raffa85
Ei mãe, 500 pontos!
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Ultimamente eu tenho curtido bastante jogar esses jogos de aventura com ênfase em puzzles. Darwin's Paradox e Planet of Lana 2, estão entre meus favoritos desse ano, e Cocoon é outro ótimo título no estilo.
O grande destaque, sem dúvida é a mecânica central. MUITO interessante! A gente joga com uma éspecie de cigarra, que deve transportar nas costas, esferas que contém pequenos poderes. A laranja faz aparecer pontes flutuantes em certos pontos, a verde aciona certos pilares que elevam o personagem, a cinza atira projeteis quando acionada em um local especial, e por aí vai. Só que a grande sacada, é que cada esfera dessa tem um mini-mundo dentro, com temáticas e puzzles distintos. Quando se conecta uma esfera num dispositivo específico, aparece uma piscina com um portal, que permite adentrar esse mundo. Então basicamente, são mundos dentro de outros mundos, que a gente deve usar o poder de cada um pra resolver puzzles e abrir caminhos dentro de outro, enquanto alterna entre eles. E exploraram de maneira bastante criativa e variada essa ideia. Exemplo: Existe um switch dentro do mundo da esfera verde, que precisa ser atingido por um projetil, mas não existe maneira de atirar lá dentro. A solução é abrir o mundo do roxo, trazer a esfera verde pra dentro dele e encaixar num ponto que acomode ela (não se pode largar as esferas no chão) posicionado a frente do outro que acione os projeteis da esfera cinza. Então o cinza vai atirar projeteis, que vão atravessar a esfera do mundo verde. Ambos estando dentro do mundo roxo! Muito legal e desafiante na medida certa (sem puzzles obtusos demais). Tem momentos que vão exigir da nossa massa cinzenta, mas tirando talvez o último puzzle (esse eu procurei ajuda), o restante eu consegui desenrolar, até pq o jogo de forma muito orgânica (sem barreiras ou paredes invisíveis), consegue delimitar muito bem a area de cada puzzle no cenário, pra gente não ficar perdendo tempo a toa procurando soluções mais longe do que o necessário.
E cada mundo teu seu chefe, que lembra muito os de Zelda, onde a gente tem que descobrir como atingir o ponto fraco de cada um. Aliás, Cocoon me deu um pouco essa vibe de ser uma coletânea de dungeons de Zelda, jogados de forma conectada, só que com puzzles mais difíceis.
Enfim, em termos de gameplay, sem queixas! Foi um jogo cozinhado com criatividade, ritmo e duração na medida. Porém, na hora de lançar, acho que esqueceram a narrativa na panela. Não existe uma linha de texto e até aí tudo bem, é possível explicar uma história através do visual, mas o problema é que ela é quase inexistente e tudo é muito vago e aberto a interpretação. E o personagem também não é lá dos mais simpáticos e carismáticos. Falta um pouco mais de contexto para as coisas e uma Glados da vida pra botar fogo aqui e criar um senso de urgência. Felizmente, o gameplay é divertido, desafiador e criativo o suficiente pra sustentar o interesse até o fim, mas faltou esse temperinho a mais pra deixar o jogo mais imersivo, especialmente ter um propósito mais claro. Se não fosse por essa bola fora, provavelmente eu daria uma nota 9.
O grande destaque, sem dúvida é a mecânica central. MUITO interessante! A gente joga com uma éspecie de cigarra, que deve transportar nas costas, esferas que contém pequenos poderes. A laranja faz aparecer pontes flutuantes em certos pontos, a verde aciona certos pilares que elevam o personagem, a cinza atira projeteis quando acionada em um local especial, e por aí vai. Só que a grande sacada, é que cada esfera dessa tem um mini-mundo dentro, com temáticas e puzzles distintos. Quando se conecta uma esfera num dispositivo específico, aparece uma piscina com um portal, que permite adentrar esse mundo. Então basicamente, são mundos dentro de outros mundos, que a gente deve usar o poder de cada um pra resolver puzzles e abrir caminhos dentro de outro, enquanto alterna entre eles. E exploraram de maneira bastante criativa e variada essa ideia. Exemplo: Existe um switch dentro do mundo da esfera verde, que precisa ser atingido por um projetil, mas não existe maneira de atirar lá dentro. A solução é abrir o mundo do roxo, trazer a esfera verde pra dentro dele e encaixar num ponto que acomode ela (não se pode largar as esferas no chão) posicionado a frente do outro que acione os projeteis da esfera cinza. Então o cinza vai atirar projeteis, que vão atravessar a esfera do mundo verde. Ambos estando dentro do mundo roxo! Muito legal e desafiante na medida certa (sem puzzles obtusos demais). Tem momentos que vão exigir da nossa massa cinzenta, mas tirando talvez o último puzzle (esse eu procurei ajuda), o restante eu consegui desenrolar, até pq o jogo de forma muito orgânica (sem barreiras ou paredes invisíveis), consegue delimitar muito bem a area de cada puzzle no cenário, pra gente não ficar perdendo tempo a toa procurando soluções mais longe do que o necessário.
E cada mundo teu seu chefe, que lembra muito os de Zelda, onde a gente tem que descobrir como atingir o ponto fraco de cada um. Aliás, Cocoon me deu um pouco essa vibe de ser uma coletânea de dungeons de Zelda, jogados de forma conectada, só que com puzzles mais difíceis.
