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Desafio dos 52 jogos em um ano! [2018]

Vaynard

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#49 - Onimusha Warlords - Playstation 2

Nunca dei bola pra franquia, mas esse remaster me fez ter vontade de experimentar. Onimusha 1 é quase um resident evil de samurai, as mecânicas são parecidas, o gameplay tank permanece quase inalterado e até a tela de gore e violência na tela de início.


Onimusha 1 é facilmente um dos grandes clássicos do PS2. Gráficos absurdos, principalmente nas cutscenes, performance sólida e um level design excelente e intuitivo que tem claras inspirações na delegacia de Resident Evil 2 e possui ótimas lutas contra chefes. Samanosuke é um grande personagem, a arte e a trilha sonora também são alto nível.

9/10
 


Vaynard

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#50 - Shin Megami Tensei: Devil Suvivor 2: Record Breaker - Nintendo 3DS

Quase 2 anos após terminar o 1, eu jogo o 2. Que jogo maravilhoso. Embora na minha opinião bem inferior ao 1 em história, ambientação e escolhas, é um grande jogo sem sombra de dúvidas.

O jogo inicialmente se passa em Tokyo, com você e seus amigos na escola descobrindo um app de celular que prevê a morte das pessoas.
Pouco após isso, uma série de desastres começam a acontecer em Tokyo por toda parte e você é um dos que supostamente deveria morrer conforme o video.
Após enfrentar alguns demônios e fazer com que sua morte não se concretizasse, o jogo começa de verdade.

A jogabilidade beira a perfeição. Ele é um strategy grid based, mas ao iniciar a luta, ele entra no mais clássico turnos, agility based. Claro que não é só isso, você tem uma infinidade de skills, habilidades únicas de cada raça, particularidades de cada monstro, fraquezas e resistências e lutas bem difíceis onde ele faz uso dessas habilidades intensamente.

A história é simples mas funcional, o sistema de karma mudou bastante aqui, se posicionando não entre law e chaos e sim entre esquerda e direita e o jogo tem quase 10 finais, de acordo com as suas escolhas. Acabei selecionando a rota neutra pois é a que mais se assemelha com meu modo de pensar.

Record Breaker se trata de um port com melhorias pro 3DS, o jogo original é de DS. Esta versão ainda possui uma segunda campanha, assumindo o final neutro do jogo, ele continua a história. Mas ficará pra outro momento.

9/10
 

Champion

Bam-bam-bam
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#50 - Outland ( PS3)


Progresso: 100%
Jogo muito bom pqp, estava a um bom tempo parado aqui e acabei conseguindo um amigo para fazer o 100% nele e voltei, para mim só faltava este troféu mas como o cara quis jogar tudo joguei tudo novamente e continua show mesmo.

#51 - Jetpack Joyride ( PS3)


Progresso: 100%

Joguinho muito bom e dificil pra caramba foi um excelente desafio.

#52 - OnRush ( PS4)


Progresso: Platina

OnRush, pqp que jogo viciante da porra tá, uma mistura de MotorStorm+Burnout com pitada de Deestruction Derby, foi um jogo extremamente massacrado pela critica, mas pra mim é uma mais gratas surpresas do ano e confesso que se não fosse pela Plus passaria em branco e estaria cometendo uma grande injustiça com o jogo, muitos vão dizer que é repetitivo e realmente é, mas pra mim foi isto que mais me prendeu no jogo, pois não se trata de chegar na frente e sim completar os objetivos dos eventos que consistem em: capturar áreas, atravessar portões e ganhar tempo para acumular mais tempo que a equipe adversaria no final, atingir uma pontuação especifica numa melhor de 5 antes dos adversários, destruir todos os adversários, isto tudo em velocidade frenética podendo escolher veículos diferentes desde motos até Hummers, e o mais engraçado é que o jogo respira troféus online e poderia ter trocentos troféus online e no final não tem nenhum troféu mp, enquanto tem jogos que nem Mp deveriam ter são recheados de troféus online este aqui não tem nenhum e mesmo não gostando de troféus mp senti falta deles neste aqui, mas isto não me impediu de jogar o mp que é muito bom e no final soma xp pra gente, então eu recomendo a todos que ainda não jogaram, é um jogo simples com jogabilidade fácil mas extremamente divertido e viciante.

Bom com isto na minha terceira tentativa consegui completar os 52 jogos no ano:rox
 

Shyn

Bam-bam-bam
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Esse ano vai...


Jogo maravilhoso e extremamente bonito, os cenários são colírio para os olhos. A jogabilidade é muito precisa e rápida, gosto demais de jogos assim. A trilha sonora é fantástica também. A história é super simples, mas é muito cativante e bonita.
Recomendo o jogo para qualquer um e quem curte jogos de plataforma e não jogou ainda, está perdendo uma maravilha.



Apesar da roupa apelativa da personagem principal, o jogo não tem conteúdo sexual ou nudez. Ele é uma mistura de hack n slash e metroidvania bem interessante. Os combos são simples de serem executados e tem uma progressão de dificuldade bem justa. A história é simples, nem boa, nem ruim, mas gostei das artes das cutscenes. É um jogo que eu pensei que fosse menor, mas teve uma duração muito boa e não ficou muito repetitivo, pois tem uma variedade boa de inimigos. Pela pechincha que foi, valeu muito ter jogado.


O que falar do melhor jogo de corrida já lançado? Passei mais de 100h entre a campanha e fazendo alguns eventos online, que são bem divertidos. Gráficos lindos, jogabilidade muito agradável, personalização dos carros bem variada, desafios incríveis, muito conteúdo. Enfim, se curte jogos de corrida, não pode deixar Forza Horizon 4 passar. É simplesmente obrigatório. Um dos melhores do ano, com certeza.


Jogaço. Tive que terminar duas vezes pra ver toda a história, mas gostei muito. Segue a fórmula padrão da série Ys, jogabilidade rápida e desafiadora. Os chefes são simples de entender, muito bom. Quem curte a série Ys não pode perder.


Outro bom jogo da série. Trilha sonora boa, história bacana e a jogabilidade gostosa de sempre. A única reclamação é que não adicionaram vozes na versão PC. Dessa forma, o jogo atualizado na Steam não dá pra fazer o esquema de pegar as vozes do PSP e jogar na pasta do jogo. Tive então que jogar uma versão do GOG pra ter as vozes ingame. Algo tão simples de fazer, não sei porque não incluíram no jogo de uma vez. Enfim, mais uma vez, jogo recomendado!


