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Porque o TSE não recebe a denuncia do Bolsonaro e implemente o voto auditavel?

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TSE pediu à PF apuração sobre invasão 10 dias após segundo turno em 2018
Um pedido encaminhado para a Polícia Federal no dia 7 de novembro de 2018 solicitava investigação sobre uma possível invasão aos sistemas digitais


O então secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições de 2018, Giuseppe Dutra Janino, encaminhou à Polícia Federal no dia 7 de novembro de 2018 um pedido para a PF investigar uma invasão aos sistemas digitais da corte.

A carta foi elaborada a pedido da então presidente do TSE, Rosa Weber, a partir do recebimento de uma denúncia feita por um hacker ao portal de notícias "Techmundo". Weber pediu que a Secretaria de Tecnologia analisasse o caso.

No documento, o secretário de tecnologia avalia ser necessário a abertura de uma investigação pela Polícia Federal uma vez que "existe a possibilidade de manipulação de arquivos de configuração que alimentam o software da urna".

Ofício Giuseppe Janino

Veja abaixo os detalhes do documento:

- Trata-se de informar acerca do recebimento de denúncia de acesso indevido de dados relativos aos sistemas eleitorais e ao projeto do hardware da UE2018. tal denúncia foi encaminhada por e-mail a assessoria de comunicação deste tribunal, a qual solicitou esclarecimentos sobre o teor do e-mail encaminhado pelo sr. Felipe Payão, identificado como repórter do portal "Techmundo".

- Tal conteúdo evidencia o acesso indevido dos seguintes dados: 1) Código-fonte completo do Gedai UE possivelmente da versão usada nas eleições 2018, porém sem assinaturas da cerimônia de lacração; 2) chaves e credenciais de acesso a servidores usadas pelo Gedai UE; 3) senhas para oficialização dos sistemas, candidaturas e horário eleitoral utilizadas para eleição suplementar 2018 de Aperibé/RJ; 4) manual técnico da impressora de votos desenvolvidas pelo FIT; 5) manual do QR Code do boletim de urna.

- Não há evidência de acesso indevido do código fonte do software da urna - Uenux, embora exista evidência de acesso indevido de código comum entre o Gedai-UE e o Unenux.

- Com relação ao material acessado indevidamente, o impacto é o seguinte:

1) o manual do QR-Code já é de domínio público e encontra-se publicado na Internet;

2) o manual da impressora de votos não possui informação sensível uma vez que trata-se da documentação de um protótipo que nunca entrou em operação - o seu caráter sigiloso se deve a uma relação contratual entre o FIT e a Quattro Eletronica;

3) as senhas de oficialização permitem, a alteração de dados de partidos e candidatos "até mesmo a sua exclusão" no contexto de um processo eleitoral. Ou seja, no caso concreto afeta apenas a eleição suplementar 2018 de Aperibé/RJ;

4) as credenciais de acesso aos servidores usados pelo Gedai UE podem permitir que alguém dentro na intranet da Justiça Eleitoral consiga copiar os dados de eleitores e candidatos que alimentam as urnas n, mas sem a capacidade de adulterá-los;

5) as chaves usadas pelo Gedai ainda requerem uma análise de risco mais detalhada isso porque parte das chaves são geradas no momento da lacração e os acesos indevido diz respeito ao material presente no ambiente de desenvolvimento, ou seja, o software lacrado usa chaves diferentes na hipótese de serem as mesmas existe a possibilidade de manipulação de arquivos de configuração que alimentam o software da urna;

6) o código fonte do Gedai acompanhado de seus binários compilados permite a importação de dados oficiais das eleições e carregamento de urnas com esses dados contudo o software de urna utilizado não tem as assinaturas oficiais da lacração que fica evidenciado pelo LED de segurança da urna e pelos procedimentos de verificação de hash e assinatura; também não seria possível a geração de um boletim de urna válido para a totalização a partir disso;

7) diante desse cenário solicita-se a abertura de inquérito policial junto a Polícia Federal para apuração dos fatos;

8) Outras providencias já estão em andamento nessa STI para sanar as fragilidades que resultaram nesse acesso indevido assim como tornar os sistemas expostos ainda mais seguros;

9) Finalmente, alerta-se sobre a necessidade de tramitação urgente desse processo.

