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OS Books [+reading now]

Rafa9000

Supra-sumo
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Depende do quanto você curte esse gênero literário e está disposto a pagar, o que posso dizer é que Elric é um dos "big" junto com Conan e Senhor dos Anéis, embora bem menos conhecido. Eu prefiro ler o material físico e a capa tem uma arte incrível do Michael Whelan, então pra mim vale mais a pena adquirir o livro físico, mas isso vai do gosto do freguês.


Interessante esse da orca, você tbm é da área da biologia?
Sou sim, sou biologo e oceanografo e atualmente trabalho com poluentes organicos persistentes em golfinhos.
Não sabia que Elric era um dos big, deu mais vontade ainda de ler. Vlw!
 

Asha

Bam-bam-bam
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Requiem for a Dream / Réquiem para um Sonho (1978)
Eu havia visto o filme de 2000 há uns anos atrás porém não sabia que era baseado em um livro. Ambos contam a história de 4 americanos - Sara, Henry, Tyrone e Marion - e como o vício em drogas acaba com a vida de cada um deles. O longa tem um dos finais mais tristes (e gráficos) que já assisti e creio que não vai ser diferente aqui. É basicamente uma das melhores "campanhas anti-drogas" que pude ver na telinha.

Estou lendo a versão atualizada em inglês e, enquanto o livro possuí uma história muito boa, ele também tem um estilo de escrita meio confuso pois as falas dos personagens não são separadas em parágrafos com travessão: A narração e conversação são todas juntas. Você geralmente consegue identificar os personagens pelo jeito de falar de cada um mas as vezes é bem difícil definir quem disse X ou Y devido a essa escolha estranha.
 

Mestre Viril

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Estou ouvindo livro do Poderoso Chefão, narrado pelo Mauro Ramos.

Tá bacana, o filme segue quase tudo a risca. Só não gosto muito do jeito do Mario Puzzo escrever, as vezes ele dá umas viajadas. Imagina vc estar ouvindo de boas e do nada ele começa a descrever como o Sunny Corlenone tem uma vara grande (deve perder uns dois parágrafos nisso), como uma mina lá adorou dar pra ele e como foi embora sentindo a porra escorrendo entre as pernas... desnecessário...
 

Rafa9000

Supra-sumo
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Comecei a ler o livro Star Wars - A Alta Republica: Luz dos Jedi (Charles Soule), foi o primeiro livro/midia lançada sobre essa época de Star Wars, por enquanto to gostando bastante, adorei o inicio do livro que parece um classico filme de catastrofe só que com jedis.
 


Samaritano

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Agora estou lendo o oitavo livro da série The Expanse: Tiamat's Wrath. Sou suspeito para falar, porque gostei muito da série de TV, mesmo ela tendo seus problemas (principalmente depois de a Amazon assumir). Gosto ainda mais dos livros. Pra mim, 4,5/5 como série e, por enquanto, esse volume leva 4/5.

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Pigra

Habitué da casa
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Alerta Vermelho (Martha Wells)
Fala sobre um robô que hackeia o próprio sistema e se liberta da sua programação, mas continua exercendo função de segurança e ajuda uma equipe de humanos exploradores que estavam trabalhando num planeta. Tem qualquer coisa de Asimov aqui, embora a narrativa e outros aspectos sejam diferentes. Esse é o primeiro livro da série "Diário de um Robô-assassino", que até onde sei fecha no segundo volume ("Consciência Artificial"), mas dá pra ler de boa porque a história do primeiro é fechadinha com início, meio e fim.

Livro rápido de ler e com letra enorme que facilita a leitura. Belo trabalho da Ed. Aleph.

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renderfox

Lenda da internet
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Alerta Vermelho (Martha Wells)
Fala sobre um robô que hackeia o próprio sistema e se liberta da sua programação, mas continua exercendo função de segurança e ajuda uma equipe de humanos exploradores que estavam trabalhando num planeta. Tem qualquer coisa de Asimov aqui, embora a narrativa e outros aspectos sejam diferentes. Esse é o primeiro livro da série "Diário de um Robô-assassino", que até onde sei fecha no segundo volume ("Consciência Artificial"), mas dá pra ler de boa porque a história do primeiro é fechadinha com início, meio e fim.

