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[Mídias] Quem lacra, não lucra.



Bud Spencer Ghost

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Conheça as pessoas trans presentes nas Olimpíadas de Tóquio

Se alguém disser que o corpo do homem e da mulher são diferentes, é acusado de transfobia.

O ken Humano que agora é Barbie quer ser a primeira mulher trans a implantar útero no corpo:

Na verdade nem é o primeiro. No filme a garota dinamarquesa mostra quem foi a primeira.
 
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Aloeh

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Ao mesmo tempo que o Netflix caga no he-man ele coloca coisas muito boas no catálogo.


Nesses dias entrou Jack Taylor. Seriado irlandês, sobre um detetive particular, cada episódio tem 1:30h bom pra c***lho, uns episódios pesados, não tanto quanto hinterland, mas são muito bons. Assisti 3 episódios de 9.

Fica a recomendação pros praças.
 

Ayatollah Khomeini

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Um dos motivos que estou largando o the division 2 é "o" dev lixo, e é a quantidade de jogadores lixos, até em 3 clans com todos com SHD alto que eu entrei tem nego patético. :facepalm
E eu só jogo a 7 meses, não joguei o primeiro e era um completo noob nos primeiros 3 meses, nem build eu sabia montar direito.
Só que eu escutava os concelhos mas hoje todos já "sabem e são pro".

Nego hoje quer ser nerd / geek mas não aguenta ser humilhado em jogos, na zona cega um cara levou um ban por chamar um hacker com shd com quase 50k de lixo e etc...

Coisa que eu não via tanto no bf 3 ou 4.
Lembro que as cesuram em chats começaram naquela época.

Agora isso.

Para diretora da EA, o “gamer” tem que acabar
Com os jogos eletrônicos alcançando um público cada vez maior, responsável por revitalizar a imagem da EA defende que o termo gamer está ultrapassado
Dori Prata 28/07/2021 às 8:32

De acordo com o dicionário Merriam-Webster, gamer é especialmente “uma pessoa que regularmente joga no computador ou em videogames” e apesar desta definição ser conhecida e aceita por boa parte das pessoas, para conhecermos a origem do termo teremos que voltar bastante no tempo, mais precisamente para o século XV.

gamer
Crédito: Reprodução/Florian Olivo/Unsplash
Especula-se que tal palavra tenha começado a ser utilizada por volta de 1420, quando na cidade inglesa de Walsall aqueles costumava apostar em jogos ilegais como dados e cartas eram tratados como gamer. Já nos Estados Unidos ela só viria a ser adotada por volta do século XVIII, sendo associada a quem que se dedicava a jogos de guerra, uma ferramenta muito utilizada pelos militares para treinar estratégias.
Então, quando em meados da década de 1970 a primeira edição do Dungeons & Dragons foi publicada, a TSR o divulgou como um desses jogos de guerra e o termo que era restrito a um pequeno grupo de homens começou a romper barreiras. Mesmo assim, os jogos de tabuleiros ou RPGs ainda eram aproveitados por poucos e a palavra gamer só ganhou mesmo as ruas no início da década de 80, graças a popularização dos videogames e computadores como o Amiga ou ZX Spectrum.

De lá para cá muita coisa mudou. A indústria se tornou um colosso e se antes as pessoas (especialmente as que não eram mais crianças) tinham vergonha de dizer que gostavam de games, hoje muitos de nós declaramos esta paixão com todo o orgulho. Os jogos eletrônicos estão por toda parte, são consumidos por pessoas de todas as idades e cobertos mesmo pela mídia que antes o ridicularizava.
Com tanto holofote, para muitos ser tratado como gamer deixou de ser uma ofensa, mas na opinião da vice-presidente de marcas da Electronic Arts, Elle McCarthy, chegou a hora de aposentarmos este termo. Responsável por ajudar revigorar a imagem da empresa norte-americana, ao conversar com o site Adweek ela explicou porque tal palavra pode ser considerada ultrapassada:

Os games não são mais uma mídia ou uma indústria, são apenas ‘interativos’. Agora você pode interagir com quase tudo através dos jogos — de uma área interessante como design de interiores a movimentos como o Black Lives Matter ou explorando sua identidade sexual […]
Muitas vezes sou questionada sobre como as marcas podem fazer parcerias com os jogos ou conversar com os gamers — mas na verdade não existe esta coisa de gamers e entender isso será crucial. Você sabia que apenas 14% dos jogadores se auto identificam como gamers e que entre as mulheres são apenas 6%? […] Não existem regras de melhor prática para conquistar essas comunidades de nicho multifacetadas e apaixonadas. Tentar atingir os gamers é como dizer que você está mirando em pessoas que gostam de música ou pessoas que respiram ar.
Se pensarmos que hoje temos acesso a jogos bastante complexos num pequeno aparelho eletrônico que carregamos no bolso ou até no logo do Google quando vamos fazer uma pesquisa, realmente fica difícil definir quem se encaixaria neste termo e por isso entendo que a executiva tenha razão. Ao reduzir um número tão grande de consumidores a uma simples palavra, a sensação pode ser de que ainda estamos falando de um nicho e pelo ponto de vista da área de McCarthy, o marketing, isso sem dúvida não é uma boa ideia.
Repare que em outras formas de entretimento não costumamos usar um termo para nos referirmos a quem as consume (não acredito que cinéfilo ou audiófilo sirvam aqui) e essa tentativa de alguns profissionais ligados aos games para não rotular seu público muitas vezes se escora no que é feito em outros setores. Mas falando apenas por mim, nunca vi problema em me referir a alguém que goste de jogos eletrônicos como gamer e até acho bacana existir uma palavra específica para isso.
O “gamer” como termo pejorativo

Crédito: Reprodução/cottonbro/Pexels
Ao contrário do que temos nos dicionários, dizer exatamente o que é ser um gamer não é uma tarefa muito simples, com algumas pessoas afirmando que a palavra abrange todos que gostam da mídia e os mais saudosistas defendendo que ela deveria ser restrita apenas a quem é realmente apaixonado e/ou acompanhou toda a história dos games. Novamente voltamos à questão de como a palavra pode ser excludente, mas há aqueles que acreditam que ele deveria mesmo ser abandonada e por um motivo muito mais grave do que o levantado pela representante da EA.
A motivação por trás desta posição mais radical está nas comunidades (especialmente as online) formadas pelos jogadores, já que elas normalmente estão repletas de pessoas com comportamentos tóxicos. Por causa disso, alguns passaram a associar o termo gamer a estes grupos e o que de pior alguém pode defender, indo desde racismo à homofobia, passando pelo machismo, xenofobia e muitos outros tipos de estupidez.
Eu não sei exatamente quando este movimento começou, mas basta darmos uma passada em qualquer rede social para vermos pessoas decretando que “ser um gamer” invariavelmente é estar de acordo com todo tipo de discurso de ódio defendido pela escória que se esconde atrás de monitores (ou de um jogo). Pois para mim, esta é uma “estampa” que sempre esteve ligada a paixão pelos jogos e não a uma espécie de pacto que impedisse alguém de pensar por si só ou a uma vaga garantida em uma sociedade secreta onde o comportamento de manada estivesse acima de seus próprios valores.
Não quero com isso replicar desculpas do tipo “mas nem todo gamer”, mesmo porque sei que basta nos aventurarmos por qualquer jogo online para entendermos rapidamente o quão nocivos estes ambientes costumam ser. O que me incomoda é que eu realmente nunca consegui ver muito sentido neste debate.
Sim, eu acredito que os jogos eletrônicos nunca deveriam ser utilizados para a propagação do ódio, mas ao defenderem tão veementemente que tal palavra deveria passar a ser utilizada apenas para apontar aqueles que, independentemente dos games, continuarão sendo um bando de babacas, penso que algumas pessoas estão usando sua força de forma equivocada.

