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Semenya perde processo na Corte Arbitral do Esporte e não poderá correr entre as mulheres

Corredora sul-africana, bicampeã olímpica, produz naturalmente testosterona em alta escala e Tribunal Arbitral do Esporte a proíbe de competir internacionalmente
01/05/2019 07h10 Atualizado há 13 minutos





71425
Semenya perde processo na Corte Arbitral do Esporte e não poderá correr entre as mulheres

Reuters



A Corte Arbitral do Esporte (TAS) definiu, nesta quarta-feira, que a bicampeã olímpica dos 800m rasos, a sul-africana Caster Semenya, não poderá competir mais internacionalmente. Por conta da alta produção natural de testosterona de seu corpo, a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) a proibiu de correr em suas competições. Diante da posição irredutível da federação internacional, a sul-africana entrou com uma apelação no TAS em fevereiro para tentar derrubar a regulamentação, mas o resultado desta quarta-feira não foi positivo para ela.

A decisão foi anunciada após três juízes terem passado a maior parte do último mês debatendo sobre o complexo caso. Assim, se ela quiser seguir competindo nas provas de 800m, sua especialidade, terá que tomar remédios para reduzir sua testosterona. Na semana passada, venceu o campeonato sul-africano na distância dos 5.000m. Nesta categoria, ela não precisaria baixar suas taxas de testosterona para seguir competindo.


71424
Semenya Caster Zurique  — Foto: REUTERS Moritz Hager


Semenya Caster Zurique — Foto: REUTERS Moritz Hager

Semenya conquistou o título mundial dos 800m rasos em 2009, melhorando em quatro segundo seu melhor tempo. Em meio às comemorações pela participação, acabou submetida a um teste de gênero, no que seria um prenúncio de sua guerra particular com a IAAF. A federação chegou a barrá-la de competições internacionais por quase um ano até ela ser liberada novamente, em julho de 2010, embora os resultados do teste nunca tenham se tornado públicos. Todo o imbróglio causou revolta na África do Sul e na comunidade do atletismo, que criticaram duramente a condução do caso pela IAAF.

A corredora argumenta que o seu caso é diferente do que acontece com atletas transgêneros, já que nasceu e vive como mulher. A sul-africana acusa a IAAF de discriminação. Para Semenya, Sebastian Coe, presidente da federação internacional, abriu velhas feridas com seus comentários sobre o gênero da sul-africana.

Entenda o caso

Em abril de 2018, a IAAF impôs uma regra que determinava que atletas com "diferenças de desenvolvimento sexual", as chamadas DSD, deveriam reduzir a taxa de testosterona para poder participar de competições internacionais em provas de até 1.500m. Na argumentação da IAAF, taxas de testosterona influenciam sobretudo em corridas dessas distâncias, por aumentar a explosão muscular.

Embora sem explicitar, a norma se dirigia basicamente a Semenya, atleta conhecida na cena do atletismo tanto pela sua velocidade quanto por seus altos níveis do hormônio. Ela possui hiperandrogenismo, condição caracterizada pela produção excessiva de andrógenos como testosterona, o hormônio masculino.
---------------------------------------------------

Os caras proibem a mulher de competir pq produz muita testosterona, MAS A TRANS PODE IR LÁ E ARREGAÇAR TODOS OS RECORDES e ninguém dá um pio!!!!!

Kd as feministas apoiando a guerreira aí????
 

BESS4

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Semenya perde processo na Corte Arbitral do Esporte e não poderá correr entre as mulheres

Corredora sul-africana, bicampeã olímpica, produz naturalmente testosterona em alta escala e Tribunal Arbitral do Esporte a proíbe de competir internacionalmente
01/05/2019 07h10 Atualizado há 13 minutos





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Semenya perde processo na Corte Arbitral do Esporte e não poderá correr entre as mulheres

Reuters



A Corte Arbitral do Esporte (TAS) definiu, nesta quarta-feira, que a bicampeã olímpica dos 800m rasos, a sul-africana Caster Semenya, não poderá competir mais internacionalmente. Por conta da alta produção natural de testosterona de seu corpo, a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) a proibiu de correr em suas competições. Diante da posição irredutível da federação internacional, a sul-africana entrou com uma apelação no TAS em fevereiro para tentar derrubar a regulamentação, mas o resultado desta quarta-feira não foi positivo para ela.