Enfim, em termos de gameplay, sem queixas! Foi um jogo cozinhado com criatividade, ritmo e duração na medida. Porém, na hora de lançar, acho que esqueceram a narrativa na panela. Não existe uma linha de texto e até aí tudo bem, é possível explicar uma história através do visual, mas o problema é que ela é quase inexistente e tudo é muito vago e aberto a interpretação. E o personagem também não é lá dos mais simpáticos e carismáticos. Falta um pouco mais de contexto para as coisas e uma Glados da vida pra botar fogo aqui e criar um senso de urgência. Felizmente, o gameplay é divertido, desafiador e criativo o suficiente pra sustentar o interesse até o fim, mas faltou esse temperinho a mais pra deixar o jogo mais imersivo, especialmente ter um propósito mais claro. Se não fosse por essa bola fora, provavelmente eu daria uma nota 9.
NOTA 8
10 - Obra-prima | 9 - Imperdível | 8 - Vale a pena | 7 - Dá pro gasto | 6 - Passável | 5 - Cilada |
Transcende todas as expectativas e quiçá pode ditar um padrão a seguir na industria. Obrigatório! | Experiência surpreendente, ainda que tenha seus deslizes. Altamente recomendado. | Entrega um conjunto notável, satisfatório e que deve agradar. Recomendado. | Não é marcante, mas cumpre com eficiência o papel de entreter. Vale arriscar numa promoção. | Dá pra levar dependendo do gênero e tem coisas boas, mas não empolga muito. | É um pacote de pura mediocridade. Não vale a pena nem gostando do gênero. |
Nº | Título | Data | Plataforma | Tempo Jogado | Nota |
|---|---|---|---|---|---|
01 | Chrono Trigger | 01/01 | SNES | 26 h | 7 |
02 | TOEM | 03/01 | Switch | 4 h | 8 |
03 | Death's Door | 06/01 | Switch | 12 h 40 | 9 |
04 | Gorogoa | 09/01 | Switch | 2 h 30 | 7 |
05 | Super Metroid | 13/01 | Switch Online | 12 h | 8 |
06 | Monument Valley (+ DLC's Forgotten Shore's e Ida's Dream) | 17/01 | Switch | 3h 35 | 8 |
07 | Elebits: The Adventures of Kai and Zero | 22/01 | DS | 12 h | 7 |
08 | Big Hops | 27/01 | Switch | 12 h | 8 |
09 | Is This Seat Taken? | 31/01 | Switch | 10 h 30 | 8 |
10 | Cairn | 05/02 | PS5 | 18 h 25 | 8 |
11 | Gris | 10/02 | Switch | 2h 30 | 6 |
12 | Portal | 24/02 | Switch | 3 h 15 | 9 |
13 | Guacamelee! | 26/02 | Switch | 8 h | 8 |
14 | Öoo | 03/03 | Switch | 3 h 25 | 8 |
15 | Resident Evil Requiem | 07/03 | PS5 | 11 h | 9 |
16 | Minishoot' Adventures | 11/03 | 10 h 20 | 9 | |
17 | Reanimal | 13/03 | 4 h | 7 | |
18 | Planet of Lana | 15/03 | Switch | 4 h 30 | 8 |
19 | Planet of Lana II: Children of the Leaf | 21/03 | 7 h | 9 | |
20 | Klonoa: Door to Phantomile (Phantasy reverie series) | 24/03 | Switch | 4 h 5 | 6 |
21 | Metroid Fusion | 28/03 | Switch Online | 7 h | 7 |
22 | Mark of the Ninja Remastered | 02/04 | Switch | 8 h 10 | 7 |
23 | Darwin's Paradox! | 05/04 | PS5 | 4 h | 9 |
24 | ChainStaff | 10/04 | 8 h 15 | 7 | |
25 | ElecHead | 24/04 | Switch | 4 h 20 | 7 |
26 | Pragmata | 28/04 | PS5 | 14 h 20 | 8 |
27 | Elementallis | 05/05 | Switch | 17 h 35 | 8 |
28 | Mixtape | 08/05 | 2 h 40 | 8 | |
29 | Raider Kid and the Ruby Chest | 10/05 | Steam | 4 h 10 | 8 |
30 | Pepper Grinder | 13/05 | Switch | 3 h 20 | 6 |
31 | Motorslice | 19/05 | PS5 | 9 h 40 | 7 |
32 | My Little Puppy | 30/05 | Switch | 4 h 30 | 8 |
33 | 007 First Light | 04/06 | PS5 | 18 h 50 | 9 |
34 | Yoshi and the Mysterious Book | 09/06 | 10 h | 6 | |
35 | Mina the Hollower | 15/06 | 15 h 50 | 6 | |
36 | The Adventures of Elliot: The Millennium Tales | 21/06 | 14 h 05 | 5 | |
37 | Star Fox | 03/07 | 4 h 30 | 8 | |
38 | Rhythm Heaven Groove | 06/07 | Switch | 8 h 10 | 7 |
39 | The Drifter | 11/07 | 10 h 20 | 8 | |
40 | Denshattack! | 25/07 | 9 h 05 | 9 | |
41 | Lil Gator Game | 27/07 | Switch | 3 h 25 | 6 |
42 | Yoku's Island Express | 29/07 | Switch | 5 h 20 | 8 |
43 | Splatoon Raiders | 01/08 | 12 h 55 | 9 | |
44 | Superliminal | 08/08 | Switch | 3 h 05 | 7 |
45 | Cocoon | 10/08 | Switch | 6 h 15 | 8 |






) e me recuso a jogar esse tipo de jogo, mas sempre achei os personagens interessantes e tinha curiosidade com o gameplay (pq essa tinta pra todo lado me lembrava uma versão com menos carisma do Mario Sunshine).









