O que há de Novo?


Nintendo Switch | Tópico Oficial do "Vai Falir!"

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#1
Esse tópico não se destina à discussões ou menções sobre desbloqueio, pirataria e afins. Existem outros tópicos que se aprofundam no assunto como:
https://forum.outerspace.com.br/index.php?threads/já-tem-gente-conseguindo-hackear-o-switch.478669/ e
https://forum.outerspace.com.br/index.php?threads/nintendo-switch-est%C3%A1-oficialmente-hackeado.514419/




Nintendo Switch será lançado nos EUA e em outros mercados no dia 3 de março, custando 299 dólares. A Nintendo abandonará a trava de região e o serviço online será pago, apesar de inicialmente contar com um trial gratuito.

O console terá 32GB de memória interna e a tela do portátil terá 6,2 polegadas com resolução de 1280 x 720. Foi dito que a bateria poderá durar mais de 6h mas variando de acordo com os jogos e condições. Zelda BOTW por exemplo, poderá ser jogado por cerca de 3h em um único carregamento.

O bundle incluirá além do console; o dock; um par de joy-cons (pretos ou coloridos); suporte para acoplar os controles; pulseiras para os joy-cons; e cabos de energia e hdmi.


 
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#2
JOGOS APRESENTADOS NA E3 2018 BY @_dreh_


HOJE

- Fortnite
- Hollow Knight
- Sushi Striker
- FIFA 18
- Paladins
- Fallout Shelter
- NOVO DEMO Octopath Traveler
JUNHO
- Minecraft
- Mario Rabbids DLC Donkey Kong
- Wolfstein 2
- Mario Tennis
JULHO
- Octopath Traveler
- Captain Toad Trasure Tracker
- Crash Bandicoot Trilogy
AGOSTO
- Overcooked 2
- Monster Hunter Generations Ultimate
SETEMBRO
- Xenoblade Chronicles 2
- FIFA 19
- SNK Heroines
OUTUBRO
- Super Mario Party
- Star Link Battle for Atlas
- Arena of Valor
- Just Dance
- Megaman 11
NOVEMBRO
- Pokemon Let´s Go / Poke Ball Plus
DEZEMBRO
- Carcassonne
- Super Smash Bros.
VERÃO 2018
- Dark Souls
- DLC Splatoon
OUTONO 2018
- Arena of Valor
- Pixark
- ARK Survival Evolved
- Wasteland 2
- The World Ends With You
ATÉ O FIM DE 2018
- Killer Queen Black
- Drangonball Fighter Z
2019
- Daemon x Machina
- Fire Emblem (primavera)
- Ninjala
 
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Fidid0

Bam-bam-bam
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#23
Ainda não entendi que tipo de hardware seria esse, mas tudo bem rs
Poderia ser como o PC ou Android. Os jogos identificariam o hardware em que estariam rodando, escalando os specs pra se adequar aquele hardware.

Exemplo, eu compro o mario kart 8. Eu poderia rodar no console de mesa em full glory ou no portátil com specs mais modestas. Os jogos não ficariam mais presos a um hardware específico.

Eu particularmente acho impossível a Nintendo fazer uma coisa dessas, jamais eles vão permitir que eu compre um jogo pra rodar em qualquer hardware.
 

Kise Ryota

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#24
Poderia ser como o PC ou Android. Os jogos identificariam o hardware em que estariam rodando, escalando os specs pra se adequar aquele hardware.

Exemplo, eu compro o mario kart 8. Eu poderia rodar no console de mesa em full glory ou no portátil com specs mais modestas. Os jogos não ficariam mais presos a um hardware específico.

Eu particularmente acho impossível a Nintendo fazer uma coisa dessas, jamais eles vão permitir que eu compre um jogo pra rodar em qualquer hardware.
É que o @tortinhas10 falou de retrocompatibilidade. Retro é pq é compatibilidade com jogos de sistemas antigos. Por isso eu não entendi que tipo de hardware seria esse que teria retro com todos os consoles da nintendo, sendo que eles precisam mudar a arquitetura, que tem sido praticamente a mesma desde o NGC.

