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O Grande Jogo Global (EUA x China x Rússia)

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EUA alertam que Índia pode sofrer 'sérias implicações' se comprar sistema russo S-400

O funcionário acrescentou que Washington é fortemente contra a mistura de seus sistemas com os estrangeiros, dizendo que "há ameaças representadas pela compra de um S-400". É por isso que a Índia tem que escolher para onde "suas relações militares estão dirigidas" e "com quem vai compartilhar a mais alta tecnologia e esse ambiente operacional".

Até agora, as ameaças dos EUA não conseguiram impedir um fluxo constante de pedidos do S-400. Washington colocou uma pressão maciça sobre a Turquia para um acordo semelhante com Moscou. O país ameaça interromper as entregas de seus equipamentos militares pré-encomendados por Ancara e suspender os programas de treinamento para pilotos turcos de caças norte-americanos. Apesar disso, a Turquia espera que as primeiras baterias sejam entregues já neste ano.
 


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Putin se alia à China no Caso Huawei e anuncia início da “primeira guerra tecnológica”

Na presença do presidente chinês Xi Jinping, o mandatário do Kremlin disse que as tensões geopolíticas são provocadas por “países ocidentais que, apesar de tanto se gabarem de suas tradições liberais, agora pretendem impor uma maior hegemonia".

https://www.revistaforum.com.br/putin-se-alia-a-china-no-caso-huawei-e-anuncia-inicio-da-primeira-guerra-tecnologica/amp/



Gigante chinesa Huawei vai montar rede de 5G da Rússia

Acossada por Trump, empresa anuncia acordo com maior operadora de celular russa


https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/06/gigante-chinesa-huawei-vai-montar-rede-de-5g-da-russia.shtml
 

Vim do Futuro

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Parece que o gigante tá acordando:
 

mfalan

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Diretor do Telegram diz que novo ataque a aplicativo pode ter vindo da China
Mundo 13.06.19 16:01


O diretor executivo do Telegram confirmou, ontem, que o aplicativo de mensagens sofreu um ataque cibernético, e indicou que a China seja o país de origem.
O serviço foi atingido por um “poderoso ataque DDoS (negação de serviço)”, originado de sites na internet situados no país asiático, informou Pavel Durov.


O aplicativo explicou que o ataque cibernético coincidiu com protestos em Hong Kong, depois que várias “solicitações fake” surgiram nos servidores da rede social e fizeram a conexão cair.
“Esse caso não foi uma exceção”, disse Durov em tuíte, sem explicar a afirmação.





https://www.oantagonista.com/mundo/diretor-do-telegram-diz-que-novo-ataque-a-aplicativo-pode-ter-vindo-da-china/
 


mfalan

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Vai dançar porque muitas industrias da Turquia eram fornecedoras de peças pro F35. Perda de empregos.
 

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UE diz não ter estratégia se China frear exportações essenciais devido a atrito com EUA

União Europeia disse que não tem uma estratégia clara para garantir o suprimento contínuo de matérias-primas essenciais se a China, a maior fornecedora mundial de terra rara, usar estas exportações como alavanca na guerra comercial com os Estados Unidos.

A Comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmstrom, disse que a Comissão Executiva do bloco começou a analisar o assunto com cuidado, mas não desenvolveu uma estratégia clara.

"Certamente é algo que começamos a debater. Ainda não temos uma estratégia para isso".

"Mas isto é algo em que precisamos ter certeza de que ainda temos acesso", disse ela em um evento sediado pelo centro de pesquisa Bruegel de Bruxelas. "Esperamos que a guerra comercial não chegue a este nível".


As tensões cada vez maiores entre EUA e China provocaram temores de que Pequim use sua posição predominante de fornecedora mundial de terra rara como alavanca na guerra comercial entre as duas maiores potências do globo.


Canos em uma área de produção de terras raras jogam dejetos em uma
barragem perto da vila de Xinguang, na região chinesa da Mongólia Interior


As terras raras são um grupo de 17 elementos químicos usados em uma variedade ampla de produtos para consumo, de iPhones a motores de carros elétricos, e aplicações militares críticas, como motores de jatos, satélites e lasers.

Entre 2004 e 2017, a China foi responsável por 80% das importações de terras raras dos EUA. Poucos fornecedores alternativos têm sido capazes de competir com a China, que abriga 37% das reservas mundiais de terras raras.

Malmstrom disse que a dependência da produção chinesas de materiais essenciais é "um assunto muito complicado" que ilustra o absurdo das guerras comerciais.
 

Goris

Ei mãe, 500 pontos!
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Perda pra China, ganho pro Brasil.

Ei, não era no Brasil que tinha um ditador nazista que falava alguma coisa sobre minerais raros vendidos a preço de banana e era ridiculzarizado por isso?

Hmmm... Se eu fosse desses de procurar briguinha ideológica, diria que a turma que não se cansa de errar, errou de novo. Mas não vou me rebaixar a esse nível, quero papos sadios aqui na OS.
 

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O modelo chinês está se esgotando, para a próxima etapa vai ser necessário um relaxamento do controle estatal e uma diminuição do estado, mas é claro que isto não vai rolar.
Isso já era esperado, só se intensificou um pouco por causa da guerra comercial. Não é fácil brigar com o principal cliente que também é a principal potência do mundo, mesmo assim esse crescimento industrial é muito maior do que a média mundial ( relativamente ruim quando comparado apenas com a própria China ).

Além disso a China tem alguns problemas estruturais sérios, como por exemplo; alto endividamento bruto, envelhecimento da população, muitos inimigos internacionais e a guerra comercial ( que no curto prazo prejudica mais os chineses do que os americanos ). Tem outros problemas, mas esses são os principais.

