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Tópico oficial COVID-19 (Coronavírus): Casos: 113+ milhões; Mortes Mundo: 2,5+ milhões; Mortes Brasil: 250+ mil

Maladino

Bam-bam-bam
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Desvio de doses, gente que não podia recebendo, showzinho de prefeitura pra cada vacinação... Veremos daqui um mês notícias "faltam vacinas para a segunda dose de quem recebeu a primeira dose no início da vacinação"?
Com certeza.

Mas daí tem a carta trunfo que é: "vamos priorizar a cobertura ao invés da segunda dose". É tipo um coringa ali.
 


Figulo

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Olha a diferença que faria um presidente que simplesmente não seja completamente retardado. Mal sabemos o que é isso, nos últimos dez anos só teve um e não foi nem nele que o povo queria votar.

Mas é isso aí, na próxima eleição quem vai votar é o mesmo povo... o que dá pra esperar é que vão eleger alguém burro pra c***lho mais uma vez.
 

constatine

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Covid-19: Europa começa a exigir máscaras médicas em vez das versões de pano
Países como Alemanha, Áustria e França passarão a recomendar ou exigir o uso de respiradores FFP2 ou N95 para enfrentar as variantes mais transmissíveis do coronavírus.
Diferentes tipos de máscara protetora contra fundo azul.

Kilito Chan/Getty Images

Em meio ao aumento de casos de Covid-19 e a descoberta de novas variantes do coronavírus possivelmente mais transmissíveis, países da Europa começaram nesta semana a recomendar ou até exigir que as pessoas utilizem máscaras de maior qualidade para combater a transmissão viral. Sendo assim, saem as máscaras de pano, daquelas feitas em casa, e entram as máscaras utilizadas por equipes médicas, como as cirúrgicas comuns e, principalmente, os modelos conhecidos como FFP2 ou N95.

Embora máscaras de pano sejam melhores do que nenhum tipo de proteção facial, cada vez mais estudos deixam claro que sua eficiência é bastante limitada e que não são suficientes para evitar que o usuário esteja totalmente protegido. Já máscaras médicas são mais protetivas, especialmente os respiradores do tipo FFP, e podem ser uma boa arma contra as novas variantes do vírus, que, ao que tudo indica, parecem ser mais transmissíveis.

O estado da Bavária, na Alemanha, foi a primeira região a adotar uma medida desse tipo, ainda na segunda-feira (18). Por lá, o uso de máscaras do tipo FFP2 ou N95 se tornou obrigatório no transporte público, em lojas e demais ambientes públicos fechados. Ontem (20), o governo do país anunciou que adotaria uma medida parecida em nível nacional – mas, diferentemente da Bavária, aceitará que seus cidadãos usem máscaras cirúrgicas comuns também, e não apenas os modelos mais eficientes.

A Áustria seguiu sua vizinha de forma ainda mais rigorosa e, a partir do dia 25 de janeiro, exigirá o uso de máscaras do tipo FFP2 em todas as áreas públicas do território nacional. Na França, um comitê de especialistas em saúde recomendou no último fim de semana que as pessoas também abandonem as máscaras de pano e passem a utilizar os equipamentos mais protetivos. O governo francês analisa se transformará a recomendação em exigência formal. Já no Reino Unido, cientistas vêm pressionando as autoridades para que o mesmo seja feito por lá, segundo reportou o jornal The Guardian.

Qual a diferença entre as máscaras?
O termo “máscaras médicas” é uma designação genérica para falar dos equipamentos de proteção usados por profissionais de saúde em diferentes contextos. Elas se diferenciam das máscaras de pano, geralmente feitas em casa e que estão sendo utilizadas em massa em boa parte do mundo, incluindo no Brasil.

Acontece que as máscaras de pano não são tão protetivas assim; ao cobrir a boca e o nariz dos usuários, elas conseguem diminuir o número de gotículas que as pessoas espalham por aí ao espirrar, tossir e/ou falar. Mas não filtram o ar respirado pela pessoa que a usa, o que significa que o vírus ainda pode entrar em formato de aerossóis (partículas muito pequenas que flutuam no ar). Ou seja: as máscaras de pano são bem mais eficientes em proteger quem está em volta do que proteger o usuário em si. Como um número considerável de infectados é assintomático ou têm sintomas leves, todos devem usar máscara para proteger uns aos outros.

