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Tópico oficial Processadores Intel - Alder Lake-S, informações, notícias, benchmarks, etc

nando3d

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Intel apresenta novos processadores Alder Lake, grande aposta da empresa

Alguns dias após apresentar sua tecnologia de GPUs Intel Arc, a Intel apresentou várias novidades em seu evento Intel Architecture Day, com destaque para os seus novos processadores Alder Lake com tecnologia híbrida, ou Intel Core de 12a geração. Essa será a segunda geração de chips de 7 nanômetros da Intel, seguindo os passos da linha Intel Lakefield, apresentada no ano passado.

A nova linha de chips deve chegar até o fim do ano em desktops e dispositivos móveis e ultra móveis. O design híbrido envolve uma série de núcleos focados em desempenho (Core “Performance”), com outra série de núcleos focado em eficiência (Core “Efficient”). Se isso soa familiar, não é por acaso, a Intel está seguindo o exemplo vitorioso da ARM nos chips mobile. Os frutos disso? A Intel promete um ganho de desempenho de 80%, e também diz que essa é a maior mudança arquitetural em CPUs x86.

Intel Thread Director organiza as tarefas no chip

Para que esses núcleos funcionem adequadamente no processador, a empresa criou o Intel Thread Director, que fica integrado ao chip, e permite que o sistema use o núcleo indicado no momento certo. No vídeo abaixo, a Intel apresenta a forma que o processador usa seus núcleos no chip Alder Lake.

Intel-Architecture-P-core-E-core.jpg

P-core e E-core dos novos processadores Alder Lake da Intel / Montagem sobre imagens de divulgação

A Intel batizou esses núcleos de P-core (performance) e E-core, os primeiros baseados em uma arquitetura Golden Cove, e os outros, na arquitetura Gracemont. O P-core é indicado para tarefas single-thread, que usa o desempenho do principal núcleo, e o E-core, para multi-threads, que executam múltiplos threads em cada núcleo.



Alder Lake terá processador com até 16 núcleos

Como citamos, os processadores são moduláveis e escalonáveis, e a Intel criou diferentes configurações para desktop e móvel e até ultra-móvel.

intel_alder_lake_escalavel.jpg

Flexibilidade é um dos destaques da linha Alder Lake / Divulgação/Intel

A empresa não detalhou todos esses detalhes, mas mostrou como será o processador Alder Lake para desktops, com até 16 núcleos (metade de desempenho e a outra, de eficiência), com até 24 threads (2T por P-Core e 1T por E-Core) e até 30 MB de memória cache L3. O chip também terá suporte aos padrões de memória mais atuais, incluindo DDR5 e LPDDR5-5200, além de ser compatível com DDR4.

Raja M. Koduri, vice-presidente sênior e diretor-geral do Accelerated Computing Systems and Graphics Group da Intel falou sobre esse novo momento da empresa. Nas palavras dele: “talvez o ponto mais importante seja que todos os avanços apresentados hoje destacam as diferentes formas com que a arquitetura irá atender a demanda esmagadora por mais desempenho de computação, à medida que as cargas de trabalho do desktop para o centro de dados se tornam cada vez maiores, mais complexas e mais diversificadas”.

A expectativa é mesmo bem grande para a nova geração de chips da Intel. Há alguns meses, uma versão inicial do Alder Lake (Intel Core i9-12900K) com design híbrido chegou a deixar para trás o Ryzen 9 5950X da rival AMD em testes de benchmark.

Aposta em processadores Alder Lake com CPUs Intel Arc

intel-architecture-day-arc.gif

Raja M. Koduri / Divulgação/Intel

No evento, a Intel deixou clara a sua estratégia, com seus novos chips Alder Lake com a arquitetura Xe-HPG, das novas GPUs Intel Arc que mostramos aqui outro dia. É bom ver a empresa fazendo esse movimento. Dinheiro em caixa para grandes apostas é algo que nunca faltou na Intel, mas faltava algo mais. A chegada do CEO Pat Gelsinger no começo desse ano foi fundamental para essa cara nova da empresa, e a nova estratégia demonstra isso.

