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Consignado News - Banco Master e seus "titulos podres" + BRB no rolo também.

antonioli

O Exterminador de confusões
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Isso não irá acabar nunca

PF aponta que Grupo Fictor e Comando Vermelho usavam a mesma estrutura para lavar dinheiro e fraudar bancos​

Investigação aponta que grupo estruturava o esquema usado também por células do CV, baseado em empresas de fachada e movimentações simuladas. Operação Fallax prendeu ao menos 15 suspeitos e apura fraudes acima de R$ 500 milhões.​


Uma investigação da Polícia Federal aponta que o Grupo Fictor e células da facção criminosa Comando Vermelho (CV) utilizavam o mesmo esquema de lavagem de dinheiro, baseado em empresas de fachada, movimentações simuladas e cooptação de funcionários de bancos.
A operação, batizada de Fallax, foi deflagrada na quarta-feira (25) em três estados e investiga fraudes que podem ultrapassar R$ 500 milhões. O CEO da Fictor, Rafael de Gois, foi um dos alvos de busca e apreensão.
Em 17 de novembro do ano passado, a Fictor anunciou a compra do Banco Master, envolvendo investidores árabes e um aporte de R$ 3 bilhões, poucas horas antes de o Banco Central ter anunciado a liquidação extrajudicial do banco de Daniel Vorcaro.

Após a liquidação do banco, a Fictor enfrentou uma crise reputacional, resultando em resgates de cerca de R$ 2 bilhões por investidores, o que levou ao pedido de recuperação judicial das empresas Fictor Holding e Fictor Invest, pertencentes ao grupo.
Segundo a PF, as investigações começaram em 2024, quando foram identificados indícios de um sistema profissional de fraude bancária e lavagem de capitais desenvolvido por uma organização criminosa com ramificações no setor financeiro e conexão com o crime organizado do Rio de Janeiro.
A PF aponta que a Fictor era parte central da engrenagem, funcionando como núcleo financeiro do esquema. O grupo injetava, diz a investigação, recursos que alimentavam as simulações de fluxo de caixa, ajudava a montar empresas de fachada e operava mecanismos usados para enganar instituições financeiras.

Essa atuação, segundo os investigadores, “profissionalizou” o modelo e ampliou a eficiência das fraudes (leia mais abaixo).
Segundo a PF, células do Comando Vermelho usavam a mesma estrutura para lavar dinheiro do tráfico. Elas se aproveitavam das empresas fictícias e da contabilidade fabricada para justificar a entrada de recursos ilícitos no sistema bancário.
Depois de circular pelas firmas de fachada, o dinheiro era convertido em bens de luxo e criptoativos, o que dificultava o rastreamento. Para a PF, o compartilhamento do esquema revela um “ecossistema criminoso” usado por empresários, operadores financeiros e facções.
A Operação Fallax prendeu ao menos 15 pessoas na quarta (25). Dentre os presos, há dois gerentes da Caixa Econômica Federal e uma ex-gerente do Banco do Brasil envolvidos no esquema.

O modelo​


O modelo tinha seis pilares:

  • Criação em massa de empresas fictícias
  • Captação de “laranjas” e dados pessoais
  • Contabilidade fraudada
  • Movimentação artificial de dinheiro
  • Participação de funcionários de bancos
  • Inadimplência planejada

O grupo investigado montou um sistema profissional de fraude bancária e lavagem de dinheiro baseado principalmente na criação em massa de empresas de fachada.
Essas pessoas jurídicas eram abertas com características padronizadas — sócio único, capital social simulado e objeto social genérico — e chegavam a cumprir obrigações fiscais nos primeiros meses para aparentar regularidade.
Para viabilizar essas aberturas, integrantes da organização cooptavam pessoas dispostas a ceder seus dados pessoais, muitas vezes sem saber a real finalidade da operação.
Depois de criadas, essas empresas passavam a receber uma contabilidade totalmente fraudada. Documentos como DRE, ECF e declarações fiscais eram manipulados para simular um faturamento alto, o que possibilitava às empresas parecerem aptas a obter crédito bancário.
Ao mesmo tempo, operadores do esquema iniciavam uma intensa movimentação financeira artificial, composta por pagamentos cruzados de boletos, transferências internas e supostas entradas de capital sem origem real.
Essa simulação gerava um histórico bancário inflado, que convencia instituições financeiras a liberar limites maiores de crédito e permitia a circulação de valores ilícitos sem levantar suspeitas.

