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[Mídias] Quem lacra, não lucra.



Dr. Pregos

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Esse mesmo, pelo menos durante a primeira temporada. Não assisti a série, mas é isso que é dito.
Valeu mano, assisti a primeira temporada e pagava pau para este cara, cheguei a começar a ver a segunda temporada, mas dropei de tão chata que estava. Depois dessa vou até apagar do meu HD para liberar espaço.
 


Alberon3

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Como há anos não assisto TV, meus cafés da manhã são assistindo alguns Youtubers, dentre eles assisto o Super Oito, que trata de filmes.

Filme dessa semana foi Bacurau. Não entendi nada do "episódio", não era um filme em nenhum estilo que ele faz, a forma do episódio tava estranha e apesar da análise bem elogiosa, senti esse mimimismo na análise "minorias, lugares esquecidos, pessoas que ninguém liga...".

O que senti é que ele não falou bem do filme porque o filme é bom, mas porque não falar dele, nem falar bem é sinônimo de encheção de saco da militância.





Depois que larguei o crítico que eu assistia (caiu em desgraça depois que se juntou a turminha), está difícil achar outro.
Tem o canal do Getro, mas ele só analisa filmes trash/terror e também é meio progressistinha, mas ainda não está afetando as análises.
Sobre o Super 8, já assisti outras análises como da Alita e não fui muito com a cara dessa crítica.
Percebi exatamente isso que você falou, como se alguém tivesse obrigação de se importar com isso, com as mazelas dos outros ou pior, como se nós tivesses alguma culpa nisso (para mim ele insinuou isso).
Essa de filmes tem que cumprir uma "função social", eu já fecho logo o player, e nem leio o chorume dos comentários dos militontos.
 

Alberon3

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Eu quero mostrar minhas ideias para os outros jogadores. Tem opção de bandeira "don't tread on me"?




Possui todas as bandeiras, mas com certeza menos essa que você postou.
Eles devem consideram uma bandeira de "faxista", já que ela não lacra e nem exalta o Estado.
 

Goris

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Depois que larguei o crítico que eu assistia (caiu em desgraça depois que se juntou a turminha), está difícil achar outro.
Tem o canal do Getro, mas ele só analisa filmes trash/terror e também é meio progressistinha, mas ainda não está afetando as análises.
Sobre o Super 8, já assisti outras análises como da Alita e não fui muito com a cara dessa crítica.
Percebi exatamente isso que você falou, como se alguém tivesse obrigação de se importar com isso, com as mazelas dos outros ou pior, como se nós tivesses alguma culpa nisso (para mim ele insinuou isso).
Essa de filmes tem que cumprir uma "função social", eu já fecho logo o player, e nem leio o chorume dos comentários dos militontos.
É chato você ver essa ditadura do pensamento que a gente vive.

Ok, a gente é livre pra pensar e dizer o que pensa, mas muita gente ainda tem medo dos "progressistas" (se você chama de progresso uma turma que age igual agiam as piores pessoas que eles dizem odiar agiam 30 anos atrás), principalmente nas redes sociais, e não tem essa coragem.

No caso de Youtubers, já tive bastante raiva dos que baixam a cabeça - ainda mais porque esses progressistas fazem muita pressão .as não tem esses números todos - mas ao ver o quanto o YouTube acata tudo que a militância chora, da pra entender o cara ficando com medo, vc pode estar totalmente certo e, assim mesmo, o YouTube te punir por ser fascista simplesmente por você falar que um filme nacional que trata dos pobres e esquecidos não é bom.

Semana passada outro Youtuber que eu sigo, MxR (Mods de Skyrim) tirou boa parte dos vídeos porque o YouTube desmonetizou todos eles.

Função social seria ótimo se os filmes tivessem. Por exemplo, Tropa de Elite e Cidade de Deus mostraram o crime como ele é, mostraram os socialistas de iPhone (claro, a versão anos 80 deles) como hipocritazinhos e que as pessoas escolhem o mal quando a sociedade da essa opção... Isso sim é função social do cinema.

Mas cadê?

Passar cabeça na mão de bandido, fingir que a pobreza não vem (ou melhor, se mantém) das más escolhas das pessoas e o escambau? Isso nunca deveria ser função social.
 

Alberon3

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É chato você ver essa ditadura do pensamento que a gente vive.

Ok, a gente é livre pra pensar e dizer o que pensa, mas muita gente ainda tem medo dos "progressistas" (se você chama de progresso uma turma que age igual agiam as piores pessoas que eles dizem odiar agiam 30 anos atrás), principalmente nas redes sociais, e não tem essa coragem.

No caso de Youtubers, já tive bastante raiva dos que baixam a cabeça - ainda mais porque esses progressistas fazem muita pressão .as não tem esses números todos - mas ao ver o quanto o YouTube acata tudo que a militância chora, da pra entender o cara ficando com medo, vc pode estar totalmente certo e, assim mesmo, o YouTube te punir por ser fascista simplesmente por você falar que um filme nacional que trata dos pobres e esquecidos não é bom.

Semana passada outro Youtuber que eu sigo, MxR (Mods de Skyrim) tirou boa parte dos vídeos porque o YouTube desmonetizou todos eles.

Função social seria ótimo se os filmes tivessem. Por exemplo, Tropa de Elite e Cidade de Deus mostraram o crime como ele é, mostraram os socialistas de iPhone (claro, a versão anos 80 deles) como hipocritazinhos e que as pessoas escolhem o mal quando a sociedade da essa opção... Isso sim é função social do cinema.

Mas cadê?

Passar cabeça na mão de bandido, fingir que a pobreza não vem (ou melhor, se mantém) das más escolhas das pessoas e o escambau? Isso nunca deveria ser função social.



Concordo, parece um ditadura "velada", para forçar seguir o politicamente correto e não correr o risco de ser punido pelo youtube.
Basta ver canais canais militares (mesmo sem fazer críticas), conservadores (principalmente) e simpatizantes a Direita, sendo desmonetizados e punidos (literalmente), basicamente em todos os vídeos.
Conheço até canal de zueira vídeos de GTA e outros jogos com edições e memes.
O cara parece de direita por colocar alguns memes usados as vezes pela direita, mas sem atacar alguém ou mencionar a esquerda (para encaixar no contexto da gameplay por exemplo) e mesmo assim, sem absolutamente nada sobre política no canal, alguns vídeos ainda são desmonetizados.
Se colocassem uma música para dormir e um vídeo de paisagem ao fundo do vídeo, ainda assim seria desmonetizado.