Um série de jogos de luta que gosto bastante. Tem bons personagens, as lutas são bem rápidas e com efeitos bonitos. Fiquei muito tempo brincando com a criação de personagens, dá pra fazer umas coisas bem malucas, achei bem legal. Geralt ficou bacana como personagem novo também, acabou combinando com a série. Recomendo.


Ah, essa série... Linda né? Vou até parar de ficar escrevendo sobre ela, gostei de todos os jogos. Desafio na medida, trilha sonora boa, jogabilidade viciante, chefes excelentes... Simplesmente, joguem!


Eu adoro testar jogos diferentes, então resolvi dar uma chance pra esse jogo, que acabou me surpreendendo. Comecei a jogar sem esperar muita coisa, mas foi me envolvendo de uma forma bacana. Gostei da forma que a história foi sendo contada, os pontos de vistas dos personagens, até a conclusão final do jogo. O combate tem como melhorar bastante ainda, acho que foi o ponto mais fraco do jogo, mas ainda assim ele é competente, pois tem umas mecânicas interessantes. A arte do jogo ficou ótima. Pelo valor que foi, superou as minhas expectativas. Vale jogar.


Ah, um jogo que dá pra terminar só no stealth, simplesmente adoro. A história é simples, mas interessante. As mecânicas de stealth são divertidas. Andar só nas sombras, matar um inimigo e esconder o corpo do mesmo, senão tocam o alarme, torna o desafio maior e bem mais gratificante. Se não tiver paciência pra stealh puro, dá pra jogarde forma mais agressiva, mas pra mim perder toda a diversão. Recomendo demais, me diverti muito.



Curtinho, praticamente terminei sem pausas. A arte do jogo é boa, poder voar pelo cenário ouvindo uma música relaxante trás uma sensação de tranquilidade muito gostosa. A história me deixou curioso, embra não tenha gostado do final dela... Recomendo que joguem, mas saibam que é bem curtinho, mas quando começarem a voar vão esquecer tudo...


... QUE JOGO ...
Olha, vou te falar, esse foi um dos melhores jogos que tive a oportunidade de jogar esse ano. Sério. A história do jogo é incrível e tocante, misturando um pouco de puzzles e plataforma. A parte dos puzzles são bem simples, nada que faça perder muito tempo para entender e a parte de plataforma não é tão precisa quanto um jogo do desse estilo exige, mas ainda assim, não compromete a experiência de forma significativa... Agora, a história compensa demais, nos deixa curiosos sobre o que de fato aconteceu e com vontade de avançar para ver como tudo irá terminar. O final do jogo é de fazer chorar, simplesmente lindo. Os cenários também são lindos e tornam a experiência magnífica. Quem curte jogos voltados para a história, coloque ele no topo da sua lista aí, vale à pena demais!


Um FPS totalmente descontraído e zueiro, muito divertido. O negócio aqui é simplesmente sair dando tirado pra todo lado, esmagar inimigos, cortá-los ao meio, fazê-los voar pra perto, pra longe... É uma loucura total e quanto mais você faz essas loucuras, mais você melhora o desempenho. O protagonista é malucasso e a risada dele muito sinistra e hilária. É um FPS bem diferente que vale à pena ser jogado com certeza.


Esse jogo termino todo ano, sempre jogando coop com minhas filhas. Já falei dele nos últimos 3 anos, mas só pra garantir, joguem, é diversão garantida.


Terminei esse jogo há anos, perto do lançamento. Resolvi rejogá-lo, pois é bastante divertido, com puzzles legais e humor o tempo todo. É uma das pérolas da VALVE, recomendado para qualquer jogador.


Assim como o Super Mario 3D World, esse é outro jogo que todo ano jogo junto das minhas filhas e termino. Não tem muito o que falar, esse é só o Mario Kart mais divertido e bonito já lançado.


Que jogo agradável, história legalzinha, combate divertido e visual espetacular, lindo mesmo. A trilha sonora também é incrível. O único pecado a meu ver, é o tamanho, por ser um RPG, queria que ele fosse bem maior, mas consegui me deliciar com ele do início ao fim.


O que falar desse jogo infinito, viciante, sugador de almas, viciante, ótimo passatempo, viciante, simplório, viciante? "Perdi" muitas horas nele, pois é um jogo extremamente simples, não precisa ficar lembrando de mil coisas, você vai montando sua fazendo no seu tempo, criando o que quiser... É um ótimo jogo para relaxar.


O jogo é bom, mas mesmo jogando a versão redux, encontrei diversos bugs, que acabaram me deixando chateado. A atmosfera é espetacular, até a respiração do personagem principal chama a atenção em momentos mais tensos. A história é maravilhosa e as descobertas do personagem principal são incríveis, gostei muito. Quero partir pra sequência em breve, antes da chegada do Exodus, só espero não encontrar tantos bugs chatos.


Acho que esse foi disparado o pior jogo que joguei esse ano. Totalmente fraco, jogabilidade horrível, limitadíssimo. Modo história em jogos de luta normalmente é ruim mesmo, mas esse aqui conseguiu superar na ruindade. Não recomendo pra ninguém, nem para os tiozões pra ficarem olhando as personagens semi-nuas.


Outro joguinho de luta super simples, mas esse pelo menos consegue fazer o básico do básico do estilo. Não inova em nada, mas é competente no que se propõe, porém o preço é muito alto, mesmo a versão PC. Só recomendo pegar numa sale Steam bem em conta.


Diversão garantida, mesmo que você não curta jogar online, assim como eu, o modo história dele é bem legal, mas é curtinho, uma pena. Pelo menos o gameplay é ótimo, que é o mais importante num jogo desse tipo. Eu só queria mais conteúdo singleplayer, mas enfim, é um jogo que diverte muito, mas torna-se repetitivo.


Um jogo de luta beeeem diferente. Jogar com os joycons é mega divertido (e cansativo!). O jogo é puro carisma, mas queria modos de jogos mais variados e mais personagens pra escolher. Gostei do grau de personalização do jogo, dá pra escolher 3 tipos de armas para cada mão, por exemplo, e isso dá ao jogo uma certa estratégia. Jogar coop é hilário, recomendo experimentarem.