Máscaras cirúrgicas, por sua vez, são aquelas usualmente utilizadas por profissionais de saúde em situações de pouco risco e são descartáveis. Apesar de serem melhores que as de pano, elas também não fornecem uma proteção individual significativa quanto a infecção por aerossóis.

Já os respiradores do tipo FFP (que incluem o FFP2 e uma versão mais protetiva ainda, o FFP3) ou N95 são os mecanismos de proteção mais eficientes que temos – eles filtram as partículas do ar em até 94% (dependendo do modelo usado) e são usados por profissionais de saúde que tratam pacientes com Covid-19.

A decisão dos países europeus de restringir as opções de máscaras utilizadas por seus habitantes vem em meio a uma onda de novas infecções e, principalmente, após a descoberta de novas variantes do coronavírus que parecem ser mais transmissíveis, como a B117, identificada na Inglaterra, a 501Y.V2, da África do Sul, e a P1, que surgiu em Manaus. Segundo as autoridades de saúde europeias, é preciso aumentar o nível de proteção entre as pessoas para combater o avanço da pandemia até que a vacinação em massa comece a fazer efeito.

Mesmo assim, todos esses países ressaltarem que nenhuma máscara é 100% eficiente – e medidas como distanciamento social, higienização constante e evitar ambientes fechados e lotados continuam válidas. Além disso, é necessário que se utilize as máscaras da forma adequada (garantindo que estão bem ajustadas ao rosto e descartando-as após o tempo de uso indicado pelos fabricantes). Isso não significa, claro, que máscaras de pano sejam totalmente ineficazes: elas ainda são melhores do que nenhuma proteção.

Desafios logísticos
Se as máscaras de pano são menos eficazes quando o assunto é prevenir a Covid-19, então por que a recomendação só veio agora, depois de um ano de pandemia?

Uma das preocupações desde o início era que a alta demanda por máscaras desse tipo desabastecesse o mercado e deixasse os profissionais de saúde na mão. É por isso que, até hoje, muitos países não recomendam seu uso para a população geral, diretriz que também é aconselhada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que ressalta que o ideal é que as máscaras de tecido tenham pelo menos três camadas.

Dessa forma, os países que estão começando a recomendar máscaras do tipo FFP e N95 para a população também devem se preocupar quanto à produção e à disponibilização delas. Desde dezembro de 2020, a Alemanha já estava enviando vouchers para 27 milhões de habitantes para habilitar a aquisição desses equipamentos de graça ou a preços reduzidos, incluindo idosos com mais de 60 anos e pessoas com comorbidades que as colocavam em grupo de risco. Agora, caberá aos governos definir os critérios de distribuição de máscaras de graça para quem não puder comprar.



:viraolho
 


Darkx1

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eficácia potencial.

que coisa boa, meu rei.
Eu nunca vou entender porque não leem os comentários dos posts que eles mesmos postam.

Ou mesmo o artigo.

Uma revisão de onze pesquisas sobre a eficácia da ivermectina, realizada pela Universidade de Liverpool, mostrou que o vermífugo foi associado a uma redução dos níveis de inflamação e a uma eliminação do coronavírus, além de redução da mortalidade e do tempo de internação.

O estudo de Liverpool é o que os cientistas chamam de meta-análise – uma revisão de estudos sobre o assunto, não um estudo original.

O autor, doutor Andrew Hill, diz que nenhum dos estudos analisados é individualmente robusto o suficiente para que se estabeleça um nível de eficácia. Mas, combinados, eles podem indicar se o medicamento é eficaz.

De qualquer forma, o estudo não recomenda a aprovação do uso da ivermectina até que mais estudos sejam realizados.

“Muitos ensaios incluídos [no estudo] ainda não foram publicados ou passaram por revisão científica e meta-análises são sujeitas a confusão. Além disso, há uma grande variação nos padrões entre os ensaios, diferenças entre doses de ivermectina e a duração dos tratamentos foi heterogênea. A ivermectina deve ser validada em estudos maiores randomizados antes que os resultados sejam suficientes para revisão pelas autoridades reguladoras”, diz o estudo
 

The Kong

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Covid-19: Europa começa a exigir máscaras médicas em vez das versões de pano
Países como Alemanha, Áustria e França passarão a recomendar ou exigir o uso de respiradores FFP2 ou N95 para enfrentar as variantes mais transmissíveis do coronavírus.
Diferentes tipos de máscara protetora contra fundo azul.

