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Desafio dos 52 jogos em um ano! [2016]



Harold_Finch

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#1 - MORTAL KOMBAT X - PC - 01/01/2016 [Terminado em 01/01/2016 - Modo história, 4 horas]

Bom, peguei o Premium Edition da versão PC e joguei umas 3 horas de versus até finalmente jogar o modo história hehe.

Devo dizer que não gostei muito do enredo. O jogo segue o mesmo formato de contar história do jogo anterior, mas a trama é fraca. Talvez porque não parecia assim algo tão desesperador como o MK9. Fora que já era uma trama focada em um novo futuro.

Os novos personagens são interessantes. Gostei da D'Vorah e da Jacqui Briggs. São boas de combo. Aliás, combar nesse jogo é muito mais fácil e divertido. Me lembra um pouco de Mortal Kombat 3.

O ruim do modo história é que vc joga com os personagens mais "bostas" e acaba frustrando um pouco a experiência.

Graficamente o jogo é bem bonito. Consegui rodar em 1080p com tudo no máximo a 60 fps. Uma das poucas vezes em que vi um core i7 fazer a diferença. Coloquei as partículas para serem processadas por ele e o jogo vooou.
A dublagem é horrível pra variar. Algumas vozes ficaram até boas, mas ouvir a Cassie Cage mata. O problema nem é a voz da Pitty e sim a atuação nojenta, de alguém que só leu o script.

Tive um bug escroto no áudio que não consegui arrumar até agora e não sei o que causa. Ao menos no modo história, tinha uma cutscenes que deixavam o áudio chiado e isso permanecia. Só parava se eu saísse do jogo e voltasse. Até achei que fossem as caixas de som ou conexões, mas voltando pro Windows, ouvindo qualquer outro áudio, fica normal.

Bom, com certeza vai ser um jogo bastante jogado por mim, já que todos daqui de casa são fãs da série.
 
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-kun

Bam-bam-bam
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Acabei de zerar o outro clássico Fox do N64. Continua lindo e um jogão. Nota 9,5.
Vou tentar alguns extras amanhã (não lembro os requisitos exigidos).

Lista...

1 - Star Fox (N64): 9,5/10... (01/01/2016)...

Mini Reviews...

Mini Review: Star Fox 64...

Star Fox (N64): 9,5/10... (01/01/2016)...

Falar de Star Fox, sobretudo o do console de 64bits da BIGN, é fácil para qualquer fã da Nintendo. Os gráficos são espetaculares e demonstravam muito bem, na época, o poderio daquele console parrudo. Seja nas fases abertas em planetas ou no espaço, o jogo te passava a sensação de participar de uma epopeia espacial de maneira muito convincente. As naves eram bem construídas, os inimigos e seus tiros enchiam a tela e os olhos dos jogadores não podiam acreditar no que estavam comandando.

As músicas eram excelentes, e marcavam/marcam, os jogadores. Os efeitos sonoros já não envelheceram tão bem. Mesmo na época não me encantavam muito. As vozes e dublagens eram bem simples para a época (ainda mais que a Nintendo, dificilmente, utiliza vozes). Começou a mudar com a aquisição da Monolithsoft (Xenoblade Chronicles e Xenoblade Chronicles X).

Jogabilidade precisa, como em praticamente todos os games da BIGN, na maioria do tempo. Só me incomodava/incomoda um pouco do controle quando jogamos com o Landmaster. No espaço/céu a Arwing é perfeita.

História básica, pano de fundo, dos jogos da Nintendo (tirando Metroid, Zelda e Xenoblade - antigamente a série Mother -). Cumpre bem o seu papel.

Enfim... termino essa mini review dizendo que o jogo continua lindo (zerei no emulador, mas ainda compro a versão 3DS), sobretudo para fãs da Nintendo, e que todos deveriam apreciá-lo. Shigeru Miyamoto acertou novamente na criação deste clássico (mais um para a coleção imensa da gigante japonesa).



9,5/10...
 
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Fade

Bam-bam-bam
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Primeiro zerado do ano:


(Pegando o modelo do @tintiN)
#01 - Metal Gear Rising: Revengeance (PS3)
Finalizado em: 01/01/16
Tempo total: ~04h
Progresso: Modo história
Nota: 8,5/10

De início não curti, me pareceu genérico e completamente fora da curva da série Metal Gear, mesmo para um spin-off. Mas conforme a história do Raiden foi sendo contada, passei a gostar mais.

A jogabilidade é bem ajustada e o modo katana funciona muito bem, você pode cortar de forma livre e precisa membros específicos dos inimigos. No jogo, não há uma forma de defesa tradicional, ao invés disso existe o sistema de parry, onde você deve ter um timing perfeito para bloquear o ataque com sua espada no momento exato.

Como é de se esperar, o jogo tem um estilo acelerado e uma pegada bem futurista, desde a lore onde soldados ciborgues formam a principal fonte de segurança do planeta, até a trilha sonora.

Embora seja chato lutar contra os ciborgues comuns, as mechas - as mesmas de MGS4 e até algumas novas - oferecem batalhas bem interessantes. Mas as melhores partes são obviamente as lutas contra os bosses, cada um com habilidades e motivações distintas, bem ao estilo MGS.

Apesar da história ser bem genérica na sua maioria, um personagem se destacou para mim - O Wolf, uma mecha em forma de lobo (semelhante a Crying Wolf de MGS4) que inicialmente é inimigo, mas junta-se ao Raiden depois. Embora seja controlado por uma IA, durante o curso do jogo ele questiona e faz observações muito interessantes sobre o comportamento humano e as faces da guerra, criando consciência e capacidade de julgar com base nas suas próprias convicções.

Infelizmente, é bem curto e peca na falta de variedade.
Fico na espera de uma continuação, que mantenha os acertos no gameplay e corrija algumas falhas na história.


EDIT:

Atualizando O MG Rising agora que terminei as DLCs do Sam/Wolf:

Histórias melhores do que a do Raiden. Em pouco tempo contam o passado e a motivação deles, já fazendo ponte com o enredo principal.
Cada um têm habilidades bem diferentes do main game e os dois até se encontram na parte do Sam.
Pena serem bem curtas também (menos de 2h as duas juntas)
No mais, excelentes personagens, os dois.

Pena que o Sam já era. Mas espero ver mais do Wolf futuramente.

Vacilei dando um 7,5 para ele. Merece um 8,5 e uma continuação :kkong
 
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Ultima Weapon

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Participarei para constar, por motivo de curiosidade e também me monitorar.

Em 2015 (http://forum.outerspace.com.br/index.php?threads/desafio-outerspace-dos-52-jogos-no-ano-2015-otacon-link-28-08-first.409378/page-2#post-11781000) foram 20 jogos, muito acima da média histórica que é de 1 jogo por mês, pois fugi do padrão ao terminar bastante jogos não-rpg's (foram 8). Nesse talvez diminua, em 2014 mesmo jogando bastante foram apenas 13; depende muito do tempo que será dedicado ao Final Fantasy XIV.

(21/01) 1 - Tales of Zestiria (PS4, 64hs com quase todo o conteúdo relevante completado, incluindo o dlc da Alisha). Citações que postei no tópico oficial de rpg's:

Main game:
Foi o main game do Zestiria, jogão e sabendo que o Berseria é no mesmo universo o hype dispara. Impressionante como a Namco lançou 6 games pra consoles de mesa na geração (descontando o remaster do Symphonia 1) e só cometeu muitos deslizes grosseiros no Symphonia 2, é deuso demais esse Tales team.
Espero hoje ainda fazer o dlc da Alisha. Ex dungeon e o que mais sobrou sei lá quando.

A história achei mais ou menos no começo, então melhorou e foi em ritmo bom até o final. Não é boa como a do Graces ou do Xillia 2 porém é diferente, satisfatória e entrega bastante material pro próximo jogo.
Os personagens estão no padrão da franquia, de muito boa qualidade. Em especial gostei de Edna; Lailah, Zaveid e Rose também se destacam bastante.

O que mais gostei foi:
- Seguiu mais o battle system do Graces do que a tríade Symphonia/Vesperia/Xillia
- Open world, veio pra ficar certamente
- Transição para o combate bastante pequena
- Uso dos serafins, primeiro Tales que pede o uso de todos os personagens
- Alisha/Rose orientando quanto às quests paralelas

O que não gostei:
- Câmera. No Berseria será móvel pelo que disseram, porém só isso não resolve pois Zestiria em multiplayer também permite rotação dela e segue problemático.
- Muito burocrático o modelo pra equipar os bonecos
- Apenas 5 skills setáveis, contra até 16 dos Xillias.
- Muitas dungeons são genéricas.
DLC Alisha:
O dlc da Alisha não é de todo ruim, tem umas partes bacanas na história e o combate tá legal. O grande problema dele é que piora bastante uma característica que já não é o forte do jogo, o level design, são poucas as dgs do jogo que não são genéricas e nesse dlc é tudo meio zoado, várias áreas sem nada e às vezes você trava porque uma parede mega escondida tá bloqueando o avanço.
......
Aproveitei e terminei o dlc da Alisha no Zestiria, que foi fraco no geral. Próximo passo é a dungeon EX.
EX dungeon:
Terminei a Ex dungeon do Zestiria. Razoável, destaque foi a mystic art da Sophie lulz
Assim completando quase todo o conteúdo do jogo. Do que considero importante faltou pegar alguns normins e melhorar os bonecos, porém não empolguei com o end game dele, muito menos com o burocrático sistema de equipamentos.
Tales of denovo agora só a Ex dungeon de Graces F e o Berseriazão.
Nota 8,5

(25/01) 2 - Citadel (dlc de Mass Effect 3, X360, ~5hs):
Não considero dlc como uma jogatina a parte, vide o dlc da Alisha de Tales of Zestiria, porém como não tocava no jogo há mais de 3 anos achei interessante adicionar à lista.
O que dizer do melhor dlc da melhor franquia de videogames da atualdade? Quase perfeito, é robusto e coroa essa trilogia com inúmeros eventos divertidos e emocionantes, adorei. E para aquela minoria que não gosta do final de ME3, esse provavelmente sirva como a conclusão definitiva.
Nota 10

(31/01) 3 - To the Moon (PC, 5hs):
Chato ter ouvido falar desse jogo apenas ano passado. Divino, acho que é o melhor game de PC que existe, possui uma das melhores histórias que pude acompanhar e ótima trilha sonora. Chorei várias vezes, game lindo demais.
Nota 10.

(01/02) 4 - Undertale (PC, 7hs):
Com final neutral apesar de matar todos os npc's, algum requisito do jogo sabotou minha usual rota caótica.
O jogo melhora do meio em diante, no entanto tava torcendo pra acabar logo, excetuando a criatividade (sobretudo no battle system [há uns bosses excelentes] e na liberdade do roleplay) e alguns diálogos engraçadinhos ele não empolgou, jogo muito simples e com uma exploração ruim.
Pena que só após finalizar descobri que aceita gamepad, o teclado limita demais.
Nota 7, pela ousadia.

