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Homens japoneses preferem uma mulher virtual a uma real?

Doutor Sono

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Quando você acha que o Japão é um povo estranho de outro mundo...pode crer, é outro mundo mesmo! Entretanto, dum mundo prestes a entrar num grande colapso populacional! Uma pesquisa alerta que 1/3 dos homens e mulheres com menos de 30 anos, nunca teve qualquer tipo de relação conjugal, e a taxa de natalidade em 2012 foi a menor registrada em décadas! Os japoneses estão perdendo o interesse em "trocar calor" com seus semelhantes. Essa doença social até tem um nome: "síndrome do celibato" - essa síndrome pode significar um grande problema há médio prazo.
A "terra dos virjões" atualmente tem uma das menores taxas de natalidade do planeta, numa população de cerca de 126 milhões de pessoas - que vem diminuindo e envelhecendo rapidamente - e que pode ser reduzida em mais de 30% até 2060, segundo projeções feitas pela pesquisa.


Milhões de jovens orientais nem se quer estão ou pretendem namorar, 61% dos homens e 49% das mulheres com idade entre 18 e 34 anos preferem ficar no "antes só do que mau acompanhado..." Pior: outra pesquisa revelou que grande parte das pessoas com menos de 30 anos nunca tiveram uma experiência amorosa real. O número de bebês nascidos no Japão nos últimos anos é o menor de que se tem registro.

Segundo as palavras de Kunio Kitamura, da Associação de Planejamento Familiar, a crise demográfica japonesa é tão grave que o povo japonês pode "entrar em extinção". Mas e então, o que os pobres otakus tem haver com a questão? Veja a declaração abaixo tirada dum otaku nivel extreme:
"Depois de filosofar profundamente sobre o significado da vida, cheguei à conclusão de que as meninas 2D são melhores do que as meninas 3D do mundo real. Vou levar o meu travesseiro de garota anime waifu qualquer dia pra vocês conhecerem. Provavelmente vou escutar um monte de críticas por minha escolha, especialmente daqueles seres ignorantes que não entendem como um desenho animado pode substituir um ser humano de verdade.Você pode dizer que amar um personagem 2D é a mesma coisa que amar alguém que está longe de você. É a mesma coisa com a idolatrar sua atriz"




Ter um travesseiro de 1,50m com fronha de anime está se tornando comum no quarto desses elementos...abraçar e dormir juntinho com a imagem da personagem favorita deve ser o mais próximo que um fã extremo conseguiria chegar de sua paixão utópica. Há otakus que ascendem sua paixão doentia ao surreal, andando pelas ruas abraçados a um travesseiro-menina, como se estivessem acompanhados duma garota de carne e osso! Para eles, é uma alternativa freak à solidão e a tristeza, alguns vão ainda mais no fundo do poço, transformando os travesseiros-garotas em consolo e satisfação sexual (!?!). è de nosso conhecimento que os japoneses são bem mais fechados e frios na hora de expor suas emoções pra fora. Talvez seja por isso que travesseiros-garota, bonecas em tamanho quase real e coisas ainda mais bizarras vendam tão bem na japalândia...

Mas a culpa não é só dos loucos otakus virjões: as mulheres japonesas encaram o casamento como o "fim de carreira" das conquistas profissionais e pessoais; essas executivas bem-sucedidas profissionalmente, às vezes tem "uma noite apenas" com homens que conhecem nos bares e baladas. A desculpa para os homens mais velhos é que devido à forte crise econômica e depressão que assombra o Japão, eles têm sentido a pressão da responsabilidade de sustentar uma família, onde sustentar esposa e filhos sem ter crises hoje é algo fora da realidade deles.

Para o demógrafo Nicholas Eberstadt, é uma somatória de fatores que complica esse problema no Japão. Falta uma autoridade religiosa que valorise o matrimônio e a família. Alto custo de vida. Geografia do país, que sobrevive à séculos a grandes catástrofes naturais, e agora o terror dum hecatombe nuclear. E a própria cultura de massa (animes e games inclusos) extremamente banalizada que prega uma vida de descompromisso e utopias juvenis - a pornografia online e as datesins, "namoradas virtuais". Tudo isso gera um sentimento de vulnerabilidade e desesperança.

