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Seguindo a nova tendência iniciada na indústria do cinema de contar histórias de grandes nomes da música, chegou a vez de Michael Jackson ganhar as telonas. O The Guardian falou sobre o filme, apontando que a produção se iniciará ainda em 2023, e também trazendo parte de gente envolvida.
O filme, que se chamará Michael, será dirigido por Antoine Fuqua, envolvido anteriormente com O Protetor (2014), Emancipation (2022), Dia de Treinamento (2021) e Sete Homens e um Destino (2016). O roteiro será de John Logan, que já havia trabalhado em 007: Operação Skyfall, de 2012.
Já a produção fica a cargo de Graham King, que também foi produtor em outro filme do “gênero”: Bohamian Rhapsody, que conta a história do Queen com foco em Freddie Mercury. John Branca e John McClain o apoiarão na produção. O filme, também, conta com autorização da empresa que cuida dos direitos autorais e espólios de Michael Jackson.
“Os primeiros projetos da minha carreira foram clipes de música. Ainda sinto que combinar filmagens e música são uma parte profunda de quem eu sou. Para mim, não há outro artista com o poder, carisma e a genialidade de Michael Jackson“, afirmou o diretor Fuqua, em nota. “Fui influenciado a fazer clipes de música ao assistir o trabalho dele – o primeiro artista preto a ser um dos mais tocados na MTV. A música e imagem dele são partes da minha visão de mundo, e a chance de contar essa história nas telas ao lado dessas músicas foi irresistível”, completou.
Informações iniciais apontam que o filme deverá contar vários momentos da vida de Michael, de sua meteórica carreira infantil até se tornar no “Rei do Pop”. O longa também deverá abordar assuntos delicados da vida do cantor, que faleceu em 2009, de “forma direta”. Ainda não há data para estreia, nem maiores informações a respeito.
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Michael Jackson será interpretado por Jaafar Jackson, seu sobrinho de 26 anos, no filme biográfico que o cineasta Antoine Fuqua (do recente "Emancipation: uma história de liberdade", com Will Smith) começará a rodar neste ano. Filho de Jermaine Jackson — irmão de Michael e um dos integrantes do grupo The Jackson 5 —, Jaafar compõe músicas, canta e dança desde os 12 anos e já fez shows reeditando clássicos de Sam Cooke a Marvin Gaye, numa mescla com seu repertório autoral.
Como se pode ver em produções gravadas pelo rapaz (confira abaixo), o jovem tem o tom de voz parecido com o do tio. No clipe de "Got me singing", gravado na comunidade carioca do Vidigal, em 2019, o artista reproduz passos e movimentos que se notabilizaram com Michael Jackson.
Nas redes sociais, fãs de Michael elogiam a performance artística de Jaafar. E se surpreendem com o fato de seu trabalho remeter imediatamente ao legado deixado pelo Rei do Pop. "A voz do artista de 26 anos impressiona pela semelhança com Michael nos tempos de juventude", comentou um internauta, por meio do Twitter, ao resgatar um vídeo com Jaafar. "Voz, biotipo, jeito, tudo tão parecido... Caracterizado vai ser impressionante", escreveu outra pessoa no microblog.
Jaafar tem apenas uma música lançada até o momento. No Spotify, o single "Got me singing" tem cerca de 1,9 milhão de reproduções diárias. Discreto, ele nunca foi muito ativo em redes sociais, e acaba de criar um perfil no Instagram — por recomendação de pessoas próximas.
"Sinto-me honrado em dar vida à história do meu tio Michael. Para todos os fãs de todo o mundo, vejo vocês em breve", publicou o artista, na última segunda-feira (30). Em menos de 24 horas, ele ganhou mais de 140 mil seguidores.
De acordo com a imprensa americana, a cinebiografia de Michael Jackson não se esquivará de fatos controversos na vida do cantor, como as acusações de pedofilia que o assombraram até sua morte, em 2009, aos 50 anos, quando sofreu uma parada cardíaca causada pela utilização de um coquetel de sedativos.