(04/02) 5 - Her Story (PC, 3hs):
História fabulosa, terminei há pouco e tô passando pente fino atrás de mais vídeos pra fechar as pontas. No entanto é curto e com pouco conteúdo.
Nota 8.

(12/02) 6 - D&D Shadow over Mystara (X360):
Só tinha terminado uma vez, em emulador. Ficou muito bom esse port, especialmente quanto as opções gráficas, muito legal a simulação de estar em frente ao arcade.
Pena que o direcional digital do X360 é uma bosta fétida.
Quando possível quero jogar em 3 ou 4 players ele, em 2 já fica bem melhor; na época do fliperama costumava jogar solo e limita o potencial do game.
Esse jogo merecia um remake pelas mãos do time de Dragons Crown.
Nota 9.

(11/03) 7 - Os Cavaleiros do Zodíaco - Alma dos Soldados (PS4, 15hs e sigo jogando para liberar tudo):
Gosto de CDZ, foi o principal desenho da minha adolescência. No entanto tive hype baixo pra esse, os games do PS2 são péssimos e pulei os 2 da geração passada. Nem foi pra mim que comprei e tive que parar com o estupendo Life is Strange pra jogá-lo, mas acabei aproveitando tanto quanto.
É um jogo muito bacana para fãs da franquia, tem a grande maioria dos personagens (incluindo versões do mangá e do anime), golpes e sagas da história (tá bem completo, no entanto começa apenas na saga das 12 casas; além disso apresenta-se mais carente na saga de Hades pois não há os espectros e a reta final [Campos Elísios] tá descaracterizada, tem cara de feito às pressas).
Os gráficos dão pro gasto mas deveriam ser muito superiores, o único personagem que achei no mesmo nível do anime é a Hilda.
Jogabilidade é legal, dá pra brincar, surpreendeu bastante. Vários modos de jogo e colecionáveis, gostei especialmente da torneio galáctico.
A dublagem br dá outro clima ao jogo, têm quase todos os profissionais que trabalharam no anime.
O que senti mais falta foi da trilha sonora original, ao invés disso nos apresentam uma genérica sem graça.
Nota 7,0

http://forum.outerspace.com.br/index.php?threads/desafio-dos-52-jogos-em-um-ano-2016.442066/page-3#post-13140344
 
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Reila of Astora

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Jogo 1: Axiom Verge [PC] --- 13,5 horas jogadas.



Gostei bastante do jogo. Esperava apenas um 'clone' de Metroid, mas embora o jogo seja claramente inspirado na série da Nintendo, o mesmo tem bastante personalidade.

A jogabilidade é parecida com de Metroid clássico, popularmente conhecida como 'Metroidvania'. Como de se esperar de um jogo do tipo, existe muito backtracking (voltar para partes que você já passou uma ou mais vezes), várias habilidades legais (nesse ponto jogo deixa Metroid no chinelo) e bosses com designs relativamente criativos (alguns). A história é interessante também, embora não faça sentido algum. Eu não entendi, pelo menos.

As músicas são boas também. Minha favorita sendo essa:

 

Lokao0

Supra-sumo
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Tô dentro, mesmo que ano passado não tenha zerado nem 10 jogos direito :klol

Aqui vai:

1 - Sonic Unleashed (PS3) - (14/01/2016)
Esse é aquele tal jogo que muita gente odeia mas muita gente também gosta muito.
Esse Sonic foi lançado depois do desastre que foi o 2006, e muita gente esperava um "retorno triunfal", mas não foi bem isso que receberam.
O jogo é dividido em duas partes: de dia você joga com o Sonic como o conhecemos, passando pelas fases indo rápido e tal, assim como deve ser; de noite, você joga com o Sonic transformado em... sei lá, mas o gameplay muda totalmente e você passa as fases no que me parece um híbrido de God of War com RPG.
As fases de dia com Sonic são simplesmente fantásticas, especialmente se comparado com aos jogos que vieram antes. Os temas dos níveis também são muito mais variados, e a direção arte do jogo é ótima.
Não posso falar o mesmo dos níveis de noite, no entanto. Apesar das fases seguirem o mesmo tema dos de dia, as fases são demoradas e entediantes (algumas fases de noite chegam a demorar mais de 20 minutos). Mesmo com todos os atributos no máximo, ainda são bem chatas.
Creio que o ponto "menos fraco" desses níveis seja a parte de plataforma, que são até agradáveis, mas fora isso...
O ponto forte do jogo são os níveis diurnos, e o problema é que é preciso passar pelos noturnos para liberar tais níveis.
Se o jogo não tivesse esses tais níveis noturnos, tenho certeza que esse jogo seria um dos favoritos de qualquer fã de Sonic.
Felizmente, depois desse, a Sonic Team parece que está aprendendo (ou não, como podemos ver com Lost World).

Tempo jogado: 20:00+
Completo: terminado o jogo uma vez, passando por todos os níveis obrigatórios.
Nota: 7/10

2 - Steins;Gate (PSVita) - (29/01/2016)
É meio difícil tentar comentar sobre esse jogo (principalmente sobre a história sem soltar spoiler).
Alguns podem não chamar de um jogo por ser um Visual Novel, mas enfim:
Inicialmente eu via esse jogo e achava que era uma perda de dinheiro comprar um jogo que você não faz nada além de apertar X, mas eu não poderia estar mais errado.
O que me chamou a atenção nele foi o fato da história tratar de viagem no tempo, um assunto que eu me interesso muito.
Pois bem, o jogo entrou em promoção, comprei e mais uma vez me surpreendi. O jogo começa meio devagar mas assim que a história "engatilha", é quase impossível largar o jogo.
A história na minha opinião é incrível, uma das melhores que já joguei; tudo do jogo me surpreendeu, a música, a arte, e mais uma vez, principalmente a história.
Além disso, algo meio besta, mas esse foi o primeiro jogo que me fez chorar :kgay
É algo tosco mas foi a primeira vez que isso sequer aconteceu comigo.
Enfim, esse (pelo menos pra mim) é mais um caso de "não julgue um livro pela capa". Outro jogo que me surpreendeu e um dos melhores jogos que eu já joguei.

Tempo jogado: ~26:00
Completo: jogo platinado.
Nota: 10/10

3 e 4 - Sonic Lost World (Steam e 3DS) - (22/01/2016 e 10/02/2016)


Steam:
Apesar de parecer mais um Super Sonic Galaxy, o jogo não é só isso.
É bem claro que o jogo se baseou e muito nele, mas também tentou trazer a "essência" do Sonic.
Diferentemente dos últimos jogos, esse jogo decidiu "remover " o Boost e ir pra um estilo mais tradicional.
Por mais estranho que seja, agora pra correr com o Sonic precisa segurar um botão, e também o Spin Dash voltou.
As fases do jogo se mantém num mesmo nível de qualidade, não é nada espetacular mas fica bem longe de ser ruim.
Acho que as fases que mais se destacam são as Seabottom Segues
Ao contrário da versão de 3DS, o jogo é agradável e passa longe de ser irritante; as fases não são longas demais nem muito curtas.
Os maiores problemas em relação à fases provavelmente se dão por conta de fases como Frozen Factory Act 2, onde você por alguma razão é uma bola de neve que é péssima para se controlar.
Ao todo, o jogo não chega perto de ser tão bom quanto Generations, Colors e Unleashed, mas passa longe, mas bem longe de ser tão ruim quanto dizem que é, pelo menos na minha opinião.

Tempo jogado: ~6:00
Completo: terminado o jogo uma vez, passando por todos os níveis obrigatórios.
Nota: 6/10

3DS:
O jogo tem a mesma proposta e segue a mesma história da versão de PC/WiiU.
O jogo começa bem até. As fases são bem feitas, pelo menos até a Tropical Coast.
A partir daí os níveis ficam muito meia boca e extremamente longos, às vezes chegando a passar de 20 minutos cada fase.
Pior ainda são os Special Stages e certos Bosses, que fazem com que você precise ficar mexendo o 3DS pra lá e pra cá que nem um retardado.
O jogo fica simplesmente péssimo a partir da Frozen Factory e só vai piorando.
Sinceramente, é uma pena, visto que a engine em que o jogo roda é muito boa e o controle do jogo também é muito bom (com exceção do Parkour)

Tempo jogado: ~5:00
Completo: terminado o jogo uma vez, passando por todos os níveis obrigatórios.
Nota: 3/10
 
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Mr Bones

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Começando vencer a empreitada!!! Vou seguir também o esquema do Tintin que achei bem massa.
#01 - Alan Wake's American Nightmare ( XBOX 360)
Finalizado em: 12/01/16
Tempo total: ~ 7 horas
Progresso: Concluido
Nota: 8/10

#02- Limbo (PS4)

Finalizado em: 14/01/16
Tempo total: ~ 4 horas
Progresso: Concluido
Nota: 8,5/10

#03 Call of Duty Advanced Warfare ( Xbox One)

Finalizado em: 18/01/16
Tempo Total: ~10h
Progresso: Concluído ( dificuldade Veterano)
Nota: 9/10

#04 Need For Speed: Shift 2 Unleashed

Finalizado em: 20/01/16
Tempo Total: ~25h
Progresso: Concluído
Nota: 7/10

#05 Battlefield 4 ( Xbox One)

Finalizado em: 25/01/16
Tempo Total: ~9h
Progresso: Concluído ( dificuldade Difícil e todos coletáveis na campanha)
Nota: 8/10
 
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Harold_Finch

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#2 - THE STANLEY PARABLE - PC - 02/01/2016 [Terminado em 02/01/2016 - 86 minutos]

Deu dor de cabeça. O jogo tem 19 finais, mas cansa. Fiz metade deles até que dei quit.

6,5
 

Clockwerk

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Usando o modelo do amigo @tintiN!

#01 - Fat Princess Adventures |PS4|
Finalizado em: 02/01/16
Tempo total: ~6hs
Progresso: Modo história
Nota: 6.8/10
Comentário: Confesso que eu esperava mais de Fat Princess Adventures. A proposta do jogo é bacana, achei válido a Fun Bits querer explorar uma outra visão do mundo de Fat Princess, mas infelizmente eles erraram em alguns pontos importantes.

O maior problema é que o jogo se torna repetitivo bem rápido.
As classes de personagens só se diferem na roupa usada e no modo como a arma funciona, mas não existe nenhum movimento ou habilidade especial única para as classes, tornando-as quase iguais. Todos fazem a mesma coisa.

A dificuldade também não é desafiadora; sempre que você morre, renasce no último checkpoint e os inimigos mortos não reaparecem.