Vamos acompanhar de perto os próximos passos dessa gigante da tecnologia. Quer saber mais sobre as novidades do Intel Architecture Day? Assista ao evento completo abaixo.




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Intel pretende criar fundições próprias de chips para rivalizar TMSC
O intuito seria suprir toda demanda interna e ainda abastecer outras empresas


Segundo o novo CEO da Intel, Pat Gelsinger, a empresa tem planos de se tornar uma das líderes mundiais em fabricação de chips, rivalizando diretamente gigantes que praticamente dominam o mercado como a TSMC.

Os planos terão foco em fabricar silícios para atender totalmente sua demanda interna além de possivelmente suprir demandas de outras empresas também, modelo similar ao da Samsung, que alimenta linhas de produção internas e produz chips sob demanda para projetos de outras marcas.

Intel-Pat-Gelsinger-Engineering-the-Future-2-810.jpg


Essa intenção da Intel em reforçar a fabricação de silício, mostra a estratégia da empresa no segmento, um mercado com projeções de avaliação em US$ 100 bilhões até 2025.

A atual crise de abastecimento de chips para componentes eletrônicos que abrange desde a cadeia de suprimento de matérias primas até a demanda excessiva, fugindo às projeções, por conta da pandemia de SARS-COV2 que levou muito mais pessoas do que o esperado a procurar componentes eletrônicos dos mais diversos tipos em busca de novas soluções de trabalho e entretenimento.

Intel-Fab-D1D-Oregon-810.jpg


Um novo nome de peso como a Intel entrar no mercado de produção de chips pode ser extremamente bem-vindo, inclusive para empresas concorrentes em alguns segmentos de mercado como AMD e Nvidia, que não possuem suas próprias fundições, dependendo exclusivamente do abastecimento de componentes por terceiros, dessa forma, não seria estranho se chips dessas concorrentes no futuro tivessem seus chips fabricados pela Intel.

Além das questões evidentes da alta demanda de componentes, a estratégia da Intel também leva em consideração questões políticas, uma vez que apenas 15% dos chips do mercado são de produção estadunidense, 5% europeia e os outros 80% são majoritariamente produzidos em fundições na Asia. Na tentativa de alterar esse mercado a Intel já possui plantas nos Estados Unidos, Irlanda e Israel, com intenção de expansão para equilibrar o abastecimento de microchips por regiões fora de regiões que muitas vezes acabam passando por sanções tarifárias e até mesmo bloqueios a depender do momento político em que os Estados Unidos se encontram, prejudicando além do abastecimento o preço desses componentes elevando consideravelmente o valor de varejo dos produtos finais.

Intel-Ocotillo-Fab-42-1-810.jpg


Essencialmente, esse custo extra é sempre repassado ao consumidor final, mas essas dificuldades garantir preços interessantes ao consumidor final fatalmente afetam a receita das fabricantes de eletrônicos, criando um ciclo que eventualmente em casos mais extremos poderia afetar inclusive o valor de mercado de algumas empresas no futuro. Ao entrar direto na fabricação dos próprios chips, e podendo alimentar linhas de produções concorrentes, a Intel não apenas teria maior controle do preço de seus produtos, mas fatalmente poderia criar uma queda de preços também de outras marcas por reduzir custos de algumas etapas de suas cadeias de produção.

 
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LucianoBraga

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Uns meses atrás li que a GF melhorou pra c***lho os próprios resultados depois que...desistiu dos 7nm. O yield tava baixo, o custo era alto demais, eles deram de cara com uma parede e pararam pra pensar.
Como a empresa já não vinha em situação confortável, resolveu abandonar os 7nm e parar o desenvolvimento dos nodes de 5 e 3nm. Optou por licenciar os nodes de 14LPP e 12LP da Samsung e vem produzindo pra várias e várias marcas desde então.

