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'Fomos denunciados por deixar que nosso filho de cinco anos use roupas femininas'

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Luiz*, de cinco anos, prefere roupas e acessórios femininos. Os pais dele confessam que tiveram dificuldades para lidar com o assunto, mas optaram por respeitar a vontade do filho. Em 2018, passaram a permitir que o garoto usasse itens femininos nas ruas de uma pequena cidade do interior de Santa Catarina, onde moram. No mesmo ano, foram denunciados por meio do Disque 100, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

A denúncia anônima dizia que Luiz estaria sendo "supostamente incentivado pelos pais e pela madrasta a usar roupas e acessórios femininos" e estaria sofrendo bullying no ambiente escolar. O caso foi levado para o Ministério Público de Santa Catarina e encaminhado para a área de Infância e Juventude da Promotoria de Justiça do município em que a família mora.

"Aquilo foi um baque muito grande para a gente. Achei um absurdo", desabafa César*, 36 anos, pai da criança.

Policial civil, César revela que teve de rever o modo como encara questões sobre gênero, desde que o filho passou a se vestir com roupas femininas. "Eu já tive comportamentos homofóbicos e até fazia piadinhas. Mas revi tudo isso. Hoje vejo que não há motivos para essas ofensas. Aprendi que algumas piadas ou comentários podem ser muito desrespeitosos", relata.

A mãe de Luiz, a corretora de seguros Maria, 31 anos, também confessa ter ficado abalada com a denúncia. "Foi uma situação bem difícil", resume Maria, que está separada de César e divide com ele a guarda do filho.

As roupas femininas foram adotadas pela criança após diversos pedidos feitos pelo garoto — ele também convenceu os pais a permitirem que deixasse o cabelo crescer. Há dois anos, Maria e César decidiram procurar acompanhamento psicológico com o filho e chegaram à conclusão de que o garoto é uma criança transgênero — aquelas que se consideram pertencentes ao sexo oposto ao biológico.

Por diversas vezes, Luiz pede para ser chamado de Luiza. Em outros momentos, é tratado no masculino. A pedido dos pais, que consideram que o assunto ainda está em fase inicial para a família, a reportagem tratará a criança no gênero masculino. Eles acreditam que, com o passar do tempo, o garoto deverá ser chamado apenas no feminino.

Aos dois anos, Luiz pediu uma cozinha de brinquedo. No ano seguinte, quis uma boneca. Os pais relatam que os presentes não causaram estranheza, pois acreditaram que era apenas uma preferência do garoto. "Pensamos que os brinquedos não demonstravam nada, eram apenas as coisas que ele queria", diz Maria.

O psiquiatra Alexandre Saadeh, coordenador do ambulatório de identidade de gênero e orientação sexual do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (USP), ressalta que os brinquedos que uma criança prefere não representam que ela é transgênero. "O que faz com que uma criança seja considerada trans é o fato de ela ser incongruente com o seu sexo de nascimento", explica o especialista.

Os pais contam que decidiram procurar ajuda psicológica após diversos fatos que os levaram a questionar se o filho seria trans. "Ele dizia que não queria ter barba, nem ser um homem. Ele começou a pedir para usar roupas femininas ou adereços femininos com frequência", diz César.

O policial conta que no início teve dificuldades para entender o filho, mas sempre procurou respeitar a vontade da criança em relação aos acessórios femininos. "O ambiente policial é predominantemente masculino. Todo mundo esperava que eu fosse ser repressor em relação ao meu filho, por conta da minha profissão. Mas eu tenho uma postura mais liberal e respeito a intimidade e os anseios dele. Muitos pensavam que eu teria vergonha do meu filho, mas eu tenho muito orgulho dele", afirma.

Desde que o garoto tem três anos, os pais permitem que ele use adornos femininos, como laços e presilhas de cabelo. Na época, César e Maria já estavam separados — atualmente os dois têm novos companheiros. Eles dividem a guarda do único filho, que costuma passar metade dos dias na casa do pai e a outra parte na residência da mãe.

Há cerca de um ano e meio, Luiz usa, além dos adornos, roupas femininas, mas somente quando está na casa de César. Isso porque entre os pais há distinção no modo como lidam com a criança. Enquanto o pai permite que o filho use roupas e adereços femininos, a mãe deixa apenas que ele use adornos quando está com ela.