Kilito Chan/Getty Images

Em meio ao aumento de casos de Covid-19 e a descoberta de novas variantes do coronavírus possivelmente mais transmissíveis, países da Europa começaram nesta semana a recomendar ou até exigir que as pessoas utilizem máscaras de maior qualidade para combater a transmissão viral. Sendo assim, saem as máscaras de pano, daquelas feitas em casa, e entram as máscaras utilizadas por equipes médicas, como as cirúrgicas comuns e, principalmente, os modelos conhecidos como FFP2 ou N95.

Embora máscaras de pano sejam melhores do que nenhum tipo de proteção facial, cada vez mais estudos deixam claro que sua eficiência é bastante limitada e que não são suficientes para evitar que o usuário esteja totalmente protegido. Já máscaras médicas são mais protetivas, especialmente os respiradores do tipo FFP, e podem ser uma boa arma contra as novas variantes do vírus, que, ao que tudo indica, parecem ser mais transmissíveis.

O estado da Bavária, na Alemanha, foi a primeira região a adotar uma medida desse tipo, ainda na segunda-feira (18). Por lá, o uso de máscaras do tipo FFP2 ou N95 se tornou obrigatório no transporte público, em lojas e demais ambientes públicos fechados. Ontem (20), o governo do país anunciou que adotaria uma medida parecida em nível nacional – mas, diferentemente da Bavária, aceitará que seus cidadãos usem máscaras cirúrgicas comuns também, e não apenas os modelos mais eficientes.

A Áustria seguiu sua vizinha de forma ainda mais rigorosa e, a partir do dia 25 de janeiro, exigirá o uso de máscaras do tipo FFP2 em todas as áreas públicas do território nacional. Na França, um comitê de especialistas em saúde recomendou no último fim de semana que as pessoas também abandonem as máscaras de pano e passem a utilizar os equipamentos mais protetivos. O governo francês analisa se transformará a recomendação em exigência formal. Já no Reino Unido, cientistas vêm pressionando as autoridades para que o mesmo seja feito por lá, segundo reportou o jornal The Guardian.

Qual a diferença entre as máscaras?
O termo “máscaras médicas” é uma designação genérica para falar dos equipamentos de proteção usados por profissionais de saúde em diferentes contextos. Elas se diferenciam das máscaras de pano, geralmente feitas em casa e que estão sendo utilizadas em massa em boa parte do mundo, incluindo no Brasil.

Acontece que as máscaras de pano não são tão protetivas assim; ao cobrir a boca e o nariz dos usuários, elas conseguem diminuir o número de gotículas que as pessoas espalham por aí ao espirrar, tossir e/ou falar. Mas não filtram o ar respirado pela pessoa que a usa, o que significa que o vírus ainda pode entrar em formato de aerossóis (partículas muito pequenas que flutuam no ar). Ou seja: as máscaras de pano são bem mais eficientes em proteger quem está em volta do que proteger o usuário em si. Como um número considerável de infectados é assintomático ou têm sintomas leves, todos devem usar máscara para proteger uns aos outros.

Máscaras cirúrgicas, por sua vez, são aquelas usualmente utilizadas por profissionais de saúde em situações de pouco risco e são descartáveis. Apesar de serem melhores que as de pano, elas também não fornecem uma proteção individual significativa quanto a infecção por aerossóis.

Já os respiradores do tipo FFP (que incluem o FFP2 e uma versão mais protetiva ainda, o FFP3) ou N95 são os mecanismos de proteção mais eficientes que temos – eles filtram as partículas do ar em até 94% (dependendo do modelo usado) e são usados por profissionais de saúde que tratam pacientes com Covid-19.

A decisão dos países europeus de restringir as opções de máscaras utilizadas por seus habitantes vem em meio a uma onda de novas infecções e, principalmente, após a descoberta de novas variantes do coronavírus que parecem ser mais transmissíveis, como a B117, identificada na Inglaterra, a 501Y.V2, da África do Sul, e a P1, que surgiu em Manaus. Segundo as autoridades de saúde europeias, é preciso aumentar o nível de proteção entre as pessoas para combater o avanço da pandemia até que a vacinação em massa comece a fazer efeito.