Mas gostei de alguns detalhes do jogo! Como por exemplo, o nome das dificuldades. Tem dificuldade desde Cupcake até Pesabolo.

O Reino da Grã Mordida possui lugares bem legais e bonitinhos. Tudo nesse jogo é fofo, com exceção da explosão de sangue e do palavreado chulo da Princesa Gorda, em alguns momentos. Algo que ficou bacana!
Em questão de nomes esse jogo acertou em cheio! Tudo tem a ver com doces!
Menos os vilões. Eles são salgados. A vilã principal, Vossa Salgadeza, fica num castelo de sal nas montanhas onde neve é sal e cristais de gelo são cristais de sal.
As batalhas com boss ficaram bacaninhas. Uma em especial parece um programa de culinária. Achei bem engraçada!

No geral, Fat Princess Adventures é aquele jogo pra você pegar em uma promoção quando estiver bem baratinho e jogar com amigos em coop local, de preferência.
Mas faltou mais um pouquinho de açúcar na receita do bolo...
 
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tintiN

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ATUALIZANDO:

#02 - Broken Sword 5: The Serpent's Curse (PS4)

Finalizado em: 02/01/16
Tempo total: 8h30min
Progresso: Platina
Nota: 9/10

#03 - Goosebumps (PS4)
Finalizado em: 02/01/16
Tempo total: 2h30min
Progresso: Platina
Nota: 6/10

LISTA COMPLETA: LINK
ID: PSN PROFILES
 
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Vaynard

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Espero alcançar os 52 novamente, fechei em 54 ano passado!

#01 - 02/01 - Ori and the Blind Forest - Xbox One
Tempo total: 6~7 horas

Um jogo belíssimo. Gráficos e trilha sonora soberbos, uma história bonita porém com algumas coisas que me desagradaram:

Depois de concluído, não se pode retornar ao game.
Combate muito raso e não empolga.

Pra mim são 2 defeitos graves em um Metroidvania, mas não tira o brilho do jogo.

8.5/10

#02 - 03/01 - Shovel Knight - Xbox One
Tempo total: 5 horas

Comparável aos Megaman clássicos. Um monstro de jogo.

9.5/10

#03 - 07/01 - Shovel Knight: Plague Knight - Xbox One
Tempo total: 4 horas

Expansão do Shovel Knight usando um dos bosses, o Plague Knight.
Nova história, novos personagens, habilidades totalmente diferentes e a última fase conta com chefes diferentes.
A jogabilidade é sensacional! Com uma grande variedade de recursos que o Shovel não tinha.

9/10

#04 - 09/01 - Killer Instinct - Arcade/Xbox One

Port da versão Arcade pro Xbox One.
O jogo continua maravilhoso como sempre foi. Os gráficos são inacreditáveis, os efeitos de câmera e iluminação, a qualidade sonora, até hoje me surpreendo com isso, não consigo imaginar uma máquina dessa em 94.
Finalizado com todos os personagens.

9.5/10

#05 - 16/01 - Advance Wars: Days of Ruin - Nintendo DS
Tempo total: estimado 15 horas, jogo não computa o tempo jogado.

Ótima série de estratégia, que saiu pra GBA e DS e tem muito de xadrez.
Este trouxe uma variedade maior de unidades, um enredo mais elaborado e um estilo mais realista(os outros eram bem caricatos) e diminuiu um pouco o excesso de exageros nos combates. De longe o mais difícil deles, o que me agrada e muito.
Mas algumas coisas me decepcionaram, a história começa muito bem e com muito potencial, mas cai demais e o que me irritou muito, foi a missão final. Aquela merda é muito roubada!
Você tem muito trabalho nas missões a partir da 15 mas consegue passar na raça com um pouco de esforço e inteligência.

Na missão final o inimigo tem 5 lasers que tiram demais e uma bomba em área que tira 5 da vida das unidades. Não bastando só isso, ele gera unidades pesadas sem depender de dinheiro e fábricas.
Se você começa procurando controlar o mapa, que normalmente é a rota usada, em torno de 10 turnos ele te ultrapassa enormemente em quantidade de unidades e você não consegue se recuperar. Se você vai pra cima desde o começo, o canhão acaba com qualquer intenção de vitória.
Tive que recorrer a um faq e neste faq ele jogava indo pra cima, mas sabia prever onde cairiam as bombas e em poucos turnos, antes da CPU crescer finaliza. Isso me decepcionou.

8/10

#06 - 17/01 - Wolfenstein: The New Order - Xbox One
Tempo total: 13 horas

Melhor campanha de FPS da geração, sem pensar muito.
A história é simples mas intrigante, basicamente o Nazismo vence a segunda guerra, e você joga a partir disso.
A ambientação é incrível e realmente convence com um mundo nazista, a trilha sonora é ótima mas o principal do jogo, é ele ser um fps old school.

Esqueça as leite com perisse militar dos fps atuais.
Uma montanha de armas de todos os estilos, dual hand, cantil e escudo, sem life regen e mapas enormes com vários tipos de inimigos, além de um stealth bem colocado.

Único ponto negativo é a parte gráfica, que é bem fraca.

9/10

#07 - 30/01 - Fallout 4 - Playstation 4
Tempo total: 45 horas
Com os extras: 55 horas

Complicado falar de Fallout 4. Se por um lado eu amei o jogo, por outro, sou crítico pelo empobrecimento comparado aos outros da série.

Vou ser parcial aqui porque eu simplesmente amei o jogo.
O jogo tem um mundo extremamente imersivo. Joguei F3 em 2009 e desde então não me sinto tão tragado para um universo. Até cheguei a sonhar com ele.
Cheguei a jogar 20 horas em 2 dias. Não conseguia desligar.
O mundo é riquíssimo, as facções são interessantíssimas e a main quest é boa e te faz seguir em diante, mas nada demais.

Tecnicamente, o jogo tem inúmeros defeitos, bugs de colisão, gráficos péssimos e um monte de slowdown, loadings imensos, mas eu abro uma exceção pois realmente gostei do game.

Comentários do post game: Quests, level up e quests. Nada demais.

8.5/10

#08 - 12/02 - Kingdom Hearts 2 Final Mix HD - Playstation 3
Tempo total: 30 horas main story
Com os extras: 38 horas.

Terminei o 1 em 2010 e desde então tinha vontade de jogar o 2. Recentemente pra relembrar, li os mangás do 1 e do Chains of Memories e agora joguei o 2.
O que dizer? Adorei o jogo inteiro. Sou doido pela Disney, desde criança assistindo vários e reviver estes clássicos num game é muito especial. Joguei no Proud(hard).
A jogabilidade é bem simples, joguei praticamente o jogo inteiro no smash button, poucos chefes exigiram um pouco de estratégia e o uso do parry.
A história tem um ritmo lento(o começo é insuportável) mas é muito boa e em alguns momentos em que as coisas começam a se encaixar fica incrível! O grande problema da história é ela se abrir demais e começa a ficar confusa.
Os personagens são muito bons e a caracterização dos personagens da Disney é incrível.
Os mundos aliás são bem legais e bem variados, adorei a grande maioria deles, achei o único chato o do Halloween mas que tem um design dos personagens ótimo.
A trilha sonora é ótima.

Sobre o remaster, incrível. Parece jogo de PS3 mesmo. Os gráficos estão lindíssimos e roda suave, não tem slowdown ou travamentos em momento algum.

Comentários do post game:

Alguns campeonatos no mundo do Hercules, algumas horas de grind e a luta com o Sephiroth. Que luta grandiosa!!!!!!!!! Morri inúmeras vezes pra aprender a enfrentá-lo mas foi extremamente gratificante.

9/10

#09 - 17/02 - Bioshock Infinite - Playstation 3
Tempo total: 9 horas

7 anos após jogar o Bioshock 1, joguei o Infinite. O 2 ainda não joguei, mas pretendo um dia. Ainda acho Bioshock 1 imbatível. Rapture é inigualável e os combates são fantásticos.

Sobre Bioshock Infinite, amei o jogo. Ele tem algo que falta em 95% dos jogos do gênero. Ele te coloca pra pensar.
Não só a história, que é muito boa apesar de confusa mas tem muitos plot twists e diálogos incríveis. O universo é muito bem trabalhado, fazendo citações a literatura e personagens históricos. É tudo muito convincente.
Os personagens são geniais. Sempre imaginei se a a Elizabeth era tudo isso. SIM! Ela é tudo que falam dela e um pouco mais. É tranquilamente uma dos melhores personagens femininas dos games. Tem muita personalidade. O vilão é interessante mas exerce mais um pano de fundo do que realmente aparecer.
O protagonista a princípio é um pouco genérico, mas vai evoluindo ao decorrer do jogo. Evolução bacana que acontece é o relacionamento entre o Booker e a Elizabeth.
Os gráficos também são ótimos tirando o port merda do PS3 que cai demais o frame rate e tem texturas porcas, ainda consegue ficar bonito. E a arte, fantástica, não tenho palavras. A arquitetura dos prédios, das cidades, os quadros, Columbia é um lugar riquíssimo e realmente impressiona.


O único ponto negativo do jogo, foi em um dos pontos mais altos do 1.
O gunplay. As magias são animais e tem muitas armas, te dão muitos recursos pra se colocar em prática. A própria Elizabeth exerce um papel importante na ação te ajudando com health, munição, mana ou abrindo tears.

Único ponto negativo fica aqui como dito acima, o jogo tem inimigos demais, em uma variedade muito baixa e a IA é fraca. Os vários recursos que te oferece, ficam de lado, acabei fazendo o jogo inteiro basicamente com 4 magias das 8, usando bastante 2 ou 3. O raio, a granada do capeta, a possessão e os corvos.

9.5/10

#10 - 17/03 - Uncharted: Drake's Fortune Remastered - Playstation 4
Tempo total: 6 horas

5ª vez que eu termino Uncharted 1.
Eu raramente faço isso, praticamente nunca faço isso.

A primeira vez eu tinha acabado de comprar o PS3 e joguei no tubão. Pouco tempo depois, com uma tv de plasma eu terminei denovo. Aí em 2012 eu recomprei o jogo e platinei, fechando mais 2 vezes.
Agora o remaster, a 5ª vez :klol

Incrível como o jogo é gostoso de se jogar. O jogo tem um ritmo bem prazeroso e os personagens são divertidos, soma-se isso ao cenário de floresta que eu adoro e o combate cadenciado com uma boa exploração do cenário durante as lutas.

Quanto ao remaster, o jogo ficou em 60 fps aumentando DEMAIS a fluidez do jogo e os gráficos deram um salto impressionante.
Tranquilamente jogaria a 6ª vez, mas hoje em dia, não tenho mais tempo e/ou paciência pra correr atrás de platinas, quem sabe daqui a alguns anos.