Primeiramente, no PC o jogo é bem feio. Esquecendo isso, é um bom jogo de luta, mas enrola horrores com a história. Prepare-se pra jogar 1 minuto e ler durante 5, 10, 15, 20 minutos até a próxima luta. Achei que a dosagem disso deixou muito a desejar. Como jogo de luta é um dos melhores 2D, sem dúvida, mas faltou capricho na versão PC, infelizmente.


Isso que é um FPS bem feito. Ambientação ótima, ritmo extremamente frenético, áudio espetacular, sangue, muita matança, sem frescuras. Uma verdadeira pérola nos dias atuais, com gente fresca demais. Até a história é bacana. Um dos melhores FPS dos últimos anos, facilmente. Recomendado para quem é fã e até para quem não curte o gênero.
 

Vaçago

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Esse ano vai...
Descobrir a série Ys foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida gamística nos últimos anos. Aliás a Nihon Falcom tem mais alguns jogos de outras séries dela na Steam e que parecem ser bem legais também, pretendo jogar eles em 2019. Já virou uma das minhas devs favoritas.
 


foxmulderbh

Bam-bam-bam
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#39 Uncharted: Golden Abyss ( Playstation Vita )
Concluído em:
18/12/2018
Duração: 15 Horas
Nota: 9,1/10
 

vitzera

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#39 - Assassin's Creed Freedom Cry (PS4 - 2014)
Terminado em 19/12/2018 - 6 horas


É até ok pra uma experiência mega reduzida do Black Flag, mas a história, apesar de séria e de tocar num tema importante, não causa o impacto necessário. E esse jogo perde muito do charme do original, como opções de personalização e até coisas mais simples como as canções durante a navegação.

O combate e, principalmente, a estrutura de missões envelheceram mal demais. É um jogo bem curto mas cada missão de "siga fulano pra ouvir o que ele fala" parecia durar uma eternidade. Sem contar os vários bugs, com certeza é o jogo que mais deu crash no meu PS4, precisei de uma dose de boa vontade pra seguir em frente.

Nota 5.5
 

Colorado10

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Provavelmente esse será mu último game zerado no ano.



#28 – Shadow of the Tomb Raider
É um jogo muito bom, porém, infelizmente, o jogo não consegue inovar em nada. Na verdade, ele decai em alguns aspectos e melhora outros em relação aos demais jogos da franquia. O jogo tem um ritmo melhor, o enredo melhor, uma trilha sonora melhor e tumbas melhores. Ele até dá uns sustinhos inesperados. Me diverti bastante, mas não é um joga foda. Eu só queria que o jogo fosse menos “craft simulator”.
Nota: 8.
 

Ultima Weapon

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#29 (16/12) – The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Switch, 50hs):
Tecnicamente o melhor jogo que vi, controles e física sublimes. Muito conteúdo, destaco os ótimos puzzles nos templos, fiz só 60 deles e lentamente irei completar os demais caso tenha disposição pra encontrá-los.
A simpática história desse Zelda ganhou um tom dramático com as memórias e dublagem, gostei e queria que houvessem mais cutscenes parecidas e conteúdo post-game nesse aspecto ou pelo menos um final mais refinado.
Pra mim o elemento negativo é que o jogo não te incentiva a combater no world map, não há qualquer sistema de evolução (exceto o aprimoramento de armaduras) e mesmo os inimigos mais poderosos não oferecem recompensas interessantes, então a exploração naquele mundo aberto gigante pra mim limitou-se a escalar, planar e procurar coisas, as vezes ficava cansativo fazer só isso e eu trocava de game.
Nota 9,5
 

Shyn

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Enfim, eu consegui. Achei que seria impossível, mas tive um tempo a mais esse ano e trabalhar 5h por dia somente é uma coisa maravilhosa. Espero que o ano que vem seja tão proveitoso quanto esse, joguei muito, li muito, me diverti muito.


Sem dúvidas, o melhor Smash já lançado. Tem conteúdo de sobra, sejam personagens, cenários, modos de jogo. Tudo aqui é oferecido em abundância. O modo adventure é bem bacana e longo, podendo ser até estressante em algumas fases que são roubadas demais. A trilha sonora é mega caprichada também, tem música para todos os gostos. É um jogo de luta com fator replay quase infinito, pois até testar todos os personagens pelo menos uma vez, você já terá jogado por horas.Uma coisa que pode incomodar alguns, é que no início temos poucos personagens desbloqueados e é preciso passar pelo adventure mode para conseguir o restante. Eu acho isso ótimo, me lembra alguns jogos de luta mais antigos. Não preciso nem falar que é um jogo obrigatório pra quem tem um Switch né? Pois é. Joguem!


Quem curte HQ`s terá uma experiência excelente com o jogo, cheio de referências. Criar um jogo de um dos personagens mais adorados do mundo não é tarefa fácil, mas conseguiram. O jogo é extremamente bonito, possui muita coisa pra fazer (ok, fica repetitivo, mas jogos de mundo aberto tem um pouco desse problema), a história é realmente boa, nada mirabolante, mas muito competente. É inegável que bebeu muito da fonte dos jogos do Batman (que ainda acho melhores que esse), mas o carisma do Homem Aranha consegue tornar o jogo agradável o tempo inteiro. Simplesmente adorei a participação do Jameson, tem umas coisas que ele fala que são hilárias demais. Gostei até das partes stealth do jogo, achei que serviu bem pra dar uma quebrada no ritmo frenético e na repetição. Por falar em ritmo, o arco final do jogo é demais, muito emocionante. Os vilões que aparecem são em boa quantidade, mas poderiam ter ficado mais tempo no jogo. Ficar passeando pela bela cidade é muito prazeroso. Já estou aguardando a continuação, pra ontem.
 
