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[Franquia] Notícias de Star Wars (além dos filmes)

Ridge

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Tava pensando aqui que teria sido muito f0da se na nova trilogia o vilão tivesse sido o Darth Maul, ele envelhecido mas ainda poderoso.

Nada de Snoke ou Palpatine, o Darth Maul tava lá era só usar, faria mais sentido. Sei que ele morre em algumas histórias mas dava pra reinventar um novo destino pra ele.

Aquele filme do Han Solo é fraco mas achei sensacional a cena do holograma do Darth Maul no fim do filme.

 

viagem estrelar

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Tava pensando aqui que teria sido muito f0da se na nova trilogia o vilão tivesse sido o Darth Maul, ele envelhecido mas ainda poderoso.

Nada de Snoke ou Palpatine, o Darth Maul tava lá era só usar, faria mais sentido. Sei que ele morre em algumas histórias mas dava pra reinventar um novo destino pra ele.

Aquele filme do Han Solo é fraco mas achei sensacional a cena do holograma do Darth Maul no fim do filme.


Não dá. Maul morre pro obi antes do episódio 4.
 

Drath Bruno

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Eu acompanhava muito um blog (Sedentário e Hiperativo) quando adolescente. Esqueci dele mas esta semana me lembrei e fui ver se ele estava online ainda. E estava.

O site deve ter uns quase 20 anos.

E, como todo bom brasileiro, fui ver se tinha coisas de 2007 e, bom, não tinha. Ou melhor, tinha os textos mas imagens e links para videos não funcionavam. Acabei conferindo aleatoriamente algumas postagens e me caiu esta de antes do Episódio VII:

Visualizar anexo 507354

Antes de Kylo Ren, Snoke ou Rey... Era só um teaser sem nada de definido, mas o que tinha de gente falando "Agora sim!", "Que foda vai ser" não tava no gibi.

Era só a Disney ter dado o que os fãs queriam. Não era tão difícil. Star (estrelas) Wars (guerras) e pronto, alguma trama, heróis, vilões e uma guerra espacial. Algo que não teve ou se teve (como no último filme) foi vergonha alheia.
Acho paia essa coisa de "dar o que os fãs querem". Isso acaba com o trabalho artístico e criativo.
Os diretores/roteiristas tem q ter liberdade na hora de criar e não ficar seguindo ideia de fã, até pq cada fã vai querer uma coisa diferente. Se vai ficar bom ou não é outra hostória.
 
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Ridge

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Não dá. Maul morre pro obi antes do episódio 4.
Sim, mas foi como eu disse, dava pra reinventar um novo final pra ele, apagava esse final em que ele morre contra o Obi Wan e fazia um retcon onde ele viveu por mais tempo.

Ate pq na verdade ele morreu na primeira luta contra o Obi Wan, ai depois de muito lobby da fanbase ai sim inventaram que ele tinha sobrevivido e colocou pernas mecanicas.
 

Astrus Maximus

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Acho paia essa coisa de "dar o que os fãs querem". Isso acaba com o trabalho artístico e criativo.
Os diretores/roteiristas tem q ter liberdade na hora de criar e não ficar seguindo ideia de fã, até pq cada fã vai querer uma coisa diferente. Se vai ficar bom ou não é outra hostória.
Se você é contratado para fazer um filme de Star Wars, você precisa fazer um filme de Star Wars. Você quer fazer um filme independente você não entra numa franquia que já tem fãs.

Vamos lá.

Luke Skywalker era filho de Darth Vader, um vilão cruel que matou milhares de pessoas sob influência do Lado Negro da Força (ou Lado Sombrio, se você é não-fã) e viu que havia uma faísca de bem nele e, usando o poder do amor, tentou fazer aquela faísca ínfima num breu de escuridão numa chama. Na verdade, nunca ninguém que havia sido seduzido pelo Lado Negro conseguiu sair dele. E ele conseguiu. Luke, com a força do amor (brega mas legal) conseguiu fazer o pai, que havia afundado nas trevas, ressurgir para a luz.

Passam-se 30 anos.

As pessoas ficaram 30 anos esperando saber "Como será que Luke está agora? Uau, ele deve estar foda, décadas treinando a si mesmo e a uma nova geração de jedi!"

O diretor criativo vem e diz "Uau, vou fazer com que Luke tenha tentado matar o sobrinho porque sentiu um pouco de trevas nele! E por isso o sobrinho teria matado todos os estudantes jedi e ido embora, deixando Luke quebrado", quão criativo vai ser.