Mas há quem se beneficie da desgraça: surge então um especialista em terapia conjugal/sexual, que trabalha como conselheiro de sexo e relacionamento, a fim de tentar curar a "nação da castidade".
"Recebo muitos homens, mas a presença das mulheres está aumentando" - disse Ai Aoyama, que trabalha como "terapeuta da sexualidade" em Tóquio. Ás vezes ela fica nua para seus clientes, a fim de guiá-los fisicamente em torno da forma feminina, e sentir calor humanio de verdade... entretanto, relação sexual direta é proibido, caro aluno(a) taradão!
Um caso curioso, tinha que ser, é dum otaku marmanjão que só fica excitado quando vê robôs femininos de animes e games!



*Ai Aoyama, a tiazona especialista em curar "virjões" e "virjonas" na japalandia!
Na comunidade otaku, existe agora um meme que debocha dessa situação dos pobres conterrâneos japoneses: "In Japan, 2d girls >>>>> 3d girls"

Reportagem original no UOL noticias:
http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2013/10/23/sindrome-do-celibato-por-que-jovens-do-japao-nao-fazem-mais-sexo.htm
Mais sobre os travesseiros-menina:
http://animaxmagazine.blogspot.com.br/2013/10/travesseiro-de-abracar-e-com-cheiro.html#more



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Sério como se chega a esse ponto?
 


mig29gsxr

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Putz odeio esse tipo de notícia besta, primeiro que ainda bem que está nascendo menos gente, isso não significa que ninguém está em extinção. Na verdade isso é ótimo.
E quem quiser transar, que transe. Quem não tá afim, que se divirta com o que quiser.
Agora, se as japas tão taradas como falam e os caras não tão dando no coro, acho que vou passar umas férias no Japão...
 

Bat Esponja

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Todo ano sai uma reportagem dessas lol

(se bem que essa é de 2013)

Só faltou citar como o VR vai piorar a situação
 


PCdubaum

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Se meu PC tivesses aquela rachadinha seria cerveja e PC pro resta da vida.
 

Ecce Animus

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Espera aí, vocês preferem 3d a 2d? Que nojo. 2d é vida, 2d é mais que vida. Inimigos do 2d devem serem imediatamente mortos.
 

:Fofo:

Supra-sumo
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Acho q essas garotas virtuais elas só não são melhores q as reais pq falta o obvio, mas as parceiras robóticas vão ser perfeitas em tudo, e finalmente haverá amor verdadeiro.
 

PocketCrocodile

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Notícia...? Waifu...? put* que pariu, é old demais...

Enviado de meu Pombo Correio usando Papel

 

fbr

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É, a fobia social tá castrando bonito essa galera.
 

Nebula

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Eu me prontifico a ir salvar as japas da escassez de mandioca. Me aguardem!

 

Okira

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Gostei do vídeo com o negócio que parece um holograma, quero um para mim.
 

Porco Seboso

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o autor desse artigo deve ter um ódio tremendo por virgens, pqp. :klol

"tem que ter o calor humano! tem que casar! tem que ter uma namorada(o)! tem que ter filhos! o japão ta virando a terra dos virjões!!! aaaaiiii meu deus o japão vai sucumbiiiirr....." :klolz

edit - torço pra que mais e mais hikikomoris apareçam no japão e que essa onda de celibato se multiplique ainda mais.
 

Giant Enemy Crab

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01 - Nunca vi alguém com travesseiro na rua aqui. Exceto, claro, essas molieres que carregam travesseiro em viagem pra ir viajando dormindo.
02 - Até os japas normais acham isso deverás estranho.
03 - problema populacional é uma tendencia em qualquer pais desenvolvido (exceto USA)
04 - Não é porque alguém opta por não casar/namorar que vai virar otaku. Eu tenho 27 anos, não tem pretensão de casar, e nem por isso ficando batendo p*nh*ta pra Hatsune Miku.
tem bastante gente pelo Brasil a fora também que pensa do mesmo jeito.
05 - Reportagem repetida a cada 6 meses.
06 - Ter filho é um rombo na economia ENORME, que vai do prénatal até, pelo menos o fim da vida escolar, e o governo não faz absolutamente NADA pra mudar esse cenário. Que alias, fazer faz, aumenta o imposto, aposentadoria, seguro-saude(tudo obrigatório) ano após ano.
07 - Escola japa ta pouco se fodendo pra bullying ou qualquer coisa que bugue um(a) infeliz. O famoso cada um com seus problemas. E o pior, o próprio governo reconhece isso, e não faz nada, "porque é dificil".
08 - Tem filho quem quer, e pelo menos aqui as pessoas costumam entender isso, e mesmo os transantes não dão vacilo, se dão é só 1x.