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Ultima Weapon

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#30 (18/12) – Final Fantasy XIV - Patches 4.2~4.45 (PS4, ~25hs):
Nem sei se cabe citar patch de atualização porém como é muito conteúdo (todo o ano de 2018) então achei bom.
Esse ano não renovei a assinatura e fiz todo o conteúdo softcore de maior relevância usando 2 dos períodos de Free Login oferecidos pela Square-Enix. A história principal está em uma crescente, bem dramática após o 4.1 e já prepara-se pra expansão que receberemos em 2019. Muitas vezes não gosto das dungeons normais oferecidas em patches posteriores mas gostei bastante dessas últimas, bosses bastante criativos. As duas raids de 24 jogadores (imagino que uma terceira ainda virá antes da expansão) são ótimas e um deleite para fãs de FFT e FFXII, muito legal voltar a interagir com personagens e cenários desses jogos.
Omega e os primals desse ano eu só fiz uma única vez o softcore (exceto o último tier de Omega normal pois faltou ilvl e só hoje descobri que não encontrei o último primal lançado, Suzaku, faltaria ilvl pra ele também) e então não entendi várias das mecânicas, fica difícil comentar; a luta contra o Kefka em específico achei muito parecida com a contra o EX-Death, bem como o Biakko parece um Susano-o piorado. O crossover com Monster Hunter nos dá uma batalha contra um primal bem diferente do normal e parece que o EX dele é feito em apenas 4 jogadores, curioso.
 

Ultima Weapon

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Combei, jogos finalizando tudo meio junto nessa reta final de ano. =p

#31 (20/12) – Detroit: Become Human (PS4, ~12hs):
Jogo desse ano que mais aguardei porém demorei a começar. O melhor da Quantic Dream, o core da história rivaliza com Heavy Rain e Fahrenheit porém nesse as escolhas são mais impactantes e isso fez bastante diferença. Tive um final satisfatório e hoje mesmo refaço parte do último capítulo pra terminar com todo mundo vivo, então assim que possível farei uma partida completa bem diferente dessa primeira, nesse jogo vale muito a pena.
Gostei muito do trio de personagens, sobretudo Connor, o tema escolhido no geral me envolve bastante, o roteiro é regular e com todos quase todos seus capítulos tendo escolhas instigantes que farão diferença no futuro, dilemas morais são apresentados frequentemente e há bastante tensão. Achei sensacional a decisão no menu após o término do jogo; aliás, melhor menu de jogo da história.
Visualmente muito, muito bonito e com os cenários impressionantes apesar de estreitos. As expressões faciais dos sorrisos ainda não convencem.
Senti falta de maior conexão entre as histórias dos personagens, a rota
da Kara caso não existisse faria diferença alguma pra história central por exemplo, além disso o primeiro encontro entre os protagonistas ocorre tarde e a rota do Markus avança tão rápido que acaba empurrando as demais pro desfecho
.
Uma observação é que a maioria das coisas que dá pra mexer tem alguma relevância pra avançar/modificar a história, isso torna o jogo mais objetivo porém nos tira o prazer de praticar atos fúteis aleatórios como escutar música, morrer de coma alcoólico ou treinar boxe em um mini-game.
Nota 9,5
 

Noct

Habitué da casa
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Esse ano já falhei, muitos acontecimentos ruins... Já espero o tópico de 2019.
 
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Ekto

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#13: Red Dead Redemption 2
Tempo: ~3 semanas

Plataforma: PS4
Nota: 10/10


Simplesmente um dos melhores jogos que já joguei na vida, história envolvente, a ambientação do jogo é sinistra, não lembro qual foi a última vez que tive uma experiência assim com um jogo




#14: Hotline Miami
Tempo: 8 horas

Plataforma: Steam
Nota: 8/10


Eu si divirto com esse jogo, não tinha zrado até então por pura preguiça e baixa tolerância à frustração, umas das trilhas sonoras de jogos que eu mais curto


#15: Batman: Arkham Asylum
Tempo: 11 horas
Plataforma: Steam
Nota: 8/10


Gostei do jogo, achei bem fluido e bom de jogar. É interessante de ver como eles conseguiram deixar o jogo ainda melhor no Arkham City

E assim termino meu 2018, 15 jogos no total
 

Nargwya

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A faculdade entrou em férias no dia 15, desde então to tentando rushar pra ver se termino o desafio a tempo.

Fechei o 40 hoje, faltam 12.

Vai ser corrido, mas ainda dá tempo... to com muita coisa na fila pra jogar e to dando preferência aos jogos mais curtos como jogos de plataformas do Master System, há poucos dias fechei o sensacional Asterix.
 

Colorado10

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A faculdade entrou em férias no dia 15, desde então to tentando rushar pra ver se termino o desafio a tempo.

Fechei o 40 hoje, faltam 12.

Vai ser corrido, mas ainda dá tempo... to com muita coisa na fila pra jogar e to dando preferência aos jogos mais curtos como jogos de plataformas do Master System, há poucos dias fechei o sensacional Asterix.
Caaaaara. Eu tinha esse jogo.
Nunca passe do terceiro chefão que ficava em cima de um tronco boiando na água. Eu não sei o que acontecia, se era um bug, mas eu não conseguia fazer nada nele. Era como se nenhum botão funcionasse. O que você fez?
 

Nargwya

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Caaaaara. Eu tinha esse jogo.
Nunca passe do terceiro chefão que ficava em cima de um tronco boiando na água. Eu não sei o que acontecia, se era um bug, mas eu não conseguia fazer nada nele. Era como se nenhum botão funcionasse. O que você fez?
Não lembro de ter lutado contra um chefe na água. Será que é o mesmo jogo?

Aqui tem um longplay caso queira dá uma olhada:

 

Vaçago

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34 - Street Fighter V



Bem... é Street Fighter. Você dá hadouken, shoryuken, essas coisas. Como jogador casual de jogos de luta que sou, eu só vejo real diferença nos gráficos. Pra mim o melhor ponto do jogo em relação ao anterior é que as personagens estão mais gostosas.
 

Colorado10

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Não lembro de ter lutado contra um chefe na água. Será que é o mesmo jogo?

Aqui tem um longplay caso queira dá uma olhada:

Pois é, realmente são jogos diferentes.
O que eu possuía tinha gráficos até mais simples.
Não me lembro o subtítulo do jogo.
Mas valeu a informação.
 

Aruguren

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#25) Faster Than Light - 25/12/2018
Joguinho do demônio, levei 15 horas pra conseguir virar no fácil. Recomendo demais. 9/10.

Acabou o desafio pra mim.
Mais um fracasso na conta, nem metade.
 

