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E esse caso do pro player que fingiu ser uma mulher no Overwatch

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#1
Fiquei sabendo desse caso assistindo Pewdiepie.

Achei engraçada a repercussão que isso tomou principalmente por expor várias pessoas.

O jogador que criou o perfil falso com o nick Ellie admitiu ter feito isso tudo na tentativa de fazer um experimento social, não sei se essa era realmente a intenção dele ou queria apenas trollar geral.

Resumindo brevemente o caso, um jogador pro player, mas que não era tão bom assim para entrar num time competitivo, criou um perfil falso chamado Ellie para fingir ser uma mulher que jogava muito bem Overwatch.

Consequências disso:

1) Em poucos dias que ficaram sabendo da existência dessa "jogadora" um time famoso já a convidou para integrar o seu quadro.

2) A parte tóxica da comunidade começou a zombar no twitter afirmando que era impossível uma mulher ser boa no Overwatch.

3) Já outra parte da comunidade tinha realmente a dúvida legítima de saber quem era essa pessoa que teve uma ascensão meteórica no cenário competitivo e muitos achavam que o perfil era falso por isso.

4) Sem analisar as nuances, a mídia especializada condenou toda a comunidade por duvidar do perfil da Ellie chamando a todos de tóxicos e machistas, ou seja, no desespero de serem SJW sequer cogitaram achar estranho que um perfil desconhecido do nada tenha ganhado visibilidade no cenário competitivo.

Então no final esse "experimento" serviu para demonstrar que:

1) Existem times no Overwatch dispostos a adicionarem jogadoras não tão boas assim nos seus quadros só por serem mulheres, ou seja, cai por terra aquele argumento que as mulheres não ascendem no competitivo por causa do preconceito.

2) Expôs a parte tóxica da comunidade de Overwatch.

3) Na ânsia de serem SJW jornalistas pouco se importaram com o contexto e condenou toda a comunidade, mesmo aqueles que tinham a dúvida legítima de achar estranho um perfil desconhecido ascender tão rápido no cenário competitivo.


Pra quem quiser ver o Pewdiepie comentando o caso:

 
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DocVooDoo

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#6
Mas porque mulher não pode ser boa em video-games? Não entendo isso... todas que conheço mesmo as boas não estão no nível dos "tops".
Mas eu acho que você não entendeu o conteúdo do tópico. Tem mulheres ótimas jogadoras sim por ai. A questão gira em torno do fato que o cara, como homem, não era considerado bom o bastante para estar em um time competitivo, mas suas habilidades chamaram a atenção pelo fato de "ser mulher". Tipo aquela questão de pegar leve e não ser tão rigoroso nos critérios de escolha quando se trata de mulher.

A segunda questão é a turminha dos jornalistas SJW, eu faz julgamento das coisas sem realmente fazer o "dever de casa", que nesse caso é apurar os fatos.

Alias, me respondam uma coisa, já que não acompanho o cenário competitivo de jogos.
Tem separação de categorias por sexo???

Se existe isso não tem sentido nenhum para mim. Quando estamos falando de esportes físicos, tem sentido separar masculino e feminino, por uma questão de diferenças fisiológicas entre homem e mulher, mas a habilidade em jogos é algo que independe de gênero.
 


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#8
Alias, me respondam uma coisa, já que não acompanho o cenário competitivo de jogos.
Tem separação de categorias por sexo???
Sim. E a separação é mais pela questão social.

Uma mina só num time formado por homens, por exemplo, não daria certo. As chances dela levar a culpa por uma derrota seria muito alta. A mesma coisa seria se um cara participasse de um time majoritariamente feminino. Ele não seria levado a sério (por bobeira) por outros times.

O lance é muito mais subjetivo que em esportes físicos, e visa muito a proteção numa comunidade formada por gente muito jovem, que muita das vezes age sem pensar.
 

nominedomine

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#11
2) A parte tóxica da comunidade começou a zombar no twitter afirmando que era impossível uma mulher ser boa no Overwatch.
Tão tóxicos que acertaram que era homem.

Outro dia estava discutindo com um cidadão que insistia que seria possível um mulher ser um QB na NFL, nego força demais as coisas.
 
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#12
"sjw" estão certos em apoiar mesmo. Melhor ter a dúvida de que é uma menina mesmo jogando e apoiar por isso do que só ter gente escrota humilhando a garota até que ela desista de jogar. Comunidade gamer online é o lixo do lixo.

Enviado de meu Moto G Play usando o Tapatalk
Muita gente estava cagando e andando para o sexo do jogador e apenas achava estranha essa ascensão meteórica.

Porém para grande parte dos jornalistas na ânsia de defender a agenda SJW era praticamente um crime perguntar se o perfil era real ou falso.

