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Tópico oficialDiscussão sobre a Série Trails de The Legend of Heroes | Trails Beyond the Horizon, 15/01/2026 | Trails in the Sky 2nd Chapter, Setembro de 2026!
Falcom will host a Trails in the Sky 1st Chapter fan event on May 2, 2026, in Tokyo. Cast appearances and new game information, including details on Trails in the Sky 2nd Chapter, are teased.
noisypixel.net
Additionally, Falcom has confirmed that new information will be revealed on upcoming titles, including Trails in the Sky 2nd Chapter.
Eu sei que estou jogando o Remake (ou Remaster de luxo?) mas é um jogo de 2004 que tem uma pegada muito boa na história, estou gostando MUITO dessa situação de que você é um Bracer Junior e está explorando o mundo, pode parecer repetitivo mas quase que todo jRPG é uma ameaça global e o jardineiro da cidade mais remota precisa salvar tudo... Claro que as vezes você fica ansioso e até fica um pouco entediado porque o ritmo do jogo é meio lento nesse quesito mas é porque é o costume de que a grande maioria dos jogos tudo precisa ser nesse nível de salvar o mundo enquanto a série Trails vai mais nessa linha 'realista' de você estar começando um trabalho, explorando o país onde vive e aprendendo sobre como se tornarem Bracers Seniors, uma história bem mais pé no chão e muito mais crível.
Aliás, existem outros jRPGs que abordam a históra dessa forma mais mundana ?
Eu sei que estou jogando o Remake (ou Remaster de luxo?) mas é um jogo de 2004 que tem uma pegada muito boa na história, estou gostando MUITO dessa situação de que você é um Bracer Junior e está explorando o mundo, pode parecer repetitivo mas quase que todo jRPG é uma ameaça global e o jardineiro da cidade mais remota precisa salvar tudo... Claro que as vezes você fica ansioso e até fica um pouco entediado porque o ritmo do jogo é meio lento nesse quesito mas é porque é o costume de que a grande maioria dos jogos tudo precisa ser nesse nível de salvar o mundo enquanto a série Trails vai mais nessa linha 'realista' de você estar começando um trabalho, explorando o país onde vive e aprendendo sobre como se tornarem Bracers Seniors, uma história bem mais pé no chão e muito mais crível.
Aliás, existem outros jRPGs que abordam a históra dessa forma mais mundana ?
Essa forma de evolução do personagem faz muito sentido. Não tem essa de te incumbirem de fazer missão super complexa já de início só pq vc "tá na capa do jogo". Tem q ir ralando e aos poucos a coisa vai pegando forma, ganhando mais complexidade.
Zerei ontem o Zero e ainda não deu pra entender a preferencia desse arco pela maioria das pessoas, talvez no Azure o negocio desenvolva muito mais, por enquanto pra mim tá Sky > Zero > Cold Steel, vou dar um intervalo grande antes de partir pro Azure.
Zerei ontem o Zero e ainda não deu pra entender a preferencia desse arco pela maioria das pessoas, talvez no Azure o negocio desenvolva muito mais, por enquanto pra mim tá Sky > Zero > Cold Steel, vou dar um intervalo grande antes de partir pro Azure.
Zerei ontem o Zero e ainda não deu pra entender a preferencia desse arco pela maioria das pessoas, talvez no Azure o negocio desenvolva muito mais, por enquanto pra mim tá Sky > Zero > Cold Steel, vou dar um intervalo grande antes de partir pro Azure.
Azure é meu preferido da série tb, o zero é o primeiro do arco, jogos primeiros de cada arco servem mais pra contextualizar primeiro na nova região, conhecer os novos personagens....mas depois q já está tudo setado, fica melhor, assim como foi o SC
Meu Review do The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel III que coloquei no Discord
Dev: Nihon Falcom
Gênero: JRPG
Ano: 2017
Dificuldade: Normal
Troféus: 19/53
Tempo total: 106h
Nota: 9.5
Cold Steel III é a continuação direta da saga Erebonia e já começa assumindo que o mundo mudou bastante desde o jogo anterior.