Juicebox

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Ano que vem vou participar. Quero diminuir meu backlog do PC que ta gigante, mesmo estando sem comprar jogos a mais de 1 ano nele.
 

Colorado10

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Então, como não vou conseguir terminar mais nenhum jogo esse ano, segue aqui a minha lista de 2018:

#1 – Mass Effect: Andromeda
Primeiro contato com a franquia. É um bom jogo e tem uma excelente ambientação de ficção científica. O enredo é legal, mas os personagens nem tanto. O jogo tem bons gráficos (depois dos patches) e jogabilidade de combate ótima. Porém o jogo tem muitos defeitos: muita burocracia para jogar e com menu confuso, movimentação do personagem e do carro bem ruins, muitos bugs e crash de missões. É um jogo muito longo, repetitivo e cansativo. Deixei muitas tarefas para trás, pois o jogo parece um simulador de trabalho e deixava de ser divertido.
Nota: 7,5

#2 – Middle-Earth: Shadow of War
Pegou tudo que o primeiro tinha e aumentou, tanto nas partes boas quanto nas ruins. Eu amo Senhor dos Anéis e esse jogo pegou a lore da franquia e esculhambou e, por incrível que pareça, não me incomodou. O game tem uma jogabilidade maravilhosa e com muitas possibilidades de golpes e poderes. No entanto, têm muitos defeitos: gráficos bem defasados, vários mapas diferentes e mal construídos e o jogo é uma bagunça total que parece que não tem objetivo central e nem história. É como se tudo fosse filler ou missão secundária. Extremamente repetitivo, mas o sistema nêmesis deixa tudo ainda interessante e divertido.
Nota: 8

#3 – Assassin’s Creed: Origins

Bela evolução na franquia. Surpreendentemente excelente. O jogo tem bom enredo e personagens, gráficos lindíssimos, trilha sonora perfeita, combate bom e sthealth ótimo, missões secundárias que dá gosto de fazer e ótimo sistema de progressão. De ruim só a trama no presente que continua desnecessária. Pretendo até levar para sala de aula para jogar com os alunos nas minhas aulas sobre Egito Antigo. Um dos melhores jogos dessa geração.
Nota: 10

#4 – The Last Guardian
Seus defeitos como gráficos defasados, câmera ruim e movimentação estranha do garoto não o impedem de ser um jogo maravilhoso. O que me incomodou mesmo foi que eu achei curto e queria jogar mais. A inteligência artificial do Trico é ótima, quem se estressou com ele é porque não entende de animais. Esse game é como se pegassem e misturassem Zelda (dungeons, puzzles), The Last of Us (relacionamento, emoção) e Nintendogs (cuidar dos pets) num jogo só. E que final, senhoras e senhores!
Nota: 9

#5 – Final Fantasy XV
Joguei pela segunda vez e agora com as atualizações que melhoraram o game. É um jogo que não sabe o que quer ser: mundo aberto ou corredor. Seu mundo aberto é bonito, mas horrível e chato de explorar. As sidequests são do pior tipo que um jogo pode ter. Fiz 23 horas de jogo para ficar só na campanha principal. E o enredo? Tinha um potencial para ser épico, mas foi lamentavelmente cortado e mal contado, embora eu tenha adorado a sua proposta.
Nota 7,5

#6 – Watch_Dogs
Joguei a versão de Wii U e hoje, depois de 3 anos, achei os gráficos e desempenho horrorosos. De negativo, além do desempenho, é que o jogo tem uma mira e a dirigibilidade dos carros muito ruins e os comandos do jogo se atrapalham algumas vezes. Esse é um bom jogo e o acho muito injustiçado. A Ubisoft até foi sacana com o marketing mentiroso, mas curti ele. Tem uma trama de vingança muito legal, com boa variedade de missões, boas músicas e boas ideias.
Nota: 8

#7 – The Evil Within 2
Que jogão! Que evolução em relação ao primeiro game! Gráficos e efeitos sonoros muito bons, jogabilidade ótima e um enredo excelente. O jogo mescla momentos lineares com minimundos abertos. Tem menos terror que o primeiro jogo, mas ainda tem uma ótima ambientação com muito gore e alguns jumpscares. Sem dúvidas, é o melhor survival horror que já joguei.
Nota: 10

#8 – God of War III (Remastered)
Embora o jogo esteja bem datado no seu gameplay (combate e esquiva), câmera e movimentação do personagem, suas virtudes se sobressaem. Para começar, o seu enredo, é sensacional embora tenha alguns furos. Eu sou fã da mitologia grega e sou muito chato com as adaptações da mesma na cultura pop. Mas GOW faz uma adaptação primorosa. É como eu costumo imaginar os mitos na minha cabeça. A trilha sonora é excelente e combina com a atmosfera do game. O estilo cinematográfico é muito bem encaixado também. Mal posso esperar pela continuação.
Nota: 9,5

#9 – Fire Emblem Fates: Birthright
Ótimo jogo! Ótima franquia. Tem uma bela trilha sonora, lindas cutscenes em anime, gráficos bons e um enredo simples, porém bem feito. Incrível como o jogo tem coragem de matar personagens importantes da estória. No entanto, algumas pontas ficaram soltas. A minha maior reclamação é que Fates foi dividido em 3 jogos e eu fiquei curioso em saber como seria se tivesse escolhido ficar do lado Nohr e o que acontece no Revelations. Mas me recuso a financiar uma prática mercenária dessas.
Nota: 8,5

#10 – Rayman Legends
Melhor jogo de plataforma 2D da geração. O jogo é muito divertido, bonito, original (com o Gamepad do Wii U), tem ótimos níveis de dificuldade, têm bastante conteúdo, é rápido e preciso e com excelente trilha sonora. Vem com várias fases do game anterior também (Origins). Desculpe Mario e Donkey Kong, mas vocês foram superados.
Nota: 10

#11 – Watch_Dogs 2
Ótimo game. Evoluiu bem em relação ao seu antecessor. Tem belos gráficos, mas não gostei dos efeitos de sombra. Hackear é muito legal e te dá várias opções de mecânicas. Adorei o enredo, mesmo tocando em assuntos importantes que estão presentes na nossa realidade, o jogo ainda mantém um clima leve (não achei isso um defeito como maioria). De defeito mesmo, acho que foi só os velhos problemas de comandos que todo o jogo da Ubisoft tem e acho que faltaram mais missões com os carros.
Nota: 8,5

