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Conheça o modelo de distanciamento controlado do estado do RS, terra do melhor governador do país.

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Estado referência nas políticas baseadas em estudos e evidências para prevenir e minimizar o impacto do Corona-Vírus agora recebe elogios e apoio do Banco Mundial nessa nova empreitada.

Entenda o modelo de distanciamento controlado do RS que entra em vigor a partir de segunda-feira
Nova política de enfrentamento ao coronavírus foi apresentada neste sábado e passa a valer a partir de segunda-feira (11/5)

Publicação: 09/05/2020 às 17h47min

Passadas três semanas do anúncio de que o Rio Grande do Sul migraria para uma nova política de enfrentamento ao coronavírus e de consultas à sociedade e às entidades representativas, o governo apresentou, neste sábado (9/5), a consolidação do chamado Distanciamento Controlado. O Decreto nº 55.240, que estabelece o modelo, será publicado no domingo (10/5) e passa a valer oficialmente a partir da 0h de segunda-feira (11/5) em todo o território gaúcho.
Baseado na segmentação regional e setorial, o Distanciamento Controlado prevê quatro níveis de restrições, representados por bandeiras nas cores amarela, laranja, vermelha e preta, que irão variar conforme a propagação da doença e a capacidade do sistema de saúde em cada uma das 20 regiões pré-determinadas.
Conheça os detalhes do novo modelo:
COMO VAI FUNCIONAR
O modelo de distanciamento envolve duas dimensões: regional e setorial. Os dados desses dois segmentos são cruzados para definir o risco epidemiológico e o nível do distanciamento exigido em cada uma das 20 regiões e em cada um dos 12 grupos de atividades econômicas definidos.
O monitoramento será diário, mas a atualização da bandeira ocorrerá semanalmente, divulgada sempre aos sábados, valendo para a semana seguinte.

COMO O RISCO É CALCULADO
Cada região será avaliada por meio de 11 indicadores consolidados em dois grandes grupos com pesos iguais na definição final:
• propagação (velocidade do avanço, estágio da evolução e incidência de novos casos sobre a população);
• capacidade de atendimento (capacidade de atendimento e mudança da capacidade de atendimento).
Conforme o grau de risco calculado com pesos diferenciados para cada indicador, as regiões recebem uma cor de bandeira.
Bandeiras cardCores identificam nível de atenção de cada região - Foto: Reprodução
De modo simplificado, as cores têm as seguintes indicações:
AMARELA – risco médio/baixo.

A região encontra-se com alta capacidade do sistema de saúde e baixa propagação da doença.
LARANJA – risco médio.
Significa que a região está com um dos dois cenários: média capacidade do sistema de saúde e baixa propagação do vírus ou alta capacidade do sistema de saúde e média propagação do vírus.
VERMELHA – risco alto.
A região encontra-se em um dos dois cenários: baixa capacidade do sistema de saúde e média propagação do vírus ou média/alta capacidade do sistema de saúde, porém alta propagação do vírus.
PRETA – risco altíssimo.
Região encontra-se com baixa capacidade do sistema de saúde e alta propagação do vírus.

REGIÕES
Foram definidas 20 regiões, a partir da junção de algumas das 30 Regionais de Saúde (R01, R02, R03 etc.), de tal modo que existam hospitais de referência para leitos de UTI dentro de cada uma das novas regiões.
Os agrupamentos levam o nome da respectiva cidade mais populosa:
  1. Santa Maria (R01 e R02)
  2. Uruguaiana (R03)
  3. Capão da Canoa (R04 e R05)
  4. Taquara (R06)
  5. Novo Hamburgo (R07)
  6. Canoas (R08)
  7. Porto Alegre (R09 e R10)
  8. Santo Ângelo (R11)
  9. Cruz Alta (R12)
  10. Ijuí (R13)
  11. Santa Rosa (R14)
  12. Palmeira das Missões (R15 e R20)
  13. Erechim (R16)
  14. Passo Fundo (R17, R18 e R19)
  15. Pelotas (R21)
  16. Bagé (R22)
  17. Caxias do Sul (R23, R24, R25 e R26)
  18. Cachoeira do Sul (R27)
  19. Santa Cruz do Sul (R28)
  20. Lajeado (R29 e R30)
SETORES
O modelo divide as atividades econômicas em 12 grupos, sendo que cada um é dividido em tipos e subtipos.
Por exemplo, “Serviços” tem 14 tipos diferentes, entre os quais “artes, cultura, esportes e lazer”, que está subdividido em quatro subtipos: “casas noturnas, bares e pubs”; “eventos, teatros, cinemas”; “academias”; e “clubes sociais e esportivos”.
Confira os grupos:
• Administração pública
• Agropecuária
• Alojamento e alimentação
• Comércio
• Educação
• Indústria da construção
• Indústria de transformação e extrativista
• Saúde
• Serviços
• Serviços de informação e comunicação
• Serviços de utilidade pública
• Transporte

