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OS Books [+reading now]

Kemi

Bam-bam-bam
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Eu tô lendo esse, comecei há meses e não consigo terminar. E olha que adoro esse tema...

 


Wyvern_

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Neste último mês li essa belezura das Crônicas de Artur do Bernard Cornwell



Reforço todos os elogios já lançados a essa trilogia. Depois dela, tudo que já consumi sobre Artur virou obsoleto e sinto que terei grandes dificuldades em me desvencilhar dessas personagens quando for ler outras interpretações famosas dessa lenda.

Quem narra a história é Derfel (o F se lê como V, e o R é mudo, então se lê "Devel"), um dos guerreiros de Artur, que já está muito velho, vivendo num mosteiro e escrevendo a história para a princesa local, Igraine. Interessante dizer que nas primeiras lendas arturianas, Derfel era presente como um dos cavaleiros, mas foi aos poucos sumindo e sendo substituído por outros personagens. Cornwell faz um belo trabalho de resgate.

A história começa com os momentos finais do Rei Uther, que não querendo deixar o trono para seu filho bastardo, o Artur, junta os lordes e reis da britânia e cria um conselho, um círculo de juramentos para dar proteção e governança para seu neto recém-nascido, Mordred. Artur está entre os juramentados.

Derfel assiste a tudo isso, ainda adolescente, presenciando tb a traição de um dos reis que tenta usurpar o trono, e assim a história se desenrola, com o posterior encontro de Derfel com Artur, as tentativas de unificação do provo britânico contra os invasores saxãs, as indas e vindas políticas para defender o direito de Mordred ao trono sendo que ele dá claras indicações, para todos, de que será um péssimo Rei. As brigas entre os pagãos e os cristãos e a tentativa de Merlin em recuperar artefatos antigos para restauras os deuses.

Uma tremenda viagem literária, fantástica e histórica. Vibrei com as conquistas, com cada batalha, e que BATALHAS! Xinguei os traidores, torci para que algo desse certo, mesmo sabendo que tinha que dar errado e até mesmo deixei escapar algumas lágrimas no final.

Amei Derfel, Artur, Merlin, Galahad, Sagramor e tantos outros e odiei Lancelot, Guinevere, Mordred e Samsum.

Estou desde sábado escolhendo um novo livro para ler mas ainda não consegui me desvencilhar dessa história.

Quero edições de luxo, de colecionador, com mais mapas, artes, capa dura!

Recomendadíssimo!
 


Corticóide

Bam-bam-bam
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Neste último mês li essa belezura das Crônicas de Artur do Bernard Cornwell



Reforço todos os elogios já lançados a essa trilogia. Depois dela, tudo que já consumi sobre Artur virou obsoleto e sinto que terei grandes dificuldades em me desvencilhar dessas personagens quando for ler outras interpretações famosas dessa lenda.

Quem narra a história é Derfel (o F se lê como V, e o R é mudo, então se lê "Devel"), um dos guerreiros de Artur, que já está muito velho, vivendo num mosteiro e escrevendo a história para a princesa local, Igraine. Interessante dizer que nas primeiras lendas arturianas, Derfel era presente como um dos cavaleiros, mas foi aos poucos sumindo e sendo substituído por outros personagens. Cornwell faz um belo trabalho de resgate.

A história começa com os momentos finais do Rei Uther, que não querendo deixar o trono para seu filho bastardo, o Artur, junta os lordes e reis da britânia e cria um conselho, um círculo de juramentos para dar proteção e governança para seu neto recém-nascido, Mordred. Artur está entre os juramentados.

Derfel assiste a tudo isso, ainda adolescente, presenciando tb a traição de um dos reis que tenta usurpar o trono, e assim a história se desenrola, com o posterior encontro de Derfel com Artur, as tentativas de unificação do provo britânico contra os invasores saxãs, as indas e vindas políticas para defender o direito de Mordred ao trono sendo que ele dá claras indicações, para todos, de que será um péssimo Rei. As brigas entre os pagãos e os cristãos e a tentativa de Merlin em recuperar artefatos antigos para restauras os deuses.

Uma tremenda viagem literária, fantástica e histórica. Vibrei com as conquistas, com cada batalha, e que BATALHAS! Xinguei os traidores, torci para que algo desse certo, mesmo sabendo que tinha que dar errado e até mesmo deixei escapar algumas lágrimas no final.