Mas ela ainda tem muitos pontos fortes para lidar com qualquer forte desaceleração, como por exemplo: baixo endividamento público, poupança gigantesca, uma quantidade imensa de reservas cambiais, centenas de milhões de pessoas como exército de reserva econômica no campo ( muito espaço para aumentar a produtividade ), recursos humanos abundantes ( tanto em quantidade quanto em qualidade ). Tem outros fatores positivos, mas esses são os que eu considero principais.

E ela vem anunciando algumas medidas econômicas importantes, maioria anunciada após o congresso do partido e algumas após o início da guerra comercial:

Uma das medidas é na área de infraestrutura, quase que dobraram os investimentos em infraestrutura
Vale e siderúrgicas saltam até 6% com China

A China prevê que governos locais emitirão este ano 2,15 trilhões de yuans em bônus voltados para projetos de infraestrutura, montante bem maior que o total de 1,35 trilhão de yuans emitido no ano passado. Fonte: Dow Jones Newswires.


Toda vez que a China se vê ameaçada - por qualquer forte desaceleração - ela aumenta os investimentos em infraestrutura


Está prevista - para 2021 - a inauguração de mais uma linha de trem bala maglev



Também anunciaram uma série de desregulações e cortes de impostos, em vários setores ( inclusive no mercado de capitais ):


No congresso anual do Partido Comunista o governo cortou a meta de crescimento para este ano para o intervalo entre 6% e 6,5% e anunciou um corte de impostos de mais de 260 bilhões de euros.
https://www.jornaldenegocios.pt/economia/mundo/asia/detalhe/china-corta-meta-de-crescimento-para-2019-e-anuncia-reducao-de-impostos-e-aumento-do-investimento

Isso é metade do que o Brasil arrecada por ano em impostos, pra você ter uma ideia do quão colossal é essa redução tributária. E isso é apenas uma das medidas de liberalização econômica que o país vem tomando, nem parece país comunista.

"Temos que nos armar para lutar uma batalha longa e acirrada", alertou, ecoando o discurso do presidente Xi Jinping, que advertiu em janeiro o Partido Comunista contra "riscos imprevistos que poderiam surgir no campo econômico".
https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/03/china-cortara-impostos-e-aumentara-emprestimos-para-sustentar-a-economia.shtml


Estão abrindo o mercado de capitais: http://portuguese.xinhuanet.com/2018-07/11/c_137317234.htm

Reduzindo compulsórios: https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/05/05/china-reduz-compulsorio-de-bancos-pequenos-para-liberar-us-416-bi-em-liquidez.htm

Anunciaram uma série de desregulações para investimentos estrangeiros: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/01/china-reduzira-freios-a-investimentos-estrangeiros-diz-ministro-do-comercio.shtml


O partido persegue uma taxa de crescimento médio de 5% até 2030, taxa que eles consideram saudável e suficiente para alçar o país no grupo das nações desenvolvidas.

Veja que o país é comunista, se diz comunista, mas ao menos na economia vem se liberalizando bastante. Se continuar nesse ritmo - de liberalização econômica - vai virar uma espécie estado totalitário extremamente rico ( a exemplo do que acontece em alguns estados muslims e alguns outros estados ). Mas obviamente precisa manter o ritmo de abertura.

Inclusive ela já vem tomando algumas medidas de transição - anunciadas no congresso do partido em 2017 - para transformar uma economia baseada na indústria em uma economia centrada em serviços e alta tecnologia:
Brasil tem tudo para se dar bem com a nova China, diz economista

Helen Qiao, economista-chefe para a China do Bank of America Merrill Lynch, diz que o país asiático passa por uma transição



Helen Qiao: "A China não é mais o país que fabrica brinquedos e sapatos" (Fabiano Accorsi/Revista EXAME)

Ao longo dos últimos 15 anos, a economista Helen Qiao fez carreira em bancos de investimento em Hong Kong, acompanhando o mercado chinês. Hoje, ela lidera uma equipe de 12 analistas no banco americano Bank of America Merrill Lynch e é responsável pelos relatórios sobre a China. Numa passagem por São Paulo, ela falou sobre a nova fase da economia chinesa e os impactos para o Brasil.

A China é vista como a fábrica do mundo. Isso vai mudar ?

Sim. Existem duas tendências importantes na China. A primeira é que a economia está cada vez mais baseada no setor de serviços. Esse setor está crescendo num ritmo mais rápido do que o industrial, e isso já vem ocorrendo há vários anos. A segunda tendência é que a indústria chinesa se atualizou. O tipo de produto que a China exporta é cada vez mais sofisticado.

Qual é a fatia desses produtos sofisticados ?

Máquinas e equipamentos já são a categoria de maior participação na indústria, incluindo as exportações. A China não é mais um país que exporta brinquedos, guarda-chuvas, vestuário, sapatos etc. Essa não é mais a China de hoje. A nova China produz computadores, celulares, máquinas. Estamos vendo uma transição. A China está deixando que os outros países emergentes fabriquem os produtos de baixo valor que ela fazia. A China, em si, está buscando o próximo degrau na cadeia de valor global.

Qual é o impacto dessa transição para os demais países ?

Haverá vencedores e perdedores. A China vai se tornar cada vez mais um competidor à altura de Coreia do Sul, Taiwan e Japão, países que serviram de modelo para ela. A China possivelmente assumirá o lugar deles. Os países desenvolvidos vão se sentir mais ameaçados pela China do que os emergentes.

De que lado o Brasil está ?