Resultado? A receita quase que dobrou.

Eventualmente eles vão licenciar os 7 - quando a indústria estiver, de repente, em 3nm e com o processo de 7nm já amadurecido, com rendimento, de repente comprando até os equipamentos da própria Samsung - e vida que segue.

E não é como se 14 ou 12nm fossem ruins - a primeira geração das RTX, por exemplo, era 12nm, e isso não criou problemas de performance.

A gente fica olhando só bleeding edge, processos cada vez mais refinados, mas esquece que existem equipamentos que usam, sei lá, clones de Pentium até hoje - sim, do primeiro Pentium. O mercado precisa de muitas coisas diferentes.
 

nando3d

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Uns meses atrás li que a GF melhorou pra c***lho os próprios resultados depois que...desistiu dos 7nm. O yield tava baixo, o custo era alto demais, eles deram de cara com uma parede e pararam pra pensar.
Como a empresa já não vinha em situação confortável, resolveu abandonar os 7nm e parar o desenvolvimento dos nodes de 5 e 3nm. Optou por licenciar os nodes de 14LPP e 12LP da Samsung e vem produzindo pra várias e várias marcas desde então.

Resultado? A receita quase que dobrou.

Eventualmente eles vão licenciar os 7 - quando a indústria estiver, de repente, em 3nm e com o processo de 7nm já amadurecido, com rendimento, de repente comprando até os equipamentos da própria Samsung - e vida que segue.

E não é como se 14 ou 12nm fossem ruins - a primeira geração das RTX, por exemplo, era 12nm, e isso não criou problemas de performance.

A gente fica olhando só bleeding edge, processos cada vez mais refinados, mas esquece que existem equipamentos que usam, sei lá, clones de Pentium até hoje - sim, do primeiro Pentium. O mercado precisa de muitas coisas diferentes.

Realmente e tem mais, leio por aí que a taxa de defeitos na AMD é bem alta. Eles tem produtos bem tecnológicos, mas são bem frágeis, justamente por serem bleeding edge.
 

Nicko

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Eu sei é que os ARM já estão na COLA da intel...
Na cola que eu digo...já dando seta pra passar...


Snapdragon 8cx da próxima geração aparece no Geekbench com maior pontuação
O processador se equipara performance multi-thead com um Core i7 de 11ª geração

 

ZEEHKAEV

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Uns meses atrás li que a GF melhorou pra c***lho os próprios resultados depois que...desistiu dos 7nm. O yield tava baixo, o custo era alto demais, eles deram de cara com uma parede e pararam pra pensar.
Como a empresa já não vinha em situação confortável, resolveu abandonar os 7nm e parar o desenvolvimento dos nodes de 5 e 3nm. Optou por licenciar os nodes de 14LPP e 12LP da Samsung e vem produzindo pra várias e várias marcas desde então.

Resultado? A receita quase que dobrou.

Eventualmente eles vão licenciar os 7 - quando a indústria estiver, de repente, em 3nm e com o processo de 7nm já amadurecido, com rendimento, de repente comprando até os equipamentos da própria Samsung - e vida que segue.

E não é como se 14 ou 12nm fossem ruins - a primeira geração das RTX, por exemplo, era 12nm, e isso não criou problemas de performance.

A gente fica olhando só bleeding edge, processos cada vez mais refinados, mas esquece que existem equipamentos que usam, sei lá, clones de Pentium até hoje - sim, do primeiro Pentium. O mercado precisa de muitas coisas diferentes.

Embora financeiramente você esteja correto, isso só é verdade por que ela fracassou bem feio na transição para 7nm, se tivesse sucesso e fosse a primeira teria novamente larga vantagem como já teve antes. Antigamente a Intel liderava na menor litrografia do mercado todo e dava banho de eficiência por watt.