Mesmo assim, todos esses países ressaltarem que nenhuma máscara é 100% eficiente – e medidas como distanciamento social, higienização constante e evitar ambientes fechados e lotados continuam válidas. Além disso, é necessário que se utilize as máscaras da forma adequada (garantindo que estão bem ajustadas ao rosto e descartando-as após o tempo de uso indicado pelos fabricantes). Isso não significa, claro, que máscaras de pano sejam totalmente ineficazes: elas ainda são melhores do que nenhuma proteção.

Desafios logísticos
Se as máscaras de pano são menos eficazes quando o assunto é prevenir a Covid-19, então por que a recomendação só veio agora, depois de um ano de pandemia?

Uma das preocupações desde o início era que a alta demanda por máscaras desse tipo desabastecesse o mercado e deixasse os profissionais de saúde na mão. É por isso que, até hoje, muitos países não recomendam seu uso para a população geral, diretriz que também é aconselhada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que ressalta que o ideal é que as máscaras de tecido tenham pelo menos três camadas.

Dessa forma, os países que estão começando a recomendar máscaras do tipo FFP e N95 para a população também devem se preocupar quanto à produção e à disponibilização delas. Desde dezembro de 2020, a Alemanha já estava enviando vouchers para 27 milhões de habitantes para habilitar a aquisição desses equipamentos de graça ou a preços reduzidos, incluindo idosos com mais de 60 anos e pessoas com comorbidades que as colocavam em grupo de risco. Agora, caberá aos governos definir os critérios de distribuição de máscaras de graça para quem não puder comprar.



:viraolho
Até final do ano:



Volta às aulas em 2022:

 

NEOMATRIX

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Olha a diferença que faria um presidente que simplesmente não seja completamente retardado. Mal sabemos o que é isso, nos últimos dez anos só teve um e não foi nem nele que o povo queria votar.

Mas é isso aí, na próxima eleição quem vai votar é o mesmo povo... o que dá pra esperar é que vão eleger alguém burro pra c***lho mais uma vez.
Escreve o que to falando e me cobre.
Nas próximas eleições, o fiel da balança, só vai pender pra Direita se o segundo turno for com outro candidato pq se for esse debilóide, a esquerda volta.


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constatine

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VanHalenBR

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Saiu rumores que o Japão está cogitando cancelar de vez os jogos Olímpicos. Depois dos rumores oficiais foram rápidos em desmentir.


Mas será que tem algum fogo nessa fumaça?
 

coronavirus

Supra-sumo
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Sgt. Kowalski

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SP entrará em fase vermelha todos os dias às 20h contra agravamento da pandemia



O governo de São Paulo decidiu endurecer a quarentena devido ao agravamento da pandemia da Covid-19 no estado.
A partir desta sexta (22), a fase vermelha vale para todas as cidades paulistas a partir das 20h, todos os dias da semana. Nos fins de semana e feriados, a medida valerá durante o dia e a noite.
Com isso, bares, restaurantes, comércio não essencial como shopping centers e serviços como salões de beleza estão proibidos de funcionar até a manhã seguinte —o horário preciso será anunciado nesta sexta, provavelmente 8h.
A medida mais draconiana se deve à piora substancial do quadro de infecções e mortes pelo novo coronavírus no estado mais populoso da Federação.
Só nos 21 primeiros dias deste ano, o aumento de casos foi de 42% ante o mesmo período de dezembro passado. Morreram 39% mais pessoas de Covid-19 também neste intervalo.
Foram 62 mil novos diagnósticos e 1.100 óbitos. Ao todo, São Paulo registrou desde o começo da pandemia no estado, em fevereiro de 2020, 1,66 milhão de casos e 50,6 mil mortes.
A informação acerca dos fins de semana e feriados havia sido revelada pelo site do jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela Folha.
A decisão, assim como a sobre os outros dias da semana, foi tomada numa reunião no começo da noite no Palácio dos Bandeirantes.
O diagnóstico do Centro de Contingência do Coronavírus, painel de 20 especialistas e autoridades de saúde que lida com decisões práticas acerca da pandemia no estado, é de que é preciso coibir principalmente as aglomerações proporcionadas por bares e restaurantes.
Eventos também ficam proibidos enquanto a medida estiver valendo.
O governo estadual também deverá divulgar nesta sexta um pacote de aumento de leitos hospitalares —tanto de UTI quanto enfermarias. Deverão ser abertos mais de 700 novas vagas, provavelmente em esquema de hospital de campanha.
A taxa de ocupação geral de UTIs é a que mais preocupa. Saltou de 61,8% para 70,8% do começo do mês para cá. Na Grande São Paulo, foi de 66,9% para 71,5%, um número mais estável. São 13.711 doentes de Covid-19 internados no estado, 6.053 deles em UTIs.
As medidas ocorrem enquanto começa, ainda em ritmo lento e sob a sombra da demora para a chegada de insumos da China, da campanha de vacinação com a Coronavac, imunizante patrocinado por São Paulo e desenvolvido em parceria entre a chinesa Sinovac e o Insituto Butantan.
Até esta quinta (21), foram mais de 50 mil os vacinados, de grupos prioritários, no estado.
 