Amei Derfel, Artur, Merlin, Galahad, Sagramor e tantos outros e odiei Lancelot, Guinevere, Mordred e Samsum.

Estou desde sábado escolhendo um novo livro para ler mas ainda não consegui me desvencilhar dessa história.

Quero edições de luxo, de colecionador, com mais mapas, artes, capa dura!

Recomendadíssimo!
Me deu uma put* vontade de ler agora, parece muito bom.
Estou lendo A revolução dos bichos, que livro sensacional ! :klove

Esse livro é voltado pra alguma ideologia ou apenas uma crítica geral?
Se for no estilo do primeiro, com todo aquele suspense e drama, será ótimo.

Enviado de qualquer lugar, carai.
 

RenatoW

Bam-bam-bam
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Esse livro é voltado pra alguma ideologia ou apenas uma crítica geral?
Estou na metade e até agora uma crítica geral e de altíssima qualidade.

É automático associar os acontecimentos do livro a muitas coisas que aconteceram ou acontecem na sociedade de uma maneira geral.

Vale a pena e é uma leitura rápida, aproximadamente 3 horas. :kjoinha
 

Guastinha

Ei mãe, 500 pontos!
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Memorial do Convento



A História:
O Livro narra duas construções. O gigantesco convento de Mafra (que na verdade é um palácio) e um engenho voador chamado Passarola. Essas construções são acompanhadas por alguns personagens, como o Padre Bartolomeu de Gusmão, o inventor do artefato voador e seus construtores, o casal Blimunda e Baltazar. Blimunda tem uma espécie de poder, pois pode ver “por além da carne”. Já Baltazar é um ex soldado que não tem uma das mãos.

O contexto:
O livro tem um forte contexto histórico. O autor faz uso tanto da época quanto de personagens que realmente existiram para criar – e criticar – algumas situações que marcaram aqueles anos. O romance se passa durante o reinado de Don João V, no século XVIII, época que Portugal viveu um período de farta riqueza com o ouro recém extraído das Minas Gerais.

Nessa época o rei esbanjador não media esforços para realizar suas vontades, e assim marcou o seu reinado com extravagancias e construções faraônicas, sendo Mafra a sua mais ousada empreitada.

Padre Bartolomeu de Gusmão também foi uma figura histórica. Era um padre cientista que tinha por intenção fazer o homem voar através de diversas engenhocas. A personagem Blimunda possivelmente existiu também. Contam as “lendas literárias” sobre esse livro, que Saramago, ao pesquisar sobre a época, leu nos documentos da Inquisição sobre uma famosa vidente portuguesa, e resolveu coloca-la no livro. Baltazar já seria a representação do povo português. Machucado da guerra, porem trabalhador e sonhador.

Além de criticar a má gestão de Don João com tanto dinheiro disponível, Saramago também dá suas alfinetadas na Igreja, mais precisamente na Inquisição, que naquela época fervia em Portugal e suas colônias. Ele pontua como era visto os portugueses no mundo naquele tempo.


A repercussão:
Memorial do Convento é o livro que teve maior repercussão em Portugal, e é até hoje a principal obra de Saramago naquele país. Talvez por tratar de um tempo tão prospero aos portugueses (pelo menos para a turma da coroa) o livro tem grande apreço por lá, tendo virado até ópera. Foi a partir da publicação desse romance que a carreira do autor português deslanchou.

A experiência:
O texto de Saramago não é uma leitura simples, apesar de ele abordar temas relativamente fáceis. Porem ele flerta muito com o romantismo e os seus textos ficam um pouco prolixos. Para mim, não foi uma leitura fácil, me exigiu mais concentração, mas depois que me conectava a sua peculiar forma narrar a leitura fluía.

Acredito que se eu tivesse um melhor conhecimento do contexto do livro eu teria aproveitado bem mais a leitura. Porém, para não pegar spoilers, evitei informações sobre o livro. Indo para essa “viagem” praticamente sem “bagagem”. A experiência foi boa, mas acho que poderia ter sido melhor. Quem sabe em uma releitura.
 

Meia Noite

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Baixei pra ler no Kindle de forma despretensiosa e put* que pariu. Me prendeu demais, quando me dei conta, estava há duas horas lendo sem perceber.

Sugiro que leiam o primeiro antes de partir pra esse, para não ficarem tão deslocados. Inclusive, vou maratonar os filmes, mesmo sabendo que do segundo em diante, perde um pouco a mão.

Clive Barker é bom demais no que diz respeito ao gore descrito.