Ser um gamer ou não ser, eis a questão (Crédito: Reprodução/Andre Hunter/Unsplash)
De qualquer forma, uma interessante explicação para deixarmos este termo no passado foi dada por Ben Croshaw. Na opinião dele, a palavra gamer não passa de um rótulo e sempre que um é utilizado, “uma imagem do estereótipo anexada a este rótulo aparece injustificadamente em sua mente inconsciente.” Assim um leigo poderia facilmente associar esta pessoa a alguma situação ridícula em que os games etiveram envolvidos no passado ou até mesmo a momentos trágicos, como o Massacre de Columbine.
O autor ainda foi além, afirmando que jogar videogames é algo que não deveria ser motivo para às pessoas se orgulharem e não por se tratar de algo errado, mas por isso não lhes garantir uma vaga em um seleto grupo de elite conhecido por um rótulo. Já no caso das jogadoras que se autointitulam “garotas gamers” ele considera ainda pior, pois além delas aceitarem participar da suposta segregação imposta pelo termo, o fato de possuírem dois cromossomos X não lhes garante algo que seja digno de nota.
Para Croshaw, “jogar videogames, por mais divertido, fascinante e benéfico que possa ser, é apenas algo que as pessoas fazem, não, algo pelo qual elas deveriam ser definidas” e deveria caber apenas às agências de propaganda se aproveitarem disso.
Já para o game designer Brandon Sheffield, a palavra foi criada pelos departamentos de marketing para definir aquelas pessoas que vivem enfiadas em um porão fazendo nada além de jogar videogame ou ficar em fóruns da internet xingando tudo e todos, “mas mesmo assim abraçamos esta palavra de braços abertos, exibindo-a orgulhosamente em tags no twitter.
Outro ponto levantado por ele diz respeito a necessidade que temos sempre que dizer aos outros que jogamos videogame. Se uma pessoa não anda por aí afirmando que assiste filmes, afinal todos tem este costume, também deveria estar implícito que o mesmo acontece com os jogos eletrônicos, não é mesmo?
Pode parecer um pouco de exagero, mas há alguns anos os games se tornaram parte da cultura popular e por mais que eles não sejam tão acessíveis quanto um filme que passa na Sessão da Tarde, lembre-se daquela sua tia que passa a horas combinando joias no celular ou cuidando de uma fazenda virtual por aí. Ela provavelmente não se considera uma gamer, mas sim apenas alguém aproveitando uma forma de entretenimento.
Os argumentos existem de ambos os lados, mas talvez tudo não passe de uma questão de semântica, pois sinceramente não consigo enxergar diferença entre “ser um gamer” ou “ser um jogador de videogame”. Pode ser também que a questão realmente se resuma a opinião defendida por Elle McCarthy, de que os games se tornaram tão grandes que não temos mais como classificar o seu público desta ou daquela maneira.
Talvez o termo que utilizamos por tanto tempo de fato tenha se tornado restritivo demais para algo que já está tão presente na vida de tantas pessoas. Mas o que lamento é que, pelo menos para alguns, uma palavra que considero tão legal e tão representativa tenha virado uma mera forma de xingamento.
 
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nando3d

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Um dos motivos que estou largando o the division 2 é "o" dev lixo, e é a quantidade de jogadores lixos, até em 3 clans com todos com SHD alto que eu entrei tem nego patético. :facepalm
E eu só jogo a 7 meses, não joguei o primeiro e era um completo noob nos primeiros 3 meses, nem build eu sabia montar direito.
Só que eu escutava os concelhos mas hoje todos já "sabem e são pro".

Nego hoje quer ser nerd / geek mas não aguenta ser humilhado em jogos, na zona cega um cara levou um ban por chamar um hacker com shd com quase 50k de lixo e etc...

Coisa que eu não via tanto no bf 3 ou 4.
Lembro que as cesuram em chats começaram naquela época.

Agora isso.

Para diretora da EA, o “gamer” tem que acabar
Com os jogos eletrônicos alcançando um público cada vez maior, responsável por revitalizar a imagem da EA defende que o termo gamer está ultrapassado
Dori Prata 28/07/2021 às 8:32

De acordo com o dicionário Merriam-Webster, gamer é especialmente “uma pessoa que regularmente joga no computador ou em videogames” e apesar desta definição ser conhecida e aceita por boa parte das pessoas, para conhecermos a origem do termo teremos que voltar bastante no tempo, mais precisamente para o século XV.

gamer
Crédito: Reprodução/Florian Olivo/Unsplash
Especula-se que tal palavra tenha começado a ser utilizada por volta de 1420, quando na cidade inglesa de Walsall aqueles costumava apostar em jogos ilegais como dados e cartas eram tratados como gamer. Já nos Estados Unidos ela só viria a ser adotada por volta do século XVIII, sendo associada a quem que se dedicava a jogos de guerra, uma ferramenta muito utilizada pelos militares para treinar estratégias.
Então, quando em meados da década de 1970 a primeira edição do Dungeons & Dragons foi publicada, a TSR o divulgou como um desses jogos de guerra e o termo que era restrito a um pequeno grupo de homens começou a romper barreiras. Mesmo assim, os jogos de tabuleiros ou RPGs ainda eram aproveitados por poucos e a palavra gamer só ganhou mesmo as ruas no início da década de 80, graças a popularização dos videogames e computadores como o Amiga ou ZX Spectrum.

De lá para cá muita coisa mudou. A indústria se tornou um colosso e se antes as pessoas (especialmente as que não eram mais crianças) tinham vergonha de dizer que gostavam de games, hoje muitos de nós declaramos esta paixão com todo o orgulho. Os jogos eletrônicos estão por toda parte, são consumidos por pessoas de todas as idades e cobertos mesmo pela mídia que antes o ridicularizava.
Com tanto holofote, para muitos ser tratado como gamer deixou de ser uma ofensa, mas na opinião da vice-presidente de marcas da Electronic Arts, Elle McCarthy, chegou a hora de aposentarmos este termo. Responsável por ajudar revigorar a imagem da empresa norte-americana, ao conversar com o site Adweek ela explicou porque tal palavra pode ser considerada ultrapassada:



Se pensarmos que hoje temos acesso a jogos bastante complexos num pequeno aparelho eletrônico que carregamos no bolso ou até no logo do Google quando vamos fazer uma pesquisa, realmente fica difícil definir quem se encaixaria neste termo e por isso entendo que a executiva tenha razão. Ao reduzir um número tão grande de consumidores a uma simples palavra, a sensação pode ser de que ainda estamos falando de um nicho e pelo ponto de vista da área de McCarthy, o marketing, isso sem dúvida não é uma boa ideia.
Repare que em outras formas de entretimento não costumamos usar um termo para nos referirmos a quem as consume (não acredito que cinéfilo ou audiófilo sirvam aqui) e essa tentativa de alguns profissionais ligados aos games para não rotular seu público muitas vezes se escora no que é feito em outros setores. Mas falando apenas por mim, nunca vi problema em me referir a alguém que goste de jogos eletrônicos como gamer e até acho bacana existir uma palavra específica para isso.
O “gamer” como termo pejorativo

