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[MBML] Pênis cresce até que idade?

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Aigaion

Hunter of Hunters
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Eu tenho 14cm e acho pequeno. Mas ninguem reclamou até hoje.
Saber comer é muito importante. Mas também vai muito da "excitação" dela...

E tem mulher que prefere "ser aberta" por um pinto grossão, do que ficar enfiando um palmitinho.

Para referências futuras, recomendo a leitura deste post: http://www.acidezfeminina.com.br/rapidinhas-com-leitor/8561/
Eu fico imaginando o tamanho dessa mulher... Deve ter tipo 1,5m.
Olá, sou uma grande fã da Acid e resolvi compartilhar uma de minhas histórias.

Tenho 19 anos e estou morando com duas colegas pra fazer faculdade, e aproveitei essa liberdade de morar sem meus pais para convidar (ou ele se convidou, não tenho certeza) um cara que conheci na casa de um amigo, para conhecer o meu apartamento.

Até ai tudo bem, ele chegou por volta da uma da manhã, eu estava sozinha, assim que ele entrou ja fomos direto para o quarto, pois os dois ja sabiam exatamente o que queriam e não íamos ficar de mimimi… Os amassos começaram, mão vai, mão vem, tiramos a roupa.

Quando ele tirou a cueca tive um mini "ataque epilético" com o tamanho do amigo... Fiquei desesperada… era enorme. Logo pensei "eu não sou desse tamanho, sera praticamente um estupro".

Não sabia o que fazer, então comecei a enrolar, caprichei no oral pra ver se ele se satisfazia apenas com isso, mas não adiantou. Ele se posicionou entre as minhas pernas e quando eu ja estava pronta pra gritar e sair correndo a porta do apartamento se abriu e uma de minhas colegas chegou.

Fiz o possível pra não demonstrar o alivio que senti. Pedi mil desculpas e disse que ele teria que ir embora porque nós não gostávamos de meninos no apartamento. Ele meio desorientado vestiu suas roupas e foi embora.

Depois desse dia nunca mais retornei suas mensagens e não nos vimos mais. Eu juro que não é frescura, eu gosto de sexo, mas gente, eu jamais serei daquele tamanho…

Hoje eu dou muita risada contando pra minhas amigas do dia em que eu broxei porque o rapaz era bem dotado!
 

Guilge

Bam-bam-bam
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se você acessar a OS diariamente diz a lenda que ele cresce até os 30 (cm)
 

Kampfar

Bam-bam-bam
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O alongamento peniano é uma tradição entre os índios da família lingüística tupi-kawahib. Originalmente, servia para eliminar eventuais divergências quanto a identificação visual dos indivíduos na floresta. Os kayapó fazem crescer os lábios inferiores, os erikbatsa aumentam o lóbulo das orelhas. São os “beiços-de-pau” e os “orelhas-de-pau” – apelidos que receberam de outros índios e dos brancos. Entre os piripkura, a identificação visual é o pênis avantajado sob um grande protetor feito de palha. Daí as piadas elogiosas de “tribo do pau grande” ou “caralhudos”.

São abundantes e detalhistas os laudos etnográficos, microfilmes e Relatórios do Serviço de Proteção ao Índio (SPI) e da Funai, desde o início do século, nos trabalhos dos etnólogos Curt Nimuendaju e Claude Lévi-Strauss, os textos de Roquette-Pinto e do marechal Cândido Rondon, que registram e reiteram como hábito entre os diversos grupos étnicos da família tupi kawahib utilizar protetor peniano com arestas de tamanho avantajado, o que causava impacto nos primeiros contatos e comentários por serem considerados “bem-dotados”. Mas não é só o “protetor” que é avantajado.
Que vida do c***lho
Não se sabe a fórmula que usam – um conhecimento tradicional protegido pela legislação internacional que, no futuro, poderá render bom dinheiro para esses índios. Mas o segredo pode estar na poderosa formiga “tocandira”, comum na Amazônia. Conta-se em Rondônia que, desde pequenos, os curumins passam por longos e exaustivos rituais de iniciação. Durante o processo, não se sabe com que freqüência ocorre, as formigas são usadas para “picar” o pênis a ser alongado. Esticam o órgão com as mãos e colocam formigas sobre ele. Quando irritada, a tocandira produz um ruído estridente e pica por um aguilhão abdominal ligado a uma glândula de veneno. Pode ser o veneno, de base protéica e que inclui hialuronidase e fosfolipase A, o segredo. Mas ainda não foi provado cientificamente. O que se sabe, pelos relatos orais, é que a picada é muito dolorosa, e faz dilatar os músculos genitais. Repetidas vezes, o órgão ganha tamanho e volume. As pessoas que me contaram, em Rondônia, essa fórmula, me aconselharam a não tentar isso em casa.

