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[Não é neoludismo] Muita tecnologia está nos deixando cada vez mais DOENTES

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#1

20 anos atrás ninguém falaria em adicionar vício em jogar como transtorno psiquiátrico

Na China isso tá no nível de vício em drogas, tem centro de reabilitação

Não havia tanta poluição eletromagnética (em especial de RF, radiofrequência):



Porque não havia tantas torres construídas por aí

Por sinal isso aqui embaixo é mais um tipo de poluição, só que de campos magnéticos:

http://g1.globo.com/politica/notici...zir-radiacao-gerada-com-energia-eletrica.html

Reparem que não seria impossível a Eletropaulo ajeitar pra diminuir a exposição, apenas não quiseram arcar com os custos. E a decisão final do STF foi de que não houve consenso científico (como se isso fosse acontecer pra qualquer coisa).

Além disso tudo hoje em dia qualquer pessoa precisa ter um smartphone

E ficar grudado em um, que nem zumbi. :ksanfona

Ainda bem que nunca tive telefone, e acho essa telinha pequena uma m.erda

iPAD tenho desde 2012, mas já segui as dicas pra não me expor tanto a tal radiação

Tem uma penca de problemas de saúde que podem rolar

Luz azul derrubando a produção de melatonina é um

Mas não, é tudo teoria de conspiração de neo-ludista, que quer queimar tudo e viver na selva. :klol

Essa é a verdadeira Matrix

Não é questão da tecnologia ser boa ou ruim

E sim que todos se tornaram escravos dela, tanto é que se você mandar alguém mudar um hábito que leva a anos (mesmo que ela saiba que faz mal a saúde) ainda assim não mudará nada. :klingua

Por aí dá pra ver quem é o mestre e quem é o escravo. :viraolho
 
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#3
Criou problemas ao mesmo tempo que solucionou outros problemas

Creio que na média ajudou mais do que prejudicou


:kpensa
Ajudou E muito, a começar por essas próprias eleições brasileiras, sou da época em que o país inteiro parava pra ver o final de uma novela, se vc falar isso pra alguém ou explicar como se usava computador e as limitações daquela década de 1990 (e que não havia celular) ninguém acredita.

Mas o problema não é esse, e sim que a maioria não pesquisa a fundo os malefícios de todos esses aparelhos, e não segue NENHUMA recomendação pra diminuir exposição de nada.

Por exemplo: a maneira mais limpa de se usar um telefone é esta (o vídeo abaixo demonstra isso):


- Usando um aparelho fixo COM FIO.
- Usando o recurso de viva-voz, que permite falar a uma distância que já te expõe muito menos.

Isso porque quando você "cola" o mesmo no ouvido está exposto a um campo magnético fortíssimo. Isso vale para QUALQUER aparelho.

Já os celulares e modelos SEM FIO te expoem a radiação de radiofrequência, que é igualmente ruim pra saúde. Ou então no mínimo falar com headphones, e não viver com o celular COLADO no corpo, inclusive quando vc vai dormir, que é a hora que o corpo está se regenerando. Mas quantos fazem isso?

E mais: os próprios fabricantes alertam (isso está no manual, tá? na parte que ninguém lê, em letras miúdas) que se você "cola" o aparelho no ouvido você está 1000 vezes mais exposto a radiação. É como se eu dissesse assim:

- Ficar num ambiente com uma certa quantidade de fumaça (e por alguns minutos todo dia) não vai te causar problemas respiratórios. Ex: na hora do intervalo, numa empresa, onde tem nego fumando. Isso seria o equivalente a usar o viva-voz.

Bem diferente seria eu fazer queimada no terreno do lado da SUA casa ou instalar uma fábrica que irá poluir pra c.aralho, e 24 horas por dia.

Isso aí vai cobrar um preço da sua saúde ou a curto ou a longo prazo, pois caso vocês não saibam o câncer leva tipo uma década pra se desenvolver.

Então quem mora perto de redes de transmissão de energia deve fazer o possível e impossível pra SAIR desse lugar, igualmente quem more perto de torres de celular.

"Ah, mas não pega nada".

Peraí, quando você soma a torre + o roteador wi-fi + o celular + o telefone fixo sem fio + o micro-ondas (no mínimo saia da cozinha enquanto ele estiver ligado), os vizinhos + uma porção de aparelhos então percebe que a SUA EXPOSIÇÃO hoje é muito maior que no passado.

Essas doenças não surgem sem uma boa razão. Só ver o caso do senador John McCain: morreu de glioblastoma (tumor cerebral). Olha só que interessante:

https://www.nytimes.com/2008/10/16/us/politics/16campaign.html

A Verizon e AT&T instalaram (a matéria de 2008 diz "temporariamente") torres de celular no sítio dele). Tem várias fotos aí dele segurando o celular perto do ouvido.

E alá:
https://oglobo.globo.com/economia/c...bral-foi-causado-pelo-uso-do-celular-21239096

Corte italiana decide que tumor cerebral foi causado pelo uso do celular

Por causa do trabalho, Roberto Romeo usava o aparelho por três horas diárias

A radiação é só um dos problemas causados pelo uso indiscriminado.

Só que se você explica isso automaticamente já quer se tornar um novo Tarzan.

Pelo menos na selva não tem essas m.erdas 24 horas por dia.

Hoje em dia você não consegue mais ficar num raio de 10 metros sem que algum zumbi esteja usando um smartphone por perto.

E maluco é quem contesta isso. :klol
 
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#4
O problema não e a tecnologia, mais sim o ser humano, esse sim e problemático em todos os sentidos.

a tecnologia e uma ferramenta, como qualquer outra, você pode usar ela para ser produtivo ou usar ela pra se ferrar, logo tudo tem que ter um certo equilíbrio, muita tecnologia e ruim, pois nos deixam preguiçosos e "burros" ( no sentido de fazer idiotice, vide os canais do yt que tem uma tonelada de conteúdo lixo ),e pouca tecnologia nos deixam pouco produtivos, encarecendo produtos e serviços.
 
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#6
sei la, pra mim isso ai é teoria da conspiraçao pra causar panico nas pessoas. tecnologia é tudo de bom.
Se você se tornar cada vez mais escravo da tecnologia não conseguirá viver sem ela. Se soltarem vc numa selva ou ilha deserta e sem seus "brinquedinhos" você não durará 5 minutos. A humanidade viveu muito mais sem todas essas facilidades de hoje do que COM ELAS, e francamente muita "maravilha tecnológica" pode ser dispensada.

Por exemplo: votação em urna eletrônica a princípio é boa, pois a apuração sai em algumas horas, ao invés de 1, 2 semanas. Mas será que isso do ponto de vista do combate a fraude (de se poder auditar) vale a pena? Acho que não... Seria errado querer voltar ao sistema antigo? Ou só importa rapidez, mesmo que todos sejam roubados? :kcry

Como eu falei o problema é saber até onde você está dependente e viciado da própria tecnologia, tipo a compulsão de checar toda hora por alguma novidade/mensagem.

Todos aqui concordam que passar 20 horas na frente de um computador (isso é até pouco, já teve nego que morreu na frente da máquina, jogando) faz mal, mas quantas horas seria o recomendável? Ora, é inegável que até certo ponto faz e NÃO FAZ MAL.

Sobre jogos eu até gostava na distante década de 1990, mas depois que comprei um GameCube e não deu 2 anos (isso faz uma eternidade, acho que lá por volta de 2006) e já pararam de vez de fazer jogos pra ele mandei a indústria tomar naquele lugar e parei de vez. Vendi tudo que tinha.

Desde então adotei o lema "quanto mais conheço os videogames modernos mais curto os emuladores e clássicos antigos". OBS: evidente que nenhum emulador substitui de vez, mesmo tendo uma série de recursos que não existem no aparelho original - ainda assim a "ROM" (jogo emulado) não é 100% fiel (vejam a de Sega Saturn, por exemplo) e sempre faltará alguma coisa, nem que seja o cover/caixa original pra quem gosta de colecionar.

Eu acho (citando outro exemplo) a dependência quase que TOTAL dos jogos modernos de você sempre ter de jogar online e sempre estar conectado um lixo. Sem contar o fato de você comprar um jogo e ter que ficar gastando com conteúdo extra, que antigamente já vinha no material "acabado". Então criticar isso e defender que as pessoas se reunam ao invés de conectar com alguém lá em outro país faz todo sentido.

Eu até hoje admiro jogos antigos que marcaram minha infância, recentemente gravei várias horas (mais de 15) de RE e Metal Gear... inclusive tem coisinhas que até hoje não tinha visto, mas daí a ficar jogando de novo todo dia, não, acho que se chega a isso é porque já virou dependência. Jogo de videogame é perda de tempo na minha opinião, se for pra ver uma vez ou outra um "detonado" ou mesmo jogar ainda vai, mas tem nego que perde a vida neles.

Igualmente praqueles malucos que assistem 3678 vezes o mesmo filme (tipo Star Wars).

Falando em jogos tem também as redes sociais, que deveriam se chamar ANTISSOCIAIS, porque é o maior reduto de narcisistas, sociopatas, esquerdismo e todo tipo de imundície que se pode imaginar. Pra mim todas são o grande mal desse século 21. Outra coisa que nunca usei, no máximo só Orkut e pelas comunidades. E você percebe que o negócio é pervasivo e nefasto quando em TODOS os fóruns (ou num site tipo Youtube) importam os mesmos recursos de um Facebook, que fomenta o chamado vício do elogio.

Joguinho no máximo, mas no máximo, estourando mesmo, eu hoje em dia vejo material a respeito deles. Não tenho mais empolgação de ficar num mundo falso e que não acrescenta nada, por mais atraente que seja. Acho que o mundo lá fora é interessante demais pra que eu me concentre no virtual. :ksanfona
 


doraemondigimon

Ei mãe, 500 pontos!
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#7
sei la, pra mim isso ai é teoria da conspiraçao pra causar panico nas pessoas. tecnologia é tudo de bom.
Pra ser sincero, eu tenho as minhas dúvidas sobre isso, e sei, por experiência própria, que campos magnéticos estranhos fazem mal pra gente. Eu morei em um barracão com telha de zinco, e era baixo o teto por 3 anos.

De dia, nem eu e minha esposa aguentavamos ficar lá dentro. Além do calor (insuportável e sufocante), eu sentia dores de cabeça constantes, a ponto de beber dois daqueles frascos de Dipirona por dia e não solucionar nada. Depois que saímos de lá, as dores de cabeça ainda continuam, mas são bem menos insistentes. E é claro, não vou falar que isso também danificou alguns videogames portáteis que eu tinha na época e que ficavam guardados em suas caixas....

Sobre a tecnologia, eu faço o possível pra não me manter colado ao telefone, o maior tempo possível. Em casa, ele fica geralmente, em torno de 1 a 2 metros de distância (pois preciso de trabalhar com esse treco, direto), mas tento usar mais o computador (que em certos casos, emite menos radiação do que o celular e é mais fácil de se sair digitando), mas quando saio na rua, o celular fica dentro da mochila (em um compartimento escondido pra evitar roubos) e fico usando o fone de ouvido sem fio pra ouvir músicas e atender o bicho.

Claro que ainda não estou completamente protegido, mas pelo menos, tento me manter um pouco 'menos desprotegido' (ou penso assim) pra ver se consigo fazer algo melhor. Agora, meu sonho é sair do apê(rtamento) e comprar uma casa com um espaço maior pra sala e quartos pra poder ficar mais distante da tv.
 
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#11
Pra ser sincero, eu tenho as minhas dúvidas sobre isso, e sei, por experiência própria, que campos magnéticos estranhos fazem mal pra gente. Eu morei em um barracão com telha de zinco, e era baixo o teto por 3 anos.

De dia, nem eu e minha esposa aguentavamos ficar lá dentro. Além do calor (insuportável e sufocante), eu sentia dores de cabeça constantes, a ponto de beber dois daqueles frascos de Dipirona por dia e não solucionar nada. Depois que saímos de lá, as dores de cabeça ainda continuam, mas são bem menos insistentes. E é claro, não vou falar que isso também danificou alguns videogames portáteis que eu tinha na época e que ficavam guardados em suas caixas....

Sobre a tecnologia, eu faço o possível pra não me manter colado ao telefone, o maior tempo possível. Em casa, ele fica geralmente, em torno de 1 a 2 metros de distância (pois preciso de trabalhar com esse treco, direto), mas tento usar mais o computador (que em certos casos, emite menos radiação do que o celular e é mais fácil de se sair digitando), mas quando saio na rua, o celular fica dentro da mochila (em um compartimento escondido pra evitar roubos) e fico usando o fone de ouvido sem fio pra ouvir músicas e atender o bicho.

Claro que ainda não estou completamente protegido, mas pelo menos, tento me manter um pouco 'menos desprotegido' (ou penso assim) pra ver se consigo fazer algo melhor. Agora, meu sonho é sair do apê(rtamento) e comprar uma casa com um espaço maior pra sala e quartos pra poder ficar mais distante da tv.
No caso dos campos magnéticos pelo que entendi:

- Todo equipamento emite isso (ao ser ligado), a medida que você se afasta (como ocorre com radiação de RF, de micro-ondas, celulares, etc.) se dissipa, reduz bastante. Por exemplo: a 50 cm da geladeira eu posso medir 2 miliGauss, mas a 3 metros já será 0.3, pois eu aumentei a distância em 6 vezes e reduzi o tal "campo magnético" em 6 também (dois dividido por seis dá 0.3).

- Dependendo do equipamento isso pode ser mais ou menos. Um secador de cabelo além de gastar energia demais ainda emite um campo fortíssimo (maior até que de uma geladeira).

Monitores CRT emitiam mais, os LCDs e recentes menos. Por isso é que nunca se deve sentar perto de uma TV, pelo campo magnético que ela emite quando você está bem perto. Ou ainda é preferível trocar o despertador alimentado na tomada por um a pilhas.

Nesse vídeo está demonstrada a diferença entre esses dois últimos:


Reparem que o despertador a pilha não marca nada, enquanto o outro já a distância chega a 1 mG.

O ar-condicionado é um que registra bem alto, por isso é que o split é instalado próximo do teto:


(Esse vídeo mostra como na cama a diferença é ínfima)

Então todo equipamento você precisa manter uma certa distância e reduzir o tempo de exposição (o que entra a parte que falei de ser menos dependente ou viciado em tecnologia), como eu falei no caso do telefone, de evitar colar no ouvido (nenhum, nem mesmo o COM FIO, deve ficar tão perto - use headphone pelo menos).

O ideal numa casa em locais que você passa muito tempo (tipo seu quarto, sala...) é 0.5 ou menos mG (isso estou falando do ambiente, não de aparelhos). A minha mediu 0.2, o que é normal.

Se mede com um gaussímetro, a propósito o melhor custo benefício em termos de medidor pra isso hoje é o UHS2, da AlphaLab. Se a casa marcar mais já está anormal, deve ser corrigida. Ou então você não morar aí. Eu levaria um medidor desses se fosse escolher uma nova residência.