Deixei muito bem claro essa distinção entre a comunidade tóxica e quem tinha realmente a dúvida legítima se o perfil era verdadeiro ou não.

Não estamos falando de um player qualquer, mas alguém que entrou no cenário competitivo, lógico que isso traria curiosidade a muitas pessoas.
 

sebastiao coelho neto

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#14
Então no final esse "experimento" serviu para demonstrar que:

1) Existem times no Overwatch dispostos a adicionarem jogadoras não tão boas assim nos seus quadros só por serem mulheres, ou seja, cai por terra aquele argumento que as mulheres não ascendem no competitivo por causa do preconceito.
Eu cheguei a outra conclusão:
1) Esse mesmos times (não todos, óbvio) podem ter a intenção de adicionar jogadoras só para parecer progressistas e isso acaba sendo uma forma de preconceito também. um time deve chamar alguém que realmente ache bom. Ora, quantos homens não eram melhores que "ela" no momento mas não foram chamados para esse time porque se declaravam homens? e mais importante, mesmo sabendo da farsa o convite se manteve? se não manteve então esses times eram só estavam praticando tipo um "preconceito do bem"*

Quando ao 2 e 3, nenhuma novidade.

*Esse "preconceito do bem" foi bem exposto no filme Corra!, onde todos os brancos eram bem solícitos com o personagem principal que era negro. Não falo mais para não dar spoiler.
 

nominedomine

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#15
Digo tóxica pois ao invés de questionar a ascensão meteórica preferiram questionar o sexo, como se uma mulher nao pudesse ser PPL no Overwatch.

Acertaram pelo motivo errado.
Tem alguma que é PPL? Nem sei o que é isso.

Você mesmo falou que o cara não era tão bom assim, porque ele ascendeu meteoricamente então?

Nego fica apegado de mais a essa ideia que é preciso ter paridade em tudo. Se os homens forem melhores em joguinhos qual a diferença? Até hoje foram melhores em todo tipo de esporte mesmo os que não dependem de força física, (vide Xadrez, Go, tiro, etc) na grade maioria não da nem pressão, acho que desconheço algum onde não exite uma grande discrepância (achei que nessas competições de tiro era equilibrado mas fui ver os records aqui e não parece não).
 
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DocVooDoo

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#16
Sim. E a separação é mais pela questão social.

Uma mina só num time formado por homens, por exemplo, não daria certo. As chances dela levar a culpa por uma derrota seria muito alta. A mesma coisa seria se um cara participasse de um time majoritariamente feminino. Ele não seria levado a sério (por bobeira) por outros times.

O lance é muito mais subjetivo que em esportes físicos, e visa muito a proteção numa comunidade formada por gente muito jovem, que muita das vezes age sem pensar.
Apesar de eu não ver sentido nisso tá. Não pode homem em time de mulher e mulher em time de homem, mas pode time de homem x time de mulher?

Alias eu digo que enquanto houver essa separação, vai haver atrito ao meu ver.
 
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#17
Eu cheguei a outra conclusão:
1) Esse mesmos times (não todos, óbvio) podem ter a intenção de adicionar jogadoras só para parecer progressistas e isso acaba sendo uma forma de preconceito também. um time deve chamar alguém que realmente ache bom. Ora, quantos homens não eram melhores que "ela" no momento mas não foram chamados para esse time porque se declaravam homens? e mais importante, mesmo sabendo da farsa o convite se manteve? se não manteve então esses times eram só estavam praticando tipo um "preconceito do bem"*

Quando ao 2 e 3, nenhuma novidade.

*Esse "preconceito do bem" foi bem exposto no filme Corra!, onde todos os brancos eram bem solícitos com o personagem principal que era negro. Não falo mais para não dar spoiler.
As políticas de inclusão defendidas pelos progressistas seguem essa lógica, por exemplo as cotas raciais.

Muitas pessoas de forma legítima acreditam que essa é a melhor forma de acabar com o preconceito, esse time podia pensar assim, nao vejo problema algum apesar de discordar.
 
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#19
Apesar de eu não ver sentido nisso tá. Não pode homem em time de mulher e mulher em time de homem, mas pode time de homem x time de mulher?

Alias eu digo que enquanto houver essa separação, vai haver atrito ao meu ver.
Não. As competições são separadas também.

E essa separação não acontece pq tem alguém aprontando alguma tramoia por trás. Lol

Elas acontecem enquanto tiver comportamentos tipo esse aqui:


Vc não ve isso em Olimpíadas, Copa do Mundo ou qualquer competição seria pelo mundo.
 

nominedomine

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#20
Não. As competições são separadas também.

E essa separação não acontece pq tem alguém aprontando alguma tramoia por trás. Lol

Elas acontecem enquanto tiver comportamentos tipo esse aqui:


Vc não ve isso em Olimpíadas, Copa do Mundo ou qualquer competição seria pelo mundo.
Você não assiste esporte então não, porradaria, bate boca, tetras, são muito comuns.