#12 – God of War
Sem dúvidas, um dos melhores jogos da geração! Gráficos lindíssimos (mas não é o melhor como muitos falam), trilha sonora soberba, gameplay de combate excelente, sidequests bem feitas e um enredo primoroso. O jogo tem falhas como: exploração do ambiente scriptado, mapa muito confuso, poucos chefes, a dublagem brasileira foi mal escalada (é bem feita, mas as vozes do Atreus e do Kratos não combinam), distorção da mitologia nórdica e ainda deixou muitas dúvidas no enredo. No entanto, experiência é tão gratificante que não tem como não amar o jogo.
Nota: 10

#13 – Sleeping Dogs (Definitive Edition)
É um jogo bem legal. Tem um bom enredo, personagens bacanas e missões bem diversificadas até. A trilha sonora podia ser melhor e a jogabilidade de luta é mais ou menos. É horrível dirigir em “mão inglesa”, mas aí não é culpa do jogo (kkkkk).
Nota: 7,5

#14 – Horizon: Zero Dawn
Jogo maravilhoso. Enredo sensacional. Personagem carismática. Gráficos belíssimos. Trilha sonora legal. Gameplay quase primoroso. Sidequests bacanas e não achei tão repetitivo. O jogo tem alguns defeitos como melee sem trava de mira e as escaladas scriptadas que limitava a exploração. Mas nada disso chega a incomodar de verdade. Recomendadíssimo.
Nota: 10

#15 – Shadow of the Colossus (Remake)
Nunca tinha jogado esse game, mas infelizmente já sabia como ele era e qual era o final. Isso acabou prejudicando a minha experiência. Não achei nada demais e me pareceu um tanto superestimado, porém deve ter sido incrível na época do lançamento do original. The Last Guardian é MUITO melhor na minha opinião. Sobre o remake: é lindo graficamente (menos o Wander), ótima trilha sonora, mas muito repetitiva e gostei de ser um jogo focado em matar chefões (tá faltando muito isso hoje em dia). O que eu não gostei é que faltou um pouco mais de enredo e a movimentação ainda é ruim e a da égua é tenebrosa.
Nota: 8

#16 – The Awesome Adventures of Captain Spirit
Jogo curtinho e de graça que serve como uma preparação para Life is Strange 2. O game te dá umas missões de exploração e era isso. Tem uma ótima trilha sonora também. É jogo-filme, mas é bem legal. Por ter me identificado com o molequinho (estava vendo a minha infância enquanto jogava), me emocionei bastante com o final.
Nota: 7

#17 – Metal Gear Solid V: The Phantom Pain
Segunda vez que jogo. O game tem uma jogabilidade primorosa, gráficos bonitos e enredo interessante. Mas o jogo todo é uma bagunça e muito burocrático. Podia ser mais curto, organizado melhor a história e ter tirado aquela base, as missões repetidas e as sidequests inúteis. Essas coisas deixavam o jogo muito chato.
Nota: 8

#18 – Uncharted: The Lost Legacy
Jogão gostoso! Gráficos maravilhosos, personagens carismáticos (porém o vilão ficou devendo), gameplay muito bom, enredo simples, mas tão bem feito que tá melhor do que muita coisa que Hollywood tem feito. Destaque para o minimundo aberto cheio shrines de um capítulo específico. O maior defeito é ter sido curto. Eu queria muito mais.
Nota: 9

#19 – Bloodborne
CONSEGUI!!! Quando comprei esse jogo em 2016 eu acabei desistindo dele após vencer 2 chefes porque não conseguia apender direito as mecânicas de combate. Acabei não gostando. Esse ano resolvi dar uma nova chance ao game e, como num passe de mágica, eu finalmente aprendi a jogar. Matei quase todos chefes principais e secundários de primeira. A sensação de vitória é indescritível. O jogo tem um ótimo estilo gráfico, ótimo level design, ótimo sistema de combate e a mais absurdamente maravilhosa trilha sonora de um game já feito. O único defeito é que o jogo não nos conta a estória direito e isso é um defeito grave para mim.
Nota: 9,5

#20 – The Order: 1886
Jogo bom! As críticas foram cruéis com o game. É um filme interativo e cumpre bem o seu papel. Parece que é proibido existir esse gênero no mundo dos games, o pessoal reclama demais. Tem gráficos bonitos, boa trilha sonora e ótima ambientação. O gunplay dele funciona muito bem, mas as lutas com os lobisomens fora do QTE são toscas. O enredo é muito legal. O grande problema é que é MUITO curto. Dava para desenvolver mais a estória. Eu queria uma sequência.
Nota: 7,5

#21 – Hellblade: Senua’s Sacrifice
Joguei pela segunda vez. Que experiência! Tem uma bela direção de arte, músicas e efeitos sonoros com as vozes excelentes e um gameplay de combate bem competente onde podemos sentir o peso das batidas. Agora o enredo: às vezes o jogo dá um certo clima de terror, às vezes fica bem emocional (senti os olhos marejados em alguns momentos) e te faz entender os sentimentos da Senua. Mitologias nórdicas muito bem contadas também. Os puzzles são meio chatinhos mesmo.
Nota: 10

#22 – Fire Emblem Echoes: Shadows of Valentia
Essa é uma série que curto bastante, porém este título me decepcionou um pouco. O jogo tem um bom enredo, traz dungeons em 3D inéditas e traz dublagens completas pela primeira vez (meio canastronas, mas ainda assim é legal). Eu achei que o triângulo de armas nas batalhas ficou bem piorado, a direção artística é bem inferior aos outros títulos de 3DS e a dificuldade estava meio estranha me deixando completamente perdido para vencer.
Nota: 7,5

#23 – Inside
É um jogo bem legal com um clima tenso e um enredo interpretativo. Possui uma arte simples, mas bonita, uns efeitos sonoros que dão uma sensação de nervosismo e tem uma física bem competente. A única reclamação é que é muito curto.
Nota: 7,5

#24 – Limbo
Muito criativo e tem puzzles excelentes. Porém a falta de um plot de estória, sua arte em preto e branco e o fato de ser muito curto me desanimaram.
Nota: 7,5

