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Pesquisa de satisfação: Você que jogou ou fechou Final Fantasy XVI, o que achou do jogo? Dê sua nota

O vc achou do FF16?

  • Praticamente perfeito-> não mudaria nada nele se pudesse

    Votes: 8 8,5%
  • Muito bom-> mas contem algumas falhas.

    Votes: 20 21,3%
  • Apenas um jogo bom

    Votes: 17 18,1%
  • Um jogo bem Mais ou menos

    Votes: 20 21,3%
  • Um jogo ruim, tem muita coisa a melhorar

    Votes: 8 8,5%
  • Um jogo péssimo, nada nele se salva

    Votes: 2 2,1%
  • Ainda não joguei, mas pretendo

    Votes: 13 13,8%
  • Ainda não joguei e nem pretendo

    Votes: 6 6,4%

  • Total voters
    94

Royal_Salute

Ei mãe, 500 pontos!
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A dica que dou é manjada: Joga na boa, acho que não é game pra rushar, senão não aguenta.

Eu comecei ontem... cheguei até a parte que vc começa a controlar o irmão + novo. (fiz a parte dos goblins).

Por enquanto ponto positivo é que os personagens e história parecem interessante. Negativo que achei gameplay ruim até então, escasso (muuuita cutscene) e meio chato (pelo menos essa parte dos goblins achei a batalha mto sem graça). Mas entendo q é tb uma parte + tutorial/introdutória.

Eu vou jogar com calma, sem rushar, mas se em 10h não me empolgar vou pro E33 mesmo.
 

kinslayer10

Ei mãe, 500 pontos!
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Galera, excluindo o fato de ser um Final Fantasy, é um hacknslash competente na hora da ação?

Eu ia começar a jogar ele mês passado, mas quando vi, tinha 2 DLCs. Quando vi que eles já tinham entrado no circuito das promoções da PSN resolvi esperar, terminou que entraram dois dias depois, comprei, mas perdi a vontade de jogar.

Mais pro fim do ano, quem sabe.
Como já dito por outros colegas não é algo a nível DMC e é fácil, mas a medida que vai desbloqueando as habilidades dá pra fazer umas combinações legais, e caso queira buscar a platina as caçadas e alguns desafios dos monolitos oferece alguma dificuldade, e também é obrigatório jogar no NG+ onde a dificuldade aumenta.
esse jogo ta rodando bem em modo performance no PS5 favela?
FF 16 é uma exceção a parte, o recomendado é o modo gráfico que roda bem a 30 FPS com boa qualidade gráfica, no começo vc pode até estranhar , mas em 30 minutos vc nem nota que tá jogando em 30 fps.
 

Gamer King

O Soberano
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Devil May Fantasy XVI só via gamepass, não tenho ânimo de pagar 10 reais nisso.

Por outro lado gostei muito do FF VII Remake e já estou aguardando desconto pra pegar o Rebirth.
 

ciph3r

Ei mãe, 500 pontos!
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Excelente, um dos jogos que mais me prendeu nesta geração. Só não votei em "praticamente perfeito" porque tem alguns pontos a melhorar:
- o ritmo da história oscila um pouco
- missões secundárias repetitivas e as vezes desinteressantes
 


ShadowLord

Bam-bam-bam
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A história é muito boa e os personagens são muito bons. Em termos de gráficos e performance também é um jogo muito bonito.

Batalha de Eikons: legais, mas lembram muito os boss battles de Asura's Wrath e Naruto Storm. Não acho tão impressionantes como o pessoal hypa, talvez pq uns PS5s queimaram (por não aguentar rodar) acham que é grande coisa.

Combate normal: muito interessante, poderia ficar melhor se fosse possível ter pelo menos builds e customização (estilo gambits) para os party members temporários. Também seria maneiro ter como trocar de loadout de skills durante a luta (e mid-combo). Eu entendo a razão de não ter outros personagens jogáveis.

As DLCs são muito boas, mas poderiam ser mais integradas a história. Tipo fazer o Ultima usar poderes do Leviathan naquela sequência do final.

No mais, temos que avaliar um jogo pelo que ele é e quer ser, não pelo que queremos que ele seja. Por conta disso votei em "perfeito".
 

Radamanthys Wyvern

Lenda da internet
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Bem mais ou menos.

Não é o pior FF que já joguei. Mas é fraco demais. Começando pelo personagem principal que não tem carisma nenhuma. Não tem party. História ridicula tentando ser um game of thrones, mas sem profundidade nenhuma. Combate que mais parece um DMC do que um RPG. Ah e side quests horriveis.
 

Royal_Salute

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E ironicamente a demo é a melhor parte do jogo kkk

Eu mesmo comprei esse jogo por causa da demo. E foi só ladeira abaixo.

A demo é até a parte antes de voltar pro "presente" né? (depois da batalha da phoenix)? Pq n achei mto bom... A batalha fa phoenix é bonita mas é só ficar apertando botão repetidamente.

Bom eu fiz ela joguei mais um pouco até chegar no esconderijo.

E tipo... To achando beeem ruim o gameplay de batalha. Melhora?? Exploração por enquanto zero interessante tb.
 

Alucard_Players

Mil pontos, LOL!
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1, um dos melhores comeco dos games, ate uma tragedia acontecer , bem game of trones mas melhor
2. a luta contra bahamut e um dos melhores momento de toda saga
3. final lindo
4. trilha sonora maravilhosa



adorei a dinamica dos irmaos


o unico defeito e mesmo o vilao do jogo, ele e apatico demais
ele nao aparece tanto ate o ultimo terco do jogo
 

Radamanthys Wyvern

Lenda da internet
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A demo é até a parte antes de voltar pro "presente" né? (depois da batalha da phoenix)? Pq n achei mto bom... A batalha fa phoenix é bonita mas é só ficar apertando botão repetidamente.

Bom eu fiz ela joguei mais um pouco até chegar no esconderijo.

E tipo... To achando beeem ruim o gameplay de batalha. Melhora?? Exploração por enquanto zero interessante tb.

Sim, é até essa batalha fantastica com uma musica sensacional. Quando joguei essa demo fiquei de queixo caido e comprei na hora. Ai fui ver o jogo como era e meu Deus, a demo não representa o jogo total. Na demo da a impressão que vai ter put* de uma história fantástica estilo GoT com facções, personagens complexos, tramas, traições, politicagem.... e qdo fui jogando parecia que um adolescente que viu GoT e achou que conseguia fazer algo parecido escreveu essa história.

A gameplay não melhora, eu tb esperava que fosse evoluir, mas é a mesma coisa de esmagar botões. Não sei qual sistema de batalha é pior, esse que é raso ou o do FF7 Rebirth com aquela confusão de coisa pra fazer. Mas pelo menos no FF16 vc só controla um personagem.

Mas assim, gosto é gosto. Tem gente que curte of remakes de FF7 que são uma abominação e não representam o jogo original, tem gente que gosta da boyband do FF15, tem gente que ama FF13 e aquela história sem pé nem cabeça. Fã de FF passa pano pros jogos principais, sendo que FF morreu no 12...depois disso são jogos de ação com historias horriveis fingindo ser FF.
 

Likou

Bam-bam-bam
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Um jogo ruim.