Bolsonaro no TSE

Ministra Rosa Weber entrega a Jair Bolsonaro diploma de presidente da República (10.dez.2018)



Ops. :ksafado
 


constatine

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Vou deixar esse dois links para vocês escolherem qual ler. O primeiro é só trabalho jornalistico, o segundo e jornalismo profissional e de verdade.
 

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Vou deixar esse dois links para vocês escolherem qual ler. O primeiro é só trabalho jornalistico, o segundo e jornalismo profissional e de verdade.

Depois da entrevista, o presidente publicou em seu perfil no Twitter os documentos que comprovariam as invasões às urnas eletrônicas em 2018. Um deles relata um suposto ataque ao sistema do TRE-PE (Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco). O ataque teria ocorrido em abril de 2018, fora, portanto, do período eleitoral.

O 2º documento, dessa vez de novembro de 2018, fala sobre a suposta invasão dos sistemas internos do TSE, a intranet do tribunal, que não tem nenhuma relação com as urnas eletrônicas
. Nele, Giuseppe Janino, secretário de Tecnologia da Corte, pede para a PF abrir um inquérito para apurar o ataque.

Em nota, o TSE afirmou que o episódio de 2018 foi amplamente divulgado na época e que, embora sigiloso, não é um inquérito com informações novas. Também afirmou que o acesso indevido não representou qualquer risco à integridade da eleição, já que o código-fonte dos programas utilizados passaram por
“sucessivas verificações, testes, aptos a identificar qualquer alteração ou manipulação. Nada anormal ocorreu”.

O Tribunal também ressaltou que as urnas eletrônicas “jamais entram na rede”. “Por não serem conectadas à internet, não são passíveis de acesso remoto, o que impede qualquer tipo de interferência externa” e que, por essa razão “é possível afirmar, com margem de certeza, que a invasão investigada não teve qualquer impacto sobre o resultado das eleições”.

Por fim, o TSE informa que os sistemas usados nas eleições de 2018 estão disponíveis na sala-cofre para os interessados.






:klol
 

constatine

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Depois da entrevista, o presidente publicou em seu perfil no Twitter os documentos que comprovariam as invasões às urnas eletrônicas em 2018. Um deles relata um suposto ataque ao sistema do TRE-PE (Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco). O ataque teria ocorrido em abril de 2018, fora, portanto, do período eleitoral.

O 2º documento, dessa vez de novembro de 2018, fala sobre a suposta invasão dos sistemas internos do TSE, a intranet do tribunal, que não tem nenhuma relação com as urnas eletrônicas
. Nele, Giuseppe Janino, secretário de Tecnologia da Corte, pede para a PF abrir um inquérito para apurar o ataque.

Em nota, o TSE afirmou que o episódio de 2018 foi amplamente divulgado na época e que, embora sigiloso, não é um inquérito com informações novas. Também afirmou que o acesso indevido não representou qualquer risco à integridade da eleição, já que o código-fonte dos programas utilizados passaram por
“sucessivas verificações, testes, aptos a identificar qualquer alteração ou manipulação. Nada anormal ocorreu”.

O Tribunal também ressaltou que as urnas eletrônicas “jamais entram na rede”. “Por não serem conectadas à internet, não são passíveis de acesso remoto, o que impede qualquer tipo de interferência externa” e que, por essa razão “é possível afirmar, com margem de certeza, que a invasão investigada não teve qualquer impacto sobre o resultado das eleições”.

Por fim, o TSE informa que os sistemas usados nas eleições de 2018 estão disponíveis na sala-cofre para os interessados.






:klol

Leia o item 3:

 

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“Não há evidência de acesso indevido do código-fonte do ‘software’ da urna – Uenux, embora exista evidência de acesso indevido de código comum entre o Gedai-UE e o Uenux”

As credenciais de acesso aos servidores usadas pelo Gedai-UE (item 3.2) podem permitir que alguém dentro da intranet da Justiça Eleitoral consiga copiar os dados de eleitores e candidatos que alimentam as urnas, mas sem a capacidade de adulterá-los

As chaves usadas pelo Geda-UE (item 3.2) ainda requerem uma análise de risco mais detalhada: isso porque parte das chaves são geradas no momento da lacração
e o acesso indevido diz respeito a material presente no ambiente de desenvolvimento - ou seja, o ‘software’ lacrado usa chaves diferentes


Inquérito sobre ataque hacker não foi concluído

Análise preliminar mostra que invasão teve alcance limitado, ocorreu cinco meses antes das eleições e falhas foram corrigidas pelo TSE

O inquérito vazado por Jair Bolsonaro para justificar sua tese de fraude eleitoral ainda não foi concluído. A movimentação mais recente trata de um pedido de compartilhamento de outra investigação sobre os dois suspeitos de serem os hackers do TSE.