Como falei pode ser por influência de morar perto de linhas de alta tensão e dos transformadores de rua.
https://super.abril.com.br/saude/eletricidade-sob-suspeita/
https://www.gazetadopovo.com.br/vid...r-alem-dos-choques-a7r3f60hfuo4cb681taz4cu32/

http://g1.globo.com/brasil/noticia/...f-sobre-perigos-em-linhas-de-alta-tensao.html

Mas tem outro detalhezinho: pode ocorrer TAMBÉM (e acredito que represente mais da metade dos casos) por algum erro na forma como a instalação elétrica da casa foi realizada.

Se você chamar um eletricista (só ele poderá resolver isso) o campo magnético mudará para valores normais. Isso ocorre, lógico, muito mais em casas antigas. A minha tem décadas, apesar de não parecer tanto.

Eu acho que isso aqui do vídeo é um erro que precisa trocar alguma fiação, fazer aterramento ou mexer no disjuntor pra trocar algum cabo (ou cabos):


Repare como na pia de um banheiro próximo de uma cozinha (que tem geladeira) marca 4 mG quando a geladeira está ligada internamente, mas assim que a geladeira para de trabalhar (o motor entra em standby?) tanto a geladeira como a pia do banheiro marcam 0.2, 0.3, quando em 99% do tempo a geladeira marca 1, 2 mG a uma distância próxima.

E isso que o banheiro está separado por 2 metros e meio de corredor. Quando liga o micro-ondas pode subir de 4 pra 8 mG.

Aliás o micro-ondas é um aparelho que você deve sair da cozinha enquanto estiver ligado e ficar o mais distante que puder. Tem campo magnético extremamente alto e radiação de RF alta também.

Toda vez que eu entro nesse banheiro e vou lavar as mãos, escovar os dentes... estou me expondo desnecessariamente. Se eu mover o medidor pra privada o negócio já cai pra 0.5 mG. Se mover pra debaixo do chuveiro fica nos 0.2 que eu medi no meu quarto. O "foco" do campo mais alto fica perto dessa pia.

Eu só não sei responder como isso seria consertado, se ficaria inviável na questão de gastos $$$$$$$$$ ajeitar. Mas é uma anomalia que sem um medidor desses você não consegue enxergar.

Sobre radiação de RADIOFREQUÊNCIA vale a mesma observação: você pode ter uma torre de celular próxima, jogando essa poluição 24 horas por dia na sua casa, mesmo que você NÃO USE CELULAR. Ou você pode não ter torre nenhuma (e nem vizinhos) influenciando muito a quantidade ao qual você é exposto, mas passa o dia inteiro com equipamentos em volta que jogam essas ondas de RF (como o já citado celular).

Depois eu faço um vídeo explicando como diminuir ou evitar exposição a RF. Não é complicado e a exemplo de campo magnético dá pra melhorar dentro de casa.

Ainda existe um terceiro tipo de radiação que são os CAMPOS ELÉTRICOS.

Esse também merece atenção, pois se estiver alto no quarto onde você dorme menos melatonina é liberada pela glândula pineal e menos tempo você passa no chamado "estágio 4", uma fase que dura uns 40 minutos, de sono profundo. No final você dorme mal mesmo sem perceber.

Normalmente no meio da noite a glândula pineal libera melatonina na corrente sanguínea. Quanto mais dela é liberada mais seu organismo é otimizado no tocante a sistemas imunológico/linfático, nervoso e endócrino.

Você pode até mesmo impedir o surgimento de um câncer (suprimindo hormônios que agem como fatores pra crescimento de tumores), produzir mais hormônios pra "felicidade", tipo dopamina e serotonina, reduzir fibromialgia, alergias, dores de cabeça (essa que você relatou), insônia, a chamada "síndrome das pernas inquietas" e sensibilidade química.

E pra esse são os mesmíssimos motivos que causam campos magnéticos elevados também.

Além disso muita gente não entende porque se cansa ao usar um laptop, quando poderia reduzir esse campo elétrico de maneira simples: usar um cabo de energia (pro aparelho) de 3 pinos, e nunca de 2. Se você usar o de 2 o campo elétrico ao qual você é submetido será bem mais alto, o que irá te desgastar fisicamente.

Ou então use o laptop no modo bateria, e só recarregue quando não for usar.

Tem gente que leva o carregador de iPAD/iPhone pra cama, ou deixa carregando enquanto usa. Isso sem dúvida é um erro não só nessa questão, mas arrisca levar choque elétrico e morrer (fora o negócio explodir, o que já aconteceu). :ksanfona

Eu não tenho nenhum medidor de campo elétrico, mas existe específico também, tipo o Body Voltage Meter. Pra medir RF tem entre outros o Acoustimeter.

Outra dica útil seria evitar colocar o notebook no colo ou no seu corpo, e sim numa mesa.

Pra quem não acha que esses aparelhos causa uma série de problemas de saúde, veja também os danos causados pela MÁ POSTURA.

Eu mandei fazer uma mesa até alta, pra posicionar o iPAD, que ficará num suporte. Enquanto isso eu sento sem mover o pescoço pra baixo ou cima, e relaxando (de maneira reta) os braços.

Citando outra fonte:

Cuidado! Seu smartphone está destruindo sua postura e seu humor

Que os smartphones estão prejudicando nossa postura todo mundo já sabe. A novidade agora é que esse problema pode influenciar diretamente em nosso humor. Segundo pesquisas demonstraram, nossa tendência a ficarmos encurvados enquanto vemos o celular nos torna mais propensos a ficar mal humorados pelo fato da postura encurvada indicar geralmente pessoas ranzinzas.

Uma pesquisa feita por Steve August, um fisioterapeuta da Nova Zelândia que publicou um trabalho no site da Associação Médica da Nova Zelândia intitulado "O Problema do iCorcunda" (iHunch, no termo original em inglês).

A cabeça de uma pessoa adulta pesa entre quatro e seis quilos em uma posição neutra. Quando a cabeça é inclinada para frente, a força sentida pelo pescoço passa a ser percebida em cerca de 12 quilos (em 15 graus), 18 quilos (30 graus), 22 quilos (45 graus) e 27 quilos (60 graus).”. Ou seja, a inclinação para o uso dos smartphones gera bastante pressão no pescoço e, consequentemente, na coluna.



Toda essa pressão já mencionada pode ser responsável por uma influência direta nos nervos, que passariam por uma interferência nos sinais elétricos. Por consequência, dores de cabeça podem ser geradas. Em um longo prazo, isso pode levar a condições neurológicas crônicas — com a neuralgia occipital —, que só poderiam ser resolvidas com cirurgias.

Segundo August, a maioria desses problemas só aparecia em idosos ou pessoas com defeitos genéticos. A principal preocupação de August, que já trata problemas de postura há 30 anos, e que mesmo adolescentes apresentam problemas na coluna.

Como previnir
Uma medida importante para quem deseja prevenir dores causados pelo uso excessivo do celular é sempre acessá-lo na altura dos olhos, sendo que um braço deve estar cruzado dando o devido aporte para o outro braço. Isso evita a sobrecarga da musculatura cervical.


Evite segurar o aparelho celular ou o telefone fixo com o ombro, pois isso pode causar uma tensão na musculatura cervical e sobrecarregar as articulações. Depois de 30 ou 40 minutos de uso dos aparelhos, faça uma pausa para descansar a musculatura.

Evite usar o tablet no colo, pois essa ação faz com que você fique olhando para baixo e pode provocar dores na região cervical. Coloque-o em um local que fique à altura dos olhos ou, se isso não for possível, coloque-o em cima de uma almofada para reduzir a inclinação da cabeça e manter a coluna reta.


Com relação a luz azul, o que eu fiz foi mandar fazer lentes que bloqueiam isso, pra minha armação, tem também o f.LUX no PC e o Night Shift no iOS.

Outra dica seria evitar programas que não tenham o "modo escuro" ("dark mode"), e de fundo branco, pois esse último é o que gera mais luz do equipamento, o que ao mesmo tempo emite mais a tal da luz azul. Opte por aqueles com FUNDO PRETO e fontes brancas ou próximas disso.

No PC dá pra trocar as cores com extensões.

No iOS tem aplicativos tipo Adobe Acrobat Reader (pra PDFs é o melhor, transforma tudo em modo escuro), além do Firefox, que ao contrário do Safari tem essa possibilidade. Reduza também o brilho no PC e no iOS, pra uns 30%. Eu só aumento um pouco pra vídeos (filmes), depois baixo. :kcopa
 
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Quantas páginas até falarem do Brasão de Brasília e da Terra Plana?


Que a tecnologia causou alguns males isso é verdade, mas essas fontes ai são terríveis.
Ao invés de perder tempo assistindo canal de conspiração e blog bunda, use essa mesma internet pra ir atras de fontes confiáveis.
 
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Pra ser sincero, eu tenho as minhas dúvidas sobre isso, e sei, por experiência própria, que campos magnéticos estranhos fazem mal pra gente. Eu morei em um barracão com telha de zinco, e era baixo o teto por 3 anos.

De dia, nem eu e minha esposa aguentavamos ficar lá dentro. Além do calor (insuportável e sufocante), eu sentia dores de cabeça constantes, a ponto de beber dois daqueles frascos de Dipirona por dia e não solucionar nada. Depois que saímos de lá, as dores de cabeça ainda continuam, mas são bem menos insistentes. E é claro, não vou falar que isso também danificou alguns videogames portáteis que eu tinha na época e que ficavam guardados em suas caixas....
Mas isso aí não tem nada a ver com campo magnético e sim com a situação insalubre mesmo. É tipo você ficar perto de plástico com incidência direta de sol: o plástico libera compostos irritantes no ar. Não tem relação alguma com a radiação eletromagnética (a menos que suas telhas sejam de zinco radioativo).

Se os efeitos fossem tão diretos assim uma bomba EMP seria uma das armas mais letais e limpas da humanidade.
 
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A tecnologia em si não nos deixa doente, o excesso delas é o que nos deixam. Até o ato de respirar que nos mantém vivos nos mata aos poucos, ou será que estou errado? o problema da tecnologia (levando em consideração apenas a tecnologia da informação) é que as vezes nós passamos do limite e isso é que causa tais transtornos. Usar o celular normalmente nuca trará problemas para você, um computador não te trará problemas, as ondas de rádio das torres nunca irão te causar mal; os raios do Sol são mais perigosos que todas essas coisas.

O problema do uso da tecnologia só ocorre quando há um VÍCIO.
 
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Quantas páginas até falarem do Brasão de Brasília e da Terra Plana?


Que a tecnologia causou alguns males isso é verdade, mas essas fontes ai são terríveis.
Ao invés de perder tempo assistindo canal de conspiração e blog bunda, use essa mesma internet pra ir atras de fontes confiáveis.
Fontes é o que mais tem por aí... o problema é que a maioria dos estudos estão em outros idiomas, se você só fala português não rola se informar, infelizmente.

Em português mesmo não há 1 único livro sobre esse negócio de radiação, já em inglês achei mais de 30, tenho vários ebooks, fora sites e vídeos com palestras, cientistas, etc.

Essa playlist que montei tem mais de 200 (!) vídeos a respeito:

https://bit.ly/2PYCHoW

Se você entender inglês e tiver paciência de checar a maioria deles verá que a coisa não se restringe só ao pessoal que tem hipersensitividade eletromagnética (esses aí realmente estão F.ODIDOS e precisam praticamente viver no mato).

Aqui tem alguns estudos: (está dentro do tópico, não dá pra quotar tudo):
http://es-forum.com/List-of-Irrefutability-td4030804.html

E aqui outros: https://sites.google.com/site/understandingemfs/the-science

Sobre outros problemas de saúde informados é mais fácil ainda encontrar.

Livros a respeito da tecnologia como vício eu poderia citar:

- The Big Disconnect: Protecting Childhood and Family Relationships in the Digital Age, por Catherine Steiner-Adair

- Healthy Homes in a Toxic World: Preventing, Identifying, and Eliminating Hidden Health Hazards in Your Home, por Maury M. Breecher

- Reset Your Child's Brain: A Four-Week Plan to End Meltdowns, Raise Grades, and Boost Social Skills by Reversing the Effects of Electronic Screen-Time, por Victoria L. Dunckley

- Prescriptions for a Healthy House: A Practical Guide for Architects, Builders & Homeowners, por Paula Baker-Laporte, Erica Elliott e John Banta

- The Healthy Household: A Complete Guide for Creating a Healthy Indoor Environment, por Lynn Marie Bower

- Disconnected: How To Reconnect Our Digitally Distracted Kids por Tom Kersting

- A Wellness Guide for The Digital Age por Kerry Crofton

- Glow Kids: How Screen Addiction Is Hijacking Our Kids - and How to Break the Trance por Nicholas Kardaras

- Screen Schooled: Two Veteran Teachers Expose How Technology Overuse Is Making Our Kids Dumber por Joe Clement e Matt Miles

- iGen: Why Today's Super-Connected Kids Are Growing Up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy--and Completely Unprepared for Adulthood--and What That Means for the Rest of Us por Jean M. Twenge

Toda semana sai uma notícia nos grandes portais (e olhem que a grande mídia boicota mais esses temas que tudo na vida, e quando aborda é só pra fazer chacota).

Essa aqui por exemplo:

https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2010/07/100714_vaticano_rc

Ou ainda (abaixo um bom resumo em vídeo):


A tecnologia em si não nos deixa doente, o excesso delas é o que nos deixam. Até o ato de respirar que nos mantém vivos nos mata aos poucos, ou será que estou errado? o problema da tecnologia (levando em consideração apenas a tecnologia da informação) é que as vezes nós passamos do limite e isso é que causa tais transtornos. Usar o celular normalmente nuca trará problemas para você, um computador não te trará problemas, as ondas de rádio das torres nunca irão te causar mal; os raios do Sol são mais perigosos que todas essas coisas.

O problema do uso da tecnologia só ocorre quando há um VÍCIO.
Esse é o cerne da questão: o problema de tudo é o desapego.

Desapego de coisas e principalmente de pessoas.

A gente tem que parar pra pensar que por mais benéficos esses aparelhos e conveniências do dia a dia forneçam eles não são 100% indispensáveis. E é preciso SIM se distanciar deles de forma saudável. Ou então procurar entender que tipo de mal à sua saúde eles causam, pra que você continue usando (ou jogando), mas não como tem feito.

Acontece que se você chegar com todos esses estudos e provas de danos, se chegar com esse argumento ninguém irá prestar atenção, e você será taxado de LOUCO. Agir assim não é ser refratário a tecnologia, apenas querer evoluir. Porque não basta ler um manual de um aparelho pra entendê-lo.

É preciso também analisar como as doenças surgem. Cogitar se tudo que você tem não pode estar te fazendo mal sem você perceber. A radiação citada, ao contrário da fumaça do cigarro, é invisível e só com algum medidor ou seu corpo reagindo a ela que será notada.

Quando você se recusa a contestar tudo aquilo que ama você se torna escravo dos seus objetos de desejo. :ksanfona

Olhe a sua volta: quantas pessoas você conhece NÃO USAM celular?

Assim como tecnologia pode-se dizer que as pessoas são dependentes (de maneira mórbida) de tudo. Comida, por exemplo. Quantos você conhece que aceitariam seguir uma dieta regrada, e deixar de comer/beber em definitivo o que gostam? Poucos. Mas é preciso fazer isso se você quiser ter saúde. Igualmente eu não posso aceitar apenas tomar remédios docinhos, só porque não aprecio o gosto dos que irão me curar.