Parte desses acontecimentos é mostrada no anime The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel – Northern War, mas o próprio jogo contextualiza bem por meio de diálogos e cutscenes.
Dessa vez acompanhamos Rean Schwarzer um ano depois, agora como herói nacional e instrutor da nova Classe VII na filial da Thors.
Essa mudança de papel dá um ar mais maduro para a narrativa, trocando a perspectiva de aluno para professor, o que traz um peso emocional maior às decisões e responsabilidades dele.
No começo a nova turma pode não causar a mesma conexão imediata do elenco antigo, mas conforme a história avança os personagens crescem muito, ganham profundidade e acabam conquistando fácil.
O ritmo segue o padrão clássico da série: uma primeira metade mais tranquila, quase slice of life, focada em construção de mundo, e uma segunda metade que escala a tensão política e entrega várias revelações.
Quando engrena, a trama fica intensa e culmina em um dos finais mais impactantes da franquia, daqueles que praticamente obrigam você a começar o próximo jogo na mesma hora.
Tecnicamente, a nova engine deixou o visual mais bonito e fluido, mesmo com alguns modelos estranhos aqui e ali.
A trilha sonora continua excelente como sempre, elevando cada momento importante, e o combate está mais ágil e divertido, embora o sistema de Break e as Brave Orders deixem o jogo um pouco fácil demais em certos momentos.
No geral, é um JRPG enorme, cheio de desenvolvimento de personagens e construção política, funcionando como a grande preparação para o clímax da saga.
Pra mim, entrou fácil no meu top da série, só atrás de The Legend of Heroes: Trails in the Sky SC e The Legend of Heroes: Trails to Azure.
Hoje mesmo já começo o 4. Então mês que vem devo já ter terminado pelo menos os 4 jogos do CS
Meu Review do The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel III que coloquei no Discord
Dev: Nihon Falcom
Gênero: JRPG
Ano: 2017
Dificuldade: Normal
Troféus: 19/53
Tempo total: 106h
Nota: 9.5
Cold Steel III é a continuação direta da saga Erebonia e já começa assumindo que o mundo mudou bastante desde o jogo anterior.
Parte desses acontecimentos é mostrada no anime The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel – Northern War, mas o próprio jogo contextualiza bem por meio de diálogos e cutscenes.
Dessa vez acompanhamos Rean Schwarzer um ano depois, agora como herói nacional e instrutor da nova Classe VII na filial da Thors.
Essa mudança de papel dá um ar mais maduro para a narrativa, trocando a perspectiva de aluno para professor, o que traz um peso emocional maior às decisões e responsabilidades dele.
No começo a nova turma pode não causar a mesma conexão imediata do elenco antigo, mas conforme a história avança os personagens crescem muito, ganham profundidade e acabam conquistando fácil.
O ritmo segue o padrão clássico da série: uma primeira metade mais tranquila, quase slice of life, focada em construção de mundo, e uma segunda metade que escala a tensão política e entrega várias revelações.
Quando engrena, a trama fica intensa e culmina em um dos finais mais impactantes da franquia, daqueles que praticamente obrigam você a começar o próximo jogo na mesma hora.
Tecnicamente, a nova engine deixou o visual mais bonito e fluido, mesmo com alguns modelos estranhos aqui e ali.
A trilha sonora continua excelente como sempre, elevando cada momento importante, e o combate está mais ágil e divertido, embora o sistema de Break e as Brave Orders deixem o jogo um pouco fácil demais em certos momentos.
No geral, é um JRPG enorme, cheio de desenvolvimento de personagens e construção política, funcionando como a grande preparação para o clímax da saga.
Pra mim, entrou fácil no meu top da série, só atrás de The Legend of Heroes: Trails in the Sky SC e The Legend of Heroes: Trails to Azure.
Hoje mesmo já começo o 4. Então mês que vem devo já ter terminado pelo menos os 4 jogos do CS
Queria conseguir engatar jogos do mesmo gênero de forma seguida sem enjoar, pretendo quebrar esse paradigma jogando todos os Resident Evil mas não sei se consigo.