 

Agito

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Neste último mês li essa belezura das Crônicas de Artur do Bernard Cornwell



Reforço todos os elogios já lançados a essa trilogia. Depois dela, tudo que já consumi sobre Artur virou obsoleto e sinto que terei grandes dificuldades em me desvencilhar dessas personagens quando for ler outras interpretações famosas dessa lenda.

Quem narra a história é Derfel (o F se lê como V, e o R é mudo, então se lê "Devel"), um dos guerreiros de Artur, que já está muito velho, vivendo num mosteiro e escrevendo a história para a princesa local, Igraine. Interessante dizer que nas primeiras lendas arturianas, Derfel era presente como um dos cavaleiros, mas foi aos poucos sumindo e sendo substituído por outros personagens. Cornwell faz um belo trabalho de resgate.

A história começa com os momentos finais do Rei Uther, que não querendo deixar o trono para seu filho bastardo, o Artur, junta os lordes e reis da britânia e cria um conselho, um círculo de juramentos para dar proteção e governança para seu neto recém-nascido, Mordred. Artur está entre os juramentados.

Derfel assiste a tudo isso, ainda adolescente, presenciando tb a traição de um dos reis que tenta usurpar o trono, e assim a história se desenrola, com o posterior encontro de Derfel com Artur, as tentativas de unificação do provo britânico contra os invasores saxãs, as indas e vindas políticas para defender o direito de Mordred ao trono sendo que ele dá claras indicações, para todos, de que será um péssimo Rei. As brigas entre os pagãos e os cristãos e a tentativa de Merlin em recuperar artefatos antigos para restauras os deuses.

Uma tremenda viagem literária, fantástica e histórica. Vibrei com as conquistas, com cada batalha, e que BATALHAS! Xinguei os traidores, torci para que algo desse certo, mesmo sabendo que tinha que dar errado e até mesmo deixei escapar algumas lágrimas no final.

Amei Derfel, Artur, Merlin, Galahad, Sagramor e tantos outros e odiei Lancelot, Guinevere, Mordred e Samsum.

Estou desde sábado escolhendo um novo livro para ler mas ainda não consegui me desvencilhar dessa história.

Quero edições de luxo, de colecionador, com mais mapas, artes, capa dura!

Recomendadíssimo!
Pela sua descrição, eles omitem toda a parda mística de excalibur e talz? Sendo Cornowell, essa briga entre cristãos e pagãos, cristãos são retratados como extremos filhos da put* ou é um negócio sem lados?
 

Wyvern_

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Pela sua descrição, eles omitem toda a parda mística de excalibur e talz? Sendo Cornowell, essa briga entre cristãos e pagãos, cristãos são retratados como extremos filhos da put* ou é um negócio sem lados?
Merlin culpa os romanos por trazerem uma invasão de novos deuses para a Britânia e permitir, entre eles, o cristianismo. Sim, o cristianismo é retratado de forma negativa, mas também tem seus momentos positivos. Galahad é um cristão por exemplo, e um dos melhores personagens. Artur fala muito de tolerância religiosa para ambos os lados.

Ao mesmo tempo que os cristãos fazem m****, os pagãos também fazem (e grandes), e ele vai mostrando como as religiões vão se misturando, como por exemplo antes da guerra, tanto os bispos abençoam os soldados, como os druidas fazem suas "magias", ou personagens que se dizem cristãos mas ainda cospem no chão ao ouvirem algo ruim, ou tocam um pedaço de ferro e etc...

A magia é retratada mais como truques, ilusionismo, uso do medo, da superstição, mas em diversos momentos ele nos deixa com um pé atrás, com a sensação de que uma magia foi realmente feita, no terceiro livro principalmente.

Sobre excalibur, não existem o momento de retirada da pedra, Artur já a possuí desde o começo:
A excalibur é um dos 13 tesouros entregados pelos deuses para o povo britânico. Merlin os busca para restaurar os deuses antigos, ele sabe que a espada é um dos tesouros, Artur não.
Aliás, é ele quem entrega a espada para Artur, muito antes da história começar.

Lembro de nas Crônicas Saxônicas ter críticas ao cristianismo também, pois temos o embate entre a cultura nórdica e o cristianismo já estabelecido entre os agora anglo-saxões. Mas ao mesmo tempo, ao menos até onde eu li (livro 5), tínhamos diversos personagens cristãos bem fortes.