E sobre radiação eu diria que a comparação com cigarros é perfeita, quantas décadas levou pra que admitissem que causam uma série de doenças, algo que fabricantes tinham noção desde o início?

Aliás, sobre comida é interessante perceber que elas são fabricadas de tal forma pra que você fique viciado mesmo, ainda que "aquilo" que seja usado no processo de fabricação seja nocivo a sua saúde. É f.oda constatar que muitos alimentos que dá vontade de você devorar todo dia são os que mais f.odem teu organismo.

E se eu fosse fazer um comparativo diria que 99.9% das pessoas são G.ORDAS pra c.aralho, mas gordo tipo 200 quilos, e você sendo aquele cara que faz dieta (ou que pelo menos não "enche o rabo" de porcaria) apontar isso é ser taxado logo de doentão.

Dentre os vícios citados o mais grave pra mim talvez seja o dos jogos. Dizem que a indústria de jogos de uns anos pra cá se tornou a mais lucrativa, batendo a de cinema e música. E claro (também) que esses setores estão interessados em desmerecer estudos que comprovem prejuízos, porque isso se traduz em perda de $$$$$$$.

A indústria das telecomunicações é uma (e é talvez a mais poderosa em termos de $$$$$$$$$$, influência) que se f.oderia bonito se mais pessoas protestarem no tocante a radiação, tanto é que já levaram até pra Suprema Corte dos EUA quem quis apenas colocar um aviso pra não colar o celular no corpo, por exceder os limites máximos. Isso aconteceu na Califórnia.

Se os caras estão tão preocupados assim em acabar com um mero aviso pode ter certeza que eles tem culpa no cartório.

https://88mph.com.br/2015/08/03/radiacao-de-celulares-volta-a-tona-apos-lei-em-berkeley-california/
https://thoth3126.com.br/radiacao-do-celular-pode-causar-cancer-e-infertilidade-cfe-pesquisa/

E sobre campos magnéticos, no Brasil já foram conduzidos estudos nesse sentido:
https://www.ufmg.br/online/arquivos/015092.shtml

Diz o link:

Há níveis seguros de radiação para a saúde humana? “Esse é exatamente o problema: até agora, ninguém sabe quais os limites de uso inócuos à saúde”, explica Adilza Dode, ao destacar que os padrões permitidos no Brasil são os mesmos adotados pela Comissão Internacional de Proteção Contra Radiações Não-Ionizantes (Icnirp), normatizados em legislação federal de maio de 2009. Para a pesquisadora, esses padrões são inadequados. “Eles foram redigidos com o olhar da tecnologia, da eficiência e da redução de custos, e não com base em estudos epidemiológicos”, assegura.

Entre os 22.543 casos de morte por câncer ocorridos em Belo Horizonte de 1996 a 2006, Adilza Dode selecionou 4.924, cujos tipos – próstata, mama, pulmão, rins, fígado, por exemplo – são reconhecidos na literatura científica como relacionados à radiação eletromagnética.

Na fase seguinte do estudo, elaborou metodologia inédita, utilizando o geoprocessamento da cidade, para descobrir a que distância das antenas moravam as 4.924 pessoas que morreram no período. “A até 500 metros de distância das antenas, encontrei 81,37% dos casos de óbitos por neoplasias”, conta a pesquisadora, professora do Centro Universitário Izabela Hendrix e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

Com o 5G chegando o que irá acontecer é que irão construir mais e mais torres de transmissão, e no mundo todo. E lógico que essas torres não ficarão a uma distância segura de locais habitados.
 
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Alberon3

Ei mãe, 500 pontos!
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#17
Se você se tornar cada vez mais escravo da tecnologia não conseguirá viver sem ela. Se soltarem vc numa selva ou ilha deserta e sem seus "brinquedinhos" você não durará 5 minutos.
A humanidade viveu muito mais sem todas essas facilidades de hoje do que COM ELAS, e francamente muita "maravilha tecnológica" pode ser dispensada.
Ué, então as primeiras pessoas que criaram as ferramentas (fogo, facas, lanças, machados de pedra), ficaram "escravas" dessas ferramentas, que facilitaram e muito a vida delas E a partir disso só foram evoluindo.
Errado a "humanidade" vivia bem menos, muito menos. ]
Dependendo da época, não existiam vacinas, remédios, saneamento, prevenção, ciência nada!

As pessoas acreditavam em crendices sem embasamento científico nenhum, pessoas matavam as outras por que acreditavam em lobisomens, bruxas, seres fictícios no geral.
Muitas maravilhas tecnológicas, na sua opinião, poderiam ser dispensadas.


Por exemplo: votação em urna eletrônica a princípio é boa, pois a apuração sai em algumas horas, ao invés de 1, 2 semanas. Mas será que isso do ponto de vista do combate a fraude (de se poder auditar) vale a pena? Acho que não... Seria errado querer voltar ao sistema antigo? Ou só importa rapidez, mesmo que todos sejam roubados? :kcry

Como eu falei o problema é saber até onde você está dependente e viciado da própria tecnologia, tipo a compulsão de checar toda hora por alguma novidade/mensagem.

Todos aqui concordam que passar 20 horas na frente de um computador (isso é até pouco, já teve nego que morreu na frente da máquina, jogando) faz mal, mas quantas horas seria o recomendável? Ora, é inegável que até certo ponto faz e NÃO FAZ MAL.
Se a pessoa que se dedicar a ficar na frente de um PC o dia todo, qual o problema? Se ela gosta disso, só diz respeito a ela.
Agora se ela depende de outras pessoas, os pais por exemplo, eles que tratem de resolver esse problema, como proprietários e responsáveis que são.



Sobre jogos eu até gostava na distante década de 1990, mas depois que comprei um GameCube e não deu 2 anos (isso faz uma eternidade, acho que lá por volta de 2006) e já pararam de vez de fazer jogos pra ele mandei a indústria tomar naquele lugar e parei de vez. Vendi tudo que tinha.

Desde então adotei o lema "quanto mais conheço os videogames modernos mais curto os emuladores e clássicos antigos". OBS: evidente que nenhum emulador substitui de vez, mesmo tendo uma série de recursos que não existem no aparelho original - ainda assim a "ROM" (jogo emulado) não é 100% fiel (vejam a de Sega Saturn, por exemplo) e sempre faltará alguma coisa, nem que seja o cover/caixa original pra quem gosta de colecionar.

Eu acho (citando outro exemplo) a dependência quase que TOTAL dos jogos modernos de você sempre ter de jogar online e sempre estar conectado um lixo. Sem contar o fato de você comprar um jogo e ter que ficar gastando com conteúdo extra, que antigamente já vinha no material "acabado". Então criticar isso e defender que as pessoas se reunam ao invés de conectar com alguém lá em outro país faz todo sentido.
Nisso eu concordo, mas não falo em jogos que nasceram para ser online como os MOBAS e os MMORPGs, a "natureza" deles é ser online mesmo (e alguns são bem divertidos).
Me refiro aos games OFFLINE, que algumas empresas querem empurrar uma conexão obrigatória, mesmo que não exista necessidade de ficar conectado.
Mas isso é o mercado, se existem pessoas a procura desses games (o que eu acho ridículo), não tem o que fazer.

E mesmo assim não é regra, ainda existem muitos jogos, com muito conteúdo, games atuais e sem a necessidade de conexão alguma com internet, tem até game de celular assim.

Eu até hoje admiro jogos antigos que marcaram minha infância, recentemente gravei várias horas (mais de 15) de RE e Metal Gear... inclusive tem coisinhas que até hoje não tinha visto, mas daí a ficar jogando de novo todo dia, não, acho que se chega a isso é porque já virou dependência. Jogo de videogame é perda de tempo na minha opinião, se for pra ver uma vez ou outra um "detonado" ou mesmo jogar ainda vai, mas tem nego que perde a vida neles.

Igualmente praqueles malucos que assistem 3678 vezes o mesmo filme (tipo Star Wars).

Falando em jogos tem também as redes sociais, que deveriam se chamar ANTISSOCIAIS, porque é o maior reduto de narcisistas, sociopatas, esquerdismo e todo tipo de imundície que se pode imaginar. Pra mim todas são o grande mal desse século 21. Outra coisa que nunca usei, no máximo só Orkut e pelas comunidades. E você percebe que o negócio é pervasivo e nefasto quando em TODOS os fóruns (ou num site tipo Youtube) importam os mesmos recursos de um Facebook, que fomenta o chamado vício do elogio.
Aqui o único direito seu é questionar e achar o que quiser e morreu aí. Se tudo isso é uma doença, "mal da humanidade", esquerdismo, cabe as pessoas provarem e decidirem por elas se é tudo isso mesmo.


Joguinho no máximo, mas no máximo, estourando mesmo, eu hoje em dia vejo material a respeito deles. Não tenho mais empolgação de ficar num mundo falso e que não acrescenta nada, por mais atraente que seja. Acho que o mundo lá fora é interessante demais pra que eu me concentre no virtual. :ksanfona

Cada um com suas preferências, como também existem pessoas que pensam justamente o contrário, que o mundo real não é divertido, por isso buscam se entreter no mundo imaginário. Graças a esses que"fugiram" da realidade, existem livros, filmes, músicas, séries e etc.
O que para você pode ser mero lixo, para muitas outras é cultura e vice versa.
 
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#18
a culpa não é da tecnologia.

como já foi dito em outro tópico, Darwin está obsoleto, a tecnologia e o conforto acabaram com a seleção natural.

antigamente vc tinha ser forte, rápido e esperto para sobreviver e se reproduzir, hoje basta ter bolsa-família.
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#20
Ué, então as primeiras pessoas que criaram as ferramentas (fogo, facas, lanças, machados de pedra), ficaram "escravas" dessas ferramentas, que facilitaram e muito a vida delas E a partir disso só foram evoluindo.
Errado a "humanidade" vivia bem menos, muito menos. ]
Dependendo da época, não existiam vacinas, remédios, saneamento, prevenção, ciência nada!

As pessoas acreditavam em crendices sem embasamento científico nenhum, pessoas matavam as outras por que acreditavam em lobisomens, bruxas, seres fictícios no geral.
Muitas maravilhas tecnológicas, na sua opinião, poderiam ser dispensadas.
Filho, tudo na vida cobra seu preço. O que o tópico está alertando é que as pessoas se tornaram dependentes de forma doentia da própria tecnologia, em uma dependência similar ao filme MATRIX, em que simplesmente não se vive mais sem todos esses penduricalhos.

Vou dar um exemplo: celular. Ora, evidente que em uma situação de emergência um aparelho desses é mais que bem vindo, inclusive pode ser usado como prova pra inocentar alguém ou pra que o socorro chegue mais rápido, quando você não tem o telefone fixo na mão.

Mas perceba que esse tipo de uso é muito, mas muito diferente (anos-luz de diferença!) de alguém que fica 10 horas por dia enviando mensagens ou conversando a toa com o aparelho colado no ouvido.

Se a maioria dos zumbis que estão aí não fossem viciadinhos de m.erda não seria necessário construir tantas torres assim, inclusive próximas a locais habitados (desrespeitando uma distância ao qual a radiação não cause prejuízos), porque não haveria necessidade de amplificar o sinal.

Igualmente pode-se falar que jogos melhoram a coordenação motora, capacidade de raciocínio, etc. etc., mas ao mesmo tempo você tem o DSM (manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais‎) adicionando vício em jogos como transtorno de personalidade. Isso seria impensável se você voltasse a um ano como 1998.

Por essa ótica será que evoluímos ou INvoluímos?

Eu abri o tópico apontando pra um documentário (isso rola na China) sobre pessoas que são internadas em centros de reabilitação (sim, você não leu errado: CENTROS DE REABILITAÇÃO, iguais quando nego quer se curar de drogas) porque passam o dia inteiro penduradas no computador e simplesmente não vivem mais.

E dessa forma não só a saúde delas vai pro buraco como elas deixam de se tornar úteis pra sociedade e são o símbolo de uma degradação cada vez maior.

O contato delas com a tecnologia é cortado até que se recuperem.

Ao mesmo tempo que a tecnologia ajudou também é fato que atrapalhou (e até mesmo F.ODEU) E MUITO e cada vez mais você constata que o ser humano vive para o vício.

Se não é vício em tecnologia é em outra coisa.

A real é que vivemos para o escapismo, e queremos a todo custo ignorar a realidade.

Só acreditamos ou queremos o que nos convém.

Como as pessoas viviam até 1995? Ora, em casos de emergência alguém (numa escola) ligava de um telefone fixo. Esse é pra mim o uso principal de um celular, ou de qualquer telefone. Só em raros casos ou momentos relevantes você vai lá e usa.

E veja que estou falando de se comunicar com OUTROS (o que nunca achei bom a distância, sempre preferi mil vezes ao vivo, cara a cara).

Mas aí você tem uma legião de zumbis que ficam grudados 24h/dia (até dormem) com os aparelhos e PUM! torres e mais torres (que não só detonam a saúde como levam a óbito, e agravam doenças já existentes) sendo instaladas a rodo.

Uma vez que você entende que celulares podem contribuir para doenças crônicas (e não só tumores cerebrais como o do já citado John McCain) você percebe que precisa SIM limitar sua exposição. Limitar não é cortar de vez.

Ademais uma série de doenças aumentaram E MUITO de 20, 30 anos pra cá, a despeito da sua narrativa de que a tecnologia não pode ser questionada, por ser tão boa assim.

Caso você não saiba as maiores ameaças a saúde (além de doenças cardiovasculares) vem aumentando PRA C.ARALHO.

Estou vendo que desde 1990 essas doenças aumentaram em:

ADHD ("transtorno do déficit de atenção com hiperatividade") - 819%
Alzheimer - 299%
Autismo - 2094%
Transtorno bipolar - 10 833 %
Doença celíaca (intolerância a glúten) - 1111%
Síndrome da fadiga crônica - 11 027%
Depressão - 280%
Diabetes - 305%
Fibromialgia - 7727%
Hipotireoidismo - 702%
Lupus - 787%
Artrose - 449%
Apneia do sono - 430%

Então que papo é esse que hoje se vive muito mais e melhor?

Vamos pegar uma dessas doenças citadas: hipotireoidismo.

Pesquisando um pouco você já acha estudo que comprovou que pessoas mais expostas a radiação (RF), de celulares tinham TSH elevado (= hipotireoidismo), em comparação com aquelas que não usavam, ou reduziam o tempo de exposição.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3243874/

Agora se você for a qualquer endócrino ele não vai fazer ideia disso aí, não porque quer que você continue doente pra não perder $$$$$$, mas porque a ele foi negada a informação de que a tecnologia a qual todos são tão dependentes pode na verdade fazer mal.

Evolução foi até certo ponto, pois a vida na cidade grande é repleta de toxinas.