"Na minha casa, ele não usa roupas femininas, porque ainda tenho bloqueio em relação a isso. O meu maior medo é que alguém comente algo ruim e isso o machuque de alguma forma", justifica Maria.

O medo de Maria em relação aos comentários maldosos contra o filho aumentou quando a família foi alvo da denúncia anônima, logo após os pais deixarem a criança usar itens femininos na rua. César levava o filho para quase todos os lugares com vestidos, já a mãe saía com ele apenas com adereços femininos, principalmente laços.

Com base na denúncia anônima, a promotoria de Justiça da cidade em que a família mora instaurou um procedimento administrativo para apurar o fato, sob o argumento de que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) "é cristalino quando afirma que serão aplicáveis medidas de proteção a toda criança e adolescente que possuir seus direitos ameaçados/violados". Os pais de Luiz foram convocados para prestar esclarecimentos sobre o caso.

Para Maria e César, a denúncia representou a primeira vez em que a família foi vítima de preconceito. "Sou muito conhecido na cidade, acabo sendo muito blindado e as pessoas não fazem comentários negativos diretamente para mim. Sabia que existia discriminação contra o meu filho, mas era algo velado, até o momento em que fomos denunciados", diz César.

"Isso me causou, de certa forma, grande constrangimento, principalmente porque sou bastante atuante em casos de violência contra crianças. Foi a primeira vez que chegou a mim algum tipo de discriminação contra meu filho", afirma o policial.

Em depoimento ao Ministério Público, César afirmou que Luiz nunca foi obrigado a usar roupas ou itens femininos e também citou que "embora o filho tenha predileções por vestimentas do sexo feminino, nunca sofreu qualquer tipo de preconceito ou até mesmo bullying".

Maria relatou à promotoria que o filho "desde tenra idade tem preferência por brinquedos e roupas do sexo feminino". Ela também ressaltou, no depoimento, que o filho não sofre preconceito ou bullying.

Após as apurações, a promotoria concluiu que os pais do garoto são "firmes e coerentes ao descreverem que a criança é quem demonstra preferências por adereços e roupas femininas, não havendo qualquer imposição pelos genitores ou por terceiros".

A promotora que conduziu o caso citou que não ficou comprovado que o garoto sofre bullying na escola por usar roupas femininas.

"Não se verifica nenhuma situação de risco envolvendo Luiz*. Muito pelo contrário, os genitores demonstraram maturidade e discernimento para bem enfrentar essa situação juntamente com o filho, estando ele bem amparado. Portanto, não existem indícios de lesão ou ameaça de lesão aos direitos da criança", assinalou a promotora. O procedimento foi arquivado em 27 de novembro de 2018.

"Foi um momento bem difícil, também porque não soubemos quem fez a denúncia. Mas a promotora compreendeu que em nenhum momento o meu filho sofre por isso, muito pelo contrário, é ele quem prefere usar essas roupas e acessórios", declara César.

Os pais nunca contaram a Luiz sobre a denúncia. "Ele é muito pequeno e há coisas que não achamos interessante falar para ele. Nem tudo o nosso filho entende ainda", explica Maria.

Desde que Luiz tem três anos, os pais acreditam que ele seja uma criança transgênero. "Como ele pedia para usar roupas e acessórios femininos e dizia ser uma menina, a psicóloga nos disse que é muito provável que ele seja uma criança trans", diz Maria.

"Não acredito que essa preferência do meu filho por coisas femininas seja algo passageiro. Acredito que ele seja transgênero, principalmente, porque criança é muito inocente e não faz nada pensado. Tudo o que ele faz é espontâneo e essa é a vontade dele", acrescenta a mãe.

O psiquiatra Alexandre Saadeh explica que uma criança pode se manifestar transgênero a partir dos três ou quatro anos. "Isso depende de cada criança. Mas nessa fase, elas passam a manifestar quem são e seus interesses particulares. Isso é observável e constatável", diz.

Saadeh relata que casos de crianças trans sempre existiram na história da humanidade, mas nunca receberam a devida atenção. "Muitos desses casos eram e ainda são considerados invisíveis", afirma.

O médico declara que é fundamental que seja feito acompanhamento adequado em casos de crianças trans, por meio de equipes especializadas — principalmente psiquiatras. "É pelo contato, respeito, conhecimento e acompanhamento que será possível que a equipe de saúde diga algo, junto com os pais".