Se você é fã, que viu Luke vencer as trevas e saber que pode trazer uma pessoa de volta com amor, aquilo não é criatividade, aquilo é o diretor sequer saber que personagem ele está lidando. Não é "Não posso entregar o que os fãs querem porque eles queriam deus!" é "Não quis manter a coerência do personagem porque queria ser criativo, eles não entendem"...

Se você quer um filme sobre Churchill e põe ele como um motorista de caminhão inglês que fala francês e era até pró-nazista você vai estar sendo criativo pra caramba. Mas não vai estar sendo minimamente fiel ao "personagem", vai?

Aí chega uma pessoa e diz "Mas o diretor não pode ser criativo?"

Pode, mas dentro dos limites do que a história permite. Quer criar um francês motorista de caminhão pró-Hitler? Faça. Apenas diga bem antes que vai ser uma paródia ou faça outro personagem, crie um e não diga que é um filme da franquia heróis da história e que está retratando Churchill. Exatamente o que a Disney não fez. E exatamente o que os fãs criticam.

Nem vamos entrar no lance político, até porque aqui não é lugar, mas basta ver o que os produtores querem entregar e o que o público quer ver:
1780501806706.png

Eu acho legal mais mulheres protagonistas. De verdade. Cresci com Alis, Elinor, Aleste, Lara Croft e Chun Li nos jogos e não acho os jogos delas ruins por terem protagonistas mulheres. Mas como os jogos de sucesso (assim como filmes e os esportes) geralmente tem homens protagonistas e esse povo "criativo" não consegue emplacar nenhuma mulher forte de sucesso, porque os jogos que criam é pensando em atrair mulheres, mas focam em criar um tipo de mulher que eles acham que encaixa no modelo que as mulheres devem ser, o que afasta homens e não atrai mulheres.

É esse o tipo de pessoa que reclama que não pode ser criativo, mesmo que sua criatividade seja apenas criar coisas que aprenderam que tem que ser assim porque é certo nas universidades.
 
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Havokdan

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Tenho a sensação de que a grande maioria das franquias que foram sucesso, se tivessem surgido nos dias atuais, nenhuma delas teria o tamanho que já teve. Star Wars, Star Trek, não que eu ache que não teriam algum sucesso. O choro da modernidade, com a internet, quantidade de oferta de conteúdo de tudo que é tipo, torna nos dias atuais cada vez mais difícil de alcançar isso.
 


Astrus Maximus

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Tenho a sensação de que a grande maioria das franquias que foram sucesso, se tivessem surgido nos dias atuais, nenhuma delas teria o tamanho que já teve. Star Wars, Star Trek, não que eu ache que não teriam algum sucesso. O choro da modernidade, com a internet, quantidade de oferta de conteúdo de tudo que é tipo, torna nos dias atuais cada vez mais difícil de alcançar isso.
Mas você consegue citar umas 3 obras novas de excelente qualidade sob todos os aspectos que foram lançadas e não fizeram sucesso hoje sem se basear nas antigas?

"O Superman do Snider"

Baseado em algo antigo.

"O Star Wars do Snider"

Baseado em algo antigo, chato pra caramba e se você é fã, beleza, mas é gosto seu. Quase ninguém fala da qualidade quando fala destes 2 filmes caríssimos que floparam.

O fato é que a geração atual raramente consegue criar algo novo de qualidade nos ramos que fazem mais sucesso e quando pegam algo antigo para "revitalizar" não revitalizam, tentam fazer algo novo com o skin do antigo e fracassam enormemente.

O problema não é que coisa boa não faz sucesso, mas muita coisa que não faz sucesso é lançada porque o público quer uma coisa e os lançadores de conteúdo querem outra.

É como eu disse antes, se o povo quer um Luke Skywalker mestre Jedi (e este público ficou comprando material da Lucas Film durante 30 anos, mantendo viva a franquia), você não precisa "se capar" de ter boas ideias. Um Luke super foda (que era o que o público queria) sendo morto durante uma luta épica seria lembrado pra sempre de forma positiva. Mas quer quser criativo? Mostre um Luke cansado - sim, cansado - porque lidar com a academia é muito mais difícil que ele esperava, diga que Snoke foi o braço direito dele e tão poderoso quanto ele e faça Snoke aparecer e lutar e vencer Luke (talvez com a ajuda de Kylo) que tá bom, não vai ser o Luke super-mega-overpower mas os fãs vão lembrar pra sempre. Agora, faça dele um velho fracassado e os fãs vão lembrar também, mas de forma negativa.

O que esse povo quer é passar o que eles querem e não o que os fãs querem.