Acho que esse texto resume bem onde eu quero chegar:

************
"Parece exagero, mas imagine-se acordando de manhã: escova os dentes com pasta contendo flúor e enxágua a boca com água da torneira contendo cloro; toma banho e absorve através da pele mais cloro, flúor, arsênico, alumínio, trialometanos e outras substâncias químicas usadas no tratamento da água que cai do chuveiro; usa xampu e condicionador carregado de derivados de petróleo; barbeia-se ou maquia-se com produtos também carregados com petrotoxinas; aplica desodorante contendo alumínio em suas axilas; veste uma roupa lavada com um sabão carregado de produtos tóxicos e com aquele 'cheirinho' do amaciante tóxico.

Senta-se à mesa para tomar um café pulverizado com pesticidas; mistura um leite industrializado (contendo resíduos de antibióticos, hormônios do crescimento e transgênicos derivados da ração que o animal foi alimentado), pasteurizado (menor valor nutritivo) e desnatado (sem gordura para a absorção de cálcio e proteínas); adoça-os com açúcar refinado (acidificante e hiperglicêmico) ou aspartame (neurotoxina); come pão francês (hiperglicêmico) feito com farinha de trigo refinada aditivada com ferro (oxidante), com margarina (gordura hidrogenada) e presunto (nitritos cancerígenos); bebe suco de frutas de caixinha (interior revestido de alumínio), pasteurizado, adoçado (carga glicêmica) e carregado de conservantes e outros aditivos químicos; come mamão (pesticidas, adubos acidificantes e carcinogênicos) irradiado com raios gama (sem valor nutritivo e formador de radicais livres) com granola (cereais hiperglicêmicos de baixo valor nutritivo e contaminado com fungos) ou com um cereal de caixinha, como flocos de milho (alto índice glicêmico e feito com cereais transgênicos); lê o jornal carregado de noticias desagradáveis, discute alguns problemas familiares e se prepara para se dirigir ao trabalho estressante pensando em como driblar o trânsito…

E você ainda nem saiu de casa!
"

Trecho do livro Ecologia Celular, de Carlos Braghini Jr.
************

E olhem que nem falei sobre flúor, BPA (plásticos), ftalatos... ou mesmo de tudo que envolve nutrição, que embora não tenha consenso absoluto (pouca coisa na vida tem), seria bom observar pra onde as evidências apontam, os indícios do que faz mal e pode ser evitado.

Poucos médicos que estão aí se mantém informados e é bom lembrar que a terceira maior causa de mortes nos Estados Unidos é justamente ERRO MÉDICO, atrás de doença do coração e câncer. A TERCEIRA MAIOR!

Lembrem-se também que a maioria dessas doenças não avisam quando vão chegar, vocês podem achar que estão mais fortes que um touro enquanto um câncerzinho incurável está se desenvolvendo pra daqui a 10, 15 anos se manifestar (e a maioria delas não tem cura, no máximo tratamento, que vai custar muito mai$$$$$$$ que umas modificaçõezinhas no seu cotidiano).

Então é melhor tomar as rédeas da SUA vida agora e se prevenir do que se lamentar depois pro resto da vida.

Não estamos vivendo no mundo colorido de Star Trek onde todas as doenças foram erradicadas e não há mais pobreza, desigualdade, etc. Acorde desse sonho e encare a vida como ela é, não como você gostaria que fosse.

Se a pessoa que se dedicar a ficar na frente de um PC o dia todo, qual o problema? Se ela gosta disso, só diz respeito a ela.
Agora se ela depende de outras pessoas, os pais por exemplo, eles que tratem de resolver esse problema, como proprietários e responsáveis que são.
Essa desculpa é comum de se ouvir com os liberalecos (ou liberotários).

Todos vivem em sociedade, se você tem alguma doença mental (mais isso que física), se está se drogando ou pensando em amanhã cortar o próprio braço é dever de todos (não só parentes) intervir e internar você mesmo contra sua vontade.

Pra começo de conversa quem tem doença mental/transtorno de personalidade não acha que tem QUALQUER problema, sequer acha que o modo de vida é ruim pra ela e pra todos em volta. Mesma coisa pra quem é viciado em drogas. Se não for tomada uma atitude (vinda de um terceiro) nada irá mudar.

Deixar que as pessoas a própria sorte, que se matem e se prejudiquem, que pratiquem eutanásia, aborto (uma forma de automutilação e pra mim de assassinato de uma vida inocente) é a receita perfeita para o DESASTRE.

Veja só o caso das empresas de energia elétrica que agora inventaram de instalar um tipo de medidor (em inglês: SMART METER) inteligente, em que o funcionário não precisa mais entrar no local pra saber o quanto você gasta de energia, ele lê num smartphone lá fora.

Acontece que uma quantidade imensa de pessoas reclamaram e continuam reclamando que esses dispositivos emitem radiação (RF) 24h/dia e bem alta, a ponto de alguns terem a energia cortada (ou instalam a força/sem aviso) por se recusar a tirar o medidor do tipo analógico.

Qual é o benefício disso aí? Você vai dizer: impedir roubo de energia, ou então monitorar com mais precisão, mas peraí, até hoje nada disso foi feito? É preciso tornar todo tipo de aparelho nocivo, tipo uma geladeira, que não precisa desse tipo de recurso?

O que algumas concessionárias fazem é cobrar uma taxa a mais pra manter o medidor antigo, mas várias obrigam mesmo e até na justiça conseguem, porque está todo mundo no bolso dos caras.

Então quer dizer que até hoje ninguém conseguia medir a quantidade de energia consumida?

Daqui a pouco até um massageador de testículos precisará se conectar a internet.

A real é que todas essas empresas estão pouco se lixando pra saúde dos outros, contanto que elas continuem montadas na grana então está tudo certo.

Aí alguém vai falar "mas a ANATEL, mas a [INSIRA AQUI O ÓRGÃO CORRUPTO, EM QUE OS FUNCIONÁRIOS JÁ FORAM CONTRATADOS PELAS MESMAS EMPRESAS QUE FINGEM FISCALIZAR] tem limites estipulados pra cada torre, equipamento, etc."

Bicho, esses limites foram estabelecidos na década de 1990. O que se levantou de evidências de lá pra cá foi uma infinidade. Alguns países tipo Suíça adotam níveis máximos bem mais rígidos (inclusive pra campo magnético), outros tipo EUA e Brasil estão na m.erda.

NA M.ERDA.

O maluco acha que seguir o que diz uma Anatel da vida é a prova que o aparelho é seguro e que não vai fazer mal algum. É a mesma coisa que justificar o genocídio dos judeus porque na Alemanha nazista estava na lei que isso era aceitável.

Me refiro aos games OFFLINE, que algumas empresas querem empurrar uma conexão obrigatória, mesmo que não exista necessidade de ficar conectado.
Sobre esse ponto não tem a ver com saúde, mas vou elaborar porque merece uma atenção especial também: o objetivo de querer manter você conectado o tempo todo (e dependente cada vez mais da internet, ou de comprar conteúdo extra pro jogo ficar melhor) é de controle.

Eu acho o formato digital bem melhor que o físico, se tivesse que escolher entre os dois evidente que optaria por filmes, músicas e mais ainda LIVROS dessa forma. Claro, não ignorando as diferenças que existem e querendo que todos os formatos físicos deixem de existir, o que não faz sentido e não é bom.

No entanto imagine que você compra um livro na Amazon, que rapidamente entrega na sua casa. Você coloca na estante, e a qualquer momento pode ir lá, pegar e ler.

Um dia esse livro físico desaparece.

A Amazon te manda um email e diz que fez isso, e a pedido do detentor do direito autoral. Eles mandaram um drone que entrou na sua biblioteca (na calada da noite) e levou o livro embora. Logo depois você obteve um reembolso do valor pago.

Isso parece roteiro de filme B de ficção, mas foi EXATAMENTE O QUE OCORREU anos atrás (até tomaram processo por isso) quando a Amazon apagou remotamente o livro (ebook) 1984 de Orwell.

Por isso é que eu peguei todos os ebooks que comprei (e que estão na "nuvem"), quebrei a proteção DRM (anticópia) e gerei + 1 cópia pra mim.

Algo semelhante já ocorreu com o iTunes, quando a licença pra distribuição (dada a Apple) para alguns filmes expirou. Aí não foi mais possível fazer outro download deles.

No caso de aplicativos você pode usar o iTunes pra baixar uma cópia deles (desde que no momento desse seu ato eles ainda estejam no ar) e salvar o arquivo de extensão .IPA, o que permite que você reenvie pro seu iPHone ou iPAD no futuro (isso na versão do iTunes que ainda tem a App-Store).

Sendo assim podemos concluir que a exemplo do dinheiro físico não seria benéfico que todas as opções não-digitais desaparecessem. Porque quando eu compro um filme ou programa eu quero ter a propriedade daquele bem, e pelo resto da vida, inclusive quero que minha cópia não suma.

No mundo digital não é assim que a banda toca. O conteúdo que você compra na realidade NÃO TE PERTENCE. Você no fim das contas está pagando pelo direito de usufruir, mas não de POSSUIR.

Sobre o que rolou com a Amazon:
https://link.estadao.com.br/noticia...cesso-e-pagara-por-livro-deletado,10000046300
https://www.terra.com.br/noticias/t...ab4853ba037ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

Esse é o motivo pelo qual eu não sou entusiasta de opções digitais PAGAS. Principalmente o Netflix, que foi pulverizado pelo crescimento de serviços concorrentes.

O Netflix não tem (nunca terá) um bom catálogo de filmes também pelo fato que seria inviável pagar pelos direitos de TODOS eles. Fora aquelas empresas que não irão negociar (algumas pra que o serviço de TV a cabo não seja extinto).

Logo o Netflix sempre terá títulos sumindo do site, e nunca terá uma quantidade boa de filmes que valem a pena e aqueles clássicos que queremos ver.

É por essas e outras que a pirataria sempre persistirá, pois a exemplo dos DVDs e Blu-rays com trava de região e proteção anticópia todos os outros tipos de conteúdos também possuem essas restrições.

Com relação a jogos a única iniciativa que me faria interessar novamente é pegar os antigões e passar todos eles (sem modificação alguma) pro iOS, pra que eu pudesse jogar tipo um SIDE POCKET (do SNES) num iPAD. Com joystick.

Não sei se isso é possível, mas se fosse aí eu pensaria em jogar novamente. Ainda assim por melhor que jogos sejam (até mesmo os modernos) é uma atividade que eu sinceramente já cansei, encheu o saco. É algo que se eu fosse rever seria tipo 1 vez por mês ou a cada 2 meses.

Estendo até mesmo esse comentário para outras formas de entretenimento, como filmes e músicas. Filmes por sinal já vi muitos (o suficiente pra dizer que já se tornaram manjados), enquanto documentários e material didático (e ebooks) não o suficiente.

Aqui o único direito seu é questionar e achar o que quiser e morreu aí. Se tudo isso é uma doença, "mal da humanidade", esquerdismo, cabe as pessoas provarem e decidirem por elas se é tudo isso mesmo.
Você conclui tudo na vida com base em evidências que podem ser universalmente conferidas e na ausência dessas últimas em indícios (do contrário afirmativas tipo "o Universo tem 13 bilhões de anos" ou "X matou Y" não poderiam ser feitas, pois ninguém pegou um Delorean e foi lá conferir).

Só que tanto se pode concluir algo como impor. Não há problema algum neste último, ao contrário do que você indica, pois se fosse assim todos teriam que aguentar calados e se f.oderem independente do que fosse feito lá fora.

Não, você tem todo o direito de protestar e de 1001 formas diferentes, seja com políticos, seja com ações na justiça (caso dos medidores, torres que tentam instalar em locais habitados, etc.) e por aí vai.

Dizer que "cada um tem a sua verdade" não faz sentido, se for assim então tudo pode ser relativizado e qualquer argumentação é inócua, pois não se pode chegar a lugar algum.

"A verdade é verdade mesmo que ninguém acredite nela. A mentira é mentira mesmo que todos acreditem nela."

A verdade não é imposta, se 10 ou 1 bilhão de pessoas chegam a uma conclusão não significa nada, pois a verdade continua ali, existindo, pura e simplesmente, quer acreditemos nela ou não, quer a aceitemos ou não. Quer existamos ou não.

A razão, em sua essência, liberta o indivíduo. Se ela é pervertida é outra coisa.

Outra coisa:

Que m.erda adiantaria citar autores disso, livros daquilo e o c.aralho se no final eu fosse exatamente igual a qualquer outro imbeci.l, incapaz de qualquer tipo de contestação, até mesmo daquilo em que acredito?

Eu acho incrível pessoas que estudam tanto, leem tanto, citam autores de tudo quanto é tipo e o c.aralho... Mas pra quê?

Pra mostrar que leu!

AAH! EU LI! EU SEI! VOCÊ NÃO SABE! EU SEI MAIS DO QUE VOCÊ! HUHUHU HU

Não, meus caros: eu leio, pesquiso e me aprofundo em QUALQUER COISA pra me tornar uma pessoa melhor, o que automaticamente se reflete numa sociedade melhor, mais consciente e justa.

Eu não leio ou repito o que descubro como um i.diota qualquer que não se diferencia em nada de qualquer outro.

Discordar é natural e esperado, apesar que diante do que foi dito fica realmente difícil argumentar que estou errado em praticamente tudo.

Cada um com suas preferências, como também existem pessoas que pensam justamente o contrário, que o mundo real não é divertido, por isso buscam se entreter no mundo imaginário. Graças a esses que"fugiram" da realidade, existem livros, filmes, músicas, séries e etc.
O que para você pode ser mero lixo, para muitas outras é cultura e vice versa.
Já apreciei isso que você chama de "cultura", hoje vejo que é perda de tempo. Talvez porque já tenha ficado manjado pra mim eu veja dessa forma, e pros outros não... Mas enfim, cada um sabe como aproveitar melhor o próprio tempo.

O que sugiro apenas é que não se deixe escravizar 24h/dia para toda esta tecnologia. Ninguém se preocupará com a SUA saúde a não ser você mesmo. E quando digo ninguém estou me referindo a QUALQUER PESSOA, sejam parentes, médicos, amigos... use este (e outros) conhecimento(s) em benefício próprio, independente da anuência alheia.
 
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Jãozim

Habitué da casa
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#21
Amigo, realmente é triste o caso da tecnologia imperar nas nossas vidas, afetando parcialmente - ou totalmente? - o nosso cotidiano.


Assim, por um lado a tecnologia nos beneficia bastante, que é o caso de possuir conta digital a fim de efetuar o pagamento do boleto bancário ou mesmo para comprar produtos mais baratos que nas lojas físicas, entretanto, confesso que estamos cada vez mais sedentários, mentalmente doentes, fixados/vidrados nas telas e etc.


Inclusive há um caso em que a Psicologia ou a comunidade médica (não me lembro qual dos dois ou pode ser um outro que não consigo lembrar por agora) classificou a internet como fator determinante para a disfunção da ordem psíquica. Quer dizer, com efeito, que os "viciados" que se absterem da internet ao menos num intervalo de uma hora é o suficiente para causar a crise de abstinência, igualmente ao que vemos nos casos dos usuários de drogas.


Tão interessante o caso do parágrafo anterior, pois ele retrata a dura realidade em que devemos aceitar de que estamos cada vez mais aéticos no que tange os relacionamentos um por um e até mesmo interpessoais. Prevejo o que o futuro nos reserva: a ausência da empatia por parte das pessoas, que hoje é um pouco comum, mas que no decorrer da história será algo tão comum. E irritante.