No Brasil, há projetos de pesquisas que acompanham crianças transgêneros e orientam os pais — há iniciativas na USP, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

César e Maria ainda não definiram como irão proceder em relação ao futuro de Luiz. Eles acreditam que o garoto deverá querer, daqui a alguns anos, mudar de gênero nos documentos e passar por tratamentos hormonais. "Mas ainda não pensamos como faremos isso. Daqui a pouco a puberdade está aí e temos que ver a questão de bloqueadores hormonais", diz César.

"Nos próximos anos, acredito que ela passará a usar o nome social feminino e iremos mudar o gênero dela nos documentos", declara César. O policial alterna o gênero que usa para definir a criança — ora trata o filho no masculino, ora trata no feminino. "Ainda estou me adaptando", justifica.

Para que uma criança possa alterar o gênero em todos os documentos no Brasil, é necessário que os responsáveis entrem com um pedido na Justiça. A solicitação é avaliada por um juiz, que pede um laudo sobre o caso para uma equipe de psicólogos.

A mãe também acredita que Luiz deverá, nos próximos anos, alterar os documentos. Ela revela que desconhecia sobre crianças trans até vivenciar a experiência com o filho, mas afirma que tem tentado encarar melhor as roupas e acessórios femininos usados pelo garoto. Maria conta que a família dela também tem dificuldades para lidar com o tema. "Eles são mais conservadores, mas estão se esforçando para lidar melhor", explica.

Em rápida conversa com a reportagem, Luiz comemora o fato de um tio materno passar a aceitá-lo. "Ele está me apoiando agora", diz o garoto sobre um parente que, segundo ele, é religioso e não entendia o motivo de a criança usar itens femininos.

A criança afirma saber que as pessoas podem ter dificuldades para entendê-la. "É porque eu sou diferente. Nasci menino, mas sou menina", diz, sem grandes dificuldades na explicação, como se estivesse acostumado a abordar o assunto com outras pessoas. "Mas isso não é um problema", completa Luiz.

Neste ano, o garoto deve concretizar um desejo que tem há dois anos: usar saia no uniforme escolar. "Acredito que agora é o momento. Esperamos passar um tempo para que ele pudesse usar o uniforme feminino", explica César.

O policial admite que teme que o filho sofra bullying no futuro. "Hoje ele convive com os mesmos coleguinhas. Mas o meu medo é depois, porque ele pode ter de enfrentar comentários maldosos", relata.

Alheio aos possíveis comentários negativos, sobre si, Luiz faz planos para o futuro. "Quero ser inventora ou modelo", diz a criança.

O futuro de Luiz é algo que faz parte de pensamentos frequentes dos pais dele. Maria e César afirmam que pretendem apoiar as escolhas que ele fizer. "Quero que ele seja feliz", diz a mãe. "Ele é uma criança muito linda e inteligente pra caramba. Tenho o maior orgulho da filha que eu tenho. O fato de ela ser transgênero não é nenhum problema para mim. Problema seria se ela tivesse falta de caráter ou fosse uma pessoa ruim", completa o pai da criança.

 

Anexos



ned ludd

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César e Maria ainda não definiram como irão proceder em relação ao futuro de Luiz. Eles acreditam que o garoto deverá querer, daqui a alguns anos, mudar de gênero nos documentos e passar por tratamentos hormonais. "Mas ainda não pensamos como faremos isso. Daqui a pouco a puberdade está aí e temos que ver a questão de bloqueadores hormonais", diz César.



PAREI aqui. Não tenho estômago para isso
 

Larva Maligna

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Acho complicada essa situação, pelo menos os pais não tomaram nenhuma medida radical (ainda)!

Mas no meu entender, sou contra no sentido de esse garoto fazer tratamento hormonal e mudar seu nome e gênero no documento, quando alcançar a puberdade.

Ainda acho que é muito cedo para decidir isso. Fora que isso pode ser algo momentâneo, que a criança ao amadurecer mais, possa mudar sua forma de ver a si mesmo. Ou ela pode continuar achando que é uma mulher. Mas isso só o tempo dirá.

Até agora ok, os pais estão tentando lidar com a situação da melhor forma possível. Só que as chances de fazerem uma m**** colossal são MUITO GRANDE. E se preparem porque preconceito e bullying vai ter, principalmente depois dessa matéria.

Repito por fim: deveriam esperar mais tempo, e deixar a reposição hormonal e as demais mudanças somente quando ele estiver mais velho. Pois a mudança de sexo é algo irreversível, e deve ser feito somente em casos muito específicos.
 