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O filme, que se chamará Michael, será dirigido por Antoine Fuqua, envolvido anteriormente com O Protetor (2014), Emancipation (2022), Dia de Treinamento (2021) e Sete Homens e um Destino (2016). O roteiro será de John Logan, que já havia trabalhado em 007: Operação Skyfall, de 2012.
Já a produção fica a cargo de Graham King, que também foi produtor em outro filme do “gênero”: Bohamian Rhapsody, que conta a história do Queen com foco em Freddie Mercury. John Branca e John McClain o apoiarão na produção. O filme, também, conta com autorização da empresa que cuida dos direitos autorais e espólios de Michael Jackson.
“Os primeiros projetos da minha carreira foram clipes de música. Ainda sinto que combinar filmagens e música são uma parte profunda de quem eu sou. Para mim, não há outro artista com o poder, carisma e a genialidade de Michael Jackson“, afirmou o diretor Fuqua, em nota. “Fui influenciado a fazer clipes de música ao assistir o trabalho dele – o primeiro artista preto a ser um dos mais tocados na MTV. A música e imagem dele são partes da minha visão de mundo, e a chance de contar essa história nas telas ao lado dessas músicas foi irresistível”, completou.
Informações iniciais apontam que o filme deverá contar vários momentos da vida de Michael, de sua meteórica carreira infantil até se tornar no “Rei do Pop”. O longa também deverá abordar assuntos delicados da vida do cantor, que faleceu em 2009, de “forma direta”. Ainda não há data para estreia, nem maiores informações a respeito.
Filme de Michael Jackson começará a ser produzido neste ano, com produtor de Bohemian Rhapsody | Arkade
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Michael Jackson será interpretado por Jaafar Jackson, seu sobrinho de 26 anos, no filme biográfico que o cineasta Antoine Fuqua (do recente "Emancipation: uma história de liberdade", com Will Smith) começará a rodar neste ano. Filho de Jermaine Jackson — irmão de Michael e um dos integrantes do grupo The Jackson 5 —, Jaafar compõe músicas, canta e dança desde os 12 anos e já fez shows reeditando clássicos de Sam Cooke a Marvin Gaye, numa mescla com seu repertório autoral.
Como se pode ver em produções gravadas pelo rapaz (confira abaixo), o jovem tem o tom de voz parecido com o do tio. No clipe de "Got me singing", gravado na comunidade carioca do Vidigal, em 2019, o artista reproduz passos e movimentos que se notabilizaram com Michael Jackson.
Nas redes sociais, fãs de Michael elogiam a performance artística de Jaafar. E se surpreendem com o fato de seu trabalho remeter imediatamente ao legado deixado pelo Rei do Pop. "A voz do artista de 26 anos impressiona pela semelhança com Michael nos tempos de juventude", comentou um internauta, por meio do Twitter, ao resgatar um vídeo com Jaafar. "Voz, biotipo, jeito, tudo tão parecido... Caracterizado vai ser impressionante", escreveu outra pessoa no microblog.
Jaafar tem apenas uma música lançada até o momento. No Spotify, o single "Got me singing" tem cerca de 1,9 milhão de reproduções diárias. Discreto, ele nunca foi muito ativo em redes sociais, e acaba de criar um perfil no Instagram — por recomendação de pessoas próximas.
"Sinto-me honrado em dar vida à história do meu tio Michael. Para todos os fãs de todo o mundo, vejo vocês em breve", publicou o artista, na última segunda-feira (30). Em menos de 24 horas, ele ganhou mais de 140 mil seguidores.
De acordo com a imprensa americana, a cinebiografia de Michael Jackson não se esquivará de fatos controversos na vida do cantor, como as acusações de pedofilia que o assombraram até sua morte, em 2009, aos 50 anos, quando sofreu uma parada cardíaca causada pela utilização de um coquetel de sedativos.
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