No pedido de abertura da investigação ainda em 2018, Giuseppe Janino, então chefe da Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE, levantou as hipóteses de invasão, baseado numa análise preliminar deflagrada após publicação de reportagem no site de tecnologia.

Em termos práticos, o que os documentos anexados aos autos mostram até aqui é que o invasor ( ou invasores) aproveitou algumas brechas em máquinas de funcionários de TREs para acessar emails e obter credenciais de acesso ao ambiente do TSE de desenvolvimento do software que é embarcado na urna.

Isso aconteceu em abril de 2018, ou seja, cinco meses antes da eleição e cerca de quatro meses antes do fechamento da urnas, quando o sistema já havia passado por várias revisões de segurança. A invasão, inclusive, foi identificada e os acessos rastreados, com a correção das falhas encontradas – há, no inquérito, todos os detalhes dessa análise técnica e até o plano de correção.

“Não há evidência de acesso indevido do código-fonte do software da urna – Uenux, embora exista evidência de acesso indevido de código comum entre o Gedai-UE e o Uenux”, ressaltou Janino, no pedido de apuração à Polícia Federal. O Gedai é uma espécie de aplicativo da própria urna eletrônica.

No inquérito, o TSE ressalta que o servidor do código-fonte acessado pelo hacker “não possuía qualquer tipo de log habilitado“, ou seja, a invasão foi inócua.

Em sua estratégia de tumultuar o processo eleitoral, Bolsonaro chegou a dizer mais cedo que “o código-fonte esteve na mão de um hacker” e “pode ter acontecido tudo, aperta 17 e sai nulo”. Trata-se de uma distorção grosseira da realidade.



 

Rodrigocfb

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Além disso a urna é só hardware, quem administra a votação é um programa que pode perfeitamente ter algum "IFzinho" ali no meio para as mais diversas condicionais no momento do registro interno do voto.
  • Se candidato X tem x% de votos totais -> voto = nulo
  • Se hora > que x hora -> voto ao canditado Z = nulo
    Se candidato K tem x% mais votos que candidato Z -> voto = candidato Z
  • Se's ^infinito^, não por "hackeamento" mas sim por DETERMINAÇÃO de algum togado.
E depois disso, podem imprimir quantos boletins quiserem porque os dados já foram viciados independente do que apareceu na tela para o votante.
Mas esse tipo de coisa não se mantem no anonimato muito tempo.

Tem que ter alguem pra manipular a programação e SEMPRE que existe esse tipo de coisa, rola chantagem e sempre alguém uma hora ou outra bota a boca no trombone.

É da natureza humana.

Enviado de meu SM-G973F usando o Tapatalk
 


Tassadar_

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“Não há evidência de acesso indevido do código-fonte do ‘software’ da urna – Uenux, embora exista evidência de acesso indevido de código comum entre o Gedai-UE e o Uenux”

As credenciais de acesso aos servidores usadas pelo Gedai-UE (item 3.2) podem permitir que alguém dentro da intranet da Justiça Eleitoral consiga copiar os dados de eleitores e candidatos que alimentam as urnas, mas sem a capacidade de adulterá-los

As chaves usadas pelo Geda-UE (item 3.2) ainda requerem uma análise de risco mais detalhada: isso porque parte das chaves são geradas no momento da lacração
e o acesso indevido diz respeito a material presente no ambiente de desenvolvimento - ou seja, o ‘software’ lacrado usa chaves diferentes


Inquérito sobre ataque hacker não foi concluído

Análise preliminar mostra que invasão teve alcance limitado, ocorreu cinco meses antes das eleições e falhas foram corrigidas pelo TSE

O inquérito vazado por Jair Bolsonaro para justificar sua tese de fraude eleitoral ainda não foi concluído. A movimentação mais recente trata de um pedido de compartilhamento de outra investigação sobre os dois suspeitos de serem os hackers do TSE.