1 - É um jogo que tem vergonha de ser Final Fantasy - Eles se basearam em Game of Thrones, fizeram a equipe inteira assistir a porra dessa série com roteiro quebrado, não seguiram nem o FF mais político que foi o Tactics. Criaram uma Cersei de quinta categoria que expões a falta de criatividade deles em só usar a série de base. Pra ter ideia, eles não queriam inicialmente sequer colocar chocobos no jogo, queriam cavalos. Iriam tirar as marcas registradas da franquia em nome de parecer todo serião. Vocês já viram o Tonberry desse jogo? Eles mesmos não entenderam pq o Tonberry é pra parecer fofinho e não ameaçador, essa é a graça dele, te engana, te cria essa medo de um bicho fofinho que é até engraçado, mas aí eles vão e entregam esse lixo:

1786165179395.png

2 - É um jogo que tem vergonha de ser japonês - O jogo foi feito no Japão, mas eles se esforçaram ao máximo pra limar a diferença que existe em uma narrativa feita no Japão em comparação com o ocidente. Outros jogos com fantasia medieval séria não precisaram disso e ainda são incríveis como Suikoden ou mesmo o já citado FF Tactics. Mas esse jogo inclusive tem o aúdio em inglês como a base do jogo até mesmo para o mercado japonês. O roteiro foi pensado primeiro em inglês e depois em japonês. Eles sentiam tanta vergonha de ser um jogo japonês que o jogo sequer apresenta sincronia labial na dublagem japonesa, eles tratam como qualquer m****, enquanto FFVII Remake/Rebirth tem sincronia em ambos. A graça de um jogo japonês é poder inserir suas diferenças culturais, de fugir do que a gente sempre vê aqui, fica parecendo aquela época da Capcom onde eles focaram completamente no ocidente e só saiu bomba.


3 - É um jogo que tem vergonha de ser RPG - Muita gente fala que o jogo parece mais DMC que FF e tem um certo mérito nisso. O jogo não tem nenhum aspecto de RPG no jogo, nada que você possa configurar e mudar o personagem conforme quer, só muda os ataques, não muito diferente de um DMC 3, por exemplo, onde você escolhe as armas antes do começo da fase. E é basicamente UM combo. Você trabalha tudo ali pra uma sequência específica, não pra poder criar na hora. Não existe sensação alguma de evolução, de ficar mais forte, seu level up não faz real diferença nos status. Aliás, status negativos não existem, buffs e debuffs não existem. O Torgal que anda com você o jogo todo evolui de uma forma que você não tem controle algum, ele evolui quando quer e é isso. E o botão da "pistola" é só o mesmo tirinho básico pra não perder o combo, só muda a cor, não existe elemento algum ali.

E suas skills? O jogo não valoriza você criar sua estratégia baseado em elementos de RPG e sim em escolher umas habilidades e ficar decidindo a ordem de uso pra um combo. Pior que DMC, as habilidades tem cooldown, então é o jogo te obrigando a mudar de ataque só por isso, você nem mesmo constrói combos mais complexos por conta dessa limitação. Ela se encaixa em RPGs em que você precisa compensar o cooldown de uma habilidade, esperar o seu reuso, mas aqui é só pra te forçar a equipar mais coisa. E quando chega nas grandes batalhas com os Eikons? Todas as suas escolhas vão pro saco, o Ifrit tem um set de skills que independe completamente de tudo que você aprendeu, é aquilo e pronto.

Suas armas? Também não tem diferença alguma entre elas, não tem vantagens e desvantagens, a próxima é melhor mas você não sente a diferença real quando muda. E você não precisa muito de itens pra fazer a próxima, é sempre um número bem tranquilo. Sem contar que é sempre os mesmos itens, o jogo inteiro mal deve ter 6 itens pra criação de armas. E isso bate na exploração que é limitado pra caramba. Não tem pq você explorar o mundo, não tem nada a ganhar, você sempre vai ganhar a mesma meia dúzia de itens que são fáceis de se encontrar. Eu lembro que pra última arma eu precisa de em torno de 100 de um item. Eu já tinha batido mais de 3000 daquele. E não tinha qualquer outro uso pra nada. Os acessórios também são uma porcaria, não tem modificador real, é tudo +2% de dano com ataque X. Porra, pra que acessório então? Eles não te protegem de nada de fato, não mudam nada.

4 - O jogo não quer que você explore - Não tem nada ali pra ver, não tem um cenário diferente bonito, não tem um item, não tem uma recompensa, não existe mérito no grinding. Os cenários são pequenos, recheados com a mesma meia dúzia de inimigos em todas as áreas. O jogo é tão limitado que colocou chocobos pra gente bater, enquanto tenta construir toda uma narrativa da relação do Clive com o chocobo dele. Os inimigos são tão limitados que eu lembro que na primeira área eu via escorpiões e quando cheguei no deserto eu pensei "pq não tem escorpiões só aqui? Daria a diferença visual das áreas" Mas aí notei que eles tem tão poucos inimigos que não poderiam se dar a esse luxo. As quests são terríveis no começo, tem uma que literalmente te pede pra pegar areia na frente da cidade. E ele sequer te dá um saco pra criar a ilusão de que tá colocando em algum lugar, não, o Clive só põe no bolso e tá bom. E as cidades? LEmbram do FFXV mostrando umas cidades lindonas e depois quando o jogo saiu a gente viu que só uma delas é explorável? Esse jogo é a mesma coisa, só que não tem nenhuma cidade legal explorável. A maioria é tudo igual, umas cidades acabadas do tamanho de um ovo, se andar mais que três passos você tá indo embora, só pode dois. A única mais diferente é a do deserto mas ainda é um ovo. Não tem o que fazer nas cidades, só aceitar quests e é isso. Eu gosto de RPGs que te fazem gastar tempo na cidade, explorando, olhando, achando mais coisa pra fazer. E as cidades bonitas dos trailers? Aquelas lindas com os cristais. Você não anda em nenhuma delas, não como cidade, no máximo em uma você anda como dungeon então é super limitador pq o jogo não quer que você explore, como já disse antes, não tem o que procurar.

5 - A história tem uns furos que put* m**** - Quem era o cara de capuz? Ah, era o Joshua? Não, não era, sabe pq? Pq o cara de capuz já aparece no comecinho do jogo, antes mesmo do Joshua virar a Phoenix. Nunca mais falam desse cara, é claramente algo jogado só pra tentar despistar a galera e eles contavam que a galera distraída ia esquecer desse detalhe na história. "Ah, é o vilão final lá". Pq ele tava lá? Pq ele apareceu como cara de capuz só ali? Se foi pra provocar o Clive, como ele saberia que o Joshua apareceria vestido DAQUELA EXATA FORMA anos depois? Ele não prevê o futuro.



-Aliás, que vilão m****, hein? Deve ser facilmente o vilão mais sem graça de FF, miraram no "alien" esquisito mas esqueceram de dar qualquer tipo de carisma pra ele. Ele é só um objetivo e não um personagem real. E FF é famoso por ter grandes vilões ou antagonistas, mas duvido que alguém se lembre dele. Ou até da Jhill. Tadinha, ela é apagada que dá dó. Depois que o jogo saiu ninguém falou dela, e tem uma galera da fanbase que chorou até com a morte da porra da Lunafreya que tem 0 personalidade e mal aparece no jogo. Só o Cid se salva nesse troço. Aliás, ele deve ser mais lembrado que o Clive, pelo menos ele chama atenção da mulherada.


