Veja bem, apenas esclarecendo algo.
Eu sou um dos que alego que não sou a favor. Mas no meu caso não trata-se de insegurança, pois no auge dos meus 30 anos sei muito bem que quem quer, faz em qualquer lugar. Sei também que muitas vezes o ambiente de trabalho, no sentido do flerte, pode ser mais "hostil" mesmo que uma balada. Tudo isso é muito evidente.
Não é a insegurança o ponto. Não no meu caso, mas não posso falar pelos demais que são contra.
O que eu penso - e notem, quando digo "penso" subentendam que não estou tentando induzir ninguém a pensar como eu - é que há certos programas que não caem bem pra quem é casado. Uma coisa é a pessoa ser flertada por alguém no ambiente de trabalho, caminhando na rua ou bebendo uma coca-cola no Shopping, e aí entra a confiança de que a pessoa reagirá da forma que se espera para alguém comprometida. Outra coisa é a pessoa se expôr a ambientes tipicamente hostis neste sentido.
Quem já foi em balada sabe quais as motivações da maioria das pessoas que lá estão, ou seja, conscientemente já sabe a o quê estará se expondo. Me pergunto se é realmente necessário. Se a pessoa acha que balada é necessária ao ponto de ir mesmo sozinho (a), no meu entendimento, tem que rever se realmente é vida de casada que quer.
Mas como eu disse, eu não concordo que a minha parceira vá, mas evidentemente eu também não vou. Então o que tenho que fazer, quando vou me comprometer com alguém, é achar alguém que pense como eu. E vocês (que pensam o oposto), procurar por alguém que pense como vocês. É assim que os relacionamentos dão certo, afinal.
Agora acho errado criticar quem pensa "A" ou "B", porque, no meu entendimento, não há verdade absoluta nem forma correta. Há o jeito de cada um e isso deve ser respeitado.