E, claro, não vai ter sucesso.
 

Havokdan

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Levantei a questão nem tanto pela qualidade, até porque citei Star Wars e Star Trek na minha fala anterior; não ligo muito para elas, não sou fã (claro que não vou desdenhar só porque eu não dou muita bola, não é essa a questão). Para além da qualidade, essas obras são frutos do contexto do seu tempo; esse é meu ponto. Não sei se é só uma sensação minha, mas, com esses tempos de rede social, houve uma ascensão da turma do "engajamento do ódio", que são aqueles que, para além de criticar o que não gostam (até aí normal), gastam mais tempo em ficar hateando/odiando tal coisa do que se concentrando no que gostam. Outro elemento do tempo é que há uma "tribalização" das coisas. Lembro-me de quando a segunda trilogia do Star Wars saiu; foi muito criticada, mas, ainda assim, nenhum conteúdo daquela época, as coisas ruins da época, sofreu tanto assim. Quanto mais foi aumentando a inserção digital, mais difícil se tornou algo de sucesso na escala que essas franquias tiveram naquela época. Você arriscaria apontar algum sucesso nas últimas duas décadas que teve sucesso nessa escala? E, por fim, tentar agradar fã, jogando fanservice ou algum segmento que os fãs desejam, parece ser jogada arriscada quanto a criatividade. Geralmente os fãs querem mais do mesmo do que já deu certo, jogar no novo é arriscado demais, principalmente quando dá errado, por isso que digo, não acho que seja impossível, mas fenômeno tal como Star Wars, hoje em dia, dificilmente se repetirá, eu diria que nunca mais, mas o futuro a Deus pertence, quem sabe eu posso estar errado?
 

Drath Bruno

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Se você é contratado para fazer um filme de Star Wars, você precisa fazer um filme de Star Wars. Você quer fazer um filme independente você não entra numa franquia que já tem fãs.

Vamos lá.

Luke Skywalker era filho de Darth Vader, um vilão cruel que matou milhares de pessoas sob influência do Lado Negro da Força (ou Lado Sombrio, se você é não-fã) e viu que havia uma faísca de bem nele e, usando o poder do amor, tentou fazer aquela faísca ínfima num breu de escuridão numa chama. Na verdade, nunca ninguém que havia sido seduzido pelo Lado Negro conseguiu sair dele. E ele conseguiu. Luke, com a força do amor (brega mas legal) conseguiu fazer o pai, que havia afundado nas trevas, ressurgir para a luz.

Passam-se 30 anos.

As pessoas ficaram 30 anos esperando saber "Como será que Luke está agora? Uau, ele deve estar foda, décadas treinando a si mesmo e a uma nova geração de jedi!"

O diretor criativo vem e diz "Uau, vou fazer com que Luke tenha tentado matar o sobrinho porque sentiu um pouco de trevas nele! E por isso o sobrinho teria matado todos os estudantes jedi e ido embora, deixando Luke quebrado", quão criativo vai ser.

Se você é fã, que viu Luke vencer as trevas e saber que pode trazer uma pessoa de volta com amor, aquilo não é criatividade, aquilo é o diretor sequer saber que personagem ele está lidando. Não é "Não posso entregar o que os fãs querem porque eles queriam deus!" é "Não quis manter a coerência do personagem porque queria ser criativo, eles não entendem"...

Se você quer um filme sobre Churchill e põe ele como um motorista de caminhão inglês que fala francês e era até pró-nazista você vai estar sendo criativo pra caramba. Mas não vai estar sendo minimamente fiel ao "personagem", vai?

Aí chega uma pessoa e diz "Mas o diretor não pode ser criativo?"

Pode, mas dentro dos limites do que a história permite. Quer criar um francês motorista de caminhão pró-Hitler? Faça. Apenas diga bem antes que vai ser uma paródia ou faça outro personagem, crie um e não diga que é um filme da franquia heróis da história e que está retratando Churchill. Exatamente o que a Disney não fez. E exatamente o que os fãs criticam.

Nem vamos entrar no lance político, até porque aqui não é lugar, mas basta ver o que os produtores querem entregar e o que o público quer ver:
Visualizar anexo 507500

Eu acho legal mais mulheres protagonistas. De verdade. Cresci com Alis, Elinor, Aleste, Lara Croft e Chun Li nos jogos e não acho os jogos delas ruins por terem protagonistas mulheres. Mas como os jogos de sucesso (assim como filmes e os esportes) geralmente tem homens protagonistas e esse povo "criativo" não consegue emplacar nenhuma mulher forte de sucesso, porque os jogos que criam é pensando em atrair mulheres, mas focam em criar um tipo de mulher que eles acham que encaixa no modelo que as mulheres devem ser, o que afasta homens e não atrai mulheres.