No pedido de abertura da investigação ainda em 2018, Giuseppe Janino, então chefe da Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE, levantou as hipóteses de invasão, baseado numa análise preliminar deflagrada após publicação de reportagem no site de tecnologia.

Em termos práticos, o que os documentos anexados aos autos mostram até aqui é que o invasor ( ou invasores) aproveitou algumas brechas em máquinas de funcionários de TREs para acessar emails e obter credenciais de acesso ao ambiente do TSE de desenvolvimento do software que é embarcado na urna.

Isso aconteceu em abril de 2018, ou seja, cinco meses antes da eleição e cerca de quatro meses antes do fechamento da urnas, quando o sistema já havia passado por várias revisões de segurança. A invasão, inclusive, foi identificada e os acessos rastreados, com a correção das falhas encontradas – há, no inquérito, todos os detalhes dessa análise técnica e até o plano de correção.

“Não há evidência de acesso indevido do código-fonte do software da urna – Uenux, embora exista evidência de acesso indevido de código comum entre o Gedai-UE e o Uenux”, ressaltou Janino, no pedido de apuração à Polícia Federal. O Gedai é uma espécie de aplicativo da própria urna eletrônica.

No inquérito, o TSE ressalta que o servidor do código-fonte acessado pelo hacker “não possuía qualquer tipo de log habilitado“, ou seja, a invasão foi inócua.

Em sua estratégia de tumultuar o processo eleitoral, Bolsonaro chegou a dizer mais cedo que “o código-fonte esteve na mão de um hacker” e “pode ter acontecido tudo, aperta 17 e sai nulo”. Trata-se de uma distorção grosseira da realidade.



O cara consegue invadir o sistema e tu fica de picuinha contra um sistema de urna aditável com voto impresso, mesmo que algum hacker consiga invadir e fazer alterações no sistema, essa invasão possa ser sem efeito e detectável quanto a qualquer alteração ou tentativa de fraude no sistema, por puro ideologia cara. Hoje é a esquerda que é dona do STF, mas já pensou se fosse diferente? Tu não ia querer ter uma eleição com mais transparência e segurança?!
 

Papelzinho

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Hoje é a esquerda que é dona do STF, mas já pensou se fosse diferente? Tu não ia querer ter uma eleição com mais transparência e segurança?!
Mas não é diferente.
Hoje a esquerda é dona do STF.

Existe a chance da esquerda voltar para o executivo federal e o voto impresso pode diminuir essas chances.

Pq o indivíduo em questão gostaria disso?
 

Darkx1

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Mas não é diferente.
Hoje a esquerda é dona do STF.

Existe a chance da esquerda voltar para o executivo federal e o voto impresso pode diminuir essas chances.

Pq o indivíduo em questão gostaria disso?
"A esquerda"


Filhão, é todo mundo lá que não presta. Tem essa de direita, esquerda ou caramba a quatro não.

E mesmo cometendo delito ao divulgar investigaçao em sigilo não provaram m**** nenhuma de fraude. Só mais um capitulo do choro do CARA QUE GANHOU querendo botar em cheque o sistema que elegeu um monte de ratos iguais a ele e que elegeu a familia dele por anos(ano passado, inclusive).
 

Jäger_BR

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"A esquerda"


Filhão, é todo mundo lá que não presta. Tem essa de direita, esquerda ou caramba a quatro não.

E mesmo cometendo delito ao divulgar investigaçao em sigilo não provaram m**** nenhuma de fraude. Só mais um capitulo do choro do CARA QUE GANHOU querendo botar em cheque o sistema que elegeu um monte de ratos iguais a ele e que elegeu a familia dele por anos(ano passado, inclusive).
Você quer uma eleição mais transparente, darkinho?
 

Darkx1

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Você quer uma eleição mais transparente, darkinho?
Vou passar a colocar na minha assinatura ou debaixo do nickname que se fosse por mim ja teriam colocado essa m**** só pra acabar com essa história. Dai talvez não me perguntem mais.

Talvez.

Deve ser o decimo cara que vem perguntar isso...
 