Na Trilogia do Graal, que eu me lembre, todos os envolvidos são cristãos.
 

Agito

Bam-bam-bam
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Merlin culpa os romanos por trazerem uma invasão de novos deuses para a Britânia e permitir, entre eles, o cristianismo. Sim, o cristianismo é retratado de forma negativa, mas também tem seus momentos positivos. Galahad é um cristão por exemplo, e um dos melhores personagens. Artur fala muito de tolerância religiosa para ambos os lados.

Ao mesmo tempo que os cristãos fazem m****, os pagãos também fazem (e grandes), e ele vai mostrando como as religiões vão se misturando, como por exemplo antes da guerra, tanto os bispos abençoam os soldados, como os druidas fazem suas "magias", ou personagens que se dizem cristãos mas ainda cospem no chão ao ouvirem algo ruim, ou tocam um pedaço de ferro e etc...

A magia é retratada mais como truques, ilusionismo, uso do medo, da superstição, mas em diversos momentos ele nos deixa com um pé atrás, com a sensação de que uma magia foi realmente feita, no terceiro livro principalmente.

Sobre excalibur, não existem o momento de retirada da pedra, Artur já a possuí desde o começo:
A excalibur é um dos 13 tesouros entregados pelos deuses para o povo britânico. Merlin os busca para restaurar os deuses antigos, ele sabe que a espada é um dos tesouros, Artur não.
Aliás, é ele quem entrega a espada para Artur, muito antes da história começar.

Lembro de nas Crônicas Saxônicas ter críticas ao cristianismo também, pois temos o embate entre a cultura nórdica e o cristianismo já estabelecido entre os agora anglo-saxões. Mas ao mesmo tempo, ao menos até onde eu li (livro 5), tínhamos diversos personagens cristãos bem fortes.

Na Trilogia do Graal, que eu me lembre, todos os envolvidos são cristãos.
Eu nunca li nada do Cornowell, eu até um livro dele de uma trilogia de arqueiros (não lembro o nome) que peguei num sebo, mas tô tentando ter coragem pra procurar o primeiro volume. Eu vi uns capítulos daquela série baseada nas Crônicas Saxônicas e não curti muito, principalmente por achar bem tendencioso nessa parte da religião (historicamente falando, não é bem assim pelo que me lembre). Fiquei afim de dar uma chance pra esses livros do Arthur, tava mesmo querendo ler algo sobre o personagem. Tenho Camelot 3000 aqui, mas é uma mistureba de sci fi e tal, sem falar que é esquisito o Lancelot pegar a mulher do Arthur na frente dele e ele não falar nada (apesar de ficar visilmente incomodado), ainda não terminei de ler, pois a história tá difícil de engrenar e estou lendo Meio Rei que tá muito melhor.
 

Wyvern_

Bam-bam-bam
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Eu nunca li nada do Cornowell, eu até um livro dele de uma trilogia de arqueiros (não lembro o nome) que peguei num sebo, mas tô tentando ter coragem pra procurar o primeiro volume. Eu vi uns capítulos daquela série baseada nas Crônicas Saxônicas e não curti muito, principalmente por achar bem tendencioso nessa parte da religião (historicamente falando, não é bem assim pelo que me lembre). Fiquei afim de dar uma chance pra esses livros do Arthur, tava mesmo querendo ler algo sobre o personagem. Tenho Camelot 3000 aqui, mas é uma mistureba de sci fi e tal, sem falar que é esquisito o Lancelot pegar a mulher do Arthur na frente dele e ele não falar nada (apesar de ficar visilmente incomodado), ainda não terminei de ler, pois a história tá difícil de engrenar e estou lendo Meio Rei que tá muito melhor.
Esse do arqueiro é a trilogia Em Busca do Graal que citei. São os livros, em ordem de leitura: O Arqueiro, o Andarilho e O Herege. Grande Thomas de Hookton! Algumas das batalhas mais divertidas de serem lidas, ainda mais por termos o ponto de vista de um arqueiro. Já no primeiro livro temos uma, acho que na Normandia que é fenomenal!

Faz parte da mitologia arturiana a Guinevere trair o Artur com o Lancelot, isso sempre acontece, e nesse trilogia do Cornwell não é diferente. Agora como isso acontece, o pq acontece, como ele reage, e quais as consequências disso... :eek:
 

Agito

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Faz parte da mitologia arturiana a Guinevere trair o Artur com o Lancelot, isso sempre acontece, e nesse trilogia do Cornwell não é diferente. Agora como isso acontece, o pq acontece, como ele reage, e quais as consequências disso... :eek:
Vou ter que ler pra descobrir, porra já tô com hype no livro agora. No Camelot 3000 ele é do tipo corno manso, não sei se tem a ver a parada da reencarnação, mas é triste.

