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OS Books [+reading now]



E.Jean

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Terminei a trilogia dos espinhos. Gostei muito, mas o final me deixou me deixou meio pra baixo...

E acabei de descobrir que está para lançar o volume 2 do Livro malazano dos caídos...


Pena que sou pobre :ksnif
 

SithLord

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Peguei o livro sem muita expectativa, por indicação de um amigo.

Até um pouco antes da metade achei meio chato, tem algumas coisas que não gostei, mas de uma parte especifica adiante, ficou bem bacana.

Os insetos são realmente malvados heheheh...
Quase terminando, e vou pegar os outros livros pra completar a história.


Sent from Korriban, via Imperial Freighter.
 

luizsidi

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Pulp de muita qualidade e ritmo fugaz; plot bem original.

Gostei e não achei tão clichê - apesar do lirismo da escrita.

Pior que termina num baita gancho. Continuarei a saga.



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Bernard Cornwell é sempre uma leitura bem vinda e certeza de qualidade (ao menos eu considero)

Ainda tenho a pretensão de ler os outros deles, mas no momento é a vez desse

 

Notwen

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Terminei a Primeira Era do MistBorn. É dos 3, o segundo é o mais mEh. Porém o primeiro empolga e o terceiro te deixa aflito.
Rachei de rir também quando vi a capa do terceiro. Qualquer um que Veja a capa leva um spoiler direto.
sobre o terceiro, jurava que o corpo da destruição / athium estava debaixo da reserva de água na cidade onde rolava a trama com o fantasma. Que a inundação do canal iria esvaziar a reserva de água e revelar o corpo de destruição. Mas nem era x.x
Comecei a 2nda era tambem. Terminei o 1° dela agora. Interessante a ideia de duplonautas e a transposição de mitologia entre eras. :p
Partindo pra: As Sombras de Si Mesmo - Mistborn - 2ª era
 


Zeorymer

Ei mãe, 500 pontos!
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Terminei a trilogia dos espinhos. Gostei muito, mas o final me deixou me deixou meio pra baixo...

E acabei de descobrir que está para lançar o volume 2 do Livro malazano dos caídos...


Pena que sou pobre :ksnif
Cara tenho o.primeiro, e vou começar agora ele kkkkkk

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Zeorymer

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E acabei de descobrir que está para lançar o volume 2 do Livro malazano dos caídos...


Pena que sou pobre :ksnif
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Zeorymer

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Peguei o livro sem muita expectativa, por indicação de um amigo.

Até um pouco antes da metade achei meio chato, tem algumas coisas que não gostei, mas de uma parte especifica adiante, ficou bem bacana.

Os insetos são realmente malvados heheheh...
Quase terminando, e vou pegar os outros livros pra completar a história.


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Kkk eu gostei, só saiu o segundo, o terceiro ainda tá para sair.

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E.Jean

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Terminei a Primeira Era do MistBorn. É dos 3, o segundo é o mais mEh. Porém o primeiro empolga e o terceiro te deixa aflito.
Rachei de rir também quando vi a capa do terceiro. Qualquer um que Veja a capa leva um spoiler direto.
sobre o terceiro, jurava que o corpo da destruição / athium estava debaixo da reserva de água na cidade onde rolava a trama com o fantasma. Que a inundação do canal iria esvaziar a reserva de água e revelar o corpo de destruição. Mas nem era x.x
Comecei a 2nda era tambem. Terminei o 1° dela agora. Interessante a ideia de duplonautas e a transposição de mitologia entre eras. :p
Partindo pra: As Sombras de Si Mesmo - Mistborn - 2ª era
Eu gostei muito da primeira era do MistBorn. Ainda não li a segunda, por enquanto dei uma pausa na fantasia medieval e afins e comecei a ler:

Estou bem no começo.
PS: Procure pelos outros livros do Brandon Sanderson, são muito bons tb. Recomendo muito o Coração de Aço.
 
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Nunca achei que ia me interessar por assuntos do gênero, mas o livro me fez perceber a real importância da operação para o país, estou em uns 56% e não consigo parar. Recomendo demais.

 

luizsidi

Bam-bam-bam
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Ótimo livro. Fazia tempo que não lia um romance tão rapidamente. A sinopse não revela quase nada do potencial, mas, por causa da ardência que o final gerou, resolvi ler logo.

o povo pegou ar por causa da mistura de suspense com um tema alternativo, meio sobrenatural. O fim é realmente surpreendente e de se fazer pensar, de tão angustiante.

A personagem Adele rouba a cena com suas maquinações, obsessões e planejamento.