O Brasil está muito bem posicionado para se beneficiar dessa transição. O Brasil tem uma economia que é igualmente influenciada pelo aumento do consumo interno chinês e pelo investimento em infraestrutura. A China vai precisar importar mais produtos do que o Brasil fornece.

Que tipo de produto ?

Aqueles ligados à agricultura, como grãos de soja. A China ainda importa mais soja dos Estados Unidos do que do Brasil, mas há potencial para inverter essa situação. Também vemos potencial para um aumento na exportação de aves e carne bovina para a China. Água potável e área cultivável são recursos escassos por lá. E esse é o tipo de recurso em que o Brasil é rico. Basicamente, a China está importando luz solar, água potável e terra cultivável ao importar produtos do campo.

Há espaço para o Brasil exportar produtos industriais à China ?

Não muito. A China é muito dominante nessa área. Mas provavelmente investidores chineses virão ao Brasil para começar a exportar manufaturados do Brasil, seja para países da América do Sul, seja para a América do Norte.

A economia brasileira se beneficiou do crescimento chinês na década de 2000 e no início de 2010. Isso voltará a acontecer ?

Sim. Se olharmos para os preços de commodities, já estamos vivendo outro boom agora. Mas há uma diferença desta vez. A China está dando ênfase à proteção ambiental. O governo está pressionando as empresas para se tornarem mais limpas. Como isso influencia o Brasil? Há um aumento da demanda por matérias-primas de qualidade superior e menos poluentes, como minério de ferro. Brasil e Austrália levam vantagem nisso.

https://exame.abril.com.br/revista-exame/a-nova-china-vem-com-tudo/
 

Lacerda Yawara

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Perda pra China, ganho pro Brasil.

Ei, não era no Brasil que tinha um ditador nazista que falava alguma coisa sobre minerais raros vendidos a preço de banana e era ridiculzarizado por isso?

Hmmm... Se eu fosse desses de procurar briguinha ideológica, diria que a turma que não se cansa de errar, errou de novo. Mas não vou me rebaixar a esse nível, quero papos sadios aqui na OS.
A XAINA tenta monopolizar o nióbio brasileiro a uns 15 anos se não fosse o Dr:keneas botar a boca no trombone teriam conseguido.
Até hoje fazem propaganda subversiva tentado "desmistificar a importância do nióbio" com seus bots por aqui.
Brasil e Vietnã tem capacidade de suprir a demanda mundial de terras raras, só vejo vantagens para o Brasil.:kcopa
 

Fracer

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Perda pra China, ganho pro Brasil.

Ei, não era no Brasil que tinha um ditador nazista que falava alguma coisa sobre minerais raros vendidos a preço de banana e era ridiculzarizado por isso?

Hmmm... Se eu fosse desses de procurar briguinha ideológica, diria que a turma que não se cansa de errar, errou de novo. Mas não vou me rebaixar a esse nível, quero papos sadios aqui na OS.
Problema da terra rara é que a extração é muito trabalhosa e polui bastante, requer muito investimento com pouquíssimo retorno ( exceto se a extração vier acompanhada de produtos de alto valor agregado ). O retorno para outros países é baixo - em grande parte - porque a própria China vende muito barato e domina a cadeia de produção, inclusive com produtos derivados de alto valor agregado.

O Brasil costuma extrair recursos sem agregar valor, não tem infraestrutura e nem recursos humanos ( sem contar a legislação trabalhista & ambiental e diversos outros entraves burocráticos que inviabilizam qualquer desenvolvimento de médio-longo prazo ).

O menino da Havan explicitou a desgraça que é investir no Brasil
 

Vim do Futuro

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Vai dançar porque muitas industrias da Turquia eram fornecedoras de peças pro F35. Perda de empregos.
Tem isso, mas não é "só" a perda das empresas e empregos. Ela não vai achar um caça tão bom e versátil como o F35. Ele serve pras 3 forças e é tecnologia de ponta.
 

Fracer

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Terras raras, o ouro do século XXI, são a arma da China na guerra tecnológica

O gigante asiático, que monopoliza 80% da produção mundial, ameaça se negar a exportar para seu rival esses minerais cruciais



Em 21 de maio o presidente chinês, Xi Jinping, inspecionou um centro de processamento de terras raras em Ganzhou. Poucos dias depois, um editorial do Diário do Povo, jornal do Partido Comunista, anunciou ameaçadoramente: “Não digam que não os avisamos”, uma frase utilizada antes de entrar em guerra com a Índia em 1962 e com o Vietnã em 1979.

Computadores, celulares, cerâmicas avançadas, carros elétricos, micro-ondas, fibra óptica, sistemas de iluminação, lasers, mísseis, satélites. Para funcionar, todos esses produtos, do mais comum ao mais sofisticado, necessitam de terras raras. São minerais que podem se tornar a próxima arma da China, que monopoliza 80% da produção global, na guerra tecnológica e comercial travada com os EUA.

“Muitas vezes esses minerais cruciais passam despercebidos, mas sem eles a vida moderna seria impossível”, declarou nesta semana o secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, ao apresentar um relatório que designa 35 elementos e compostos como “imprescindíveis para a segurança nacional e econômica” de seu país.

As terras raras − os 15 lantanídeos da tabela periódica e outros dois elementos relacionados, o escândio e o ítrio −, apesar de sua denominação, não são escassas. O cério, por exemplo, é tão abundante quanto o cobre na crosta terrestre. O problema é que é difícil encontrar esses minerais em concentrações suficientes para que sua extração valha a pena. Uma extração que traz riscos para o meio ambiente e para a saúde: nas jazidas, eles podem estar misturados até mesmo com elementos radioativos, como o tório. E no processo de separação são gerados muitos resíduos tóxicos que podem poluir o ar, a água e o solo dos arredores. Os Estados Unidos só têm atualmente uma mina operacional, a de Mountain Pass, na Califórnia.

a China é, de longe, o principal fornecedor mundial, graças à abundância desses elementos em seu solo − calcula-se que conte com 37% das reservas mundiais, segundo a empresa de análise de mercado Research and Markets −, e tolerância histórica na hora de antepor o desenvolvimento econômico à proteção do meio ambiente e à segurança no trabalho.