REGRAS GERAIS
Para a abertura de estabelecimentos ao público, deverão ser observadas na íntegra:
• as regras previstas nos Decretos de Calamidade, especialmente o de nº 55.154, de 16 de abril;
• as Portarias da Secretaria de Saúde (SES) para atividades específicas;
• os atos das autoridades municipais competentes, fundamentados com respaldo em evidências científicas e em análises sobre as informações estratégicas em saúde.
Deverão ser adotadas medidas eficazes de fiscalização do cumprimento das três regras acima e dos protocolos delas decorrentes.
Recomenda-se que todos os estabelecimentos elaborem planos de contingência para a operação das atividades em conformidade com os protocolos que seguem.

PROTOCOLOS
Os protocolos devem ser observados em qualquer bandeira, obrigatoriamente, quando houver qualquer atividade presencial desenvolvida, tanto pelos proprietários e funcionários quanto pelos clientes/usuários.
Cada atividade terá detalhado dois critérios de funcionamento:
Teto de operação: demonstra se a atividade está em funcionamento e, em caso positivo, sinaliza o percentual máximo de trabalhadores presentes para a realização da atividade, simultaneamente, respeitado o teto de ocupação do espaço físico (ver item específico).
Modo de operação: indica como o local pode operar, se presencialmente, com as restrições
aplicadas pelos protocolos e/ou de maneiras alternativas para manter a atividade funcionando (ex. teletrabalho, EAD, tele-entrega, take-away/pegue e leve, drive-thru etc.).
Além disso, existem três tipos de protocolos que devem ser observados:
Protocolos obrigatórios: valem para todas as bandeiras e envolvem regras como uso de máscara em ambientes fechados, distanciamento mínimo de dois metros sem EPI e de um metro com EPI, teto de ocupação, higienização de ambientes, afastamento de casos suspeitos e atendimento para grupos de risco, entre outros.
Protocolos variáveis: são medidas recomendadas, como colocar um informativo visível ao público e colaboradores, monitoramento de temperatura e testagem dos funcionários.
Protocolos específicos: são as regras definidas para cada bandeira. Podem ser consultadas a qualquer hora, para cada região, no site: https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br

https://www.estado.rs.gov.br/entenda-o-modelo-de-distanciamento-controlado-do-rs

Bônus, debate de Eduardo Leite com frequentadora do tópico oficial do presidente da república do fórum Outerspace:

 


Cafetão Chinês

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Comparado a outras medidas desastrosas e aleatórias que vem sendo tomadas pelos governadores (como soldagem de comércio e impedir o fluxo de circulação de carros). Não gosto desse cara, mas tenho que admitir que essa ao menos foi uma medida minimamente pensada e permite a economia funcionando de maneira mais livre.

Edit: Maldito ditador. Espero que tenha câncer.
 
Ultima Edição:

ktulu

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Qual apoio o banco mundial está dando?
 

overoad

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Melhor governador, que grande piada.

Esse pilantra no inicio da histeria chegou a mandar fechar postos de combustíveis em domingo, mas não mexeu UM DEDO contra os pedágios. Pedágios que trabalham com dinheiro vivo não sofreram nem mesmo 1 segundo de lockdown.

Aliás, pedágio é o que mais esse pilantra mentiroso adora colocar. O que não faltou foi abrir novas praças de pedágio desde que assumiu o governo.
 