É melhor que gone girl. Um versão melhorada, diria.

Enfim, você compra e começa lendo de um jeito, e termina de outro.


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Niko

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Dom Casmurro
de Machado de Assis

O livro na verdade foi adquirido pelo meu irmão de 14 anos, pra escola, mas como ele não lê e provavelmente não lerá, decidi começar, visto que quero ler algumas literaturas do Brasil, para algo que precisarei mais a frente.
É simplesmente sensacional, muito bem feita e escrita pelo Realista carioca Machado de Assis. Muitos aqui já devem ter lido, assim como outras obras chamadas de clássicos da literatura brasileira, que o professor de português do ensino médio sempre recomenda, mas todo mundo não tem a menor vontade. Descreverei o que achei, sem contar spoilers, é claro.
O título Dom Casmurro se refere à potencial personalidade do protagonista narrador, como uma pessoa chata, retraída, ciumenta, frustrada ou difícil de lidar. Em minha opinião, de dom casmurro não tem nada, é apenas uma pessoa muito retraída sim, mas que é sufocada pelo extremo excesso de retidão e compostura do século XIX, em que tudo era mais formal, simples e tedioso. O fator religioso era algo muito sério naquela época também e que contribui e isso é possível observar durante todo o livro.
A narrativa é sensacional, muito bem conduzida pelo escritor que, na verdade, coloca o protagonista para narrar como se tivesse contando um livro e em muitos momentos temos que se lembrar que na verdade foi o Machado que escreveu e não personagem que conta em forma literária. Parece algo feito por outra pessoa que não Machado de Assis, embora essa seja a primeira obra que leio dele. É muito legal essa trajetória diferente, muito original.
A história tem um tom bem romancista, mas no sentido romântico, detalhado de maneira impressionante, que nos faz imaginar da forma mais tênue que é escrita. Isso se dá também por, em 80% da história, se passar no período em que o protagonista e sua prometida têm lá seus 15, 16 anos. É escrita da forma mais pura que uma pessoa dessa idade possa ser, lá nos meados dos anos 1850, ou seja, é algo fechado, formal, respeitoso, a forma de relacionar de dois jovens que se gostam. No entanto, isso não pode ser cem por cento confirmado pelo narrador sobre sua namorada, a qual vê sempre de maneira muito romântica, mas sendo racional com o que está a volta dela, muitos diriam neurótico, mas confesso que não consegui enxergar a paranoia, que só em um momento ou dois é de fato vista. Soa muito mais racional e condizente com a época em que vive, isso sim.
Confesso que me diverti demais lendo esse livro, como não o fazia a muito tempo, pois só posso ler nos finais de semana, que é quando tenho tempo livre e sempre ficava muito entusiasmado pra descobrir mais o enrolar da história, mas principalmente para ver mais sobre a protagonista feminina, Capitu, muito bem descrita pelo narrador. Ele a deixa extremamente interessante, a forma de descrevê-la, deixando enigmas no ar, personagem muito bem feita, assim como o protagonista. A forma apaixonada de citá-la lembra a mais forma ingênua e pura de um adolescente mais lento dos que os de hoje em dia, assim como eu fui, bem lento, via as garotas com muito romance, por isso me identifiquei mais ainda com o livro e a história.
Outro ponto muito bom, e que ocasionalmente é possível observar são os pontos de humor, mas é bem suave mesmo, que nem se percebe, as formas irônicas de escrever, muito leve, por vezes me pegava sorrindo enquanto lia.

O que me tocou mesmo foram os momentos de romance, muito bem detalhados, crus e suaves. Nada de pudor (embora seja muito bom de vez em quando, por vezes, desejei), e que fazem nos desejar algo assim para nossa vida. Pessoalmente já fui muito mais romântico do que sou hoje em dia, mas tenho que admitir que romance assim gosto muito, amor puro.
Bem, não posso escrever mais sem citar spoilers, mas gostei do final, mesmo sendo um pouco triste, acho que casou bem e, em minha visão o protagonista, Bento Santiago, apesar de ser lento e atrasado em suas maneiras de decidir, agiu da forma correta, não tinha muito o que e fazer ali - eu teria feito muitas coisas.

Nessa edição que tenho aqui, após terminar toda a historia do livro, tem uma rápida mini biografia do autor Machado de Assis e conta um pouco seu estilo, sua obras. Com certeza lerei muitas dele, gostei demais. Principalmente por ver que gosta de colocar mulheres num sentido bem descrito, gosto disso.

Até gostaria de aproveitar e pedir que me deem, se alguém souber, mais recomendações que sigam esse estilo de Dom Casmurro, um romance de duas pessoas bem escrito.
 