Enfim, alguém copie esse post ai pra daqui alguns meses postarem isso denovo.
 

M4l4k14s

Bam-bam-bam
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Por falar em extinção:

ÓCULOS DE REALIDADE VIRTUAL

Já Toon Timmermans aposta na realidade virtual como o futuro dos brinquedos sexuais. O holandês é criador do Kiiroo, plataforma para casais que se relacionam à distância. Um vibrador se conecta via internet a um masturbador, batizado de Pearl, que simula uma vagina, chamada de Onyx. Quando uma das pessoas no casal realiza um movimento sobre o aparelho, este se comunica com o outro, que reproduz o movimento na segunda pessoa.

A empresa acaba de lançar uma espécie de Tinder do “sexo virtual”. O site Red Light Center serve como uma rede social para usuários do produto transarem à distância. Cada pessoa cria um avatar e encontra com outros em um ambiente virtual, em primeira pessoa. A ideia é usar a nascente tecnologia dos óculos de realidade virtual, que permitem mudar o ângulo de visão só com o movimento natural da cabeça.

— É uma revolução no sexo virtual — diz Timmermans. — Você cria o seu próprio mundo, realiza qualquer fantasia. E é só o começo, muitas novidades surgirão em pouco tempo.

http://oglobo.globo.com/sociedade/brinquedos-tecnologicos-oferecem-sexo-quase-real-17131491

 

Calcifer

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Num país que até se tocar é quase um taboo me surpreende que ainda tenha gente fazendo sexo la uhahuauh
 

matroska

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01 - Nunca vi alguém com travesseiro na rua aqui. Exceto, claro, essas molieres que carregam travesseiro em viagem pra ir viajando dormindo.
02 - Até os japas normais acham isso deverás estranho.
03 - problema populacional é uma tendencia em qualquer pais desenvolvido (exceto USA)
04 - Não é porque alguém opta por não casar/namorar que vai virar otaku. Eu tenho 27 anos, não tem pretensão de casar, e nem por isso ficando batendo p*nh*ta pra Hatsune Miku.
tem bastante gente pelo Brasil a fora também que pensa do mesmo jeito.
05 - Reportagem repetida a cada 6 meses.
06 - Ter filho é um rombo na economia ENORME, que vai do prénatal até, pelo menos o fim da vida escolar, e o governo não faz absolutamente NADA pra mudar esse cenário. Que alias, fazer faz, aumenta o imposto, aposentadoria, seguro-saude(tudo obrigatório) ano após ano.
07 - Escola japa ta pouco se fodendo pra bullying ou qualquer coisa que bugue um(a) infeliz. O famoso cada um com seus problemas. E o pior, o próprio governo reconhece isso, e não faz nada, "porque é dificil".
08 - Tem filho quem quer, e pelo menos aqui as pessoas costumam entender isso, e mesmo os transantes não dão vacilo, se dão é só 1x.

Enfim, alguém copie esse post ai pra daqui alguns meses postarem isso denovo.

Bom post.

E tb a matéria deixa claro que as mulheres tb em bom número não tem interesse. Não é somente os homens otakus e sim tb os homens normais vamos dizer assim e as mulheres.
 

Giant Enemy Crab

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Bom post.

E tb a matéria deixa claro que as mulheres tb em bom número não tem interesse. Não é somente os homens otakus e sim tb os homens normais vamos dizer assim e as mulheres.
No caso de molieres, tem que ver o porque também né.
O que já vi em reportagem japonesa de fato (Não esses sensacionalistas que saem em pt-br), é que molier normal que costuma abdicar de relacionamentos e filhos é por causa da cultura, na visão de muitas,
casar = prisão domiciliar.
filho = escravidão.