Se for esse caso de compatibilidade via software, aí é diferente. Não sei a que o tortinhas se referia.

Quanto a sua frase final, a questão aí seria pq a nintendo não consegue abastecer com qualidade e quantidade duas plataformas sozinha (portátil e console de mesa). E como sabemos que as 3rds não são presença garantida (provável que o contrário), assim ela poderia lançar um jogo que rodaria nas duas plataformas. Peguemos o MK8 como exemplo. Poderia ter vendido muito mais se tivesse sido lançado pra um portátil que pudesse comportar o jogo, pq a base do wii u é pequena (e ainda vendeu muito). Não vale a pena pra nintendo forçar a compra de um hardware pq ela não ganha na venda do hardware de qualquer forma (até ganha no caso do 3ds). O negócio dessas empresas geralmente é se focar na venda do software. A niintendo que vinha lucrando bastante na venda de hardware defasado, mas acho que isso não vai ajudar mais. Então se ela conseguir colocar um mesmo jogo em diferentes plataformas é mais jogo pra ela.

Mas eu não faço ideia do que eles estão pensando em fazer. A situação é complicadíssima.
 

tortinhas10

É Nintendo ou nada!
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#25
É que o @tortinhas10 falou de retrocompatibilidade. Retro é pq é compatibilidade com jogos de sistemas antigos. Por isso eu não entendi que tipo de hardware seria esse que teria retro com todos os consoles da nintendo, sendo que eles precisam mudar a arquitetura, que tem sido praticamente a mesma desde o NGC.

Se for esse caso de compatibilidade via software, aí é diferente. Não sei a que o tortinhas se referia.

Quanto a sua frase final, a questão aí seria pq a nintendo não consegue abastecer com qualidade e quantidade duas plataformas sozinha (portátil e console de mesa). E como sabemos que as 3rds não são presença garantida (provável que o contrário), assim ela poderia lançar um jogo que rodaria nas duas plataformas. Peguemos o MK8 como exemplo. Poderia ter vendido muito mais se tivesse sido lançado pra um portátil que pudesse comportar o jogo, pq a base do wii u é pequena (e ainda vendeu muito). Não vale a pena pra nintendo forçar a compra de um hardware pq ela não ganha na venda do hardware de qualquer forma (até ganha no caso do 3ds). O negócio dessas empresas geralmente é se focar na venda do software. A niintendo que vinha lucrando bastante na venda de hardware defasado, mas acho que isso não vai ajudar mais. Então se ela conseguir colocar um mesmo jogo em diferentes plataformas é mais jogo pra ela.

Mas eu não faço ideia do que eles estão pensando em fazer. A situação é complicadíssima.

Só pegaria o WiiU a retrocompatibilidade, pois terá a mesma arquitetura. O resto, sei lá, coloca digitalmente.

E o WiiU rodará os futuros jogos do NX, só que com gráficos piores.
 

Fidid0

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#26
É que o @tortinhas10 falou de retrocompatibilidade. Retro é pq é compatibilidade com jogos de sistemas antigos. Por isso eu não entendi que tipo de hardware seria esse que teria retro com todos os consoles da nintendo, sendo que eles precisam mudar a arquitetura, que tem sido praticamente a mesma desde o NGC.

Se for esse caso de compatibilidade via software, aí é diferente. Não sei a que o tortinhas se referia.