Elijah Kamski

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Como anda a questão da Serra Gaúcha e os eventos na região? Gramado pode sentir bastante o baque da pandemia.
 

overoad

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Como anda a questão da Serra Gaúcha e os eventos na região? Gramado pode sentir bastante o baque da pandemia.
Gramado está uma cidade morta. Estive lá dia 25 de abril e está muito vazia. A economia da região está sofrendo um baque desastroso.
 

Elijah Kamski

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Gramado está uma cidade morta. Estive lá dia 25 de abril e está muito vazia. A economia da região está sofrendo um baque desastroso.
Pior que lá é uma cidade turística e sustentada pelo povo de fora do RS visitando. Parece que reabriram as hospedagens lá, mas não sei se vai adiantar muito não.
 

Ultima Weapon

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tersalius

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melhor deixar quieto que o Leitinho quer ser candidato, senão isso aqui infesta de bolsopetista acusando ele do que o Bozo faz e chamando ele do que o Bozo é... :klolwtf

deixa quieto por enquanto....:kcopa
 

Goris

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Um ano depois:

Do distanciamento ao colapso da rede de saúde: um ano de pandemia do coronavírus no RS

Bom, tenho que admitir, com 11 milhões de habitantes e 12 mil mortes, RS está ainda bem abaixo da media do Brasil.

São Paulo, com 44 milhões de habitantes e 62 mil mortes, São Paulo está bem pior.

Acabo de ler, era um dos 10 estados com melhor média, mas acaba de subir - infelizmente - para 11° lugar.

De qualquer modo, a estratégia do estado parece ter sido bem melhor que a de outros. Sinal que há algo a ser repetido.

Alguém imagina por que essa subida repentina?
 

Sun Bro

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Um ano depois:

Do distanciamento ao colapso da rede de saúde: um ano de pandemia do coronavírus no RS

Bom, tenho que admitir, com 11 milhões de habitantes e 12 mil mortes, RS está ainda bem abaixo da media do Brasil.

São Paulo, com 44 milhões de habitantes e 62 mil mortes, São Paulo está bem pior.

Acabo de ler, era um dos 10 estados com melhor média, mas acaba de subir - infelizmente - para 11° lugar.

De qualquer modo, a estratégia do estado parece ter sido bem melhor que a de outros. Sinal que há algo a ser repetido.

Alguém imagina por que essa subida repentina?
A população abriu mão da pandemia, mas a pandemia não abriu mão do povo.
 

Travis Touchdown

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Um ano depois:

Do distanciamento ao colapso da rede de saúde: um ano de pandemia do coronavírus no RS

Bom, tenho que admitir, com 11 milhões de habitantes e 12 mil mortes, RS está ainda bem abaixo da media do Brasil.

São Paulo, com 44 milhões de habitantes e 62 mil mortes, São Paulo está bem pior.

Acabo de ler, era um dos 10 estados com melhor média, mas acaba de subir - infelizmente - para 11° lugar.

De qualquer modo, a estratégia do estado parece ter sido bem melhor que a de outros. Sinal que há algo a ser repetido.

Alguém imagina por que essa subida repentina?

Cara, é o seguinte, eu moro aqui e posso afirmar, o modelo de distanciamento controlado é bom e poderíamos estar a um bom tempo já com índices ainda melhores. se realmente a população e os prefeitos tivessem seguido as regras.

O erro do Eduardo Leite foi ceder a pressão dos prefeitos e adotar um modelo chamado "cogestão", ou seja, se minha cidade entra da bandeira vermelha mas se ela tiver participando de um acordo de cogestão regional, ela poderia adotar critérios da bandeira inferior que seria a amarela.

Então grande parte do estado passou meses na bandeira vermelha, mas adotando as restrições da bandeira amarela. Somado a isso tivemos festa de final de ano, carnaval, praia e ainda a cepa de Manaus que é muito mais contagiosa.

Aí há algumas semanas atrás ele proibiu a cogestão e adotou bandeira preta, vendo o aumento de ocupação de leitos.

Só que já tem prefeito dizendo que não vai cumprir, pedindo a volta da cogestão, etc.