Okira

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TSE fez vídeo e campanha para a imprensa dizendo que sistema de urnas nunca foi violados ou hackeado, com vídeos, entrevistas a todos.
Bolsonaro mostrou que já foi e PF e o próprio TSE apuraram com o agravante do TSE ter apagado qualquer vestígios disso, só ler o documento oficial da investigação da PF, não é fake news e quem não acredita tem problema mental.

A grande pergunta é...
Pq o TSE mentiu?
Pq o TSE não quer evoluir as máquinas da 1° geração e utilizar o que se tem de melhor hoje no mercado?
Pq insistem junto com a imprensa em manter a narrativa de segurança, falando que o resto é antidemocrático e sei lá o que contra o sistema?

Então, com bases em fatos, tem algo muito errado em nosso sistema eleitoral.
Isso é um fato e não precisa ser contra isso ou aquilo, só analisar racionalmente todos os acontecimentos.
 

constatine

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TSE não foi invadido; hackers admitem que dados eram antigos
15/11/2020 às 21:04
 
Ultima Edição:

billpower

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Chora, comuninha.

Quando o argumento aparece, tu dá risadinha.
É brincadeira essa punição... Só pode ser.

Comuninha = gado. Na certa a caparuça serviu para alguém na moderação. :facepalm

Gado = termo realmente pejorativo que é usado para ofender no sentido de insultar outra pessoa disfarçadamente, comparando a alguém com deficiência mental. Termo este roubado da direita, inclusive, pois comportamentos coletivistas são típicos do espectro de esquerda.

Comuninha = Diminutivo de comunista, alcunha empregada por aqueles que seguem a doutrina esquerdista do comunismo, sendo conhecidos membros de partidos políticos. No diminutivo nada mais é senão uma forma menor de chamar um comunista, haja vista estamos num fórum de leigos em que muitas pessoas se alinham a certas ideologias sem nem perceberem. No caso da postagem está claro que "comuninha" foi usado como sinônimo de aprendiz. É piada de mau gosto estar precisando explicar isso a fim de expor uma punição inacreditável. Como se já não bastasse "postagem dispensável" agora isso. :kclassic

Moderador iguala as duas expressões, empregadas de maneira completamente diferentes, a única explicação para uma decisão tão absurda assim só pode ser porque se sentiu atingido em algum nível pela postagem do usuário, mesmo assim não justifica, pois Moderador não deveria punir de acordo com sua cabeça, mas de maneira o mais clara e afastada possível a fim de evitar mal entendidos como o de agora.:kclassic
 
Ultima Edição:

BESS4

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Filhão, é todo mundo lá que não presta. Tem essa de direita, esquerda ou caramba a quatro não.

E mesmo cometendo delito ao divulgar investigaçao em sigilo não provaram m**** nenhuma de fraude. Só mais um capitulo do choro do CARA QUE GANHOU querendo botar em cheque o sistema que elegeu um monte de ratos iguais a ele e que elegeu a familia dele por anos(ano passado, inclusive).
O próprio sistema se colocou em XEQUE, amiguinhe! :kjoinha
 

Virgin Superstar

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TSE pediu à PF apuração sobre invasão 10 dias após segundo turno em 2018
Um pedido encaminhado para a Polícia Federal no dia 7 de novembro de 2018 solicitava investigação sobre uma possível invasão aos sistemas digitais


O então secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições de 2018, Giuseppe Dutra Janino, encaminhou à Polícia Federal no dia 7 de novembro de 2018 um pedido para a PF investigar uma invasão aos sistemas digitais da corte.

A carta foi elaborada a pedido da então presidente do TSE, Rosa Weber, a partir do recebimento de uma denúncia feita por um hacker ao portal de notícias "Techmundo". Weber pediu que a Secretaria de Tecnologia analisasse o caso.

No documento, o secretário de tecnologia avalia ser necessário a abertura de uma investigação pela Polícia Federal uma vez que "existe a possibilidade de manipulação de arquivos de configuração que alimentam o software da urna".

Ofício Giuseppe Janino

Veja abaixo os detalhes do documento:

- Trata-se de informar acerca do recebimento de denúncia de acesso indevido de dados relativos aos sistemas eleitorais e ao projeto do hardware da UE2018. tal denúncia foi encaminhada por e-mail a assessoria de comunicação deste tribunal, a qual solicitou esclarecimentos sobre o teor do e-mail encaminhado pelo sr. Felipe Payão, identificado como repórter do portal "Techmundo".