FFXV teve vários problemas de produção e no fim das contas ainda saiu um meio jogo. Não é tão bom, mas algo saiu daí, mal amarrado, por vezes corrido ou até mal feito, mas pelo menos tem uma história de pq saiu assim. FFXVI não tem, o Yoshida mesmo falou que o desenvolvimento foi tranquilo, não teve problema algum. Mas aí você vê que é pq mal teve jogo de fato, eles não quiseram colocar muito a se fazer, claro que foi fácil de fazer. Eles se focaram em explodir FF no ocidente em detrimento do oriente e acabaram com um negócio que foi rapidamente esquecido por muita gente. É um jogo que eu chamo de "adultão", do tipo que quer parecer adulto mas sem ter a competência real de uma história mais elaborada e profunda ou com camadas que é o que uma história realmente adulta deve ter, de outra forma é só uma história juvenil com um pouco mais de sangue e violência. FFVII é juvenil e tem mais camadas que esse jogo, várias até, elementos pra se discutir, etc. "Adultão" é se achar adulto pq tem sangue ou uma mina pelada, é o adolescente querendo ser adulto, mas agindo feito bobo.


Eu poderia falar bem mais do jogo, mas já disse o bastante por hoje.
 
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Radamanthys Wyvern

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1 - É um jogo que tem vergonha de ser Final Fantasy - Eles se basearam em Game of Thrones, fizeram a equipe inteira assistir a porra dessa série com roteiro quebrado, não seguiram nem o FF mais político que foi o Tactics. Criaram uma Cersei de quinta categoria que expões a falta de criatividade deles em só usar a série de base. Pra ter ideia, eles não queriam inicialmente sequer colocar chocobos no jogo, queriam cavalos. Iriam tirar as marcas registradas da franquia em nome de parecer todo serião. Vocês já viram o Tonberry desse jogo? Eles mesmos não entenderam pq o Tonberry é pra parecer fofinho e não ameaçador, essa é a graça dele, te engana, te cria essa medo de um bicho fofinho que é até engraçado, mas aí eles vão e entregam esse lixo:

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2 - É um jogo que tem vergonha de ser japonês - O jogo foi feito no Japão, mas eles se esforçaram ao máximo pra limar a diferença que existe em uma narrativa feita no Japão em comparação com o ocidente. Outros jogos com fantasia medieval séria não precisaram disso e ainda são incríveis como Suikoden ou mesmo o já citado FF Tactics. Mas esse jogo inclusive tem o aúdio em inglês como a base do jogo até mesmo para o mercado japonês. O roteiro foi pensado primeiro em inglês e depois em japonês. Eles sentiam tanta vergonha de ser um jogo japonês que o jogo sequer apresenta sincronia labial na dublagem japonesa, eles tratam como qualquer m****, enquanto FFVII Remake/Rebirth tem sincronia em ambos. A graça de um jogo japonês é poder inserir suas diferenças culturais, de fugir do que a gente sempre vê aqui, fica parecendo aquela época da Capcom onde eles focaram completamente no ocidente e só saiu bomba.


3 - É um jogo que tem vergonha de ser RPG - Muita gente fala que o jogo parece mais DMC que FF e tem um certo mérito nisso. O jogo não tem nenhum aspecto de RPG no jogo, nada que você possa configurar e mudar o personagem conforme quer, só muda os ataques, não muito diferente de um DMC 3, por exemplo, onde você escolhe as armas antes do começo da fase. E é basicamente UM combo. Você trabalha tudo ali pra uma sequência específica, não pra poder criar na hora. Não existe sensação alguma de evolução, de ficar mais forte, seu level up não faz real diferença nos status. Aliás, status negativos não existem, buffs e debuffs não existem. O Torgal que anda com você o jogo todo evolui de uma forma que você não tem controle algum, ele evolui quando quer e é isso. E o botão da "pistola" é só o mesmo tirinho básico pra não perder o combo, só muda a cor, não existe elemento algum ali.

E suas skills? O jogo não valoriza você criar sua estratégia baseado em elementos de RPG e sim em escolher umas habilidades e ficar decidindo a ordem de uso pra um combo. Pior que DMC, as habilidades tem cooldown, então é o jogo te obrigando a mudar de ataque só por isso, você nem mesmo constrói combos mais complexos por conta dessa limitação. Ela se encaixa em RPGs em que você precisa compensar o cooldown de uma habilidade, esperar o seu reuso, mas aqui é só pra te forçar a equipar mais coisa. E quando chega nas grandes batalhas com os Eikons? Todas as suas escolhas vão pro saco, o Ifrit tem um set de skills que independe completamente de tudo que você aprendeu, é aquilo e pronto.

Suas armas? Também não tem diferença alguma entre elas, não tem vantagens e desvantagens, a próxima é melhor mas você não sente a diferença real quando muda. E você não precisa muito de itens pra fazer a próxima, é sempre um número bem tranquilo. Sem contar que é sempre os mesmos itens, o jogo inteiro mal deve ter 6 itens pra criação de armas. E isso bate na exploração que é limitado pra caramba. Não tem pq você explorar o mundo, não tem nada a ganhar, você sempre vai ganhar a mesma meia dúzia de itens que são fáceis de se encontrar. Eu lembro que pra última arma eu precisa de em torno de 100 de um item. Eu já tinha batido mais de 3000 daquele. E não tinha qualquer outro uso pra nada. Os acessórios também são uma porcaria, não tem modificador real, é tudo +2% de dano com ataque X. Porra, pra que acessório então? Eles não te protegem de nada de fato, não mudam nada.

4 - O jogo não quer que você explore - Não tem nada ali pra ver, não tem um cenário diferente bonito, não tem um item, não tem uma recompensa, não existe mérito no grinding. Os cenários são pequenos, recheados com a mesma meia dúzia de inimigos em todas as áreas. O jogo é tão limitado que colocou chocobos pra gente bater, enquanto tenta construir toda uma narrativa da relação do Clive com o chocobo dele. Os inimigos são tão limitados que eu lembro que na primeira área eu via escorpiões e quando cheguei no deserto eu pensei "pq não tem escorpiões só aqui? Daria a diferença visual das áreas" Mas aí notei que eles tem tão poucos inimigos que não poderiam se dar a esse luxo. As quests são terríveis no começo, tem uma que literalmente te pede pra pegar areia na frente da cidade. E ele sequer te dá um saco pra criar a ilusão de que tá colocando em algum lugar, não, o Clive só põe no bolso e tá bom. E as cidades? LEmbram do FFXV mostrando umas cidades lindonas e depois quando o jogo saiu a gente viu que só uma delas é explorável? Esse jogo é a mesma coisa, só que não tem nenhuma cidade legal explorável. A maioria é tudo igual, umas cidades acabadas do tamanho de um ovo, se andar mais que três passos você tá indo embora, só pode dois. A única mais diferente é a do deserto mas ainda é um ovo. Não tem o que fazer nas cidades, só aceitar quests e é isso. Eu gosto de RPGs que te fazem gastar tempo na cidade, explorando, olhando, achando mais coisa pra fazer. E as cidades bonitas dos trailers? Aquelas lindas com os cristais. Você não anda em nenhuma delas, não como cidade, no máximo em uma você anda como dungeon então é super limitador pq o jogo não quer que você explore, como já disse antes, não tem o que procurar.