A China pode oferecer um produto muito mais barato que qualquer outro concorrente, monopoliza 80% do fornecimento mundial e também 85% da capacidade global de processamento em suas minas de Baotou, Liangshan (Sichuan, no centro do país), Ganzhou (Jiangxi, no leste) e Longshan (Fujian, na costa). Os outros 20% produzidos no mundo estão divididos entre Austrália, Brasil, Índia, Rússia, Vietnã, Malásia e Tailândia. Até a mina americana envia sua produção à China para que seja processada.

Para Washington, esse quase monopólio por parte de um país visto cada vez menos como um parceiro e mais como inimigo representa agora um sério problema. Principalmente porque a demanda continuará aumentando nos próximos anos, com o desenvolvimento de setores como o de veículos elétricos, e porque esses materiais são imprescindíveis também no campo militar, já que são usados nos sistemas de orientação de mísseis e radares, entre outros.

E Pequim ameaça, cada vez com menos sutileza, limitar suas vendas desses minerais para os EUA. É seu grande ás na manga no pingue-pongue de medidas e represálias comerciais em que os dois países estão imersos, levando em conta que, no ano passado, 80% das compras americanas de terras raras vieram da China, segundo o Serviço Geológico dos EUA.

Em 21 de maio o presidente chinês, Xi Jinping, inspecionou um centro de processamento de terras raras em Ganzhou, no que pareceu ser um primeiro aviso. Poucos dias depois, um editorial do Diário do Povo, jornal do Partido Comunista, anunciou ameaçadoramente: “Não digam que não os avisamos”, uma frase utilizada antes de entrar em guerra com a Índia em 1962 e com o Vietnã em 1979. "Aconselhamos os EUA a que não subestimem a capacidade da China de defender seus direitos e interesses de desenvolvimento", disse.

Finalmente, a todo-poderosa Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento da China, responsável pela política econômica, indicou que analisará o “endurecimento dos controles de exportação (…) e a revisão dos mecanismos de todo o processo de exportação” desses minerais. “Se algum país quiser usar produtos fabricados com terras raras chinesas para limitar o desenvolvimento da China, o povo chinês não verá isso com bons olhos”, advertiu o porta-voz dessa entidade. O jornal Global Times, por sua vez, assinalou que a proibição de exportações pode ser “uma arma muito poderosa na guerra comercial. No entanto, a China a usará principalmente para se defender. Não é sua primeira opção como arma de ataque”.

O relatório de 50 páginas apresentado por Ross contempla a extração de fontes diferentes das tradicionais − como, por exemplo, da água de mar e de resíduos de carvão −, assim como a fabricação de ímãs com elementos distintos. “O Governo dos EUA adotará medidas sem precedentes para garantir que o país não fique sem esses materiais vitais”, garantiu o secretário de Comércio.

A China continua, enquanto isso, tocando os tambores de guerra. Nesta semana, sua Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento realizou reuniões com especialistas e com as principais empresas do setor para consultar seus pontos de vista. Nessas reuniões, a recomendação foi repetida: “controle das exportações”.

https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/06/economia/1559832258_232021.html
 

mfalan

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Huawei vai perder US$ 30 bilhões com sanções dos EUA
O fundador e CEO da companhia, Ren Zhengfei, admitiu que não acreditava que o impacto seria tão grande e disse que a capacidade produtiva da companhia despencará drasticamente
JMJaqueline Mendes
postado em 18/06/2019 08:23 / atualizado em 18/06/2019 08:31


https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2019/06/18/internas_economia,1062777/huawei-vai-perder-us-30-bilhoes-com-sancoes-dos-eua.shtml
No curto prazo isso é ruim para a Huawei, inclusive para os fornecedores americanos da empresa ( Huawei é disparada a maior cliente estrangeira das empresas americanas ). No médio-longo prazo a situação se inverte, quem perderá mais será quem aplicou as sanções.
 

mfalan

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No curto prazo isso é ruim para a Huawei, inclusive para os fornecedores americanos da empresa ( Huawei é disparada a maior cliente estrangeira das empresas americanas ). No médio-longo prazo a situação se inverte, quem perderá mais será quem aplicou as sanções.
No longo prazo vão entrar concorrentes e quando ela voltar vai ter dificuldade de recuperar mercado. Vai precisar de dinheiro novo do governo chinês.
 

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No longo prazo vão entrar concorrentes e quando ela voltar vai ter dificuldade de recuperar mercado. Vai precisar de dinheiro novo do governo chinês.
No médio-longo prazo, se o governo americano manter essa atual política de América primeiro, teremos um mercado bem fragmentado e com várias empresas perdendo muitos mercados ( inclusive empresas americanas ). A China tem um mercado interno gigantesco, Huawei pode sobreviver muito bem apenas com o mercado chinês - ainda pode prosperar em mercados de países alinhados.

O grande problema da Huawei é no curto prazo, porque ela terá que desenvolver alguns componentes essenciais por conta própria, que ela ainda não tem. Após isso as empresas americanas terão um imenso abacaxi para descascar:
[/QUOTE]


Google adverte dos riscos de segurança nacional dos EUA da proibição da Huawei



O Google alertou a administração Trump sobre o perigo de comprometer a segurança nacional dos EUA se levar adiante as amplas restrições à Huawei.