Sobre a crítica, será que essa análise do Bacurau foi afetada com "medo" dessa diretriz do Youtube ou por livre espontânea vontade de dar uma lacradinha do autor?
Já que as outras críticas não eram assim, como eu disse, vi da Alita por esse canal e gostei. (Esqueci de colocar na primeira postagem e ficou parecendo que não gostei hue).
Então com esse filme nacional, coincidentemente, canal já grandinho, não é o momento de começar a dar aquelas "progressadas"?
O outro canal começou exatamente desse jeito, eram ótimas análise (e sem spoilers).
O canal era tão bom, que me baseava nos filmes que iria assistir pelas críticas do tal canal.
A único que achei fraco (não que seja ruim, mas abaixo do que eu esperava), mas a crítica foi boa, foi o filme Gravidade, lembro disso até hoje.
Então, depois começou a se misturar com a loirinha "assediada" pelo Vin Diesel, mas que deu aquela sentada no colo do Mamoa, as análises começaram a ser tornar enviesadas.
Chegando ao ponto de dizer tipo "eu não sou mulher, então não posso me colocar no seu lugar e fazer uma critica sobre essa questão", tipo um "self-mansplaining":kpuke.
O cara de um crítico foda, se tornou um capacho, um cukão.
Por isso agora sempre suspeito dessas criticas que começam a entortar por esse caminho.:kpensa
 

Goris

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Concordo, parece um ditadura "velada", para forçar seguir o politicamente correto e não correr o risco de ser punido pelo youtube.
Basta ver canais canais militares (mesmo sem fazer críticas), conservadores (principalmente) e simpatizantes a Direita, sendo desmonetizados e punidos (literalmente), basicamente em todos os vídeos.
Conheço até canal de zueira vídeos de GTA e outros jogos com edições e memes.
O cara parece de direita por colocar alguns memes usados as vezes pela direita, mas sem atacar alguém ou mencionar a esquerda (para encaixar no contexto da gameplay por exemplo) e mesmo assim, sem absolutamente nada sobre política no canal, alguns vídeos ainda são desmonetizados.
Se colocassem uma música para dormir e um vídeo de paisagem ao fundo do vídeo, ainda assim seria desmonetizado.

Sobre a crítica, será que essa análise do Bacurau foi afetada com "medo" dessa diretriz do Youtube ou por livre espontânea vontade de dar uma lacradinha do autor?
Já que as outras críticas não eram assim, como eu disse, vi da Alita por esse canal e gostei. (Esqueci de colocar na primeira postagem e ficou parecendo que não gostei hue).
Então com esse filme nacional, coincidentemente, canal já grandinho, não é o momento de começar a dar aquelas "progressadas"?
O outro canal começou exatamente desse jeito, eram ótimas análise (e sem spoilers).
O canal era tão bom, que me baseava nos filmes que iria assistir pelas críticas do tal canal.
A único que achei fraco (não que seja ruim, mas abaixo do que eu esperava), mas a crítica foi boa, foi o filme Gravidade, lembro disso até hoje.
Então, depois começou a se misturar com a loirinha "assediada" pelo Vin Diesel, mas que deu aquela sentada no colo do Mamoa, as análises começaram a ser tornar enviesadas.
Chegando ao ponto de dizer tipo "eu não sou mulher, então não posso me colocar no seu lugar e fazer uma critica sobre essa questão", tipo um "self-mansplaining":kpuke.
O cara de um crítico foda, se tornou um capacho, um cukão.
Por isso agora sempre suspeito dessas criticas que começam a entortar por esse caminho.:kpensa
Bom, acho que o cara dar uma esquerda é ok.

Digo, vivemos num país em que a social democracia (centro-esquerda) foi símbolo da direita por mais de duas décadas. Onde a gente aprende que qualquer ideia de direita é extrema direita e o cara vem do meio artístico onde esquerda não é padrão, é obrigação.

Se ele deu uma esquerdada por convicção ou por pressão, a gente só vai saber nos próximos vídeos. Se ele passar pra outro nível, mentiras e feministozismo, aí é outro pra largar.

Sempre lembro do .Meteoro que todo mundo aqui, direita e esquerda, dava elogios. Começaram a esquerdar, esquerdar e isso me incomodava, mas dava pra aguentar. Até o dia que realmente passaram a mentir e distorcer fatos, aí sim, cortei.
 

Bloodstained

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Every MCU And DC Film In 2020 Will Have Female Directors, And Why That Matter


YouTube screenshot from the first (legally online, natch) 'Birds of Prey' teaser trailer

No, I’m not going to link to bootleg copies of the “in theaters only” teaser trailer for Birds of Prey (and the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn) that popped up online a few days ago. But I will note, if you’ve seen the teaser attached to prints of It Chapter Two as of last night, that it’s a hell of a clever sell, both using It as a way both to trick audiences and as a way to assure folks who might care that Margot Robbie’s Harley Quinn won’t be hung up on The Joker this time around. But that can wait for another time, especially if the teaser pops up online after this weekend. It opens February 7, 2020, and it is the first big superhero movie from next year.

I don’t know if 2020 will be a repeat of 2019, where (up to this point) comic book superhero movies from the Marvel or DC Comics universes ruled the roast. If for no other reason than the likely global dominance of Universal’s Fast & Furious 9 and Minions: The Rise of Gru (and possible domestic dominance of Warner Bros.’ Wonder Woman 1984), I imagine next year won’t be quite so dependent on Disney and/or Marvel/DC superhero flicks. But whether they win, place or show, we’re still getting our fair share of big comic book superhero movies next year. The good news is that, when it comes to the MCU and DC Films, all four of next year’s offerings will be directed by women and (more or less) fronted by female superheroes (or supervillains).


'Wonder Woman 1984'

The two big DC Films movies in 2020 are Cathy Yan’s Birds of Prey (February 7) and Patty Jenkins’ Wonder Woman 1984 (June 5). The over/under $80 million crime melodrama, which may go out with an R-rating, stars Margot Robbie as Harley Quinn in essentially a “girl gang” flick that features Jurnee Smollett-Bell (Black Canary), Mary Elizabeth Winstead (The Huntress), Ella Jay Basco (Cassandra Cain) and Rosie Perez (Renee Montoya). The baddies this time out will be Ewan McGregor as Black Mask and Chris Messina as Zsasz. Wonder Woman 1984 doesn’t need much explanation, but yes Gal Gadot and (the presumed dead) Chris Pine will return and face off against Kristen Wiig’s Cheetah. That one will be, by default, DC Films’ first mega-budget entry since James Wan’s Aquaman swam past $1 billion worldwide.

The Marvel Cinematic Universe’ two theatrical movies next year are Cate Shortland’s Black Widow (May 1) and Chloé Zhao’s The Eternals (November 1). The Scarlett Johansson actioner will be a prequel set between Captain America: Civil War and Avengers: Infinity War, and will feature David Harbour (Red Guardian, the Russian equivalent of Captain America), Florence Pugh (Yelena Belova) and Rachel Weisz an older/wiser Black Widow recruit while the villain will be Taskmaster. The Eternals features immortal aliens played by (among others) Angelina Jolie, Richard Madden, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Brian Tryee Henry, Salma Hayek and Gemma Chan. I don’t know a darn thing about this property, but I’m betting Marvel and Disney will make sure general audiences are fluent in at least the character-specific basics by the time November 6 rolls around.