5 - A história tem uns furos que put* m**** - Quem era o cara de capuz? Ah, era o Joshua? Não, não era, sabe pq? Pq o cara de capuz já aparece no comecinho do jogo, antes mesmo do Joshua virar a Phoenix. Nunca mais falam desse cara, é claramente algo jogado só pra tentar despistar a galera e eles contavam que a galera distraída ia esquecer desse detalhe na história. "Ah, é o vilão final lá". Pq ele tava lá? Pq ele apareceu como cara de capuz só ali? Se foi pra provocar o Clive, como ele saberia que o Joshua apareceria vestido DAQUELA EXATA FORMA anos depois? Ele não prevê o futuro.



-Aliás, que vilão m****, hein? Deve ser facilmente o vilão mais sem graça de FF, miraram no "alien" esquisito mas esqueceram de dar qualquer tipo de carisma pra ele. Ele é só um objetivo e não um personagem real. E FF é famoso por ter grandes vilões ou antagonistas, mas duvido que alguém se lembre dele. Ou até da Jhill. Tadinha, ela é apagada que dá dó. Depois que o jogo saiu ninguém falou dela, e tem uma galera da fanbase que chorou até com a morte da porra da Lunafreya que tem 0 personalidade e mal aparece no jogo. Só o Cid se salva nesse troço. Aliás, ele deve ser mais lembrado que o Clive, pelo menos ele chama atenção da mulherada.


FFXV teve vários problemas de produção e no fim das contas ainda saiu um meio jogo. Não é tão bom, mas algo saiu daí, mal amarrado, por vezes corrido ou até mal feito, mas pelo menos tem uma história de pq saiu assim. FFXVI não tem, o Yoshida mesmo falou que o desenvolvimento foi tranquilo, não teve problema algum. Mas aí você vê que é pq mal teve jogo de fato, eles não quiseram colocar muito a se fazer, claro que foi fácil de fazer. Eles se focaram em explodir FF no ocidente em detrimento do oriente e acabaram com um negócio que foi rapidamente esquecido por muita gente. É um jogo que eu chamo de "adultão", do tipo que quer parecer adulto mas sem ter a competência real de uma história mais elaborada e profunda ou com camadas que é o que uma história realmente adulta deve ter, de outra forma é só uma história juvenil com um pouco mais de sangue e violência. FFVII é juvenil e tem mais camadas que esse jogo, várias até, elementos pra se discutir, etc. "Adultão" é se achar adulto pq tem sangue ou uma mina pelada, é o adolescente querendo ser adulto, mas agindo feito bobo.


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1 - É um jogo que tem vergonha de ser Final Fantasy - Eles se basearam em Game of Thrones, fizeram a equipe inteira assistir a porra dessa série com roteiro quebrado, não seguiram nem o FF mais político que foi o Tactics. Criaram uma Cersei de quinta categoria que expões a falta de criatividade deles em só usar a série de base. Pra ter ideia, eles não queriam inicialmente sequer colocar chocobos no jogo, queriam cavalos. Iriam tirar as marcas registradas da franquia em nome de parecer todo serião. Vocês já viram o Tonberry desse jogo? Eles mesmos não entenderam pq o Tonberry é pra parecer fofinho e não ameaçador, essa é a graça dele, te engana, te cria essa medo de um bicho fofinho que é até engraçado, mas aí eles vão e entregam esse lixo:

Visualizar anexo 517305

2 - É um jogo que tem vergonha de ser japonês - O jogo foi feito no Japão, mas eles se esforçaram ao máximo pra limar a diferença que existe em uma narrativa feita no Japão em comparação com o ocidente. Outros jogos com fantasia medieval séria não precisaram disso e ainda são incríveis como Suikoden ou mesmo o já citado FF Tactics. Mas esse jogo inclusive tem o aúdio em inglês como a base do jogo até mesmo para o mercado japonês. O roteiro foi pensado primeiro em inglês e depois em japonês. Eles sentiam tanta vergonha de ser um jogo japonês que o jogo sequer apresenta sincronia labial na dublagem japonesa, eles tratam como qualquer m****, enquanto FFVII Remake/Rebirth tem sincronia em ambos. A graça de um jogo japonês é poder inserir suas diferenças culturais, de fugir do que a gente sempre vê aqui, fica parecendo aquela época da Capcom onde eles focaram completamente no ocidente e só saiu bomba.


3 - É um jogo que tem vergonha de ser RPG - Muita gente fala que o jogo parece mais DMC que FF e tem um certo mérito nisso. O jogo não tem nenhum aspecto de RPG no jogo, nada que você possa configurar e mudar o personagem conforme quer, só muda os ataques, não muito diferente de um DMC 3, por exemplo, onde você escolhe as armas antes do começo da fase. E é basicamente UM combo. Você trabalha tudo ali pra uma sequência específica, não pra poder criar na hora. Não existe sensação alguma de evolução, de ficar mais forte, seu level up não faz real diferença nos status. Aliás, status negativos não existem, buffs e debuffs não existem. O Torgal que anda com você o jogo todo evolui de uma forma que você não tem controle algum, ele evolui quando quer e é isso. E o botão da "pistola" é só o mesmo tirinho básico pra não perder o combo, só muda a cor, não existe elemento algum ali.

E suas skills? O jogo não valoriza você criar sua estratégia baseado em elementos de RPG e sim em escolher umas habilidades e ficar decidindo a ordem de uso pra um combo. Pior que DMC, as habilidades tem cooldown, então é o jogo te obrigando a mudar de ataque só por isso, você nem mesmo constrói combos mais complexos por conta dessa limitação. Ela se encaixa em RPGs em que você precisa compensar o cooldown de uma habilidade, esperar o seu reuso, mas aqui é só pra te forçar a equipar mais coisa. E quando chega nas grandes batalhas com os Eikons? Todas as suas escolhas vão pro saco, o Ifrit tem um set de skills que independe completamente de tudo que você aprendeu, é aquilo e pronto.

Suas armas? Também não tem diferença alguma entre elas, não tem vantagens e desvantagens, a próxima é melhor mas você não sente a diferença real quando muda. E você não precisa muito de itens pra fazer a próxima, é sempre um número bem tranquilo. Sem contar que é sempre os mesmos itens, o jogo inteiro mal deve ter 6 itens pra criação de armas. E isso bate na exploração que é limitado pra caramba. Não tem pq você explorar o mundo, não tem nada a ganhar, você sempre vai ganhar a mesma meia dúzia de itens que são fáceis de se encontrar. Eu lembro que pra última arma eu precisa de em torno de 100 de um item. Eu já tinha batido mais de 3000 daquele. E não tinha qualquer outro uso pra nada. Os acessórios também são uma porcaria, não tem modificador real, é tudo +2% de dano com ataque X. Porra, pra que acessório então? Eles não te protegem de nada de fato, não mudam nada.

