Doutor Sono
Ei mãe, 500 pontos!
- Mensagens
- 12.650
- Reações
- 38.946
- Pontos
- 574
Quando você acha que o Japão é um povo estranho de outro mundo...pode crer, é outro mundo mesmo! Entretanto, dum mundo prestes a entrar num grande colapso populacional! Uma pesquisa alerta que 1/3 dos homens e mulheres com menos de 30 anos, nunca teve qualquer tipo de relação conjugal, e a taxa de natalidade em 2012 foi a menor registrada em décadas! Os japoneses estão perdendo o interesse em "trocar calor" com seus semelhantes. Essa doença social até tem um nome: "síndrome do celibato" - essa síndrome pode significar um grande problema há médio prazo.
A "terra dos virjões" atualmente tem uma das menores taxas de natalidade do planeta, numa população de cerca de 126 milhões de pessoas - que vem diminuindo e envelhecendo rapidamente - e que pode ser reduzida em mais de 30% até 2060, segundo projeções feitas pela pesquisa.

Milhões de jovens orientais nem se quer estão ou pretendem namorar, 61% dos homens e 49% das mulheres com idade entre 18 e 34 anos preferem ficar no "antes só do que mau acompanhado..." Pior: outra pesquisa revelou que grande parte das pessoas com menos de 30 anos nunca tiveram uma experiência amorosa real. O número de bebês nascidos no Japão nos últimos anos é o menor de que se tem registro.
Segundo as palavras de Kunio Kitamura, da Associação de Planejamento Familiar, a crise demográfica japonesa é tão grave que o povo japonês pode "entrar em extinção". Mas e então, o que os pobres otakus tem haver com a questão? Veja a declaração abaixo tirada dum otaku nivel extreme:
"Depois de filosofar profundamente sobre o significado da vida, cheguei à conclusão de que as meninas 2D são melhores do que as meninas 3D do mundo real. Vou levar o meu travesseiro de garota anime waifu qualquer dia pra vocês conhecerem. Provavelmente vou escutar um monte de críticas por minha escolha, especialmente daqueles seres ignorantes que não entendem como um desenho animado pode substituir um ser humano de verdade.Você pode dizer que amar um personagem 2D é a mesma coisa que amar alguém que está longe de você. É a mesma coisa com a idolatrar sua atriz"

Ter um travesseiro de 1,50m com fronha de anime está se tornando comum no quarto desses elementos...abraçar e dormir juntinho com a imagem da personagem favorita deve ser o mais próximo que um fã extremo conseguiria chegar de sua paixão utópica. Há otakus que ascendem sua paixão doentia ao surreal, andando pelas ruas abraçados a um travesseiro-menina, como se estivessem acompanhados duma garota de carne e osso! Para eles, é uma alternativa freak à solidão e a tristeza, alguns vão ainda mais no fundo do poço, transformando os travesseiros-garotas em consolo e satisfação sexual (!?!). è de nosso conhecimento que os japoneses são bem mais fechados e frios na hora de expor suas emoções pra fora. Talvez seja por isso que travesseiros-garota, bonecas em tamanho quase real e coisas ainda mais bizarras vendam tão bem na japalândia...

Mas a culpa não é só dos loucos otakus virjões: as mulheres japonesas encaram o casamento como o "fim de carreira" das conquistas profissionais e pessoais; essas executivas bem-sucedidas profissionalmente, às vezes tem "uma noite apenas" com homens que conhecem nos bares e baladas. A desculpa para os homens mais velhos é que devido à forte crise econômica e depressão que assombra o Japão, eles têm sentido a pressão da responsabilidade de sustentar uma família, onde sustentar esposa e filhos sem ter crises hoje é algo fora da realidade deles.
Para o demógrafo Nicholas Eberstadt, é uma somatória de fatores que complica esse problema no Japão. Falta uma autoridade religiosa que valorise o matrimônio e a família. Alto custo de vida. Geografia do país, que sobrevive à séculos a grandes catástrofes naturais, e agora o terror dum hecatombe nuclear. E a própria cultura de massa (animes e games inclusos) extremamente banalizada que prega uma vida de descompromisso e utopias juvenis - a pornografia online e as datesins, "namoradas virtuais". Tudo isso gera um sentimento de vulnerabilidade e desesperança.
Mas há quem se beneficie da desgraça: surge então um especialista em terapia conjugal/sexual, que trabalha como conselheiro de sexo e relacionamento, a fim de tentar curar a "nação da castidade".
"Recebo muitos homens, mas a presença das mulheres está aumentando" - disse Ai Aoyama, que trabalha como "terapeuta da sexualidade" em Tóquio. Ás vezes ela fica nua para seus clientes, a fim de guiá-los fisicamente em torno da forma feminina, e sentir calor humanio de verdade... entretanto, relação sexual direta é proibido, caro aluno(a) taradão!
Um caso curioso, tinha que ser, é dum otaku marmanjão que só fica excitado quando vê robôs femininos de animes e games!