É esse o tipo de pessoa que reclama que não pode ser criativo, mesmo que sua criatividade seja apenas criar coisas que aprenderam que tem que ser assim porque é certo nas universidades.
O lance é ter liberdade criativa, mas respeitando o que veio antes. Fazer o que os fãs pedem não é o caminho ao meu ver.

George Lucas não fez os episódios 5 e 6 buscando atender os que fãs do 4 queriam. Mesmo a trilogia prequel, com exceção de algumas "correções de curso" (como diminuir a participação do Jar Jar depois da má recepção do personagem), foi feita da maneira que ele queria e não baseado no pedido dos fãs.

Eu acho o Star Wars da Dinsey uma melda violenta, mas o problema foi mais a de falta de planejamento, não respeitarem o material original, escolhas ruins em termos de roteiristas/diretores, entre outras coisas...
 

Havokdan

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O lance é ter liberdade criativa, mas respeitando o que veio antes. Fazer o que os fãs pedem não é o caminho ao meu ver.

George Lucas não fez os episódios 5 e 6 buscando atender os que fãs do 4 queriam. Mesmo a trilogia prequel, com exceção de algumas "correções de curso" (como diminuir a participação do Jar Jar depois da má recepção do personagem), foi feita da maneira que ele queria e não baseado no pedido dos fãs.

Eu acho o Star Wars da Dinsey uma melda violenta, mas o problema foi mais a de falta de planejamento, não respeitarem o material original, escolhas ruins em termos de roteiristas/diretores, entre outras coisas...
Aqui na OS, na época que o episódio 7 saiu, foi marjoratioramente elogiado, as poucas críticas que houveram foi justamente o filme ser repeteco de um dos antigos (uns dos pontos que levantei acima), mas já o seguinte, o foi inventar, subverter, a coisa foi divisivo, com os fãs mais xiitas odiando profundamente, no seguinte, diante do feedback desses fãs, que foi pior ainda, mas nem divisivo foi.
 

pescadorparrudo

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Aqui na OS, na época que o episódio 7 saiu, foi marjoratioramente elogiado, as poucas críticas que houveram foi justamente o filme ser repeteco de um dos antigos (uns dos pontos que levantei acima), mas já o seguinte, o foi inventar, subverter, a coisa foi divisivo, com os fãs mais xiitas odiando profundamente, no seguinte, diante do feedback desses fãs, que foi pior ainda, mas nem divisivo foi.

o episódio 07 foi bom. Era redondinho.
O episódio 8 não foi odiado só por fãs mais xiitas não. Qualquer pessoa com conhecimento básico de roteiro e desenvolvimento de personagem vê as contradições.

Luke totalmente descaracterizado
o vilão é destruído sem propósito/sem ter como dar uma boa explicação disso
a protagonista não convence/o mistério em cima da origem dela se resume a um monte de nada

Depois disso,o terceiro filme simplesmente não tinha para onde ir. Era inevitável que fosse muito ruim. Nem no cinema fui.
 

Astrus Maximus

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Levantei a questão nem tanto pela qualidade, até porque citei Star Wars e Star Trek na minha fala anterior; não ligo muito para elas, não sou fã (claro que não vou desdenhar só porque eu não dou muita bola, não é essa a questão). Para além da qualidade, essas obras são frutos do contexto do seu tempo; esse é meu ponto. Não sei se é só uma sensação minha, mas, com esses tempos de rede social, houve uma ascensão da turma do "engajamento do ódio", que são aqueles que, para além de criticar o que não gostam (até aí normal), gastam mais tempo em ficar hateando/odiando tal coisa do que se concentrando no que gostam. Outro elemento do tempo é que há uma "tribalização" das coisas. Lembro-me de quando a segunda trilogia do Star Wars saiu; foi muito criticada, mas, ainda assim, nenhum conteúdo daquela época, as coisas ruins da época, sofreu tanto assim. Quanto mais foi aumentando a inserção digital, mais difícil se tornou algo de sucesso na escala que essas franquias tiveram naquela época. Você arriscaria apontar algum sucesso nas últimas duas décadas que teve sucesso nessa escala? E, por fim, tentar agradar fã, jogando fanservice ou algum segmento que os fãs desejam, parece ser jogada arriscada quanto a criatividade. Geralmente os fãs querem mais do mesmo do que já deu certo, jogar no novo é arriscado demais, principalmente quando dá errado, por isso que digo, não acho que seja impossível, mas fenômeno tal como Star Wars, hoje em dia, dificilmente se repetirá, eu diria que nunca mais, mas o futuro a Deus pertence, quem sabe eu posso estar errado?
Eu enxergo de forma diferente.
Há, sim o engajamento de ódio... Mas ele é criado por quem acusa os outros de odiar.