Teve até uma patinadora que pagou um cara para quebrar a perna da rival.

Tanta desculpa para negar o obvio, que é o fato de não dar pressão.
 
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#21
Tem alguma que é PPL? Nem sei o que é isso.

Você mesmo falou que o cara não era tão bom assim, porque ele ascendeu meteoricamente então?

Nego fica apegado de mais a essa ideia que é preciso ter paridade em tudo. Se os homens forem melhores em joguinhos qual a diferença? Até hoje foram melhores em todo tipo de esporte mesmo os que não dependem de força física, (vide Xadrez, Go, tiro, etc) na grade maioria não da nem pressão, acho que desconheço algum onde não exite uma grande discrepância (achei que nessas competições de tiro era equilibrado mas fui ver os records aqui e não parece não).
Acho que as mulheres não se destacam nos e-sports simplesmente pela base de jogadoras ser bem menor do que jogadores, logo mais homens vão estar no cenário competitivo.

O erro dos SJW na minha opinião é de achar que tudo é 50/50.

Por exemplo na minha escola na aula de xadrez não tinha uma única mulher na turma.
 

DitaParlo

Vamo se beja?
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#23
Muita gente estava cagando e andando para o sexo do jogador e apenas achava estranha essa ascensão meteórica.

Porém para grande parte dos jornalistas na ânsia de defender a agenda SJW era praticamente um crime perguntar se o perfil era real ou falso.

Deixei muito bem claro essa distinção entre a comunidade tóxica e quem tinha realmente a dúvida legítima se o perfil era verdadeiro ou não.

Não estamos falando de um player qualquer, mas alguém que entrou no cenário competitivo, lógico que isso traria curiosidade a muitas pessoas.
Estavam nada, eu tenho uma amiga que teve que trocar o Nick justamente por um masculino. Já rola rage dos otários perdendo pra homem, pra mulher é 10x pior.

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#24
Estavam nada, eu tenho uma amiga que teve que trocar o Nick justamente por um masculino. Já rola rage dos otários perdendo pra homem, pra mulher é 10x pior.

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Em nenhum momento disse que é um cenário de céu de brigadeiro, mas agora querer generalizar também é errado.

Quando era mais novo e jogava Diablo 2 a minha turma sempre achava o máximo quando encontrava uma menina que jogava.

Não pode pegar uma minoria toxica e querer generalizar toda a comunidade com base nela.
 
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#25
Então no final esse "experimento" serviu para demonstrar que:

1) Existem times no Overwatch dispostos a adicionarem jogadoras não tão boas assim nos seus quadros só por serem mulheres, ou seja, cai por terra aquele argumento que as mulheres não ascendem no competitivo por causa do preconceito.
Eu discordo deste ponto. É ingênuo achar que equipes esportivas em geral, mas principalmente em eSports, vão usar a habilidade do player como principal critério na hora de contratar alguém. Fama, fanbase, carisma, personalidade, etc. Tudo isso influencia. Sendo mulher também, tanto como uma forma de parecer progressista tanto como um chamariz para nerds incels.

Então vc tem uma mina que apareceu do nada causando burburinho na cena inteira por uma série de motivos, não é difícil imaginar que um time vai querer ter essa atenção pra ele.

E concluir que isso invalida preconceito já é esticar demais o argumento.
 

Hitmanbadass

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#26
Não. As competições são separadas também.

E essa separação não acontece pq tem alguém aprontando alguma tramoia por trás. Lol

Elas acontecem enquanto tiver comportamentos tipo esse aqui:


Vc não ve isso em Olimpíadas, Copa do Mundo ou qualquer competição seria pelo mundo.
Nego xingando o outro? Nervos a flor da pele isso é normal é uma competição.
Vá em uma luta de boxe, mma, partida de futebol e verá isso ou pior.
Esporte competitivo, dividido em rounds ou tempo é isso ae mesmo.
Corrida por exemplo ou algo que fica nas mãos de juizes onde o esporte não tem embate não mesmo.
 
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#27
Deve ter algo a ver com cultura e genética. Nem falo da habilidade em si, mas do interesse. O número de mulheres interessadas em games, em um nivel acima do casual, é muito inferior ao dos homens. E eu não sei o que provoca isso. Quando pesquiso por youtubers, streamers, pro players, é tudo homem. Raramente mulher, e quando tem, corre o risco de ser só uma exibicionista que joga nada. Eu, sinceramente, queria ver canais com mulheres que realmente jogam muito e entendem do cenário referente a jogos, de preferência, brasileira.
 

nominedomine

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#29
Acho que as mulheres não se destacam nos e-sports simplesmente pela base de jogadoras ser bem menor do que jogadores, logo mais homens vão estar no cenário competitivo.