Valeu brother, vou pegar o livro com certeza.
 

PH_SEP

Bam-bam-bam
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Reforço todos os elogios já lançados a essa trilogia. Depois dela, tudo que já consumi sobre Artur virou obsoleto e sinto que terei grandes dificuldades em me desvencilhar dessas personagens quando for ler outras interpretações famosas dessa lenda.

Quem narra a história é Derfel (o F se lê como V, e o R é mudo, então se lê "Devel"), um dos guerreiros de Artur, que já está muito velho, vivendo num mosteiro e escrevendo a história para a princesa local, Igraine. Interessante dizer que nas primeiras lendas arturianas, Derfel era presente como um dos cavaleiros, mas foi aos poucos sumindo e sendo substituído por outros personagens. Cornwell faz um belo trabalho de resgate.

A história começa com os momentos finais do Rei Uther, que não querendo deixar o trono para seu filho bastardo, o Artur, junta os lordes e reis da britânia e cria um conselho, um círculo de juramentos para dar proteção e governança para seu neto recém-nascido, Mordred. Artur está entre os juramentados.

Derfel assiste a tudo isso, ainda adolescente, presenciando tb a traição de um dos reis que tenta usurpar o trono, e assim a história se desenrola, com o posterior encontro de Derfel com Artur, as tentativas de unificação do provo britânico contra os invasores saxãs, as indas e vindas políticas para defender o direito de Mordred ao trono sendo que ele dá claras indicações, para todos, de que será um péssimo Rei. As brigas entre os pagãos e os cristãos e a tentativa de Merlin em recuperar artefatos antigos para restauras os deuses.

Uma tremenda viagem literária, fantástica e histórica. Vibrei com as conquistas, com cada batalha, e que BATALHAS! Xinguei os traidores, torci para que algo desse certo, mesmo sabendo que tinha que dar errado e até mesmo deixei escapar algumas lágrimas no final.

Amei Derfel, Artur, Merlin, Galahad, Sagramor e tantos outros e odiei Lancelot, Guinevere, Mordred e Samsum.

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O destino é inexorável, meu amigo.
 

RenatoW

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SDDS DESSE TÓPICO, MEU DEUS
Curtam aqui pra eu receber notificações desse tpc, comprei um KINDLEEEE
36 Livros anuais é a meta
WAAAAAAAAR
Eu estou querendo pegar o 10º geração mas 349 não dá, só no aguardo de uma promoção.

Minha meta de livros é 10 no ano, se passar é lucro ! :kcool
 

Guastinha

Ei mãe, 500 pontos!
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Walden ou A vida nos Bosques.



Henry D. Thoreau largou tudo e foi morar na floresta. Mais precisamente a beira do lago Walden. Neste livro ele descreve a sua experiência e suas reflexões.

Talvez eu ainda não estivesse preparado, mas eu aproveitei muito pouco do que o livro tem a oferecer. Na verdade, eu achei ele um pouco enfadonho e algumas vezes eu me perdia nas divagações do autor. Por mais de uma vez estive á ponto de abandonar a leitura, mas insisti em ir até o fim, o que foi recompensador, pois o livro dá uma melhorada mais para o final.

A experiência de Thoreau me lembrou o filme “Na Natureza Selvagem” que provavelmente deve ter se inspirado neste livro, que influenciou muito o pensamento ambientalista e a busca pelo resgate do contato com a natureza.

Confesso que esperava mais, mas a mensagem me foi passada, terminei o livro sentindo a necessidade de ter um contato maior com a natureza, quem sabe passando uma temporada no mato, ou como diz o autor em uma das suas melhores passagens:

Talvez me parecesse que eu teria outras vidas para viver, e não podia passar mais tempo naquela”



Se não me engano, esse livro foi recomendação daqui do fórum.
 

Meia Noite

Bam-bam-bam
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Eu estou querendo pegar o 10º geração mas 349 não dá, só no aguardo de uma promoção.

Minha meta de livros é 10 no ano, se passar é lucro ! :kcool
Caraio, esse é qual? Porque o que eu comprei ano passado foi 800 conto. Veio com capa, 32 gb e os caraio, mas mesmo assim. Se for o mesmo, não é possível que tenha caído tanto o preço.