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Dom Casmurro
de Machado de Assis

O livro na verdade foi adquirido pelo meu irmão de 14 anos, pra escola, mas como ele não lê e provavelmente não lerá, decidi começar, visto que quero ler algumas literaturas do Brasil, para algo que precisarei mais a frente.
É simplesmente sensacional, muito bem feita e escrita pelo Realista carioca Machado de Assis. Muitos aqui já devem ter lido, assim como outras obras chamadas de clássicos da literatura brasileira, que o professor de português do ensino médio sempre recomenda, mas todo mundo não tem a menor vontade. Descreverei o que achei, sem contar spoilers, é claro.
O título Dom Casmurro se refere à potencial personalidade do protagonista narrador, como uma pessoa chata, retraída, ciumenta, frustrada ou difícil de lidar. Em minha opinião, de dom casmurro não tem nada, é apenas uma pessoa muito retraída sim, mas que é sufocada pelo extremo excesso de retidão e compostura do século XIX, em que tudo era mais formal, simples e tedioso. O fator religioso era algo muito sério naquela época também e que contribui e isso é possível observar durante todo o livro.
A narrativa é sensacional, muito bem conduzida pelo escritor que, na verdade, coloca o protagonista para narrar como se tivesse contando um livro e em muitos momentos temos que se lembrar que na verdade foi o Machado que escreveu e não personagem que conta em forma literária. Parece algo feito por outra pessoa que não Machado de Assis, embora essa seja a primeira obra que leio dele. É muito legal essa trajetória diferente, muito original.
A história tem um tom bem romancista, mas no sentido romântico, detalhado de maneira impressionante, que nos faz imaginar da forma mais tênue que é escrita. Isso se dá também por, em 80% da história, se passar no período em que o protagonista e sua prometida têm lá seus 15, 16 anos. É escrita da forma mais pura que uma pessoa dessa idade possa ser, lá nos meados dos anos 1850, ou seja, é algo fechado, formal, respeitoso, a forma de relacionar de dois jovens que se gostam. No entanto, isso não pode ser cem por cento confirmado pelo narrador sobre sua namorada, a qual vê sempre de maneira muito romântica, mas sendo racional com o que está a volta dela, muitos diriam neurótico, mas confesso que não consegui enxergar a paranoia, que só em um momento ou dois é de fato vista. Soa muito mais racional e condizente com a época em que vive, isso sim.
Confesso que me diverti demais lendo esse livro, como não o fazia a muito tempo, pois só posso ler nos finais de semana, que é quando tenho tempo livre e sempre ficava muito entusiasmado pra descobrir mais o enrolar da história, mas principalmente para ver mais sobre a protagonista feminina, Capitu, muito bem descrita pelo narrador. Ele a deixa extremamente interessante, a forma de descrevê-la, deixando enigmas no ar, personagem muito bem feita, assim como o protagonista. A forma apaixonada de citá-la lembra a mais forma ingênua e pura de um adolescente mais lento dos que os de hoje em dia, assim como eu fui, bem lento, via as garotas com muito romance, por isso me identifiquei mais ainda com o livro e a história.
Outro ponto muito bom, e que ocasionalmente é possível observar são os pontos de humor, mas é bem suave mesmo, que nem se percebe, as formas irônicas de escrever, muito leve, por vezes me pegava sorrindo enquanto lia.

O que me tocou mesmo foram os momentos de romance, muito bem detalhados, crus e suaves. Nada de pudor (embora seja muito bom de vez em quando, por vezes, desejei), e que fazem nos desejar algo assim para nossa vida. Pessoalmente já fui muito mais romântico do que sou hoje em dia, mas tenho que admitir que romance assim gosto muito, amor puro.
Bem, não posso escrever mais sem citar spoilers, mas gostei do final, mesmo sendo um pouco triste, acho que casou bem e, em minha visão o protagonista, Bento Santiago, apesar de ser lento e atrasado em suas maneiras de decidir, agiu da forma correta, não tinha muito o que e fazer ali - eu teria feito muitas coisas.

Nessa edição que tenho aqui, após terminar toda a historia do livro, tem uma rápida mini biografia do autor Machado de Assis e conta um pouco seu estilo, sua obras. Com certeza lerei muitas dele, gostei demais. Principalmente por ver que gosta de colocar mulheres num sentido bem descrito, gosto disso.

Até gostaria de aproveitar e pedir que me deem, se alguém souber, mais recomendações que sigam esse estilo de Dom Casmurro, um romance de duas pessoas bem escrito.
Boa análise.