Queria conseguir engatar jogos do mesmo gênero de forma seguida sem enjoar, pretendo quebrar esse paradigma jogando todos os Resident Evil mas não sei se consigo.
Esse caso é a parte. Funciona muito bem jogar os Trails em Parzinhos. No Caso, tinha jogado Zero e Azure foi muito boa a experiencia, mesma coisa com FC e SC.
Como sei que você tá jogando o FC Remake vai ficar putasso no final e vai entender meu ponto de vista kkk
O próximo que seria o Reverie, vou jogar só lá no meio do Ano. Depois do IV devo ir para Resident, Nioh ou mesmo o Crisom Desert que vai mudar bem o estilo de jogo e ainda tem um Hades 2 no meio do caminho kkk
Eu demorei bem para continuar a saga do Cold Steell.
Esse caso é a parte. Funciona muito bem jogar os Trails em Parzinhos. No Caso, tinha jogado Zero e Azure foi muito boa a experiencia, mesma coisa com FC e SC.
Como sei que você tá jogando o FC Remake vai ficar putasso no final e vai entender meu ponto de vista kkk
O próximo que seria o Reverie, vou jogar só lá no meio do Ano. Depois do IV devo ir para Resident, Nioh ou mesmo o Crisom Desert que vai mudar bem o estilo de jogo e ainda tem um Hades 2 no meio do caminho kkk
Eu demorei bem para continuar a saga do Cold Steell.
Eu engatei um no outro desde o Zero (final de 2024) e tem sido uma experiência bem legal. No momento estou no Daybreak, mas não no mesmo ritmo que os anteriores, em que praticamente todos os dias eu jogava alguma coisa. Chegarei no Beyond Horizon ainda este ano, mas sem pressa. Até porque eu gosto de conversar com todos os NPCs e acredito que jogar Trails só fazendo a main quest torna ele um JRPG qualquer, sem o seu principal atrativo que é o world building detalhado.
Nunca joguei a série.
Se eu quisesse iniciar, me recomendariam começar pelo The Legend of Heroes: Trails in the Sky ou o remake Trails in the Sky 1st Chapter? Ou ainda outro da série? Não tenho planejado de jogar todos.
Eu engatei um no outro desde o Zero (final de 2024) e tem sido uma experiência bem legal. No momento estou no Daybreak, mas não no mesmo ritmo que os anteriores, em que praticamente todos os dias eu jogava alguma coisa. Chegarei no Beyond Horizon ainda este ano, mas sem pressa. Até porque eu gosto de conversar com todos os NPCs e acredito que jogar Trails só fazendo a main quest torna ele um JRPG qualquer, sem o seu principal atrativo que é o world building detalhado.
Eu engatei um no outro desde o Zero (final de 2024) e tem sido uma experiência bem legal. No momento estou no Daybreak, mas não no mesmo ritmo que os anteriores, em que praticamente todos os dias eu jogava alguma coisa. Chegarei no Beyond Horizon ainda este ano, mas sem pressa. Até porque eu gosto de conversar com todos os NPCs e acredito que jogar Trails só fazendo a main quest torna ele um JRPG qualquer, sem o seu principal atrativo que é o world building detalhado.
O World Buiilding do jogo é muito bom. É até engraçado, pois a primeira vez que tentei foi no Cold Steell e não tinha curtido incialmente. Deixei para lá, anos depois fui tentar o FC e curti bastante e com o Final FDP já fui direto para o Segundo que considero um dos melhores.
Demorou um tempo e depois entrei no 3RD que tem um esquema bem diferente dos anteriores, porém as historias e o complemento do segundo e primeiro jogo foram excepcionais.
Depois peguei uma promo do Zero/Azure e todos os CS.
Zero e Azure que para mim é o melhor Trails até agora foram muito marcantes.
CS 1 e 2 joguei nesse esquema e ainda vi o anime (Que é bem ruimzinho na Verdade) que é o período entre o 3 e o 2.
CS 3 tem o melhor e mais impactante final da série e podemos considerar um Game of Thronnes dos JRPG ? rs
CS4 já começou muito bom, acho que vou embalar no carnaval mesmo.