Há também uma mistura de ervas que é usadas para massagear o pênis – procedimento terapêutico utilizado no local da picada das formigas. As plantas podem servir como dilatadores do órgão ou apenas para fazer passar a dor. Enquanto esteve com a equipe da Funai no acampamento, logo após o contato, o índio Tucan não se distraiu de cuidar de sua identificação étnica. Segundo relato dos integrantes da Frente de Proteção Etno-Ambiental Madeirinha, “todo dia, à tardinha, ele pegava um pouco de água morna em uma cumbuca, colocava umas folhinhas lá e ficava massageando o pênis, esticando, balançando, tratando”, relata um dos integrantes da equipe. Mesmo se tornando famoso por causa da triste história de massacre do seu povo, Tucan parece não querer deixar de lado a vaidade peniana, marca registrada de seu povo.

http://malinche2.blogspot.com.br/2009/09/reportagem-descoberta-de-dois-indios.html
 

Marek_

Bam-bam-bam
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O rolo de papel higienico é um método pra saber se a grossura é suficiente. Se a cabeça entalar ou entrar dificuldade é que ta blz.
Eu fui ver um rolo de papel higiênico aqui e vi o tamanho do buraco e nossa...

Melhor nem fazer o teste.
 

PC2

Ei mãe, 500 pontos!
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O alongamento peniano é uma tradição entre os índios da família lingüística tupi-kawahib. Originalmente, servia para eliminar eventuais divergências quanto a identificação visual dos indivíduos na floresta. Os kayapó fazem crescer os lábios inferiores, os erikbatsa aumentam o lóbulo das orelhas. São os “beiços-de-pau” e os “orelhas-de-pau” – apelidos que receberam de outros índios e dos brancos. Entre os piripkura, a identificação visual é o pênis avantajado sob um grande protetor feito de palha. Daí as piadas elogiosas de “tribo do pau grande” ou “caralhudos”.

São abundantes e detalhistas os laudos etnográficos, microfilmes e Relatórios do Serviço de Proteção ao Índio (SPI) e da Funai, desde o início do século, nos trabalhos dos etnólogos Curt Nimuendaju e Claude Lévi-Strauss, os textos de Roquette-Pinto e do marechal Cândido Rondon, que registram e reiteram como hábito entre os diversos grupos étnicos da família tupi kawahib utilizar protetor peniano com arestas de tamanho avantajado, o que causava impacto nos primeiros contatos e comentários por serem considerados “bem-dotados”. Mas não é só o “protetor” que é avantajado.
Que vida do c***lho
Não se sabe a fórmula que usam – um conhecimento tradicional protegido pela legislação internacional que, no futuro, poderá render bom dinheiro para esses índios. Mas o segredo pode estar na poderosa formiga “tocandira”, comum na Amazônia. Conta-se em Rondônia que, desde pequenos, os curumins passam por longos e exaustivos rituais de iniciação. Durante o processo, não se sabe com que freqüência ocorre, as formigas são usadas para “picar” o pênis a ser alongado. Esticam o órgão com as mãos e colocam formigas sobre ele. Quando irritada, a tocandira produz um ruído estridente e pica por um aguilhão abdominal ligado a uma glândula de veneno. Pode ser o veneno, de base protéica e que inclui hialuronidase e fosfolipase A, o segredo. Mas ainda não foi provado cientificamente. O que se sabe, pelos relatos orais, é que a picada é muito dolorosa, e faz dilatar os músculos genitais. Repetidas vezes, o órgão ganha tamanho e volume. As pessoas que me contaram, em Rondônia, essa fórmula, me aconselharam a não tentar isso em casa.

Há também uma mistura de ervas que é usadas para massagear o pênis – procedimento terapêutico utilizado no local da picada das formigas. As plantas podem servir como dilatadores do órgão ou apenas para fazer passar a dor. Enquanto esteve com a equipe da Funai no acampamento, logo após o contato, o índio Tucan não se distraiu de cuidar de sua identificação étnica. Segundo relato dos integrantes da Frente de Proteção Etno-Ambiental Madeirinha, “todo dia, à tardinha, ele pegava um pouco de água morna em uma cumbuca, colocava umas folhinhas lá e ficava massageando o pênis, esticando, balançando, tratando”, relata um dos integrantes da equipe. Mesmo se tornando famoso por causa da triste história de massacre do seu povo, Tucan parece não querer deixar de lado a vaidade peniana, marca registrada de seu povo.

http://malinche2.blogspot.com.br/2009/09/reportagem-descoberta-de-dois-indios.html


Picadura :kkk Bela escolha de palavras.
 
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