Acho que você iria gostar de O amor nos tempos do cólera. Não é brasileiro, mas é latino. Romance puro com pitadas de realismo mágico e sem pieguice, um pouco longo, mas depois que engrena é fantástico e engraçado. O final é a coisa mais romântica que já li num livro, hehe
 
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O livro que eu estou lendo agora é esse:

É uma espécie de "suspense médico", e confesso que eu nunca tinha lido nada parecido antes. O autor me surpreendeu: a narrativa é longa, mas é muito boa. A riqueza de detalhes impressiona (principalmente por causa do curto período de tempo em que tudo se passa!) e deixa a história muito real. A maior dificuldade que eu encontrei até agora foi entender as dezenas de termos médicos usados, pois o e-book só dá o significado dos termos abreviados. De qualquer maneira, isso não atrapalha muito o entendimento da história e uma rápida pesquisa deve resolver. Ainda falta 40% do livro para mim (o Kindle não dá a informação em páginas), mas já recomendo a leitura.
 

Nomercy

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Esse Fds li Jogador nº1 e Estou terminando Encarcerados do John Scalzi. Não gostei muito de Jogador nº1, achei a trama muito rasa e repetitiva. Única coisa legal são as referências, mas todo o plot criado na história é bem simplório, infelizmente em minha opinião o autor não soube criar um bom argumento em cima do universo que ele mesmo criou e que tem muito potencial! Vamos ver o filme agora.

Agora encarcerados está bem legal, é um ritmo bem mais lento do que os livros da "Guerra do Velho" mas a trama é bem construidas com bons diálogos e desenvolvimento dos personagens. Estou na metade do livro, ao que tudo indica agora que realmente vai começar o desfecho.

Fiquei bem feliz comigo mesmo. Pois já fazia uns 2 meses desde que li o último livro e não conseguia retomar o hábito diário de leitura de jeito nenhum. Vamos ver essa semana como continuo. Por enquanto estou lendo todos os dias.
O próximo será o "Jantar secreto" do Raphael Montes, autor brasileiro e bem jovem, vamos ver como ele se sai.
 

luizsidi

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O livro que eu estou lendo agora é esse:

É uma espécie de "suspense médico", e confesso que eu nunca tinha lido nada parecido antes. O autor me surpreendeu: a narrativa é longa, mas é muito boa. A riqueza de detalhes impressiona (principalmente por causa do curto período de tempo em que tudo se passa!) e deixa a história muito real. A maior dificuldade que eu encontrei até agora foi entender as dezenas de termos médicos usados, pois o e-book só dá o significado dos termos abreviados. De qualquer maneira, isso não atrapalha muito o entendimento da história e uma rápida pesquisa deve resolver. Ainda falta 40% do livro para mim (o Kindle não dá a informação em páginas), mas já recomendo a leitura.
Robinzazo é o retrato da boa década de 90.

Adoro as cafonagens dele e o clima iminente de conspiração

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E.Jean

Supra-sumo
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Esse Fds li Jogador nº1 e Estou terminando Encarcerados do John Scalzi. Não gostei muito de Jogador nº1, achei a trama muito rasa e repetitiva. Única coisa legal são as referências, mas todo o plot criado na história é bem simplório, infelizmente em minha opinião o autor não soube criar um bom argumento em cima do universo que ele mesmo criou e que tem muito potencial! Vamos ver o filme agora.

Agora encarcerados está bem legal, é um ritmo bem mais lento do que os livros da "Guerra do Velho" mas a trama é bem construidas com bons diálogos e desenvolvimento dos personagens. Estou na metade do livro, ao que tudo indica agora que realmente vai começar o desfecho.

Fiquei bem feliz comigo mesmo. Pois já fazia uns 2 meses desde que li o último livro e não conseguia retomar o hábito diário de leitura de jeito nenhum. Vamos ver essa semana como continuo. Por enquanto estou lendo todos os dias.
O próximo será o "Jantar secreto" do Raphael Montes, autor brasileiro e bem jovem, vamos ver como ele se sai.
Encarcerados está na minha lista e pretendo ler o mais breve possível. Gostei muito do Guerra do Velho e Brigadas Fantasmas.
 