#25 – Ultra Street Fighter II: The Final Challengers
Um clássico da minha infância remasterizado. SF II foi o primeiro jogo que joguei na minha vida quando fui numa locadora. E só me deixaram jogar uma luta! Zerei o modo arcade com todos os personagens. Foi divertido e nostálgico, mas é um jogo muito simples para os dias de hoje.
Nota: 7 (na sua época seria 9)

#26 – Super Mario Odyssey
Confesso que, apesar da crítica e do público terem adorado o jogo, eu estava um pouco desconfiado que não ia gostar. Vendo pelo Youtube, o jogo não conseguia me fazer ficar com hype. Agora que eu joguei posso falar: que MARAVILHA! Excelente Mario! Gameplay primoroso, boa trilha sonora, tem a melhor estorinha da franquia e é muito divertido. O que eu não gostei foi que os gráficos dos mundos são muito quadradões para os dias de hoje, poderiam ter caprichado mais. O jogo tem luas demais também. Recém peguei 1/3. O resto vou ir pegando jogando casualmente.
Nota: 9

#27 – Dark Souls III
Comprei a edição completa. A direção de arte, a trilha sonora e o gameplay de combate são excelentes. A sensação de vitória é maravilhosa quando vencemos uma grande dificuldade. No começo estava bastante fácil e passava todos os chefes de primeira, mas depois foi ficando tão difícil que achei que não conseguiria terminar sozinho. Só que tive que grindar para poder upar melhor meu personagem. Não fiz a última DLC porque achei muito chato.
Nota: 9

#28 – Shadow of the Tomb Raider
É um jogo muito bom, porém, infelizmente, o jogo não consegue inovar em nada. Na verdade, ele decai em alguns aspectos e melhora outros em relação aos demais jogos da franquia. O jogo tem um ritmo melhor, o enredo melhor, uma trilha sonora melhor e tumbas melhores. Ele até dá uns sustinhos inesperados. Me diverti bastante, mas não é um joga foda. Eu só queria que o jogo fosse menos “craft simulator”.
Nota: 8.
 

gamermaniacow

Ei mãe, 500 pontos!
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#63 Darksiders III

A mistureba de Darksiders está de volta. É um jogo conflitante com o que tenta entregar, cumprindo bem seu papel, mas ao mesmo tempo não se destacando em absolutamente nada. Recomendo para quem realmente ama os 2 primeiros.

7

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#64 Gris

Que jogo simplesmente incrível. Me fez questionar novamente se games podem ser realmente arte, pois esse claramente entrega um conjunto muito belo em todos os aspectos, e ainda entrega um jogo muito interessante.

9

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#65 Sunset Overdrive

Jogo extremamente divertido e sem sentido. Gostei muito do humor do jogo e como ele tenta ser trash propositalmente. Navegar pela cidade é muito prazeroso e gratificante. Caso raro que me deu vontade de fazer todos os objetivos secundários. Porém na reta final estava começando a ficar bastante cansado do jogo.

8

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#66 Forgotton Anne

Que jogo maravilhoso! Simplesmente lindo em todos os aspectos. Visualmente um espetáculo, história e universo cativantes, ótimos personagens, trilha sonora incrível e puzzles muito interessantes. Um dos melhores do ano, com toda certeza.

9

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Devo encerrar por aqui esse ano, duvido muito conseguir terminar algo até o fim do ano. Esse ano rendeu bastante, nunca joguei tanto, e o backlog só aumenta. :klolz
Ano que vem promete ainda mais.
 

Project Schizoid

Zima Blue
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Eu sempre digo que farei analise dos jogos e desisto, mas vou tentar em 2019, nem que seja só prós e contras. Enfim:

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Jogo 59
Dragon Ball Xenoverse 2
Plataforma: Playstation 4
Dificuldade: -
Tempo de Jogo: 35hrs (?)
Nota: 9

Sinceramente? Eu queria dar 10 para esse jogo, de tanto que ele me surpreendeu e divertiu. Das últimas 48hrs, no mínimo 30 foram jogando, tanto que peguei lvl82 em menos de dois dias. Não joguei online, estou sem Plus. Mas ele ser frustrante e irritante me impediu de fazer isso.

Prós:

1 - Carisma: O jogo faz um ótimo trabalho ao retratar o universo de Dragon Ball. Você realmente sente que faz parte de uma nova saga naquele universo. E assim como ocorre com os personagens, você se motiva a treinar cada vez mais, alcançando novas transformações. Interagir com os personagens também é ótimo. Sempre sonhei com RPG de DBZ.

2 - História: Achei Towa e Mira bem eficientes como vilões, dentro do padrão DB. Muito melhor que Zamasu, por exemplo. Mostrou que o universo de Dragon Ball não precisa se concentrar na turma do Goku para fazer bonito. Todo aquele "meio" de patrulha do tempo torna crivel a existência de players no universo DB. Bom terem focado em Towa, sem perder tempo nas sagas classicas que estamos cansados de vivenciar em todos os jogos.

3 - Conteúdo: Fora online, o jogo tem uma boa durabilidade. Missões primárias, secundárias, especializadas, mestres, as 5 fendas temporais, missões do Kuririn e Yamcha. Não achei o jogo repetitivo, embora eu entenda que muitos possam achar. E é raro um jogo me levar a fazer side quests para upar, por vontade propria.

4 - Customização: 5 raças, várias vestimentas, mas o divertido mesmo é aprender habilidades e criar seu estilo. Eu era uma SSJ3 com Kaioken, vestimentas de deusa da destruição, e habilidades de Bills, Piccolo e Kuririn. Cheguei ao lvl 82. Chegando ao 90, dá pra alcancar o SSJ Blue.

Contras:

1 - Combate pode ser repetitivo e frustrante: Apesar da grande variedade de técnicas, o combate pode ser repetitivo demais para alguns. As lutas são muito semelhantes, e realmente não há algo que diferencie tanto assim um personagem do outro. Mover-se no mapa 3D com muitos jogadores na tela, em meio á bagunça, também incomoda as vezes, com dano recebido da pqp e aliado sem querer fodendo seus combos, ao atacar um oponente que você já está focando. O sistema de usar R1 pra focar é um lixo e pode atrapalhar bastante, ás vezes, te fazendo apanhar de graça. O lance de administrar vigor é uma merda quando enfrentamos mais de um oponente. Ele acaba e você fica uns 20 segundos tomando combo.