PHMN

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Acho complicada essa situação, pelo menos os pais não tomaram nenhuma medida radical (ainda)!

Mas no meu entender, sou contra no sentido de esse garoto fazer tratamento hormonal e mudar seu nome e gênero no documento, quando alcançar a puberdade.

Ainda acho que é muito cedo para decidir isso. Fora que isso pode ser algo momentâneo, que a criança ao amadurecer mais, possa mudar sua forma de ver a si mesmo. Ou ela pode continuar achando que é uma mulher. Mas isso só o tempo dirá.

Até agora ok, os pais estão tentando lidar com a situação da melhor forma possível. Só que as chances de fazerem uma m**** colossal são MUITO GRANDE. E se preparem porque preconceito e bullying vai ter, principalmente depois dessa matéria.

Repito por fim: deveriam esperar mais tempo, e deixar a reposição hormonal e as demais mudanças somente quando ele estiver mais velho. Pois a mudança de sexo é algo irreversível, e deve ser feito somente em casos muito específicos.
Não é questão de decidir, é questão de ser!!

Você não pode decidir ser um pato ou um jacaré, assim como ele não pode decidir ser transgênero ou não.

É algo que é biológico! Não social.

Pais doentes.
Será mesmo?

Ou doente é quem não entende a situação?
 

Goris

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Não é questão de decidir, é questão de ser!!

Você não pode decidir ser um pato ou um jacaré, assim como ele não pode decidir ser transgênero ou não.

É algo que é biológico! Não social.



Será mesmo?

Ou doente é quem não entende a situação?
Mas gênero é uma construção social, esse garoto claramente está sendo influenciado pela sociedade.

Portanto agiram certo ao denunciar.
 

ned ludd

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eu só acho que deveriam usar o nome certo. Mudar de sexo é uma parada biológica. Envolve hormônio, cirurgia e os escambau

para mudar de gênero basta mudar de nome, roupas e comportamento
 

Vim do Futuro

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Será mesmo?

Ou doente é quem não entende a situação?
São doentes, sim. Da mesma que seriam se deixassem um filho de 5 anos fumar, beber ou coisa pior.
Na verdade, olhando a postura de certas pessoas, dá pra afirmar que a sociedade anda bem doente. E não creio que haja cura pra degeneração moral que se alastra pelo planeta. A tendência é o câncer se espalhar.
 

soltonatural

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Com os pais dando cozinha e boneca desde os 2 anos de idade para o garoto não é surpresa que ele agora quer usar vestido. O pobre menino foi manipulado por uma madrasta inconsequente e um pai irresponsável, agora está sofrendo muito por isso.
 
Ultima Edição:

toad02

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O que eu quis dizer é que não é aqueles casos de pais querendo forçar a criança ser "moderninha". Parece que já é uma coisa natural da criança.
Exato.
O povo aqui parece que não lembra (ou finge nao lembrar) de nenhum menino afeminado nos tempos que estavam na escola com seus 7 ou 8 anos e agem como se isso fosse coisa de agora e ainda culpam os pais. Pelamordedeus.
 

Macaco_Loco

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Eu tenho minhas duvidas, até por que não estive na pele do garoto tampouco próximo de uma criança com pensamentos assim para acompanhar seu desenvolvimento e ver se nao houve influencia. Mas uma coisa é verdade o ambiente é diretamente responsável por aquilo que você se torna.

Como a menina que viveu entre os lobos apos ter sido sequestrada e largada por muitos anos acreditou ser um lobo e adquiriu características comportamentais de um lobo.

Se uma pessoa for criada dentro de um ambiente onde cultivarem na cabeça dela de que ela pode flutuar ao alcançar seus 15 anos e for mantida de forma reclusa, ela vai acreditar que pode flutuar usando a mente.

Pessoas desenvolve habilidades e comportamentos conforme o ambiente em que lhe é exposto.

Na era medieval carrascos eram selecionado conforme hereditariedade, filhos de carrascos por viverem isso o tempo todo se tornavam carrascos e não viam mau nenhum em decepar cabeças e membros de outras pessoas o ambiente em que ele foi exposto facilitou seu comportamento apresentando traços de normalidade exercer uma profissão que exigiria muito mais de uma pessoa comum.