ANAHEIM, CALIFORNIA - AUGUST 24: (L-R) Richard Madden, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Salma Hayek, Lia McHugh, Don Lee, Angelina Jolie, and Barry Keoghan of 'The Eternals' took part today in the Walt Disney Studios presentation at Disney’s D23 EXPO

All four of these likely hits, relative to cost and expectation, are helmed by acclaimed indie filmmakers who got the keys to a big comic book franchise. Jenkins has been doing acclaimed TV work for a decade, but she was still primarily known for Charlize Theron’s Oscar-winning serial killer drama Monster. Zhao is coming off The Rider, Yan is following up Dead Pigs while Shortland has The Berlin Syndrome, Lore and Somersault to her name. And, yes, it’s a big deal, in terms of promised “not a white guy” representation in superhero cinema, that all four have female directors, two of them Chinese American no less. It’s a big deal that at least three out of four of these, without knowing for sure who gets the biggest spotlights in The Eternals, are wholly female-fronted.

It’s not just because “You can’t be what you don’t see” representation, or because it doesn’t mean much for Hollywood to tout empowerment narratives without actually empowering “not a white guy” creatives via key employment opportunities. It matters, for better or worse, because audiences are far more likely to see a Marvel/DC comic book superhero movie than almost any other potential “big” flick. So, sad to say, strides made elsewhere tend to play to empty auditoriums. It’s great that Jennifer Nelson Yu directed Amandla Steinfeld in the YA fantasy The Darkest Minds, but that film earned just $41 million worldwide (including just $12 million domestic) on a $32 million budget. It’s neat that John Boyega was the star of Pacific Rim: Uprising “just because,” but that $150 million flick earned just $290 million worldwide.


'Captain America: The Winter Soldier'

It’s nice studios are finally making movies like The Kitchen (a mob drama starring Melissa McCarthy, Tiffany Haddish and Elizabeth Moss), George Tillman Jr.’s The Hate U Give (based on Angie Thomas’ #BlackLivesMatter-related novel), A Wrinkle in Time (directed by Ava DuVernay and starring Storm Reid), Alita: Battle Angel (directed by Robert Rodriguez and starring Rosa Salazar) and Dora and the Lost City of Gold. It would be even nicer if moviegoers showed up to these films in numbers large enough to make them actual commercial successes. That’s not happening, which means the demographics who are supposed to be empowered, inspired or just entertained by their comparatively inclusive cast, crew and/or narratives aren’t seeing them. Instead, they are flocking to the big DC/Marvel superhero flicks to the comparative exclusion of almost everything else.

As such, simply put, if general moviegoers young and old (especially young) are choosing DC/Marvel superhero flicks as their prime tentpole of choice, then it matters to a proportional degree that these films are more than just “white guy-directed hero’s journeys about a white guy who becomes the special” flicks. That’s not to say Shazam! can’t exist alongside Aquaman, or that Jared Leto’s Morbious (helmed by Jorge Daniel Espinosa, a Swedish citizen of Chilean origin) or the Andy Serkis-directed Venom sequel (starring Tom Hardy) can’t thrive alongside Wonder Woman 1984 or Black Widow. But when a single sub-genre of cinema earns 28% of all domestic tickets in 2018, then it matters that said sub-genre (superhero movies) expand its horizons in terms of who gets to be the hero behind and in front of the camera.


'Avengers: Endgame'

And that’s not to say that non-superhero offerings of an inclusive nature (Us, the Fast and Furious movies, etc.) can’t be hits or shouldn’t be celebrated. But the big superhero movies, mostly those from Marvel and DC (sorry Hellboy) are ruling the roast to an unprecedented degree now. To be fair, an embrace of comparative inclusivity is one reason why superhero movies have soared well and above the likes of John Carter, The Mummy or Jack the Giant Slayer. Making sure that the next generation of superhero movies feature more women (of all ethnicities) and men of color as the heroes, the villains and the folks making the movie will help insure that the superhero movie remains an “event” for folks who grew up in a world where superhero movies were par for the course.

With audiences comparatively forsaking “regular” genre fare for VOD/streaming options, it is vital that the likes of The Eternals and Birds of Prey become the norm rather than the exception. Yes, Joker can still thrive alongside Spider-Man Into the Spider-Verse. However, comparatively inclusive theatrical features (The Spy Who Dumped Me, Widows, Annihilation, etc.) are struggling as audiences are showing up mostly for the Marvel/DC films (alongside nostalgia-skewing Disney biggies like The Lion King and Aladdin, themselves scoring partially due to inclusive casting). That puts an increased responsibility on the powerful superhero genre to spread the wealth. That four out of six major comic book movies in 2020 are female-fronted and female-directed matters because it’s the those are the movies most likely to been seen by the demographics they are meant to inspire.


Fonte
================================================================================================
Algumas páginas atrás, eu disse que caí fora do MCU, porque os parasitas lacradores haviam tomado controle a partir da tal Fase 4. Eu ainda tinha esperanças para o DCEU, mas um detalhe escapou à minha percepção: o ano de 2020. Porque ele é importante? Simples: é o ano da provável reeleição de Trump. O mundo do entretenimento estará convulcionando raivosamente se isso acontecer e os níveis de inserção de porcaria ideológica em suas produções atingirá níveis nunca antes vistos.

Com essa notícia, o DCEU confirma que está seguindo o mesmo rumo que o MCU. Vai demorar um pouco para chegarem lá, mas o destino de ambos é o mesmo: a morte. :kclassic
 

Axel_DM

Bam-bam-bam
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Every MCU And DC Film In 2020 Will Have Female Directors, And Why That Matter


YouTube screenshot from the first (legally online, natch) 'Birds of Prey' teaser trailer

No, I’m not going to link to bootleg copies of the “in theaters only” teaser trailer for Birds of Prey (and the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn) that popped up online a few days ago. But I will note, if you’ve seen the teaser attached to prints of It Chapter Two as of last night, that it’s a hell of a clever sell, both using It as a way both to trick audiences and as a way to assure folks who might care that Margot Robbie’s Harley Quinn won’t be hung up on The Joker this time around. But that can wait for another time, especially if the teaser pops up online after this weekend. It opens February 7, 2020, and it is the first big superhero movie from next year.

I don’t know if 2020 will be a repeat of 2019, where (up to this point) comic book superhero movies from the Marvel or DC Comics universes ruled the roast. If for no other reason than the likely global dominance of Universal’s Fast & Furious 9 and Minions: The Rise of Gru (and possible domestic dominance of Warner Bros.’ Wonder Woman 1984), I imagine next year won’t be quite so dependent on Disney and/or Marvel/DC superhero flicks. But whether they win, place or show, we’re still getting our fair share of big comic book superhero movies next year. The good news is that, when it comes to the MCU and DC Films, all four of next year’s offerings will be directed by women and (more or less) fronted by female superheroes (or supervillains).