Altos executivos de empresas de tecnologia estão pressionando as autoridades para isentá-los da proibição de exportar para a Huawei sem uma licença aprovada por Washington. O governo Trump anunciou a proibição após o colapso das negociações comerciais entre EUA e China, levando a protestos de algumas das maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos, que temem as consequências.

O Google está preocupado que não seja permitido atualizar seu sistema operacional Android nos smartphones da Huawei, o que argumenta que levaria a empresa chinesa a desenvolver sua própria versão do software.

O Google argumenta que uma versão modificada da Huawei para o Android seria mais suscetível a ser hackeada pelo governo chinês, de acordo com pessoas informadas sobre seus esforços de lobby. A Huawei disse que seria capaz de desenvolver seu próprio sistema operacional "muito rapidamente".

Uma pessoa com conhecimento das conversas disse: “O Google tem argumentado que, impedindo-a de lidar com a Huawei, os EUA correm o risco de criar dois tipos de sistema operacional Android: a versão original e a híbrida. O híbrido provavelmente poderá colocar os telefones Huawei em maior risco de serem hackeados, pela China. ”

Nas últimas semanas, executivos seniores do Google se aproximaram do departamento de comércio pedindo outra extensão da suspensão do banimento ou foram completamente contra a proibição. Ao fazê-lo, juntou-se a grupos que representam grandes fabricantes de microchips dos EUA, como a Qualcomm, que também estão preocupados com o impacto que a proibição terá em seus negócios.

https://www.ft.com/content/3bbb6fec-88c5-11e9-a028-86cea8523dc2

A Google avisou a administração dos EUA sobre os riscos para a segurança nacional do surgimento de um novo sistema operacional, desenvolvido pela China, e pede para cancelar a proibição de venda de produtos à Huawei.

"E então, não só os EUA perderão o controle sobre a Huawei, ficará claro que a Huawei sairá na frente dos EUA na criação de várias tecnologias de ponta. É por isso que no Google supõem que permitir que a Huawei use suas tecnologias será muito mais seguro do que permitir que as empresas chinesas contem apenas com os próprios esforços"

"Como o potencial inovador da China tem ficado cada vez mais forte, a empresa Google já percebeu que, mesmo que não forneça as tecnologias necessárias à Huawei, esta pode elaborar tudo por conta própria", disse o analista.


https://br.sputniknews.com/_editorial_preview_/ciencia_tecnologia/20190612/14046845/


Proibir um país como a China - com mercado interno gigantesco e abarrotado de profissionais altamente capacitados - de comprar tecnologia é um tremendo tiro no pé, Trump é muito mal assessorado e não tem noção das consequências dos próprios atos.

E além disso os EUA são conhecidos como país da liberdade, país do livre mercado. É extremamente contraditório o governo interferir diretamente nas empresas do próprio país, proibi-las de fazer negócio com seu principal cliente, ainda mais se tratando de um governo de direita.
 

mfalan

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No médio-longo prazo, se o governo americano manter essa atual política de América primeiro, teremos um mercado bem fragmentado e com várias empresas perdendo muitos mercados ( inclusive empresas americanas ). A China tem um mercado interno gigantesco, Huawei pode sobreviver muito bem apenas com o mercado chinês - ainda pode prosperar em mercados de países alinhados.

O grande problema da Huawei é no curto prazo, porque ela terá que desenvolver alguns componentes essenciais por conta própria, que ela ainda não tem. Após isso as empresas americanas terão um imenso abacaxi para descascar:


Google adverte dos riscos de segurança nacional dos EUA da proibição da Huawei



O Google alertou a administração Trump sobre o perigo de comprometer a segurança nacional dos EUA se levar adiante as amplas restrições à Huawei.

Altos executivos de empresas de tecnologia estão pressionando as autoridades para isentá-los da proibição de exportar para a Huawei sem uma licença aprovada por Washington. O governo Trump anunciou a proibição após o colapso das negociações comerciais entre EUA e China, levando a protestos de algumas das maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos, que temem as consequências.

O Google está preocupado que não seja permitido atualizar seu sistema operacional Android nos smartphones da Huawei, o que argumenta que levaria a empresa chinesa a desenvolver sua própria versão do software.

O Google argumenta que uma versão modificada da Huawei para o Android seria mais suscetível a ser hackeada pelo governo chinês, de acordo com pessoas informadas sobre seus esforços de lobby. A Huawei disse que seria capaz de desenvolver seu próprio sistema operacional "muito rapidamente".

Uma pessoa com conhecimento das conversas disse: “O Google tem argumentado que, impedindo-a de lidar com a Huawei, os EUA correm o risco de criar dois tipos de sistema operacional Android: a versão original e a híbrida. O híbrido provavelmente poderá colocar os telefones Huawei em maior risco de serem hackeados, pela China. ”

Nas últimas semanas, executivos seniores do Google se aproximaram do departamento de comércio pedindo outra extensão da suspensão do banimento ou foram completamente contra a proibição. Ao fazê-lo, juntou-se a grupos que representam grandes fabricantes de microchips dos EUA, como a Qualcomm, que também estão preocupados com o impacto que a proibição terá em seus negócios.

https://www.ft.com/content/3bbb6fec-88c5-11e9-a028-86cea8523dc2

A Google avisou a administração dos EUA sobre os riscos para a segurança nacional do surgimento de um novo sistema operacional, desenvolvido pela China, e pede para cancelar a proibição de venda de produtos à Huawei.