A única coisa que importa é que a Intel perdeu completamente a liderança na fabricação de processadores. A Samsung e TSMC, e AMD por estratégia de usar outras fabricas passaram muito a frente principalmente na performance por watt, litografia baixíssima.

Antigamente os top processadores eram sempre Intel nos benchmarks... Já hoje em dia, tem de descer abaixo das top 20 para achar um Intel, e os melhores tem aprox 40% da potência dos concorrentes.


178079


Eu acho que isso tudo só aconteceu pela arrogância da Intel, ficou lider confortável por muito tempo, triplicou o preço dos processadores sem mudar muita coisa e agora está correndo atrás.
 

LucianoBraga

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Eu sei é que os ARM já estão na COLA da intel...
Na cola que eu digo...já dando seta pra passar...


Snapdragon 8cx da próxima geração aparece no Geekbench com maior pontuação
O processador se equipara performance multi-thead com um Core i7 de 11ª geração


Existe uma boa melhoria, mas não tem nada demais aí. A Qualcomm simplesmente dobrou o número de núcleos performance. O TDP não tá rotulado, mas tendo em vista que 4P/4E fica em 7W, e como as frequências são diferentes entre conjunto de núcleos, 8P deve ficar entre 10 e 12W. Ainda assim, ele perde pro 1160G7 em single - pudera, o turbo em single-core do 1160 é de 4.4Ghz - e até empata em multi...a questão é que o 1160 é 4C/8T.

E isso no sintético, ou seja...

Fora isso o 1160 saiu em no Q3 do ano passado. Esse 8cx Gen 3 ninguém sabe nem quando sai.
 


LucianoBraga

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Embora financeiramente você esteja correto, isso só é verdade por que ela fracassou bem feio na transição para 7nm, se tivesse sucesso e fosse a primeira teria novamente larga vantagem como já teve antes. Antigamente a Intel liderava na menor litrografia do mercado todo e dava banho de eficiência por watt.

A única coisa que importa é que a Intel perdeu completamente a liderança na fabricação de processadores. A Samsung e TSMC, e AMD por estratégia de usar outras fabricas passaram muito a frente principalmente na performance por watt, litografia baixíssima.

Antigamente os top processadores eram sempre Intel nos benchmarks... Já hoje em dia, tem de descer abaixo das top 20 para achar um Intel, e os melhores tem aprox 40% da potência dos concorrentes.


Visualizar anexo 178079


Eu acho que isso tudo só aconteceu pela arrogância da Intel, ficou lider confortável por muito tempo, triplicou o preço dos processadores sem mudar muita coisa e agora está correndo atrás.

Só quem não fracassou em 7nm foi a TSMC. Mesmo o processo de 7nm da Samsung é meio manco - ele só é viável em escala, ao contrário do Intel. E a redução vai ficar cada vez mais difícil.
A Intel tinha uma posição confortável no mercado sim, mas não caiu por arrogância, caiu porque a engenharia não conseguiu avançar.
 

Nicko

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Existe uma boa melhoria, mas não tem nada demais aí. A Qualcomm simplesmente dobrou o número de núcleos performance. O TDP não tá rotulado, mas tendo em vista que 4P/4E fica em 7W, e como as frequências são diferentes entre conjunto de núcleos, 8P deve ficar entre 10 e 12W. Ainda assim, ele perde pro 1160G7 em single - pudera, o turbo em single-core do 1160 é de 4.4Ghz - e até empata em multi...a questão é que o 1160 é 4C/8T.

E isso no sintético, ou seja...

Fora isso o 1160 saiu em no Q3 do ano passado. Esse 8cx Gen 3 ninguém sabe nem quando sai.

Mas a questão é exatamente essa...
Os processadores Arm em geral, tão chegando na Intel, e são mais baratos...como eu disse tão atrás, mas tão vindo rápido e já deram a seta pra esquerda.
E te afirmo...a Intel não tem fôlego pra segurar...