Livro rápido de ler e com letra enorme que facilita a leitura. Belo trabalho da Ed. Aleph.
Devorei esse livro, realmente é curto. Preciso mesmo visitar a Editora Aleph mais vezes.
Valeu a indicação.
Obrigado pela indicação de todos. Sempre recheio meu kindle com as indicações do tópico.

:kjoinha
 

Rafa9000

Supra-sumo
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Dei uma pausa no livro da Segunda Guerra, não que não esteja gostando dele (muito pelo contrario), só meu hiperfoco mudou um pouco e perdi um pouco da vontade de ler ele e como ele é bem grandinho resolvi deixar pra voltar a ler nas férias.

Atualmente estou lendo os seguintes livros:

- Ayrton - O Herói Revelado (Ernesto Rodrigues):
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Este livro nos deixa mais próximos, mais íntimos e um pouco mais capazes de decifrar Ayrton Senna — seu sorriso, sua certeza, e o inesquecível impacto que provocou em nossas vidas. Ícone de uma alegria deliciosamente brasileira, Ayrton era disciplinado e meticuloso, mas também sabia ser ousado, intenso, capaz de nos arrebatar com suas voltas voadoras. Mas como conseguia? E que felicidade vê-lo ganhar, a nossa bandeira colorindo as manhãs de domingo.

Herói incomparável em entrega e bravura, na vida pessoal ele se retraía, tímido e também a esse Ayrton nós nos afeiçoamos, porque era determinado e romântico, como um primo ou irmão da gente. Alguns enigmas se criaram em torno desse homem simples, especialista em superar limites, que se consagrou como ídolo mundial do automobilismo.

Este livro busca desvendar enigmas, mas também ultrapassar o mito — traçando um retrato mais profundo de Ayrton Senna como piloto, homem, filho, namorado, amigo. Um brasileiro que morreu jovem demais, deixando um silêncio que ainda arde no peito.

- Natureza-morta (Louise Penny):
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Em Natureza morta, Louise Penny apresenta o inspetor-chefe Armand Gamache, que conduz esta brilhante e premiada série de mistério.

O experiente inspetor-chefe Armand Gamache e sua equipe de investigadores da Sûreté du Québec são chamados a uma cena do crime suspeita em Three Pines, um bucólico vilarejo ao sul de Montreal. Jane Neal, uma pacata professora de 76 anos, foi encontrada morta, atingida por uma flecha no bosque.

Os moradores acreditam que a tragédia não passa de um infeliz acidente, já que é temporada de caça, mas Gamache pressente que há algo bem mais sombrio acontecendo. Ele só não imagina por que alguém iria querer matar uma senhora que era querida por todos.

Porém, o inspetor-chefe sabe que o mal espreita por trás das belas casas e das cercas imaculadas e que, se observar bem de perto, a pequena comunidade começará a revelar seus segredos.

Natureza-morta dá início à série policial de grande sucesso de Louise Penny, que conquistou leitores no mundo todo graças ao cativante retrato da cidadezinha, ao carisma de seus personagens e ao seu estilo perspicaz de escrita.
 

rizabr

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Tem uma encheção de linguiça nível Clarisse Lispector, acompanhada por uma filosofia inútil na parte final do livro. Não achei grande coisa, mas imagino o impacto que deva ter tido na época, devido ao estilo diferente que o país estava acostumado.
 

Preses

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Tem uma encheção de linguiça nível Clarisse Lispector, acompanhada por uma filosofia inútil na parte final do livro. Não achei grande coisa, mas imagino o impacto que deva ter tido na época, devido ao estilo diferente que o país estava acostumado.
Coincidentemente terminei de ler há alguns dias e concordo com você que a filosofia que o autor enfiou no final foi bem inútil.

Mas o que eu menos gostei foi que o livro não faz jus ao título.

Quando vi a capa abaixo, esperava muito mais foco no "póstumas". No fim das contas, é somente uma simples biografia do personagem. Esperava algo mais focado nas questões sobrenaturais da morte.
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rizabr

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Coincidentemente terminei de ler há alguns dias e concordo com você que a filosofia que o autor enfiou no final foi bem inútil.

Mas o que eu menos gostei foi que o livro não faz jus ao título.