9/10

#11 - 25/03 - Uncharted 3: Drake's Deception Remastered - Playstation 4
Tempo total: 7 horas

Complicado avaliar Uncharted 3. Gostei de algumas coisas, mas não gostei de muita coisa também.

Começando pela parte técnica, o remaster é impressionante. Os gráficos são assombrosos, sem quedas de fps e a jogabilidade melhorou em relação ao 1.

Começando pelo que eu não gostei, ao contrário do 1 e do 2, este jogo segue um roteiro extremamente linear em relação à repetição dos eventos.

Até a metade do jogo, todas as partes são praticamente idênticas. Chegando na área, usa stealth no começo, depois o efeito stealth cai e você enfrenta várias ondas e no final, você tem que correr pra fugir de algo. Isso me incomodou. Quase sempre a mesma coisa.
Não gostei também do excesso de stealth no jogo, o stealth da série é uma porcaria e não gostei também dos inimigos bombados que só morrem no soco após um monte de sequências e QTE. Essas reclamações, na minha opinião, quebram muito o ritmo do jogo. Devolver granadas também não funciona muito bem.

O jogo segue no ritmo chato acima até mais ou menos a metade, onde ele muda completamente. Da parte do navio até o fim, o jogo é muito frenético! E é realmente bom e empolgante!

8/10

#12 - 27/03 - Star Wars Battlefront - Playstation 4
Tempo total: 22 horas
Dou como finalizado SW Battlefront pois não vou mais jogar. Nível 42 de 50.


Não sou muito fã de Battlefield, mas SW realmente me divertiu. Ao contrário das críticas que ele recebeu de muita gente, achei que ele tem muito conteúdo, pois tem 10 modos diferentes, uns modos single player bobos, bastante perfumaria pra destravar e uma jogabilidade muito boa.
O modo Supremacy é o ponto mais alto do jogo, com 20 contra 20. Tem infantaria, AT-ST, AT-AT, naves, jedis, siths, é uma bagunça danada e você como Império, tem que dominar as bases e como Aliança, defendê-las.
O jogo tem gráficos incríveis, trilha sonora genérica do estilo série SW e não tem lag em momento algum.
Peca por não incentivar o jogador a continuar jogando. Pra um jogo online only, achei uma falha grave.

8/10

#13 - 09/04 - Uncharted 2: Among Thieves Remastered - Playstation 4
Tempo total: 8 horas

E assim finalizo a trilogia Uncharted, agora jogando eles remasterizados. Continuo com a mesma opinião de antes no PS4. Uncharted >>> Uncharted 2 >>> Uncharted 3

Sobre Uncharted 2. O jogo é ótimo! Gráficos absurdos, jogabilidade melhorada e muita ação. É um jogo bem variado. Tem de tudo nele. Stealth, neve, floresta, montanha, cenários urbanos.

Falando sobre a gameplay, ficou um mais ágil que o 1 e corrigiu bugs de colisão que o 1 tinha. O jogo tem muito mais armas, mas não gosto do stealth da série, muito ruim. Coisa que o 1 não tem.
E o jogo tem ação demais! É de longe o que mais tem inimigos. Algumas partes até complicam porque acaba a munição de tanto inimigo e quando você sai atrás de munição, vem alguém despercebido e te mata.
A história continua sendo sessão da tarde total, mas desta vez, com um bom desenvolvimento dos personagens.

8.5/10

#14 -10/04 - The Last of Us: Left Behind Remastered - Playstation 4
Tempo total: 2 horas e meia

DLC standalone de The Last of Us com a Ellie como protagonista. A história se passa no passado, antes dos acontecimentos de TLoU.
O jogo é curto, mas vale a pena. A Ellie é legal demais, uma das melhores personagens femininas da história dos games. Quanto a gameplay, não muda em nada praticamente com relação ao TLoU.

8/10

#15 - 12/04 - Ridge Racer Type 4 - Playstation
Tempo total: 2 horas

Considero este o melhor Ridge Racer.
Jogabilidade incrível, te dando a opção entre drift ou grip, gráficos absurdos, rivalizando tranquilamente com Gran Turismo e e a trilha sonora beira a perfeição no gênero de jogos de corrida.

Peca por ter pouquíssimo conteúdo.

9/10

#16 - 17/04 - Killzone: Shadow Fall - Playstation 4
Tempo total: 7 horas

É um jogo launch do PS4 mas é praticamente um benchmark do aparelho. De 2013 e dá surra em 95% dos jogos que saíram nessa geração. Graficamente é lindíssimo. A arte e a arquitetura do mundo também são impressionantes, características da série.

Pena que esqueceram de fazer o jogo.
Chato, com história e personagens ruins, jogabilidade simples de tudo, armas péssimas pois é um amontoado de metralhadoras com uma diferença ou outra entre si, e o pior, é o stealth. O jogo te força a fazer stealth, mas a mecânica é péssima.

7/10

#17 - 21/04 - Broforce - Playstation 4
Tempo total: 4 horas

Side-scroller bem violento e com referência a filmes dos anos 80. Extremamente divertido e bem violento.
O grande defeito do jogo fica por conta da performance horrível, que nas últimas fases, atrapalha demais o jogo, principalmente na luta contra o chefão.

8/10

#18 - 27/04 - Dust: An Elysian Tail - Playstation 4
Tempo total: 12 horas. Platinado

Indie com elementos de metroidvania e hack'n'slash, por ser um hack'n'slash, a jogabilidade é muito prazerosa e o combate é ótimo e aos poucos você vai destravando as skills e áreas novas no mapa, característica de metroidvania. No final você faz combos imensos e passar de 1k de hits fica fácil.
Graficamente é competente e a arte é linda, tudo é muito vivo e as cores saltam a vista!
A história é interessante e incentiva a seguir adiante com um final bem legal.

Uma pérola da geração passada!!!

9/10

#19 - 08/05 - Demon's Souls - Playstation 3
Tempo total: 20 horas

Terminar esse jogo, mais do que aproveitar essa obra prima, foi uma missão. Tenho um carinho muito especial por esse game.
Em 2009 quando vi o primeiro trailer, fiquei maluco. Depois de alguns meses, tive a oportunidade e comprei o chinês.

Morri demais. Assim como todo mundo que acaba de descobrir a série, fascinado por esse mundo.
Mas aos trancos e barrancos, cheguei praticamente ao final. Quando esbarrei no King Allant. Jogava de templar knight full armor, pesadão. Morri muito pra ele hehe, mas muito mesmo. Acabei até desistindo do jogo porque na época acabei comprando outros jogos.
Nunca tirei esse jogo da cabeça e fiquei pensando que um dia eu finalizaria ele!!!
7 anos depois, em 2016, logo assim que saiu DS3, pensei, É A HORA!

Foi quando tirei ele da linda caixa da deluxe edition(agora versão americana) e coloquei ele no videogame.
Quando comecei, aos poucos fui lembrando de praticamente tudo. Os npcs, os eventos, as armas, os bosses.

Mas não lembrava da atmosfera. Que coisa incrível.

Sobre o jogo, talvez eu o tenha num pedestal por ele ter me marcado.
Mas é um jogo brilhante e diferenciado. E mudou a indústria.

Começando por Boletaria, e sua arquitetura, a decadência do reino, os inimigos e os npcs, Ostrava e sua covardia heróica, Biorr, Yuria e por aí vai. Tudo se encaixa em perfeita harmonia.

Alguns dos outros mundos são escrotos, como o pântano maldito e a Shrine of Storms 2 com aqueles esqueletos amarelos ignorantes e os Reaper. Mas muitas dessas fases são incríveis, e o melhor, com chefes memoráveis.
Astraea(no qual você questiona seus próprios valores pessoais na luta, é praticamente uma poesia), Penetrator, Dragon God, Storm King, Old Monk e a lista continua. É a cereja do bolo do jogo. Alguns deles são fáceis, outros exigem estudo como os malditos Maneater. Tudo isso com uma trilha sonora espetacular. As fases praticamente não tem música, onde um som ambiente deixa tudo macabro e tenso. Nos chefes, a trilha sonora muda completamente e são simplesmente, obras de arte.

O jogo tem algumas mecânicas que acabaram sendo abolidas da série como a World Tendency que de acordo com suas ações, você deixa o mundo "white" ou "black", cada qual com seus benefícios e malefícios, cada qual desencadeando uma série de eventos.

Os npcs aqui são riquíssimos. A Lore do jogo embora pequena, é composta por pequenos personagens secundários com uma profundidade anormal. Stockpile Thomas e o dilema de sua família, um aventureiro amargurado por sofrer tanto ao longo da vida e a enigmática e sempre amiga Maiden in Black são alguns exemplos.

Aqui estão os motivos pelo qual não recebe 10. O jogo conta com slowdowns terríveis em diversos momentos e a quantidade de equipamentos é muito pequena, te dando pouco espaço pra customização. A magia é forte demais aqui e acaba tirando a graça. Joguei de Knight e sem dar um único ponto pra magia e acabei matando vários chefes só no Soul Arrow, uma magia básica.

Por fim, quando cheguei no King Allant como escrevi acima, minhas pernas começaram a tremer. Um misto de frustração e medo me tomou nas primeiras tentativas onde a afobação tomou conta de mim. Depois de algumas mortes, padrão decorado, cabeça no lugar, fácil como tirar pirulito de boca de criança, em seguida alguns eventos e jogo terminado.

Foi uma sensação indescritível. Uma sentimento de dever cumprido e vitória, mas um gosto de, queria que esse jogo durasse mais umas 100 horas. No final, durou somente 20, fazendo alguns eventos.

9.7/10 - Beira a perfeição.

#20 - 22/05 - Dark Souls - Playstation 3
Tempo total: 30 horas

Depois de finalizar Demon's Souls, fui em seguida pra Dark Souls, qual dizem ser o melhor da franquia.
O jogo é realmente maravilhoso. É tudo o que dizem e talvez um pouco mais. Masterpiece. Tal qual o Demon's.

Tecnicamente é superior a Demon's, os gráficos são um pouco mais polidos e muito draw distance, coisa quase inexistente em Demon's. Mas a taxa de quadros é visivelmente prejudicada, o fps é instável demais.
O gameplay de combate não mudou muito, mas a IA melhorou muito, os movimentos são um pouco mais rápidos, pode-se carregar tudo junto, o jogo tornou-se mundo aberto e a adição do bonfires foram mudanças que afetaram profundamente o esqueleto do jogo.

Foram exatas 30 horas que este jogo maravilhoso me rendeu. Mesmo tendo finalizado o Demon's e já familiarizado com o game, morri muito. Algumas localizações são quase sádicas. Sen's Fortress e suas malditas armadilhas, Anor Londo e os cavaleiros gigantes, arqueiros no parapeito e muitas outras coisas, e no fim, o gordo e o magro. Como sofri pra matar esses 2.