A decisão foi anunciada após três juízes terem passado a maior parte do último mês debatendo sobre o complexo caso. Assim, se ela quiser seguir competindo nas provas de 800m, sua especialidade, terá que tomar remédios para reduzir sua testosterona. Na semana passada, venceu o campeonato sul-africano na distância dos 5.000m. Nesta categoria, ela não precisaria baixar suas taxas de testosterona para seguir competindo.


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Semenya Caster Zurique  — Foto: REUTERS Moritz Hager


Semenya Caster Zurique — Foto: REUTERS Moritz Hager

Semenya conquistou o título mundial dos 800m rasos em 2009, melhorando em quatro segundo seu melhor tempo. Em meio às comemorações pela participação, acabou submetida a um teste de gênero, no que seria um prenúncio de sua guerra particular com a IAAF. A federação chegou a barrá-la de competições internacionais por quase um ano até ela ser liberada novamente, em julho de 2010, embora os resultados do teste nunca tenham se tornado públicos. Todo o imbróglio causou revolta na África do Sul e na comunidade do atletismo, que criticaram duramente a condução do caso pela IAAF.

A corredora argumenta que o seu caso é diferente do que acontece com atletas transgêneros, já que nasceu e vive como mulher. A sul-africana acusa a IAAF de discriminação. Para Semenya, Sebastian Coe, presidente da federação internacional, abriu velhas feridas com seus comentários sobre o gênero da sul-africana.

Entenda o caso

Em abril de 2018, a IAAF impôs uma regra que determinava que atletas com "diferenças de desenvolvimento sexual", as chamadas DSD, deveriam reduzir a taxa de testosterona para poder participar de competições internacionais em provas de até 1.500m. Na argumentação da IAAF, taxas de testosterona influenciam sobretudo em corridas dessas distâncias, por aumentar a explosão muscular.

Embora sem explicitar, a norma se dirigia basicamente a Semenya, atleta conhecida na cena do atletismo tanto pela sua velocidade quanto por seus altos níveis do hormônio. Ela possui hiperandrogenismo, condição caracterizada pela produção excessiva de andrógenos como testosterona, o hormônio masculino.
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Os caras proibem a mulher de competir pq produz muita testosterona, MAS A TRANS PODE IR LÁ E ARREGAÇAR TODOS OS RECORDES e ninguém dá um pio!!!!!

Kd as feministas apoiando a guerreira aí????
Caralho!

É um absurdo atrás do outro!
 

constatine

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Semenya perde processo na Corte Arbitral do Esporte e não poderá correr entre as mulheres

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A Corte Arbitral do Esporte (TAS) definiu, nesta quarta-feira, que a bicampeã olímpica dos 800m rasos, a sul-africana Caster Semenya, não poderá competir mais internacionalmente. Por conta da alta produção natural de testosterona de seu corpo, a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) a proibiu de correr em suas competições. Diante da posição irredutível da federação internacional, a sul-africana entrou com uma apelação no TAS em fevereiro para tentar derrubar a regulamentação, mas o resultado desta quarta-feira não foi positivo para ela.

A decisão foi anunciada após três juízes terem passado a maior parte do último mês debatendo sobre o complexo caso. Assim, se ela quiser seguir competindo nas provas de 800m, sua especialidade, terá que tomar remédios para reduzir sua testosterona. Na semana passada, venceu o campeonato sul-africano na distância dos 5.000m. Nesta categoria, ela não precisaria baixar suas taxas de testosterona para seguir competindo.