Crédito: Reprodução/cottonbro/Pexels
Ao contrário do que temos nos dicionários, dizer exatamente o que é ser um gamer não é uma tarefa muito simples, com algumas pessoas afirmando que a palavra abrange todos que gostam da mídia e os mais saudosistas defendendo que ela deveria ser restrita apenas a quem é realmente apaixonado e/ou acompanhou toda a história dos games. Novamente voltamos à questão de como a palavra pode ser excludente, mas há aqueles que acreditam que ele deveria mesmo ser abandonada e por um motivo muito mais grave do que o levantado pela representante da EA.
A motivação por trás desta posição mais radical está nas comunidades (especialmente as online) formadas pelos jogadores, já que elas normalmente estão repletas de pessoas com comportamentos tóxicos. Por causa disso, alguns passaram a associar o termo gamer a estes grupos e o que de pior alguém pode defender, indo desde racismo à homofobia, passando pelo machismo, xenofobia e muitos outros tipos de estupidez.
Eu não sei exatamente quando este movimento começou, mas basta darmos uma passada em qualquer rede social para vermos pessoas decretando que “ser um gamer” invariavelmente é estar de acordo com todo tipo de discurso de ódio defendido pela escória que se esconde atrás de monitores (ou de um jogo). Pois para mim, esta é uma “estampa” que sempre esteve ligada a paixão pelos jogos e não a uma espécie de pacto que impedisse alguém de pensar por si só ou a uma vaga garantida em uma sociedade secreta onde o comportamento de manada estivesse acima de seus próprios valores.
Não quero com isso replicar desculpas do tipo “mas nem todo gamer”, mesmo porque sei que basta nos aventurarmos por qualquer jogo online para entendermos rapidamente o quão nocivos estes ambientes costumam ser. O que me incomoda é que eu realmente nunca consegui ver muito sentido neste debate.
Sim, eu acredito que os jogos eletrônicos nunca deveriam ser utilizados para a propagação do ódio, mas ao defenderem tão veementemente que tal palavra deveria passar a ser utilizada apenas para apontar aqueles que, independentemente dos games, continuarão sendo um bando de babacas, penso que algumas pessoas estão usando sua força de forma equivocada.

Ser um gamer ou não ser, eis a questão (Crédito: Reprodução/Andre Hunter/Unsplash)
De qualquer forma, uma interessante explicação para deixarmos este termo no passado foi dada por Ben Croshaw. Na opinião dele, a palavra gamer não passa de um rótulo e sempre que um é utilizado, “uma imagem do estereótipo anexada a este rótulo aparece injustificadamente em sua mente inconsciente.” Assim um leigo poderia facilmente associar esta pessoa a alguma situação ridícula em que os games etiveram envolvidos no passado ou até mesmo a momentos trágicos, como o Massacre de Columbine.
O autor ainda foi além, afirmando que jogar videogames é algo que não deveria ser motivo para às pessoas se orgulharem e não por se tratar de algo errado, mas por isso não lhes garantir uma vaga em um seleto grupo de elite conhecido por um rótulo. Já no caso das jogadoras que se autointitulam “garotas gamers” ele considera ainda pior, pois além delas aceitarem participar da suposta segregação imposta pelo termo, o fato de possuírem dois cromossomos X não lhes garante algo que seja digno de nota.
Para Croshaw, “jogar videogames, por mais divertido, fascinante e benéfico que possa ser, é apenas algo que as pessoas fazem, não, algo pelo qual elas deveriam ser definidas” e deveria caber apenas às agências de propaganda se aproveitarem disso.
Já para o game designer Brandon Sheffield, a palavra foi criada pelos departamentos de marketing para definir aquelas pessoas que vivem enfiadas em um porão fazendo nada além de jogar videogame ou ficar em fóruns da internet xingando tudo e todos, “mas mesmo assim abraçamos esta palavra de braços abertos, exibindo-a orgulhosamente em tags no twitter.
Outro ponto levantado por ele diz respeito a necessidade que temos sempre que dizer aos outros que jogamos videogame. Se uma pessoa não anda por aí afirmando que assiste filmes, afinal todos tem este costume, também deveria estar implícito que o mesmo acontece com os jogos eletrônicos, não é mesmo?
Pode parecer um pouco de exagero, mas há alguns anos os games se tornaram parte da cultura popular e por mais que eles não sejam tão acessíveis quanto um filme que passa na Sessão da Tarde, lembre-se daquela sua tia que passa a horas combinando joias no celular ou cuidando de uma fazenda virtual por aí. Ela provavelmente não se considera uma gamer, mas sim apenas alguém aproveitando uma forma de entretenimento.
Os argumentos existem de ambos os lados, mas talvez tudo não passe de uma questão de semântica, pois sinceramente não consigo enxergar diferença entre “ser um gamer” ou “ser um jogador de videogame”. Pode ser também que a questão realmente se resuma a opinião defendida por Elle McCarthy, de que os games se tornaram tão grandes que não temos mais como classificar o seu público desta ou daquela maneira.
Talvez o termo que utilizamos por tanto tempo de fato tenha se tornado restritivo demais para algo que já está tão presente na vida de tantas pessoas. Mas o que lamento é que, pelo menos para alguns, uma palavra que considero tão legal e tão representativa tenha virado uma mera forma de xingamento.
Olha, até que a discussão dela tem sentido, sempre achei o termo gamer muito bobo, realmente tinha um sentido pejorativo no passado. Mas é aquela coisa, a medida em que os jogos foram popularizando, ele foi perdendo o seu sentido pejorativo, justamente porque todo mundo agora joga.
E pior, por conta disso tinha uns marketings onde pegavam peças comuns de PC, botavam o nome Gamer e vendia ao dobro do preço.

Como já é algo difundido culturalmente, para cair em desuso precisaria que a exposição da palavra diminuísse ao longo do tempo, a começar pela própria indústria. Só tem que conversar com marketing primeiro. :klol
 

Bloodstained

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Com os jogos eletrônicos alcançando um público cada vez maior, responsável por revitalizar a imagem da EA defende que o termo gamer está ultrapassado
Dori Prata 28/07/2021 às 8:32

De acordo com o dicionário Merriam-Webster, gamer é especialmente “uma pessoa que regularmente joga no computador ou em videogames” e apesar desta definição ser conhecida e aceita por boa parte das pessoas, para conhecermos a origem do termo teremos que voltar bastante no tempo, mais precisamente para o século XV.

gamer
Crédito: Reprodução/Florian Olivo/Unsplash
Especula-se que tal palavra tenha começado a ser utilizada por volta de 1420, quando na cidade inglesa de Walsall aqueles costumava apostar em jogos ilegais como dados e cartas eram tratados como gamer. Já nos Estados Unidos ela só viria a ser adotada por volta do século XVIII, sendo associada a quem que se dedicava a jogos de guerra, uma ferramenta muito utilizada pelos militares para treinar estratégias.
Então, quando em meados da década de 1970 a primeira edição do Dungeons & Dragons foi publicada, a TSR o divulgou como um desses jogos de guerra e o termo que era restrito a um pequeno grupo de homens começou a romper barreiras. Mesmo assim, os jogos de tabuleiros ou RPGs ainda eram aproveitados por poucos e a palavra gamer só ganhou mesmo as ruas no início da década de 80, graças a popularização dos videogames e computadores como o Amiga ou ZX Spectrum.