4 - O jogo não quer que você explore - Não tem nada ali pra ver, não tem um cenário diferente bonito, não tem um item, não tem uma recompensa, não existe mérito no grinding. Os cenários são pequenos, recheados com a mesma meia dúzia de inimigos em todas as áreas. O jogo é tão limitado que colocou chocobos pra gente bater, enquanto tenta construir toda uma narrativa da relação do Clive com o chocobo dele. Os inimigos são tão limitados que eu lembro que na primeira área eu via escorpiões e quando cheguei no deserto eu pensei "pq não tem escorpiões só aqui? Daria a diferença visual das áreas" Mas aí notei que eles tem tão poucos inimigos que não poderiam se dar a esse luxo. As quests são terríveis no começo, tem uma que literalmente te pede pra pegar areia na frente da cidade. E ele sequer te dá um saco pra criar a ilusão de que tá colocando em algum lugar, não, o Clive só põe no bolso e tá bom. E as cidades? LEmbram do FFXV mostrando umas cidades lindonas e depois quando o jogo saiu a gente viu que só uma delas é explorável? Esse jogo é a mesma coisa, só que não tem nenhuma cidade legal explorável. A maioria é tudo igual, umas cidades acabadas do tamanho de um ovo, se andar mais que três passos você tá indo embora, só pode dois. A única mais diferente é a do deserto mas ainda é um ovo. Não tem o que fazer nas cidades, só aceitar quests e é isso. Eu gosto de RPGs que te fazem gastar tempo na cidade, explorando, olhando, achando mais coisa pra fazer. E as cidades bonitas dos trailers? Aquelas lindas com os cristais. Você não anda em nenhuma delas, não como cidade, no máximo em uma você anda como dungeon então é super limitador pq o jogo não quer que você explore, como já disse antes, não tem o que procurar.

5 - A história tem uns furos que put* m**** - Quem era o cara de capuz? Ah, era o Joshua? Não, não era, sabe pq? Pq o cara de capuz já aparece no comecinho do jogo, antes mesmo do Joshua virar a Phoenix. Nunca mais falam desse cara, é claramente algo jogado só pra tentar despistar a galera e eles contavam que a galera distraída ia esquecer desse detalhe na história. "Ah, é o vilão final lá". Pq ele tava lá? Pq ele apareceu como cara de capuz só ali? Se foi pra provocar o Clive, como ele saberia que o Joshua apareceria vestido DAQUELA EXATA FORMA anos depois? Ele não prevê o futuro.



-Aliás, que vilão m****, hein? Deve ser facilmente o vilão mais sem graça de FF, miraram no "alien" esquisito mas esqueceram de dar qualquer tipo de carisma pra ele. Ele é só um objetivo e não um personagem real. E FF é famoso por ter grandes vilões ou antagonistas, mas duvido que alguém se lembre dele. Ou até da Jhill. Tadinha, ela é apagada que dá dó. Depois que o jogo saiu ninguém falou dela, e tem uma galera da fanbase que chorou até com a morte da porra da Lunafreya que tem 0 personalidade e mal aparece no jogo. Só o Cid se salva nesse troço. Aliás, ele deve ser mais lembrado que o Clive, pelo menos ele chama atenção da mulherada.


FFXV teve vários problemas de produção e no fim das contas ainda saiu um meio jogo. Não é tão bom, mas algo saiu daí, mal amarrado, por vezes corrido ou até mal feito, mas pelo menos tem uma história de pq saiu assim. FFXVI não tem, o Yoshida mesmo falou que o desenvolvimento foi tranquilo, não teve problema algum. Mas aí você vê que é pq mal teve jogo de fato, eles não quiseram colocar muito a se fazer, claro que foi fácil de fazer. Eles se focaram em explodir FF no ocidente em detrimento do oriente e acabaram com um negócio que foi rapidamente esquecido por muita gente. É um jogo que eu chamo de "adultão", do tipo que quer parecer adulto mas sem ter a competência real de uma história mais elaborada e profunda ou com camadas que é o que uma história realmente adulta deve ter, de outra forma é só uma história juvenil com um pouco mais de sangue e violência. FFVII é juvenil e tem mais camadas que esse jogo, várias até, elementos pra se discutir, etc. "Adultão" é se achar adulto pq tem sangue ou uma mina pelada, é o adolescente querendo ser adulto, mas agindo feito bobo.


Eu poderia falar bem mais do jogo, mas já disse o bastante por hoje.
Algumas vc tem razão como o última

Mas do tomberry e tonteira....sabe a pessoa que usa aqueles viseiras de cavalo ? E não quer muda da de nada... justamente e legal dar uma visão diferente dos bichinhos clássicos , e naquele clima mais sério o tomberry ficou ótimo.


Aliás e uma coisa triste ouvir fãs que querem a mesma coisa sempre . E FF sempre tenta se reinventar gracas a deus , tem que se reinventaram

Até Zelda muda o estilo de arte dos seus personagens
 

LuizMarx

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Opinião é uma coisa muito pessoal. Gostei muito do FF16.

Gostei da história e do sistema de combate.

Não gostei dos gráficos e do desempenho no PS5. Achei muito abaixo, até mesmo do FF7 Remake.
Algumas missões paralelas são bem fraquinhas e desnecessárias.
Para quem não gosta de pegar troféus/conquistas, jogar uma vez só é suficiente. Caso queira pegar todos os troféus, vai ter que terminar duas vezes.
Alguns chefes e até mesmo alguns inimigos em algumas missões paralelas são bastante difíceis no modo Final Fantasy. Para quem gosta de desafio e quer pegar a platina, não tem como fugir.
Senti falta das invocações. Nesse aspecto, até o FFXV era ruim.

Resumindo, parece um jogo ruim pelo tanto de coisas que eu não gostei. Mas, o combate e a história eu gostei muito.
 

Likou

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Algumas vc tem razão como o última

Mas do tomberry e tonteira....sabe a pessoa que usa aqueles viseiras de cavalo ? E não quer muda da de nada... justamente e legal dar uma visão diferente dos bichinhos clássicos , e naquele clima mais sério o tomberry ficou ótimo.


Aliás e uma coisa triste ouvir fãs que querem a mesma coisa sempre . E FF sempre tenta se reinventar gracas a deus , tem que se reinventaram

Até Zelda muda o estilo de arte dos seus personagens
Nah, a lógica do Tonberry é ser não ameaçador. Tem dúzias de outras criaturas que poderiam usar. É tipo mudar chocobo pra cavalo, não é reiventar, é apagar elementos.
 

roberval999

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Eita joguinho fraco, só não dou nota menor que 7 porque eu consegui chegar até o final, o final fantasy 15 nem isso eu consegui de tão ruim que é.
 

Alucard_Players

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Nah, a lógica do Tonberry é ser não ameaçador. Tem dúzias de outras criaturas que poderiam usar. É tipo mudar chocobo pra cavalo, não é reiventar, é apagar elementos.
mas vc ja viu isso em 15 FF

entao eles nao precisam se preocupar em ter esse efeito de fofinho ja repetido inumeras vezes

nao combina nem com o mundo

porem ele ainda assim nao e exatamente ameacador e sim bizarro, tipo o manga Berserk que colocava um elefante com cara de demonio ou outro bicho pacifico

do cavalo nao aconteceu
mas mesmo que fosse ainda assim tem bastante coisa de FF

no fim tipo f**a-se o tradicionalismo

tem que ter alguns elementos minimos, e ff16 tem de sobra

dava ate para mudar mais e ainda saber que e ff
 

Dante Viggo

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Ainda estou jogando, acredito que esteja em 75% da história.

Mas meus pontos positivos até agora:
*Os gráficos são belos em algumas partes e em outras são bens ruins.
* Som e músicas fantásticas, dá pra ouvir as roupas de couro do Clive rangindo. As vozes são maravilhosas, até de personagens secundários.
* Sistema de batalha divertido.
* Gostei do tema sombrio do jogo, com palavrões, sangue, nudez, violência.