"E então, não só os EUA perderão o controle sobre a Huawei, ficará claro que a Huawei sairá na frente dos EUA na criação de várias tecnologias de ponta. É por isso que no Google supõem que permitir que a Huawei use suas tecnologias será muito mais seguro do que permitir que as empresas chinesas contem apenas com os próprios esforços"

"Como o potencial inovador da China tem ficado cada vez mais forte, a empresa Google já percebeu que, mesmo que não forneça as tecnologias necessárias à Huawei, esta pode elaborar tudo por conta própria", disse o analista.


https://br.sputniknews.com/_editorial_preview_/ciencia_tecnologia/20190612/14046845/


Proibir um país como a China - com mercado interno gigantesco e abarrotado de profissionais altamente capacitados - de comprar tecnologia é um tremendo tiro no pé, Trump é muito mal assessorado e não tem noção das consequências dos próprios atos.

E além disso os EUA são conhecidos como país da liberdade, país do livre mercado. É extremamente contraditório o governo interferir diretamente nas empresas do próprio país, proibi-las de fazer negócio com seu principal cliente, ainda mais se tratando de um governo de direita.
Se não fosse sustentada pelo governo chinês a Huawei quebraria.
 

Fracer

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Se não fosse sustentada pelo governo chinês a Huawei quebraria.
Teria sérios problemas, como vem tendo, mas não quebraria não.

Apesar de depender de alguns componentes essenciais de empresas americanas ela tem muita gente capacitada, se trata de uma empresa muito forte:

Huawei soma mais patentes em 5G do que todas as empresas dos EUA juntas

A Huawei investe muito mais em tecnologia do que concorrentes estadunidenses como Intel e Apple. Além disso, a chinesa já tem mais patentes em 5G do que todas as empresas americanas juntas.

A Huawei tem atualmente 16 mil patentes padrão em 5G, sendo que a empresa é a líder mundial quando o assunto é a nova tecnologia. A chinesa é responsável por 20% das patentes, enquanto todas as empresas dos EUA tem apenas 15%.

"Somente este investimento em P & D de longo prazo e de alta intensidade garantirá que continuemos a liderar em uma indústria de alta tecnologia. A China já tem a maior rede 4G do mundo e temos todos os motivos para acreditar que a China também terá a maior rede 5G do mundo.

Essa liderança da China pode permitir que o pais digitalize uma série de indústrias importantes realizando uma transformação mundial.

https://www.tudocelular.com/seguranca/noticias/n142146/patentes-huawei-mais-do-que-empresas-eua-juntas.html


Huawei é a maior solicitadora corporativa de patentes em 2018

A gigante de telecomunicações chinesa Huawei Technologies foi a empresa que mais apresentou solicitações de patentes internacionais no mundo corporativo em 2018, liderando o salto de inovação na Ásia, que respondeu por mais da metade das solicitações na Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) no ano passado. A informação foi revelada nesta terça-feira pelo próprio órgão.

"A Ásia atualmente é a maior apresentadora de solicitações de patentes internacionais via a OMPI, o que constitui um importante marco para aquela região economicamente dinâmica e sublinha a transformação geográfica histórica da atividade inovadora, do Ocidente ao Oriente", destacou o diretor geral da entidade, Francis Gurry.

As estatísticas da Organização mostram que 50,5% de todas as solicitações sob o Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT) submetidas em 2018 vieram da Ásia, enquanto a Europa e a América do Norte responderam por cerca de um quarto cada.

A Huawei registrou um recorde de 5.405 solicitações publicadas, se tornando a mais importante empresa nessa área em 2018. A conquista da companhia também é "o recorde de todos os tempos por qualquer um", segundo Gurry.

Em seguida vieram a Mitsubishi Electric Corp. do Japão (2.812), Intel Corp. dos EUA (2.499), Qualcomm Inc. dos EUA (2.404) e ZTE Corp. da China (2.080).

A lista dos 10 candidatos mais importantes em 2018 incluiu seis companhias da Ásia, duas da Europa e duas dos EUA.

Entre as instituições educacionais, a Universidade da Califórnia foi a maior usuária do Sistema PCT em 2018, com 501 solicitações publicadas, mantendo a posição de liderança que ocupa desde 1993.

O Instituto de Tecnologia de Massachusetts ficou em segundo lugar, com 216, seguido pela Universidade de Shenzhen, na China, com 201, e pela Universidade de Tecnologia do Sul da China, com 170. Outras duas instituições de ensino superior chinesas, a Tsinghua e a de Mineração e Tecnologia, atingiram o sétimo e décimo lugares, respectivamente.

Em 2018, as universidades chinesas marcaram presença pela primeira vez no top 10, que incluiu cinco universidades dos EUA, quatro da China e uma da República da Coreia.
 

Fracer

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No meu ponto de vista, dentro da minha linha de raciocínio, seria muito mais eficiente o governo americano apenas difamar a empresa do que sancioná-la.

Essa asnice do Trump é muito grande pra ser verdade, talvez fizeram isso para tentar algum acordo vantajoso com a China na guerra comercial.
 

mfalan

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Teria sérios problemas, como vem tendo, mas não quebraria não.

Apesar de depender de alguns componentes essenciais de empresas americanas ela tem muita gente capacitada, se trata de uma empresa muito forte:

Huawei soma mais patentes em 5G do que todas as empresas dos EUA juntas

A Huawei investe muito mais em tecnologia do que concorrentes estadunidenses como Intel e Apple. Além disso, a chinesa já tem mais patentes em 5G do que todas as empresas americanas juntas.