'Wonder Woman 1984'

The two big DC Films movies in 2020 are Cathy Yan’s Birds of Prey (February 7) and Patty Jenkins’ Wonder Woman 1984 (June 5). The over/under $80 million crime melodrama, which may go out with an R-rating, stars Margot Robbie as Harley Quinn in essentially a “girl gang” flick that features Jurnee Smollett-Bell (Black Canary), Mary Elizabeth Winstead (The Huntress), Ella Jay Basco (Cassandra Cain) and Rosie Perez (Renee Montoya). The baddies this time out will be Ewan McGregor as Black Mask and Chris Messina as Zsasz. Wonder Woman 1984 doesn’t need much explanation, but yes Gal Gadot and (the presumed dead) Chris Pine will return and face off against Kristen Wiig’s Cheetah. That one will be, by default, DC Films’ first mega-budget entry since James Wan’s Aquaman swam past $1 billion worldwide.

The Marvel Cinematic Universe’ two theatrical movies next year are Cate Shortland’s Black Widow (May 1) and Chloé Zhao’s The Eternals (November 1). The Scarlett Johansson actioner will be a prequel set between Captain America: Civil War and Avengers: Infinity War, and will feature David Harbour (Red Guardian, the Russian equivalent of Captain America), Florence Pugh (Yelena Belova) and Rachel Weisz an older/wiser Black Widow recruit while the villain will be Taskmaster. The Eternals features immortal aliens played by (among others) Angelina Jolie, Richard Madden, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Brian Tryee Henry, Salma Hayek and Gemma Chan. I don’t know a darn thing about this property, but I’m betting Marvel and Disney will make sure general audiences are fluent in at least the character-specific basics by the time November 6 rolls around.


ANAHEIM, CALIFORNIA - AUGUST 24: (L-R) Richard Madden, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Salma Hayek, Lia McHugh, Don Lee, Angelina Jolie, and Barry Keoghan of 'The Eternals' took part today in the Walt Disney Studios presentation at Disney’s D23 EXPO

All four of these likely hits, relative to cost and expectation, are helmed by acclaimed indie filmmakers who got the keys to a big comic book franchise. Jenkins has been doing acclaimed TV work for a decade, but she was still primarily known for Charlize Theron’s Oscar-winning serial killer drama Monster. Zhao is coming off The Rider, Yan is following up Dead Pigs while Shortland has The Berlin Syndrome, Lore and Somersault to her name. And, yes, it’s a big deal, in terms of promised “not a white guy” representation in superhero cinema, that all four have female directors, two of them Chinese American no less. It’s a big deal that at least three out of four of these, without knowing for sure who gets the biggest spotlights in The Eternals, are wholly female-fronted.

It’s not just because “You can’t be what you don’t see” representation, or because it doesn’t mean much for Hollywood to tout empowerment narratives without actually empowering “not a white guy” creatives via key employment opportunities. It matters, for better or worse, because audiences are far more likely to see a Marvel/DC comic book superhero movie than almost any other potential “big” flick. So, sad to say, strides made elsewhere tend to play to empty auditoriums. It’s great that Jennifer Nelson Yu directed Amandla Steinfeld in the YA fantasy The Darkest Minds, but that film earned just $41 million worldwide (including just $12 million domestic) on a $32 million budget. It’s neat that John Boyega was the star of Pacific Rim: Uprising “just because,” but that $150 million flick earned just $290 million worldwide.


'Captain America: The Winter Soldier'

It’s nice studios are finally making movies like The Kitchen (a mob drama starring Melissa McCarthy, Tiffany Haddish and Elizabeth Moss), George Tillman Jr.’s The Hate U Give (based on Angie Thomas’ #BlackLivesMatter-related novel), A Wrinkle in Time (directed by Ava DuVernay and starring Storm Reid), Alita: Battle Angel (directed by Robert Rodriguez and starring Rosa Salazar) and Dora and the Lost City of Gold. It would be even nicer if moviegoers showed up to these films in numbers large enough to make them actual commercial successes. That’s not happening, which means the demographics who are supposed to be empowered, inspired or just entertained by their comparatively inclusive cast, crew and/or narratives aren’t seeing them. Instead, they are flocking to the big DC/Marvel superhero flicks to the comparative exclusion of almost everything else.

As such, simply put, if general moviegoers young and old (especially young) are choosing DC/Marvel superhero flicks as their prime tentpole of choice, then it matters to a proportional degree that these films are more than just “white guy-directed hero’s journeys about a white guy who becomes the special” flicks. That’s not to say Shazam! can’t exist alongside Aquaman, or that Jared Leto’s Morbious (helmed by Jorge Daniel Espinosa, a Swedish citizen of Chilean origin) or the Andy Serkis-directed Venom sequel (starring Tom Hardy) can’t thrive alongside Wonder Woman 1984 or Black Widow. But when a single sub-genre of cinema earns 28% of all domestic tickets in 2018, then it matters that said sub-genre (superhero movies) expand its horizons in terms of who gets to be the hero behind and in front of the camera.


'Avengers: Endgame'

And that’s not to say that non-superhero offerings of an inclusive nature (Us, the Fast and Furious movies, etc.) can’t be hits or shouldn’t be celebrated. But the big superhero movies, mostly those from Marvel and DC (sorry Hellboy) are ruling the roast to an unprecedented degree now. To be fair, an embrace of comparative inclusivity is one reason why superhero movies have soared well and above the likes of John Carter, The Mummy or Jack the Giant Slayer. Making sure that the next generation of superhero movies feature more women (of all ethnicities) and men of color as the heroes, the villains and the folks making the movie will help insure that the superhero movie remains an “event” for folks who grew up in a world where superhero movies were par for the course.

With audiences comparatively forsaking “regular” genre fare for VOD/streaming options, it is vital that the likes of The Eternals and Birds of Prey become the norm rather than the exception. Yes, Joker can still thrive alongside Spider-Man Into the Spider-Verse. However, comparatively inclusive theatrical features (The Spy Who Dumped Me, Widows, Annihilation, etc.) are struggling as audiences are showing up mostly for the Marvel/DC films (alongside nostalgia-skewing Disney biggies like The Lion King and Aladdin, themselves scoring partially due to inclusive casting). That puts an increased responsibility on the powerful superhero genre to spread the wealth. That four out of six major comic book movies in 2020 are female-fronted and female-directed matters because it’s the those are the movies most likely to been seen by the demographics they are meant to inspire.