Mas depois vou dar um tempo na série. Porque vai faltar apenas o Reverie e DayBreak 1 e 2, o Beyond quero esperar sair a continuação. Não rola jogar e ficar no cliffhanger kkk
Nunca joguei a série.
Se eu quisesse iniciar, me recomendariam começar pelo The Legend of Heroes: Trails in the Sky ou o remake Trails in the Sky 1st Chapter? Ou ainda outro da série? Não tenho planejado de jogar todos.
É melhor começar pelo remake. Pelo que joguei da demo e pelo que já vi de comentários, ele é totalmente fiel ao original, com gameplay atualizado e com gráficos melhores que o Trails mais recente.
Nunca joguei a série.
Se eu quisesse iniciar, me recomendariam começar pelo The Legend of Heroes: Trails in the Sky ou o remake Trails in the Sky 1st Chapter? Ou ainda outro da série? Não tenho planejado de jogar todos.
Somente por um desses 2, mas como tá tendo remake, vai por ele pq o segundo já sai em setembro...o remake é exatamente o msm jogo, com a diferença q é mais bonito e o sistema de batalha é híbrido, tem adição de algumas side quests novas, mas tudo da história é exatamente igual
Nunca joguei a série.
Se eu quisesse iniciar, me recomendariam começar pelo The Legend of Heroes: Trails in the Sky ou o remake Trails in the Sky 1st Chapter? Ou ainda outro da série? Não tenho planejado de jogar todos.
também estou jogando o remake, e acho importante destacar como o mapa de Liberl foi muito bem desenhado, incluindo não somente as vilas e cidades, mas também as estradas e as transições entre as 5 regiões do reino. Existe uma certa coesão que faltou nos jogos de Erebonia e Calvard, onde a impressão que passa é a de termos acesso apenas a fatias específicas do mapa, que infelizmente não se completam de fato.
eu sacrificaria gráficos e fanservice, entre outras coisas, por essa coesão.
também estou jogando o remake, e acho importante destacar como o mapa de Liberl foi muito bem desenhado, incluindo não somente as vilas e cidades, mas também as estradas e as transições entre as 5 regiões do reino. Existe uma certa coesão que faltou nos jogos de Erebonia e Calvard, onde a impressão que passa é a de termos acesso apenas a fatias específicas do mapa, que infelizmente não se completam de fato.
eu sacrificaria gráficos e fanservice, entre outras coisas, por essa coesão.
Exatamente, vc sente q é um grande mapa todo conectado, sem loadings...Enquanto nos outros, sempre tem akela viagem de trem, de carro, q vai mostrando o desenho mapa e eles indo até o local...mas acho q tb seria complicado dado o tamanho imenso de Erebonia e Calvard né hehe...
Liberl é minúscula comparado a Erebonia e Calvard...Crossbell então nem se fala, mas seria legal msm...
É melhor começar pelo remake. Pelo que joguei da demo e pelo que já vi de comentários, ele é totalmente fiel ao original, com gameplay atualizado e com gráficos melhores que o Trails mais recente.
Somente por um desses 2, mas como tá tendo remake, vai por ele pq o segundo já sai em setembro...o remake é exatamente o msm jogo, com a diferença q é mais bonito e o sistema de batalha é híbrido, tem adição de algumas side quests novas, mas tudo da história é exatamente igual
Temos uma resposta bem clara então. Obrigado, senhores!
Estava inclinado a começar o remake, mas aí tava olhando os gráficos do original, naquele espírito meio Ragnarok e Ys e bateu a dúvida.
Aguardar uma promoção e comprar o bicho.
Temos uma resposta bem clara então. Obrigado, senhores!
Estava inclinado a começar o remake, mas aí tava olhando os gráficos do original, naquele espírito meio Ragnarok e Ys e bateu a dúvida.
Aguardar uma promoção e comprar o bicho.
Pois é, eu gosto bastante de gráficos assim. Queria até que mais jogos tivessem embarcado nessa janela de 2d + 3d no estilo Ragnarok/Ys VI. Mas esse remake está muito atrativo.