A Huawei tem atualmente 16 mil patentes padrão em 5G, sendo que a empresa é a líder mundial quando o assunto é a nova tecnologia. A chinesa é responsável por 20% das patentes, enquanto todas as empresas dos EUA tem apenas 15%.

"Somente este investimento em P & D de longo prazo e de alta intensidade garantirá que continuemos a liderar em uma indústria de alta tecnologia. A China já tem a maior rede 4G do mundo e temos todos os motivos para acreditar que a China também terá a maior rede 5G do mundo.

Essa liderança da China pode permitir que o pais digitalize uma série de indústrias importantes realizando uma transformação mundial.

https://www.tudocelular.com/seguranca/noticias/n142146/patentes-huawei-mais-do-que-empresas-eua-juntas.html


Huawei é a maior solicitadora corporativa de patentes em 2018

A gigante de telecomunicações chinesa Huawei Technologies foi a empresa que mais apresentou solicitações de patentes internacionais no mundo corporativo em 2018, liderando o salto de inovação na Ásia, que respondeu por mais da metade das solicitações na Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) no ano passado. A informação foi revelada nesta terça-feira pelo próprio órgão.

"A Ásia atualmente é a maior apresentadora de solicitações de patentes internacionais via a OMPI, o que constitui um importante marco para aquela região economicamente dinâmica e sublinha a transformação geográfica histórica da atividade inovadora, do Ocidente ao Oriente", destacou o diretor geral da entidade, Francis Gurry.

As estatísticas da Organização mostram que 50,5% de todas as solicitações sob o Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT) submetidas em 2018 vieram da Ásia, enquanto a Europa e a América do Norte responderam por cerca de um quarto cada.

A Huawei registrou um recorde de 5.405 solicitações publicadas, se tornando a mais importante empresa nessa área em 2018. A conquista da companhia também é "o recorde de todos os tempos por qualquer um", segundo Gurry.

Em seguida vieram a Mitsubishi Electric Corp. do Japão (2.812), Intel Corp. dos EUA (2.499), Qualcomm Inc. dos EUA (2.404) e ZTE Corp. da China (2.080).

A lista dos 10 candidatos mais importantes em 2018 incluiu seis companhias da Ásia, duas da Europa e duas dos EUA.

Entre as instituições educacionais, a Universidade da Califórnia foi a maior usuária do Sistema PCT em 2018, com 501 solicitações publicadas, mantendo a posição de liderança que ocupa desde 1993.

O Instituto de Tecnologia de Massachusetts ficou em segundo lugar, com 216, seguido pela Universidade de Shenzhen, na China, com 201, e pela Universidade de Tecnologia do Sul da China, com 170. Outras duas instituições de ensino superior chinesas, a Tsinghua e a de Mineração e Tecnologia, atingiram o sétimo e décimo lugares, respectivamente.

Em 2018, as universidades chinesas marcaram presença pela primeira vez no top 10, que incluiu cinco universidades dos EUA, quatro da China e uma da República da Coreia.
Com dinheiro infinito do governo as coisas são fáceis, mais fácil que a Microsoft e o Xbox.
 

Fracer

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Com dinheiro infinito do governo as coisas são fáceis, mais fácil que a Microsoft e o Xbox.
É muito comum - independente do país - empresa muito grande receber dinheiro do governo, geralmente esse tipo de empresa tem como principal cliente - ou um dos principais - o próprio governo.

Recentemente a própria Microsoft fechou mais um contrato com o governo americano: https://itmidia.com/microsoft-fecha-contrato-de-us-480-milhoes-com-exercito-dos-eua/

É muito mais comum do que as pessoas pensam.
 

mfalan

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É muito comum - independente do país - empresa muito grande receber dinheiro do governo, geralmente esse tipo de empresa tem como principal cliente - ou um dos principais - o próprio governo.

Recentemente a própria Microsoft fechou mais um contrato com o governo americano: https://itmidia.com/microsoft-fecha-contrato-de-us-480-milhoes-com-exercito-dos-eua/

É muito mais comum do que as pessoas pensam.
Véio, se o governo em questão é uma ditadura é bom ficar com o pé atrás.
 

Fracer

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A locomotiva está desacelerando. E não é só por causa da Huawei como os dragões astutos querem fazer acreditar.
Automóveis:
As vendas de carros na China vem despencando por uma série de fatores, em grande parte porque o governo fechou o cerco contra os carros a combustão ( nas grandes cidades o sujeito precisa passar por um sorteio para emplacar esse tipo de veículo, além de uma série de restrições de circulação e o custo de aquisição é relativamente alto ).

Outro motivo é que os preços dos carros elétricos despencaram, principalmente dos MiniEVs e dos LSEVs que não entram na estatística oficial, atualmente o sujeito compra um minicarro elétrico na China por um preço de entrada de 1k dólares. Vem acontecendo uma verdadeira revolução no transporte individual chinês

China, não Tesla, está dirigindo a revolução do carro elétrico

A revolução dos veículos elétricos está chegando, mas não será impulsionada pelos Estados Unidos, a China estará na vanguarda. Pesquisas sobre Veículos Elétricos mostram que essa transformação global da mobilidade, de veículos movidos a petróleo para veículos elétricos chegará mais cedo do que tarde.