Fonte
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Algumas páginas atrás, eu disse que caí fora do MCU, porque os parasitas lacradores haviam tomado controle a partir da tal Fase 4. Eu ainda tinha esperanças para o DCEU, mas um detalhe escapou à minha percepção: o ano de 2020. Porque ele é importante? Simples: é o ano da provável reeleição de Trump. O mundo do entretenimento estará convulcionando raivosamente se isso acontecer e os níveis de inserção de porcaria ideológica em suas produções atingirá níveis nunca antes vistos.

Com essa notícia, o DCEU confirma que está seguindo o mesmo rumo que o MCU. Vai demorar um pouco para chegarem lá, mas o destino de ambos é o mesmo: a morte. :kclassic
Eu ri lendo esse texto.:kkk

Ps: Eu já sabia que a DC iria para o mesmo caminho lacrador da Marvel quando anunciaram a "Canario Negro" do filme da Arlequina.Desses aí, o único que deve valer um torresmo é o filme da Mulher Maravilha.
 

da19x

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Westworld estava no meu backlog de séries pra assistir, mas depois dessa, nem vou me dar o trabalho de baixar está merda.
A primeira temporada é excelente e, apesar de deixar pontas soltas, fecha bem a história contada. Vale a pena assistir, nem que seja apenas essa temporada.

A segunda temporada já não é tão legal pois as coisas ficaram bem confusas por conta dos constantes saltos temporais e a desnecessária "complexidade" do roteiro, mas ainda é boa e está longe de ser lacradora. A parte cata é ter que praticamente assistir junto com um guia para entender o que se passa. Não foi a toa que enquanto estava no ar o pessoal vivia explorando teorias após cada episódio, o que era interessante de acompanhar.

Os personagens masculinos (os principais ao menos), que dizem que viraram idiotas, tem bons motivos para estarem como estão, não foi apenas porque sim. As femininas "overpowered" também. Aliás, desde a primeira temporada é explicado indiretamente o motivo destas agirem como agem.

Outro ponto é que essa história de "as mulheres são heroínas e os homens vilões" levantada no vídeo é puro bullshit. Tudo depende da perspectiva, especialmente não existindo um plano de fundo claro (alguns indicativos apenas), algo que deve ser estruturado melhor agora na terceira temporada.
 

Goris

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A primeira temporada é excelente e, apesar de deixar pontas soltas, fecha bem a história contada. Vale a pena assistir, nem que seja apenas essa temporada.

A segunda temporada já não é tão legal pois as coisas ficaram bem confusas por conta dos constantes saltos temporais e a desnecessária "complexidade" do roteiro, mas ainda é boa e está longe de ser lacradora. A parte cata é ter que praticamente assistir junto com um guia para entender o que se passa. Não foi a toa que enquanto estava no ar o pessoal vivia explorando teorias após cada episódio, o que era interessante de acompanhar.

Os personagens masculinos (os principais ao menos), que dizem que viraram idiotas, tem bons motivos para estarem como estão, não foi apenas porque sim. As femininas "overpowered" também. Aliás, desde a primeira temporada é explicado indiretamente o motivo destas agirem como agem.

Outro ponto é que essa história de "as mulheres são heroínas e os homens vilões" levantada no vídeo é puro bullshit. Tudo depende da perspectiva, especialmente não existindo um plano de fundo claro (alguns indicativos apenas), algo que deve ser estruturado melhor agora na terceira temporada.
Qual a explicação dos homens parecerem burros e as mulheres mais inteligentes que eles?
 

kyO.Ninja

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A primeira temporada é excelente e, apesar de deixar pontas soltas, fecha bem a história contada. Vale a pena assistir, nem que seja apenas essa temporada.

A segunda temporada já não é tão legal pois as coisas ficaram bem confusas por conta dos constantes saltos temporais e a desnecessária "complexidade" do roteiro, mas ainda é boa e está longe de ser lacradora. A parte cata é ter que praticamente assistir junto com um guia para entender o que se passa. Não foi a toa que enquanto estava no ar o pessoal vivia explorando teorias após cada episódio, o que era interessante de acompanhar.

Os personagens masculinos (os principais ao menos), que dizem que viraram idiotas, tem bons motivos para estarem como estão, não foi apenas porque sim. As femininas "overpowered" também. Aliás, desde a primeira temporada é explicado indiretamente o motivo destas agirem como agem.

Outro ponto é que essa história de "as mulheres são heroínas e os homens vilões" levantada no vídeo é puro bullshit. Tudo depende da perspectiva, especialmente não existindo um plano de fundo claro (alguns indicativos apenas), algo que deve ser estruturado melhor agora na terceira temporada.
Tbm tem a questão da atriz que interpreta a dolores (evan rachel wood) ser feminista e isso faz com que vejamos mais do ponto de vista lacrador mesmo, eu mesmo odiava as cenas dela e ela teve muito tempo de tela, mas eu gostei da série e concordo que dependendo do ponto de vista pode-se entender a série de várias formas, inclusive o pessoal reclama demais aqui de lacração, pra muitos aqui só de ter uma personagem feminina poderosa já é lacração, ao menos pra mim não é assim.

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Goris

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Assistiu? É difícil explicar sem dar uma porrada de spoilers.
Não, acabei largando a Warner uns anos atrás. Não é nem lacração (sou da turma azul do fórum) que me desagradou, mas os roteiros nunca me agradavam e acabei parando de ver. Acho que me tornei adulto e coisas que eu ignorava quando criança, não conseguia ignorar depois de adulto.

Mas bota em spoiler, não tem problema, como não vou assistir, tá de boas.
 

Adam Sandler

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Acabei de ver que mais um apresentador da glóbulo vai ter o salário cortado pela metade por ser registrado como funcionário em vez de PJ segundo sites de notícia, para quem dizia que as propagandas federais eram uma pequena parcela do dinheiro eles tão reduzindo gastos de tudo que é lugar.
 

Axel_DM

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Acabei de ver que mais um apresentador da glóbulo vai ter o salário cortado pela metade por ser registrado como funcionário em vez de PJ segundo sites de notícia, para quem dizia que as propagandas federais eram uma pequena parcela do dinheiro eles tão reduzindo gastos de tudo que é lugar.
Seria ótimo se esse canal de merda se tornasse uma nova RedeTV ou Band.

Ps: Na verdade, a Rede TV era bem melhor que a Globo entre 2008 e 2011.
 

da19x

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Não, acabei largando a Warner uns anos atrás. Não é nem lacração (sou da turma azul do fórum) que me desagradou, mas os roteiros nunca me agradavam e acabei parando de ver. Acho que me tornei adulto e coisas que eu ignorava quando criança, não conseguia ignorar depois de adulto.