Quanto a sua frase final, a questão aí seria pq a nintendo não consegue abastecer com qualidade e quantidade duas plataformas sozinha (portátil e console de mesa). E como sabemos que as 3rds não são presença garantida (provável que o contrário), assim ela poderia lançar um jogo que rodaria nas duas plataformas. Peguemos o MK8 como exemplo. Poderia ter vendido muito mais se tivesse sido lançado pra um portátil que pudesse comportar o jogo, pq a base do wii u é pequena (e ainda vendeu muito). Não vale a pena pra nintendo forçar a compra de um hardware pq ela não ganha na venda do hardware de qualquer forma (até ganha no caso do 3ds). O negócio dessas empresas geralmente é se focar na venda do software. A niintendo que vinha lucrando bastante na venda de hardware defasado, mas acho que isso não vai ajudar mais. Então se ela conseguir colocar um mesmo jogo em diferentes plataformas é mais jogo pra ela.

Mas eu não faço ideia do que eles estão pensando em fazer. A situação é complicadíssima.
Vc tem vários impedimentos com essa abordagem. A primeira é com o sistema. Um sistema desse porte tem wue ser fluído, robusto e adaptável, não é qualquer um que sabe fazer isso e nós sabemos que a Nintendo não é exatamente uma Microsoft nesse assunto.

Segundo que há o modelo de negócios. Permitindo que os jogos sejam vendidos como licenças pra rodar em diferentes techs impede a Nintendo de vender diferentes Zeldas e Marios nas suas plataformas, há uma diferença entre lançar um Mario no portátil e um no console de mesa ou lançar dois Marios no ano pra qualquer plataforma. O primeiro caso é visto como "agradar ambos os públicos", o segundo é visto como "atitude mercenária".

Em terceiro vêm o escopo. Por mais que vc diminua os gráficos, há outras questões que diferenciam um jogo de portátil e console de mesa. Os jogos sempre seriam capados pra caber no hardware menos poderoso.

Em quarto vêm a mídia. A menos que a Nintendo aposte em distro puramente digital eu não creio que eles consigam fazer uma mídia física capaz de ser lida por qualquer hardware.

E por último tem a interface. Todas as suas plataformas futuras teriam que ter a mesma interface. Nós sabemos como a Nintendo ama controles "criativos" e "inovadores", então não.
 

Kise Ryota

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#27
Só pegaria o WiiU a retrocompatibilidade, pois terá a mesma arquitetura. O resto, sei lá, coloca digitalmente.

E o WiiU rodará os futuros jogos do NX, só que com gráficos piores.
Eu acho muito improvável que a nintendo vá repetir a mesma arquitetura do wii u. Ou ela irá de algum SoC da AMD (x86) ou irá de ARM. Isso exclui qualquer (retro)compatibilidade com o wii u.
 
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#29
[

o hardware é o menos importante aí.

Pense em um android e os jogos que pegam em qualquer celular.
Poderia ser como o PC ou Android. Os jogos identificariam o hardware em que estariam rodando, escalando os specs pra se adequar aquele hardware.

Exemplo, eu compro o mario kart 8. Eu poderia rodar no console de mesa em full glory ou no portátil com specs mais modestas. Os jogos não ficariam mais presos a um hardware específico.

Eu particularmente acho impossível a Nintendo fazer uma coisa dessas, jamais eles vão permitir que eu compre um jogo pra rodar em qualquer hardware.
Isso seria um sonho, mas também acho bem improvável que a Nintendo adote uma postura tão aberta.

Ficaria feliz se essa ideia fosse aplicada ao menos em um gadget próprio - o tal do console híbrido.

Ela lançaria o NX de mesa com um controle tradicional ou algum gimmick novo e este teria total compatibilidade com o modelo handheld que seria vendido à parte. Ambos rodariam os mesmos jogos mas com resoluções diferentes. Futuramente a empresa poderia até lançar modelos revisados (como sempre fez com seus portáteis), oferecendo assim várias opções e preços variados para o consumidor.

Poderíamos ver então - citando como exemplo - um pokémon tradicional e um ao estilo Pokkén na mesma plataforma.

Mas não sei até que ponto isso seria viável em termos técnicos e comerciais.
 