Eu sou fã de Starcraft. Era um dos poucos jogos que eu podia jogar de igual pra igual com meu irmão mais velho e primos (Ok, de igual pra igual, não, mas eu ao menos jogava pelos primeiros 20 minutos de cada partida de 1 hora deles). E eu aprendi inglês em parte jogando e entendendo as regras do jogo e, claro, a campanha.

O jogo tem uma pegada de dark sci-fi... Governos ditatoriais e corruptos, aliens arrogantes e sem empatia e monstros usando pessoas.

Na trama, humanos vão parar num sistema estelar distante e continuam suas tramas de dominação entre si, com nações espaciais opressivas lutando entre si. Os zergs surgem consumindo as colônias humanas e os protoss surgem para "nos proteger" mas do jeito arrogante deles. Kerrigan é deixada para morrer mas acabar sendo capturada pelos Zergs e transformada num monstro (para compensar a falta de poderes psiquicos dos zergs contra os protoss). Os protoss acabam sendo vítimas dos zergs e perdem seu planeta natal ao destruir o vilão Overmind (mente que controla os zergs).

No segundo jogo (Brood Wars) enquanto a Terra envia forças para conquistar os humanos daquele distante setor, Kerrigan volta, dizendo que foi controlada e fez as maldades que fez sob domínio da Overmind (não deixa de ser verdade) e manipula todos os antigos amigos e inimigos para lutarem entre si enquanto usa seus amigos como peões e obtém para si o poder que era da Overmind. Mata ainda mais protoss e humanos e termina como a vencedora da disputa. Os heróis juram se vingar dela.

O terceiro jogo (Starcraft 2) ignora totalmente o segundo (Brood Wars) e repete a trama de Kerrigan voltando e pedindo ajuda, mas agora ela é do bem e não quer manipular ninguém mas é mal entendida e vitima de preconceitos (porque, né) e os personagens ignoram tudo o que ela fez.

Muita gente simplesmente jogou Starcraft e Brood Wars e viu que o roteiro estava totalmente errado e reclamaram disto. Literalmente esqueceram a expansão que mostrava que Kerrigan era do mal mesmo e os personagem terminaram desejando vingança contra ela.

Imediatamente quem simplesmente apontava erros da trama passou a ser hostilizado. Chamado de falso fã, de que queria que a "versão da mente deles" fosse a certa (sendo que a versão da mente deles foi o próprio jogo) e acusados de haters enquanto quem adorava a nova versão ia atrás deles xingar e atacar (os caras atacavam a mudança absurda de direção da história, não falavam mal dos que gostaram).

Depois disso este mesmo modelo foi pra tudo.

Lançam um Terminator (Exterminador do Futuro) em que John Connor morre em 5 minutos e colocam uma mulher que tem exatamente o mesmo papel dele, imediatamente no lugar e reclamam disto. Eles são os hater por odiarem uma mudança que não fazia sentido. Enquanto isso, quem gostou se sente ofendido do outro não gostar e vai lá xingar ele.

Tudo hoje em dia é o cara que vai xingar o colega acusar o xingado de hater.
 

Astrus Maximus

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George Lucas não fez os episódios 5 e 6 buscando atender os que fãs do 4 queriam.

Mesmo a trilogia prequel, com exceção de algumas "correções de curso" (como diminuir a participação do Jar Jar depois da má recepção do personagem), foi feita da maneira que ele queria e não baseado no pedido dos fãs.
Acho que você está enganado neste aspecto.


Os fãs de Star Wars de 1977 não tinham internet para dizerem o que queriam. Então George Lucas não tinha como saber.

Mas O Império Contra-Ataca não desfez nada do que apareceu no Uma Nova Esperança. Pelo contrário, deu um tom mais sombrio que só aumentou o climão da série. Desde o primeiro filme já havia a quebra de expectativa, mas ela era positiva. Vader era pai de Luke. Isso deu uma put* duma nova direção. Ele deu algo que ninguém esperava e tornou o filme fantástico.

Já Luke bêbado?

O que isto deu de melhor para a franquia?

Na verdade, foi o oposto.