E isso é para tudo, embora alguns assassinos possuem em suas características biológicas afinco para cometer assassinatos, outros podem claramente serem moldados a desenvolver aptidão para a coisa. E passa por jogador de futebol, assassino, ator, engenheiro, arquiteto, gosto por musica, por arte, por flores, por animais, sexualidade, religião e tudo e qualquer outra coisa pode ser afetado por influencia do ambiente.

Esse garoto pode sim, ter sofrido influencia tambem de amigos, filmes, desenhos, familia, professores.
 

Youko.Youkai

Habitué da casa
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O povo aqui parece que não lembra (ou finge nao lembrar) de nenhum menino afeminado nos tempos que estavam na escola com seus 7 ou 8 anos e agem como se isso fosse coisa de agora e ainda culpam os pais. Pelamordedeus.
De certa culpa dos pais sim
 

dk120

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O povo aqui parece que não lembra (ou finge nao lembrar) de nenhum menino afeminado nos tempos que estavam na escola com seus 7 ou 8 anos e agem como se isso fosse coisa de agora e ainda culpam os pais. Pelamordedeus.
Eu tenho um primo que era bem era afeminado, brincava de boneca, só tinha amigas. Minha tinha que é bem neurótica vivia desesperada, dizia que o garoto não daria em nada etc.

Agora depois de grande ele tem namorada, quer ter carro, usa roupas "normais". Ninguém nem lembra das coisas horríveis que falavam do garoto.

Pessoas são complexas. As vezes é só uma fase que a criança se identifica com o outro gênero.
 

Kaiketsu_Zubat

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Bem feito, tem que se foder mesmo, vai alienar o pirralho na viadage, lembrando que não tenho nada contra a ser homossexual, o problema é ficar induzindo e incentivando isso numa criança.

Embora digam que isso de ser homossexual é uma coisa determinada pelo nascimento, o que eu acredito pelas minhas observações é que a pessoa opta por isso de forma consciente, ou sofre um trauma como abuso sexual em que nesse caso a homossexualidade é imposta/induzida .
 

Ghim

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parece ser um caso real de disforia sexual. é possível que a coitada da criança tenha a doença mesmo, uma doença real catalogada pela OMS que infelizmente foi riscada por pressão política. Só posso desejar força a ela e aos pais, mas também digo que ainda há esperança. A grande maioria das crianças que se dizem pertencer ao sexo oposto acaba superando essa fase na adolescência. Os pais deveriam ser mais firmes na sua posição quanto ao que dar para a criança vestir. Brincar que brinque o que quiser, nao dá pra forçar a brincar de carrinho se a criança quer uma casinha.


Falo isso da minha confortável posição de alguem que nao tem filho e sequer conhece a família da matéria, posso estar totalmente errado :kduvida
 

Goris

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Os pais não estão fazendo nada errado, galera da OS está muito preconceituosa.
Pode explicar melhor?

Discorda que disforia de gênero é uma doença mental?
Discorda que os pais talvez devessem buscar adequar o guri ao gênero correto (o que da trabalho, mas vai levá-lo a ter uma vida adulta mais ou menos normal)? Com trans tendo 39 vezes (não é 39%) mais chance de se suicidar, acha melhor permitir essa "doença" crescer e se tornar um comportamento que pode levar a isso?

Tipo, o que exatamente é preconceito contra o garoto?
 

Piga

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Exato.
O povo aqui parece que não lembra (ou finge nao lembrar) de nenhum menino afeminado nos tempos que estavam na escola com seus 7 ou 8 anos e agem como se isso fosse coisa de agora e ainda culpam os pais. Pelamordedeus.
Tive um colega de escola que era afeminado. Por conta disso não passava um dia sequer que a gente não o perturbasse ou que a gente não dava uns cascudos nele pra ele aprender a ser homem.

Um tempo atrás eu o encontrei por acaso no shopping e fiquei muito feliz de ver que ele tava casado com uma mulher e que tinha virado macho mesmo. A gente conversou um pouco e ele me disse que a mãe dele por conta do pai ter largado eles quando era pequeno ficou na nóia de que homem não presta e quis passar valores femininos a ele, que ele tinha que ser sensível e essas merdas todas.

Mas o que me deixou feliz foi o que ele disse a seguir: me agradeceu e aos outros colegas pela "educação" que demos a ele no colégio caso contrário tinha virado viado, o que iria desgraçar a vida dele.