Kise Ryota

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#30
Vc tem vários impedimentos com essa abordagem. A primeira é com o sistema. Um sistema desse porte tem wue ser fluído, robusto e adaptável, não é qualquer um que sabe fazer isso e nós sabemos que a Nintendo não é exatamente uma Microsoft nesse assunto.
O que não impede disso acontecer, pq não é a nintendo que necessariamente tenha de fazer isso. Ela tem duas opções: comprar uma empresa ou fazer parceria com alguma (google por exemplo). Riscar essa possibilidade só pq a nintendo não tem know-how em desenvolvimento de sistemas complexos não faz sentido.

Segundo que há o modelo de negócios. Permitindo que os jogos sejam vendidos como licenças pra rodar em diferentes techs impede a Nintendo de vender diferentes Zeldas e Marios nas suas plataformas, há uma diferença entre lançar um Mario no portátil e um no console de mesa ou lançar dois Marios no ano pra qualquer plataforma. O primeiro caso é visto como "agradar ambos os públicos", o segundo é visto como "atitude mercenária".
Modelo de negócios pode estar sempre mudando, uma empresa precisa se adaptar ou morre. A nintendo vive uma situação bastante difícil no mercado, e fazer isso seria uma boa tentativa. Pegue o Smash 4 por exemplo, é quase o mesmo jogo nas duas plataformas. Quanto de dinheiro foi gasto para fazer o game rodar no 3DS? Se fosse uma única arquitetura, ela acabaria com esse custo. Ainda assim, ela pode definir um jogo como exclusivo de um hardware. Ex: pegando o Smash 4 mesmo, ela poderia fazer uma versão exclusiva do portátil (com diferentes personagens e cenários) e outra do console de mesa, e ainda assim os dois sistemas teriam a mesma arquitetura e seria basicamente a mesma engine rodando. Particularmente eu não gosto desse modelo, acho que não deveria ser por aí... mas ela pode fazer.

E eu não vejo nenhuma atitude mercenária aí. Aliás, acho o contrário. Acho que seria ótimo se eu pudesse jogar um game sem depender de um sistema. Digamos que eu não goste de portáteis mas tenho o console de mesa, vou ficar sem um zelda específico só pq não quero comprar um? Não... ela lança o mesmo jogo pras duas plataformas, dadas as limitações técnicas de cada uma, e pronto... eu posso jogar sem ter que comprar o hardware, e ela (nintendo) pode vender o jogo pra mim, uma venda que antes não existiria. E como eu falei, me forçar a comprar o hardware não é algo fundamental pq essas empresas visam ganhar na venda do software, e acho que a nintendo tem que parar de lançar hardware defasado. Não tá colando mais. E desse jeito ao invés de lançar um zelda para portátil e um zelda diferente pro console de mesa, ela pode pegar o tempo e dinheiro salvo e lançar dois zeldas diferentes que rodarão em ambas as plataformas. No final o jogador vai receber a mesma coisa.

Em terceiro vêm o escopo. Por mais que vc diminua os gráficos, há outras questões que diferenciam um jogo de portátil e console de mesa. Os jogos sempre seriam capados pra caber no hardware menos poderoso.
Eu acho que isso não é problema pra nintendo, pq os jogos dela tecnicamente já são capados há tempos. Ela não se importa com esse tipo de coisa. MK8 rodaria fácil num portátil. Ela se dedica mesmo é na parte artística (que faz uma boa diferença). Vc não vê uma A.I. ou uma física mais complexa num jogo da nintendo. Seus games são mais simples do ponto de vista técnico, o que coincidentemente cabe perfeitamente nessa proposta.

Em quarto vêm a mídia. A menos que a Nintendo aposte em distro puramente digital eu não creio que eles consigam fazer uma mídia física capaz de ser lida por qualquer hardware.
Não existe jogos em mídia para smartphones e nem por isso deixam de serem vendidos/baixados. Realmente não vejo um ponto importante aí. Até pq os jogos da nintendo mesmo pro wii u não são pesados em termos de espaço em disco, e um game de portátil que teria texturas mais baixas e etc seria bem mais compacto. Se vc tem o jogo em disco no console de mesa, bastaria baixar no portátil e pronto.