Tem coisa mais irritante que conversar com alguém e este alguém ficar só no telefone? É tão pior quanto conversar com uma pessoa monossílaba que se preste em acompanhar seus gestos.



E claro, tem vício pra tudo, mas devemos nos controlar e vigiar, principalmente, se de fato estamos excedendo ou subaproveitando o tempo que deveria ser mais organizado e pautado no cotidiano real. Por ex, o que é mais importante: ficar utilizando WhatsApp nas horas produtivas ou utilizar a ferramenta de estudo no horário de descanso?



Eis a questão....


EDIT:


Eu gostaria de complementar informações a respeito da "luz azul". É notório que QUALQUER fonte provinda desta luz pode provocar a diminuição de uma substância que induz a um sono reparador, das quais emitidas por boa parte das telas de monitores, televisores, smartphones e até mesmo uma iluminaria/abajur!


Tais soluções empregadas para a preservação da melatonina, a fim de precaver da insônia (que é terrível!) são: "alaranjar" os supracitados (monitores, televisores, etc) ou ao menos, evitar ao máximo a exposição à estas fontes. Para isso, se lança de mão recursos como "f.lux" (para notebooks/computadores), "filtro luz azul" em smartphones e em certos aparelhos "inteligentes"; adotar um EPI ou óculos que tem como função em filtrar toda e qualquer luz azul, inclusive o Sol, sendo uma ótima maneira para quem trabalha no terceiro turno ou igualmente trabalha no segundo turno em boa parte do horário noturno.


Por enquanto, só essas medidas, inclusive se suplementar com "melatonina" (vendida comercialmente em farmácias afora) são benéficas até para quem prefere um bom conforto e de quebra, evitar a catarata ou similares que causem dano à retina, lhe forçando a usar óculos de grau.




E é isso pessoal, foi um prazer ajudá-los!
 
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#22
Fontes é o que mais tem por aí... o problema é que a maioria dos estudos estão em outros idiomas, se você só fala português não rola se informar, infelizmente.

Em português mesmo não há 1 único livro sobre esse negócio de radiação, já em inglês achei mais de 30, tenho vários ebooks, fora sites e vídeos com palestras, cientistas, etc.

Essa playlist que montei tem mais de 200 (!) vídeos a respeito:

https://bit.ly/2PYCHoW

Se você entender inglês e tiver paciência de checar a maioria deles verá que a coisa não se restringe só ao pessoal que tem hipersensitividade eletromagnética (esses aí realmente estão F.ODIDOS e precisam praticamente viver no mato).

Aqui tem alguns estudos: (está dentro do tópico, não dá pra quotar tudo):
http://es-forum.com/List-of-Irrefutability-td4030804.html

E aqui outros: https://sites.google.com/site/understandingemfs/the-science

Sobre outros problemas de saúde informados é mais fácil ainda encontrar.

Livros a respeito da tecnologia como vício eu poderia citar:

- The Big Disconnect: Protecting Childhood and Family Relationships in the Digital Age, por Catherine Steiner-Adair

- Healthy Homes in a Toxic World: Preventing, Identifying, and Eliminating Hidden Health Hazards in Your Home, por Maury M. Breecher

- Reset Your Child's Brain: A Four-Week Plan to End Meltdowns, Raise Grades, and Boost Social Skills by Reversing the Effects of Electronic Screen-Time, por Victoria L. Dunckley

- Prescriptions for a Healthy House: A Practical Guide for Architects, Builders & Homeowners, por Paula Baker-Laporte, Erica Elliott e John Banta

- The Healthy Household: A Complete Guide for Creating a Healthy Indoor Environment, por Lynn Marie Bower

- Disconnected: How To Reconnect Our Digitally Distracted Kids por Tom Kersting

- A Wellness Guide for The Digital Age por Kerry Crofton

- Glow Kids: How Screen Addiction Is Hijacking Our Kids - and How to Break the Trance por Nicholas Kardaras

- Screen Schooled: Two Veteran Teachers Expose How Technology Overuse Is Making Our Kids Dumber por Joe Clement e Matt Miles

- iGen: Why Today's Super-Connected Kids Are Growing Up Less Rebellious, More Tolerant, Less Happy--and Completely Unprepared for Adulthood--and What That Means for the Rest of Us por Jean M. Twenge

Toda semana sai uma notícia nos grandes portais (e olhem que a grande mídia boicota mais esses temas que tudo na vida, e quando aborda é só pra fazer chacota).

Essa aqui por exemplo:

https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2010/07/100714_vaticano_rc

Ou ainda (abaixo um bom resumo em vídeo):


Esse é o cerne da questão: o problema de tudo é o desapego.

Desapego de coisas e principalmente de pessoas.

A gente tem que parar pra pensar que por mais benéficos esses aparelhos e conveniências do dia a dia forneçam eles não são 100% indispensáveis. E é preciso SIM se distanciar deles de forma saudável. Ou então procurar entender que tipo de mal à sua saúde eles causam, pra que você continue usando (ou jogando), mas não como tem feito.

Acontece que se você chegar com todos esses estudos e provas de danos, se chegar com esse argumento ninguém irá prestar atenção, e você será taxado de LOUCO. Agir assim não é ser refratário a tecnologia, apenas querer evoluir. Porque não basta ler um manual de um aparelho pra entendê-lo.

É preciso também analisar como as doenças surgem. Cogitar se tudo que você tem não pode estar te fazendo mal sem você perceber. A radiação citada, ao contrário da fumaça do cigarro, é invisível e só com algum medidor ou seu corpo reagindo a ela que será notada.

Quando você se recusa a contestar tudo aquilo que ama você se torna escravo dos seus objetos de desejo. :ksanfona

Olhe a sua volta: quantas pessoas você conhece NÃO USAM celular?

Assim como tecnologia pode-se dizer que as pessoas são dependentes (de maneira mórbida) de tudo. Comida, por exemplo. Quantos você conhece que aceitariam seguir uma dieta regrada, e deixar de comer/beber em definitivo o que gostam? Poucos. Mas é preciso fazer isso se você quiser ter saúde. Igualmente eu não posso aceitar apenas tomar remédios docinhos, só porque não aprecio o gosto dos que irão me curar.

E sobre radiação eu diria que a comparação com cigarros é perfeita, quantas décadas levou pra que admitissem que causam uma série de doenças, algo que fabricantes tinham noção desde o início?

Aliás, sobre comida é interessante perceber que elas são fabricadas de tal forma pra que você fique viciado mesmo, ainda que "aquilo" que seja usado no processo de fabricação seja nocivo a sua saúde. É f.oda constatar que muitos alimentos que dá vontade de você devorar todo dia são os que mais f.odem teu organismo.

E se eu fosse fazer um comparativo diria que 99.9% das pessoas são G.ORDAS pra c.aralho, mas gordo tipo 200 quilos, e você sendo aquele cara que faz dieta (ou que pelo menos não "enche o rabo" de porcaria) apontar isso é ser taxado logo de doentão.

Dentre os vícios citados o mais grave pra mim talvez seja o dos jogos. Dizem que a indústria de jogos de uns anos pra cá se tornou a mais lucrativa, batendo a de cinema e música. E claro (também) que esses setores estão interessados em desmerecer estudos que comprovem prejuízos, porque isso se traduz em perda de $$$$$$$.

A indústria das telecomunicações é uma (e é talvez a mais poderosa em termos de $$$$$$$$$$, influência) que se f.oderia bonito se mais pessoas protestarem no tocante a radiação, tanto é que já levaram até pra Suprema Corte dos EUA quem quis apenas colocar um aviso pra não colar o celular no corpo, por exceder os limites máximos. Isso aconteceu na Califórnia.

Se os caras estão tão preocupados assim em acabar com um mero aviso pode ter certeza que eles tem culpa no cartório.

https://88mph.com.br/2015/08/03/radiacao-de-celulares-volta-a-tona-apos-lei-em-berkeley-california/
https://thoth3126.com.br/radiacao-do-celular-pode-causar-cancer-e-infertilidade-cfe-pesquisa/

E sobre campos magnéticos, no Brasil já foram conduzidos estudos nesse sentido:
https://www.ufmg.br/online/arquivos/015092.shtml

Diz o link:

Há níveis seguros de radiação para a saúde humana? “Esse é exatamente o problema: até agora, ninguém sabe quais os limites de uso inócuos à saúde”, explica Adilza Dode, ao destacar que os padrões permitidos no Brasil são os mesmos adotados pela Comissão Internacional de Proteção Contra Radiações Não-Ionizantes (Icnirp), normatizados em legislação federal de maio de 2009. Para a pesquisadora, esses padrões são inadequados. “Eles foram redigidos com o olhar da tecnologia, da eficiência e da redução de custos, e não com base em estudos epidemiológicos”, assegura.

Entre os 22.543 casos de morte por câncer ocorridos em Belo Horizonte de 1996 a 2006, Adilza Dode selecionou 4.924, cujos tipos – próstata, mama, pulmão, rins, fígado, por exemplo – são reconhecidos na literatura científica como relacionados à radiação eletromagnética.

Na fase seguinte do estudo, elaborou metodologia inédita, utilizando o geoprocessamento da cidade, para descobrir a que distância das antenas moravam as 4.924 pessoas que morreram no período. “A até 500 metros de distância das antenas, encontrei 81,37% dos casos de óbitos por neoplasias”, conta a pesquisadora, professora do Centro Universitário Izabela Hendrix e da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

Com o 5G chegando o que irá acontecer é que irão construir mais e mais torres de transmissão, e no mundo todo. E lógico que essas torres não ficarão a uma distância segura de locais habitados.
Você conseguiu me convencer. Vou tentar ler mais sobre o assunto, pois realmente fiquei curioso.

E tem momentos que eu penso que a tecnologia ao nosso redor causam doenças, mas.... sabe como é.
 
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#23
Sobre livros (o que não citei até agora) existem vários (a respeito de radiação de RF, e mesmo campo magnético):

Em português só encontrei esse (que não tenho, e é de Portugal): https://www.editoraschoba.com.br/pr...os-da-poluicao-eletromagnetica-sobre-a-saude/

1) Dirty Electricity: Electrification and the Diseases of Civilization, por Samuel Milham

2) Disconnect: The Truth About Cell Phone Radiation, por Devra Davis

3) The Non-Tinfoil Guide to EMFs por Nicolas Pineault

4) Radiation Nation: Fallout of Modern Technology por Daniel T. DeBaun e Ryan P. DeBaun

5) EMF Freedom - Solutions for the 21st Century Pollution por Elizabeth Plourde (um dos melhores)

6) Zapped: Why Your Cell Phone Shouldn't Be Your Alarm Clock and 1,268 Ways to Outsmart the Hazards of Electronic Pollution, por Ann Louise Gittleman

7) The Force: Living Safely in a World of Electromagnetic Pollution por Lyn McLean

8) Overpowered: The Dangers of Electromagnetic Radiation (EMF) and What You Can Do about It, por Martin Blank

9) Electromagnetic Radiation Survival Guide: Step by Step Solutions -Protect Yourself & Family NOW! por Jonathan Halpern

10) Unplug: How to Survive and Thrive in a Wi-Fi World Gone Wild, por Sam Wieder

11) The Sick House Survival Guide: Simple Steps to Healthier Homes, por Angela Hobbs

12) Electromagnetic Fields: A Consumer's Guide to the Issues and How to Protect Ourselves, por B. Blake Levitt

13) An Electronic Silent Spring: Facing the Dangers and Creating Safe Limits, por Katie Singer

14) Cell Phones: Invisible Hazards in the Wireless Age: An Insider's Alarming Discoveries about Cancer and Genetic Damage, por Dr. George Carlo e Martin Schram

15) Public Health SOS: The Shadow Side Of The Wireless Revolution, por Camilla Rees and Magda Havas

16) Cellular Telephone Russian Roulette: A Historical and Scientific Perspective - por Robert Kane, um ex engenheiro da Motorola, que discute os perigos da tecnologia wireless.

17) EMF Book: What You Should Know About Electromagnetic Fields, Electromagnetic Radiation & Your Health por Mark Pinsky

18) The Invisible Disease: The Dangers of Environmental Illnesses Caused by Electromagnetic Fields and Chemical Emissions, por Gunni Nordstrom

19) Living Safely with Electromagnetic Radiation: A Complete Guide for Protecting Your Health, por Jim Waugh

20) Cross Currents: The Perils of Electropollution, the Promise of Electromedicine, por Robert O. Becker

21) In The Dark: New Ways to Avoid the Harmful Effects of Living in a Technologically Connected World por Jason Bawden-Smith

22) The Great Power-Line Cover-Up: How the Utilities and the Government Are Trying to Hide the Cancer Hazard Posed by Electromagnetic Fields, por Paul Brodeur

23) EMF off!: A call to consciousness in our misguidedly microwaved world por Olga Sheean

24) Cell Phones and The Dark Deception por Carleigh Cooper

25) EXPOSED: The Electronic Sickening of America and How to Protect Yourself, Including 5G and Smart Devices por Bill Cadwallader

26) Protecting Yourself and Your Family from Radiation Toxicity por Sundardas D. Annamalay

Entre outros...

Mais técnicos:

- Electromagnetic Environments and Health in Buildings por Derek Clement-Croome

- Wireless Phones and Health - Scientific Progress - George L. Carlo (1998)

- Electromagnetic Fields, Environment and Health por Anne Perrin e Martine Souques

- Epidemiology of Electromagnetic Fields por Martin Roosli

- Biological and Medical Aspects of Electromagnetic Fields por Frank S. Barnes e Ben Greenebaum

- Perspectives in Environmental Toxicology por Kavindra Kumar Kesari

- Possible Health Effects of Exposure to Residential Electric and Magnetic Fields (esse é um PDF de 379 páginas, sobre os possíveis efeitos colaterais da exposição a campos magnéticos e elétricos - pode ser baixado gratuitamente em):
http://www.nap.edu/catalog/5155/pos...e-to-residential-electric-and-magnetic-fields

É desse órgão aqui:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Conselho_Nacional_de_Pesquisa_(Estados_Unidos

E também é + técnico que os demais citados.

Sem contar vários sites, artigos e vídeos sobre EMF.

Tem um blog que achei que até tem opinião contrária, mas duvido muito que tenha considerado tudo que já se levantou até hoje:
http://carlosorsi.blogspot.com/2012/07/quem-tem-medo-da-torre-de-celular.html

Algumas perguntas e respostas... vou colocar aqui embaixo o que traduzi:

...)
Mito: já que torres de celular, wi-fi e celulares são várias vezes mais fracos que padrões INTERNACIONAIS de segurança não precisamos nos preocupar.

Fato: Esses "padrões INTERNACIONAIS de segurança" são baseados na crença ultrapassada que somente níveis de radiação térmica ou ionizante são perigosos. Por conta disso eles são, na realidade, pelo menos 9000 vezes maiores que níveis os quais a ciência demonstrou efeitos colaterais decorrentes de radiação não-ionizante ou térmica. E já que torres de telefonia, wi-fi e celulares ultrapassam os níveis de radiação que a ciência já provou que causa alterações biológicas há motivo SIM para preocupação.