Então eu acho que o Eduardo Leite tem feito uma boa gestão na pandemia, concordo que alguns pontos ele errou também, mas há mais acertos do que erros.
 

Dr. Pregos

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Chris Redfield jr

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Comparado a outras medidas desastrosas e aleatórias que vem sendo tomadas pelos governadores (como soldagem de comércio e impedir o fluxo de circulação de carros). Não gosto desse cara, mas tenho que admitir que essa ao menos foi uma medida minimamente pensada e permite a economia funcionando de maneira mais livre.
00:00
Sorry, cafetão, sei que tu já não pode mais opinar por aqui, mas seu post é o que fazia o maior contraste com esse do outkast.
 

terroso

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No início eu até meio que achei interessante mas foi uma pequena recaída achando que político faz alguma coisa certa. No mais, é um ditagato (ditador gato) :klolwtf
 

ktulu

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Acho que hoje tá mais pra modelo de concentração controlada. Com os mercados ficando abertos menos tempo as pessoas se aglomeram nos momentos em que eles ficam abertos.
 

The Kong

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Conversando com meu tio que mora em RS, disse que precisava comprar aqueles tapetes de banheiro (que vem o kit com 3), daí foi em vários mercados e como está essa pvtaria aí, teve que pedir pela internet.

E cada vez mais o e-commerce ganha mais força! rsrsrs
 

Nilmax3

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Conversando com meu tio que mora em RS, disse que precisava comprar aqueles tapetes de banheiro (que vem o kit com 3), daí foi em vários mercados e como está essa pvtaria aí, teve que pedir pela internet.

leitão salvou mais uma vida :rox

pq o vírus gosta de emboscar véio em tapete de banheiro no mercado :klol:klol:klol
 

Dr. Pregos

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Maladino

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Eu nem acompanhei direito aí, mas esse esquema de proibir a venda de produto não essencial foi mesmo um pedido dos comerciantes?
 

Ultima Weapon

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Cara, é o seguinte, eu moro aqui e posso afirmar, o modelo de distanciamento controlado é bom e poderíamos estar a um bom tempo já com índices ainda melhores. se realmente a população e os prefeitos tivessem seguido as regras.

O erro do Eduardo Leite foi ceder a pressão dos prefeitos e adotar um modelo chamado "cogestão", ou seja, se minha cidade entra da bandeira vermelha mas se ela tiver participando de um acordo de cogestão regional, ela poderia adotar critérios da bandeira inferior que seria a amarela.

Então grande parte do estado passou meses na bandeira vermelha, mas adotando as restrições da bandeira amarela. Somado a isso tivemos festa de final de ano, carnaval, praia e ainda a cepa de Manaus que é muito mais contagiosa.

Aí há algumas semanas atrás ele proibiu a cogestão e adotou bandeira preta, vendo o aumento de ocupação de leitos.

Só que já tem prefeito dizendo que não vai cumprir, pedindo a volta da cogestão, etc.

Então eu acho que o Eduardo Leite tem feito uma boa gestão na pandemia, concordo que alguns pontos ele errou também, mas há mais acertos do que erros.
Em tese o modelo de co-gestão é admirável pois ninguém sabe melhor a situação de seu município do que o gestor local, contudo falhou miseravelmente na medida que eles estão muito mais suscetíveis à pressão da comunidade e em mais de 90% dos casos optavam pela bandeira mais branda, considerando também que a fiscalização ao menos aqui na região do litoral norte é quase inexistente. E estávamos em ano eleitoral, tudo o que os prefeitos não queriam eram impor restrições.
Este é um dos problemas de ser um liberal e democrata, na hora que depende do bom senso da população e dos governantes eles te decepcionam por conta do populismo e negacionismo.

Agora é fácil ser engenheiro de obra pronta mas de qualquer forma acho interessante apontar que faltou mais atenção enquanto a situação estava melhor, subestimamos o impacto das festas de final de ano e demoramos muito a começar a montar consórcios a nível estadual e municipal em busca de vacinas, tava na cara que não chegariam. Aliás, na hora que o governo federal recusou 70 milhões de vacinas da Pfizer já deveríamos ter preparado terreno para o genocídio que estava a caminho.