De lá para cá muita coisa mudou. A indústria se tornou um colosso e se antes as pessoas (especialmente as que não eram mais crianças) tinham vergonha de dizer que gostavam de games, hoje muitos de nós declaramos esta paixão com todo o orgulho. Os jogos eletrônicos estão por toda parte, são consumidos por pessoas de todas as idades e cobertos mesmo pela mídia que antes o ridicularizava.
Com tanto holofote, para muitos ser tratado como gamer deixou de ser uma ofensa, mas na opinião da vice-presidente de marcas da Electronic Arts, Elle McCarthy, chegou a hora de aposentarmos este termo. Responsável por ajudar revigorar a imagem da empresa norte-americana, ao conversar com o site Adweek ela explicou porque tal palavra pode ser considerada ultrapassada:



Se pensarmos que hoje temos acesso a jogos bastante complexos num pequeno aparelho eletrônico que carregamos no bolso ou até no logo do Google quando vamos fazer uma pesquisa, realmente fica difícil definir quem se encaixaria neste termo e por isso entendo que a executiva tenha razão. Ao reduzir um número tão grande de consumidores a uma simples palavra, a sensação pode ser de que ainda estamos falando de um nicho e pelo ponto de vista da área de McCarthy, o marketing, isso sem dúvida não é uma boa ideia.
Repare que em outras formas de entretimento não costumamos usar um termo para nos referirmos a quem as consume (não acredito que cinéfilo ou audiófilo sirvam aqui) e essa tentativa de alguns profissionais ligados aos games para não rotular seu público muitas vezes se escora no que é feito em outros setores. Mas falando apenas por mim, nunca vi problema em me referir a alguém que goste de jogos eletrônicos como gamer e até acho bacana existir uma palavra específica para isso.
O “gamer” como termo pejorativo

Crédito: Reprodução/cottonbro/Pexels
Ao contrário do que temos nos dicionários, dizer exatamente o que é ser um gamer não é uma tarefa muito simples, com algumas pessoas afirmando que a palavra abrange todos que gostam da mídia e os mais saudosistas defendendo que ela deveria ser restrita apenas a quem é realmente apaixonado e/ou acompanhou toda a história dos games. Novamente voltamos à questão de como a palavra pode ser excludente, mas há aqueles que acreditam que ele deveria mesmo ser abandonada e por um motivo muito mais grave do que o levantado pela representante da EA.
A motivação por trás desta posição mais radical está nas comunidades (especialmente as online) formadas pelos jogadores, já que elas normalmente estão repletas de pessoas com comportamentos tóxicos. Por causa disso, alguns passaram a associar o termo gamer a estes grupos e o que de pior alguém pode defender, indo desde racismo à homofobia, passando pelo machismo, xenofobia e muitos outros tipos de estupidez.
Eu não sei exatamente quando este movimento começou, mas basta darmos uma passada em qualquer rede social para vermos pessoas decretando que “ser um gamer” invariavelmente é estar de acordo com todo tipo de discurso de ódio defendido pela escória que se esconde atrás de monitores (ou de um jogo). Pois para mim, esta é uma “estampa” que sempre esteve ligada a paixão pelos jogos e não a uma espécie de pacto que impedisse alguém de pensar por si só ou a uma vaga garantida em uma sociedade secreta onde o comportamento de manada estivesse acima de seus próprios valores.
Não quero com isso replicar desculpas do tipo “mas nem todo gamer”, mesmo porque sei que basta nos aventurarmos por qualquer jogo online para entendermos rapidamente o quão nocivos estes ambientes costumam ser. O que me incomoda é que eu realmente nunca consegui ver muito sentido neste debate.
Sim, eu acredito que os jogos eletrônicos nunca deveriam ser utilizados para a propagação do ódio, mas ao defenderem tão veementemente que tal palavra deveria passar a ser utilizada apenas para apontar aqueles que, independentemente dos games, continuarão sendo um bando de babacas, penso que algumas pessoas estão usando sua força de forma equivocada.

Ser um gamer ou não ser, eis a questão (Crédito: Reprodução/Andre Hunter/Unsplash)
De qualquer forma, uma interessante explicação para deixarmos este termo no passado foi dada por Ben Croshaw. Na opinião dele, a palavra gamer não passa de um rótulo e sempre que um é utilizado, “uma imagem do estereótipo anexada a este rótulo aparece injustificadamente em sua mente inconsciente.” Assim um leigo poderia facilmente associar esta pessoa a alguma situação ridícula em que os games etiveram envolvidos no passado ou até mesmo a momentos trágicos, como o Massacre de Columbine.
O autor ainda foi além, afirmando que jogar videogames é algo que não deveria ser motivo para às pessoas se orgulharem e não por se tratar de algo errado, mas por isso não lhes garantir uma vaga em um seleto grupo de elite conhecido por um rótulo. Já no caso das jogadoras que se autointitulam “garotas gamers” ele considera ainda pior, pois além delas aceitarem participar da suposta segregação imposta pelo termo, o fato de possuírem dois cromossomos X não lhes garante algo que seja digno de nota.
Para Croshaw, “jogar videogames, por mais divertido, fascinante e benéfico que possa ser, é apenas algo que as pessoas fazem, não, algo pelo qual elas deveriam ser definidas” e deveria caber apenas às agências de propaganda se aproveitarem disso.
Já para o game designer Brandon Sheffield, a palavra foi criada pelos departamentos de marketing para definir aquelas pessoas que vivem enfiadas em um porão fazendo nada além de jogar videogame ou ficar em fóruns da internet xingando tudo e todos, “mas mesmo assim abraçamos esta palavra de braços abertos, exibindo-a orgulhosamente em tags no twitter.
Outro ponto levantado por ele diz respeito a necessidade que temos sempre que dizer aos outros que jogamos videogame. Se uma pessoa não anda por aí afirmando que assiste filmes, afinal todos tem este costume, também deveria estar implícito que o mesmo acontece com os jogos eletrônicos, não é mesmo?
Pode parecer um pouco de exagero, mas há alguns anos os games se tornaram parte da cultura popular e por mais que eles não sejam tão acessíveis quanto um filme que passa na Sessão da Tarde, lembre-se daquela sua tia que passa a horas combinando joias no celular ou cuidando de uma fazenda virtual por aí. Ela provavelmente não se considera uma gamer, mas sim apenas alguém aproveitando uma forma de entretenimento.
Os argumentos existem de ambos os lados, mas talvez tudo não passe de uma questão de semântica, pois sinceramente não consigo enxergar diferença entre “ser um gamer” ou “ser um jogador de videogame”. Pode ser também que a questão realmente se resuma a opinião defendida por Elle McCarthy, de que os games se tornaram tão grandes que não temos mais como classificar o seu público desta ou daquela maneira.
Talvez o termo que utilizamos por tanto tempo de fato tenha se tornado restritivo demais para algo que já está tão presente na vida de tantas pessoas. Mas o que lamento é que, pelo menos para alguns, uma palavra que considero tão legal e tão representativa tenha virado uma mera forma de xingamento.
É importante contextualizarmos as coisas. Essa é a vice-presidente de marcas da Electronic Arts:


Tenho lá minhas dúvidas que essa mulher já foi gamer... A bem da verdade, duvido até que ela já tenha pego um controle na vida. Por outro lado, deve ser uma exímia manipuladora de "joysticks" e curtir muito "jogos plug and play"... se é que vocês me entendem. :klol
 

Lord_Revan

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E eu só jogo a 7 meses, não joguei o primeiro e era um completo noob nos primeiros 3 meses, nem build eu sabia montar direito.
Só que eu escutava os concelhos mas hoje todos já "sabem e são pro".