Começando por Firelink Shrine, lembra Nexus e tem um clima perfeito. Desolador, silencioso, fúnebre, você parte para as outras localizações, quando, ao começar, você não faz muita idéia pra onde ir.
Fui enganado pelo começo do jogo. Por incrível que pareça, ele começa fácil! Matei os primeiros chefes sem morrer e sem muitas dificuldades, o jogo ainda é generoso com itens pra encantar a arma e bombas. Foi só o começo huahuahuahuahua

Avançando um pouco, vem o maldito Capra Demon que por incrível que pareça, não tive muita dificuldade. Pelo simples fato de sem querer, ter matado os gargulas antes, então já estava razoavelmente forte ao chegar nele.

Avançando mais no jogo, vem Anor Londo. AAAAAH, ANOR LONDO.
Anor Londo, é uma das localizações mais fantásticas da história dos games! Tudo neste lugar é fantástico e majestoso.
Sua arquitetura, seus inimigos, os puzzles e o level design, seus segredos, e a cereja do bolo que é o chefe. Brilhante.
Como disse acima, morri muito no chefe, morri algumas dezenas de vezes e após algumas horas, matei. A sensação é demais! Isso é Souls! Não a dificuldade, mas a superação. É um sentimento único, que realmente me moveu a seguir em frente mesmo morrendo tantas vezes.

Várias localizações de Dark são maravilhosas e várias são extremamente fdp. De praxe na série, creio eu. Fiquei maravilhado com lugares como Painted World of Ariamis, a Floresta, falar de Anor Londo é chover no molhado e infelizmente os gráficos não são bons, pois tem algumas visões maravilhosas. O por do sol de Anor Londo é fantástico. A arte do jogo é belíssima e contribui.

O jogo continua com suas músicas praticamente em som ambiente e nos chefes virando pérolas. Os chefes mais são variados e mais espertos, em Demon's há várias manhas pra se matar os chefes se tiver um pouco de paciência, e aqui além de mais agressivos, são maiores e aguentam mais porrada(aparentemente). Particularmente ainda prefiro este conjunto de boss + OST do Demon's, mas aqui ainda é brilhante. A trilha sonora do chefão é uma obra prima e me deu vontade de arrastar a luta só pra poder escutar mais tempo.

Novamente a From acerta nos NPCs, são interessantíssimos e há vários eventos ligado a suas decisões e encontro com eles e enriquecem e muito a história.

10/10!

#21 - Street Fighter V - Playstation 4
Tempo total: 30 horas

Larguei o jogo a uns 2 meses e só registrarei ele.
Gosto muito de SF5, mas a Capcom infelizmente estragou o que poderia ser uma pérola.
Claramente rushado em seu desenvolvimento, o jogo só é melhor que o 4 em uma coisa, gráficos. Afinal, saiu 7 anos depois.

O jogo tem pouquíssimo conteúdo, o online é cheio de problemas e é visível o baixo orçamento da Capcom no jogo.
A jogabilidade é muito bacana, sendo mais dinâmico que o 4 com personagens mais rápidos, golpes que causam mais dano e combos maiores.
Os gráficos são ruins, a OST que é um dos pontos fortes da série é genérica e não empolga e praticamente não há conteúdo single player.

8/10

#22 - 29/06 - Bloodborne - Playstation 4
Tempo total: 20 horas

Seguindo minha maratona Souls.
Finalizado Demon's, Dark e agora, Bloodborne. Pretendo dar um tempo agora, dar uma descansada. Ano que vem eu retomo e jogo Dark 3 e talvez o tão mal falado 2.

Bom, sobre Bloodborne. Jogo maravilhoso do começo ao fim. Vou começar falando dos aspectos positivos:

A jogabilidade é maravilhosa. Os golpes e a rolada consomem menos stamina, e a stamina se regenera mais rápido. Isso deu uma dinâmica fantástica à gameplay. O FPS agora é mais estável e colabora.
Somam-se essas mudanças à IA fantástica, onde os inimigos em bando, pela primeira vez te atacam em grupo e com coesão, tentando te flanquear, proteger o atirador longe e não te dar descanso.
E o principal, não existe escudo. Então o jogo te obriga em quase 100% do tempo, jogar de forma ofensiva, o que neste caso, foi muito benéfico. Todo este conjunto tornou o jogo bem mais difícil no que tange aos combates.
O começo do jogo é chocante, até eu me familiarizar, morri muito.
A ambientação vitoriana, gótica, e até meio lovecraftiana, está perfeita. Sem dúvida um dos jogos artisticamente mais competentes e belos da história.
Os moveset das armas estão incríveis! Cada arma conta com 2 modos com move set totalmente diferentes, ainda tem o visceral attack e as armas de fogo.
Você pode abrir dungeons e isso é realmente muito legal, embora elas sejam genéricas.

O jogo conta, se compararmos aos demais Souls, com vários aspectos negativos, pelo menos na minha visão, vou listar abaixo:

Bosses pouco inspirados. Tirando alguns chefes memoráveis, como o coveiro, a luta final e mais algumas poucas, muito legal são as lutas contra alguns hunters que você encontra no caminho, no mano a mano.
Variedade de equipamentos baixíssima. É uma das minha reclamações em Demon's, mas este, consegue ser ainda pior. Dá pra tranquilamente, ir do começo ao fim com o set que você pega com menos de 30 minutos de jogo.
As armas, embora contem com movesets incríveis, tem pouquíssima variedade, principalmente nas armas de fogo.
O jogo é muito curto. 20 horas eu finalizei pegando quase todos os troféus e fazendo todos os eventos do jogo.
A maioria das side quests são muito escondidas e o jogo não te dá pista alguma.
NPCs chatos. Um dos pontos fortes da série, Solaire of Astora, Stockpile Thomas, Siegmeyer e sua filha, Biorr, são inúmeros os npcs legais da série. Aqui eles não são tão legais.

9.5/10

#23 - 30/06 - Rayman Legends - Xbox One
Tempo total: 5 horas

Depois de mais de 1 ano jogando, sempre de pouco em pouco, finalmente terminei ele. Jogaço. Sem dúvida o melhor plataforma dos últimos 10 ou 15 anos.

Gráficos lindíssimos, jogabilidade muito boa e fases extremamente criativas.

9.5/10

#24 - 02/07 - Sound Shapes - Playstation Vita
Tempo total: 3 horas

Jogo de plataforma musical com mundos temáticos.
Os background design são belíssimos e a OST é muito boa, conta com vários estilos e as fases de rock industrial são ótimas!
Peca por ser curto demais e ter dlcs demais a venda.

7.5/10

#25 - 16/07 - Tokyo Mirage Sessions #FE - Wii U
Tempo total: 52 horas

Finalizei Tokyo Mirage a algumas horas na dificuldade normal e decidi fazer um review.
Trata-se de um jogo polêmico, pois os trailers iniciais apresentavam os personagens dos Megami Tensei e Fire Emblem, e quando o jogo saiu, não tinha nada a ver com isso. Confesso que também esperava algo relacionado ao anunciado originalmente, mas o jogo em questão é ótimo.

Bom, Tokyo Mirage ainda é um crossover entre SMT e FE, porém executado de forma diferente.
Aqui temos personagens inéditos, em Tokyo, criados especificamente pra este game. O universo do jogo roda em torno de idols/shows/apresentações e tal, a Fortuna Entertainment, onde, a história começa em um teatro, onde subitamente, desaparecem todos, menos uma criança. E 5 anos depois o jogo começa e este mistério é o plot inicial. A história em si não é nenhum primor mas tem um bom desenvolvimento e te faz seguir adiante.

Neste review vou abordar o jogo de formas diferentes. Pretendo falar mais sobre os aspectos de rpg do que técnicos, que pra mim, no fim das contas, é o que importa.

O jogo tecnicamente é bom. Um dos mais belos do WiiU, com raríssimas quedas de framerate e um bom uso do tablet, ele realmente é útil aqui.
As cutscenes são todas em anime e ficaram fantásticas! Aqui está a intro do jogo, onde eu de cara fiquei muito surpreso!

SMT vs FE:

O esqueleto do jogo é parecido com Persona. Os social links, as spells de Persona como Bufu, Agi, Zio e Zan, e a mesma mecânica de weak/resist e por fim, os Mirage, que são basicamente Persona com outro nome. Você tem a sensação de estar jogando MegaTen pois a exploração de dungeon é idêntica e o sistema de batalha, é quase igual, com algumas mudanças que pra mim, foram muito positivas.

FE entra aqui num "segundo plano". Ao contrário de Persona, aqui os Mirage são fixos. O sistema de batalha sofreu alterações com os bônus de FE, onde a combinação de Espada/Lança/Machado/Arco também entra na lista de weak/resist, dando uma dinâmica maior aos combates. Outra mudança, são os Sessions. Ao invés do usual Weak o cara ficar tonto, aqui começa um combo usando os componentes do time titulares e reservas, o que ficou sensacional, dá pra fazer combos enormes! E tem a barra de SP pra usar os specials de cada personagem.

Ou seja, o sistema de batalha desse jogo é maravilhoso. Eu daria nota 9.5 nesse aspecto, entra em uma lista seleta de jogos onde o jogo te faz usar todos os recursos e componentes durante as lutas difíceis. As lutas contra os chefes são fantásticas pois eles no geral são resistentes e difíceis. E tem muitos chefes. O jogo tem uma montanha de skills, somando as de todos os estilos, equipadas, passam de 20. A customização é absurda.

Ainda falando de FE no jogo, todos os Mirage são personagens da série Fire Emblem, tanto os personagens do time como os chefes. O protagonista por exemplo usa o Chrom do Awakening(3DS), a Tsubasa usa a Caeda do Shadow Dragon(Nes e remake pro DS). Os personagens se estendem por vários jogos da série. As armas, são todas armas de Fire Emblem também. Killer Axe, Rapier e por aí vai. A evolução das armas é viciante e torna o farm divertido.

Dungeons:

Temos boas e más dungeons aqui. Como de praxe em SMT, tem dungeons de te deixar maluco, muito irritantes, enquanto tem outras mais prazerosas e vários puzzles durante a exploração.

História e personagens:

Como citado acima, a história é apenas legal, mas possui um desenvolvimento bacana e não deixa a peteca cair.
Os personagens, por outro lado, são ótimos. O mais interessante é o desenvolvimento deles, a relação entre os personagens é reamente um dos pontos fortes, onde por side quests você aumenta o "social link" com eles, e isso muda dentro das lutas também pois você destrava skills e combos.
Nota 8.5 pois eu me apeguei aos personagens.

Trilha Sonora:

A trilha sonora do jogo em si era um dos pontos que eu mais esperava, gosto de alguns temas de FE e SMT tem trilhas memoráveis. Aqui, fiquei um pouco decepcionado. Os temas e os barulhos de Fire Emblem estão aqui, e são realmente legais, mas as demais, não são ruins, mas são genéricas.