Baneman

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SP entrará em fase vermelha todos os dias às 20h contra agravamento da pandemia



O governo de São Paulo decidiu endurecer a quarentena devido ao agravamento da pandemia da Covid-19 no estado.
A partir desta sexta (22), a fase vermelha vale para todas as cidades paulistas a partir das 20h, todos os dias da semana. Nos fins de semana e feriados, a medida valerá durante o dia e a noite.
Com isso, bares, restaurantes, comércio não essencial como shopping centers e serviços como salões de beleza estão proibidos de funcionar até a manhã seguinte —o horário preciso será anunciado nesta sexta, provavelmente 8h.
A medida mais draconiana se deve à piora substancial do quadro de infecções e mortes pelo novo coronavírus no estado mais populoso da Federação.
Só nos 21 primeiros dias deste ano, o aumento de casos foi de 42% ante o mesmo período de dezembro passado. Morreram 39% mais pessoas de Covid-19 também neste intervalo.
Foram 62 mil novos diagnósticos e 1.100 óbitos. Ao todo, São Paulo registrou desde o começo da pandemia no estado, em fevereiro de 2020, 1,66 milhão de casos e 50,6 mil mortes.
A informação acerca dos fins de semana e feriados havia sido revelada pelo site do jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela Folha.
A decisão, assim como a sobre os outros dias da semana, foi tomada numa reunião no começo da noite no Palácio dos Bandeirantes.
O diagnóstico do Centro de Contingência do Coronavírus, painel de 20 especialistas e autoridades de saúde que lida com decisões práticas acerca da pandemia no estado, é de que é preciso coibir principalmente as aglomerações proporcionadas por bares e restaurantes.
Eventos também ficam proibidos enquanto a medida estiver valendo.
O governo estadual também deverá divulgar nesta sexta um pacote de aumento de leitos hospitalares —tanto de UTI quanto enfermarias. Deverão ser abertos mais de 700 novas vagas, provavelmente em esquema de hospital de campanha.
A taxa de ocupação geral de UTIs é a que mais preocupa. Saltou de 61,8% para 70,8% do começo do mês para cá. Na Grande São Paulo, foi de 66,9% para 71,5%, um número mais estável. São 13.711 doentes de Covid-19 internados no estado, 6.053 deles em UTIs.
As medidas ocorrem enquanto começa, ainda em ritmo lento e sob a sombra da demora para a chegada de insumos da China, da campanha de vacinação com a Coronavac, imunizante patrocinado por São Paulo e desenvolvido em parceria entre a chinesa Sinovac e o Insituto Butantan.
Até esta quinta (21), foram mais de 50 mil os vacinados, de grupos prioritários, no estado.
Já faz quase 1 ano nessa ideia, eles ainda não perceberam que isso ai e m**** é a mesma coisa? Não é ser a favor ou contra lockdown, é só não ser cego, pode estar na fase arco-íris que o pancadão continua funcionando, barzinho fica aberto e a porra toda.
 