O meu é o tal do paperwhite
 

EgonRunner

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Caraio, esse é qual? Porque o que eu comprei ano passado foi 800 conto. Veio com capa, 32 gb e os caraio, mas mesmo assim. Se for o mesmo, não é possível que tenha caído tanto o preço.

O meu é o tal do paperwhite
o Kindle normal está 349 (331,55 à vista) e o Paperwhite 32GB está 649 (616,55 à vista).
 

RenatoW

Bam-bam-bam
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Li hoje de manhã rapidão e tem muitos em um pack com vários pdf. :kcool

164296

E estou lendo Pensamentos para um vida feliz de Maxwell Maltz em pequenas doses. Gosto sempre de ler um livro de auto ajuda no começo de todo ano. :kjoinha

164297
 

Meia Noite

Bam-bam-bam
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o Kindle normal está 349 (331,55 à vista) e o Paperwhite 32GB está 649 (616,55 à vista).
Ah, então foi esse último que peguei. Queria uma parada que me desse uma certa "folga" pra não precisar gastar com dispositivo de leitura pelos próximos três ou quatro anos. Tá me atendendo bem pra um c***lho. Valeu cada centavo suado.
 

PH_SEP

Bam-bam-bam
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É automático associar os acontecimentos do livro a muitas coisas que aconteceram ou acontecem na sociedade de uma maneira geral.

Vale a pena e é uma leitura rápida, aproximadamente 3 horas. :kjoinha
Ví seu post e peguei pra ler, já terminei. Grande Sansão :(
 

PH_SEP

Bam-bam-bam
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Acabei de Ler Solaris de Stanislaw Lem

Nunca fui um grande leitor de ficção cientifica, porém tudo mudou quando li Perdido em Marte, achei fantástico, então em alguns daqueles sites de recomendações de livro avaliei muito bem perdido em marte e surgiram indicações, uma delas foi solaris de stanislaw lem, acabei colocando na minha lista da amazon, e surgiu na promoção a edição especial de capa dura, adquiri.
Sobre solaris, achei coisas boas e ruins, a parte boa gostei do ambiente e da narrativa, chegada a um planeta desconhecido e as informações que o autor apresenta ao leitor, tentativas de contatos com outra forma de vida inteligente fora da terra, os acontecimentos que se sucedem aos personagens faz você querer continuar lendo até o final rapidamente . As partes ruins é que achei um livro bem "pesado", para falar do planeta o autor usa sínteses de relatórios feitos por cientistas durante anos de pesquisa sobre o planeta, muitos se arrastam paginas e paginas de descrição com termos bem científicos e específicos, as falas dos personagens são sempre filosóficas, profundas, sei que são cientistas extremamente inteligentes mas muitas vezes não cabe em toda situação vc parecer um professor de filosofia, enfim, fica um 7/10

Próxima leitura é guerra sem fim de Joe Haldeman.
acabai de baixar, será o meu próximo
 

Spacehead

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acabai de baixar, será o meu próximo
Depois conta as impressões.


Tô.lendo o vulto das duas torres, bom livro que investiga o início do movimento radical islâmico contra o ocidente até a queda das torres gêmeas, o livro tem um leitura leve pro conteúdo pesado, uma pena que tô vagabundo, esse ano só li 40 páginas dele...
 

Paulo Guedes

Ministro da Economia
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o sistema de magia do stormlight é do c***lho. eles ganham poderes com juramentos/ideais. e se eles deixam de seguir aqueles juramentos, perdem os poderes.
mas n vou falar mto pra n spoilar. Sobre elantris, tem um outro livro naquele universo que acho que é uma novella. eu baixei mas n li ainda. "The emperor soul".
sobre os livros, edgedancer e dawnshard são novellas de stormlight archive. acho que o unico que citei que é uma série totalmente diferente é warbreaker:



recomendo ler ele antes de stormlight. Vc vai entender o motivo quando estiver lendo stormlight.

Sobre o Rothfuss, eu já desisti. o cara é outro George R R Martin da vida ¬¬
o que vc acha dos livros do Glen Cook? A série Companhia Negra?
 

Stormtrooper

Supra-sumo
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Trilogia Aftermath.. li os dois primeiros em 1 semana e agora estou terminando o terceiro. É muito bom! Pra quem é fã os livros trazem uma boa sensação de nostalgia.
 
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