Quando vi a capa abaixo, esperava muito mais foco no "póstumas". No fim das contas, é somente uma simples biografia do personagem. Esperava algo mais focado nas questões sobrenaturais da morte.
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Também esperava algo assim, principalmente com a introdução dando um enfoque grande nisso. No fim é só mais uma curiosidade boba do que qualquer outra coisa
 

rizabr

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Mais interessante do que Memórias Póstumas de Brás Cubas, o livro tem traços autobiográficos do autor misturados com ficção.

A descrição do engenho, a rotina e seus moradores é bem vívida e é fácil de nos transportar para lá. Mas achei que a história terminou muito rápido, acreditava que seria mais longa mas quando menos esperava, acabou :khuh
 

no4mat

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Joe Fisher - The Siren Call of Hungry Ghosts

Ainda estou no início (77/376), mas ao que tudo indica trata de um relato sobre fenômenos de mediunidade, mas questionando a existência literal desses espíritos ou guias. Não num ponto de vista cético, mas abordando a característica trickster do fenômeno, o que o liga a entidades mitológicas e ufológicas.

Descrição da goodreads:
Mediumship dates back to the Greek Oracles and beyond, but millennia later nobody yet knows for certain what transpires when a medium enters a deep trance. Today, the practice of channeling spirit guides through hypnotized mediums is hotly debated. This strange phenomenon is either dismissed as a dubious parlor trick, or regarded as a form of communication between this world and the next. Many view "the guides" as a source of love and wisdom…but are they? For five years, Joe Fisher painstakingly investigated the claims of channelers and the mysterious voices that speak through them. The Siren Call of Hungry Ghosts is his gripping journey into a realm of darkness and deception.
 

Mestre Viril

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Peguei as duas primeiras edições, nunca tinha lido o mangá original, pois sempre achei o traço do Kurumada pavoroso. Porém, depois de ter lido Kamen Rider e Kamen Rider Black pelo Ishinomore, o traço do Kurumada é até bonito e detalhado em comparação.

Tem várias diferenças em relação ao anime (estou revendo o anime), algumas boas e outras nem tão boas, no geral, o anime é melhor. Mesmo assim, o mangá tem umas sacadas legais. Um detalhe é que o Seiya tem uma personalidade mais séria e marrenta no mangá, o Hyoga é mais misterioso e o Shun é menos v****, o Shiryu é praticamente a mesma coisa. Aliás, o Shun do mangá é BEM diferente em relação ao anime, ele é pacifista, mas não é bunda mole.

Mês que vem pretendo pegar os outros volumes que saíram.
 

Crota

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Peguei as duas primeiras edições, nunca tinha lido o mangá original, pois sempre achei o traço do Kurumada pavoroso. Porém, depois de ter lido Kamen Rider e Kamen Rider Black pelo Ishinomore, o traço do Kurumada é até bonito e detalhado em comparação.

Tem várias diferenças em relação ao anime (estou revendo o anime), algumas boas e outras nem tão boas, no geral, o anime é melhor. Mesmo assim, o mangá tem umas sacadas legais. Um detalhe é que o Seiya tem uma personalidade mais séria e marrenta no mangá, o Hyoga é mais misterioso e o Shun é menos v****, o Shiryu é praticamente a mesma coisa. Aliás, o Shun do mangá é BEM diferente em relação ao anime, ele é pacifista, mas não é bunda mole.

Mês que vem pretendo pegar os outros volumes que saíram.

Tem algumas diferenças bem interessantes em relação ao anime. Hyoga é considerado um guerreiro de bronze extremamente proeminente; dito como alguém com técnica e habilidade em nível prata. No anime Shiryu, treinado por um Cavaleiro de ouro e Ikki, treinado no inferno daquela ilha com vulcão, são os bronze mais fortes por motivos óbvios de treinamento melhor (para o dragão) e sobrivenvicialismo com ódio ao custo total (para o fenix).

Como no mangá não existe o cavaleiro de cristal, Hyoga, é treinado diretamente pelo cavaleiro de ouro da casa de Aquário, algo que o influência diretamente como um guerreiro mais astuto, técnico e poderoso.

Acho interessante nessa obra, tanto em mangá quanto em anime, como o Seya é um personagem carregado nas costas por esforço de terceiros e age sempre como protagonista num golpe final apenas por roteirismo.

Seya é facilmente o protagonista de mangás e animes que considero mais dispensável e com a história pessoal, treinamento, conquista da armadura e desenvolvimento mais raso se comparado aos outros guerreiros do esquadrão de bronze principal, embora tenha uma personalidade mais séria na obra impressa.
 