Meus pontos negativos:
* A dificuldade do jogo, totalmente fácil demais, ja deveria ter uma dificuldade mais elevada pra escolher no início do jogo. Minha maior reclamação.
* Prefiro batalhas por turnos, não gosto dessas batalhas de ação, são bem repetitivas.
* As missões segundarias não são interessantes.

Quando terminar escreverei mais sobre o jogo.
 

Likou

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mas vc ja viu isso em 15 FF

entao eles nao precisam se preocupar em ter esse efeito de fofinho ja repetido inumeras vezes

nao combina nem com o mundo

porem ele ainda assim nao e exatamente ameacador e sim bizarro, tipo o manga Berserk que colocava um elefante com cara de demonio ou outro bicho pacifico

do cavalo nao aconteceu
mas mesmo que fosse ainda assim tem bastante coisa de FF

no fim tipo f**a-se o tradicionalismo

tem que ter alguns elementos minimos, e ff16 tem de sobra

dava ate para mudar mais e ainda saber que e ff
E literalmente esse é o conceito do tonberry: fofo e não ameaçador. Mudar por mudar é uma porcaria, não é desbravar porra alguma, é ignorar o que a franquia estabelece por si só. Sim, é por isso que a gente vê isso por uns 12 FFs (ele não aparece desde o primeiro aliás). Uma franquia tem o objetivo de manter elementos em comum, se mudar demais ela se perde. Depois de 20 jogos, 30 jogos, a gente ainda joga com o Mario, pela sua lógica era pra gente estar jogando com um mariners careca que fala "damn" toda hora. Não, mano, f**a-se quem tenta inventar demais, geralmente essa galera não quer trabalhar na franquia, eles só querem a grana que vem de usar o nome, igual várias adaptações merdas de filmes fazem, tipo Resident Evil.

Se eu to jogando um FF, minha montaria VAI SER um chocobo. Quando aparecer um Tonberry eu vou falar "fodeu, Tonberry" e um novato vai cair e todo mundo quer ver isso.

 

Alucard_Players

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E literalmente esse é o conceito do tonberry: fofo e não ameaçador. Mudar por mudar é uma porcaria, não é desbravar porra alguma, é ignorar o que a franquia estabelece por si só. Sim, é por isso que a gente vê isso por uns 12 FFs (ele não aparece desde o primeiro aliás). Uma franquia tem o objetivo de manter elementos em comum, se mudar demais ela se perde. Depois de 20 jogos, 30 jogos, a gente ainda joga com o Mario, pela sua lógica era pra gente estar jogando com um mariners careca que fala "damn" toda hora. Não, mano, f**a-se quem tenta inventar demais, geralmente essa galera não quer trabalhar na franquia, eles só querem a grana que vem de usar o nome, igual várias adaptações merdas de filmes fazem, tipo Resident Evil.

Se eu to jogando um FF, minha montaria VAI SER um chocobo. Quando aparecer um Tonberry eu vou falar "fodeu, Tonberry" e um novato vai cair e todo mundo quer ver isso.


besteira , vc acabou de provar que foi bom mudar o tpnberry

ia fazer igual ff7 para que ? a mesma m**** de sempre

foi legal sim
nao tem isso " pela minha logica"

inovar o conceito de tonberry e uma coisa tirar o mario e outra

nao e reinventar demais, nem de perto
vc ta sendo bem limitado

vc ve enm algum review do mundo chorando por isso ?
nao ne, nao tem logica
 

uryzen

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Mano ele futuramente será lembrado como um classico. muitos que vejo reclamando são os mesmo do final fantasy sasuke vulgo 15 é um put* jogo mais o pecado deles é que não se estendem em segredos como os velhos mais em musica, cutscene, enredo jogabilidade foi perfeito o pcado é não ter mais. A geração rushada que qeur jogar e gozar em 3 minutos perde muito.
 

Dhi-Sama®

Lenda da internet
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Vim me manifestar, mas ainda não votarei na enquete. Motivo: ainda não terminei o jogo.

Estou com 70% do jogo concluído, então já tenho uma boa ideia / opinião formada. Em síntese, diria: "Este jogo representa os caminhos que eu gostaria que Final Fantasy seguisse a partir daqui!"

Vi, aqui no forum mesmo, alguém reclamando que a Square tentou imitar Game of Thrones. Engraçado que isso depende muito de ponto de vista. Reconheço a similaridade, tanto que, no meu caso, usei isso como elogio à obra (copo meio cheio, ou copo meio vazio?)

A franquia, nesta edição, puxou pro lado mais maduro do enredo. Um mundo em Guerras constantes, basicamente, pelo domínio de recursos e terreno. Diferentes ideologias - inclusive fanatismo religioso. Preconceitos, escravidôes. Muitas mortes, incluindo de personagens que vão sendo construídos com detalhes suficientes pra te fazer sentir a falta deles quando morrem.

O jogo tem seus saltos temporais, e, a cada um deles, o teu apego aos personagens e o medo de os perder aumenta. Diferente de Game of Thrones, tu se sente responsável pelo rumo deles.

A jogabilidade é action, com elementos de RPG ficando para a evolução das Habilidades, e seleção delas em teu "deck" de opções. Poder alternar entre as atividades durante a pancadaria é muito gratificante, especialmente pela grande variedade que vai sendo conquistada ao longo do jogo.

Ainda falando da jogabilidade, o que não curti tanto assim foi o sistema de esquiva, porque, em minha opinião, ele te obriga a utilização de um acessório que faz o tempo ficar mais lento e pressionar o botão de esquiva durante um tempo específico pra acertar - sendo que, neste caso, fica muito fácil; mas, caso não use o acessório, por se tratar de um jogo com muitas magias (e, consequentemente, animações e efeitos visuais) sendo lançados na batalha, esta esquiva fica, em alguns casos, impossível, por, simplesmente, não enxergar o inimigo durante o combate.

Sinto que trouxeram isso pra tentar se equiparar um pouco com os "Souls" que, a altura do desenvolvimento deste jogo, estavam em alta. Sinto que, simplesmente, não fez sentido aqui. Acho que um sistema mais Final Fantasy XIV e menos Souls seria melhor.

Outro ponto que poderia ser melhor é a melhoria de armas e equipamentos, que, aqui, ficou muito superficial. Toda vez que volto de uma missão, passo no Ferreiro. De vez em quando ele tem uma arma nova pra fabricar e, consequentemente, sem ter feito um esforço adicional pra isso - bastando ter matado os bichos que encontrei nas missões anteriores -, via de regra, eu vou ter os itens necessários para construir estas armas e itens.

O jogo poderia criar um sistema de craft mais desenvolvido, profundo. Regiões e mobs específicos que soltassem ingredientes específicos, que te forçassem a analisar contexto e, eventualmente, ir caçar pra buscar algo que precisa pra uma arma que, de fato, faria a diferença na tua gameplay.

Fora isso, é um jogo que flui muito bem. As missões não são profundas como as de The Witcher (nem perto disso), mas são melhor elaboradas que em muito JRPG (em especial, pela seriedade e peso do ambiente que o jogo proporciona). Acho um jogo lindíssimo, ainda hoje. Com muita frequência paro, durante minhas jornadas, pra ficar observando a paisagem em torno do personagem.