Nego hoje quer ser nerd / geek mas não aguenta ser humilhado em jogos, na zona cega um cara levou um ban por chamar um hacker com shd com quase 50k de lixo e etc...

Coisa que eu não via tanto no bf 3 ou 4.
Lembro que as cesuram em chats começaram naquela época.

Agora isso.

Para diretora da EA, o “gamer” tem que acabar
Com os jogos eletrônicos alcançando um público cada vez maior, responsável por revitalizar a imagem da EA defende que o termo gamer está ultrapassado
Dori Prata 28/07/2021 às 8:32

De acordo com o dicionário Merriam-Webster, gamer é especialmente “uma pessoa que regularmente joga no computador ou em videogames” e apesar desta definição ser conhecida e aceita por boa parte das pessoas, para conhecermos a origem do termo teremos que voltar bastante no tempo, mais precisamente para o século XV.

gamer
Crédito: Reprodução/Florian Olivo/Unsplash
Especula-se que tal palavra tenha começado a ser utilizada por volta de 1420, quando na cidade inglesa de Walsall aqueles costumava apostar em jogos ilegais como dados e cartas eram tratados como gamer. Já nos Estados Unidos ela só viria a ser adotada por volta do século XVIII, sendo associada a quem que se dedicava a jogos de guerra, uma ferramenta muito utilizada pelos militares para treinar estratégias.
Então, quando em meados da década de 1970 a primeira edição do Dungeons & Dragons foi publicada, a TSR o divulgou como um desses jogos de guerra e o termo que era restrito a um pequeno grupo de homens começou a romper barreiras. Mesmo assim, os jogos de tabuleiros ou RPGs ainda eram aproveitados por poucos e a palavra gamer só ganhou mesmo as ruas no início da década de 80, graças a popularização dos videogames e computadores como o Amiga ou ZX Spectrum.

De lá para cá muita coisa mudou. A indústria se tornou um colosso e se antes as pessoas (especialmente as que não eram mais crianças) tinham vergonha de dizer que gostavam de games, hoje muitos de nós declaramos esta paixão com todo o orgulho. Os jogos eletrônicos estão por toda parte, são consumidos por pessoas de todas as idades e cobertos mesmo pela mídia que antes o ridicularizava.
Com tanto holofote, para muitos ser tratado como gamer deixou de ser uma ofensa, mas na opinião da vice-presidente de marcas da Electronic Arts, Elle McCarthy, chegou a hora de aposentarmos este termo. Responsável por ajudar revigorar a imagem da empresa norte-americana, ao conversar com o site Adweek ela explicou porque tal palavra pode ser considerada ultrapassada:



Se pensarmos que hoje temos acesso a jogos bastante complexos num pequeno aparelho eletrônico que carregamos no bolso ou até no logo do Google quando vamos fazer uma pesquisa, realmente fica difícil definir quem se encaixaria neste termo e por isso entendo que a executiva tenha razão. Ao reduzir um número tão grande de consumidores a uma simples palavra, a sensação pode ser de que ainda estamos falando de um nicho e pelo ponto de vista da área de McCarthy, o marketing, isso sem dúvida não é uma boa ideia.
Repare que em outras formas de entretimento não costumamos usar um termo para nos referirmos a quem as consume (não acredito que cinéfilo ou audiófilo sirvam aqui) e essa tentativa de alguns profissionais ligados aos games para não rotular seu público muitas vezes se escora no que é feito em outros setores. Mas falando apenas por mim, nunca vi problema em me referir a alguém que goste de jogos eletrônicos como gamer e até acho bacana existir uma palavra específica para isso.
O “gamer” como termo pejorativo

Crédito: Reprodução/cottonbro/Pexels
Ao contrário do que temos nos dicionários, dizer exatamente o que é ser um gamer não é uma tarefa muito simples, com algumas pessoas afirmando que a palavra abrange todos que gostam da mídia e os mais saudosistas defendendo que ela deveria ser restrita apenas a quem é realmente apaixonado e/ou acompanhou toda a história dos games. Novamente voltamos à questão de como a palavra pode ser excludente, mas há aqueles que acreditam que ele deveria mesmo ser abandonada e por um motivo muito mais grave do que o levantado pela representante da EA.
A motivação por trás desta posição mais radical está nas comunidades (especialmente as online) formadas pelos jogadores, já que elas normalmente estão repletas de pessoas com comportamentos tóxicos. Por causa disso, alguns passaram a associar o termo gamer a estes grupos e o que de pior alguém pode defender, indo desde racismo à homofobia, passando pelo machismo, xenofobia e muitos outros tipos de estupidez.
Eu não sei exatamente quando este movimento começou, mas basta darmos uma passada em qualquer rede social para vermos pessoas decretando que “ser um gamer” invariavelmente é estar de acordo com todo tipo de discurso de ódio defendido pela escória que se esconde atrás de monitores (ou de um jogo). Pois para mim, esta é uma “estampa” que sempre esteve ligada a paixão pelos jogos e não a uma espécie de pacto que impedisse alguém de pensar por si só ou a uma vaga garantida em uma sociedade secreta onde o comportamento de manada estivesse acima de seus próprios valores.
Não quero com isso replicar desculpas do tipo “mas nem todo gamer”, mesmo porque sei que basta nos aventurarmos por qualquer jogo online para entendermos rapidamente o quão nocivos estes ambientes costumam ser. O que me incomoda é que eu realmente nunca consegui ver muito sentido neste debate.
Sim, eu acredito que os jogos eletrônicos nunca deveriam ser utilizados para a propagação do ódio, mas ao defenderem tão veementemente que tal palavra deveria passar a ser utilizada apenas para apontar aqueles que, independentemente dos games, continuarão sendo um bando de babacas, penso que algumas pessoas estão usando sua força de forma equivocada.

Ser um gamer ou não ser, eis a questão (Crédito: Reprodução/Andre Hunter/Unsplash)
De qualquer forma, uma interessante explicação para deixarmos este termo no passado foi dada por Ben Croshaw. Na opinião dele, a palavra gamer não passa de um rótulo e sempre que um é utilizado, “uma imagem do estereótipo anexada a este rótulo aparece injustificadamente em sua mente inconsciente.” Assim um leigo poderia facilmente associar esta pessoa a alguma situação ridícula em que os games etiveram envolvidos no passado ou até mesmo a momentos trágicos, como o Massacre de Columbine.
O autor ainda foi além, afirmando que jogar videogames é algo que não deveria ser motivo para às pessoas se orgulharem e não por se tratar de algo errado, mas por isso não lhes garantir uma vaga em um seleto grupo de elite conhecido por um rótulo. Já no caso das jogadoras que se autointitulam “garotas gamers” ele considera ainda pior, pois além delas aceitarem participar da suposta segregação imposta pelo termo, o fato de possuírem dois cromossomos X não lhes garante algo que seja digno de nota.
Para Croshaw, “jogar videogames, por mais divertido, fascinante e benéfico que possa ser, é apenas algo que as pessoas fazem, não, algo pelo qual elas deveriam ser definidas” e deveria caber apenas às agências de propaganda se aproveitarem disso.
Já para o game designer Brandon Sheffield, a palavra foi criada pelos departamentos de marketing para definir aquelas pessoas que vivem enfiadas em um porão fazendo nada além de jogar videogame ou ficar em fóruns da internet xingando tudo e todos, “mas mesmo assim abraçamos esta palavra de braços abertos, exibindo-a orgulhosamente em tags no twitter.
Outro ponto levantado por ele diz respeito a necessidade que temos sempre que dizer aos outros que jogamos videogame. Se uma pessoa não anda por aí afirmando que assiste filmes, afinal todos tem este costume, também deveria estar implícito que o mesmo acontece com os jogos eletrônicos, não é mesmo?
Pode parecer um pouco de exagero, mas há alguns anos os games se tornaram parte da cultura popular e por mais que eles não sejam tão acessíveis quanto um filme que passa na Sessão da Tarde, lembre-se daquela sua tia que passa a horas combinando joias no celular ou cuidando de uma fazenda virtual por aí. Ela provavelmente não se considera uma gamer, mas sim apenas alguém aproveitando uma forma de entretenimento.
Os argumentos existem de ambos os lados, mas talvez tudo não passe de uma questão de semântica, pois sinceramente não consigo enxergar diferença entre “ser um gamer” ou “ser um jogador de videogame”. Pode ser também que a questão realmente se resuma a opinião defendida por Elle McCarthy, de que os games se tornaram tão grandes que não temos mais como classificar o seu público desta ou daquela maneira.
Talvez o termo que utilizamos por tanto tempo de fato tenha se tornado restritivo demais para algo que já está tão presente na vida de tantas pessoas. Mas o que lamento é que, pelo menos para alguns, uma palavra que considero tão legal e tão representativa tenha virado uma mera forma de xingamento.
Sobre a """""Diretora""""" gamer...
.
 