*******

Mito 2: Apenas radiação ionizante e a térmica de micro-ondas pode causar danos.

Fato: Vários estudos atuais demonstram efeitos biológicos de radiação não-ionizante/térmica. Recentemente foi divulgado um estudo de US$ 25 milhões do governo dos EUA que revelou que tumores cerebrais e do coração em ratos aumentou apenas 2 anos após exposição a radiação não-ionizante/térmica:

https://ehtrust.org/cell-phone-radiofrequency-radiation-study/

No link abaixo há uma lista de estudos sobre efeitos colaterais dependendo da potência da radiação:

http://www.emfwise.com/tableofeffects.php

Está na hora de prestar atenção a esses achados científicos, ao invés de nos apegarmos a crenças datadas. Existem milhares de estudos que desmentem essas ideias antigas:

http://www.justproveit.net/content/studies

Vários deles confirmaram que a radiação wireless/sem-fio pode danificar o DNA (ao menos 11 pesquisas), e um dos mecanismos possíveis é o aumento de radicais livres, algo também revelado por ao menos 24 pesquisas científicas sobre radiação de wireless. Para outros mecanismos científicos veja o link sobre "Efeitos Genotóxicos e Câncer":

http://www.emfwise.com/science_details.php#cancer

Graham Philips explica que até mesmo para radiação ionizante 25% das "quebras" de DNA são causadas por danos diretos, mas os 75% restantes são por conta da habilidade desse tipo de radiação de formar "radicais livres".

**********

Mito 3: Não há evidência consistente de que a radiação wireless/sem-fio é prejudicial à saúde.

Incorreto: Todo o "corpo" de evidências que temos por aí aponta para nenhum dano.

Fato: Enquanto a maioria dos estudos financiados pela indústria não encontra efeitos colaterais prejudiciais, a maioria dos ESTUDOS INDEPENDENTES constata o inverso. A mesma coisa ocorreu com a indústria do tabaco (cigarro). Devemos sempre seguir o "rastro do dinheiro", já que obviamente MUITOS interesses estão em jogo:

http://www.emfwise.com/myth.php#conflict

Muitos dos efeitos biológicos negativos de tecnologias sem-fio foram confirmados por mais de 1 grupo científico, incluindo aí quebras de DNA, aumento de radicais livres e a abertura da barreira hematoencefálica. Esses estudos incluem alguns de alto gabarito como o "REFLEX" de 7 nações europeias.

Normalmente essas descobertas são seguidas por tentativas de desacreditar os cientistas envolvidos:
http://www.emfwise.com/myth.php#scientists-challenged


No entanto posteriormente cientistas DIFERENTES confirmam os resultados.

Quando falarmos sobre "peso das evidências" não poderemos apenas comparar o número de estudos descobrindo um efeito colateral versus aqueles que não encontram nada. É muito fácil a princípio arranjar uma pesquisa que não encontra um problema, por exemplo, ao limitarmos o período de exposição e o acompanhamento dentro desse estudo, mas isso não "equilibra" (digamos assim) as coisas com aquelas pesquisas que SIM, encontram problemas.

Veja o link sobre esse último ponto, "Variáveis Colocadas em Estudos podem ser Manipuladas pela Ciência"

http://www.emfwise.com/myth.php#studydesign

***********

Mito 5: as autoridades dizem que nenhum problema de saúde é conhecido até o momento.

Mito 6: Se fosse perigoso as pessoas saberiam há muito mais tempo.

Fato: Embora nem todos os governos digam que há efeitos colaterais causados pelas tecnologias sem-fio, um número crescente de organizações governamentais de saúde estão solicitando a todos que tomem precauções tendo em vista o aumento na preocupação da comunidade científica a esse respeito. Isso é notável, se considerarmos os conflitos de interesse.

Cientistas financiados pela indústria tiveram suas verbas cortadas quando constataram efeitos colaterais biológicos, e a indústria fez lobby para reverter decisões sobre os perigos de campos eletromagnéticos.

E na mídia muitas vezes esse tipo de notícia ou é podada ou sequer divulgada, quando os anunciantes interferem. Veja a seção sobre CONFLITOS DE INTERESSE:

http://www.emfwise.com/myth.php#conflict

Anda assim a verdade está vindo à tona em recomendações OFICIAIS de governos, apesar de todos os esforços contrários. Nos últimos 5 anos vários países divulgaram recomendações de saúde para o uso de aparelhos sem-fio, advertindo que devemos nos precaver.

http://www.emfwise.com/government-health-advice.php

********

Mito 8: Nós temos TVs e torres de transmissão de rádios por vários anos, e elas são seguras...

Fato: Pesquisas epidemiológicas e levantamentos constararam CÂNCER e outros problemas de saúde próximos de torres de TV e rádio, além daqueles de celular. Um dos últimos casos bem comentados (e flagrantes) foi um estudo epidemiológico (ordenado por um tribunal) para a torre de rádio do VATICANO, e o câncer.

Aumentos de riscos de câncer foram relatados entre um raio de 8.8. km (ou 5.5. milhas). Esse "raio" extenso pode ser explicado pela alta potência de torres de rádio e TV. Em contraste, a distância crítica para uma torre de celular está normalmente em 400 metros. Veja o link sobre "cálculos de redução de potência relacionados a distância da fonte":

http://www.emfwise.com/distance.php#radio (...)

********

Sobre isso é bom lembrar que:

- Pelo menos até 1960 a maioria das pessoas não sabiam que os cigarros causavam câncer de pulmão (entre outras doenças).

- O chamado AMIANTO também (outro cangerígeno), sendo que era usado pra tudo, até banimento em vários países:
https://brasil.elpais.com/brasil/2017/08/07/opinion/1502117913_051142.html

- A dieta com as drogas fen-phen (fenfluramina e fentermina) foi retirada do mercado na década de 1990 após ter sido relacionada a problemas nas válvulas do coração. Quando administrado em doses elevadas, o novo medicamento também desenvolveu muitos tumores nos ratos (embora testes em seres humanos não tenham sido associados a aumento do risco de câncer).

Esses são alguns exemplos usados no cotidiano que mais tarde se admitiu que não fazem bem à saúde. Claro, o que não significa que tecnologias (ainda mais as modernas) sejam nocivas, mas se dúvidas existem sobre os efeitos colaterais pelo uso prolongado ou exposição CADA VEZ MAIOR é preciso tomar precauções, sim.

******
Reparem que falei em GOVERNOS ORIENTANDO A DIMINUIR A EXPOSIÇÃO.

Quero dizer que sim, até governos de outros países admitem que excesso de consumo dessas tecnologias faz mal a saúde.

Sabiam que na França o wi-fi foi banido das escolas?

http://verdademundial.com.br/2014/02/wifi-e-banida-de-pre-escolas-na-franca/

http://noticias-alternativas.blogspot.com/2014/01/wifi-e-banida-de-pre-escolas-na-franca.html

As crianças são mais suscetíveis aos efeitos da radiação que adultos, em especial os fetos.

Vejam também essa matéria recente, de 18 de agosto de 2018:

https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/08/18/celulares-fazem-mal-a-saude.htm

Vou citar um trecho dela:

********
O estudo, publicado no Environmental Health Perspectives, descobriu que um ano de exposição à radiação telefônica pode ter um efeito negativo no desenvolvimento do desempenho da memória em regiões específicas do cérebro em adolescentes. Aqui, "exposição" refere-se quase que exclusivamente a ligações telefônicas. "Oitenta por cento da radiação absorvida vêm de segurar o telefone na cabeça", observou Röösli. Curiosamente, eles descobriram que a função de memória do cérebro era mais vulnerável ao impacto negativo da radiação quando o telefone era mantido no lado direito da cabeça. É aí que estão situadas as áreas do cérebro relacionadas à memória.
**********

Em outras palavras: não é só o tumor cerebral, tem várias doenças que podem ser geradas pela exposição DESMEDIDA ou mesmo pioradas/exacerbadas.

Piora no desempenho cognitivo é uma, não apenas memória e alguma fadiga mental, claro. E tudo por consequência da exposição descontrolada.

Sobre campo magnético eu gravei um vídeo curto hoje demonstrando como é a medição de uma fritadeira elétrica. Um secador de cabelo pelo que vi é similar:


Quando eu falo "diminuir a exposição" no caso desse aparelho bastaria apenas se afastar dele, enquanto estivesse ligado.

A mesma lógica se aplica ao micro-ondas (enquanto a comida estiver esquentando).
 
Ultima Edição:

Martel

Bam-bam-bam
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#25
Só verdades. Estamos expostos a muita energia suja e acredito que muito de doenças mentais e psicológicas estão associadas a tecnologia moderna.
Se tivesse um estudo sério comparando o homem do campo com o da cidade se concluiria muita coisa.
 

Maximus

Bam-bam-bam
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#26
Quanto textão. Seis são loco que vou ler tudo essa merda.

Tudo que é em excesso faz mal.

Talvez seja a falta de informação. Somos bombardeados diariamente por uma enxurrada de informações, mesmo não absorvendo nem metade. Papel outrora desempenhado pela TV, hoje quase que exclusivamente da internet.
 
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#29
O tópico aborda vários assuntos, inclusive um de grande amplidão, que é a forma como vivemos nossas vidas. Isso dá muito pano pra manga....

Jogo certamente é um vício, eu me considero viciado desde mais ou menos meus 15 anos de idade e hoje com mais de 30 anos vejo como consegui diminuir a nocividade do vício, ao jogar games menos nocivos (FPS, games frenéticos e violentos em geral) e ao mudar para games mais casuais ou que permitem parar a qualquer momento.

Com isso, passo menos tempo nesses jogos, aliado às mudanças que a vida adulta exige de nós.

Ao se observar empiricamente a forma como o mercado atua perante nós, é óbvio que busca nos viciar, o que é uma tristeza e total falta de empatia. A indústria farmacêutica faz a mesma coisa.

E essa tentativa de nos viciar passa pela busca por controle, tirar de nós a total propriedade daquilo que adquirimos. Isso já acontece em muitos setores, como o dos games. A Blizzard age assim a algum tempo e isso certamente diminuiu a qualidade do serviço prestado, pois desconexões não são raras. o lado positivo é que a chance de perder saves e o progresso praticamente acabou, ou seja, existem benefícios também.

Esse é um dos males da tecnologia em uma sociedade tão voltada ao consumo desenfreado; as empresas estão cada vez mais dentro de nossas casas, vendo, ouvindo e monitorando o que fazemos e isso cabe a cada um de nós impedir que continue. Não somos ratos de laboratório.

Filho, tudo na vida cobra seu preço. O que o tópico está alertando é que as pessoas se tornaram dependentes de forma doentia da própria tecnologia, em uma dependência similar ao filme MATRIX, em que simplesmente não se vive mais sem todos esses penduricalhos.

Vou dar um exemplo: celular. Ora, evidente que em uma situação de emergência um aparelho desses é mais que bem vindo, inclusive pode ser usado como prova pra inocentar alguém ou pra que o socorro chegue mais rápido, quando você não tem o telefone fixo na mão.

Mas perceba que esse tipo de uso é muito, mas muito diferente (anos-luz de diferença!) de alguém que fica 10 horas por dia enviando mensagens ou conversando a toa com o aparelho colado no ouvido.

Se a maioria dos zumbis que estão aí não fossem viciadinhos de m.erda não seria necessário construir tantas torres assim, inclusive próximas a locais habitados (desrespeitando uma distância ao qual a radiação não cause prejuízos), porque não haveria necessidade de amplificar o sinal.

Igualmente pode-se falar que jogos melhoram a coordenação motora, capacidade de raciocínio, etc. etc., mas ao mesmo tempo você tem o DSM (manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais‎) adicionando vício em jogos como transtorno de personalidade. Isso seria impensável se você voltasse a um ano como 1998.

Por essa ótica será que evoluímos ou INvoluímos?

Eu abri o tópico apontando pra um documentário (isso rola na China) sobre pessoas que são internadas em centros de reabilitação (sim, você não leu errado: CENTROS DE REABILITAÇÃO, iguais quando nego quer se curar de drogas) porque passam o dia inteiro penduradas no computador e simplesmente não vivem mais.

E dessa forma não só a saúde delas vai pro buraco como elas deixam de se tornar úteis pra sociedade e são o símbolo de uma degradação cada vez maior.

O contato delas com a tecnologia é cortado até que se recuperem.

Ao mesmo tempo que a tecnologia ajudou também é fato que atrapalhou (e até mesmo F.ODEU) E MUITO e cada vez mais você constata que o ser humano vive para o vício.

Se não é vício em tecnologia é em outra coisa.

A real é que vivemos para o escapismo, e queremos a todo custo ignorar a realidade.

Só acreditamos ou queremos o que nos convém.

Como as pessoas viviam até 1995? Ora, em casos de emergência alguém (numa escola) ligava de um telefone fixo. Esse é pra mim o uso principal de um celular, ou de qualquer telefone. Só em raros casos ou momentos relevantes você vai lá e usa.

E veja que estou falando de se comunicar com OUTROS (o que nunca achei bom a distância, sempre preferi mil vezes ao vivo, cara a cara).

Mas aí você tem uma legião de zumbis que ficam grudados 24h/dia (até dormem) com os aparelhos e PUM! torres e mais torres (que não só detonam a saúde como levam a óbito, e agravam doenças já existentes) sendo instaladas a rodo.

Uma vez que você entende que celulares podem contribuir para doenças crônicas (e não só tumores cerebrais como o do já citado John McCain) você percebe que precisa SIM limitar sua exposição. Limitar não é cortar de vez.

Ademais uma série de doenças aumentaram E MUITO de 20, 30 anos pra cá, a despeito da sua narrativa de que a tecnologia não pode ser questionada, por ser tão boa assim.

Caso você não saiba as maiores ameaças a saúde (além de doenças cardiovasculares) vem aumentando PRA C.ARALHO.

Estou vendo que desde 1990 essas doenças aumentaram em:

ADHD ("transtorno do déficit de atenção com hiperatividade") - 819%
Alzheimer - 299%
Autismo - 2094%
Transtorno bipolar - 10 833 %
Doença celíaca (intolerância a glúten) - 1111%
Síndrome da fadiga crônica - 11 027%
Depressão - 280%
Diabetes - 305%
Fibromialgia - 7727%
Hipotireoidismo - 702%
Lupus - 787%
Artrose - 449%
Apneia do sono - 430%

Então que papo é esse que hoje se vive muito mais e melhor?

Vamos pegar uma dessas doenças citadas: hipotireoidismo.

Pesquisando um pouco você já acha estudo que comprovou que pessoas mais expostas a radiação (RF), de celulares tinham TSH elevado (= hipotireoidismo), em comparação com aquelas que não usavam, ou reduziam o tempo de exposição.

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3243874/

Agora se você for a qualquer endócrino ele não vai fazer ideia disso aí, não porque quer que você continue doente pra não perder $$$$$$, mas porque a ele foi negada a informação de que a tecnologia a qual todos são tão dependentes pode na verdade fazer mal.

Evolução foi até certo ponto, pois a vida na cidade grande é repleta de toxinas.