Layzem

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Já faz quase 1 ano nessa ideia, eles ainda não perceberam que isso ai e m**** é a mesma coisa? Não é ser a favor ou contra lockdown, é só não ser cego, pode estar na fase arco-íris que o pancadão continua funcionando, barzinho fica aberto e a porra toda.
Não viu a Alemanha, se o lockdown não dá certo, vamos para o mega lockdown, se mesmo assim não der certo, vamos para o ultramegaturbofuckin lockdown.
 

Sgt. Kowalski

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Fábrica que dá autonomia ao Brasil na produção da Coronavac só deve ficar pronta em outubro




22 de janeiro de 2021 | 05h00

O galpão que abrigará a fábrica de vacinas contra a covid-19 do Instituto Butantan, na zona oeste de São Paulo, ainda é uma estrutura vazia, escura por dentro, com concreto cru em pilares e paredes e cheiro de cimento fresco. Conhecer o lugar desperta para a realidade que é preciso paciência e contenção da ansiedade até que São Paulo possa produzir vacinas contra a covid-19, livrando o país da necessidade de importação de insumos, uma vez que isso só deve ocorrer no fim do ano, segundo os engenheiros encarregados do projeto.

Mesmo assim, é uma obra planejada para ser tocada em tempo recorde. Outras fábricas do Butantan ficaram prontas em um prazo mínimo de 18 meses. Para esta, o prazo é 10 meses, com obras civis já sendo executadas ao mesmo tempo em que o projeto final do empreendimento ainda está em desenvolvimento.

Trabalhador em obra de fábrica do Instituto Butantan, que deve ampliar a capacidade de produção de vacinas
Trabalhador em obra de fábrica do Instituto Butantan, que deve ampliar a capacidade de produção de vacinas Foto: Daniel Teixeira/ Estadão

Ali ficarão reatores, biorreatores e centrífugas cuja missão é “fabricar” exemplares do coronavírus em escala industrial. O maquinário cria condições para que células similares às nossas, chamadas células-zero, sejam cultivadas e se reproduzam. Exemplares do coronavírus são injetados nessas células, de forma que o vírus possa também se reproduzir. Os vírus criados na fábrica são então inativados, um processo em que perdem a capacidade de continuar a reprodução. Viram antígenos virais, substâncias que, no nosso corpo, desencadeiam a produção de anticorpos. Até há possibilidade de criar os antígenos da covid em laboratório, mas não em escala industrial.

Esse é o material que, até aqui, é importado da China para a produção da vacina brasileira. O Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) chega aqui e é diluído e envasado para ser distribuído pelo País. Com a fábrica pronta, o IFA será nacional.
Projeto

“A fábrica foi originalmente projetada para fabricação de plasma” afirma o gerente de parcerias e novos negócios do Butantan, Tiago Rocca. Mas, diante da crise, foi adaptada e 0 galpão de 10 mil m³ que já existia recebeu reforma. “O que precisa é construir toda a parte de divisórias, criar um ambiente de entrada, vestiário, pisos, toda a parte de ar-condicionado e de utilidades.” A necessidade de uma fábrica específica para a covid-19 se deu por causa da forma como a vacina é produzida e dos requisitos de segurança. No caso da planta do Butantan que produz vacina da gripe, por exemplo, os vírus são cultivados em ovos, não em células. A planta foi feita de forma a ser flexível, para que no futuro possa abrigar “linhas de montagem” de outros antígenos.

Por ser uma fábrica de vírus, há todo um tratamento de isolamento de ar e solo para garantir a biossegurança. Os materiais começarão a ser instalados à medida que as obras civis terminem.

Segundo o gerente de Desenvolvimento Industrial do Butantan, Adriano Alves Ferreira, a fábrica terá três pisos. No mais alto, ficarão soluções necessárias à produção da matéria-prima, que serão tratadas e enviadas, por gravidade, ao andar térreo. É no térreo que ficará a produção. “No subsolo, temos toda a área de inativação viral, porque todo o efluente que vem dessas áreas (acima), necessita ser descontaminado antes”, afirma.

A obra está orçada em R$ 130 milhões, com financiamento da iniciativa privada. A expectativa é que, em 30 de setembro, o processo de comissionamento, para obter a autorização de funcionamento, seja solicitado junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
 

Akita

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Esse negócio da Europa exigir máscara descartável vai dar m****. O cara vai usar a mesma máscara pra economizar $.

Muita gente aqui que debochando da vacina Chinesa vai querer furar a fila também.