Pra falar a verdade, eu joguei muito pouco do original uma vez, mas acabei largando porque me bateu um desânimo na época em saber que não ia ter o tempo suficiente para jogar direito.
Pois é, eu gosto bastante de gráficos assim. Queria até que mais jogos tivessem embarcado nessa janela de 2d + 3d no estilo Ragnarok/Ys VI. Mas esse remake está muito atrativo.
Pra falar a verdade, eu joguei muito pouco do original uma vez, mas acabei largando porque me bateu um desânimo na época em saber que não ia ter o tempo suficiente para jogar direito.
Ia comentar isso, esses gráficos tem seu charme mas confesso que fica um pouco difícil entender um pouco os designs dos monstros na versão original, sem falar na dimensão deles, são muito maiores no Remake, mas o principal para mim são as melhorias de QoL como o sistema de batalha híbrido e a viagem rápida (acho que não tem no original).
Nihon Falcom sees 670% profit growth following Trails in the Sky 1st Chapter, but remains conservative for full year due to difficulty of predicting Kyoto Xanadu sales figures
In the first quarter of the fiscal year, Nihon Falcom saw large-scale growth in both revenue and profit, attributed largely to Trails in the Sky 1st Chapter.
In the first quarter of the fiscal year, Nihon Falcom saw large-scale growth in both revenue and profit, attributed largely to Trails in the Sky 1st Chapter.
automaton-media.com
Não sei qual a fonte disso aki, mas apareceu pra mim hj hahaha
Nihon Falcom sees 670% profit growth following Trails in the Sky 1st Chapter, but remains conservative for full year due to difficulty of predicting Kyoto Xanadu sales figures
In the first quarter of the fiscal year, Nihon Falcom saw large-scale growth in both revenue and profit, attributed largely to Trails in the Sky 1st Chapter.
In the first quarter of the fiscal year, Nihon Falcom saw large-scale growth in both revenue and profit, attributed largely to Trails in the Sky 1st Chapter.
automaton-media.com
Não sei qual a fonte disso aki, mas apareceu pra mim hj hahaha
Agora que estou no computador consigo escrever melhor sobre o jogo, primeiro farei algumas considerações e depois falarei sobre o jogo no geral com spoilers.
Pontos positivos :
- Gráficos simples mas eficientes, a Nihon Falcom acerta demais ao não tentar fazer um jogo com gráficos muito avançados para torná-lo caro de produzir mas consegue trazer um charme bem legal com uma boa mistura de celshaded nos personagens com gráficos 3D dos cenários, eu diria que é um jogo muito bonito mas não duvidaria rodar até no PS3 em 720p@30ps.
- Sistema de batalha MUITO divertido com 2 métodos com um modo ativo e outro de turnos, o modo ativo ao meu ver poderia ter uma pegada mais Ys e ter algumas skills, o pouco que o jogo apresenta eu achei bem limitado, já o modo de turnos é muito dinâmico, ter EP(MP) e CP(SP) te permite ficar gastando skills o tempo todo sem ficar dando ataque básico simples, ousaria dizer que só 1% das vezes tive que usar ataque básico.
- História pé no chão, já falei aqui e repito, não é nada demais mas já é um diferencial suficiente o fato dos protagonistas serem meros jovens fazendo o básico e apesar da situação ir escalando ao longo do jogo NADA do que acontece ali passa a impressão que "o mundo precisa ser salvo", personagens absurdamente carismáticos e divertidos, até os personagens que foram feitos para serem odiados fazem um bom trabalho.
Pontos negativos :
- O que menos gostei no jogo foi que em alguns momentos só parte do diálogo tem dublagem, achei zoado o Personagem X falar com voz e o Y responder só em texto.
- O sistema de batalha ativo é muito limitado e fraco, eu basicamente batia até stunar para ter a vantagem inicial porque nem compensava ficar só batendo, podia ter uma ou outra skill e também do meio para o fim do jogo mesmo você estando 5 lvls acima e batendo o dobro ainda demorava a matar alguns inimigos.