E por último tem a interface. Todas as suas plataformas futuras teriam que ter a mesma interface. Nós sabemos como a Nintendo ama controles "criativos" e "inovadores", então não.
Não necessariamente. Nem o windows oferece compatibilidade com todos os jogos lançados pra esse sistema. A nintendo pode obrigar sim a compra de novos hardwares sem problema algum IMO (mantendo a retro apenas).
 
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Kise Ryota

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Eu não acho. Pq vc acha que existiria alguma compatibilidade nativa entre diferentes arquiteturas? Pq eu não estou falando de ter que trabalhar em ports, isso perderia completamente o sentido da questão.

edit

a menos que eles peguem um ARM e que seja tão fraco que o wii u possa emular. aí haveria compatibilidade de uma via.
 
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tortinhas10

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Isso seria um sonho, mas também acho bem improvável que a Nintendo adote uma postura tão aberta.

Ficaria feliz se essa ideia fosse aplicada ao menos em um gadget próprio - o tal do console híbrido.

Ela lançaria o NX de mesa com um controle tradicional ou algum gimmick novo e este teria total compatibilidade com o modelo handheld que seria vendido à parte. Ambos rodariam os mesmos jogos mas com resoluções diferentes. Futuramente a empresa poderia até lançar modelos revisados (como sempre fez com seus portáteis), oferecendo assim várias opções e preços variados para o consumidor.

Poderíamos ver então - citando como exemplo - um pokémon tradicional e um ao estilo Pokkén na mesma plataforma.

Mas não sei até que ponto isso seria viável em termos técnicos e comerciais.

anotem e me cobrem.

vai ser do jeito que o fido dido falou.
 

LucianoBraga

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Eu não acho. Pq vc acha que existiria alguma compatibilidade nativa entre diferentes arquiteturas? Pq eu não estou falando de ter que trabalhar em ports, isso perderia completamente o sentido da questão.
a menos que eles peguem um ARM e que seja tão fraco que o wii u possa emular. aí haveria compatibilidade de uma via.
Ah, bem, tem o caso do X360 pro One agora, em que eles desenvolveram uma espécie de "wrapper" - porra, não falo isso desde a época de Glide - pra fazer a conversão on-the-fly do código de X360 pro One, com sucesso respeitável. Há partes de código que dá pra jogar pra GPGPU, fora que os requisitos de sistema variam demais de um jogo pra outro.

Como eu disse, "qualquer" é muito. Mudar a arquitetura fecha muitas portas, claro, mas não todas.
 

Kise Ryota

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Ah, bem, tem o caso do X360 pro One agora, em que eles desenvolveram uma espécie de "wrapper" - porra, não falo isso desde a época de Glide - pra fazer a conversão on-the-fly do código de X360 pro One, com sucesso respeitável. Há partes de código que dá pra jogar pra GPGPU, fora que os requisitos de sistema variam demais de um jogo pra outro.

Como eu disse, "qualquer" é muito. Mudar a arquitetura fecha muitas portas, claro, mas não todas.
Verdade. Só a quantidade de jogos que irão rodar é bem pequena né? Não cheguei a olhar a fundo sobre isso pq xbox não é minha praia, mas tinha visto que seria uma % bem pequena da biblioteca do 360. É uma coisa difícil de fazer funcionar. Com a base do wii u então, não vale nem o $ gasto para criar lol
 

LucianoBraga

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Verdade. Só a quantidade de jogos que irão rodar é bem pequena né? Não cheguei a olhar a fundo sobre isso pq xbox não é minha praia, mas tinha visto que seria uma % bem pequena da biblioteca do 360. É uma coisa difícil de fazer funcionar. Com a base do wii u então, não vale nem o $ gasto para criar lol
Parece que vão ser mais de 100 no One logo de cara, com adições mensais. Não sei se fica tão caro tendo o código todo na mão.
 


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