Então o que falta pro moleque da matéria aí é alguém de pulso firme que aplique os corretivos necessários e o ponha novamente nos trilhos. E pelo jeito não serão os pais.
 

Youko.Youkai

Habitué da casa
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Pode explicar melhor?

Discorda que disforia de gênero é uma doença mental?
Discorda que os pais talvez devessem buscar adequar o guri ao gênero correto (o que da trabalho, mas vai levá-lo a ter uma vida adulta mais ou menos normal)? Com trans tendo 39 vezes (não é 39%) mais chance de se suicidar, acha melhor permitir essa "doença" crescer e se tornar um comportamento que pode levar a isso?

Tipo, o que exatamente é preconceito contra o garoto?
Pedofilia é uma doença também e querem aceitar isso como normal...
 

toad02

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Tive um colega de escola que era afeminado. Por conta disso não passava um dia sequer que a gente não o perturbasse ou que a gente não dava uns cascudos nele pra ele aprender a ser homem.

Um tempo atrás eu o encontrei por acaso no shopping e fiquei muito feliz de ver que ele tava casado com uma mulher e que tinha virado macho mesmo. A gente conversou um pouco e ele me disse que a mãe dele por conta do pai ter largado eles quando era pequeno ficou na nóia de que homem não presta e quis passar valores femininos a ele, que ele tinha que ser sensível e essas merdas todas.

Mas o que me deixou feliz foi o que ele disse a seguir: me agradeceu e aos outros colegas pela "educação" que demos a ele no colégio caso contrário tinha virado viado, o que iria desgraçar a vida dele.

Então o que falta pro moleque da matéria aí é alguém de pulso firme que aplique os corretivos necessários e o ponha novamente nos trilhos. E pelo jeito não serão os pais.
Fico feliz pelo cara, mas será que ele é mais feliz hoje porque "virou macho" do que seria se vocês não tivessem feito bullying com ele? Se ele continuasse sendo mais sensível, qual o problema? Provavelmente ele ia continuar gostando de mulher, mas talvez demonstrasse mais suas sensibilidade..? Acho que nada garante e acho que não tem nada de errado em homem ser sensível, então sei lá.

Aqui na Polonia ainda existe muita homofobia e por conta disso é muito dificil voce ver pessoas abertamente gays. Trans mesmo, em 6 anos aqui, só vi duas na rua.
Aí voce para e pensa: será que tem menos gays por existir menos "incentivo" ou será que eles só não saem do armário?
Aí tem um outro dado interessante: aqui é o país com proporção mais alta de suicídio de homens sobre mulheres.
 

Kaiketsu_Zubat

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Pode explicar melhor?

Discorda que disforia de gênero é uma doença mental?
Discorda que os pais talvez devessem buscar adequar o guri ao gênero correto (o que da trabalho, mas vai levá-lo a ter uma vida adulta mais ou menos normal)? Com trans tendo 39 vezes (não é 39%) mais chance de se suicidar, acha melhor permitir essa "doença" crescer e se tornar um comportamento que pode levar a isso?

Tipo, o que exatamente é preconceito contra o garoto?
Eu acho que isso dele foi mais um bait do que realmente é uma opinião hein....
 

Piga

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@toad02
Essa concepção de vocês mileniais são todas erradas. Na década de 80 não existia bullying. A gente tretava na escola, um arrancava o dente do outro na porrada, e no dia seguinte éramos todos amigos novamente. Ninguém ficava magoadinho e ninguém fazia queixa pra pai e mãe não. Quando virou o milênio é que começou essa frescura que me dá nojo.

E respondendo a sua pergunta, sim, ele é mais feliz hoje do que seria se estivesse por aí dando o toba. Palavras do próprio.
 

toad02

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@toad02
Essa concepção de vocês mileniais são todas erradas. Na década de 80 não existia bullying. A gente tretava na escola, um arrancava o dente do outro na porrada, e no dia seguinte éramos todos amigos novamente. Ninguém ficava magoadinho e ninguém fazia queixa pra pai e mãe não. Quando virou o milênio é que começou essa frescura que me dá nojo.

E respondendo a sua pergunta, sim, ele é mais feliz hoje do que seria se estivesse por aí dando o toba. Palavras do próprio.
Ele já deu o toba pra saber? :coolface

Eu nem falei nada de dar o toba, só de ser sensível porque eu não acho que o cara no caso viria a ser gay, mas se vcs curaram ele dissojá podem virar pastores na Universal.
 
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