Gostei muito do jogo e já era, a série me pegou, não estou absurdamente empolgado a jogar o segundo capítulo (até porque tenho FC,SC,3rd, CS1~4 na Steam) e espero tranquilamente até Setembro mas com toda a certeza eu vou colecionar essa série esperar muito que pelo menos os 3 primeiros capítulos saiam nesse formato porque todo o resto da pra jogar em outras plataformas.
Agora vou falar do jogo no geral, colocarei em spoiler pois falarei abertamente do jogo como um todo.
Estelle e Joshua são ótimos protagonistas mas logo de cara achei bem b*sta o lance romântico entre eles, por mim podia ser amor de irmão mesmo, a evolução dela é muito legal e o Joshua é aquele personagem enigmático típico japoronga que não me pega e a revelação no final não me surpreendeu também, aliás apesar de eu ter gostado muito do jogo e dos personagens eu não fui pego de surpresa com nada porque mesmo não manjando nada da série eu tenho quase 40 anos então é difícil algo acontecer e eu não ter visto isso em algum outro lugar ou mídia, o fato do jogo ir colocando mistérios ao longo dos capítulos é bem interessante para instigar a curiosidade em volta dos personagens e no decorrer da história mas algumas coisas ficaram muito óbvias, pra mim inclusive o Cassius Bright foi inspirado no Kenshin do Rurouni Kenshin, o fodão que perdeu alguém que amava e decidiu abrir mão de tudo, até a troca da espada pelo bastão parece ser inspirado na troca da Katana pela Sakabatou, o Colonel Richard também não enganou ninguém, logo que ele apareceu eu já sabia que tinha alguma coisa por trás mas o Professor Alba era gritante, o Joshua é a LATA dele eu até achei que era o pai do Joshua e não que ele era um experimento, ele abre os olhos e é a mesma cor de olho e o cabelo idêntico, ali pra mim foi um indício forte demais, além de outras coisas menores.
Gostei demais da estrutura de você jogar com poucos personagens, um em cada capítulo e ir aprendendo mais deles para só no final se juntarem, assim você aprende a jogar com esses personagens e o jogo consegue focar na história de cada um, melhor que sair recrutando personagens a esmo.
Outra coisa que gostei é que fica claro que é um jogo que foi criado para ser uma série ENORME, logo de cara já se fala do império, de Calvard, que Liberl é um país pequeno perto do mundo... Então tudo ali desde o início já deixa nítido que tem muito conteúdo e muitas histórias para serem contadas.
O final do jogo é bom e instiga, um monte de coisa é jogada "Society", "Seven Anguis","Ouroboros","Karin","Laurence" tudo fica ali jogado de propósito já preparando terreno para o próximo jogo.
Achei o chefe final bem meia bomba e quebra-clima, apesar de ter curtido a dungeon e o que representa ali para o mundo, eu curto esse esquema de civilização antiga super avançada, só acho que o chefe final poderia ter sido um conflito mais legal, tipo Estelle e Joshua vs Colonel Richard, inclusive a batalha da Schera, Kloe e Estelle contra o Laurence muito mais legal.
Se eu tivesse jogado esse jogo lá no PSP certeza que hoje eu teria essa série como uma das favoritas, só não acelero para jogar os outros jogos porque me conheço, então um jogo desses por ano pra mim é o suficiente, jogar com calma e aproveitar o que o jogo pode me oferecer, level 65h para zerar e digo que as primeiras 20h eu curti muito, as 20h seguintes cansei um pouco mas as últimas 20h foram muito boas, a parte de Grancel foi muito foda.
Acho que é isso, se lembrar de mais alguma coisa comento por aqui.
Agora que estou no computador consigo escrever melhor sobre o jogo, primeiro farei algumas considerações e depois falarei sobre o jogo no geral com spoilers.
Pontos positivos :
- Gráficos simples mas eficientes, a Nihon Falcom acerta demais ao não tentar fazer um jogo com gráficos muito avançados para torná-lo caro de produzir mas consegue trazer um charme bem legal com uma boa mistura de celshaded nos personagens com gráficos 3D dos cenários, eu diria que é um jogo muito bonito mas não duvidaria rodar até no PS3 em 720p@30ps.