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Um dos motivos que estou largando o the division 2 é "o" dev lixo, e é a quantidade de jogadores lixos, até em 3 clans com todos com SHD alto que eu entrei tem nego patético. :facepalm
E eu só jogo a 7 meses, não joguei o primeiro e era um completo noob nos primeiros 3 meses, nem build eu sabia montar direito.
Só que eu escutava os concelhos mas hoje todos já "sabem e são pro".

Nego hoje quer ser nerd / geek mas não aguenta ser humilhado em jogos, na zona cega um cara levou um ban por chamar um hacker com shd com quase 50k de lixo e etc...

Coisa que eu não via tanto no bf 3 ou 4.
Lembro que as cesuram em chats começaram naquela época.

Agora isso.
Tá fogo mesmo. Eu abandonei BF e resolvi focar só em COD (até por causa do meu irmão e um colega nosso, que montamos um time) apesar que o multi não é melhor, porém eu tenho preferido entrar em uma sala cheio de kids, do que adultos "geeks" ou mina metidas a "tutubers".
 

Túlio Veneno

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Ainda dá pra gostar de mulher, nunca é tarde.
 

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‘Doctor Who’: Jodie Whittaker & Showrunner Chris Chibnall Are Leaving Iconic Sci-Fi Series, BBC Confirms


The BBC has finally confirmed one of the worst kept secrets in television: Jodie Whittaker and showrunner Chris Chibnall are quitting Doctor Who.

The duo have been in charge of the Tardis since 2017 and will be leaving BBC Studios’ iconic sci-fi franchise next year. Before they exit, they will bring fans Season 13 this fall and three feature-length specials in 2022, the last of which will mark the end of the Thirteenth Doctor.

Whittaker will be remembered as the first woman to play the Time Lord, bringing warmth and comedy to the role. Her departure has long been speculated and is in line with her predecessors, including David Tennant and Matt Smith, who also completed three seasons before moving on to other projects.

Whittaker was cast by Chibnall, who stepped into Steven Moffat’s shoes as Doctor Who’s showrunner four years ago. He also brought in Tosin Cole (Ryan), Mandip Gill (Yaz), and Bradley Walsh (Graham), as well as casting Sacha Dhawan as The Master and Jo Martin as the Fugitive Doctor.

“My heart is so full of love for this show, for the team who make it, for the fans who watch it and for what it has brought to my life,” Whittaker said. “I cannot thank Chris enough for entrusting me with his incredible stories. We knew that we wanted to ride this wave side by side, and pass on the baton together. So here we are, weeks away from wrapping on the best job I have ever had.”

Chibnall, who is heading for the exit alongside executive producer Matt Strevens, added: “Jodie and I made a “three series and out” pact with each other at the start of this once-in-a-lifetime blast. So now our shift is done, and we’re handing back the Tardis keys. Jodie’s magnificent, iconic Doctor has exceeded all our high expectations.”

Piers Wenger, BBC drama director, continued: “Over the last four years Chris and Jodie have made Doctor Who history and their time on the show is indelibly marked on our memories. From Rosa Parks to Ascension of the Cybermen, Chris and Jodie have given Doctor Who some of its most life-affirming and tear-jerking moments to date and we are beyond excited to see what they have in store for us in the new series this autumn.”

The first of next year’s specials will screen on New Year’s Day, while it will be followed by a second episode in the spring. Whittaker’s last spin in the Tardis will broadcast in fall 2022 and will form part of the BBC’s centenary celebrations. The show is co-produced by BBC America in the U.S.

No news yet on who will take over from Whittaker and Chibnall, though we know it won’t be It’s a Sin star Olly Alexander, who denied reports in June that he is set to play the Time Lord.


Fonte
================================================================================================
Destruíram completamente a mitologia da série com o único propósito de lacrar e agora que as vendas de merchadising entraram em colapso, assim como a audiência propriamente dita, os vermes responsáveis por toda a m**** vão abandonar o navio. Nada de novo no front. :kclassic

E se alguém ainda tiver a expectativa de que, com isso, a série voltará às suas raízes, não se iludam. No que depender do lixo que é a BBC, não há a menor chance de melhorias efetivas. Quem viver, verá. :kclassic
 

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‘Doctor Who’: Jodie Whittaker & Showrunner Chris Chibnall Are Leaving Iconic Sci-Fi Series, BBC Confirms


The BBC has finally confirmed one of the worst kept secrets in television: Jodie Whittaker and showrunner Chris Chibnall are quitting Doctor Who.

The duo have been in charge of the Tardis since 2017 and will be leaving BBC Studios’ iconic sci-fi franchise next year. Before they exit, they will bring fans Season 13 this fall and three feature-length specials in 2022, the last of which will mark the end of the Thirteenth Doctor.

Whittaker will be remembered as the first woman to play the Time Lord, bringing warmth and comedy to the role. Her departure has long been speculated and is in line with her predecessors, including David Tennant and Matt Smith, who also completed three seasons before moving on to other projects.

Whittaker was cast by Chibnall, who stepped into Steven Moffat’s shoes as Doctor Who’s showrunner four years ago. He also brought in Tosin Cole (Ryan), Mandip Gill (Yaz), and Bradley Walsh (Graham), as well as casting Sacha Dhawan as The Master and Jo Martin as the Fugitive Doctor.

“My heart is so full of love for this show, for the team who make it, for the fans who watch it and for what it has brought to my life,” Whittaker said. “I cannot thank Chris enough for entrusting me with his incredible stories. We knew that we wanted to ride this wave side by side, and pass on the baton together. So here we are, weeks away from wrapping on the best job I have ever had.”

Chibnall, who is heading for the exit alongside executive producer Matt Strevens, added: “Jodie and I made a “three series and out” pact with each other at the start of this once-in-a-lifetime blast. So now our shift is done, and we’re handing back the Tardis keys. Jodie’s magnificent, iconic Doctor has exceeded all our high expectations.”

Piers Wenger, BBC drama director, continued: “Over the last four years Chris and Jodie have made Doctor Who history and their time on the show is indelibly marked on our memories. From Rosa Parks to Ascension of the Cybermen, Chris and Jodie have given Doctor Who some of its most life-affirming and tear-jerking moments to date and we are beyond excited to see what they have in store for us in the new series this autumn.”