Acho que esse texto resume bem onde eu quero chegar:

************
"Parece exagero, mas imagine-se acordando de manhã: escova os dentes com pasta contendo flúor e enxágua a boca com água da torneira contendo cloro; toma banho e absorve através da pele mais cloro, flúor, arsênico, alumínio, trialometanos e outras substâncias químicas usadas no tratamento da água que cai do chuveiro; usa xampu e condicionador carregado de derivados de petróleo; barbeia-se ou maquia-se com produtos também carregados com petrotoxinas; aplica desodorante contendo alumínio em suas axilas; veste uma roupa lavada com um sabão carregado de produtos tóxicos e com aquele 'cheirinho' do amaciante tóxico.

Senta-se à mesa para tomar um café pulverizado com pesticidas; mistura um leite industrializado (contendo resíduos de antibióticos, hormônios do crescimento e transgênicos derivados da ração que o animal foi alimentado), pasteurizado (menor valor nutritivo) e desnatado (sem gordura para a absorção de cálcio e proteínas); adoça-os com açúcar refinado (acidificante e hiperglicêmico) ou aspartame (neurotoxina); come pão francês (hiperglicêmico) feito com farinha de trigo refinada aditivada com ferro (oxidante), com margarina (gordura hidrogenada) e presunto (nitritos cancerígenos); bebe suco de frutas de caixinha (interior revestido de alumínio), pasteurizado, adoçado (carga glicêmica) e carregado de conservantes e outros aditivos químicos; come mamão (pesticidas, adubos acidificantes e carcinogênicos) irradiado com raios gama (sem valor nutritivo e formador de radicais livres) com granola (cereais hiperglicêmicos de baixo valor nutritivo e contaminado com fungos) ou com um cereal de caixinha, como flocos de milho (alto índice glicêmico e feito com cereais transgênicos); lê o jornal carregado de noticias desagradáveis, discute alguns problemas familiares e se prepara para se dirigir ao trabalho estressante pensando em como driblar o trânsito…

E você ainda nem saiu de casa!"

Trecho do livro Ecologia Celular, de Carlos Braghini Jr.
************

E olhem que nem falei sobre flúor, BPA (plásticos), ftalatos... ou mesmo de tudo que envolve nutrição, que embora não tenha consenso absoluto (pouca coisa na vida tem), seria bom observar pra onde as evidências apontam, os indícios do que faz mal e pode ser evitado.

Poucos médicos que estão aí se mantém informados e é bom lembrar que a terceira maior causa de mortes nos Estados Unidos é justamente ERRO MÉDICO, atrás de doença do coração e câncer. A TERCEIRA MAIOR!

Lembrem-se também que a maioria dessas doenças não avisam quando vão chegar, vocês podem achar que estão mais fortes que um touro enquanto um câncerzinho incurável está se desenvolvendo pra daqui a 10, 15 anos se manifestar (e a maioria delas não tem cura, no máximo tratamento, que vai custar muito mai$$$$$$$ que umas modificaçõezinhas no seu cotidiano).

Então é melhor tomar as rédeas da SUA vida agora e se prevenir do que se lamentar depois pro resto da vida.

Não estamos vivendo no mundo colorido de Star Trek onde todas as doenças foram erradicadas e não há mais pobreza, desigualdade, etc. Acorde desse sonho e encare a vida como ela é, não como você gostaria que fosse.

Essa desculpa é comum de se ouvir com os liberalecos (ou liberotários).

Todos vivem em sociedade, se você tem alguma doença mental (mais isso que física), se está se drogando ou pensando em amanhã cortar o próprio braço é dever de todos (não só parentes) intervir e internar você mesmo contra sua vontade.

Pra começo de conversa quem tem doença mental/transtorno de personalidade não acha que tem QUALQUER problema, sequer acha que o modo de vida é ruim pra ela e pra todos em volta. Mesma coisa pra quem é viciado em drogas. Se não for tomada uma atitude (vinda de um terceiro) nada irá mudar.

Deixar que as pessoas a própria sorte, que se matem e se prejudiquem, que pratiquem eutanásia, aborto (uma forma de automutilação e pra mim de assassinato de uma vida inocente) é a receita perfeita para o DESASTRE.

Veja só o caso das empresas de energia elétrica que agora inventaram de instalar um tipo de medidor (em inglês: SMART METER) inteligente, em que o funcionário não precisa mais entrar no local pra saber o quanto você gasta de energia, ele lê num smartphone lá fora.

Acontece que uma quantidade imensa de pessoas reclamaram e continuam reclamando que esses dispositivos emitem radiação (RF) 24h/dia e bem alta, a ponto de alguns terem a energia cortada (ou instalam a força/sem aviso) por se recusar a tirar o medidor do tipo analógico.

Qual é o benefício disso aí? Você vai dizer: impedir roubo de energia, ou então monitorar com mais precisão, mas peraí, até hoje nada disso foi feito? É preciso tornar todo tipo de aparelho nocivo, tipo uma geladeira, que não precisa desse tipo de recurso?

O que algumas concessionárias fazem é cobrar uma taxa a mais pra manter o medidor antigo, mas várias obrigam mesmo e até na justiça conseguem, porque está todo mundo no bolso dos caras.

Então quer dizer que até hoje ninguém conseguia medir a quantidade de energia consumida?

Daqui a pouco até um massageador de testículos precisará se conectar a internet.

A real é que todas essas empresas estão pouco se lixando pra saúde dos outros, contanto que elas continuem montadas na grana então está tudo certo.

Aí alguém vai falar "mas a ANATEL, mas a [INSIRA AQUI O ÓRGÃO CORRUPTO, EM QUE OS FUNCIONÁRIOS JÁ FORAM CONTRATADOS PELAS MESMAS EMPRESAS QUE FINGEM FISCALIZAR] tem limites estipulados pra cada torre, equipamento, etc."

Bicho, esses limites foram estabelecidos na década de 1990. O que se levantou de evidências de lá pra cá foi uma infinidade. Alguns países tipo Suíça adotam níveis máximos bem mais rígidos (inclusive pra campo magnético), outros tipo EUA e Brasil estão na m.erda.

NA M.ERDA.

O maluco acha que seguir o que diz uma Anatel da vida é a prova que o aparelho é seguro e que não vai fazer mal algum. É a mesma coisa que justificar o genocídio dos judeus porque na Alemanha nazista estava na lei que isso era aceitável.

Sobre esse ponto não tem a ver com saúde, mas vou elaborar porque merece uma atenção especial também: o objetivo de querer manter você conectado o tempo todo (e dependente cada vez mais da internet, ou de comprar conteúdo extra pro jogo ficar melhor) é de controle.

Eu acho o formato digital bem melhor que o físico, se tivesse que escolher entre os dois evidente que optaria por filmes, músicas e mais ainda LIVROS dessa forma. Claro, não ignorando as diferenças que existem e querendo que todos os formatos físicos deixem de existir, o que não faz sentido e não é bom.

No entanto imagine que você compra um livro na Amazon, que rapidamente entrega na sua casa. Você coloca na estante, e a qualquer momento pode ir lá, pegar e ler.

Um dia esse livro físico desaparece.

A Amazon te manda um email e diz que fez isso, e a pedido do detentor do direito autoral. Eles mandaram um drone que entrou na sua biblioteca (na calada da noite) e levou o livro embora. Logo depois você obteve um reembolso do valor pago.

Isso parece roteiro de filme B de ficção, mas foi EXATAMENTE O QUE OCORREU anos atrás (até tomaram processo por isso) quando a Amazon apagou remotamente o livro (ebook) 1984 de Orwell.

Por isso é que eu peguei todos os ebooks que comprei (e que estão na "nuvem"), quebrei a proteção DRM (anticópia) e gerei + 1 cópia pra mim.

Algo semelhante já ocorreu com o iTunes, quando a licença pra distribuição (dada a Apple) para alguns filmes expirou. Aí não foi mais possível fazer outro download deles.

No caso de aplicativos você pode usar o iTunes pra baixar uma cópia deles (desde que no momento desse seu ato eles ainda estejam no ar) e salvar o arquivo de extensão .IPA, o que permite que você reenvie pro seu iPHone ou iPAD no futuro (isso na versão do iTunes que ainda tem a App-Store).

Sendo assim podemos concluir que a exemplo do dinheiro físico não seria benéfico que todas as opções não-digitais desaparecessem. Porque quando eu compro um filme ou programa eu quero ter a propriedade daquele bem, e pelo resto da vida, inclusive quero que minha cópia não suma.

No mundo digital não é assim que a banda toca. O conteúdo que você compra na realidade NÃO TE PERTENCE. Você no fim das contas está pagando pelo direito de usufruir, mas não de POSSUIR.

Sobre o que rolou com a Amazon:
https://link.estadao.com.br/noticia...cesso-e-pagara-por-livro-deletado,10000046300
https://www.terra.com.br/noticias/t...ab4853ba037ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

Esse é o motivo pelo qual eu não sou entusiasta de opções digitais PAGAS. Principalmente o Netflix, que foi pulverizado pelo crescimento de serviços concorrentes.

O Netflix não tem (nunca terá) um bom catálogo de filmes também pelo fato que seria inviável pagar pelos direitos de TODOS eles. Fora aquelas empresas que não irão negociar (algumas pra que o serviço de TV a cabo não seja extinto).

Logo o Netflix sempre terá títulos sumindo do site, e nunca terá uma quantidade boa de filmes que valem a pena e aqueles clássicos que queremos ver.

É por essas e outras que a pirataria sempre persistirá, pois a exemplo dos DVDs e Blu-rays com trava de região e proteção anticópia todos os outros tipos de conteúdos também possuem essas restrições.

Com relação a jogos a única iniciativa que me faria interessar novamente é pegar os antigões e passar todos eles (sem modificação alguma) pro iOS, pra que eu pudesse jogar tipo um SIDE POCKET (do SNES) num iPAD. Com joystick.

Não sei se isso é possível, mas se fosse aí eu pensaria em jogar novamente. Ainda assim por melhor que jogos sejam (até mesmo os modernos) é uma atividade que eu sinceramente já cansei, encheu o saco. É algo que se eu fosse rever seria tipo 1 vez por mês ou a cada 2 meses.

Estendo até mesmo esse comentário para outras formas de entretenimento, como filmes e músicas. Filmes por sinal já vi muitos (o suficiente pra dizer que já se tornaram manjados), enquanto documentários e material didático (e ebooks) não o suficiente.

Você conclui tudo na vida com base em evidências que podem ser universalmente conferidas e na ausência dessas últimas em indícios (do contrário afirmativas tipo "o Universo tem 13 bilhões de anos" ou "X matou Y" não poderiam ser feitas, pois ninguém pegou um Delorean e foi lá conferir).

Só que tanto se pode concluir algo como impor. Não há problema algum neste último, ao contrário do que você indica, pois se fosse assim todos teriam que aguentar calados e se f.oderem independente do que fosse feito lá fora.

Não, você tem todo o direito de protestar e de 1001 formas diferentes, seja com políticos, seja com ações na justiça (caso dos medidores, torres que tentam instalar em locais habitados, etc.) e por aí vai.

Dizer que "cada um tem a sua verdade" não faz sentido, se for assim então tudo pode ser relativizado e qualquer argumentação é inócua, pois não se pode chegar a lugar algum.

"A verdade é verdade mesmo que ninguém acredite nela. A mentira é mentira mesmo que todos acreditem nela."

A verdade não é imposta, se 10 ou 1 bilhão de pessoas chegam a uma conclusão não significa nada, pois a verdade continua ali, existindo, pura e simplesmente, quer acreditemos nela ou não, quer a aceitemos ou não. Quer existamos ou não.

A razão, em sua essência, liberta o indivíduo. Se ela é pervertida é outra coisa.

Outra coisa:

Que m.erda adiantaria citar autores disso, livros daquilo e o c.aralho se no final eu fosse exatamente igual a qualquer outro imbeci.l, incapaz de qualquer tipo de contestação, até mesmo daquilo em que acredito?

Eu acho incrível pessoas que estudam tanto, leem tanto, citam autores de tudo quanto é tipo e o c.aralho... Mas pra quê?

Pra mostrar que leu!

AAH! EU LI! EU SEI! VOCÊ NÃO SABE! EU SEI MAIS DO QUE VOCÊ! HUHUHU HU

Não, meus caros: eu leio, pesquiso e me aprofundo em QUALQUER COISA pra me tornar uma pessoa melhor, o que automaticamente se reflete numa sociedade melhor, mais consciente e justa.

Eu não leio ou repito o que descubro como um i.diota qualquer que não se diferencia em nada de qualquer outro.

Discordar é natural e esperado, apesar que diante do que foi dito fica realmente difícil argumentar que estou errado em praticamente tudo.

Já apreciei isso que você chama de "cultura", hoje vejo que é perda de tempo. Talvez porque já tenha ficado manjado pra mim eu veja dessa forma, e pros outros não... Mas enfim, cada um sabe como aproveitar melhor o próprio tempo.

O que sugiro apenas é que não se deixe escravizar 24h/dia para toda esta tecnologia. Ninguém se preocupará com a SUA saúde a não ser você mesmo. E quando digo ninguém estou me referindo a QUALQUER PESSOA, sejam parentes, médicos, amigos... use este (e outros) conhecimento(s) em benefício próprio, independente da anuência alheia.
muito bom. Fiquei assustado com a quantidade de aumento dessas doenças tão graves.
 
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#30
Hum.... sobre postura achei (embora em inglês) uns PDFs interessantes:
https://www.physiomed.co.uk/well-being-zone/lower-back/guides

Tablets e smartphones são campeões em detonar essa parte. Aliás, todo tipo de computador, bem antes de surgirem iPADs e iPhones.

Um dos PDFs diz:



Você deve sentar a uma distância confortável do monitor, em que possa ler com facilidade textos, com sua cabeça e seu torso (a parte do corpo excluindo a cabeça e membros) em postura ERETA, e suas costas apoiadas pela cadeira. A distância preferível fica entre 50 cm a 1 metro, dos seus olhos até a parte frontal da tela do computador (a distância é do tamanho do SEU braço). Claro que quanto maior a tela mais longe você precisa ficar.

Computadores modernos tem elementos (na tela) bem pequenos, que dificultam a leitura sem que você se posicione PARA A FRENTE para enxergar melhor, algo que não é ideal pro pescoço. O ângulo da tela de uma posição vertical suscita debates/controvérsia, mas uma ligeira inclinação do monitor em aproximadamente 10-20 graus é recomendada.



Ainda que isso reduza a fadiga (no pescoço) ao melhorar o "passeio" dos seus olhos "escaneando" a tela, inclinar o monitor pode aumentar o reflexo de luz de luzes no topo do seu ambiente, o que não seria indicado. *

Se em dúvida deixe o monitor sem inclinação.

*******
* Sobre esse ponto eu jamais recomendo ligar luzes no teto, e sim mantê-las escondidas, atrás do próprio monitor seria uma boa. Se isso não for feito a tela de QUALQUER APARELHO ficará péssima pra ler (ainda mais se não tiver um antireflexo na tela, que seja decente - característica de modelos novos), o que irá gerar cansaço visual de qualquer forma. Pesquisem por BIAS LIGHTING.

https://www.digitaltrends.com/home-theater/bias-lighting-for-tv/

Basicamente consiste em você "esconder" (tornar discreta) a iluminação do seu ambiente, de modo a não ofuscar a luz que já é emitida pelo monitor LCD ou tablets/celulares. Isso facilita enormemente a leitura e diminui pra c.aralho o desgaste visual.