Ultima Edição:

Mestre Viril

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Tem algumas diferenças bem interessantes em relação ao anime. Hyoga é considerado um guerreiro de bronze extremamente proeminente; dito como alguém com técnica e habilidade em nível prata. No anime Shiryu, treinado por um Cavaleiro de ouro e Ikki, treinado no inferno daquela ilha com vulcão, são os bronze mais fortes por motivos óbivos de treinamento melhor (para o dragão) e sobrivenvicialismo com ódio ao custo total (para o fenix).

Como no mangá não existe o cavaleiro de cristal, Hyoga, é treinado diretamente pelo cavaleiro de ouro da casa de Aquário, algo que o influência diretamente como um guerreiro mais astuto, técnico e poderoso.

Acho interessante nessa obra, tanto em mangá quanto em anime, como o Seya é um personagem carregado nas costas por esforço de terceiros e age sempre como protagonista num golpe final apenas por roteirismo.

Seya é facilmente o protagonista de mangás e animes que considero mais dispensável e com a história pessoal, treinamento, conquista da armadura e desenvolvimento mais raso se comparado aos outros guerreiros do esquadrão de bronze principal, embora tenha uma personalidade mais séria na obra impressa.
Cara, eu até achei que ele é bem inteligente e estrategista, não só por protagonismo. Só ver como ele descobriu o ponto fraco do Dragão depois de receber o golpe só uma vez, enquanto outros personagens como o Jabu ficaram boiando. Sem falar que em toda luta ele lembra de alguma dica do treinamento dele da Marin.

Eu sempre gostei dele com um personagem, nem que seja pela persistência de apanhar mais que cachorro e sempre levantar.
 

rizabr

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Demora um pouco pra engatar, mas depois disso fica interessante

Reconheci o livro no encerramento, tinha aquele trecho no meu livro de português do ensino médio

Apesar que achava que seria melhor na época :klolz
 

Preses

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Tô num segundo livro do Júlio Verne este ano (A Ilha Misteriosa).

O domínio de geografia, química e física do autor é simplesmente sensacional.

Pelo que li até agora, fico com a impressão de que os filmes de aventura foram bastante influenciados pelas obras do autor.

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(Engraçadíssimo, a propósito.)

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Mestre Viril

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Admito que fiquei meio decepcionado, o primeiro livro é excelente, já o segundo é bem mais ou menos. Os personagens até são legais, D como sempre é foda, mas a história é meio confusa e lenta pra cacete, falta aquele ritmo acelerado do primeiro livro.

Agora entendo porque adaptaram o primeiro livro, pularam esse e adaptação o terceiro em Bloodlust.
 

Mestre Viril

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Requiem for a Dream / Réquiem para um Sonho (1978)
Eu havia visto o filme de 2000 há uns anos atrás porém não sabia que era baseado em um livro. Ambos contam a história de 4 americanos - Sara, Henry, Tyrone e Marion - e como o vício em drogas acaba com a vida de cada um deles. O longa tem um dos finais mais tristes (e gráficos) que já assisti e creio que não vai ser diferente aqui. É basicamente uma das melhores "campanhas anti-drogas" que pude ver na telinha.

Estou lendo a versão atualizada em inglês e, enquanto o livro possuí uma história muito boa, ele também tem um estilo de escrita meio confuso pois as falas dos personagens não são separadas em parágrafos com travessão: A narração e conversação são todas juntas. Você geralmente consegue identificar os personagens pelo jeito de falar de cada um mas as vezes é bem difícil definir quem disse X ou Y devido a essa escolha estranha.
Quem aí lembra do butt to butt? :klolz

Uma pena que eles usaram uma dublê de corpo.
 

Samaritano

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Peguei as duas primeiras edições, nunca tinha lido o mangá original, pois sempre achei o traço do Kurumada pavoroso. Porém, depois de ter lido Kamen Rider e Kamen Rider Black pelo Ishinomore, o traço do Kurumada é até bonito e detalhado em comparação.