2 - Falta de profundidade no enredo: Claro que um jogo de Dragon Ball focado em multiplayer não vai ser um Mass Effect, mas custava desenvolver melhor? Seu personagem aparece DO NADA em vários eventos da historia, salva os heróis e NINGUÉM corre atrás de saber quem ele é? Um Freeza do bem? um Majim? um humano que supera sayajins? um Namek que supera ssj? Outro sobrevivente sayaji? As 5 classes ofereceriam um desenvolvimento um pouquinho melhor, mas todo mundo ignora isso.

3 - Incoerência: Qual a força do nosso personagem, afinal? Parece que um SSJ nosso bate de frente com um Goku Blue. Aí você faz uma missão principal do jogo e bate em Bills, pra logo depois fazer uma missão de mestre de nivel maximo e o Vegeta dizer que você nem é nivel Dodoria. Wut???
Quer dizer que nosso herói nivela com deuses da destruição? Anjos? Talvez com ssj blue?

4 - IA burra DEMAIS. Isso me emputeceu nas últimas 20 side missions e me fez droppar o jogo antes de alcançar a divindade sayajin. Os aliados se tornam inúteis quando a dificuldade aperta. Pode ser Bills e Whis, que vão tomar um cacete de Goten e Trunks. Tem missão de proteger NAPPA CONTRA GOGETA SSJ. Você não pode comandar, mandar recuar
controlar, nada. A IA burra vai pra cima, o cara toma um kamehameha e morre, fazendo você falhar. Tem luta que, ás vezes, é mais jogo lutar sozinho contra 3 do que confiar na IA. Aí você toma porrada de todos os lados e se fode.
 
Ultima Edição:

Vaynard

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#51 - Onimusha 3: Demon Siege - Playstation 2

Onimusha é uma série não tão comprida mas que já mudou muito. O 1 é um survival horror de samurai, enquanto este 3 é um hack'n'slash.

Neste jogo com uma das aberturas mais lendárias da história dos games( onde o orçamento visivelmente terminou na abertura pois não há nenhuma cg durante o jogo inteiro), você controla 2 personagens. Samanosuke, herói do 1 que saiu no 2, retornando no 3, e Jacques(interpretado pelo ator francês Jean Reno).

O jogo se passa em 2 linhas temporais, o Jacques vai pra era Taisho e o Samanosuke vai pros dias atuais em Paris e você alterna entre os 2 o jogo e em raros momentos pela Michelle que tem uma jogabilidade mais simples usando armas de fogo.

A jogabilidade do jogo é muito boa, enfim desta vez utilizando o analógico, que dá uma dinâmica completamente diferente ao jogo e a história segue o mesmo padrão de sempre, desta vez concluindo a saga do Oda Nobunaga.
Tecnicamente o jogo é acima da média, mas me decepcionei um pouco com a trilha sonora e com o level design, enquanto no 1 ele era praticamente um resident evil, aqui virou um hack'n'slash onde você não aproveita o cenário em praticamente nada. Gostei de terem substituído os puzzle idiotas dos baús pra algo que Bioshock viria a copiar alguns anos depois.

9/10

#52 - Street Fighter Zero 2 - Sega Saturn

E enfim, concluindo o desafio, aos 45 minutos do segundo tempo, finalizo com este jogo curto, mas emblemático em uma plataforma emblemática.
SFZ 2(ou SFA na versão americana) me marcou muito por ter jogado na casa de um amigo de infância, amigo este que infelizmente não mantenho mais contato por problemas familiares e soberba do mesmo. Mas me marcou, todavia rs

Sendo uma das minhas franquias favoritas em um dos seus jogos favoritos, SFA é um jogo que na minha opinião beira a perfeição. Artisticamente muito belo, com uma ótima arte em estilo anime, com uma trilha sonora incrivelmente boa, personagens novos sensacionais e uma jogabilidade mais lenta, mais defensiva mas magistralmente executada.

9.5/10


@Ika Jamaica favor me adicionar aos membros que concluíram. Que aliás, em 2017 também concluí o desafio.
 

tortinhas10

É Nintendo ou nada!
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6) Mad Max - 40 horas ou mais- 20/10/2018

Se fosse apenas missão principal e alguns eventos, seria um jogo show de bola. Mas ele tem um mapa poluído igual aos jogos da Ubisoft (tanto que achei que o jogo fosse da Ubi) e tem várias secundárias repetidas, além de ter uns bugs nervosos.

O jogo vale a pena para quem é fã do filme, pois ali passa a sensação de estar mesmo no ambiente. A missão principal é boa, deixa você com medo e com raiva do vilão. Um dos poucos jogos que eu enfrentei o vilão e fiquei com medo dele, é imponente. O final do jogo é espetacular também, fui com sangue nos olhos terminar o jogo.

Ah, o personagem principal é muito bom também.

Nota: 7 se contar as sides. 8 para a missão principal.
 

Labate_C

Bam-bam-bam
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Eu fiquei nos 52 mesmo. Mas concordo que dei uma apelada com Aladin e uns games do Vita curtinhos


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Vaçago

Ei mãe, 500 pontos!
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35 - Castlevania Curse of Darkness



Meu último jogo do ano. Apenas queria relembrar esse crássico da minha adolescência.
Foi um pouco trabalhoso zerar ele dessa vez. O level design é bem fraco, mesmo na época as pessoas já apontavam isso, mas como eu tinha um carinho muito forte por ele eu não reconhecia isso. O pulo é quase inútil nesse jogo, porque você só anda/corre. Não tem plataformas nem nada, apenas corredores e salas. E quando o jogo requer backtracking você tem que andar MUITO, mesmo usando os portais.
Os pontos positivos e que ainda sobrevivem muito bem são a trilha sonora, os combates (principalmente contra os chefes), e acho que os gráficos, com uma ajudinha do emulador, ainda não estão feios.
 

Nargwya

Bam-bam-bam
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Faltam 3 jogos.

Amanhã finalizo 3 que estão em andamento, Mario Kart Wii, Yoshi Island e algum outro aleatório, talvez Harvest Moon (SNES) que to jogando há meses e enrolando u.u
 
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