Mas bota em spoiler, não tem problema, como não vou assistir, tá de boas.
Além dessa parte Sci-Fi, ela levanta várias questões filosóficas que são difíceis de ver na maioria das séries enlatadas que saem todos os anos por aí. Lhe faz pensar antes de engolir tudo que é entregue. Essa parte filosófica aliás me lembra bastante Battlestar Galactica, que tem um plano de fundo um tanto similar.

São coisas das duas temporadas que comento sem uma ordem específica, mas tudo relacionado ao tópico "lacração". Caso algum curioso tenha aberto a tag e queira assistir, fique avisado que estraga a experiência.

Então, um dos pontos criticados é sobre as mulheres terem se tornado fodonas na segunda temporada, mais especificamente a Maeve e a Dolores, em nome da lacração. Porém não é isso que acontece. Basicamente, elas são dois dos personagens principais da série e a história acaba girando em torno delas. Só que é em torno delas não como mulheres, mas como androides em sua jornada para a senciência.

Para lhe situar, 90% dos personagens da série são androides. Eles estão conectados a uma rede imensa no parque (Westworld) que limita as suas ações contra humanos, além da liberdade de pensamento/memória.

O parque, vendido ao mundo exterior como um local para que as pessoas possam liberar o seu monstro interior, na verdade é um grande experimento para entender o comportamento humano, com o objetivo de permitir que um androide alcance a senciência, mostrando que não apenas os humanos são capazes de tomar as próprias decisões.

Dito isto:

- A Maeve, que passou a controlar todos os robôs no parque (ponto de crítica), em determinado momento é liberada da sua programação e passa a agir por vontade própria. Ela é um dos experimentos de autonomia cognitiva no parque. Dentre as ações que ela toma, uma delas é convencer alguns funcionários a liberarem o acesso dela a essa rede (a que todos os robôs estão conectados) permitindo que ela controle todos os personagens (ou a maioria deles), por isso ficou "overpowered".

Sobre isto, que podem até chamar de pussy power, esse personagem foi estruturado como uma mulher capaz de ler e entender as pessoas, o que a torna capaz de convencer as pessoas com facilidade. Por isso alguns persornagens humanos, normalmente homens, ficam bobos ao estarem juntos a ela.

- A Dolores já havia sido introduzida como fodona "desde o começo", sob a alcunha de Wyatt, um dos vilões do parque. Em determinado momento da história, substituem essa personalidade por outra (a Dolores boazinha), que é o que é visto na maior parte da primeira temporada. A questão é que, assim como a Maeve, a Dolores é um outro experimento de liberdade cognitiva que associada a personalidade Wyatt decide tocar o terror no parque (e fora dele) por um desejo de mostrar ao mundo que androides também podem ser sentientes.

Um ponto em comum entre as duas é que, após o Robert (personagem do Antony Hopkins, fundador do parque) tocar o foda-se e tirar as limitações de ação contra os humanos, elas passam a agir sem amarras, matando sem dó nem piedade qualquer um que cruze o caminho delas (são robôs no fim das contas, possuem um potencial maior que o humano).

- A personagem da Valkyria não fede nem cheira. É apenas uma alta executiva da empresa que gerencia o parque.


Quanto a parte masculina que ficou "fraca":

- O Man in Black/William (Ed Harris) outro ponto de crítica, se torna "idiota" porque ele atingiu o seu objetivo no parque mas não encontrou a resposta que procurava após anos no local. Ele fica mentalmente perdido (ainda assim ele continua foda). Some isso aos androides (ambos os gêneros) em modo Berserker e você entende porque ele se tornou "fraco".

- Teddy, outro personagem Androide, segue pelo caminho oposto do que indicam. De beta raiz vira um mix de MGTOW com macho alfa ao final da segunda temporada.

- O terceiro personagem que sofre mudanças é o Bernard, que é responsável pela programação dos androides no parque. Na verdade ele é também um andróide que não sabe da sua condição e acha que é humano (até determinado ponto da história). Na segunda temporada o personagem age quase como um depressivo pois:
-Está danificado, com problemas de sobreposição de memória.
-Está confuso em relação a sua condição (outro androide com liberdade cognitiva).
-Começa a questionar as suas ações.

Há outros personagens masculinos na série mas a maioria são NPCs, não afetando muita coisa na história e que não sofrem muitas mudanças. Mesma coisa com outros personagens femininos.


Tentando resumir, é isso.

A série é basicamente uma revolução das máquinas induzida. Os personagens, tanto masculinos quantos femininos, são apenas plano de fundo para mostrar como os androides agiriam sem amarras para chegar a senciência.
 
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LuffyKurosaki

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Ex-James Bond, Pierce Brosnan afirma que gostaria de ver uma mulher como 007

Pierce Brosnan se juntou ao coro daqueles que querem uma mulher para interpretar James Bond. Quando perguntado se uma mulher deveria ser a sucessora de Daniel Craig após o 25º filme da franquia chegar soa cinemas, Brosnan, 66 anos, disse ao Hollywood Reporter: “Sim! Acho que vimos os caras fazendo isso nos últimos 40 anos. Saiam do caminho, caras, e coloquem uma mulher lá. Eu acho que seria emocionante, seria emocionante”.

O ator irlandês, que atuou como o agente nos filmes '007 Contra GoldenEye' (1995), '007 - O Amanhã Nunca Morre' (1997) e '007 - O Mundo Não é o Bastante' (1999), admitiu que não acha que isso acontecerá tão cedo. “Eu não acho que isso vai acontecer com os Broccolis. Não acho que isso vá acontecer sob a vigilância deles", disse ele sobre a produtora Barbara Broccoli, filha de Albert 'Cubby' Broccoli, que originalmente comprou os direitos do personagem. Ainda assim, ele foi só elogios em relação às suas próprias experiências na franquia.

"James Bond tem um certo significado e é um profundo orgulho", disse ele. "Eu serei perguntado sobre ele até meus últimos dias - faz parte. Ele é um personagem amado. Tive a honra de interpretar o papel e rejuvenesci uma franquia que estava adormecida”, disse.

Em 2018, Pierce Brosnan disse que torcia para Tom Hardy ser o próximo Bond: “Eu acho que Tom Hardy poderia ser um bom Bond. Eu ficaria feliz em vê-lo fazer isso. Você precisa de um ator que possa colocar algo diferente nele - é isso que faz Bond”, disse ao Daily Mail.

https://revistamonet.globo.com/Filmes/noticia/2019/09/ex-james-bond-pierce-brosnan-afirma-que-gostaria-de-ver-uma-mulher-como-007.html
 

Bloodstained

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Ex-James Bond, Pierce Brosnan afirma que gostaria de ver uma mulher como 007

Pierce Brosnan se juntou ao coro daqueles que querem uma mulher para interpretar James Bond. Quando perguntado se uma mulher deveria ser a sucessora de Daniel Craig após o 25º filme da franquia chegar soa cinemas, Brosnan, 66 anos, disse ao Hollywood Reporter: “Sim! Acho que vimos os caras fazendo isso nos últimos 40 anos. Saiam do caminho, caras, e coloquem uma mulher lá. Eu acho que seria emocionante, seria emocionante”.

