos de ensaio continham os anti-corpos e quais não os continham. Um novo experimento, dessa vez com protocolo duplo-cego foi realizado. Agora os experimentadores não mais sabiam quais tubos continham o quê. A tabela de códigos de cada tubo foi embrulhada em papel alumínio e lacrada em um envelope que ficou colado no teto do laboratório (como garantia de que os códigos não seriam adulterados por ninguém). Dessa vez o efeito desapareceu completamente. Numa nova tentativa o lacre do envelope foi violado por alguém do laboratório durante a noite.

Espero ter esclarecido sua dúvida. O método cientifico é empírico.
Certo.

A experiência pregressa motiva uma hipótese, que é fundamentada na teoria, que é testada através de testes empíricos. Os resultados desse teste, após serem discutidos a luz da teoria subjacente, geram novas evidências que complementam a teoria.
 
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marcgtsr

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Pessoal da direita sofreu tanta lavagem cerebral, tá tão doido que acha que a imprensa é a esquerda torcem contra um remédio só pq Trump e Bolsonaro tentaram se apropriar de um remédio que existe a 30 anos. Como se fosse. Heróis.

Não sei o que é pior, acreditar nessas teorias da conspiração ou achar que Trump é Bolsonaro são heróis por querer impor um remédio.

Se vocês não conseguem entender que a narrativa de que há um remédio serve para tentar diminuir o isolamento social, e só isso. Falta muita inteligência pra vocês. Sério. Haja b....
 

marcgtsr

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Que quarentena? Negócio lá é uma loucura se tivessem feito quarentena desde o início... Aqui no sul tá de boas primeiro pq fizeram quarentena forte no início, segundo pq as fronteiras tão fechadas.... RS faz fronteira com Uruguai (fechada) Argentina (fechada) e sobra SC... Diferença absurda na circulação de pessoas. Por isso a epidemia aqui tá num estágio mais atrasado. Só isso.


Osmar terra é o cara negscionista que diz que afastamento social não funciona...

O mundo todo fez isso, mas não funciona... Tem que ser muito burro pra acreditar nesse cara...
Só terraplanista mesmo
 

Chris Redfield jr

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Que quarentena? Negócio lá é uma loucura se tivessem feito quarentena desde o início... Aqui no sul tá de boas primeiro pq fizeram quarentena forte no início, segundo pq as fronteiras tão fechadas.... RS faz fronteira com Uruguai (fechada) Argentina (fechada) e sobra SC... Diferença absurda na circulação de pessoas. Por isso a epidemia aqui tá num estágio mais atrasado. Só isso.


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Chris Redfield jr

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O bloqueio foi uma perda de tempo e poderia matar mais do que economizou, afirma o cientista laureado com o Nobel da Universidade de Stanford
  • Professor Michael Levitt ganhou o prêmio Nobel de química em 2013
  • Sugeriu que a decisão de manter as pessoas dentro de casa foi motivada por 'pânico'
  • O professor Levitt também disse que a modelagem de Neil Ferguson superestimou as mortes
O bloqueio do coronavírus poderia ter causado mais mortes do que ele salvou, afirmou um cientista laureado com o Nobel.

Michael Levitt, um professor da Universidade de Stanford que previu corretamente a escala inicial da pandemia, sugeriu que a decisão de manter as pessoas dentro de casa era motivada pelo "pânico" e não pela melhor ciência.

O professor Levitt também disse que a modelagem que levou o governo a travar o bloqueio - realizado pelo professor Neil Ferguson - superestimou o número de mortos em "10 ou 12 vezes".

Suas reivindicações ecoam as de um relatório do JP Morgan que disse que os bloqueios falharam em alterar o curso da pandemia, mas "destruíram milhões de meios de subsistência".


O autor Marko Kolanovic, físico treinado e estrategista do JP Morgan, disse que os governos foram assustados por "artigos científicos falhos" para impor bloqueios "ineficientes ou atrasados" e com pouco efeito.

Ele disse que a queda nas taxas de infecção desde que os bloqueios foram suspensos sugere que o vírus "provavelmente tem sua própria dinâmica", que não está relacionada a medidas de bloqueio frequentemente inconsistentes.

A Dinamarca está entre os países que viram sua taxa de R continuar caindo após a reabertura de escolas e shoppings, enquanto a taxa da Alemanha permaneceu abaixo de 1,0 após a redução do bloqueio.