- Tal conteúdo evidencia o acesso indevido dos seguintes dados: 1) Código-fonte completo do Gedai UE possivelmente da versão usada nas eleições 2018, porém sem assinaturas da cerimônia de lacração; 2) chaves e credenciais de acesso a servidores usadas pelo Gedai UE; 3) senhas para oficialização dos sistemas, candidaturas e horário eleitoral utilizadas para eleição suplementar 2018 de Aperibé/RJ; 4) manual técnico da impressora de votos desenvolvidas pelo FIT; 5) manual do QR Code do boletim de urna.

- Não há evidência de acesso indevido do código fonte do software da urna - Uenux, embora exista evidência de acesso indevido de código comum entre o Gedai-UE e o Unenux.

- Com relação ao material acessado indevidamente, o impacto é o seguinte:

1) o manual do QR-Code já é de domínio público e encontra-se publicado na Internet;

2) o manual da impressora de votos não possui informação sensível uma vez que trata-se da documentação de um protótipo que nunca entrou em operação - o seu caráter sigiloso se deve a uma relação contratual entre o FIT e a Quattro Eletronica;

3) as senhas de oficialização permitem, a alteração de dados de partidos e candidatos "até mesmo a sua exclusão" no contexto de um processo eleitoral. Ou seja, no caso concreto afeta apenas a eleição suplementar 2018 de Aperibé/RJ;

4) as credenciais de acesso aos servidores usados pelo Gedai UE podem permitir que alguém dentro na intranet da Justiça Eleitoral consiga copiar os dados de eleitores e candidatos que alimentam as urnas n, mas sem a capacidade de adulterá-los;

5) as chaves usadas pelo Gedai ainda requerem uma análise de risco mais detalhada isso porque parte das chaves são geradas no momento da lacração e os acesos indevido diz respeito ao material presente no ambiente de desenvolvimento, ou seja, o software lacrado usa chaves diferentes na hipótese de serem as mesmas existe a possibilidade de manipulação de arquivos de configuração que alimentam o software da urna;

6) o código fonte do Gedai acompanhado de seus binários compilados permite a importação de dados oficiais das eleições e carregamento de urnas com esses dados contudo o software de urna utilizado não tem as assinaturas oficiais da lacração que fica evidenciado pelo LED de segurança da urna e pelos procedimentos de verificação de hash e assinatura; também não seria possível a geração de um boletim de urna válido para a totalização a partir disso;

7) diante desse cenário solicita-se a abertura de inquérito policial junto a Polícia Federal para apuração dos fatos;

8) Outras providencias já estão em andamento nessa STI para sanar as fragilidades que resultaram nesse acesso indevido assim como tornar os sistemas expostos ainda mais seguros;

9) Finalmente, alerta-se sobre a necessidade de tramitação urgente desse processo.

Bolsonaro no TSE

Ministra Rosa Weber entrega a Jair Bolsonaro diploma de presidente da República (10.dez.2018)



Ops. :ksafado
Mas se ele foi eleito numa eleição fraudada logo deveria ser preso e o resultado da eleição anulada.

A lógica bolsonarista é realmente uma coisa incrível
 

constatine

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Mas se ele foi eleito numa eleição fraudada logo deveria ser preso e o resultado da eleição anulada.

A lógica bolsonarista é realmente uma coisa incrível

Pois é. Ponto de vista é uma m****, já eu acho que Haddad teve votos dêmias.

PS. Tirando caso de violência domestica, estupro e fagante delito, primeiro se investiga para dai sim formalizar uma acusação, condenação e prisão, pelo menos é isso que ocorre na maioria dos casos.





























Barroso cria gabinete paralelo contra o voto impresso




Trazendo para cá para não ficarem perdidos em outros tópicos.
 

Baralho

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Somente respondendo á pergunta-título.
Por politicagem.
Como tantos negócios de Estado deveriam ser resolvidos de modo técnico e pragmático, se atentando aos resultados.
Porém, no Brasil, acabam desse jeito, e o resto é consequência, aliás, sempre foi (é e, aparentemente, vai ser) assim nesse país.
 
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