O ator irlandês, que atuou como o agente nos filmes '007 Contra GoldenEye' (1995), '007 - O Amanhã Nunca Morre' (1997) e '007 - O Mundo Não é o Bastante' (1999), admitiu que não acha que isso acontecerá tão cedo. “Eu não acho que isso vai acontecer com os Broccolis. Não acho que isso vá acontecer sob a vigilância deles", disse ele sobre a produtora Barbara Broccoli, filha de Albert 'Cubby' Broccoli, que originalmente comprou os direitos do personagem. Ainda assim, ele foi só elogios em relação às suas próprias experiências na franquia.

"James Bond tem um certo significado e é um profundo orgulho", disse ele. "Eu serei perguntado sobre ele até meus últimos dias - faz parte. Ele é um personagem amado. Tive a honra de interpretar o papel e rejuvenesci uma franquia que estava adormecida”, disse.

Em 2018, Pierce Brosnan disse que torcia para Tom Hardy ser o próximo Bond: “Eu acho que Tom Hardy poderia ser um bom Bond. Eu ficaria feliz em vê-lo fazer isso. Você precisa de um ator que possa colocar algo diferente nele - é isso que faz Bond”, disse ao Daily Mail.

https://revistamonet.globo.com/Filmes/noticia/2019/09/ex-james-bond-pierce-brosnan-afirma-que-gostaria-de-ver-uma-mulher-como-007.html
Claro que ele gostaria... até porque se ele falasse que não, sua carreira seria encerrada pelo pessoal tolerante de Hollywood. As coisas funcionam assim atualmente: ou você concorda com a narrativa progressista pregada pela bolha hollywoodiana ou você pode dar adeus à sua carreira. :kclassic
 

Axel_DM

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Ex-James Bond, Pierce Brosnan afirma que gostaria de ver uma mulher como 007

Pierce Brosnan se juntou ao coro daqueles que querem uma mulher para interpretar James Bond. Quando perguntado se uma mulher deveria ser a sucessora de Daniel Craig após o 25º filme da franquia chegar soa cinemas, Brosnan, 66 anos, disse ao Hollywood Reporter: “Sim! Acho que vimos os caras fazendo isso nos últimos 40 anos. Saiam do caminho, caras, e coloquem uma mulher lá. Eu acho que seria emocionante, seria emocionante”.

O ator irlandês, que atuou como o agente nos filmes '007 Contra GoldenEye' (1995), '007 - O Amanhã Nunca Morre' (1997) e '007 - O Mundo Não é o Bastante' (1999), admitiu que não acha que isso acontecerá tão cedo. “Eu não acho que isso vai acontecer com os Broccolis. Não acho que isso vá acontecer sob a vigilância deles", disse ele sobre a produtora Barbara Broccoli, filha de Albert 'Cubby' Broccoli, que originalmente comprou os direitos do personagem. Ainda assim, ele foi só elogios em relação às suas próprias experiências na franquia.

"James Bond tem um certo significado e é um profundo orgulho", disse ele. "Eu serei perguntado sobre ele até meus últimos dias - faz parte. Ele é um personagem amado. Tive a honra de interpretar o papel e rejuvenesci uma franquia que estava adormecida”, disse.

Em 2018, Pierce Brosnan disse que torcia para Tom Hardy ser o próximo Bond: “Eu acho que Tom Hardy poderia ser um bom Bond. Eu ficaria feliz em vê-lo fazer isso. Você precisa de um ator que possa colocar algo diferente nele - é isso que faz Bond”, disse ao Daily Mail.

https://revistamonet.globo.com/Filmes/noticia/2019/09/ex-james-bond-pierce-brosnan-afirma-que-gostaria-de-ver-uma-mulher-como-007.html
Eu nem sou tão fã da franquia, mas acho sacanagem mudar algo que já está estabelecido a tanto tempo.Fora que Hollywood já tem uma espiã, a Atomic blonde.
Ps: Deveriam fazer mais filmes dela.:ksafado
 

Axel_DM

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A Rede TV era bem melhor quando não existia, e aquela porra toda era Manchete.

Ao menos tinha anime bom e com dublagem descente.
Eu não conheci a Manchete, mas concordo sobre bons animes e dublagens.

Dos animes que passavam na Rede TV entre 2008 e 2011, os únicos que eu ainda consigo assistir são o digimon e o yugioh gx.Super onze e pokemon foram legais na época, mas eu não consigo mais assistir.
Fora que teve uns que eu nunca gostei, como o dinossauro rei e pokemon cronicas.Mas apesar disso, eu acho que a RedeTv era melhor que a Globo por causa da trindade: TV kids(animes, desenhos americanos e ryukendo), UFC e pânico.
 

Yapathi

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As coisas funcionam assim atualmente: ou você concorda com a narrativa progressista pregada pela bolha hollywoodiana ou você pode dar adeus à sua carreira. :kclassic
O futuro é cinema Indiano se hollywood continuar com essa militância pela maioria de seus produtores.

Logo vão piquetar na frente da Casa Branca exigindo a criação da ANCINE, versão Yankee, quando as produtoras começarem dizer não para os projetos.

Eu não conheci a Manchete, mas concordo sobre bons animes e dublagens.
Só digo que sem a Manchete, não existiria comunidade Otaku no Brasil. Foi ali que tudo começou.

A geração atual não sabe o que é selecionar um canal de tv aberta e ver passando um OVA como Akira, um Shurato, YuYu Hakusho, um Tenchi Muyo!, uma saga original do Cavaleiros do Zodíaco, Samurai Warriors, e as mini séries da US Manga.

Sem contar os Tokusatsus.

E tudo de graça, ao sintonizar de um canal, do favelado ao rico, sendo unido por isso. Na época, era basicamente a única forma de um fodido em bairro de periferia de meados dos anos 90 (que faz muito que sai dali) tinha de acesso a alguma coisa diferente e boa.
 

xxxnerozzz

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Ex-James Bond, Pierce Brosnan afirma que gostaria de ver uma mulher como 007

Pierce Brosnan se juntou ao coro daqueles que querem uma mulher para interpretar James Bond. Quando perguntado se uma mulher deveria ser a sucessora de Daniel Craig após o 25º filme da franquia chegar soa cinemas, Brosnan, 66 anos, disse ao Hollywood Reporter: “Sim! Acho que vimos os caras fazendo isso nos últimos 40 anos. Saiam do caminho, caras, e coloquem uma mulher lá. Eu acho que seria emocionante, seria emocionante”.