120561

Este gráfico publicado em um relatório do JP Morgan mostra que muitos países viram suas taxas de infecção caírem em vez de aumentar novamente quando terminaram seus bloqueios - sugerindo que o vírus pode ter sua própria 'dinâmica', que não é relacionada às medidas de emergência


120562
Um segundo gráfico mostra um efeito semelhante nos EUA, mostrando que muitos estados apresentaram uma taxa mais baixa de transmissão (R) após o encerramento dos bloqueios em larga escala.

O professor Levitt disse ao The Telegraph : 'Acho que o bloqueio não salvou vidas. Eu acho que pode ter custado vidas. Ele salvou algumas vidas de acidentes de trânsito, coisas assim, mas os danos sociais - abuso doméstico, divórcios, alcoolismo - foram extremos.

"E então você tem aqueles que não foram tratados por outras condições."

O professor Levitt, que ganhou o Prêmio Nobel de Química em 2013 pelo 'desenvolvimento de modelos em várias escalas para sistemas químicos complexos', afirmou há dois meses que a maioria das previsões de especialistas sobre o coronavírus está errada.

Ele também acredita que o governo deveria incentivar os britânicos a usar máscaras e encontrar outras maneiras de continuar trabalhando enquanto se distanciava socialmente.

A modelagem do professor Ferguson, por outro lado, estimou que até 500.000 mortes ocorreriam sem medidas de distanciamento social.

O professor Levitt acrescentou: 'Por razões que não estavam claras para mim, acho que os líderes entraram em pânico e as pessoas entraram em pânico. Houve uma enorme falta de discussão.

O vencedor do prêmio Nobel de 73 anos não é um epidemiologista, mas avaliou o surto na China no início da crise e fez previsões alternativas com base em seus próprios cálculos.

Embora o professor Levitt reconheça que os bloqueios podem ser eficazes, ele os descreve como "medievais" e acha que os epidemiologistas exageram suas alegações, de modo que as pessoas têm mais probabilidade de ouvi-las.

Seus comentários foram feitos quando outros cientistas que trabalhavam no mesmo campo também relataram que não podiam verificar o trabalho do professor Ferguson.

A pesquisa de cientistas concorrentes - cujos modelos produziram resultados muito diferentes - foi amplamente ignorada pelos consultores do governo.

David Richards, co-fundador da empresa britânica de tecnologia de dados WANdisco, disse que o modelo de Ferguson era uma "bagunça de buggy que se parece mais com uma tigela de massa de cabelo de anjo do que com uma peça de programação refinada".

120563

Entre 12 e 19 de maio, em uma média de sete dias consecutivos, a Grã-Bretanha registrou 5,75 mortes por milhão de habitantes. Na Suécia, o número foi de 6,25 mortes por milhão, superior aos Estados Unidos (4,17), França (3,49), Itália (3,0), Espanha (2,95) e Alemanha (0,81).



Richards disse: "Em nossa realidade comercial, demitiríamos alguém por desenvolver código como este e qualquer empresa que dependesse dele para produzir software para venda provavelmente faliria".
Pesquisadores da Universidade de Edimburgo também encontraram bugs ao executar o modelo, obtendo resultados diferentes quando usavam máquinas diferentes, ou mesmo as mesmas máquinas em alguns casos.
A equipe relatou um "bug" no sistema que foi corrigido - mas os especialistas no campo continuam atordoados com a inadequação.
Quatro modeladores experientes observaram anteriormente que o código está "profundamente cheio de bugs", tem "enormes blocos de código - práticas ruins" e é "possivelmente o pior código de produção que eu já vi".
Após a previsão sombria do modelo, o professor Michael Thursfield da Universidade de Edimburgo criticou o registro do professor Ferguson como "irregular".
Consulte Mais informação:
 

wesleibruno

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Há algo desafiador para se comunicar nos relatórios de coronavírus : quase 41.000 pessoas morreram de Covid-19 nos Estados Unidos (e muitas outras morrerão), e essas mortes ocorreram apesar das medidas de distanciamento social sem precedentes que estão sendo tomadas em todo o país. Sem eles, a perda de vidas certamente seria maior.