Em uma sociedade onde o espaço pra molieres está cada dia maior, agora elas tem a opção de escolher entre ser a dona de casa ou trabalhar independente. Visto que aqui não tem lá quase nenhum amparo do governo caso ela engravide e tenha o tipo de contrato mais comum (não senshain). E mesmo se o emprego seja fixo (o sen shain), a licença vai de 6 semanas que precedem o nascimentos e apenas 8 semanas depois. Como se uma criança fosse aprender a se virar sozinha em 2 meses.
E o empregador ainda não tem obrigação nenhuma de pagar o periodo de licença, embora isso até tenha sentido, o governo pode vir a ajudar com apenas 60% do minimo da média de 6 meses, e pelo que me lembro, esse periodo é descontado na aposentadoria num futuro.

Mesmo tirando a parte "legal" da coisa, ainda há a imagem cravada na mente das pessoas esse negócio de casamento, que é ruim para os 2 lados.
Pro lado do homem, porque aqui tem a cultura do kozukai (o homem não fica com seu salário e ganha mesada da esposa), e da molier, que mesmo a sociedade ter evoluido nesse ponto de diminuição do machismo, ainda há um resquicio de medo.


Depois, há as pessoas que não querem casar, e logo não entram em nenhum tipo de relacionamento sério, porque não querer começar algo que não tem pretensão de "ir até o fim".



E claro, há também as pessoas "que não são transantes porque não conseguem", ou tem vergonha, ou whatever. Na OS também tá cheio de gente assim. Parte vira "otaku", parte "continua sendo normal", que você vai conversar e até pergunta se é casado pra continuar a conversa informal.
Parte porque há um certo nivel de exigencia fora da realicdade para os 2 lados.
A guria mediana que decidiu que só vale abrir as pernas pra nego que ganha +de 40k yens por mês, e o cara que não toma banho menosprezando aquela japinha bem normalzinha que quase não usa maquiagem.
 
Ultima Edição:

matroska

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No caso de molieres, tem que ver o porque também né.
O que já vi em reportagem japonesa de fato (Não esses sensacionalistas que saem em pt-br), é que molier normal que costuma abdicar de relacionamentos e filhos é por causa da cultura, na visão de muitas,
casar = prisão domiciliar.
filho = escravidão.

Em uma sociedade onde o espaço pra molieres está cada dia maior, agora elas tem a opção de escolher entre ser a dona de casa ou trabalhar independente. Visto que aqui não tem lá quase nenhum amparo do governo caso ela engravide e tenha o tipo de contrato mais comum (não senshain). E mesmo se o emprego seja fixo (o sen shain), a licença vai de 6 semanas que precedem o nascimentos e apenas 8 semanas depois. Como se uma criança fosse aprender a se virar sozinha em 2 meses.
E o empregador ainda não tem obrigação nenhuma de pagar o periodo de licença, embora isso até tenha sentido, o governo pode vir a ajudar com apenas 60% do minimo da média de 6 meses, e pelo que me lembro, esse periodo é descontado na aposentadoria num futuro.

Mesmo tirando a parte "legal" da coisa, ainda há a imagem cravada na mente das pessoas esse negócio de casamento, que é ruim para os 2 lados.
Pro lado do homem, porque aqui tem a cultura do kozukai (o homem não fica com seu salário e ganha mesada da esposa), e da molier, que mesmo a sociedade ter evoluido nesse ponto de diminuição do machismo, ainda há um resquicio de medo.


Depois, há as pessoas que não querem casar, e logo não entram em nenhum tipo de relacionamento sério, porque não querer começar algo que não tem pretensão de "ir até o fim".



E claro, há também as pessoas "que não são transantes porque não conseguem", ou tem vergonha, ou whatever. Na OS também tá cheio de gente assim. Parte vira "otaku", parte "continua sendo normal", que você vai conversar e até pergunta se é casado pra continuar a conversa informal.
Parte porque há um certo nivel de exigencia fora da realicdade para os 2 lados.
A guria mediana que decidiu que só vale abrir as pernas pra nego que ganha +de 40k yens por mês, e o cara que não toma banho menosprezando aquela japinha bem normalzinha que quase não usa maquiagem.
Triste isso.

No caso do casamento a mulher poderia não ter filhos e continuar trabalhando e focando na carreira. Ah não ser que o cara fosse do tipo que fizesse questão de sustentar ela e assim ela seria uma dona de casa.
Mas como você disse o lado cultural e financeiro pesam muito contra a união.
 
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