*Ai Aoyama, a tiazona especialista em curar "virjões" e "virjonas" na japalandia!
Na comunidade otaku, existe agora um meme que debocha dessa situação dos pobres conterrâneos japoneses: "In Japan, 2d girls >>>>> 3d girls"
Reportagem original no UOL noticias:
http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2013/10/23/sindrome-do-celibato-por-que-jovens-do-japao-nao-fazem-mais-sexo.htm
Mais sobre os travesseiros-menina:
http://animaxmagazine.blogspot.com.br/2013/10/travesseiro-de-abracar-e-com-cheiro.html#more
----------------
Sério como se chega a esse ponto?
A "terra dos virjões" atualmente tem uma das menores taxas de natalidade do planeta, numa população de cerca de 126 milhões de pessoas - que vem diminuindo e envelhecendo rapidamente - e que pode ser reduzida em mais de 30% até 2060, segundo projeções feitas pela pesquisa.

Milhões de jovens orientais nem se quer estão ou pretendem namorar, 61% dos homens e 49% das mulheres com idade entre 18 e 34 anos preferem ficar no "antes só do que mau acompanhado..." Pior: outra pesquisa revelou que grande parte das pessoas com menos de 30 anos nunca tiveram uma experiência amorosa real. O número de bebês nascidos no Japão nos últimos anos é o menor de que se tem registro.
Segundo as palavras de Kunio Kitamura, da Associação de Planejamento Familiar, a crise demográfica japonesa é tão grave que o povo japonês pode "entrar em extinção". Mas e então, o que os pobres otakus tem haver com a questão? Veja a declaração abaixo tirada dum otaku nivel extreme:
"Depois de filosofar profundamente sobre o significado da vida, cheguei à conclusão de que as meninas 2D são melhores do que as meninas 3D do mundo real. Vou levar o meu travesseiro de garota anime waifu qualquer dia pra vocês conhecerem. Provavelmente vou escutar um monte de críticas por minha escolha, especialmente daqueles seres ignorantes que não entendem como um desenho animado pode substituir um ser humano de verdade.Você pode dizer que amar um personagem 2D é a mesma coisa que amar alguém que está longe de você. É a mesma coisa com a idolatrar sua atriz"

Ter um travesseiro de 1,50m com fronha de anime está se tornando comum no quarto desses elementos...abraçar e dormir juntinho com a imagem da personagem favorita deve ser o mais próximo que um fã extremo conseguiria chegar de sua paixão utópica. Há otakus que ascendem sua paixão doentia ao surreal, andando pelas ruas abraçados a um travesseiro-menina, como se estivessem acompanhados duma garota de carne e osso! Para eles, é uma alternativa freak à solidão e a tristeza, alguns vão ainda mais no fundo do poço, transformando os travesseiros-garotas em consolo e satisfação sexual (!?!). è de nosso conhecimento que os japoneses são bem mais fechados e frios na hora de expor suas emoções pra fora. Talvez seja por isso que travesseiros-garota, bonecas em tamanho quase real e coisas ainda mais bizarras vendam tão bem na japalândia...

Mas a culpa não é só dos loucos otakus virjões: as mulheres japonesas encaram o casamento como o "fim de carreira" das conquistas profissionais e pessoais; essas executivas bem-sucedidas profissionalmente, às vezes tem "uma noite apenas" com homens que conhecem nos bares e baladas. A desculpa para os homens mais velhos é que devido à forte crise econômica e depressão que assombra o Japão, eles têm sentido a pressão da responsabilidade de sustentar uma família, onde sustentar esposa e filhos sem ter crises hoje é algo fora da realidade deles.
Para o demógrafo Nicholas Eberstadt, é uma somatória de fatores que complica esse problema no Japão. Falta uma autoridade religiosa que valorise o matrimônio e a família. Alto custo de vida. Geografia do país, que sobrevive à séculos a grandes catástrofes naturais, e agora o terror dum hecatombe nuclear. E a própria cultura de massa (animes e games inclusos) extremamente banalizada que prega uma vida de descompromisso e utopias juvenis - a pornografia online e as datesins, "namoradas virtuais". Tudo isso gera um sentimento de vulnerabilidade e desesperança.
Mas há quem se beneficie da desgraça: surge então um especialista em terapia conjugal/sexual, que trabalha como conselheiro de sexo e relacionamento, a fim de tentar curar a "nação da castidade".
"Recebo muitos homens, mas a presença das mulheres está aumentando" - disse Ai Aoyama, que trabalha como "terapeuta da sexualidade" em Tóquio. Ás vezes ela fica nua para seus clientes, a fim de guiá-los fisicamente em torno da forma feminina, e sentir calor humanio de verdade... entretanto, relação sexual direta é proibido, caro aluno(a) taradão!
Um caso curioso, tinha que ser, é dum otaku marmanjão que só fica excitado quando vê robôs femininos de animes e games!

*Ai Aoyama, a tiazona especialista em curar "virjões" e "virjonas" na japalandia!
Na comunidade otaku, existe agora um meme que debocha dessa situação dos pobres conterrâneos japoneses: "In Japan, 2d girls >>>>> 3d girls"
Reportagem original no UOL noticias:
http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2013/10/23/sindrome-do-celibato-por-que-jovens-do-japao-nao-fazem-mais-sexo.htm
Mais sobre os travesseiros-menina:
http://animaxmagazine.blogspot.com.br/2013/10/travesseiro-de-abracar-e-com-cheiro.html#more
----------------
Sério como se chega a esse ponto?