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Azz01

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Esse "governador" esta competindo com o DitaDORIA pra ver qual é o pior governante atual do Brasil, ICMS, imposto e combustivel pegando o top 3 de mais caros de todo o país, lockdown generalizado e o vagabundo querendo endurecer ainda mais as leis

Rio grande do SUL HOJE só nao virou uma Argentina graças aos agricultores pois a maiorias das fabricas que tinha aqui se mandaram pra outros lugares, e o povo continua comendo sardinha e arrotando caviar pra falar que mora aqui, não vejo a hora dessa crise passar pra eu pode vazar desse lugar
 

Soldado!

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Em tese o modelo de co-gestão é admirável pois ninguém sabe melhor a situação de seu município do que o gestor local, contudo falhou miseravelmente na medida que eles estão muito mais suscetíveis à pressão da comunidade e em mais de 90% dos casos optavam pela bandeira mais branda, considerando também que a fiscalização ao menos aqui na região do litoral norte é quase inexistente. E estávamos em ano eleitoral, tudo o que os prefeitos não queriam eram impor restrições.
Este é um dos problemas de ser um liberal e democrata, na hora que depende do bom senso da população e dos governantes eles te decepcionam por conta do populismo e negacionismo.

Agora é fácil ser engenheiro de obra pronta mas de qualquer forma acho interessante apontar que faltou mais atenção enquanto a situação estava melhor, subestimamos o impacto das festas de final de ano e demoramos muito a começar a montar consórcios a nível estadual e municipal em busca de vacinas, tava na cara que não chegariam. Aliás, na hora que o governo federal recusou 70 milhões de vacinas da Pfizer já deveríamos ter preparado terreno para o genocídio que estava a caminho.

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No RS a praia está cheia de guarda-vidas mas está proibido de entrar no mar. :kkk

Bela gestão. :kjoinha
 

constatine

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Como o governo Leite conseguiu colocar as contas em dia depois de dois anos

Reorganização do “fluxo de caixa”, que virou piada entre críticos do governador, produziu efeitos
Durante quase dois anos, a cada atraso no pagamento dos salários, os adversários do governador Eduardo Leite lembravam duas frases da campanha de 2018: que bastava reorganizar o fluxo de caixa para colocar os pagamentos em dia e que para resolver os problemas do Estado era preciso “tirar a bunda da cadeira”.

As mesmas frases foram repetidas exaustivamente pelos críticos da proposta da reforma tributária. Ao final de 2020, Leite conseguiu, enfim, a tal “reorganização do fluxo de caixa”, que estava prevista para o primeiro trimestre do ano, mas a pandemia atrapalhou o cronograma.

Em novembro, Leite pagou os salários dos servidores do Executivo em dia depois de quase cinco anos de atrasos sucessivos. Em dezembro, a situação se repetiu, embora o 13º salário de 2020 tenha ficado para trás.

Nesta terça-feira (12), ao fazer o balanço parcial do ano que passou, o governador e o secretário da Fazenda, Marco Aurélio Cardoso, comemoraram os resultados das reformas aprovadas em 2019 e 2020 e os indicadores de que as contas estão, finalmente, caminhando para o equilíbrio.

A dívida do caixa único, um dos símbolos de passivos acumulados ao longo do tempo pelos déficits do Estado, foi reduzida em quase R$ 1,8 bilhão em dois anos. Os pagamentos de fornecedores, que chegaram a ter dois meses de atraso, foram regularizados no final de 2020, incluindo os hospitais e os municípios, com o pagamento de dívidas herdadas do governo anterior.

– Nas últimas duas décadas, essa dívida permanentemente cresceu nos diferentes períodos de governo, mas conseguimos reverter o cenário. Foi um trabalho de todos os servidores da Fazenda, liderado pelo secretário Marco Aurélio Cardoso, para reduzir esse que é um dos maiores passivos do Estado, nos permitindo reverter uma tendência de décadas de acúmulo de dívidas do Tesouro – comemorou Leite em um vídeo divulgado nas redes sociais.