A mudança já está acontecendo na China, que é o maior mercado automobilístico do mundo. No ano de 2018, as vendas chinesas superaram mais de 55% de todos os veículos elétricos vendidos no mundo, e mais de três vezes o número de clientes chineses que haviam comprado dois anos antes.




https://www.marketwatch.com/story/china-not-tesla-will-drive-the-electric-car-revolution-2019-05-14?mod=mixifeed&mod=mixi
https://infinitysun.com.br/a-revolucao-de-carros-eletricos-e-da-china/
https://theconversation.com/the-electric-vehicle-revolution-will-come-from-china-not-the-us-116102

Esse tipo de carro não conta nas estatísticas oficiais


Esse elétrico tbm não conta pq é compartilhado, qualquer um - com boa pontuação social - tem extrema facilidade de usar qualquer coisa compartilhada
 

Zefiris

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A fragata russa Admiral Gorshkov está no mar do Caribe. Entrou em operação no ano passado e é um dos navios mais modernos da marinha russa. Apesar dos atrasos na sua produção e dos seus irmãos, o segundo navio dessa família entrou em testes no mar há 1 ou 2 meses.

De todo modo, os 3 navios de suporte que acompanham ele podem ser rastreados pelo site MarineTraffic, vide o navio Nikolay Chiker. Será interessante observar se nos próximos dias ela fará uma visita ao Maduro na Venezuela.

Abaixo foto de quando essa fragata esteve em um porto no Equador:



E foto de ontem quando passava pelo canal do Panamá:

 

abcdario

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O partidão preso na sua dicotomia, mais poder, controle e perpetuação do modelo de crescimento que está se esgotando, ou liberalizar mais a economia e arriscar se a perder poder e protagonismo, paradoxos criados pela liderança do partidão na China e no Vietnã, veremos os próximos anos.
 

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O partidão preso na sua dicotomia, mais poder, controle e perpetuação do modelo de crescimento que está se esgotando, ou liberalizar mais a economia e arriscar se a perder poder e protagonismo, paradoxos criados pela liderança do partidão na China e no Vietnã, veremos os próximos anos.
Essa matéria é muito sensacionalista. Os alimentos que estão subindo são por conta da guerra comercial, efeitos sazonais, pragas e intempéries. E o principal alimento consumido pelos chineses - ou um dos principais - foi devastado pela febre suína africana: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2019/04/26/o-assustador-virus-incuravel-que-esta-dizimando-criacoes-de-porco-na-china.ghtml

Numa situação dessa os preços subiriam em qualquer canto do mundo, independente do sistema de governo

Tirando os fatores citados existe deflação: https://exame.abril.com.br/economia/china-precos-ao-produtor-caem-pelo-7o-mes-e-aumentam-temores-de-deflacao/

Passado esses efeitos os preços tendem a se estabilizar, até porque os chineses vem investindo pesado no campo ( muito investimento em infraestrutura e tecnologia ). E obviamente não colherão os resultados agora, isso é investimento para médio e longo prazo.

E democracia está muito longe de ser sinônimo de liberdade econômica, da mesma forma que uma ditadura está muito longe de ser sinônimo de repressão econômica.

Essa questão da ditadura é muito subjetiva, uma ditadura pode ser melhor do que uma democracia ( e pode ser pior ). Não é liberdade política que define o desenvolvimento de uma região, mas sim a economia e o desenvolvimento tecnológico.

O Brasil, por exemplo, na época da ditadura, era absurdamente mais desenvolvido e rico do que a China. Após adotar a democracia virou uma imensa roça perto da China.

O Brasil - e praticamente todos os países que adotaram a democracia a partir dos anos 80 - regrediu absurdamente em relação a China.
 

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Se a China fosse uma democracia obras como essas talvez não sairiam do papel ou demorariam muito mais para acontecer:


Haveria muito mais burocracia ambiental, burocracia trabalhista, burocracia para desapropriação, carga tributária poderia ser maior e a oposição boicotaria o desenvolvimento. Na grande maioria das democracias as oposições boicotam o desenvolvimento do próprio país, fazem oposição destrutiva.

Sem citar os grandes lobbies que travam a livre concorrência, onde o próprio americano é vítima.
 

NÃOMEQUESTIONE

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Se a China fosse uma democracia obras como essas talvez não sairiam do papel ou demorariam muito mais para acontecer:


Haveria muito mais burocracia ambiental, burocracia trabalhista, burocracia para desapropriação, carga tributária poderia ser maior e a oposição boicotaria o desenvolvimento. Na grande maioria das democracias as oposições boicotam o desenvolvimento do próprio país, fazem oposição destrutiva.

Sem citar os grandes lobbies que travam a livre concorrência, onde o próprio americano é vítima.
Nesse caso concordo 100% com você, pra bem e para mal que é o caso do Brasil, democracias estão muito mais sujeitas à distorções que um governo ditatorial.
 

Adam Sandler

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Se a China fosse uma democracia obras como essas talvez não sairiam do papel ou demorariam muito mais para acontecer:


Haveria muito mais burocracia ambiental, burocracia trabalhista, burocracia para desapropriação, carga tributária poderia ser maior e a oposição boicotaria o desenvolvimento. Na grande maioria das democracias as oposições boicotam o desenvolvimento do próprio país, fazem oposição destrutiva.

Sem citar os grandes lobbies que travam a livre concorrência, onde o próprio americano é vítima.
A que custo tudo isso?

A fragata russa Admiral Gorshkov está no mar do Caribe. Entrou em operação no ano passado e é um dos navios mais modernos da marinha russa. Apesar dos atrasos na sua produção e dos seus irmãos, o segundo navio dessa família entrou em testes no mar há 1 ou 2 meses.

De todo modo, os 3 navios de suporte que acompanham ele podem ser rastreados pelo site MarineTraffic, vide o navio Nikolay Chiker. Será interessante observar se nos próximos dias ela fará uma visita ao Maduro na Venezuela.

Abaixo foto de quando essa fragata esteve em um porto no Equador:



E foto de ontem quando passava pelo canal do Panamá:


Interessante é eles passarem de boa através do canal do Panamá...
 
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