*****
Continuando: o PDF fala de mouse, teclado e laptop, em como se pode melhorar a postura (com a compra inclusive de suporte, que ajuda nisso). Sobre tablet, que é o que eu uso (um iPAD), vamos ver o que a matéria fala.



Essa posição da foto é comum, mas é ruim. Motivo: esforça (estressa) mais o pescoço e os ombros.



Essa segunda foto mostra um "suporte" pra tablet, feito pra usar no colo. Embora melhor que a anterior (para o pescoço e ombros) ainda assim é desaconselhável porque aumenta a pressão nessas áreas do corpo e tem a desvantagem de forçar mais o pulso e a mão, já que os braços estão num ângulo errado.



Já aqui o tablet está mais alto, o que é bem melhor para o pescoço e ombros, enquanto a tela estiver erguida, para que o topo esteja quase que em linha reta com os olhos, e a inclinação está em torno de 10-20 graus. Dá pra melhorar mais ainda com a adição de um teclado remoto e um mouse.



Por fim essa daqui é mais pra ver entretenimento, geralmente com o tablet numa mesa. É ruim porque aumenta também o estresse no pescoço e ombros, e é uma posição desfavorável pros pulsos e mãos, apesar da interação com os dois ser mínima.

Então fica a pergunta: o que seria ideal?

Quem está usando várias horas por dia pode pegar um suporte pra posicionar o tablet ereto, e manter uma postura neutra para a cabeça e pescoço. O texto diz pra alinhar o tablet com os olhos e inclinar o aparelho um pouco. E evitar esticar o braço pra alcançar o teclado, é pra fazer o inverso. Contanto também que os cotovelos fiquem em 90 graus e os braços para os lados (imagino que isso aqui seja uma referência a cadeira ter apoios de braço).

E a cada 20 minutos olhar a 6 metros de distância, por 20 segundos, pra descansar.

"E lembre-se, só porque tem um tablet não deve se sentar incorretamente".

O que eu fiz aqui em casa foi:

1) Comprar uma cadeira melhorzinha (e preço não quer dizer nada, peguei uma Aeron mas dispensei porque incomodava).

Essa do vídeo tem não só apoio pros braços como permite sentar numa postura ereta, e posicionar a cabeça/pescoço como o texto diz:



2) Mandei fazer uma mesa com 90 cm de altura, contra 75 cm daquela do meu PC. A mesa de 90 cm é exclusiva pra tablet (ou Kindle/outro tipo de portátil).

A de 90 cm não serve para digitar. Mas se o objetivo for apenas ficar olhando pra tela eu acho ideal, pois fica na altura dos olhos.

Segue um vídeo dela:


3) Reparem que o tablet está num suporte que também comprei. Pro iPAD eu recomendaria o da Lamicall:

https://bit.ly/2D8LphG

Há também esse daqui:

https://amzn.to/2OW9jn9

Que é legalzinho, mas se for pra escolher entre os dois pra essa minha mesa o primeiro é melhor, mais robusto.

Claro, isso tudo nessa mesa mais alta que pedi pra fazer, pois em outras o tablet fica abaixo da altura dos olhos, o que força o pescoço já que a pessoa precisa olhar pra baixo.



É importante frisar essas paradas de postura porque sem dúvida alguma TODOS os usuários erram nesse ponto e mais tarde quando rolar mais esse problema de saúde pode ser difícil contornar. Ortopedista é uma das especialidades mais procuradas pelo que vejo.
 
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#31
Já foi provado por pesquisas cientificas que bater nos filhos podem levar a problemas no futuro como depressão, obesidade, problemas de raiva, violência, problemas cognitivos e tantos outros, então se vc concorda que a tecnologia pode trazer problemas de saúde para as pessoas então tem que admitir que "educar" com palmadas também, mas vcs conservadores hipócritas são seletivos quanto as coisas que a ciência diz que faz mal.
Sobre esse ponto discordo, mas pelo seguinte motivo: acho que há diferença entre bater pra valer/espancar e ser enérgico com o filho pra que ele obedeça, da mesma forma que isso tem que ser feito com um animal irracional como um cão pra que fique claro "quem manda" ali. Pais permissivos criam "monstros" pro futuro, e na realidade não estão nem aí pros filhos.

Senão vejamos o que diz essa matéria antiga da SUPER:

https://super.abril.com.br/ciencia/cachorroeu-sou-um-canalha/

(...)

Ao contrário do que reza o ditado, não existe no mundo canino a idéia de “amizade”, de “igualdade”: uns sempre estão acima dos outros. Quando você entra em casa e seu enorme pastor alemão pula no seu peito, você pode imaginar que está ganhando um abraço fraterno. “Ele gosta de mim”, você pensa. “Não é nada disso”, diz Budiansky. “Cães selvagens pulam uns nos outros para demonstrar dominação. Os indivíduos dominantes pulam em cima dos dominados. Se um dominado tentar inverter essa ordem, pode ter certeza de que haverá um sério arranca-rabo”, diz. Ou seja, o recado que o pastor alemão quer dar enquanto bate as patas no seu peito é: “Sou seu chefe. Tudo bem para você?” Se você sorri ou o afaga nessa hora, é o mesmo que responder: “Beleza. Pode mandar que eu obedeço”. Daí, uns dias depois, você tenta contrariar o bicho, pondo-o para fora de casa na hora de dormir, negando-lhe um sanduíche de presunto ou brigando com ele porque ele destruiu sua Super novinha (que ele sabia que você gostava de ler). Resultado: mordida.

Essa confusão se deve a outra fraqueza humana: somos autocentrados demais. Achamos que tudo o que os outros fazem é para nós. “Quando um cão destrói algo, concluimos que ele faz isso só para se vingar de algo ”, diz Irvênia Prada, especialista em neuroanatomia animal da Universidade de São Paulo. “Mas isso é antropomorfizá-los. Cães até são capazes de algumas emoções, mas não conseguem arquitetar atitudes complicadas, como uma vingança.” O mais provável é que o xixi no tapete seja só um pedido de atenção, ou um teste para checar quem mesmo é que manda em casa.

O ser humano tem fixação em ficar quebrando a cabeça para descobrir o que os outros pensam dele. Afinal, essa capacidade de lidar com relações complexas é a base da nossa sociedade. Nos preocupamos com o que o cachorro acha de nós, se ele está com raiva, se gosta da gente, se planeja nos atacar. Os cães são bem mais materialistas – eles querem saber o que nós fazemos por eles – pouco lhes interessa o que pensamos. A sociedade deles é bem mais simples: uns mandam, outros obedecem. Estão interessados é em ganhar cafuné ou um biscoito extra. E, se deixarmos claro quem é que manda, eles vão fazer de tudo para nos agradar e ganhar seus prêmios. Agora, se houver dúvidas a respeito de quem está no comando, os bichos tentarão tirar de nós o que querem à força.

Por isso, educar um cachorro é bem diferente de educar uma criança. “Algumas providências simples evitam grandes problemas”, afirma Budiansky. “Temos que ensiná-lo desde filhote a obedecer a comandos. Por exemplo, só dar comida depois que ele estiver sentado. Só fazer carinho depois que ele parar de pular.” Uma criança humana precisa de amor incondicional – ela odiaria ser tratada desse jeito. Mas, para um cão, isso mostra qual a hierarquia dele dentro da sua casa. Se uma criança chora, há algo errado que precisa ser resolvido. Se um cachorro chora, late sem parar ou se finge de doente, e ganha um osso a cada vez que faz isso, fica condicionado a agir dessa forma sempre que precisar de alguma coisa. “Os cães esperam, e precisam, de limites”, diz a veterinária e psicóloga Hannelore Fuchs, uma das maiores especialistas em comportamento animal do Brasil e dona da simpática vira-lata Violeta, que lambeu o pé da reportagem da Super durante boa parte da entrevista.


(...)

*****
"Uma criança precisa de amor incondicional" = OK, mas você não pode se esquecer que até que ela cresça ainda não está mentalmente desenvolvida, assim como o próprio cachorro. Claro que não é pra castigar uma criança obrigando ela a ficar numa casinha de cachorro - porém se deve agir a tal ponto que ela deixe de praticar certos atos por medo de punição. Do contrário eu poderia tacar o f.oda-se e não ensinar que pular de um precipício a mataria. E aí a culpa seria dos pais, não dela.

O mal da modernidade é que queremos 1001 direitos, desde que não arquemos com NENHUM dever. Todo mundo quer o "venha a nós", a "vosso reino" NADA.

Veja o caso dos malucos que morrem jogando mais de 24 horas direto: se houvesse alguém pra chutar a p.orta e internar o sujeito num centro de reabilitação desse que foi descrito no documentário da China esse tipo de tragédia não aconteceria. Você pode estender isso também pro pessoal que quer ser aceito pelo corpo que tem, mas pesa 200 quilos. Ou seja, está pregando que quem deseja uma vida saudável e fala que a grama é verde é um nazista filha da p.uta.

De fato, você falar que a grama é verde hoje em dia é ser chamado de teórico da conspiração (entre outros xingamentos habituais da esquerda).
 
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#33
Até palmadas leves prejudicam? Em qual contexto?

Ah tá, então filhos não devem temer punição alguma e devem crescer sem limites, guiados pela escola, que doutrina diariamente. Vai ver por isso que todos cientistas que conheci ate hoje são esquerdistas até a alma... menos, amigo. Pra algumas coisas a ciência é útil, mas pra determinar questões morais e a conduta do ser humano é falha e permissiva (pra não dizer falseada). Só ver que agora estão pregando que pedófilos são doentinhos que merecem compaixão, já teve até TED TALK disso. Com homossexualismo foi a mesma coisa, até em 1990 deixar de ser transtorno mental.

Daqui a pouco não será mais crime e dizer que é coisa de doente é que levará alguém pra cadeia. Idem pra zoofilia e outras parafilias.

E videogames prejudicam, mas é claro que quando falo isso é em excesso. Não da pra comparar quem joga 1 vez por semana ou mês e por 2 horas com doentões que passam 10 horas por dia. Idem pra exposição à radiação citada em excesso. E ninguém quer a verdade, as pessoas só aceitam o que as convém.
 

Zorbak

Habitué da casa
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#34
Mísseis nucleares dos EUA , ainda são controlados por disquetes dos anos 70,
e o arsenal nuclear não vai ficar com muita tecnologia tão cedo! :lolwtf
 
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#35
Ih, alá

Alá

Talvez esse seja o melhor resumo sobre o tema da radiação que eu citei



Essa é a mulher que fez uma pesquisa em Minas: Adilza Condessa Dode

http://pegasus.portal.nom.br/telefonia-celular-e-as-neoplasias-malignas/

E por aí vocês veem que não basta só algumas medidazinhas dentro de casa pra diminuir a exposição

Tem os outros usando a sua volta (a comparação com cigarros/fumantes passivos é perfeita. Até mesmo pode-se dizer que no começo ninguém dizia que fumar causava problema de saúde, levou muitas décadas pra se admitir)

Reparem que em dado momento da entrevista a mulher diz que em países mais desenvolvidos as operadoras reduzem a tal exposição (que no B.ostil é 100 vezes maior), e ainda assim todo mundo pega o sinal do celular NUMA BOA.

Quer dizer, não é só o usuário, TODAS essas companhias de telecomunicação estão c.agando pra saúde das pessoas.

Elas poderiam SIM fazer produtos ou instalar de forma consciente

Mas optam por economizar e colocar um preço na vida de cada um.

Tudo pelo lucro e dane-se o resto.

É pior do que vocês podem imaginar.

Quanto a isso repito o que eu disse sobre já haver até mesmo decisão na justiça confirmando:

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2...ores-da-radio-vaticano-e-casos-de-cancer.html

https://oglobo.globo.com/economia/c...bral-foi-causado-pelo-uso-do-celular-21239096

Assim como ocorre quando alguém cola um celular no ouvido (e a proximidade aumenta PRA C.ARALHO a radiação de radiofrequência (RF) recebida (fora campo magnético), se começarem a instalar torres de comunicação a rodo (próximas de locais habitados - o que aliás é uma das promessas do 5G) mais pessoas:

- Morrerão
- Terão problemas de saúde agravados

E isso também vale pra morar perto de redes de transmissão de energia elétrica:
https://www.diariodasaude.com.br/ne...des-transmissao-energia-causar-cancer&id=4611

O risco com campos magnéticos é o mesmo da radiação dos celulares. Vide o caso da Eletropaulo, que foi parar no STF (onde lá admitiram que seria viável reduzir esses campos, apenas seria custoso).

Se a gente pesquisar vai descobrir que até uma distância X de uma torre dessas você é exposto a uma radiação que pode ou não ser segura.

http://www.emfwise.com/distance.php

https://emfinfo.org/guidelines-distance.html

http://www.emf-health.com/articles-celltower.htm

http://electromagnetichealth.org/electromagnetic-health-blog/emf-help-blog™-5/

Segue uma explicação pra essa diminuição:

"A lei do inverso do quadrado da distância diz que a intensidade da radiação é inversamente proporcional ao quadrado da distância, ou seja, a intensidade (quantidade) de radiação reduz na proporção do quadrado do aumento da distância. Se a distância dobra, a intensidade reduz por um fator 4, se triplica, reduz a um fator 9, e assim por diante. Esse fato se dá por conta de a quantidade de radiação ser a mesma mas, devido à diverência do feixe, a área que ela vai irradiar aumenta. Assim a quantidade de radiação por unidade de área vai reduzindo com a distância."

Sobre as tais torres não dá pra colocar aqui que pra TODAS é a mesma distância (a adequada), porque evidentemente tanto praquelas de wireless/celular como pras de rádio depende da potência do transmissor. Mas evidente que pra alguns casos isso tem que ser vários QUILÔMETROS.

Vejam que um dos links diz:

"Um estudo relativo a torre de rádio do Vaticano encontrou risco de câncer dentro de um raio de 8 km. Diz-se que a mesma possui um transmissor de 500 kW para o Extremo Oriente e a América Latina."

Já torres wireless tem tem pesquisas relatando câncer ou outros efeitos colaterais num raio de 300-400 metros.

Essa seria outra vantagem de ter esses tipos de medidores (gaussímetro e RF): pra sondar se o local pra onde vamos nos mudar vale a pena.

Abaixo dá pra ver como ficaria a medição aqui em casa se o wi-fi do roteador fosse desligado. Desliguei o do meu apartamento e o do apto do lado, que é de um parente que compartilha (apesar do fato dos dois estarem usando potência de transmissão baixa, e beacon interval modificado, o que por si só já baixa a radiação BASTANTE), só pra poder gravar:


Ainda assim não fica lá embaixo, porque tem sempre os vizinhos.

Já afastado da civilização fica assim:


Nesse último vídeo mesmo sem wi-fi ele ainda capta o sinal de celular, porque é bem raro achar um lugar sem esse último.
 

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