- Sistema de batalha MUITO divertido com 2 métodos com um modo ativo e outro de turnos, o modo ativo ao meu ver poderia ter uma pegada mais Ys e ter algumas skills, o pouco que o jogo apresenta eu achei bem limitado, já o modo de turnos é muito dinâmico, ter EP(MP) e CP(SP) te permite ficar gastando skills o tempo todo sem ficar dando ataque básico simples, ousaria dizer que só 1% das vezes tive que usar ataque básico.
- História pé no chão, já falei aqui e repito, não é nada demais mas já é um diferencial suficiente o fato dos protagonistas serem meros jovens fazendo o básico e apesar da situação ir escalando ao longo do jogo NADA do que acontece ali passa a impressão que "o mundo precisa ser salvo", personagens absurdamente carismáticos e divertidos, até os personagens que foram feitos para serem odiados fazem um bom trabalho.
Pontos negativos :
- O que menos gostei no jogo foi que em alguns momentos só parte do diálogo tem dublagem, achei zoado o Personagem X falar com voz e o Y responder só em texto.
- O sistema de batalha ativo é muito limitado e fraco, eu basicamente batia até stunar para ter a vantagem inicial porque nem compensava ficar só batendo, podia ter uma ou outra skill e também do meio para o fim do jogo mesmo você estando 5 lvls acima e batendo o dobro ainda demorava a matar alguns inimigos.
Gostei muito do jogo e já era, a série me pegou, não estou absurdamente empolgado a jogar o segundo capítulo (até porque tenho FC,SC,3rd, CS1~4 na Steam) e espero tranquilamente até Setembro mas com toda a certeza eu vou colecionar essa série esperar muito que pelo menos os 3 primeiros capítulos saiam nesse formato porque todo o resto da pra jogar em outras plataformas.
Agora vou falar do jogo no geral, colocarei em spoiler pois falarei abertamente do jogo como um todo.
Estelle e Joshua são ótimos protagonistas mas logo de cara achei bem b*sta o lance romântico entre eles, por mim podia ser amor de irmão mesmo, a evolução dela é muito legal e o Joshua é aquele personagem enigmático típico japoronga que não me pega e a revelação no final não me surpreendeu também, aliás apesar de eu ter gostado muito do jogo e dos personagens eu não fui pego de surpresa com nada porque mesmo não manjando nada da série eu tenho quase 40 anos então é difícil algo acontecer e eu não ter visto isso em algum outro lugar ou mídia, o fato do jogo ir colocando mistérios ao longo dos capítulos é bem interessante para instigar a curiosidade em volta dos personagens e no decorrer da história mas algumas coisas ficaram muito óbvias, pra mim inclusive o Cassius Bright foi inspirado no Kenshin do Rurouni Kenshin, o fodão que perdeu alguém que amava e decidiu abrir mão de tudo, até a troca da espada pelo bastão parece ser inspirado na troca da Katana pela Sakabatou, o Colonel Richard também não enganou ninguém, logo que ele apareceu eu já sabia que tinha alguma coisa por trás mas o Professor Alba era gritante, o Joshua é a LATA dele eu até achei que era o pai do Joshua e não que ele era um experimento, ele abre os olhos e é a mesma cor de olho e o cabelo idêntico, ali pra mim foi um indício forte demais, além de outras coisas menores.
Gostei demais da estrutura de você jogar com poucos personagens, um em cada capítulo e ir aprendendo mais deles para só no final se juntarem, assim você aprende a jogar com esses personagens e o jogo consegue focar na história de cada um, melhor que sair recrutando personagens a esmo.
Outra coisa que gostei é que fica claro que é um jogo que foi criado para ser uma série ENORME, logo de cara já se fala do império, de Calvard, que Liberl é um país pequeno perto do mundo... Então tudo ali desde o início já deixa nítido que tem muito conteúdo e muitas histórias para serem contadas.
O final do jogo é bom e instiga, um monte de coisa é jogada "Society", "Seven Anguis","Ouroboros","Karin","Laurence" tudo fica ali jogado de propósito já preparando terreno para o próximo jogo.