1780630064009.png

As pessoas reclamaram de montes de erros do primeiro filme da Disney (como Rey ter poderes quase iguais aos de mestre jedi sendo que dois dias antes era uma catadora de lixo) e simplesmente bastava no próximo filme dar uma explicação. O segundo filme foi literalmente a Disney dizendo "f**a-se o que vocês querem, fãs! Não temos que dar explicação pra vocês!" e é direito da Disney fazer isto assim como é direito dos fãs reclamarem e não irem ver o próximo filme (o terceiro da Disney).

O fato é que enquanto Lucas quebrava expectativa na trilogia original e em cima dela criava coisas novas (e isto gerava admiração) a Disney quebrou expectativa destruindo o que havia sido criado antes e... Só. Só fez porque podia e o resultado tá aí.
 
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Bat Esponja

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Tenho a sensação de que a grande maioria das franquias que foram sucesso, se tivessem surgido nos dias atuais, nenhuma delas teria o tamanho que já teve. Star Wars, Star Trek, não que eu ache que não teriam algum sucesso. O choro da modernidade, com a internet, quantidade de oferta de conteúdo de tudo que é tipo, torna nos dias atuais cada vez mais difícil de alcançar isso.
Não tem como

Nem comédia emplaca desde TBBT, The Office. São outros tempos.
 

Havokdan

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Imediatamente quem simplesmente apontava erros da trama passou a ser hostilizado. Chamado de falso fã, de que queria que a "versão da mente deles" fosse a certa (sendo que a versão da mente deles foi o próprio jogo) e acusados de haters enquanto quem adorava a nova versão ia atrás deles xingar e atacar (os caras atacavam a mudança absurda de direção da história, não falavam mal dos que gostaram).
O ponto é que produtos ruins tendem a fracassar naturalmente. Não acredito que "igualar o jogo" vá melhorar as coisas, especialmente quando as consequências de decisões criativas equivocadas acabam sendo sentidas no bolso de quem financia esses projetos. O engajamento movido pelo ódio apenas cria um ambiente tóxico, no qual pouco de positivo é produzido, talvez apenas acelerando a decadência de franquias que já caminhavam nessa direção.

Além disso, faz parte do processo criativo assumir riscos e, consequentemente, cometer erros. Nem toda aposta dará certo, afinal, entretenimento não é uma ciência exata. Reforço, porém, que obras ruins deveriam se limitar ao prejuízo financeiro e ao esquecimento, em vez de serem sustentadas por campanhas de ódio, independentemente das justificativas apresentadas, sejam elas bem fundamentadas ou não. Desde os primórdios da humanidade, uma das soluções mais fáceis tem sido atribuir aos outros a culpa pelos problemas. Na verdade, isso nem chega a ser uma solução quando não há argumentos, dados ou fatos capazes de sustentar tal posição.

Tomemos como exemplo o mais recente filme da franquia Star Wars, que estreou há pouco tempo. Ainda não o assisti, mas, na minha bolha, o que ouvi pode ser resumido de forma simples: trata-se de um bom filme para quem já gostava da série, mas que não possui a mesma grandiosidade narrativa que a franquia demonstrou em outros momentos de sua trajetória no cinema. A impressão é de que se trata mais de um episódio especial da série adaptado para as telonas do que de um grande evento cinematográfico.

O que me chama a atenção, porém, é que em espaços onde antes eu via pessoas discutindo apaixonadamente a franquia, agora predomina a indiferença. Nem mesmo o engajamento baseado no ódio parece estar em ação; o que se percebe é um certo cansaço. E há um ponto que deixei de mencionar em comentários anteriores: o engajamento do ódio não existe apenas pelo prazer de atacar ou destruir algo. Ele também é impulsionado pela audiência. Em tempos de algoritmos de redes sociais e plataformas como o YouTube, criticar, polemizar e atacar frequentemente se revela um negócio bastante lucrativo.
 

DanBann

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Acho paia essa coisa de "dar o que os fãs querem". Isso acaba com o trabalho artístico e criativo.
Os diretores/roteiristas tem q ter liberdade na hora de criar e não ficar seguindo ideia de fã, até pq cada fã vai querer uma coisa diferente. Se vai ficar bom ou não é outra hostória.

Por um lado, concordo.

Pelo outro lado, não adianta nada você entregar algo super bom e genial que ninguém quer e vai destruir uma franquia.

Vender o que o público quer consumir x vender o que você quer criar é um dilema eterno entre artistas e vai ser até o fim dos tempos.
 