Guastinha

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Dom Casmurro
de Machado de Assis

O livro na verdade foi adquirido pelo meu irmão de 14 anos, pra escola, mas como ele não lê e provavelmente não lerá, decidi começar, visto que quero ler algumas literaturas do Brasil, para algo que precisarei mais a frente.
É simplesmente sensacional, muito bem feita e escrita pelo Realista carioca Machado de Assis. Muitos aqui já devem ter lido, assim como outras obras chamadas de clássicos da literatura brasileira, que o professor de português do ensino médio sempre recomenda, mas todo mundo não tem a menor vontade. Descreverei o que achei, sem contar spoilers, é claro.
O título Dom Casmurro se refere à potencial personalidade do protagonista narrador, como uma pessoa chata, retraída, ciumenta, frustrada ou difícil de lidar. Em minha opinião, de dom casmurro não tem nada, é apenas uma pessoa muito retraída sim, mas que é sufocada pelo extremo excesso de retidão e compostura do século XIX, em que tudo era mais formal, simples e tedioso. O fator religioso era algo muito sério naquela época também e que contribui e isso é possível observar durante todo o livro.
A narrativa é sensacional, muito bem conduzida pelo escritor que, na verdade, coloca o protagonista para narrar como se tivesse contando um livro e em muitos momentos temos que se lembrar que na verdade foi o Machado que escreveu e não personagem que conta em forma literária. Parece algo feito por outra pessoa que não Machado de Assis, embora essa seja a primeira obra que leio dele. É muito legal essa trajetória diferente, muito original.
A história tem um tom bem romancista, mas no sentido romântico, detalhado de maneira impressionante, que nos faz imaginar da forma mais tênue que é escrita. Isso se dá também por, em 80% da história, se passar no período em que o protagonista e sua prometida têm lá seus 15, 16 anos. É escrita da forma mais pura que uma pessoa dessa idade possa ser, lá nos meados dos anos 1850, ou seja, é algo fechado, formal, respeitoso, a forma de relacionar de dois jovens que se gostam. No entanto, isso não pode ser cem por cento confirmado pelo narrador sobre sua namorada, a qual vê sempre de maneira muito romântica, mas sendo racional com o que está a volta dela, muitos diriam neurótico, mas confesso que não consegui enxergar a paranoia, que só em um momento ou dois é de fato vista. Soa muito mais racional e condizente com a época em que vive, isso sim.
Confesso que me diverti demais lendo esse livro, como não o fazia a muito tempo, pois só posso ler nos finais de semana, que é quando tenho tempo livre e sempre ficava muito entusiasmado pra descobrir mais o enrolar da história, mas principalmente para ver mais sobre a protagonista feminina, Capitu, muito bem descrita pelo narrador. Ele a deixa extremamente interessante, a forma de descrevê-la, deixando enigmas no ar, personagem muito bem feita, assim como o protagonista. A forma apaixonada de citá-la lembra a mais forma ingênua e pura de um adolescente mais lento dos que os de hoje em dia, assim como eu fui, bem lento, via as garotas com muito romance, por isso me identifiquei mais ainda com o livro e a história.
Outro ponto muito bom, e que ocasionalmente é possível observar são os pontos de humor, mas é bem suave mesmo, que nem se percebe, as formas irônicas de escrever, muito leve, por vezes me pegava sorrindo enquanto lia.

O que me tocou mesmo foram os momentos de romance, muito bem detalhados, crus e suaves. Nada de pudor (embora seja muito bom de vez em quando, por vezes, desejei), e que fazem nos desejar algo assim para nossa vida. Pessoalmente já fui muito mais romântico do que sou hoje em dia, mas tenho que admitir que romance assim gosto muito, amor puro.
Bem, não posso escrever mais sem citar spoilers, mas gostei do final, mesmo sendo um pouco triste, acho que casou bem e, em minha visão o protagonista, Bento Santiago, apesar de ser lento e atrasado em suas maneiras de decidir, agiu da forma correta, não tinha muito o que e fazer ali - eu teria feito muitas coisas.

Nessa edição que tenho aqui, após terminar toda a historia do livro, tem uma rápida mini biografia do autor Machado de Assis e conta um pouco seu estilo, sua obras. Com certeza lerei muitas dele, gostei demais. Principalmente por ver que gosta de colocar mulheres num sentido bem descrito, gosto disso.

Até gostaria de aproveitar e pedir que me deem, se alguém souber, mais recomendações que sigam esse estilo de Dom Casmurro, um romance de duas pessoas bem escrito.
Estou me devendo essa leitura!

Li algumas partes, ainda na escola, para interpretar uma passagem do livro, no qual eu fazia o papel de Bentinho.
O foda que minha Capitu era feia demais, não consegui entrar no papel.
Li poucos "machados de assis" gostei muito o Alienista e das Memorias Póstumas de Bras Cubas.