Outra questão é, se você gosta de JPOP, vai amar a trilha sonora. Tem muito jpop. Como não gosto nem desgosto, pra mim é nota 8.

Fan service:

Aqui está a maior "dúvida" sobre o jogo.
O jogo é bem sólido mas é pesado no fan service, ele exagera e isso pode realmente incomodar.

O jogo se passa num universo de idols, então tem além do jpop em excesso, ele tem "japoronguice"(odeio esse termo) em excesso. Muitas bizarrices e algumas cenas de sentir vergonha.
Além disso, tudo tem estrelas, brilho e alguns personagens exagerados, como o Barry que prefere 2D ao 3D.

Eu acho esse o grande ponto negativo do jogo. Pode afastar muitas pessoas dele, é um típico jogo oriental pra jogadores orientais.

Veredito Final:

Finalizei com 52 horas fazendo todas os social links, várias side quests e upei praticamente todas as armas. É um grande jogo, pra mim, até o momento, um dos grandes rpgs dessa geração. Está muito caro aqui, mas se estiver disposto a pagar, ou como eu, baixar a versão undub e uncensored, não vai se arrepender.

Pontos positivos:

Sistema de batalha fantástico;
Desenvolvimento dos personagens;
Dificuldade na medida(hard é realmente hard e Lunatic, bom o nome já diz);
Customização gigante;
O jogo vai ficando cada vez melhor com o passar dos capítulos;
Trilha sonora(se você gostar de jpop);

Pontos negativos:

Fan Service pesado;
Trilha sonora(se você não gostar de jpop);
Diálogos bobos em várias side quests;
Sem conteúdo postgame;

9/10

#26 - 18/07 - Ducktales Remastered - Wii U
Tempo total: 4 horas

Remake do clássico do NES.
O remake ficou ótimo, com gráficos lindos e uma jogabilidade bem prazerosa, só deixou a desejar um pouco na trilha sonora e no hitbox zuado de alguns inimigos.

8/10

#27 - 27/07 - Devil's Third - Wii U
Tempo total: 6 horas

Eu diria que é o Duke Nukem Forever do Wii U.
Jogo extremamente divertido e bem humorado, mas que o desenvolvimento foi cheio de problemas e o resultado final é um jogo cheio de problemas mas que diverte do começo ao fim.

6.5/10

#28 - 31/07 - Ratchet & Clank - Playstation 4
Tempo total: 7 horas

Remake do primeiro R&C do PS2.
O jogo tem um dos gráficos mais belos que vi na vida, a mesma jogabilidade extremamente agradável de sempre e o humor cheio de piadinhas bobas.
Insomniac sendo a Insomniac.
Único defeito, curto demais.

8.5/10

#29 - 11/08 - Starcraft 2: Legacy of the Void - PC
Tempo total: 9~10 horas

Melhor que o Heart of the Swarm, mas pior que o Wings of Liberty.
O começo é incrível e o plot inicial também, começando direto do fim do Brood War, mas a campanha cai demais de qualidade do meio pro fim, fica meio massante, e os poderes de Protoss são muito roubados. Fenix e aqueles canhões são absurdos.
No geral é um jogo sólido, mas peca por ter poucos momentos memoráveis.

8.5/10

#30 - 10/09 - Metro 2033 Redux - Xbox One
Tempo total: 7 horas

Gostei do jogo, mas esperava mais.
O jogo tem uma ambientação fantástica e um gunplay sólido, mas é muito repetitivo e acaba pecando na questão da sobrevivência, mesmo jogando no modo survival, me sobrou muita munição o jogo todo, mesmo as vezes indo meio estilo Rambo, além de que a IA não é lá essas coisas.
E o jogo tem o pior final que vi em um jogo na vida. É ridículo. Você conclui o último objetivo, e 10 segundos depois, do nada, ACABOU.

7.5/10

#31 - Overwatch - PC
Tempo total: 90 horas mas seguirei jogando

Depois de CoD 4 em 2007, enfim em 2016 sai Overwatch, um fps que volta a me impressionar.
É um fps onde o que importa é alcançar objetivo e não o mata mata. Soma-se isso à grande quantidade de personagens únicos e extremamente carismáticos e uma jogabilidade fantástica e temos um jogo digno da Blizzard.
Alguns dizem que o jogo é caro por ser somente uma "arena" e ter poucos mapas, mas ele se sustenta tranquilamente devido a qualidade do game. Nos primeiros dias, era um imenso prazer simplesmente jogar Overwatch. Jogava com um sorriso no rosto, perdendo ou ganhando.
Os mapas embora sejam poucos são extremamente caprichados, com inúmeros caminhos e jeitos de atingir o objetivo, e o jogo também brilha na parte técnica. Além de muito leve e bem portado pro pc, a parte sonora é impressionante e os gráficos são competentes, bem coloridos e muitos vivos.
Depois de 90 horas e alguns meses, rebornei a primeira vez e resolvi registrar aqui. Mas é tranquilamente um jogo que jogarei por alguns anos.

9.5/10

#32 - 25/09 - Metro Last Light Redux - Xbox One
Tempo total: 9 horas

Maior e melhor que o 2033 em praticamente tudo.
É um jogo mais bem acabado que o primeiro, com gráficos bem melhores, stealth melhorado, mais armas, áreas menos repetitivas, com uma história melhor(o começo do Last Light continua exatamente do final do 2033(ou da falta de, final péssimo)), mas novamente não gostei do final, embora não seja tão tosco quanto o final do 2033. Achei bacana os extras, onde você faz missões com os npcs que foram seus parceiros temporários.

8.5/10

#33 - 30/10 - Fire Emblem Fates: Conquest - Nintendo 3DS
Tempo total: 21 horas

Não se enganem por essas 21 horas, são as horas totais contabilizadas, não as que eu joguei. Em algumas missões eu morri muito, então daria pra colocar em torno 30 horas. Também não fiz nenhuma dlc, somente o jogo.
Sobre o jogo, enfim, depois de muitos anos, temos um Fire Emblem clássico. Nada daquelas coisas de noob do Awakening, este é pra quem realmente gosta da série, o jogo em si até em torno da missão 20 apresenta uma dificuldade ok, após isso a dificuldade escala absurdamente. E isso é ótimo!
A história do jogo é boa e os personagens são bacanas. Embora caia de qualidade do meio pra frente, o final é bacana, basicamente o esperado. Nada demais.
O sistema de duplas do Awakening foi melhorado, classes e armas foram adicionadas e algumas mudanças de gameplay como por exemplo a arma não quebrar. Não gostei da arma não quebrar pois deu pra apelar bastante com algumas armas, principalmente as únicas. Enquanto nos antigos, você tinha que gerenciar a durabilidade.

Enfim, depois do Radiant Dawn do Wii, finalmente temos um Fire Emblem que faz jus ao legado da série, se você gosta de jogos de estratégia ou da série, você DEVE jogar este game.

9/10

#34 - 02/11 - Transformers Devastation - Playstation 4
Tempo total: 6 horas

Platinum fazendo "Platinices".
Pancadaria de qualidade do começo ao fim, combos, robôs badass, um monte de chefes e uma boa trilha sonora.
Sofre com alguns dos mesmos defeitos de MG Rising como história boba, ser muito curto mas é um game muito divertido. E o melhor, de graça, pela Plus.

8/10

#35 - 02/11 -Limbo - Playstation 4 - 02/11
Tempo total: 3 horas

Terminei o jogo sem desligar o videogame.
O jogo é extremamente elogiado tanto pela mídia quanto pela comunidade, mas não me cativou quanto eu esperava.
O jogo é artisticamente lindo, tem puzzles legais e inteligentes e uma atmosfera incrível, mas senti como se faltasse algo no jogo.
Mesmo assim leva uma nota boa por ser um jogo incrível.

8.5/10

#36 - 06/11 - Transistor - Playstation 4
Tempo total: 4 horas

Esse jogo tem uma série de conceitos que me atraem.
Cyberpunk, OST foda, customização absurda do personagem, combate cadenciado e inteligente e uma arte soberba.
O jogo é realmente espetacular. Realmente me conquistou, porém, tem 3 falhas muito graves: É muito curto, e a história é confusa e o final é tocante, mas achei uma porcaria.

9/10

#37 - 06/11 - Metal Gear Solid V: Ground Zeroes - Playstation 4
Tempo total: 1 hora
Terceira ou quarta vez que termino esse jogo. Ano passado fiz uma maratona MGS jogando toda a cronologia do Big Boss e fiquei maravilhado com este jogo. Tem mais ou menos 1 hora de gameplay, mas tudo que a série tem de melhor está nessa 1 hora. Pra mim, é o MGS V de verdade.

9/10

#38 - 13/11 - Pro Evolution Soccer 2017 - Playstation 4
Tempo total: 8 horas, continuarei jogando

Finalizei a Liga dos Campeões e alguns outros campeonatos na última dificuldade.

O 2016 já era ótimo, esse 2017 é ainda melhor.

9/10

#39 - 16/11 - Horizon Chase - Android
Tempo total: não dá pra contabilizar. Foram meses jogando.

Enfim terminei essa maravilha!
5 reais extremamente bem pagos.

Horizon Chase é um jogo indie brasileiro inspirado em Top Gear. Inclusive o compositor musical é o mesmo, o renomado Barry Leitch.

Sobre o jogo, é extremamente parecido com Top Gear 1, mas conseguiram elevar tudo ao extremo!
Os gráficos são lindos, a trilha sonora sensacional, a jogabilidade é uma delícia e o jogo conta com vários campeonatos, com pistas bem variadas, mudanças de clima e de tempo e ainda conta com uma IA bem agressiva.
Pra mim, se tornou um clássico.

9/10

#40 - 26/11 - Mega Man 5 in Mega Man Legacy Collection - Xbox One
Tempo total: 3 a 4 horas

Nunca havia zerado um Mega Man de NES, embora tenha começado a jogar no Dynavision 3, pouco tempo depois ganhei o Mega Drive.
Bom, a coleção estava com desconto na live, por uns 20 reais, resolvi comprar.

Peguei um aleatório e comecei. No caso o 5. Amei o jogo. E este aqui, ao contrário de vários outros, não é muito sacana, o jogo é bem tranquilo e tem um Willy ridiculamente fácil. A jogabilidade é deliciosa e funciona maravilhosamente bem, já o jogo, é meio genérico. Não tem músicas muito inspiradas e as fases são um copy/paste já batido, resultado da quantidade de sequências uma seguida da outra da Capcom na época. Destaque pra algumas armas, adorei a arma de gravidade.