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Semenya Caster Zurique  — Foto: REUTERS Moritz Hager


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Semenya conquistou o título mundial dos 800m rasos em 2009, melhorando em quatro segundo seu melhor tempo. Em meio às comemorações pela participação, acabou submetida a um teste de gênero, no que seria um prenúncio de sua guerra particular com a IAAF. A federação chegou a barrá-la de competições internacionais por quase um ano até ela ser liberada novamente, em julho de 2010, embora os resultados do teste nunca tenham se tornado públicos. Todo o imbróglio causou revolta na África do Sul e na comunidade do atletismo, que criticaram duramente a condução do caso pela IAAF.

A corredora argumenta que o seu caso é diferente do que acontece com atletas transgêneros, já que nasceu e vive como mulher. A sul-africana acusa a IAAF de discriminação. Para Semenya, Sebastian Coe, presidente da federação internacional, abriu velhas feridas com seus comentários sobre o gênero da sul-africana.

Entenda o caso

Em abril de 2018, a IAAF impôs uma regra que determinava que atletas com "diferenças de desenvolvimento sexual", as chamadas DSD, deveriam reduzir a taxa de testosterona para poder participar de competições internacionais em provas de até 1.500m. Na argumentação da IAAF, taxas de testosterona influenciam sobretudo em corridas dessas distâncias, por aumentar a explosão muscular.

Embora sem explicitar, a norma se dirigia basicamente a Semenya, atleta conhecida na cena do atletismo tanto pela sua velocidade quanto por seus altos níveis do hormônio. Ela possui hiperandrogenismo, condição caracterizada pela produção excessiva de andrógenos como testosterona, o hormônio masculino.
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Os caras proibem a mulher de competir pq produz muita testosterona, MAS A TRANS PODE IR LÁ E ARREGAÇAR TODOS OS RECORDES e ninguém dá um pio!!!!!

Kd as feministas apoiando a guerreira aí????
Ai meu Deus do céu, esse mundo vai virar do avesso mesmo :kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk.
Merece um tópico a parte. Se você não quiser eu posto, porque essa noticia é digna de um tópico tamanho absurdo!
 

Xhunter

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A Corte Arbitral do Esporte (TAS) definiu, nesta quarta-feira, que a bicampeã olímpica dos 800m rasos, a sul-africana Caster Semenya, não poderá competir mais internacionalmente. Por conta da alta produção natural de testosterona de seu corpo, a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) a proibiu de correr em suas competições. Diante da posição irredutível da federação internacional, a sul-africana entrou com uma apelação no TAS em fevereiro para tentar derrubar a regulamentação, mas o resultado desta quarta-feira não foi positivo para ela.

A decisão foi anunciada após três juízes terem passado a maior parte do último mês debatendo sobre o complexo caso. Assim, se ela quiser seguir competindo nas provas de 800m, sua especialidade, terá que tomar remédios para reduzir sua testosterona. Na semana passada, venceu o campeonato sul-africano na distância dos 5.000m. Nesta categoria, ela não precisaria baixar suas taxas de testosterona para seguir competindo.


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Semenya Caster Zurique  — Foto: REUTERS Moritz Hager


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Semenya conquistou o título mundial dos 800m rasos em 2009, melhorando em quatro segundo seu melhor tempo. Em meio às comemorações pela participação, acabou submetida a um teste de gênero, no que seria um prenúncio de sua guerra particular com a IAAF. A federação chegou a barrá-la de competições internacionais por quase um ano até ela ser liberada novamente, em julho de 2010, embora os resultados do teste nunca tenham se tornado públicos. Todo o imbróglio causou revolta na África do Sul e na comunidade do atletismo, que criticaram duramente a condução do caso pela IAAF.

A corredora argumenta que o seu caso é diferente do que acontece com atletas transgêneros, já que nasceu e vive como mulher. A sul-africana acusa a IAAF de discriminação. Para Semenya, Sebastian Coe, presidente da federação internacional, abriu velhas feridas com seus comentários sobre o gênero da sul-africana.

Entenda o caso

Em abril de 2018, a IAAF impôs uma regra que determinava que atletas com "diferenças de desenvolvimento sexual", as chamadas DSD, deveriam reduzir a taxa de testosterona para poder participar de competições internacionais em provas de até 1.500m. Na argumentação da IAAF, taxas de testosterona influenciam sobretudo em corridas dessas distâncias, por aumentar a explosão muscular.