Visualizar anexo 166166

Só migrar pro Linux que nem precisa de vacina.
 

Resu Anera

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Estava pensando... A oposição é tão incompetente, que está perdendo a chance de fazer o Ministro da Saúde responder criminalmente pelos seus atos. Como ele disse que os sistemas do Ministério foram invadidos, a oposição deveria acionar a PF (já que ele não o fez) para investigar o "raquer" que fez isso, e caso o óbvio aparecesse, que o responsável pela mentira fosse criminalizado.
 

DanielMF

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Covid-19: Europa começa a exigir máscaras médicas em vez das versões de pano
Países como Alemanha, Áustria e França passarão a recomendar ou exigir o uso de respiradores FFP2 ou N95 para enfrentar as variantes mais transmissíveis do coronavírus.
Diferentes tipos de máscara protetora contra fundo azul.

Kilito Chan/Getty Images

Em meio ao aumento de casos de Covid-19 e a descoberta de novas variantes do coronavírus possivelmente mais transmissíveis, países da Europa começaram nesta semana a recomendar ou até exigir que as pessoas utilizem máscaras de maior qualidade para combater a transmissão viral. Sendo assim, saem as máscaras de pano, daquelas feitas em casa, e entram as máscaras utilizadas por equipes médicas, como as cirúrgicas comuns e, principalmente, os modelos conhecidos como FFP2 ou N95.

Embora máscaras de pano sejam melhores do que nenhum tipo de proteção facial, cada vez mais estudos deixam claro que sua eficiência é bastante limitada e que não são suficientes para evitar que o usuário esteja totalmente protegido. Já máscaras médicas são mais protetivas, especialmente os respiradores do tipo FFP, e podem ser uma boa arma contra as novas variantes do vírus, que, ao que tudo indica, parecem ser mais transmissíveis.

O estado da Bavária, na Alemanha, foi a primeira região a adotar uma medida desse tipo, ainda na segunda-feira (18). Por lá, o uso de máscaras do tipo FFP2 ou N95 se tornou obrigatório no transporte público, em lojas e demais ambientes públicos fechados. Ontem (20), o governo do país anunciou que adotaria uma medida parecida em nível nacional – mas, diferentemente da Bavária, aceitará que seus cidadãos usem máscaras cirúrgicas comuns também, e não apenas os modelos mais eficientes.

A Áustria seguiu sua vizinha de forma ainda mais rigorosa e, a partir do dia 25 de janeiro, exigirá o uso de máscaras do tipo FFP2 em todas as áreas públicas do território nacional. Na França, um comitê de especialistas em saúde recomendou no último fim de semana que as pessoas também abandonem as máscaras de pano e passem a utilizar os equipamentos mais protetivos. O governo francês analisa se transformará a recomendação em exigência formal. Já no Reino Unido, cientistas vêm pressionando as autoridades para que o mesmo seja feito por lá, segundo reportou o jornal The Guardian.

Qual a diferença entre as máscaras?
O termo “máscaras médicas” é uma designação genérica para falar dos equipamentos de proteção usados por profissionais de saúde em diferentes contextos. Elas se diferenciam das máscaras de pano, geralmente feitas em casa e que estão sendo utilizadas em massa em boa parte do mundo, incluindo no Brasil.

Acontece que as máscaras de pano não são tão protetivas assim; ao cobrir a boca e o nariz dos usuários, elas conseguem diminuir o número de gotículas que as pessoas espalham por aí ao espirrar, tossir e/ou falar. Mas não filtram o ar respirado pela pessoa que a usa, o que significa que o vírus ainda pode entrar em formato de aerossóis (partículas muito pequenas que flutuam no ar). Ou seja: as máscaras de pano são bem mais eficientes em proteger quem está em volta do que proteger o usuário em si. Como um número considerável de infectados é assintomático ou têm sintomas leves, todos devem usar máscara para proteger uns aos outros.

Máscaras cirúrgicas, por sua vez, são aquelas usualmente utilizadas por profissionais de saúde em situações de pouco risco e são descartáveis. Apesar de serem melhores que as de pano, elas também não fornecem uma proteção individual significativa quanto a infecção por aerossóis.