Na sua resenha você cita muito da questão da época, esse "feeling" você pegou pelo livro ou fez uma pequena pesquisa?
Falo isso, porque antes de ler um livro do autor Oscar Wilde eu li uma biografia sua antes, e o livro me veio de uma outra maneira, muito mais profunda. Acho que, ao entender o autor, se entende muito melhor sua obra.

Do Machadão eu recomendaria os que citei acima, que foi os que eu li e gostei, agora se tratando de romances como você descreveu, estou lendo um livro que se chama O Colecionador - John Fawles. Estou bem no começo, então não posso te dizer que tem o mesmo "romantismo" da obra machadiana.
 

Niko

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Estou me devendo essa leitura!

Li algumas partes, ainda na escola, para interpretar uma passagem do livro, no qual eu fazia o papel de Bentinho.
O foda que minha Capitu era feia demais, não consegui entrar no papel.
Li poucos "machados de assis" gostei muito o Alienista e das Memorias Póstumas de Bras Cubas.

Na sua resenha você cita muito da questão da época, esse "feeling" você pegou pelo livro ou fez uma pequena pesquisa?
Falo isso, porque antes de ler um livro do autor Oscar Wilde eu li uma biografia sua antes, e o livro me veio de uma outra maneira, muito mais profunda. Acho que, ao entender o autor, se entende muito melhor sua obra.

Do Machadão eu recomendaria os que citei acima, que foi os que eu li e gostei, agora se tratando de romances como você descreveu, estou lendo um livro que se chama O Colecionador - John Fawles. Estou bem no começo, então não posso te dizer que tem o mesmo "romantismo" da obra machadiana.
Pois leia, que é muito bom e não é grande, dá pra ler com bom tempo.
Então, eu nunca tinha lido nada do Machado de Assis, nem sabia qual era o seu estilo, só peguei e comecei a ler e me apaixonei. A sensação de formalidade pura do século XIX foi percebida por mim dessa forma por causa da excelente escrita do Machado e sua incrível capacidade de descrever as coisas, de forma densa, usando vários e vários adjetivos e sinônimos. Fica bem claro na cabeça de quem tá lendo. Só no fim dessa edição que tenho aqui é que tem uma mini biografia dele e aí entendi mais seu estilo. Vou ler muitas obras dele, mas quero pegar edições mais recentes e mais confortáveis, os que tenho aqui tão muito velhos.
Agora to lendo "A moreninha" do Joaquim Manoel de Macedo e embora seja romântico, tem uma pegada menos descritiva, menos densa, mas to quase chegando na metade, então bora ver.
Depois poste o que achou desse que está lendo! Até mais.

Edit:
Li algumas partes, ainda na escola, para interpretar uma passagem do livro, no qual eu fazia o papel de Bentinho.
O foda que minha Capitu era feia demais, não consegui entrar no papel.
Te entendo completamente, Capitu tem que ser interpretada por mulheres lindas, deusas. Fez bem em não conseguir entrar no papel, Capitu não pode ser feia.
 
Ultima Edição:

Akamaru

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Adquiri um Kindle há alguns dias. Estreei o dispositivo com este livro:

22164702.jpg

Curtinho o livro. Já havia lido um outro do Lovecraft, Um sussurro nas trevas. Muito foda tbm.

Logo depois, há uns três dias engatei:

untitled.png

Devorei o livro! Leitura foda demais.

E já vou começar, tbm de S.K, It.

Possa ser que seja novidade e por isso eu esteja animado, mas estou gostando bastante do aparelho.
 
Ultima Edição:

M_V

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Eu gostei muito da primeira era do MistBorn. Ainda não li a segunda, por enquanto dei uma pausa na fantasia medieval e afins e comecei a ler:

Estou bem no começo.
PS: Procure pelos outros livros do Brandon Sanderson, são muito bons tb. Recomendo muito o Coração de Aço.
Oq achou do neuromancer?
 

E.Jean

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Oq achou do neuromancer?
Ainda não terminei, estou numa correria que está difícil arrumar tempo para ler. Acho que já li um terço do livro e estou gostando bastante, a história está começando a engrenar e fatos interessantes estão acontecendo. A ambientação é puro cyberpunk (cultura japonesa, futuro distópico e hi-tech, sociedade toda fudida hahaha), não é à toa que essa obra é considerada um marco para esse gênero. Quando terminar ler volto para dar meu veredito.
 
Curtidas: M_V

SithLord

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Lendo agora O Último Desejo.

Anos atrás joguei The Witcher 3, e instantaneamente virei fã do Andrzej Sapkowsky, mas nunca li os livros por desleixo mesmo.

Agora to numa vibe legal pra leitura e vou corrigir esse erro.


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SithLord

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Lendo agora O Último Desejo.