Achei o chefe final bem meia bomba e quebra-clima, apesar de ter curtido a dungeon e o que representa ali para o mundo, eu curto esse esquema de civilização antiga super avançada, só acho que o chefe final poderia ter sido um conflito mais legal, tipo Estelle e Joshua vs Colonel Richard, inclusive a batalha da Schera, Kloe e Estelle contra o Laurence muito mais legal.
Se eu tivesse jogado esse jogo lá no PSP certeza que hoje eu teria essa série como uma das favoritas, só não acelero para jogar os outros jogos porque me conheço, então um jogo desses por ano pra mim é o suficiente, jogar com calma e aproveitar o que o jogo pode me oferecer, level 65h para zerar e digo que as primeiras 20h eu curti muito, as 20h seguintes cansei um pouco mas as últimas 20h foram muito boas, a parte de Grancel foi muito foda.
Acho que é isso, se lembrar de mais alguma coisa comento por aqui.
Boa, excelente análise! Essa parte da dublagem é complicado, até msm nos jogos q começaram a ter (a partir de cold steel)...no original, não havia nenhuma dublagem, apenas na versão EVO do vita q adicionaram (e tem mod pra jogar o original de PC com essa dublagem do vita)....Exemplo, a partir do cold steel tem o msm problema, em um msm diálogo o povo falando, ae uma hora o Rean não fala nada e a outra pessoa q ele tá conversando tem dublagem...e isso pq na época, a XSEED adicionou mais de 5000 linhas de dublagem qdo portou para o PC (o original de PS3 e vita era ainda pior), ae depois ela fez o msm qdo lançou o cold steel 1 e 2 pra ps4.
Sobre o sistema de batalha híbrido, ele iniciou apenas do daybreak, então é uma coisa muito recente, o foco certamente ainda está no turno, ele feito mais pra isso msm, vc ter uma vantagem para qdo começar a batalha de turno, mas nada impede de ficar apenas nele (exceto nos chefes q é obrigado ser turno).
Sobre a história, nem vou comentar pq qualquer coisa q falar sobre a história nessa série é spoiler, msm os pequenos detalhes, mas vai escalar muito agora nesse segundo jogo, q é meu segundo preferido da série...e isso q esse primeiro jogo não está nem no meu top5 da série, mas é um excelente começo sobre o q está por vir...
Se tiver curiosidade aki, pode ter algum spoiler, esse é o mapa de zemuria, acho q o mais atual divulgado:
Essa trilogia de sky só fica ali no reino de Liberl, tem muita coisa ainda por vir hehe
Boa, excelente análise! Essa parte da dublagem é complicado, até msm nos jogos q começaram a ter (a partir de cold steel)...no original, não havia nenhuma dublagem, apenas na versão EVO do vita q adicionaram (e tem mod pra jogar o original de PC com essa dublagem do vita)....Exemplo, a partir do cold steel tem o msm problema, em um msm diálogo o povo falando, ae uma hora o Rean não fala nada e a outra pessoa q ele tá conversando tem dublagem...e isso pq na época, a XSEED adicionou mais de 5000 linhas de dublagem qdo portou para o PC (o original de PS3 e vita era ainda pior), ae depois ela fez o msm qdo lançou o cold steel 1 e 2 pra ps4.
Sobre o sistema de batalha híbrido, ele iniciou apenas do daybreak, então é uma coisa muito recente, o foco certamente ainda está no turno, ele feito mais pra isso msm, vc ter uma vantagem para qdo começar a batalha de turno, mas nada impede de ficar apenas nele (exceto nos chefes q é obrigado ser turno).
Sobre a história, nem vou comentar pq qualquer coisa q falar sobre a história nessa série é spoiler, msm os pequenos detalhes, mas vai escalar muito agora nesse segundo jogo, q é meu segundo preferido da série...e isso q esse primeiro jogo não está nem no meu top5 da série, mas é um excelente começo sobre o q está por vir...
Se tiver curiosidade aki, pode ter algum spoiler, esse é o mapa de zemuria, acho q o mais atual divulgado:
Essa trilogia de sky só fica ali no reino de Liberl, tem muita coisa ainda por vir hehe