Tem várias diferenças em relação ao anime (estou revendo o anime), algumas boas e outras nem tão boas, no geral, o anime é melhor. Mesmo assim, o mangá tem umas sacadas legais. Um detalhe é que o Seiya tem uma personalidade mais séria e marrenta no mangá, o Hyoga é mais misterioso e o Shun é menos v****, o Shiryu é praticamente a mesma coisa. Aliás, o Shun do mangá é BEM diferente em relação ao anime, ele é pacifista, mas não é bunda mole.

Mês que vem pretendo pegar os outros volumes que saíram.
O Seiya do mangá é o cara obstinado. No anime eles colocaram a personalidade do Jabu nele. O Kurumada disse que queria ter promovido o Jabu a sexto bronzeado do grupo principal, mas voltou atrás pq no anime ficariam 2 personagens com a mesma personalidade no grupo principal.
 

Mestre Viril

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O Seiya do mangá é o cara obstinado. No anime eles colocaram a personalidade do Jabu nele. O Kurumada disse que queria ter promovido o Jabu a sexto bronzeado do grupo principal, mas voltou atrás pq no anime ficariam 2 personagens com a mesma personalidade no grupo principal.
Bom, acho que a princípio os dois são bem parecidos mesmo, mas depois dá uma diferenciada (no anime), pois o Jabú é mais arrogante e o Seiya é mais brincalhão. Tipo, no anime, quando o Seiya veste a armadura de Pégasus pela primeira vez e arranca a máscara da Shayna, ele sai tirando onda ("pensei que vc parece o Diabo, mas até que bonitinha"). No mangá, ele fica visivelmente chateado por ter tido que lutar com uma mulher.

O Seiya é gado da Saori, mas só fica assim depois de saber que ela é Athena, o Jabú é gado porque é trouxa.

No final, foi pro melhor, o Jabú é um m**** e o design da armadura dele no anime é uma das poucas que ficou pior em relação ao mangá, aquela cuequinha de bronze é moh esquisita.

Aliás, não tem muito tempo, revi aquele filme Da lenda dos Cavaleiros de Athena (aquele do Abel). Tá certo que é uma história filler, mas é engraçado como dói no Seiya o fato da Saori abandonar os cavaleiros de bronze muito mais que nos outros quatro. Sei lá, é como um cara apaixonado que levar um pé na bunda. Outra coisa, a relação do Abel com a Saori é de irmãos, mas sempre que os dois estão juntos dá uma vibe de incesto, como se tivesse rolando um clima ali. Sei lá, as vezes é só coisa da minha cabeça, mas tive essa impressão vendo o filme depois de velho.
 

Samaritano

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Bom, acho que a princípio os dois são bem parecidos mesmo, mas depois dá uma diferenciada (no anime), pois o Jabú é mais arrogante e o Seiya é mais brincalhão. Tipo, no anime, quando o Seiya veste a armadura de Pégasus pela primeira vez e arranca a máscara da Shayna, ele sai tirando onda ("pensei que vc parece o Diabo, mas até que bonitinha"). No mangá, ele fica visivelmente chateado por ter tido que lutar com uma mulher.

O Seiya é gado da Saori, mas só fica assim depois de saber que ela é Athena, o Jabú é gado porque é trouxa.

No final, foi pro melhor, o Jabú é um m**** e o design da armadura dele no anime é uma das poucas que ficou pior em relação ao mangá, aquela cuequinha de bronze é moh esquisita.

Aliás, não tem muito tempo, revi aquele filme Da lenda dos Cavaleiros de Athena (aquele do Abel). Tá certo que é uma história filler, mas é engraçado como dói no Seiya o fato da Saori abandonar os cavaleiros de bronze muito mais que nos outros quatro. Sei lá, é como um cara apaixonado que levar um pé na bunda. Outra coisa, a relação do Abel com a Saori é de irmãos, mas sempre que os dois estão juntos dá uma vibe de incesto, como se tivesse rolando um clima ali. Sei lá, as vezes é só coisa da minha cabeça, mas tive essa impressão vendo o filme depois de velho.
Sobre essa questão da Saori com o abel, sempre tive a mesma impressão. Mesmo na época que o filme foi lançado.

Das armaduras, eu acho interessante que no mangá fica mais explícito o nível da armadura pelo quanto ela cobre do corpo. As de bronze são quase que joelheira, cotoveleira e capacete enquanto as de ouro são umas fullplates medievais.