The first of next year’s specials will screen on New Year’s Day, while it will be followed by a second episode in the spring. Whittaker’s last spin in the Tardis will broadcast in fall 2022 and will form part of the BBC’s centenary celebrations. The show is co-produced by BBC America in the U.S.

No news yet on who will take over from Whittaker and Chibnall, though we know it won’t be It’s a Sin star Olly Alexander, who denied reports in June that he is set to play the Time Lord.


Fonte
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Destruíram completamente a mitologia da série com o único propósito de lacrar e agora que as vendas de merchadising entraram em colapso, assim como a audiência propriamente dita, os vermes responsáveis por toda a m**** vão abandonar o navio. Nada de novo no front. :kclassic

E se alguém ainda tiver a expectativa de que, com isso, a série voltará às suas raízes, não se iludam. No que depender do lixo que é a BBC, não há a menor chance de melhorias efetivas. Quem viver, verá. :kclassic

Aproveitando...

 

YSolaire

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Um dos motivos que estou largando o the division 2 é "o" dev lixo, e é a quantidade de jogadores lixos, até em 3 clans com todos com SHD alto que eu entrei tem nego patético. :facepalm
E eu só jogo a 7 meses, não joguei o primeiro e era um completo noob nos primeiros 3 meses, nem build eu sabia montar direito.
Só que eu escutava os concelhos mas hoje todos já "sabem e são pro".

Nego hoje quer ser nerd / geek mas não aguenta ser humilhado em jogos, na zona cega um cara levou um ban por chamar um hacker com shd com quase 50k de lixo e etc...

Coisa que eu não via tanto no bf 3 ou 4.
Lembro que as cesuram em chats começaram naquela época.

Agora isso.

Para diretora da EA, o “gamer” tem que acabar
Com os jogos eletrônicos alcançando um público cada vez maior, responsável por revitalizar a imagem da EA defende que o termo gamer está ultrapassado
Dori Prata 28/07/2021 às 8:32

De acordo com o dicionário Merriam-Webster, gamer é especialmente “uma pessoa que regularmente joga no computador ou em videogames” e apesar desta definição ser conhecida e aceita por boa parte das pessoas, para conhecermos a origem do termo teremos que voltar bastante no tempo, mais precisamente para o século XV.

gamer
Crédito: Reprodução/Florian Olivo/Unsplash
Especula-se que tal palavra tenha começado a ser utilizada por volta de 1420, quando na cidade inglesa de Walsall aqueles costumava apostar em jogos ilegais como dados e cartas eram tratados como gamer. Já nos Estados Unidos ela só viria a ser adotada por volta do século XVIII, sendo associada a quem que se dedicava a jogos de guerra, uma ferramenta muito utilizada pelos militares para treinar estratégias.
Então, quando em meados da década de 1970 a primeira edição do Dungeons & Dragons foi publicada, a TSR o divulgou como um desses jogos de guerra e o termo que era restrito a um pequeno grupo de homens começou a romper barreiras. Mesmo assim, os jogos de tabuleiros ou RPGs ainda eram aproveitados por poucos e a palavra gamer só ganhou mesmo as ruas no início da década de 80, graças a popularização dos videogames e computadores como o Amiga ou ZX Spectrum.

De lá para cá muita coisa mudou. A indústria se tornou um colosso e se antes as pessoas (especialmente as que não eram mais crianças) tinham vergonha de dizer que gostavam de games, hoje muitos de nós declaramos esta paixão com todo o orgulho. Os jogos eletrônicos estão por toda parte, são consumidos por pessoas de todas as idades e cobertos mesmo pela mídia que antes o ridicularizava.
Com tanto holofote, para muitos ser tratado como gamer deixou de ser uma ofensa, mas na opinião da vice-presidente de marcas da Electronic Arts, Elle McCarthy, chegou a hora de aposentarmos este termo. Responsável por ajudar revigorar a imagem da empresa norte-americana, ao conversar com o site Adweek ela explicou porque tal palavra pode ser considerada ultrapassada:



Se pensarmos que hoje temos acesso a jogos bastante complexos num pequeno aparelho eletrônico que carregamos no bolso ou até no logo do Google quando vamos fazer uma pesquisa, realmente fica difícil definir quem se encaixaria neste termo e por isso entendo que a executiva tenha razão. Ao reduzir um número tão grande de consumidores a uma simples palavra, a sensação pode ser de que ainda estamos falando de um nicho e pelo ponto de vista da área de McCarthy, o marketing, isso sem dúvida não é uma boa ideia.
Repare que em outras formas de entretimento não costumamos usar um termo para nos referirmos a quem as consume (não acredito que cinéfilo ou audiófilo sirvam aqui) e essa tentativa de alguns profissionais ligados aos games para não rotular seu público muitas vezes se escora no que é feito em outros setores. Mas falando apenas por mim, nunca vi problema em me referir a alguém que goste de jogos eletrônicos como gamer e até acho bacana existir uma palavra específica para isso.
O “gamer” como termo pejorativo

Crédito: Reprodução/cottonbro/Pexels
Ao contrário do que temos nos dicionários, dizer exatamente o que é ser um gamer não é uma tarefa muito simples, com algumas pessoas afirmando que a palavra abrange todos que gostam da mídia e os mais saudosistas defendendo que ela deveria ser restrita apenas a quem é realmente apaixonado e/ou acompanhou toda a história dos games. Novamente voltamos à questão de como a palavra pode ser excludente, mas há aqueles que acreditam que ele deveria mesmo ser abandonada e por um motivo muito mais grave do que o levantado pela representante da EA.
A motivação por trás desta posição mais radical está nas comunidades (especialmente as online) formadas pelos jogadores, já que elas normalmente estão repletas de pessoas com comportamentos tóxicos. Por causa disso, alguns passaram a associar o termo gamer a estes grupos e o que de pior alguém pode defender, indo desde racismo à homofobia, passando pelo machismo, xenofobia e muitos outros tipos de estupidez.
Eu não sei exatamente quando este movimento começou, mas basta darmos uma passada em qualquer rede social para vermos pessoas decretando que “ser um gamer” invariavelmente é estar de acordo com todo tipo de discurso de ódio defendido pela escória que se esconde atrás de monitores (ou de um jogo). Pois para mim, esta é uma “estampa” que sempre esteve ligada a paixão pelos jogos e não a uma espécie de pacto que impedisse alguém de pensar por si só ou a uma vaga garantida em uma sociedade secreta onde o comportamento de manada estivesse acima de seus próprios valores.
Não quero com isso replicar desculpas do tipo “mas nem todo gamer”, mesmo porque sei que basta nos aventurarmos por qualquer jogo online para entendermos rapidamente o quão nocivos estes ambientes costumam ser. O que me incomoda é que eu realmente nunca consegui ver muito sentido neste debate.
Sim, eu acredito que os jogos eletrônicos nunca deveriam ser utilizados para a propagação do ódio, mas ao defenderem tão veementemente que tal palavra deveria passar a ser utilizada apenas para apontar aqueles que, independentemente dos games, continuarão sendo um bando de babacas, penso que algumas pessoas estão usando sua força de forma equivocada.