Certamente é diferente de comprovadamente. É o mesmo que dizer EU ACHO QUE... o que fica evidente no próximo paragrafo:

A menos que ou até que os cientistas tenham dados para apoiá-lo, o impacto do distanciamento social é tanto hipótese e intuição quanto fato científico

Aí vem o melhor:
... Felizmente, um novo estudo de Hong Kong indica...
Em Hong Kong eles podem muito bem estar tomando cloroquina e dizendo pro mundo que a quarentena que salvou. Ou seja, vale de nada o estudo de Hong Kong, por motivos óbvios.

O tal do outro estudo diz respeito que a retomada é melhor se tomada de forma gradual. Ou seja, se apoiaram que a partir que o Lockdown (sem comprovação nenhuma) foi tomado e funciona, o melhor é retomar as atividades de forma gradual.
Se nunca surgir um estudo comprovando que o lockdown funciona ou que não funciona, esse segundo estudo vale de b*sta.
 

Maladino

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Não é bem assim.

Coincidentemente eu postei algo mais cedo hoje mesmo no VT:

NY foi um case de estudo disso inclusive (Ignorem aquela info de que 90% das pessoas em respiradores morrem, já foi retificado aquilo tem tempos).
A informação foi retificada. A porcentagem é alta, mas é menos de 50%. Eles chegaram nesse valor alto porque o estudo considerou naquele momento apenas quem se recuperou versus quem morreu, ignorando uma porcentagem enorme de pessoas que estavam ainda nos respiradores. Conforme o tempo foi passando e as pessoas nos respiradores foram ou morrendo ou se recuperando, a porcentagem dos sobreviventes foi aumentando.

Problema de pegar só os casos finalizados (Morto ou curado) é que enviesa o resultado. Se, por exemplo, for calcular a mortalidade do vírus só com caso finalizado deve dar mais de 15%.
 

Lagarto Distraído

Bam-bam-bam
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Que a quarentena não funciona isso está bem óbvio.
Claro, os mais alienados se recusam a acreditar por pura birra.
E a imprensa ajuda a desinformar. Isso é preocupante, mas felizmente a maioria está lúcida.
 

wesleibruno

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Há algo desafiador para se comunicar nos relatórios de coronavírus : quase 41.000 pessoas morreram de Covid-19 nos Estados Unidos (e muitas outras morrerão), e essas mortes ocorreram apesar das medidas de distanciamento social sem precedentes que estão sendo tomadas em todo o país. Sem eles, a perda de vidas certamente seria maior.

Certamente é diferente de comprovadamente. É o mesmo que dizer EU ACHO QUE... o que fica evidente no próximo paragrafo:

A menos que ou até que os cientistas tenham dados para apoiá-lo, o impacto do distanciamento social é tanto hipótese e intuição quanto fato científico

Aí vem o melhor:
... Felizmente, um novo estudo de Hong Kong indica...
Em Hong Kong eles podem muito bem estar tomando cloroquina e dizendo pro mundo que a quarentena que salvou. Ou seja, vale de nada o estudo de Hong Kong, por motivos óbvios.

O tal do outro estudo diz respeito que a retomada é melhor se tomada de forma gradual. Ou seja, se apoiaram que a partir que o Lockdown (sem comprovação nenhuma) foi tomado e funciona, o melhor é retomar as atividades de forma gradual.
Se nunca surgir um estudo comprovando que o lockdown funciona ou que não funciona, esse segundo estudo vale de b*sta.
Sem duvida. Em Hong Kong o que mostra a eficiência do isolamento eh que as pessoas estão tomando Cloroquina em casa.
Meu deus....

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Chris Redfield jr

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Não é bem assim.

Coincidentemente eu postei algo mais cedo hoje mesmo no VT:



A informação foi retificada. A porcentagem é alta, mas é menos de 50%. Eles chegaram nesse valor alto porque o estudo considerou naquele momento apenas quem se recuperou versus quem morreu, ignorando uma porcentagem enorme de pessoas que estavam ainda nos respiradores. Conforme o tempo foi passando e as pessoas nos respiradores foram ou morrendo ou se recuperando, a porcentagem dos sobreviventes foi aumentando.

Problema de pegar só os casos finalizados (Morto ou curado) é que enviesa o resultado. Se, por exemplo, for calcular a mortalidade do vírus só com caso finalizado deve dar mais de 15%.
Esta matéria aqui tbm avalia a sobrevivencia dos entubados (graves)

 

DanielMF

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Pior que o governo produziu uma penca de cloroquina e não hidroxicloroquina...

Podemos convergir sobre esse erro absurdo?
 
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