Astrus Maximus

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O ponto é que produtos ruins tendem a fracassar naturalmente. Não acredito que "igualar o jogo" vá melhorar as coisas, especialmente quando as consequências de decisões criativas equivocadas acabam sendo sentidas no bolso de quem financia esses projetos. O engajamento movido pelo ódio apenas cria um ambiente tóxico, no qual pouco de positivo é produzido, talvez apenas acelerando a decadência de franquias que já caminhavam nessa direção.

Além disso, faz parte do processo criativo assumir riscos e, consequentemente, cometer erros. Nem toda aposta dará certo, afinal, entretenimento não é uma ciência exata. Reforço, porém, que obras ruins deveriam se limitar ao prejuízo financeiro e ao esquecimento, em vez de serem sustentadas por campanhas de ódio, independentemente das justificativas apresentadas, sejam elas bem fundamentadas ou não. Desde os primórdios da humanidade, uma das soluções mais fáceis tem sido atribuir aos outros a culpa pelos problemas. Na verdade, isso nem chega a ser uma solução quando não há argumentos, dados ou fatos capazes de sustentar tal posição.

Tomemos como exemplo o mais recente filme da franquia Star Wars, que estreou há pouco tempo. Ainda não o assisti, mas, na minha bolha, o que ouvi pode ser resumido de forma simples: trata-se de um bom filme para quem já gostava da série, mas que não possui a mesma grandiosidade narrativa que a franquia demonstrou em outros momentos de sua trajetória no cinema. A impressão é de que se trata mais de um episódio especial da série adaptado para as telonas do que de um grande evento cinematográfico.

O que me chama a atenção, porém, é que em espaços onde antes eu via pessoas discutindo apaixonadamente a franquia, agora predomina a indiferença. Nem mesmo o engajamento baseado no ódio parece estar em ação; o que se percebe é um certo cansaço. E há um ponto que deixei de mencionar em comentários anteriores: o engajamento do ódio não existe apenas pelo prazer de atacar ou destruir algo. Ele também é impulsionado pela audiência. Em tempos de algoritmos de redes sociais e plataformas como o YouTube, criticar, polemizar e atacar frequentemente se revela um negócio bastante lucrativo.
Então.

Estamos onde?

Num fórum de discussão.

O que se faz em fóruns de discussão?

Se discute.

Meu modo de escrever não quer dizer que eu considere você idiota ou algo assim, mas eu gosto de colocar primeiro a base de onde tiro meu modo de pensar, porque você não precisa concordar comigo, apenas entender que eu tenho lá alguma razão no meu modo de pensar.

Portanto, estamos num fórum de discussão. E discutimos.

Jogos, filmes, séries, pessoas e grupos.

No caso, me parece que sua ideia é "Se não gostar, não discuta e apenas pare de consumir" e ela não combina com você estar num fórum de discussão. O fato é que você está querendo discutir, dar sua opinião (de forma concatenada, organizada e educada, não estou minimizando)... Que é justamente o que faz quem não gosta. Não deveria ser aceito como normal alguém dizer "Eu achei muito ruim esta mudança em Star Wars porque isto, isso e aquilo" e ser considerado hater ou - aconteceu aqui - ser xingado de "ista" porque não gostou.

Eu percebi com o tempo que quem desgosta de uma obra critica a obra e quem gosta critica quem não gosta. Há uma diferença.

Você pode gostar da obra e discutir sobre a obra e defender seus pontos e aceitar que quem não gostou tem pontos diferentes. E que algumas vezes, você adorou por causa do roteiro e não se importa com a atuação e vai gostar do filme pelo roteiro. O outro cara odiou a atuação e não se importa com roteiro. Vai ter discussão que não terá solução, pois são comparações de laranjas com maçãs.

No caso, em geral, quem gosta odeia quem desgosta e toma como ataque pessoal falar mal da obra. Mas, por conta de movimentos de manada, ataca todo mundo que não gostou. E depois diz que quem odeia (o filme) e é atacado é que é o hater.

Pelo menos minha visão pessoal é esta.

Falar mal de uma obra que não gosta não é problema. Tomar como ofensa pessoal o outro falar mal da obra é que é.
 

Bat Esponja

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Então.

Estamos onde?

Num fórum de discussão.

O que se faz em fóruns de discussão?

Se discute.

Meu modo de escrever não quer dizer que eu considere você idiota ou algo assim, mas eu gosto de colocar primeiro a base de onde tiro meu modo de pensar, porque você não precisa concordar comigo, apenas entender que eu tenho lá alguma razão no meu modo de pensar.

Portanto, estamos num fórum de discussão. E discutimos.

Jogos, filmes, séries, pessoas e grupos.