Embora sem explicitar, a norma se dirigia basicamente a Semenya, atleta conhecida na cena do atletismo tanto pela sua velocidade quanto por seus altos níveis do hormônio. Ela possui hiperandrogenismo, condição caracterizada pela produção excessiva de andrógenos como testosterona, o hormônio masculino.
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Os caras proibem a mulher de competir pq produz muita testosterona, MAS A TRANS PODE IR LÁ E ARREGAÇAR TODOS OS RECORDES e ninguém dá um pio!!!!!

Kd as feministas apoiando a guerreira aí????
Calma, dexa eu ver se entendi.

Eles permitem trans de correr mas impedem uma mulher por conta de uma condição especial?
 

Dr. Pregos

Ei mãe, 500 pontos!
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Ai meu Deus do céu, esse mundo vai virar do avesso mesmo :kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk:kkk.
Merece um tópico a parte. Se você não quiser eu posto, porque essa noticia é digna de um tópico tamanho absurdo!
Calma, dexa eu ver se entendi.

Eles permitem trans de correr mas impedem uma mulher por conta de uma condição especial?
Minha cabeça de um bug a nível de Skyrim.

:lolwtf:lolwtf:lolwtf:lolwtf:lolwtf:lolwtf:lolwtf:lolwtf:lolwtf:lolwtf
 

Bloodstained

Ei mãe, 500 pontos!
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A decisão foi anunciada após três juízes terem passado a maior parte do último mês debatendo sobre o complexo caso. Assim, se ela quiser seguir competindo nas provas de 800m, sua especialidade, terá que tomar remédios para reduzir sua testosterona. Na semana passada, venceu o campeonato sul-africano na distância dos 5.000m. Nesta categoria, ela não precisaria baixar suas taxas de testosterona para seguir competindo.


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Semenya conquistou o título mundial dos 800m rasos em 2009, melhorando em quatro segundo seu melhor tempo. Em meio às comemorações pela participação, acabou submetida a um teste de gênero, no que seria um prenúncio de sua guerra particular com a IAAF. A federação chegou a barrá-la de competições internacionais por quase um ano até ela ser liberada novamente, em julho de 2010, embora os resultados do teste nunca tenham se tornado públicos. Todo o imbróglio causou revolta na África do Sul e na comunidade do atletismo, que criticaram duramente a condução do caso pela IAAF.

A corredora argumenta que o seu caso é diferente do que acontece com atletas transgêneros, já que nasceu e vive como mulher. A sul-africana acusa a IAAF de discriminação. Para Semenya, Sebastian Coe, presidente da federação internacional, abriu velhas feridas com seus comentários sobre o gênero da sul-africana.

Entenda o caso

Em abril de 2018, a IAAF impôs uma regra que determinava que atletas com "diferenças de desenvolvimento sexual", as chamadas DSD, deveriam reduzir a taxa de testosterona para poder participar de competições internacionais em provas de até 1.500m. Na argumentação da IAAF, taxas de testosterona influenciam sobretudo em corridas dessas distâncias, por aumentar a explosão muscular.

Embora sem explicitar, a norma se dirigia basicamente a Semenya, atleta conhecida na cena do atletismo tanto pela sua velocidade quanto por seus altos níveis do hormônio. Ela possui hiperandrogenismo, condição caracterizada pela produção excessiva de andrógenos como testosterona, o hormônio masculino.
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Kd as feministas apoiando a guerreira aí????
Mulher com distúrbio hormonal não pode competir com outras mulheres. Homem de peruca que faz tratamento hormonal pode competir com outras mulheres. E daí que o dito cujo, até uma certa idade, desenvolveu seu organismo com taxas hormonais condizentes para o sexo masculino? E daí que esse desenvolvimento não pode ser "corrigido", nem mesmo com tratamento?