Participação de instituições​


A engrenagem só funcionava, segundo as investigações, porque havia participação direta de funcionários de instituições financeiras. Gerentes bancários inseriam dados falsos nos sistemas internos, facilitando saques e transferências indevidas, além de acelerar ou aprovar operações de crédito com base em informações manipuladas.
Segundo a PF, essa cooptação era peça essencial para dar aparência de legalidade e permitir que grandes somas circulassem rapidamente entre as empresas fictícias.
Todo o sistema era planejado para operar por um período limitado — normalmente entre um e um ano e meio. Durante esse tempo, as empresas de fachada movimentavam milhões, tomavam crédito e criavam histórico positivo.
Em seguida, a organização simplesmente abandonava as empresas, deixava de pagar os empréstimos e sumia, tornando a recuperação dos valores praticamente impossível para os bancos.
A PF afirma que instituições como Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Santander e Safra sofreram prejuízos milionários com o golpe.

História do CV em SP​


A facção criminosa que ficou conhecida como “Bonde do Magrelo” é um grupo criminoso que vem assolando a região há alguns anos com a prática de inúmeros crimes, desde tráfico de drogas local, tráfico de drogas no atacado, até vários homicídios com uso de fuzil, no mais das vezes praticado em plena luz do dia.

A principal liderança do grupo era Anderson Ricardo de Menezes, vulgo Magrelo. No entanto, em maio de 2023, decorrente da “Operação Oposição” deflagrada pelo GAECO de Piracicaba, Anderson foi preso e permanece nessa condição até o momento. Contra ele já pesam condenações criminais. A operação foi denominada “Operação Oposição” porque que o grupo criminoso de Magrelo confrontava (e assassinava) integrantes do Primeiro Comando da Capital – PCC em Rio Claro e região.
Após a prisão de Anderson (Magrelo), seu lugar à frente do grupo foi assumido por Leonardo Felipe Panono Scupin Calixto, vulgo Bode ou Léo Bode.
Por seu turno, Léo Bode estabeleceu aliança com a facção carioca denominada Comando Vermelho – CV, seguindo a linha adotada por Magrelo de confrontar o PCC.
Atualmente, segundo informações de inteligência, Bode, contra quem há mandados de prisão em aberto, está no Estado do Rio de Janeiro, escondido em morro (favela) controlado pelo Comando Vermelho – CV, realizando transações de armas e drogas. Para apoiá-lo nessa atuação coordenada entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, Bode conta com apoio de inúmeros indivíduos na região, notadamente Rio Claro e Araras, cidades que são importantes entrepostos da organização criminosa.

CEO e ex-sócio do Grupo Fictor​


Rafael de Gois, sócio-fundador e CEO do Grupo Fictor, foi um dos alvos da Operação Fallax.
A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao executivo na capital paulista. O ex-sócio do Grupo Fictor Luiz Rubini também foi alvo de mandado na cidade de São Paulo. Contra Rubini há ainda a determinação de quebra de sigilo bancário determinado pela Justiça Federal.
Ao todo, seriam cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, em cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.
Os advogados de Rafael afirmaram que apenas um celular foi apreendido.
"Foi realizada hoje diligência de busca e apreensão na residência de Rafael Góis, CEO da Fictor, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Federal. Apenas o seu celular foi apreendido. Tão logo sua defesa tenha acesso ao conteúdo da investigação, serão prestados os esclarecimentos necessários às autoridades competentes, com o objetivo de elucidar os fatos", diz nota.
Já a defesa de Luiz Rubini afirmou que não teve conhecimento prévio do processo e se manifestará oportunamente.

Operação Fallax​



Segundo a Polícia Federal, as investigações da Operação Fallax começaram em 2024, após a identificação de indícios de um esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas.
O grupo, de acordo com a investigação, atuava com a cooptação de funcionários de instituições financeiras e utilizava empresas — inclusive ligadas a um grupo econômico específico — para movimentar valores e ocultar recursos de origem ilegal.
A Justiça também determinou o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões, com o objetivo de descapitalizar a organização criminosa. De acordo com a PF, as fraudes investigadas podem ultrapassar R$ 500 milhões.