Resumindo a minha experiência até aqui: Acho o melhor JRPG que joguei na geração PS5 até aqui, um excelente Final Fantasy, e gostaria muito que se tornasse um padrão a ser seguido e lapidado nos próximos jogos da franquia. Usar o enfoque mais medieval, enredos pesados e sérios, jogabilidade de ação com Skills, melhorar o sistema de craft, esquecer as influências Souls Like, e criar sistema de tomadas de decisão com impactos no rumo da história.
 

Royal_Salute

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Vou postar o que coloquei no tópico do drop:

"Joguei" hoje + quase 2h ("joguei" pq no fundo foi 60-70% do tempo cinematics ou diálogos), e sério... desisti. Totalizei quase 10h de FFXVI... juro que tentei.

O jogo tem MUITOS problemas de gamedesign:

- Batalha chata, melhora um pouco ganhando + habilidade mas ainda sim um ponto bem fraco.
- Não dá pra jogar com party... apenas o Clide, o que deixa pior ainda.
- Exploração NULA!! Horrível mesmo, áreas sem graça cheias de paredes invisíveis e apenas um "ponto azul brilhante" indicando que no local tem item.
- Sistema de armas e loot fraco d+: basicamente de tempo em tempo aparece a "próxima arma/colar/armadura" no shopping pra vc comprar... onde ela basicamente melhora um pouco o atributo. Aí vc vai no ferreiro com o loot atual pra melhorar ela. Extremamente sem graça.
- Muuuuuita cinematics e partes que o jogador não faz nada, só assiste... ou pior, aqueles Quick Time Events (aperte quadrado num intervalo de 5 seg apenas para continuar uma cinematic longa de batalha e ainda te falam "ataque preciso" depois).
- Sidequests horríveis: "leve prato para X npcs", "mate os lobos ali em frente q já estão no seu caminho e fale com o NPC que está logo após os lobos" etc...

Arte e música continua nível Final Fantasy, e eu achei o rumo da história legal sim... mas o gamedesign parou no tempo.
 

Pockett

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Mais alguma review recente? gosto de ler as reviews de vocês...
 

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Vou postar o que coloquei no tópico do drop:

"Joguei" hoje + quase 2h ("joguei" pq no fundo foi 60-70% do tempo cinematics ou diálogos), e sério... desisti. Totalizei quase 10h de FFXVI... juro que tentei.

O jogo tem MUITOS problemas de gamedesign:

- Batalha chata, melhora um pouco ganhando + habilidade mas ainda sim um ponto bem fraco.
- Não dá pra jogar com party... apenas o Clide, o que deixa pior ainda.
- Exploração NULA!! Horrível mesmo, áreas sem graça cheias de paredes invisíveis e apenas um "ponto azul brilhante" indicando que no local tem item.
- Sistema de armas e loot fraco d+: basicamente de tempo em tempo aparece a "próxima arma/colar/armadura" no shopping pra vc comprar... onde ela basicamente melhora um pouco o atributo. Aí vc vai no ferreiro com o loot atual pra melhorar ela. Extremamente sem graça.
- Muuuuuita cinematics e partes que o jogador não faz nada, só assiste... ou pior, aqueles Quick Time Events (aperte quadrado num intervalo de 5 seg apenas para continuar uma cinematic longa de batalha e ainda te falam "ataque preciso" depois).
- Sidequests horríveis: "leve prato para X npcs", "mate os lobos ali em frente q já estão no seu caminho e fale com o NPC que está logo após os lobos" etc...

Arte e música continua nível Final Fantasy, e eu achei o rumo da história legal sim... mas o gamedesign parou no tempo.
10horas e muito pouco

a batalha vai gahando profundidade simm ta certo que e meio facil o jogo, mas vai ter sim desafios extras bem dificeis e fica uma delicia
digamos que o ritmo que ele vai se aprofundando e meio lentao mesmo

fiz umas 100 horas ja com as dlcs

e tem uns chefes dificeis pacas

sobre as sides nao e hora de fazer, alias nenhum jogo deveria fazer com 10 horas , com 10 horas e main e vai embora
pq vc ainda esta conhecendo o universo do jogo e vai ter varias historia que eu sinceramente gostei e foi legal se aprofundar

varias

sao 100 side quest e elas vao aprofundar esses personagens

o jogo tem um tom melancolico entao meio que vai ser o tom

agora uma coisa e certa, o jogo tem um nivel de producao meio pobrinho nessas side quests, cara de ps2 as vezes e isso nao vai mudar , se vc gostar do universo, pode ser sim legal fazer as sides e eu adorei

Lembra que a square falava que nao dava para fazer cidades 3d como os antigos ff ?
bem, se vc pegar na era 3d, realmente pos ps3 nao teve
ff13 so tinha 1
ff15 tinha UMA cidade grande e o resto nao dava nem para chamar de cidade

FF16 mostra que a square fez, porque tem varias cidades, tanto qdo era na era ps1
entao nesse ponto acho que foi um otimo FF

se eu fosse parar com 10 horas, eu nao jogaria tantos jogos que gostei

Red dead 2
Horizon
Days Gone
Red Dead 1


coloca aqui dezenas de jogos, principalmente de mundo aberto


o jogo tem varias cutscenes nas primeiras 10 horas mesmo, depois da uma maneirada, mas sempre tem historia mesmo

lembro que ffx era fantastico nas primeiras 10 horas ate o SIN atacar na praia e o Seymor aparecer

depois era 20 horas de marasmo

FF8 comecava nota 10 ate o desfile da Edea , depois ficava uma chatice

ff16 acho que comeca absurdamente bem na historia, depois do negocio do irmao...
e depois acalma bem e vai crescendo aos poucos, e aprofundando o lore dele
 

Royal_Salute

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10horas e muito pouco

a batalha vai gahando profundidade simm ta certo que e meio facil o jogo, mas vai ter sim desafios extras bem dificeis e fica uma delicia

10h acho tempo suficiente pro jogo mostrar a que veio.
E problema não é dificuldade... A batalha é rasa e chata mesmo, exploração nula, sistema de armas/upgrades horrível etc.

E a história e personagens certamente não é o problema. Eu estava gostando.

Mas dropei e fui pro E33 e.... Pqp... Foi da água pro vinho.

Tudo bem q estamos falando do goty de 2025, mas clair obscure: expedition 33 é o final fantasy "nota 10" que há anos esperamos. E33 é melhor em quase tudo: não tem os defeitos graves de ffxvi e é melhor até no q ffxvi é bom (música, narrativa e historia). Única coisa q "perde" é na parte técnica (e não artística) dos gráficos, até pq foi uma equipe pequena desenvolvendo.
 

Majima-San

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Esse jogo propõe algumas coisas interessantes, ex, subverte o conceito de Party dos Final Fantasies tradicionais, ao fazer com que os companions sejam absorvidos - literalmente, inclusive - por Clive sob ilhas de habilidade. Assim, ao invés de por exemplo controlarmos Cid, seu moveset é incorporado ao personagem principal, com uma notação de contexto muito inteligente.