Ser um gamer ou não ser, eis a questão (Crédito: Reprodução/Andre Hunter/Unsplash)
De qualquer forma, uma interessante explicação para deixarmos este termo no passado foi dada por Ben Croshaw. Na opinião dele, a palavra gamer não passa de um rótulo e sempre que um é utilizado, “uma imagem do estereótipo anexada a este rótulo aparece injustificadamente em sua mente inconsciente.” Assim um leigo poderia facilmente associar esta pessoa a alguma situação ridícula em que os games etiveram envolvidos no passado ou até mesmo a momentos trágicos, como o Massacre de Columbine.
O autor ainda foi além, afirmando que jogar videogames é algo que não deveria ser motivo para às pessoas se orgulharem e não por se tratar de algo errado, mas por isso não lhes garantir uma vaga em um seleto grupo de elite conhecido por um rótulo. Já no caso das jogadoras que se autointitulam “garotas gamers” ele considera ainda pior, pois além delas aceitarem participar da suposta segregação imposta pelo termo, o fato de possuírem dois cromossomos X não lhes garante algo que seja digno de nota.
Para Croshaw, “jogar videogames, por mais divertido, fascinante e benéfico que possa ser, é apenas algo que as pessoas fazem, não, algo pelo qual elas deveriam ser definidas” e deveria caber apenas às agências de propaganda se aproveitarem disso.
Já para o game designer Brandon Sheffield, a palavra foi criada pelos departamentos de marketing para definir aquelas pessoas que vivem enfiadas em um porão fazendo nada além de jogar videogame ou ficar em fóruns da internet xingando tudo e todos, “mas mesmo assim abraçamos esta palavra de braços abertos, exibindo-a orgulhosamente em tags no twitter.
Outro ponto levantado por ele diz respeito a necessidade que temos sempre que dizer aos outros que jogamos videogame. Se uma pessoa não anda por aí afirmando que assiste filmes, afinal todos tem este costume, também deveria estar implícito que o mesmo acontece com os jogos eletrônicos, não é mesmo?
Pode parecer um pouco de exagero, mas há alguns anos os games se tornaram parte da cultura popular e por mais que eles não sejam tão acessíveis quanto um filme que passa na Sessão da Tarde, lembre-se daquela sua tia que passa a horas combinando joias no celular ou cuidando de uma fazenda virtual por aí. Ela provavelmente não se considera uma gamer, mas sim apenas alguém aproveitando uma forma de entretenimento.
Os argumentos existem de ambos os lados, mas talvez tudo não passe de uma questão de semântica, pois sinceramente não consigo enxergar diferença entre “ser um gamer” ou “ser um jogador de videogame”. Pode ser também que a questão realmente se resuma a opinião defendida por Elle McCarthy, de que os games se tornaram tão grandes que não temos mais como classificar o seu público desta ou daquela maneira.
Talvez o termo que utilizamos por tanto tempo de fato tenha se tornado restritivo demais para algo que já está tão presente na vida de tantas pessoas. Mas o que lamento é que, pelo menos para alguns, uma palavra que considero tão legal e tão representativa tenha virado uma mera forma de xingamento.
Eu tenho uma regra, se o jogo é da EA ou Ubisoft eu não compro.
 

Protogen

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‘Doctor Who’: Jodie Whittaker & Showrunner Chris Chibnall Are Leaving Iconic Sci-Fi Series, BBC Confirms


The BBC has finally confirmed one of the worst kept secrets in television: Jodie Whittaker and showrunner Chris Chibnall are quitting Doctor Who.

The duo have been in charge of the Tardis since 2017 and will be leaving BBC Studios’ iconic sci-fi franchise next year. Before they exit, they will bring fans Season 13 this fall and three feature-length specials in 2022, the last of which will mark the end of the Thirteenth Doctor.

Whittaker will be remembered as the first woman to play the Time Lord, bringing warmth and comedy to the role. Her departure has long been speculated and is in line with her predecessors, including David Tennant and Matt Smith, who also completed three seasons before moving on to other projects.

Whittaker was cast by Chibnall, who stepped into Steven Moffat’s shoes as Doctor Who’s showrunner four years ago. He also brought in Tosin Cole (Ryan), Mandip Gill (Yaz), and Bradley Walsh (Graham), as well as casting Sacha Dhawan as The Master and Jo Martin as the Fugitive Doctor.

“My heart is so full of love for this show, for the team who make it, for the fans who watch it and for what it has brought to my life,” Whittaker said. “I cannot thank Chris enough for entrusting me with his incredible stories. We knew that we wanted to ride this wave side by side, and pass on the baton together. So here we are, weeks away from wrapping on the best job I have ever had.”

Chibnall, who is heading for the exit alongside executive producer Matt Strevens, added: “Jodie and I made a “three series and out” pact with each other at the start of this once-in-a-lifetime blast. So now our shift is done, and we’re handing back the Tardis keys. Jodie’s magnificent, iconic Doctor has exceeded all our high expectations.”

Piers Wenger, BBC drama director, continued: “Over the last four years Chris and Jodie have made Doctor Who history and their time on the show is indelibly marked on our memories. From Rosa Parks to Ascension of the Cybermen, Chris and Jodie have given Doctor Who some of its most life-affirming and tear-jerking moments to date and we are beyond excited to see what they have in store for us in the new series this autumn.”

The first of next year’s specials will screen on New Year’s Day, while it will be followed by a second episode in the spring. Whittaker’s last spin in the Tardis will broadcast in fall 2022 and will form part of the BBC’s centenary celebrations. The show is co-produced by BBC America in the U.S.

No news yet on who will take over from Whittaker and Chibnall, though we know it won’t be It’s a Sin star Olly Alexander, who denied reports in June that he is set to play the Time Lord.


Fonte
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Destruíram completamente a mitologia da série com o único propósito de lacrar e agora que as vendas de merchadising entraram em colapso, assim como a audiência propriamente dita, os vermes responsáveis por toda a m**** vão abandonar o navio. Nada de novo no front. :kclassic

E se alguém ainda tiver a expectativa de que, com isso, a série voltará às suas raízes, não se iludam. No que depender do lixo que é a BBC, não há a menor chance de melhorias efetivas. Quem viver, verá. :kclassic
Incrível como é literalmente um processo parasitário: eles entram em um hospedeiro (conseguem pôr as mãos em uma IP), matam ele por dentro (destroem personagens e desfiguram a lore), e quando não tem mais o que sugar, simplesmente pulam pra outro hospedeiro.

E o mais frustrante é que esses caras só "caem pra cima", como dizem lá fora. O roteiro avacalha o filme ou a série, é um desastre, algumas vezes tão ruim a ponto de jogar a franquia num hiato... e pouco tempo depois, sai a notícia de que o responsável pela desgraça acabou de ser contratado por um estúdio maior ainda pra dirigir um trabalho mais ambicioso ainda de uma franquia mais importante ainda...
 

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Caramba que mulher louca. Esse tipo de pessoa tem conta verificada no Twitter.
Eu, só porque eu respondi um comentário infeliz do Paulo Gudes que ele criticou o povo desejar uma grande expectativa de vida, que "todo mundo quer viver até os 100 anos" e Para o ministro da Economia, longevidade é insustentável para os cofres públicos eu respondi que ele devia dar o exemplo e se matar, fui travado no Twitter. Agora se eu quiser logar lá nele, eles estão pedindo número de telefone hahahahaha.

Essa mulher da foto falou uma grande bobagem.
 
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geek_tche

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Estava assistindo uma minisserie da Netflix, chamado Sophie - Assassinato em West Cork, que é sobre um assassinato numa cidade, e aí estão entrevistando os moradores desse local, quando de repente vão entrevistar uma que fala que é lésbica, e tal.


Detalhe para o "acho", nem ela tem certeza se era ou não do tal grupo, lacração gratuita e totalmente sem propósito kkk
 
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