Já os respiradores do tipo FFP (que incluem o FFP2 e uma versão mais protetiva ainda, o FFP3) ou N95 são os mecanismos de proteção mais eficientes que temos – eles filtram as partículas do ar em até 94% (dependendo do modelo usado) e são usados por profissionais de saúde que tratam pacientes com Covid-19.

A decisão dos países europeus de restringir as opções de máscaras utilizadas por seus habitantes vem em meio a uma onda de novas infecções e, principalmente, após a descoberta de novas variantes do coronavírus que parecem ser mais transmissíveis, como a B117, identificada na Inglaterra, a 501Y.V2, da África do Sul, e a P1, que surgiu em Manaus. Segundo as autoridades de saúde europeias, é preciso aumentar o nível de proteção entre as pessoas para combater o avanço da pandemia até que a vacinação em massa comece a fazer efeito.

Mesmo assim, todos esses países ressaltarem que nenhuma máscara é 100% eficiente – e medidas como distanciamento social, higienização constante e evitar ambientes fechados e lotados continuam válidas. Além disso, é necessário que se utilize as máscaras da forma adequada (garantindo que estão bem ajustadas ao rosto e descartando-as após o tempo de uso indicado pelos fabricantes). Isso não significa, claro, que máscaras de pano sejam totalmente ineficazes: elas ainda são melhores do que nenhuma proteção.

Desafios logísticos
Se as máscaras de pano são menos eficazes quando o assunto é prevenir a Covid-19, então por que a recomendação só veio agora, depois de um ano de pandemia?

Uma das preocupações desde o início era que a alta demanda por máscaras desse tipo desabastecesse o mercado e deixasse os profissionais de saúde na mão. É por isso que, até hoje, muitos países não recomendam seu uso para a população geral, diretriz que também é aconselhada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que ressalta que o ideal é que as máscaras de tecido tenham pelo menos três camadas.

Dessa forma, os países que estão começando a recomendar máscaras do tipo FFP e N95 para a população também devem se preocupar quanto à produção e à disponibilização delas. Desde dezembro de 2020, a Alemanha já estava enviando vouchers para 27 milhões de habitantes para habilitar a aquisição desses equipamentos de graça ou a preços reduzidos, incluindo idosos com mais de 60 anos e pessoas com comorbidades que as colocavam em grupo de risco. Agora, caberá aos governos definir os critérios de distribuição de máscaras de graça para quem não puder comprar.



:viraolho
Eu já estava utilizando apenas máscaras cirúrgicas faz muito tempo. De fato houve uma falha na comunicação, eu tive que pesquisar para perceber que ela é bem mais segura.

Mas esse movimento na Europa teve como motivo a maior transmissibilidade das novas variantes, perceberam que a diferença na qualidade das máscaras tem sido um diferencial para que essas novas variantes superem essa barreira com menos dificuldade e infecte mais.

Máscaras de pano não filtram tão bem, além de terem que ser lavadas todos os dias o que não é todo mundo que faz. Também se desajustam com mais facilidade no rosto, expondo o nariz, e incomoda mais de usar o que faz as pessoas tirarem com mais frequência "para respirar" ou porque ela esquenta mais.

Quem tem condição, compre máscaras cirúrgicas de 3 camadas e utilize 1 ou 2 por dia.
 

Chris Redfield jr

Ei mãe, 500 pontos!
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Gradativamente, até a midia já está mudando o discurso:


claro, claro, ainda não é conclusivo.

Mas só o fato dessa noticia estar com uma manchete amigável dessas já é um indicativo da direção que irão tomar.

a AMA aparentemente retirou sua declaração de ser contra a HCQ contra o covid:




Página 18:

RESOLVIDO: Que nossa AMA tranquilize os pacientes cujos médicos estão prescrevendo
hidroxicloroquina
e terapias combinadas para o diagnóstico de COVID-19 em estágio inicial por
emitindo uma declaração atualizada esclarecendo nosso suporte para a capacidade de um médico de prescrever um medicamento aprovado pela FDA21 para uso off-label, se estiver em seu melhor julgamento clínico, com
referência ao uso de hidroxicloroquina e terapias combinadas para o tratamento do
estágio inicial do COVID-19 (Diretiva para Ação);


O American Journal of Medicine caminha na mesma direção e passou a recomendar a HCQ em uma revisão de artigo:


166183166184166185166186

 
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