Além disso, foram autorizadas medidas cautelares para o rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas.
A operação contou com o apoio da Polícia Militar de São Paulo.
Os investigados poderão responder por organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva e crimes contra o sistema financeiro nacional. Somadas, as penas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.

O que diz a Caixa​


"A CAIXA informa que atua permanentemente em cooperação com os órgãos de segurança pública e de controle, especialmente a Polícia Federal, no combate a fraudes bancárias, estelionatos e crimes de lavagem de dinheiro. A operação deflagrada é resultado direto de investigações conduzidas pelas autoridades competentes, com base em informações e comunicações realizadas pelo banco no curso regular dos mecanismos de monitoramento e notificação de indícios suspeitos.
A CAIXA reitera que possui políticas rigorosas de prevenção e combate a fraudes, lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo, alinhadas às melhores práticas de mercado, à legislação vigente e às normas dos órgãos reguladores. Sempre que identificadas movimentações atípicas ou evidências de irregularidades, os casos são imediatamente reportados aos órgãos competentes, colaborando de forma ativa com as investigações.

A CAIXA reafirma seu compromisso com a integridade, a transparência e a proteção do patrimônio público, bem como com a pronta adoção de todas as medidas administrativas e judiciais cabíveis para responsabilização dos envolvidos e ressarcimento de eventuais prejuízos, quando aplicável.
Por envolver investigação em curso, a CAIXA respeita o sigilo legal do processo e reforça que eventuais esclarecimentos adicionais devem ser solicitados às autoridades responsáveis pela operação.

"https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/n...ra-para-lavar-dinheiro-e-fraudar-bancos.ghtml
 

Inosuke Hashibira

Bam-bam-bam
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A turminha que relinchou um monte um tempo atrás com o vôo do Nikolas num possível, e já desmentido, avião do Vorcaro, vai dizer agora, isso se disserem algo os covardes..... :lolwtf

Incrível como o tempo é um chicote no lombo da esquerdaiada :kkk

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antonioli

O Exterminador de confusões
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Não tinha visto essa

Master e JBS repassaram R$ 18 milhões a consultoria que pagou filho de Nunes Marques​

Escritório de Kevin Marques recebeu R$ 281,6 mil da Consult Inteligência, segundo dados do Coaf; filho de ministro do STF diz que atuação como advogado ‘foi voltada ao fisco administrativo’​


Quem é Kevin Nunes Marques, que advogou para consultoria ligada ao Master e à JBS​

Aos 25 anos, jovem advogado afirma ter atuado em mil processos, ter 500 clientes, mas OAB informa que ele tem apenas 1 ano de atuação; Kevin é filho do ministro Kássio Nunes Marques, do STF​



Um prodígio.
 

OUTKAST

Lenda da internet
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Esse tópico tá tipo o da Argentina: realidade se impôs e os eruditos sumiram.

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:klol
 

antonioli

O Exterminador de confusões
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Ministro do STJ que foi a evento pago pelo Master se declara impedido em casos do banco​

Decisão ocorre após investigações apontarem relação entre Vorcaro e membros do Judiciário​


O ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Benedito Gonçalves apresentou à corte uma declaração de impedimento para julgar qualquer processo relacionado ao Banco Master. Procurado, o ministro não retornou aos contatos da reportagem.

O ministro fez a declaração por meio do sistema eletrônico do próprio STJ, o que gera seu afastamento automático dos casos que envolvam o banco.

Desde o início das investigações sobre o banqueiro Daniel Vorcaro, é a primeira vez que surge um vínculo do banco com um ministro do STJ — até agora, as apurações já tinham indicado a existência de relações de Vorcaro com três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Depois dessa comunicação, o STJ enviou aos processos do Master, no último dia 31 de março, uma certidão com o impedimento de Benedito Gonçalves. Uma delas foi protocolada em um recurso do Banco Master ao STJ para tentar obter a liberação de precatórios do setor sucroalcooleiro.

O ministro participou como palestrante de um evento jurídico em Londres, em abril de 2024, patrocinado pelo Banco Master e que teve a presença de diversas autoridades do Judiciário brasileiro.