Anos atrás joguei The Witcher 3, e instantaneamente virei fã do Andrzej Sapkowsky, mas nunca li os livros por desleixo mesmo.

Agora to numa vibe legal pra leitura e vou corrigir esse erro.


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Agito

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Lendo agora O Último Desejo.

Anos atrás joguei The Witcher 3, e instantaneamente virei fã do Andrzej Sapkowsky, mas nunca li os livros por desleixo mesmo.

Agora to numa vibe legal pra leitura e vou corrigir esse erro.


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Esse livro é complicado de se falar, tem histórias muito boas (sendo "O mal menor" é a melhor disparada), mas também tem algumas que são ruins pra caralho, contando com momentos pouco inspirados e até bobinhos. Ainda não animei de pegar o segundo volume, quem sabe um dia.
 

SithLord

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Esse livro é complicado de se falar, tem histórias muito boas (sendo "O mal menor" é a melhor disparada), mas também tem algumas que são ruins pra caralho, contando com momentos pouco inspirados e até bobinhos. Ainda não animei de pegar o segundo volume, quem sabe um dia.
Já estou no final, na história que dá nome ao livro.
Olha, até que gostei do livro no geral.

Tem seus altos e baixos.

Já peguei o segundo volume pra ler na sequencia. Eu volto aqui pra dar meu pitaco.

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E.Jean

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Já estou no final, na história que dá nome ao livro.
Olha, até que gostei do livro no geral.

Tem seus altos e baixos.

Já peguei o segundo volume pra ler na sequencia. Eu volto aqui pra dar meu pitaco.

Sent from Korriban, via Imperial Freighter.
Eu também gostei do primeiro livro. E se prepare que a partir do segundo volume que a história engrena. Não terminei essa série porque não gostei do penúltimo volume (senhora do lago se não me engano) e não tive animo de voltar a ler.
 

Niko

Bam-bam-bam
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A Moreninha
de Joaquim Manuel de Macedo

Antes de falar o que achei, farei uma relação metalinguística, a semântica sobre o título do livro. Morena é uma pessoa que tem a cor dos cabelos escuros ou até mesmo castanhos, não tem nada a ver com a cor da pele. É importante ressaltar isso porque, principalmente aqui no nordeste, onde moro, as pessoas tendem, através de um politicamente correto grotesco, a chamar de moreno quem é de fato negro. Moreno também é uma espécie do gênero negro, ao qual podem se incluir os pretos e os pardos. Eu sou pardo, por exemplo. Mas a minha rusga mesmo é chamar de moreno uma pessoa mais preta que a noite. Com isso, concluo que a personagem moreninha desse livro que li é branca, mas com cabelos escuros. O termo moreninha surge pela sua pouquíssima idade e seu jeito.

O livro é muito bom, muito bem escrito pelo Joaquim de Macedo, é o seu título mais conhecido, mais aclamado e de fato é deslumbrante. Tem o gênero chamado de Romantismo, que gira em torno de paixões e amores não correspondidos, mas que no final, pode dar tudo certo, ou não. Puxa mais para o romance em si do que o gênero realista, que traz tragédias e outras facetas que não o amor.
O autor me surpreendeu ao escrever usando as mais variadas formas de narração, pois em alguns momentos narra como observador, no qual usa a terceira pessoa, mas parece conversar com o leitor usando o plural; em outros momentos é narrador onisciente, no qual apenas narra em terceira pessoa e sabe de tudo, de forma neutra; e em outros casos, coloca de fato a narração da primeira pessoa, de tal personagem, que pode ser qualquer um, não sendo somente protagonistas. Achei isso muito interessante, pois eu gostaria de ler um livro que fosse em terceira pessoa, que fazia tempo que não via e não me lembrava bem como era - o modo em terceira pessoa é o que eu gostaria de usar, se um dia fosse escrever algo - , e de repente o autor traz todos os tipos possíveis de narração. Inclusive, tem também outros tipos textuais como a descrição em forma de carta, balada em forma de poema até, definitivamente um autor multi facetas, traz vários tipos literários.