Gameplay do combate tem profundidade maior que vários Action-RPGs badalados, The Witcher 3, Mass Effect, Cross Code, Children of Morta etc estão abaixo, apenas gerou confusão porque algumas pessoas de inteligência baixa confundiram FF XVI com um Hack and Slash, onde as habilidades estão prontas para uso desde o primeiro segundo, e isso aqui é um RPG, ou seja, o ganho de função é paulatino e o início é mais seco. Ponto negativo das lutas é a dificuldade baixa, mesmo no Hard


Level Design eles se inspiraram em God of War 2018/Ragnarok (o segundo não tinha saído, mas o conceito é o mesmo), i.e., Diorama + Final Form, mas obviamente não tiveram o mesmo talento, até porque Level Design desses games do Santa Monica são os melhores da história da indústria no seus gêneros, eles impressionam muito e é compreensível que o diretor de FF XVI tenha ficado tentado. Agora, quando todos os mapas assumem sua Final Form, a qualidade do Level Design é boa, precisavam de mais talento pra manter o nível alto ao passo que os caminhos novos fossem sendo abertos (que é o padrão God of War), não conseguiram, então por 70% da jornada o nível do Level Design é baixo

Level Design de jogo japonês médio é isso, os orientais não sabem desenhar níveis de uma maneira geral (com raras exceções), eles ainda se apegam ao conceito 7ª Gen de corredores com ilhas de encontro (Pokémon, Kingdom Hearts, Dragon Quest, Tales of, Star Ocean, é tudo assim)

Os setlements/HUBs/cidades de 16 são fracos, é decepcionante como sua capitais, bonitas, monumentais, aparecem somente em cutscenes majestosas, e nunca as exploramos de fato. A base mais distal na campanha contudo é boa, com uma verve Suikoden

Artisticamente e contextualmente é o pico do que o cérebro humano pode criar, revisatar criaturas que eu conheci em Pixel na década de 80, um Behemot, um Tomberry, um Tiamat, sob Design de Criatura tão impressionante, é maravilhoso

Eu gostaria que alguns dos eventos do game não tivessem explicações místicas, sem dar spoilers, teria sido preferível que mantivessem o status pé no chão da primeira metade da campanha, mas isso sou eu e o que tem aqui em relação aos tropes da franquia é bem feito, talvez o Yoshida não tenha vencido a ala Nomura num eventual cambão
 

Majima-San

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Ah, Economia e Crafting são praticamente Vanilla dentro da história da indústria, nisso aqui eles investiram menos que em games primordiais da quinta geração, é onde mais se parece com um Adventure, e menos com um RPG, Zelda, God of War, Medievil, que são adventures, têm essa perna quase da mesma largura.
 

multigamer

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Dropei na metade, é um jogo estranho sei la, não consigo saber se ele é bom ou ruim, só sei que não deu vontade de continuar
 

Rafa9000

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Minha análise dele, que escrevi ano passado quando terminei:

Final Fantasy XVI: Um Adeus ao Destino – Um jogo sobre esperança, laços e destino

O que dizer de Final Fantasy XVI? Primeiramente, devo dizer que este é o quarto Final Fantasy que finalizei. Joguei bastante os outros, mas não cheguei a zerar todos — apesar disso, amo de paixão essa franquia (e estou tentando zerar todos). Mesmo com a grande mudança de gameplay em relação ao clássico combate por turnos (do I ao XII, com exceção do XII), que é meu estilo favorito, passando pelo action RPG (XV) e agora chegando a um hack and slash puro, posso afirmar que adorei esse jogo. Pode não ser um dos melhores Final Fantasy, mas com certeza é o mais épico de todos em termos de escala das batalhas.
E nada disso seria possível sem uma excelente história e um combate extremamente divertido. Palmas para Ryota Suzuki (designer de combate de Devil May Cry, Dragon’s Dogma, entre outros), que criou um dos hack and slash mais gostosos de se jogar, tudo isso temperado com uma trilha sonora excelente e envolvente.

Vamos falar do jogo em si. Primeiro, a história: o jogo se passa no mundo de Valisthea, onde acompanhamos a jornada de Clive Rosfield. Após ver seu irmão brutalmente assassinado diante de seus olhos, ele jura vingança. Mas nem tudo é tão simples. Durante sua busca, Clive descobre ser o portador do Eikon Ifrit. Nesse mundo, pessoas com habilidades mágicas são vistas como a escória da sociedade e usadas como escravos, já que pessoas comuns precisam de cristais controlados para usar magia. Entre elas, existem os Dominantes — aqueles capazes de controlar seres ancestrais como Ifrit, Fênix, Bahamut, Shiva, entre outros.
Ao se deparar com o Dominante de Ramuh, Clive descobre que a praga que assola Valisthea é causada pelos Cristais-Máter — cristais gigantes, do tamanho de montanhas, que acumulam Éter. Se nada for feito, o mundo logo perecerá, pois nada sobrevive ao toque da praga. Clive então, junto de seus companheiros, parte em uma missão para destruir os Cristais-Máter e restaurar o equilíbrio do mundo. E, claro, no meio disso tudo temos várias reviravoltas, surpresas, guerras e um vilão megalomaníaco.
Esse detalhe de ter que destruir os cristais é um dos pontos mais interessantes da trama, já que normalmente na franquia devemos salvar ou restaurar os cristais, e não destruí-los. Foi uma excelente sacada dos criadores: usar um elemento clássico da série, mas de uma forma diferente.
Durante a história, Clive faz aliados e inimigos, e aos poucos descobre o valor da esperança e, principalmente, dos laços que criamos com as pessoas ao nosso redor — e que nunca devemos sucumbir ao destino. A mensagem é clara: cada laço que fazemos é único e especial, e só através deles podemos evoluir e construir um mundo melhor.

Em termos de gameplay, este é o Final Fantasy mais diferente. Não temos um mundo aberto, mas sim vários mapas e fases que vão sendo desbloqueados conforme avançamos. Ainda há side quests, que geralmente ocorrem em locais já visitados. O combate é totalmente focado em ação hack and slash no melhor estilo Devil May Cry. Além dos ataques de espada, podemos conjurar magias que funcionam como golpes especiais mais poderosos. Em certos momentos, podemos nos transformar em Ifrit e enfrentar outros Eikons em batalhas que lembram lutas de tokusatsu/kaiju, já que Ifrit funciona como um “Godzilla” desse universo.
As side quests são generosas em quantidade (inclusive caçadas a monstros no estilo Monster Hunter), e recomendo fortemente fazê-las, pois enriquecem muito a história e o desenvolvimento dos personagens.

A trilha sonora do jogo é fantástica, uma das mais épicas que já ouvi. Como não se empolgar com “On the Shoulders of Giants”, “Find the Flame”, “Control” ou se emocionar com “My Star”, “My Lady”, “Final Farewells” e “A New Beginning”? São músicas que certamente ficarão na memória.

Os gráficos são belíssimos, especialmente no PS5. Os efeitos das magias e as batalhas entre Eikons são um espetáculo de encher os olhos. Os personagens são detalhados e os cenários, muito bonitos.

Enfim, Final Fantasy XVI é um baita RPG hack and slash. Ainda que não seja o melhor Final Fantasy em termos de história, ela é muito boa, cativante, bem escrita e transmite uma bela mensagem. Seja você um fã de longa data ou um novato, este é um Final Fantasy indispensável. Recomendo fortemente — seja você fã de RPGs, alguém que só gosta de sair batendo nos inimigos sem parar ou alguém que aprecia uma boa história.
 
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