 

Vim do Futuro

Bam-bam-bam
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Lord_Revan

Mil pontos, LOL!
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Semenya perde processo na Corte Arbitral do Esporte e não poderá correr entre as mulheres

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A Corte Arbitral do Esporte (TAS) definiu, nesta quarta-feira, que a bicampeã olímpica dos 800m rasos, a sul-africana Caster Semenya, não poderá competir mais internacionalmente. Por conta da alta produção natural de testosterona de seu corpo, a Federação Internacional de Atletismo (IAAF) a proibiu de correr em suas competições. Diante da posição irredutível da federação internacional, a sul-africana entrou com uma apelação no TAS em fevereiro para tentar derrubar a regulamentação, mas o resultado desta quarta-feira não foi positivo para ela.

A decisão foi anunciada após três juízes terem passado a maior parte do último mês debatendo sobre o complexo caso. Assim, se ela quiser seguir competindo nas provas de 800m, sua especialidade, terá que tomar remédios para reduzir sua testosterona. Na semana passada, venceu o campeonato sul-africano na distância dos 5.000m. Nesta categoria, ela não precisaria baixar suas taxas de testosterona para seguir competindo.


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Semenya Caster Zurique  — Foto: REUTERS Moritz Hager


Semenya Caster Zurique — Foto: REUTERS Moritz Hager

Semenya conquistou o título mundial dos 800m rasos em 2009, melhorando em quatro segundo seu melhor tempo. Em meio às comemorações pela participação, acabou submetida a um teste de gênero, no que seria um prenúncio de sua guerra particular com a IAAF. A federação chegou a barrá-la de competições internacionais por quase um ano até ela ser liberada novamente, em julho de 2010, embora os resultados do teste nunca tenham se tornado públicos. Todo o imbróglio causou revolta na África do Sul e na comunidade do atletismo, que criticaram duramente a condução do caso pela IAAF.

A corredora argumenta que o seu caso é diferente do que acontece com atletas transgêneros, já que nasceu e vive como mulher. A sul-africana acusa a IAAF de discriminação. Para Semenya, Sebastian Coe, presidente da federação internacional, abriu velhas feridas com seus comentários sobre o gênero da sul-africana.

Entenda o caso

Em abril de 2018, a IAAF impôs uma regra que determinava que atletas com "diferenças de desenvolvimento sexual", as chamadas DSD, deveriam reduzir a taxa de testosterona para poder participar de competições internacionais em provas de até 1.500m. Na argumentação da IAAF, taxas de testosterona influenciam sobretudo em corridas dessas distâncias, por aumentar a explosão muscular.

Embora sem explicitar, a norma se dirigia basicamente a Semenya, atleta conhecida na cena do atletismo tanto pela sua velocidade quanto por seus altos níveis do hormônio. Ela possui hiperandrogenismo, condição caracterizada pela produção excessiva de andrógenos como testosterona, o hormônio masculino.
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Os caras proibem a mulher de competir pq produz muita testosterona, MAS A TRANS PODE IR LÁ E ARREGAÇAR TODOS OS RECORDES e ninguém dá um pio!!!!!

Kd as feministas apoiando a guerreira aí????
Espera, isso é muito para o meu pequeno cérebro.
.
Quer dizer que, uma mulher não pode participar de campeonato contra mulheres, pois o seu corpo produz naturalmente mais testosterona que o normal para os padrões femininos, o que da a ela uma vantagem (natural) sobre as outras mulheres .
.
Mas, um homem que se identifica com mulher e que por ser homem, tem todo um leque de vantagens que a natureza deu ao homem e não deu a mulher, quer dizer que esse homem pode competir contra as mulheres, porque na cabeça dele ele se identifica como tal e isso é Ok.
.
Alguém reúna todos os livros de biologia e taca fogo nessas merdas que aparentemente não valem mais porra nenhuma.
.
 

Master Outlaw

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Espera, isso é muito para o meu pequeno cérebro.
.
Quer dizer que, uma mulher não pode participar de campeonato contra mulheres, pois o seu corpo produz naturalmente mais testosterona que o normal para os padrões femininos, o que da a ela uma vantagem (natural) sobre as outras mulheres .
.
Mas, um homem que se identifica com mulher e que por ser homem, tem todo um leque de vantagens que a natureza deu ao homem e não deu a mulher, quer dizer que esse homem pode competir contra as mulheres, porque na cabeça dele ele se identifica como tal e isso é Ok.
.
Alguém reúna todos os livros de biologia e taca fogo nessas merdas que aparentemente não valem mais porra nenhuma.
.
Pois é, pra que Biologia, se esse pessoal lacrador está fazendo questão de ignorá-la sonelemente?
 