O ator irlandês, que atuou como o agente nos filmes '007 Contra GoldenEye' (1995), '007 - O Amanhã Nunca Morre' (1997) e '007 - O Mundo Não é o Bastante' (1999), admitiu que não acha que isso acontecerá tão cedo. “Eu não acho que isso vai acontecer com os Broccolis. Não acho que isso vá acontecer sob a vigilância deles", disse ele sobre a produtora Barbara Broccoli, filha de Albert 'Cubby' Broccoli, que originalmente comprou os direitos do personagem. Ainda assim, ele foi só elogios em relação às suas próprias experiências na franquia.

"James Bond tem um certo significado e é um profundo orgulho", disse ele. "Eu serei perguntado sobre ele até meus últimos dias - faz parte. Ele é um personagem amado. Tive a honra de interpretar o papel e rejuvenesci uma franquia que estava adormecida”, disse.

Em 2018, Pierce Brosnan disse que torcia para Tom Hardy ser o próximo Bond: “Eu acho que Tom Hardy poderia ser um bom Bond. Eu ficaria feliz em vê-lo fazer isso. Você precisa de um ator que possa colocar algo diferente nele - é isso que faz Bond”, disse ao Daily Mail.

https://revistamonet.globo.com/Filmes/noticia/2019/09/ex-james-bond-pierce-brosnan-afirma-que-gostaria-de-ver-uma-mulher-como-007.html
Ele mesmo sabe que não vai acontecer, a mulher que tem os direitos da franquia já falou que James Bond é homem e não vai mudar isso, podem até lançar spin offs, no mesmo "universo", nesse filme Bond está aposentado e vai ter um agente 007 no lugar dele, é uma mulher foi o modo que arranjaram, de contornar a proibição da mulher, pq mesmo assim no filme James Bond é o protagonista e tem gente achando que vai ser a mulher, e não são poucas que acham que ela vai continuar a franquia.

Sobre a opinião do ator, ele fala isso pq se dizer que não gostaria irá sofrer ataques, só ver que ano passado ele disse que queria Tom Hardy seria o escolhido dele.

Eu duvido terem coragem de assinar 4 filmes com uma mulher protagonista de 007, mas se o filme novo for bom certeza que ganha um spin off, 008, 009, algo assim
 

Agito

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Ele mesmo sabe que não vai acontecer, a mulher que tem os direitos da franquia já falou que James Bond é homem e não vai mudar isso, podem até lançar spin offs, no mesmo "universo", nesse filme Bond está aposentado e vai ter um agente 007 no lugar dele, é uma mulher foi o modo que arranjaram, de contornar a proibição da mulher, pq mesmo assim no filme James Bond é o protagonista e tem gente achando que vai ser a mulher, e não são poucas que acham que ela vai continuar a franquia.

Sobre a opinião do ator, ele fala isso pq se dizer que não gostaria irá sofrer ataques, só ver que ano passado ele disse que queria Tom Hardy seria o escolhido dele.

Eu duvido terem coragem de assinar 4 filmes com uma mulher protagonista de 007, mas se o filme novo for bom certeza que ganha um spin off, 008, 009, algo assim
Pelo que ouvi no Midnight Edge, por trás das cameras o negócio anda meio que caótico (muita gente apitando e pouca gente se entendo), o que provavelmente vai refletir na qualidade do produto final.
 

Axel_DM

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Só digo que sem a Manchete, não existiria comunidade Otaku no Brasil. Foi ali que tudo começou.

A geração atual não sabe o que é selecionar um canal de tv aberta e ver passando um OVA como Akira, um Shurato, YuYu Hakusho, um Tenchi Muyo!, uma saga original do Cavaleiros do Zodíaco, Samurai Warriors, e as mini séries da US Manga.

Sem contar os Tokusatsus.

E tudo de graça, ao sintonizar de um canal, do favelado ao rico, sendo unido por isso. Na época, era basicamente a única forma de um fodido em bairro de periferia de meados dos anos 90 (que faz muito que sai dali) tinha de acesso a alguma coisa diferente e boa.
Sim, eu concordo.Apesar de não ter conhecido a Manchete, eu reconheço a sua importância histórica para a comunidade otaku do Brasil.
 

Goris

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Sim, eu concordo.Apesar de não ter conhecido a Manchete, eu reconheço a sua importância histórica para a comunidade otaku do Brasil.
Não sou otaku e a Manchete era tudo que eu sempre quis numa emissora aberta.

Além de animes incríveis, alguns dos quais se passassem hoje seria censura na hora, tivemos seriados de ficção científica - um público sempre esquecido no Brasil - como Battlestar Galactica, Buck Rogers no Século XIV, Jornada nas Estrelas (ok, essas passaram na Band e Record antes) e tantos outros. Até mesmo desenhos animados, os melhores e mais épicos vc assistia lá primeiro.

Hua hua hua

Alguém lembra se o Top TV era da Manchete ou Record? Top TV era um programa de 1 hora, que passava todos os sábados, praticamente - nos anos 90 - era O Programa que falava dos filmes que tavam em cartaz nos EUA, séries e seriados que passavam lá, animes e OVAs, enfim, todo o universo fora do Brasil que a gente não tinha acesso antes da Internet e, em muitos casos, mesmo depois dela (lembro que baixava episódios de Battlestar Galactica 2001 pela dial-up, eram 90mb em rmvb, mas demorava horas pra baixar... Maior tristeza do mundo era dar bug no download (sempre nos 90%) e vc ter que baixar tudo de novo...
 

Axel_DM

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Não sou otaku e a Manchete era tudo que eu sempre quis numa emissora aberta.

Além de animes incríveis, alguns dos quais se passassem hoje seria censura na hora, tivemos seriados de ficção científica - um público sempre esquecido no Brasil - como Battlestar Galactica, Buck Rogers no Século XIV, Jornada nas Estrelas (ok, essas passaram na Band e Record antes) e tantos outros. Até mesmo desenhos animados, os melhores e mais épicos vc assistia lá primeiro.

Hua hua hua

Alguém lembra se o Top TV era da Manchete ou Record? Top TV era um programa de 1 hora, que passava todos os sábados, praticamente - nos anos 90 - era O Programa que falava dos filmes que tavam em cartaz nos EUA, séries e seriados que passavam lá, animes e OVAs, enfim, todo o universo fora do Brasil que a gente não tinha acesso antes da Internet e, em muitos casos, mesmo depois dela (lembro que baixava episódios de Battlestar Galactica 2001 pela dial-up, eram 90mb em rmvb, mas demorava horas pra baixar... Maior tristeza do mundo era dar bug no download (sempre nos 90%) e vc ter que baixar tudo de novo...
Até hoje, eu só ouço falar bem desse canal.Eu lamento muito por não ter tido a oportunidade de conhecer a Manchete e também lamento pelo seu fim.

Ps: Essa discussão sobre a Manchete me fez lembrar daquele meme do Han Solo.
"É tudo verdade" :klol
 
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