8/10

#41 - 08/12 - Bloodborne: The Old Hunters - Playstation 4
Tempo total: 12 horas

Após quase 6 meses sem jogar Bloodborne, retomo o jogo pra jogar a expansão.
Apesar de curta, ela é incrível! As armas são incríveis, os chefes fantásticos e as áreas novas, muito interessantes.
Demorei pra finalizar porque fiz a expansão no NG+, onde a dificuldade é bem alta, e o Ludwig foi um pesadelo!

Pra mim, foi um dos chefes mais difíceis da história dos games. Tive que aprender cada pedaço da luta contra ele. Pra finalizar a luta, foi muito emocionante pois estava praticamente morto, mas consegui quebrar a defesa dele depois de uma jogada bem arriscada e finalizei. THIS IS SOULS BITCH

9/10

#42 - 18/12 - Malicious - Playstation 3
Tempo total: 3 horas

Hack'n'slash sem fases, somente boss fights, com lutas mais nos céus do que no chão.
Todas as lutas são difíceis, extensas e INSANAS, você mal consegue parar pra respirar.
Quem gosta do gênero, embora seja curto, vale cada centavo!(Foi dado na plus)

Pontos negativos: Muito curto, história muito mal explicada e muito slowdown.

8/10

#43 - 22/12 - Quackshot - Mega Drive
Tempo total: 3 horas

Enfim joguei esse clássico do Mega Drive, adoro os personagens da Disney e os jogos da Capcom, precisava jogar este.
É um jogo de plataforma com o pato Donald de protagonista onde ele está procurando um tesouro lendário e atravessa o mundo coletando itens e informações.
Os gráficos são lindos, a jogabilidade é ótima e precisa, só esperava mais da trilha sonora mas que não é ruim.

9/10

#44 - 24/12 - Brothers - Playstation 3

Tempo total: 3 horas

Jogo indie que conta a história de 2 irmãos saindo em uma aventura pelo mundo atrás da cura pra um senhor que supostamente é o pai.
O jogo tem uma arte belíssima, jogabilidade a princípio confusa, mas funcional e os personagens são bem legais assim como o relacionamento entre eles, é bem tocante.

8/10

#45 - 26/12 - Castle of Illusion Starring Mickey Mouse
Tempo total: 2 horas

Zerei em dezembro e esqueci de registrar :klol

Outro jogo belíssimo da Disney pro Mega Drive. Gráficos e trilha sonora belíssimos, jogabilidade ótima e fases muito bacanas.

8.5/10
 
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kellyleona

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Caraca, cheguei atrasadíssimo... coloca meu nome na brincadeira aí por favor champz, esse ano vou ver se me esforço mais mesmo com DS 3 chegando.

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kellyleona

Supra-sumo
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Meu post fixo aqui!

# 1 - Star Wars Batlefront - Xbox One
Tempo jogado - 10 horas (tempo que é EA Access deixa testar)
Nota 6/10 - destaque pro gráfico, lindo.
Não acho que vale o que tá custando

# 2 - Forza 5 - Xbox one
Tempo jogado - 80 hs
Nota 8/10

# 3 - Call of Juarez: Gunslinger - Xbox 360
Tempo jogado - entre 5 ou 6 hs.
Progresso - terminei o modo historia
Nota 9/10. put* jogo bem loko, que grata surpresa.

# 4 - Splinter Cell Blacklist - Xbox 360
Progresso - campanha single, esperando um amigo pra fazer as coop
Nota 9/10. Jogo muito foda, melhorou quase tudo em relação ao anterior que já era excelente. Cadê essa equipe da ubi pra fazer um novo.

# 5 - El Shaddai - xbox 360
Progresso - terminei Na dificuldade normal, só libera hard depois de jogar uma vez.
Gostei do jogo, tem umas boss fight mega épicas, mais faltou um sistema de evolução de combos e armas.
Nota 7.5/10 ... Ps. Sou péssimo pra dar notas, tudo pra mim merece nota boa.

# 6 - Dead to Rights retribution - Xbox 360
Não sei se o jogo envelheceu mal ou se é ruim mesmo.
Nota 05/10.

# 7 - Titanfall - Xbox One
Não sou muito chegado em fps online mais esse é top de mais. Joguei umas 60 hs e se não fosse por ele ja teria dado uma adiantada na lista...
Nota 09/10.

# 8 - Lara Croft and the guardian of the light - Xbox 360
Gostei bastante do jogo, pena ser tão curto. Vale a pena conferir.
Nota 7,5/10.

# 9 - Dark Souls 2 scholar of the first sin - Xbox one
Pqp com trabalho, academia, esposa e filha pequena, pra dedicar 75 hs em um jogo ele tem que ser muito bom... E ela é, nossa, que jogo lindo.
Fiz as dlcs antes de ir pro boss final, e que luta foda, que musica foda do boss... Épico de mais
Nota 10/10.

# 10 - Naruto Shippuden - Ultimate ninja storn 4 - PS4
Bom, como eu gosto muito do anime é impossível não gostar do jogo, gráficos e animações muito boas.
Nota (se gosta do anime) 10 meu caso!

# 11- Ninja Gaiden 3 razor s edge - Xbox 360
Gosto muito do gameplay de ninja Garden e essa versão deu uma concertada no que a versão anterior tinha zuado. Ainda fica devendo um pouco em relação ao 2 mais é um bom jogo. Pra que está sentindo falta de hack n slash como eu sinto, Vale a pena tirar o pó da antiga gen e conferir.
Nota 08/10.

# 12 - Quantum Break - Xbox One
Gostei muito do jogo, tem uma boa história e gameplay bem feito também, só acho que poderia ter durado um pouco mais.
Nota 9,5/10.

# 13 - Uncharted 4 - Ps4
Sem muito o que dizer, é um bom jogo mais fiquei com a sensação de que faltou alguma coisa.
Não sou jogador de PC então até aqui tem a parte gráfica mais bonita que já vi
Nota 08/10.

# 14 - Zheroes - Xbox One
atestado de sete dias por causa de pedra no rim, rendeu uma jogatina de uma tarde em coop local.
até que serve pra passar o tempo.
Nota 05/10.

# 15 - Far cry 4 - Xbox one

# 16 - Diablo 3 reaper of souls - Xbox one

# 17 - Dead space 3 - Xbox 360
Sério, não entendo o hate em cima desse jogo.
Achei muito bom
 
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Seladonia

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Primeira entrada:

52º The Void / TENSION
[Janeiro] Jogo arte russo bizarro, só que russo não sabe brincar e ao invés de fazer jogo arte casual que dura 3 horas prefere fazer um bagulho ultra hardcore depressivo de 30 horas e que vai te fazer lutar desesperadamente pra conseguir ver o final.
Nota: Stolichnaya DAVAI DAVAI ZA ZDOROVIE
 

Pate_de_queijo

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Bom, atualizarei com os jogos que já platinei esse ano, dessa vez com o post devidamente formatado!

#1 - Tales of Zestiria - Playstation 4
Data da platina: 01/01/2016
Comentários:
É um bom Tales of, não está no nível dos melhores, como o Destiny ou o Xillia, é equiparável ao Vesperia; Na minha opinião possui uma história bem feita e concisa, gostei dos personagens e o sistema de batalha lembra o Graces, o que é uma coisa muito boa. Mas acho que o jogo deveria ter sidequests mais elaboradas, basicamente todas as sidequests são relacionadas a matar algum monstro de alto nível.

#2 - God of War 3 Remastered - Playstation 4
Data da platina: 03/01/2016
Comentários:
Continua lindo, inclusive melhorado em relação a versão do PS3. Mas essencialmente é o mesmo jogo, e carrega alguns defeitos conhecidos como a falta de um clímax no jogo, depois daquele início maravilhoso contra o Poseidon, e o fato de 3 das 4 armas principais do Kratos serem variaçoes de correntes. Mas ainda é um jogo muito bom,e acho que encerra de forma convincente a trilogia, no que se refere a história.
 

xipister

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#01 Chrono Cross - PS1 (PSP)
Tempo: 45h
Nota: 9,6/10

#02 Chrono Trigger - SNES (PSP)
Tempo: 24h
Nota: 9,5/10

#03 The Last Of Us - PS3
Tempo: 23h
Nota: 10/10

#04 Donkey Kong Country 2 - SNES (PSP)
Tempo: 6~7h
Nota: 8/10

#05 Donkey Kong Country 3 - SNES (PSP)
Tempo: 6h
Nota: 8,5/10

#06 Shadow Of The Colossus - PS3
Tempo: 9h
Nota: 9/10

#07 Metal Gear Solid 4 - PS3
Tempo: 20h
Nota: 9,5/10

#08 Dino Crisis - PS1 (PSP)
Tempo: 6h
Nota: 7/10

#09 Dino Crisis 2 - PS1 (PSP)
Tempo: 5h
Nota: 8/10
 
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kellyleona

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# 1 - Star Wars Batlefront - Xbox One
Tempo jogado - 10 horas (tempo que é EA Access deixa testar)
Nota 6/10 - destaque pro gráfico, lindo.
Não acho que vale o que tá custando

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vitzera

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#01 - Jazzpunk (PC)
Finalizado em:
03/01/16
Tempo total: ~3hs
Progresso: Campanha, e quase* 100% dos achievements (1 deles não tá aparecendo pra mim, mesmo eu tendo feito o necessário... :kgrr)
Nota: 7/10
Comentário: Jazzpunk é um adventure feito por 2 caras, com uma estética low-poly e totalmente focado na comédia. O jogo conta a história do espião Polyblank, que é enviado para diversas missões bizarras numa espécie de anos 50 futurista. Terminar a campanha do jogo é simples e rápido, mas a ideia mesmo é explorar os ambientes que ele te dispões tentando achar o máximo de piadas e referências possíveis, as vezes essas piadas vem em formato de minigames ou sidequests, as vezes vem numa única fala ou numa cena rápida acompanhada de um som de saxofone pra marcar o punchline, mas o que dá pra dizer de todo o humor do jogo é que é daquele tipo BEM galhofa, muito apoiado no non-sense, em trocadilhos (em inglês, é importante conhecer a língua pra apreciar melhor o jogo), e quase sempre fazendo referências a computação ou robótica, então com certeza não é o tipo de humor que vai agradar todo mundo. No meu caso, eu posso dizer que foi agradável a maior parte do tempo. Algumas piadas, como uma envolvendo uma tartaruga na praia ou outra envolvendo um bolo de casamento, arracaram boas risadas aqui. Em outras partes eu só levava as mãos a cabeça e exclamava um "FDP!" como quando aquele seu amigo solta uma piada tão ruim que acaba tendo graça... Enfim, apesar das partes mais "jogáveis" não serem tão funcionais quanto o ideal, o esforço para entregar uma quantidade absurda de um tipo de humor específico, as várias coisas escondidas pelo cenário, a trilha sonora agradável aliada a uma estética bem única me fizeram curtir o rápido tempo desfrutado com Jazzpunk.