Um personagem que eu gosto muito mais no mangá do que no anime é o Camus. Apesar da curta participação, ele é um personagem muito profundo. Fica evidente que ele quer consertar no Hyoga os defeitos que ele mesmo sabe ter. Além de ele ser um cara tão foda que só por ter sido treinado por ele o Hyoga é considerado como suficiente para ir sozinho até o Japão para matar 8 bronzeados sozinho, a "impostora" e levar a armadura de ouro de volta para o Santuário. Nesse sentido ainda, não sei se vc teve a mesma impressão que eu, mas quando li pela segunda vez o mangá, fiquei com a nítida impressão de que só de ver o Hyoga no Santuário com os outros, ele soube que os 5 estavam do lado da Atena de verdade.
 

Guastinha

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Já tem um tempo que li esse livro, publiquei uma pequena resenha no Skoob, mas tinha esquecido de publicar aqui:

A Sabedoria dos Simpsons
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O livro é muito mais profundo do que aparenta, assim como seu objeto de análise: o clássico seriado "Os Simpsons" – ainda que o desenho seja, hoje, visto como superestimado.

Ao ler a análise de Steven Kelsowitz, fã declarado da animação, entendemos que a fama de "Os Simpsons" não é mérito somente de marketing. Os roteiristas sempre buscaram expor, de forma satírica, temas polêmicos para a sociedade americana contemporânea.

Kelsowitz traz esses temas para o seu livro, sempre os conectando a episódios nos quais são mais relevantes. Ele começa expondo a família Simpson, a personalidade de cada membro e seu "estereótipo americano". Em seguida, o livro aborda diversos temas que geraram polêmica no desenho: a mídia e a política americana, os sistemas de saúde e educacional, a globalização, o trabalho e a industrialização. Ele também apresenta conceitos que eu desconhecia, como o excepcionalíssimo americano. O que mais me agradou foi a abordagem quase filosófica, que torna a leitura leve e extremamente agradável.

Fui surpreendido positivamente. Com poucas expectativas, o livro me fez ter uma nova opinião sobre o desenho e aguçou minha curiosidade para ver e rever os episódios com um olhar muito mais crítico.
 
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Mestre Viril

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Sobre essa questão da Saori com o abel, sempre tive a mesma impressão. Mesmo na época que o filme foi lançado.

Das armaduras, eu acho interessante que no mangá fica mais explícito o nível da armadura pelo quanto ela cobre do corpo. As de bronze são quase que joelheira, cotoveleira e capacete enquanto as de ouro são umas fullplates medievais.

Um personagem que eu gosto muito mais no mangá do que no anime é o Camus. Apesar da curta participação, ele é um personagem muito profundo. Fica evidente que ele quer consertar no Hyoga os defeitos que ele mesmo sabe ter. Além de ele ser um cara tão foda que só por ter sido treinado por ele o Hyoga é considerado como suficiente para ir sozinho até o Japão para matar 8 bronzeados sozinho, a "impostora" e levar a armadura de ouro de volta para o Santuário. Nesse sentido ainda, não sei se vc teve a mesma impressão que eu, mas quando li pela segunda vez o mangá, fiquei com a nítida impressão de que só de ver o Hyoga no Santuário com os outros, ele soube que os 5 estavam do lado da Atena de verdade.
Ainda não cheguei nessa parte do Camus, li só até a parte quando o Hyoga enfrenta o Cisne Negro pela primeira vez. Vai demorar um boca pra chegar aí.

Final de semana, assisti a luta do Hyoga Vs. Camus no anime e PQP, é uma das melhores lutas das 12 casas, absolute cinema. Não é a luta com mais ação, mas é uma das que mais tem significado. O Camus tem um jeitão meio paternal com o Hyoga, por um lado ele quer poupar o Hyoga de ser morto de maneira dolorosa por um dos outros cavaleiros de ouro, pelo outro ele quer que o Hyoga se desenvolva como guerreiro (ignorando o amor e apego pela própria mãe). Aquele final onde o Hyoga vai só no poder da força de vontade e imita os movimentos da execução aurora é do c***lh0. Aliás, o que mais rola ali é respeito entre os dois.

Infelizmente, toda aquela v**dαgeм com o Cavaleiro de Cristal tira um pouco do peso disso, mas se vc ignora a existência dele, faz muito mais sentido.

Não entendo como ainda tem gente que diz que Cavaleiros tem um roteiro ruim, se fuder.
 