Darth Mario

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Teste bom:

Hehehehehehe. Eu só selecionei uma opção, "Chamei uma feminista de feminazi" e pronto, sou machista. Ou seja, não há ABSOLUTAMENTE nada do feminismo que possa ser criticado.

Mas as feministas podem chamar os outros de nazistas, que tá liberado, tá certo. Sério, não dá pra levar a sério isso.
 

NyKiO

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Hehehehehehe. Eu só selecionei uma opção, "Chamei uma feminista de feminazi" e pronto, sou machista. Ou seja, não há ABSOLUTAMENTE nada do feminismo que possa ser criticado.

Mas as feministas podem chamar os outros de nazistas, que tá liberado, tá certo. Sério, não dá pra levar a sério isso.
Marquei 43 de 49, só pra fazer volume nos gráficos dos resultados da enquete :lolwtf:lolwtf:lolwtf
 

Darth_Tyranus

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As mulheres podem sustentar um lar.
E podem destruir uma nação.
Até mesmo um continente.
A geração de mulheres atual na faixa dos 18-40 [em idade reprodutiva] já está completamente destruída. É impossível sustentar a civilização ocidental desta maneira. As próximas gerações serão ainda piores, já que as crianças atuais estão mergulhadas na ideologia de gênero e na liberdade sexual desde muito pequenas, enquanto a geração atual só acabou exposta a isso no final da adolescência e na idade adulta e ainda assim causam grandes danos para toda a estrutura social.

Acabou, amigos, podem olhar em volta, de 100 se salva 1.
 

Goblin_Slayer

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A geração de mulheres atual na faixa dos 18-40 [em idade reprodutiva] já está completamente destruída. É impossível sustentar a civilização ocidental desta maneira. As próximas gerações serão ainda piores, já que as crianças atuais estão mergulhadas na ideologia de gênero e na liberdade sexual desde muito pequenas, enquanto a geração atual só acabou exposta a isso no final da adolescência e na idade adulta e ainda assim causam grandes danos para toda a estrutura social.

Acabou, amigos, podem olhar em volta, de 100 se salva 1.
Sim.

As próximas décadas prometem ser ainda mais terríveis.
 

Tarvos

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A geração de mulheres atual na faixa dos 18-40 [em idade reprodutiva] já está completamente destruída. É impossível sustentar a civilização ocidental desta maneira. As próximas gerações serão ainda piores, já que as crianças atuais estão mergulhadas na ideologia de gênero e na liberdade sexual desde muito pequenas, enquanto a geração atual só acabou exposta a isso no final da adolescência e na idade adulta e ainda assim causam grandes danos para toda a estrutura social.

Acabou, amigos, podem olhar em volta, de 100 se salva 1.
A sociedade ainda vai colapsar fodidamente antes dos cucks aprenderem que é preciso tirar o voto delas, e de todo mundo que recebe beneficios do estado.

 
Ultima Edição:

Vim do Futuro

Bam-bam-bam
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A geração de mulheres atual na faixa dos 18-40 [em idade reprodutiva] já está completamente destruída. É impossível sustentar a civilização ocidental desta maneira. As próximas gerações serão ainda piores, já que as crianças atuais estão mergulhadas na ideologia de gênero e na liberdade sexual desde muito pequenas, enquanto a geração atual só acabou exposta a isso no final da adolescência e na idade adulta e ainda assim causam grandes danos para toda a estrutura social.

Acabou, amigos, podem olhar em volta, de 100 se salva 1.
Foi por isso que eu falei que as mulheres podem destruir uma nação e até um continente. São elas que produzem e guiam a nova geração. Mas elas estão se destruindo e destruindo a próxima geração.
Não tem volta.
 
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