No caso, me parece que sua ideia é "Se não gostar, não discuta e apenas pare de consumir" e ela não combina com você estar num fórum de discussão. O fato é que você está querendo discutir, dar sua opinião (de forma concatenada, organizada e educada, não estou minimizando)... Que é justamente o que faz quem não gosta. Não deveria ser aceito como normal alguém dizer "Eu achei muito ruim esta mudança em Star Wars porque isto, isso e aquilo" e ser considerado hater ou - aconteceu aqui - ser xingado de "ista" porque não gostou.

Eu percebi com o tempo que quem desgosta de uma obra critica a obra e quem gosta critica quem não gosta. Há uma diferença.

Você pode gostar da obra e discutir sobre a obra e defender seus pontos e aceitar que quem não gostou tem pontos diferentes. E que algumas vezes, você adorou por causa do roteiro e não se importa com a atuação e vai gostar do filme pelo roteiro. O outro cara odiou a atuação e não se importa com roteiro. Vai ter discussão que não terá solução, pois são comparações de laranjas com maçãs.

No caso, em geral, quem gosta odeia quem desgosta e toma como ataque pessoal falar mal da obra. Mas, por conta de movimentos de manada, ataca todo mundo que não gostou. E depois diz que quem odeia (o filme) e é atacado é que é o hater.

Pelo menos minha visão pessoal é esta.

Falar mal de uma obra que não gosta não é problema. Tomar como ofensa pessoal o outro falar mal da obra é que é.
Acho que na internet se criou bolhas, como no caso da série do senhor dos anéis que fizeram 2 reddits, um só pra falar bem e um só pra falar mal.

Assim como praticamente todos reddits são dominados por um lado só na marra. No Twitter as pessoas só vão pra reclamarvde qualquer coisa mesmo.

Mas acho que na vida real as pessoas nem pensam tanto nisso. Tem os que sempre vêem tudo até o fim, os que param de ver se ficar ruim, os que criticavam Star Wars desde o primeiro, etc.

Star wars atingiu muita gente então nem dá pra generalizar muito.

Sei que se os novos filmes tivessem tido o resultado que a Disney queria, já teriam feito muitos mais. Rey, Fin e Poe estariam em toda parte. No fim não tem como lutar contra essa realidade.
 

Havokdan

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Meu ponto nunca foi interditar opiniões; por isso, na falta de um termo melhor, utilizei a expressão "engajamento do ódio". Críticas às obras sempre existiram. O que considero uma característica mais recente é a forma reiterada e sistemática com que determinados assuntos são martelados, bem como a dedicação que algumas pessoas passam a investir nisso.

Pelo menos antigamente — e posso estar errado nessa percepção — a impressão que eu tinha era que as pessoas criticavam algo e seguiam com a vida, voltando ao assunto apenas quando surgia uma novidade, uma notícia ou algum fato novo. Hoje, há muitos tópicos nos quais sequer entro mais aqui na OS por causa desse fenômeno. Se ainda participo deste, é porque ele não foi severamente acometido por isso, felizmente.

Talvez um bom exemplo seja a quantidade de tópicos desse tipo na pasta de Política. Tanto que, há anos, recorri ao "proibidão" do navegador para esconder os acessos mais fáceis a essas áreas. Infelizmente, a OS não oferece — ao menos até onde sei — uma opção nativa para ocultar pastas específicas. Mesmo quando o tema é interessante e há bons usuários para debater, aquele ambiente se tornou, para mim, um terreno insalubre.

Outra pasta em que percebo esse fenômeno é a de Esportes. Ao longo dos anos na OS — embora eu seja registrado desde 2009, já frequentava o fórum antes disso — vi esse perfil de comportamento, essa dinâmica, se espalhar para outras áreas. E, sinceramente, usuários que demonstram esse padrão eu nem procuro mais debater. Diferentemente do que estou fazendo aqui com você — e, obviamente, não considero que você tenha esse perfil; ao menos nunca percebi isso nos tópicos que frequento. Nesses casos, simplesmente utilizo a ferramenta de ignorar. Não gosto de fazer isso, mas é um recurso que existe. Depois de algum tempo, removo os nomes da lista; às vezes, mais adiante, volto a adicioná-los.

Enfim, um abraço.

E, para retomar o que realmente deveria ser o assunto do tópico, percebo que quase ninguém está falando do filme recém-lançado da franquia. Além de especulações e opiniões de terceiros — eu mesmo não assisti ao filme e só vi comentários de outras pessoas — alguém aqui efetivamente assistiu para compartilhar uma opinião própria?
 
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