Em paralelo a esse evento, Vorcaro promoveu uma degustação de whisky Macallan para ministros e outras autoridades, com custo estimado de R$ 3,3 milhões. Benedito foi um dos participantes do evento, além dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

As provas já colhidas nas investigações também apontaram outros indícios de proximidade entre o ministro do STJ e o dono do Master. O contato telefônico de Benedito estava salvo no telefone celular de Daniel Vorcaro, que foi apreendido pela Polícia Federal e também teve seu sigilo quebrado pela CPI do INSS.

De acordo com os metadados encontrados no celular, o contato de Benedito foi salvo em 26 de abril de 2024, justamente o período do evento em Londres bancado pelo Banco Master. O número gravado corresponde efetivamente ao telefone usado pelo ministro naquela época.

A declaração de impedimento foi dada por Benedito antes que ele tivesse que atuar nos casos do Master no STJ. Sua antecipação a eventuais questionamentos foi diferente, por exemplo, do ministro Dias Toffoli, que só deixou a relatoria da investigação sobre o Master no STF depois que a Polícia Federal entregou um relatório contendo diálogos entre ele e Daniel Vorcaro e menções a pagamentos de ao menos R$ 35 milhões.

As regras para a declaração de impedimento e suspeição por um magistrado estão definidas no Código de Processo Penal e Código de Processo Civil. O juiz pode dar uma declaração desse tipo se considerar que tem amizade íntima ou inimizade com uma das partes, se tiver algum parente como advogado da parte ou outros motivos previstos em lei.

 

O Rei Rubro

RIP AND TEAR
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Chamou de cumpanheiro hein...

“Eu disse ao companheiro Alexandre de Moraes, vou dizer a vocês exatamente o que eu disse para ele: ‘Você construiu uma biografia histórica nesse país com o julgamento do 8 de janeiro. Não permita que esse caso do Vorcaro jogue fora sua biografia'”.

E a defesa surreal de Painho:

“Você estava fora (do escritório). Mas a sua mulher estava advogando. Diga: ‘minha mulher estava advogando, minha mulher não precisa pedir licença para mim"

https://veja.abril.com.br/brasil/o-...-de-moraes-sobre-o-escandalo-do-banco-master/
 

Hitmanbadass

You can't handle the truth!
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Chamou de cumpanheiro hein...

“Eu disse ao companheiro Alexandre de Moraes, vou dizer a vocês exatamente o que eu disse para ele: ‘Você construiu uma biografia histórica nesse país com o julgamento do 8 de janeiro. Não permita que esse caso do Vorcaro jogue fora sua biografia'”.

E a defesa surreal de Painho:

“Você estava fora (do escritório). Mas a sua mulher estava advogando. Diga: ‘minha mulher estava advogando, minha mulher não precisa pedir licença para mim"

https://veja.abril.com.br/brasil/o-...-de-moraes-sobre-o-escandalo-do-banco-master/

Se o Lula achou que usar a esposa morta para explicar propina era aceitável, imagina agora.

Que ele é boçal todo mundo sabe, até quem defende... só que quem defende é lixo igual.
 

Inosuke Hashibira

Bam-bam-bam
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Como é que as cadelinhas de Bandidos, CorruPTos, Ditadores, Terroristas dizem??? CASO BOLSOMASTER??? É ISSO MESMO??? :lolwtf

AH entendi, no caso BOLSO é pra onde o dinheiro do Banco Master ia, pro bolso da cumpanherada do PT.... :kkk

Nunca foi tão fácil estar do lado certo, e ver o lado oposto onde só tem CorruPTo$... :kfazol
 

Inosuke Hashibira

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Temos que concordar que o Vorcaro sabia muito bem dos paranauê, contratava putaiada gringa, tudo russa/ucraniana modelos deliciosas, que não entendiam uma palavra sequer dos esquemas de corrupção, extorsão e extermínio do Quadrilhão do PTCC/$TF/MASTER...

Será que a VIVI Imorais participava das Orgias também?? Nem que fosse como Cafetona??? :lolwtf
 

Dr. Zero

Mil pontos, LOL!
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Temos que concordar que o Vorcaro sabia muito bem dos paranauê, contratava putaiada gringa, tudo russa/ucraniana modelos deliciosas, que não entendiam uma palavra sequer dos esquemas de corrupção, extorsão e extermínio do Quadrilhão do PTCC/$TF/MASTER...

Será que a VIVI Imorais participava das Orgias também?? Nem que fosse como Cafetona??? :lolwtf
Maryia Lubimova
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