Criado em 1991, o caixa único reúne, atualmente, 418 contas correntes, incluindo as de Poderes e órgãos autônomos, demais órgãos de Estado, autarquias, empresas públicas, bem como aquelas destinadas a receber recursos de convênios e fundos do Poder Executivo. O que a Secretaria da Fazenda fez foi reorganizar essas contas, algumas inativas, e pagar despesas que, de outra forma, sairiam do Tesouro.

A situação ainda está longe de ser considerada resolvida, mas o saldo devedor, que só crescia, começou a baixar. Em dezembro de 2018, os saques no caixa único somavam R$ 8,26 bilhões. Ao final de 2020, estava em R$ 6,49 bilhões.

Em relação aos depósitos judiciais de terceiros sacados pelo Estado, cujo passivo era de R$ 10,7 bilhões, a sangria, que crescia desde 2003 (com uma breve parada apenas no governo de Yeda Crusius), foi estancada em janeiro de 2018, último ano governo de José Ivo Sartori (janeiro de 2018), por vedação legal.

A quitação dos débitos só foi possível porque as perdas de receita decorrentes da pandemia foram compensadas pelo socorro federal. No último quadrimestre, a arrecadação voltou a subir e fechou o ano praticamente igual à de 2019, mas R$ 1,3 bilhão abaixo do orçado. Contribuiu também o aumento da receita das contribuições previdenciárias, na ordem de R$ 700 milhões. Com a reforma administrativa, que estancou o crescimento dos gastos com salários de servidores, o secretário da Fazenda não tem estimativa de quanto o governo economizou, mas a ex-secretária do Planejamento Leany Lemos estima que a economia ficou na casa de R$ 1 bilhão.

Fonte: Zero Hora




"Além da gestão do fluxo de caixa e do controle rígido das despesas do Estado, os efeitos positivos das reformas administrativa e previdenciária de 2019, o suporte da União para compensar as perdas de ICMS durante o período mais crítico da pandemia e também a melhora da arrecadação de impostos estaduais, reflexo dos esforços da Receita Estadual e da retomada na atividade econômica que vem sendo verificada nos últimos meses ajudaram o governo a conseguir pagar a folha em dia.

Até o dia 15 de novembro, o ICMS cresceu 12,2% em termos reais em relação ao mesmo período de novembro de 2019. No acumulado do ano até agora, ainda há queda real de 1,7% frente ao ano anterior."


Vocês falam desse mestre nas finanças?














Esse "governador" esta competindo com o DitaDORIA pra ver qual é o pior governante atual do Brasil, ICMS, imposto e combustivel pegando o top 3 de mais caros de todo o país, lockdown generalizado e o vagabundo querendo endurecer ainda mais as leis

Rio grande do SUL HOJE só nao virou uma Argentina graças aos agricultores pois a maiorias das fabricas que tinha aqui se mandaram pra outros lugares, e o povo continua comendo sardinha e arrotando caviar pra falar que mora aqui, não vejo a hora dessa crise passar pra eu pode vazar desse lugar




Por ele aumentava ainda mais!
 

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No RS a praia está cheia de guarda-vidas mas está proibido de entrar no mar. :kkk

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Proibição de acesso à praia é medida paliativa com o intuito de inibir as pessoas do resto do estado de viajar pro litoral no final-de-semana e aglomerar na orla e no calçadão, que é o que tivemos durante toda a alta temporada e até no inverno, na prática ninguém barra as pessoas de entrar na água, sequer seria constitucional suponho. O certo mesmo era tocar bomba de efeito moral naqueles adolescentes maloqueiros que fazem roda de chimarrão sem máscara no calçadão.
 

Azz01

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Como o governo Leite conseguiu colocar as contas em dia depois de dois anos
Que bonitinho esse texto, com o custo de vida aumentando todo mês desde 2019 ele não fez mais do que obrigação com isso, colocar numeros e materias de coisas que nao impactam EM NADA no bolso do povo pra mim é perda (ou perca) de tempo, coisa que esse governador tem de sobra ja que passa a maior parte do tempo viajando

O unico lado bom desse lockdown é que isso fez o povo abrir um pouco os olhos pra essas duas aberrações do PSDB que fingem governar
 
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