Samaritano

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Ainda não cheguei nessa parte do Camus, li só até a parte quando o Hyoga enfrenta o Cisne Negro pela primeira vez. Vai demorar um boca pra chegar aí.

Final de semana, assisti a luta do Hyoga Vs. Camus no anime e PQP, é uma das melhores lutas das 12 casas, absolute cinema. Não é a luta com mais ação, mas é uma das que mais tem significado. O Camus tem um jeitão meio paternal com o Hyoga, por um lado ele quer poupar o Hyoga de ser morto de maneira dolorosa por um dos outros cavaleiros de ouro, pelo outro ele quer que o Hyoga se desenvolva como guerreiro (ignorando o amor e apego pela própria mãe). Aquele final onde o Hyoga vai só no poder da força de vontade e imita os movimentos da execução aurora é do c***lh0. Aliás, o que mais rola ali é respeito entre os dois.

Infelizmente, toda aquela v**dαgeм com o Cavaleiro de Cristal tira um pouco do peso disso, mas se vc ignora a existência dele, faz muito mais sentido.

Não entendo como ainda tem gente que diz que Cavaleiros tem um roteiro ruim, se fuder.
Mano, se prepara pra essa parte no mangá então porque pqp. E a luta no anime e pica, mesmo. Eu acho foda também o fato de que o cavaleiro de escorpião respeita tanto o Camus e o Hyoga que ele antes de matar avisa e quando perde fala que considera o cara um cavaleiro de verdade e que vai deixar ele passar.

O roteiro não é ruim de jeito nenhum. Tudo tem um motivo, até a omissão dos dourados em relação à luta dos bronzeados. Como todo roteiro, tem suas facilitações, mas mesmo hoje não é nada que me tire da história.
 

Guastinha

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Criaturas Misteriosas
(Coleção Mistérios do Desconhecido)

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O livro apresenta um estilo documental e jornalístico, citando fontes e relatos de aparições de criaturas que entraram para o folclore popular mundial, como a gigantesca Serpente Marinha, o Monstro do Lago Ness e o Abominável Homem das Neves (também conhecido como Yeti no Oriente e Bigfoot no Ocidente).

Em meio a esses depoimentos de testemunhas e especialistas, o livro é salpicado por ensaios ricamente ilustrados de criaturas mitológicas que outrora embalavam as histórias fantásticas da Antiguidade, como a Manticora, o Grifo e o Dragão.

As edições dessa coleção são ricamente ilustradas, com diversas citações e muitas curiosidades. Mesmo relatando histórias de cunho duvidoso, o livro instiga a curiosidade e a pesquisa, levantando dúvidas sobre temas que até então parecem realmente fantásticos.
 

Samaritano

Bam-bam-bam
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Faz tempo que não posto aqui. Já li muita coisa desde a última postagem, mas nesse momento estou lendo O Escaravelho de Ouro e Outros Contos Fantásticos (Edgar Allan Poe) da Editora Camelot e O Homem Invisível (H. G. Wells) da editora Principis.
 

no4mat

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Criaturas Misteriosas
(Coleção Mistérios do Desconhecido)

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O livro apresenta um estilo documental e jornalístico, citando fontes e relatos de aparições de criaturas que entraram para o folclore popular mundial, como a gigantesca Serpente Marinha, o Monstro do Lago Ness e o Abominável Homem das Neves (também conhecido como Yeti no Oriente e Bigfoot no Ocidente).

Em meio a esses depoimentos de testemunhas e especialistas, o livro é salpicado por ensaios ricamente ilustrados de criaturas mitológicas que outrora embalavam as histórias fantásticas da Antiguidade, como a Manticora, o Grifo e o Dragão.

As edições dessa coleção são ricamente ilustradas, com diversas citações e muitas curiosidades. Mesmo relatando histórias de cunho duvidoso, o livro instiga a curiosidade e a pesquisa, levantando dúvidas sobre temas que até então parecem realmente fantásticos.
Pela capa é daquelas coleções da Abril, né?
Lembro de algumas que tive (essa eu não tinha). Muito bem feitas. Inclusive meus pais esconderam uma em específico de mim quando era criança porque eu via aquilo tudo sobre fenômenos paranormais, não entendia nada e aí não conseguia dormir kkkk
 
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