O erro dos SJW na minha opinião é de achar que tudo é 50/50.

Por exemplo na minha escola na aula de xadrez não tinha uma única mulher na turma.
Tem que ver alguma coisa onde o numero de praticantes é mais ou menos equilibrado e comparar os resultados.

Se não me engano homens tendem a ter reflexo(reação a estimulo visual, chave para a maioria dos jogos) melhores e dependendo de como é essa distribuição só ai já ficaria extremamente difícil competir de igual pra igual na maioria dos e-sports.

Esse caso ai mesmo do OP mostra que existem vários incentivos extras para mulheres no e-sport e mesmo assim os resultados são fracos. Conheço uma menina que tem um time de Overwatch e ganha dinheiro com isso tem patrocínio e tudo, ela completa o time dela com caras aleatórios quando precisa. Nem fodendo que um homem conseguiria patrocínio para um time de várzea assim.
 
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toad02

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#31
Deve ter algo a ver com cultura e genética. Nem falo da habilidade em si, mas do interesse. O número de mulheres interessadas em games, em um nivel acima do casual, é muito inferior ao dos homens. E eu não sei o que provoca isso. Quando pesquiso por youtubers, streamers, pro players, é tudo homem. Raramente mulher, e quando tem, corre o risco de ser só uma exibicionista que joga nada. Eu, sinceramente, queria ver canais com mulheres que realmente jogam muito e entendem do cenário referente a jogos, de preferência, brasileira.
Uma possibilidade é a de que seja porque os temas são predominantemente masculinos.
Só ver que a maioria dos jogos envolve alguma forma de violência.
 
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#32
Eu discordo deste ponto. É ingênuo achar que equipes esportivas em geral, mas principalmente em eSports, vão usar a habilidade do player como principal critério na hora de contratar alguém. Fama, fanbase, carisma, personalidade, etc. Tudo isso influencia. Sendo mulher também, tanto como uma forma de parecer progressista tanto como um chamariz para nerds incels.

Então vc tem uma mina que apareceu do nada causando burburinho na cena inteira por uma série de motivos, não é difícil imaginar que um time vai querer ter essa atenção pra ele.

E concluir que isso invalida preconceito já é esticar demais o argumento.

Qual o problema disso?

Se no cenário e-sport o preconceito fosse tão grande como a turma SJW aponta não teriam nem contratado uma suposta jogadora que apareceu do nada em menos de uma semana.

Isso mostra que tem sim espaço para mulheres se surgirem jogadoras que venham a se destacar.

O problema é que os jornalistas SJW pegam uma minoria toxica e a generalizam para toda a comunidade.
 

Bloodstained

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Minhas impressões sobre o assunto:

1) Em poucos dias que ficaram sabendo da existência dessa "jogadora" um time famoso já a convidou para integrar o seu quadro.
Evidente tratamento privilegiado ao sexo feminino, potencializado por uma vontade absurda de fazer sinalização de virtude, já que não checaram o histórico da "jogadora" antes de realizar o convite. Onde fica a meritocracia do e-sport, se há pessoas que podem ser contratadas apenas em virtude de seu gênero?

2) A parte tóxica da comunidade começou a zombar no twitter afirmando que era impossível uma mulher ser boa no Overwatch.
Sempre há uma parcela tóxica em qualquer comunidade, mas geralmente é composta por uma minoria. Talvez seja um pouco mais abrangente em Overwatch, assim como é em qualquer outro jogo online, mas já era esperado que se manifestasse nessa situação.

3) Já outra parte da comunidade tinha realmente a dúvida legítima de saber quem era essa pessoa que teve uma ascensão meteórica no cenário competitivo e muitos achavam que o perfil era falso por isso.
Essa é a parte da comunidade munida de bom senso. Estavam cobertos de razão em questionar a ascensão meteórica, já que a tal "jogadora" surgiu do nada, mas foram hostilizados tanto por conta da parte tóxica, quanto pela generalização grosseira e vilanização promovida pela dita "mídia especializada".

4) Sem analisar as nuances, a mídia especializada condenou toda a comunidade por duvidar do perfil da Ellie chamando a todos de tóxicos e machistas, ou seja, no desespero de serem SJW sequer cogitaram achar estranho que um perfil desconhecido do nada tenha ganhado visibilidade no cenário competitivo.
A mídia especializada provou, uma vez mais, que o jornalismo gamer está morto e enterrado. Jornalismo pressupõe investigação e apuração de fatos, algo que os ativistas travestidos de jornalistas não fizeram, graças à sua incontrolável ânsia de lacrar. Ao invés disso, fizeram o que sempre fazem: sinalização de virtude, presunções e generalizações grosseiras e lacração, por conta da agenda demente que seguem.
 

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