 

MalleoBH

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Comecei o ano tentando dar uma diminuída no backlog e arrumando espaço no HD do PS4 também, então comecei com jogos menores. Terminei 3 jogos nesse feriadão:

# 1: Everybody's Gone To The Rapture (PS4)
Tempo:
4 ~5 horas
Terminado em: 01/01/2016
Nota: 6,0
Comentários: Tinha certa expectativa por esse game, mas acabei me decepcionando. Não gostei da história, seu ritmo e como se apresenta. E apesar dos gráficos bonitos, não gosto da Cry Engine nos consoles.

# 2: King's Quest: Chapter 1 (PS4)
Tempo:
5~6 horas
Terminado em: 02/01/2016
Nota: 8,5
Comentários: Esse eu gostei, história bem legal, boa narrativa, personagem principal ótimo, bastante carisma dos personagens secundários, humor, drama... belo adventure!

# 3: Never Alone + DLC Foxtales (PS4)
Tempo:
~ 4 horas
Terminado em: 03/01/2016
Nota: 8,0
Comentários: Game adorável e muito interessante. É um game bem simples, fácil e curto. Um plataforma-puzzle em que se controla dois carismáticos personagens. Conta as crenças, tradições e cultura do povo Iñupiat que vive no Ártico. Bastante poético. E também bastante didático com seus vídeos desbloqueáveis. É um game com valor de produção baixo, e isso fica bem claro na IA fraca do jogo. Mas em co-op local essa situação é contornada.
 

gamermaniacow

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Primeiro do ano, começando bem

Terminei novamente o
Ori and the Blind Forest

Não tem muito o que dizer, GOTY absoluto de 2015. Perfeitinho demais esse jogo :kpaixao

10/10 pq tem limitação
 

kellyleona

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# 2 Forza 5 - Xbox one
Tempo jogado - 80 hs
Nota 8/10

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felipeworm

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Jogos 2016

#01 - Donkey Kong Country (SNES) - 1994
Finalizado em: 04/01/16
Tempo total: 2h21min
Progresso: 49%
Nota: 9 /10

#02 - Ori and the Blind Forest (PC) - 2015
Finalizado em: 09/01/16
Tempo total: 10h53min
Progresso: 88%
Nota: 9,5 /10

#03 - Bloodborne - Run Level 4
Finalizado em: 06/02/16
Tempo total: 56h
Progresso: Todos os chefes do jogo principal (excluindo DLC)
Nota: 9,9 /10

#04 - Super Meat Boy
Finalizado em: 11/02/16
Tempo total: 8h
Progresso: Até o "the end" e rolar os créditos na tela (já vi que abriu coisa nova)
Nota: 9,5 /10
 
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Quakeguy

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Esse ano eu consigo! To participando

01 - Wolfenstein: The New Order (2014) (PC)

Na minha humilde opinião, o jogo da geração até agora. Justamente no gênero mais desgastado da geração passada, Wolfenstein New Order consegue olhar pra trás e fazer certo o que praticamente todos os outros vinham fazendo errado.

O jogo é um win em todos os aspectos. Ele é frenético, com gráficos excelentes, violento e cinematográfico igual os shooters modernos; e ao mesmo tempo trás elementos que sentimos muita falta em FPS como o sangue não-regenerativo, a possibilidade de carregar várias armas (ou mesmo de usar duas ao mesmo tempo), a exploração dos cenários em busca de itens, o uso de perks e a possibilidade de melhorar certos atributos do seu personagem e principalmente a liberdade tanto de tentar o stealth, quanto de tentar um gameplay mais cover (estilo shooters modernos) quanto sair a peito aberto descendo bala em geral, como eram os shooters nos anos 90.

Soma-se isso tudo a história espetacular, com arte caprichada, que tem um setting que dispensa comentários (o mundo que os nazis venceram a guerra), que consegue ser dark, sem nunca ficar deprimido demais porque o jogo tem um humor que corta o downbeat na hora certa. Bons personagens, ótimo som, voice acting e música, e até alguns toques poéticos em um jogo no geral muito bem escrito.

O que afasta esse game de ser uma obra-prima é justamente o toque final de perfeccionismo. A IA dos inimigos é muito simples, algumas fases são fáceis demais; algumas transições na história são muito rápidas e alguns levels podiam ser melhores, como o da Lua, que podia ser mais cinematográfico e te mostrar mais ao invés de te deixar na maior parte do tempo lutando dentro de uma base. Do meio pra frente parece que começaram a apressar as coisas e muitas paradas, até na história, acabam acontecendo de forma abrupta demais.

São coisas que afastam esse game do nível de um Half-Life 2, mas mesmo assim, talvez seja a melhor campanha de um FPS desde Bioshock em 2007 (não levando em consideração Deus Ex HR como FPS). Um jogo badass que torna essa série relevante de novo como nos dias de glória de 1992 ou 2001, to ansioso pra jogar a expansão.

Nota: 9/10
 

Clockwerk

Bam-bam-bam
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#02 - Everybody’s Gone To The Rapture |PS4|

Finalizado em: 03/01/16
Tempo total: ~11h
Progresso: 100% / Platina
Nota: 8/10
Comentário: Eu comprei esse jogo no lançamento, joguei bastante e depois deixei de lado. Hoje recomecei um New Game pra fazer o troféu de ativar todos os elementos da história numa jogada, que era o último que me faltava para a platina.

Eu gosto bastante desse jogo, mesmo sendo bem parado e lento (muuuuito lento). O jogador só anda e interage com as coisas.

O que me prende a Everybody’s Gone To The Rapture é a narrativa com a trilha sonora lindíssima e os visual espetacular. Na parte que começa a chover eu até paro pra ficar olhando a chuva maravilhosa do jogo.

Acho que a The Chinese Room só queria contar uma história. Ao invés de escreverem um livro, fazerem um curta metragem, ou seja lá o que for, eles apenas decidiram levar a história deles para um vídeo game. Curti a proposta, deu pra perceber a preocupação deles com esse trabalho.

Recomendo Everybody’s Gone To The Rapture pra quem quer uma platina fácil ou também goste desses jogos diferentes. Mas essa facilidade dos troféus custa bastante paciência.
Pra quem não curte muito essa lentidão toda e um grande foco na narrativa, não comprem; só quando estiver bemmm baratinho e quiserem arriscar a sorte.
Ame ou odeie! XD

Mesmo assim, recomendo muitíssimo a trilha sonora. É um trabalho lindo! Tem no YouTube e até no Spotify. Ouçam!
 

rjaimesouza1991

Habitué da casa
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Veremos quanto consigo

Começando os trabalhos:

#1: Super Mario Maker - Wii U
- Finalizado o modo 10 Mario Challenge em 03/01/2016
- Tempo: aprox. 40 horas
- Nota: 10/10
 
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SithLord

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Primeiro do ano!!!!Yeah!

#01 - Greening (iOS) - 01/01/16
Comentários: Um jogo bom para passar o tempo. Não consigo definir o tipo do jogo... Mas seu objetivo consiste em destruir asteroides para transformar um planeta inabitável em um planeta cheio de vida vegetal (por isso, verde). Desbloqueei tudo na Library do jogo, precisando terminar ele 30 vezes.

Tempo total: ~20h
Progresso: 100%
Nota: 7/10
 

Reila of Astora

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Jogo 2: Metal Gear Rising: Revegeance [PC] --- 13,6 horas jogadas.



Finalmente fechei esse jogo, tenho ele desde 2014 mas fico enrolando. Ontem comecei um save novo, em uma dificuldade um pouco mais baixa e prossegui suavemente. O jogo é realmente ótimo, é fácil entender porque a Platinum tem tantos fãs.

Metal Gear Rising tem uma história até legal (gosto de algumas ideologias levantadas pelas personagens do jogo, por mais controversas possam ser) para um jogo hack 'n' slash. O gameplay é muito bom mas também muito dificil nas dificuldades normal e acima. No começo nem tanto, mas não acho que seja possível derrotar bosses como Jetstream Sam ou Senator Armstrong sem saber perfeitamente como parry em todos os golpes deles. Para alguns isso pode ser bom, mas eu considero um ponto meio que negativo. Exigir que quem esteja jogando masterize uma mecanica é algo aceitável, mas fazer bosses serem impossíveis de se derrotar sem tal mecânica já é demais. Felizmente existe a dificuldade easy para noobs como eu.

O jogo é lindo, seguem algumas screens que tirei, com spoilers obviamente:


:klol :kops

Por último, a soundtrack do jogo é ridiculamente boa. Escutem essas faixas:



Bom demais, sim ou sem dúvidas?
 

Fade

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Jogo 2: Metal Gear Rising: Revegeance [PC] --- 13,6 horas jogadas.



Finalmente fechei esse jogo, tenho ele desde 2014 mas fico enrolando. Ontem comecei um save novo, em uma dificuldade um pouco mais baixa e prossegui suavemente. O jogo é realmente ótimo, é fácil entender porque a Platinum tem tantos fãs.

Metal Gear Rising tem uma história até legal (gosto de algumas ideologias levantadas pelas personagens do jogo, por mais controversas possam ser) para um jogo hack 'n' slash. O gameplay é muito bom mas também muito dificil nas dificuldades normal e acima. No começo nem tanto, mas não acho que seja possível derrotar bosses como Jetstream Sam ou Senator Armstrong sem saber perfeitamente como parry em todos os golpes deles. Para alguns isso pode ser bom, mas eu considero um ponto meio que negativo. Exigir que quem esteja jogando masterize uma mecanica é algo aceitável, mas fazer bosses serem impossíveis de se derrotar sem tal mecânica já é demais. Felizmente existe a dificuldade easy para noobs como eu.

O jogo é lindo, seguem algumas screens que tirei, com spoilers obviamente:


:klol :kops

Por último, a soundtrack do jogo é ridiculamente boa. Escutem essas faixas:



Bom demais, sim ou sem dúvidas?
Também fechei no easy. Jogar de cara no normal ou hard sem saber os padrões dos bosses deve ser frustrante ao extremo.

A OST é muito boa mesmo, principalmente essa última faixa que você postou, o tema do final boss.

Vou jogar agora os DLCs do Wolf e do Sam (fiquei de cara ao descobrir que ele é brasileiro o__o)
 

Reila of Astora

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Também fechei no easy. Jogar de cara no normal ou hard sem saber os padrões dos bosses deve ser frustrante ao extremo.

A OST é muito boa mesmo, principalmente essa última faixa que você postou, o tema do final boss.

Vou jogar agora os DLCs do Wolf e do Sam (fiquei de cara ao descobrir que ele é brasileiro o__o)
Samuel Rodriguez :D Legal que o cara mais gato do jogo é do Brasil lol

O que tem nos DLC? Joga com Wolf e Sam?

Aliás, esqueci de mencionar, mais as personagens são muito memoráveis. Principalmente Sam, Wolf e Armstrong.
 
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