Tem uma forma mais diluída, menos densa que autores de maior calibre, flui bem mais rápido, em muitos momentos usa bastante diálogos e diálogos, mas são rápidos, bem bate e volta, tipo uma palavra - duas palavras de resposta, o que no inicio achei meio estranho, pois em alguns momentos fica difícil de saber que personagem está falando, mas nada mais que isso. Já em outros momentos usa de diálogos longuíssimos, o qual aprecio bem mais, conversações longas e e tbm usa a forma narrativa pura para cortar caminho em varias situações.
A historia gira em torno, principalmente de Augusto e Carolina, vulgo moreninha, mas por varias vezes muitos outros personagens são relacionados, o que pra mim tirou um pouco o foco, principalmente no inicio, que tem uma chuva de personagens amigos do protagonista. O conto é de um amor real que nasce, não citarei spoilers, mas tenho a dizer que o autor usa a forma mais pura e leve pra construir o casal, mesmo com as atitudes de mulher fatal da moreninha. Veja que o protagonista tem em torno de 20 anos de idade e faz medicina, já a protagonista tem 14 anos, um tanto quanto ilegal para os dias de hoje, mas naquela época dos idos anos 1830, isso não valia muito, apenas o amor valia; e bem, convenhamos, a idade não é tão longe assim uma da outra. Citei que a protagonista é caucasiana pois naquela época formal do século XIX, a escrita era feita de forma classista, a não ser que o autor quisesse provocar, mas não é o caso desse, que apenas quer comover. E, ainda, Carolina é irmã de um amigo do protagonista, que tbm estuda medicina junto ele. Medicina era algo pra classe alta (burguesa, como gostam de chamar), então ela não poderia se negra ou parda.

Falando em burguesia, nesse livro que vi, no fim há uma rápida biografia do autor Joaquim Manuel de Macedo, e em uma de suas passagens diz que o romantismo, gênero desse livro, é uma arte da burguesia, criada pela burguesia e para a burguesia. Não poderia descrever melhor, pois de Macedo foi formado em Medicina e toda a historia desse livro gira em torno de gente rica. O último livro que vi, Dom Casmurro, também traz no seu centro a burguesia, com o protagonista formado em direito e sua família rica; mas Machado de Assis não era burguês, nem romantista, mas sim realista. São dois gêneros que definitivamente me agradaram. Falando em Dom casmurro, algo que esqueci de citar é que nele, assim como esse, por retratarem classes burguesas, não há escravos na história, mas de vez em quando eles aparecem e a forma natural como são descritos me anima. É imparcial, mas de forma parcial lol, pois era assim que a classe rica os via, como a sociedade os via na época. Gostaria de fazer uma citação desse livro da Moreninha que menciona uma criança escravo que trabalha para uma família rica.
O relato é de um dos personagens amigos do protagonista, feito numa carta, em que ele cita que queria pedir que o escravinho desse um recado a uma senhora que ele estava de olho:

''Eu tinha visto junto à porta nº3 um moleque com todas as aparências de ser belíssimo cravo-da-índia. Ora, lembrava-me que nesse a minha querida era a única que se achava vestida de branco e, pois, eu podia muito bem mandar-lhe um recado pelo qual me fizesse conhecido. E, pois, avancei para o moleque.
Ah! maldito crioulo... estava-lhe o todo dizendo para o que servia!... Pinta na tua imaginação, Augusto, um crioulinho de 16 anos, todo vestido de branco, com uma cara mais negra e mais lustrosa que um botim envernizado, tendo dois olhos belos, grandes, vivíssimos e cuja esclerótica era branca como papel em que te escrevo, com lábios grossos e de nácar, ocultando duas ordens de finos e claros dentes, que fariam inveja a uma baiana; dá-lhe a ligeireza, a inquietação e rapidez de movimento de um macaco e terás feito ideia desse diabo de azeviche, que se chama Tobias.
Não me foi preciso chamá-lo. Bastou um movimento de olhos para que Tobias viesse a mim, rindo-se desavergonhadamente.''
Durante a história é possível ver bastante formalidade, tradicionalidade, típica das classes altas daquela época, mas para os mais jovens, representando uma malícia juvenil leve, até discriminação, mas aqui me lembrou foi o respeito que há entre homens e mulheres na série Mad Men, que se passa nos anos 50-60 e satiriza muito isso.
O vinculo dos dois protagonistas é muito bom, cada um com sua personalidade e diferente um do outro, mas senti que demorou um pouco pra aprofundar, só mais pro final que aconteceu alguma coisa, mas seus poucos momentos românticos foram muito bons. O final foi arrebatador, muito bem dialogado e escrito, amei. Muito bom livro.
 
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JoeFather

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Lendo no Kindle, por indicação de uma colega escritor.
É o primeiro livro de uma coletânea do escritor Steven James (https://pt.wikipedia.org/wiki/Steven_James).
Eu sou fã do Stephen King, devido ao sobrenatural de suas obras, mas fiquei preso na narrativa excelente deste inglês, e agora me lasquei, pois têm mais 6 livros na fila...
Abs.,
 


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