Nos próximos 2-3 anos, se algo drástico não acontecer, a Intel será passada pra trás e lutará pra brigar por pequenas fatias de um mercado que até pouco tempo atrás era praticamente inteiro da Intel.
 

ZEEHKAEV

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Só quem não fracassou em 7nm foi a TSMC. Mesmo o processo de 7nm da Samsung é meio manco - ele só é viável em escala, ao contrário do Intel. E a redução vai ficar cada vez mais difícil.
A Intel tinha uma posição confortável no mercado sim, mas não caiu por arrogância, caiu porque a engenharia não conseguiu avançar.

Mas sucessivamente, em diversas ocasiões, ela começou a criar séries de processadores novas (i9, EXTREME, BLACK) que custavam o dobro da próxima com pouco ganho, arbitrariamente fazia sockets novos (a cada geração de 4 -6 meses) mudava a compatibilidade dos sockets para forçar a venda de chipsets de placa mãe.

Mas a lista é maior... A empresa virou uma mercenária infinita de patentes, Thunderbolt, e etc para depois abandonar tudo, tentou dar uma de Apple.

Quando o i9 ou o Extreme saia por preços absurdos, em 2 meses aprox saia a linha nova e o i5 dela era melhor que o antigo extreme em alguns casos, custando 1/4 do preço.

Da uma olhada no AM4 quantas vezes foi atualizado.

Depois do lançamento do Ryzen, a Intel chegou a cortar preços em 80% para competir com as novas CPUs....

A Intel na minha opinião caiu na armadilha do monopólio, estava ganhando a tantos anos que perdeu a mão do que fazia, ficou parada. Se isso que você diz é verdade, oras pq ela não imediatamente contratou a TSMC ? Houve uma sucessão de erros e menosprezos da concorrência.


 

LucianoBraga

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Mas a questão é exatamente essa...
Os processadores Arm em geral, tão chegando na Intel, e são mais baratos...como eu disse tão atrás, mas tão vindo rápido e já deram a seta pra esquerda.
E te afirmo...a Intel não tem fôlego pra segurar...

Nos próximos 2-3 anos, se algo drástico não acontecer, a Intel será passada pra trás e lutará pra brigar por pequenas fatias de um mercado que até pouco tempo atrás era praticamente inteiro da Intel.

Depende de como a arquitetura evoluir. Por exemplo, se tiver que aumentar o cache pra alcançar o desempenho, a vantagem do preço vai pra casa do c***lho.
O 1160G7 e M1 têm 12MB. O 8cx Gen 2 tem...2MB.

Mas sucessivamente, em diversas ocasiões, ela começou a criar séries de processadores novas (i9, EXTREME, BLACK) que custavam o dobro da próxima com pouco ganho, arbitrariamente fazia sockets novos (a cada geração de 4 -6 meses) mudava a compatibilidade dos sockets para forçar a venda de chipsets de placa mãe.

Mas a lista é maior... A empresa virou uma mercenária infinita de patentes, Thunderbolt, e etc para depois abandonar tudo, tentou dar uma de Apple.

Quando o i9 ou o Extreme saia por preços absurdos, em 2 meses aprox saia a linha nova e o i5 dela era melhor que o antigo extreme em alguns casos, custando 1/4 do preço.

Da uma olhada no AM4 quantas vezes foi atualizado.

Depois do lançamento do Ryzen, a Intel chegou a cortar preços em 80% para competir com as novas CPUs....

A Intel na minha opinião caiu na armadilha do monopólio, estava ganhando a tantos anos que perdeu a mão do que fazia, ficou parada. Se isso que você diz é verdade, oras pq ela não imediatamente contratou a TSMC ? Houve uma sucessão de erros e menosprezos da concorrência.



Processador de série especial só serve pro marketing, quase não tem volume de venda. Thunderbolt entrou no USB4 agora, nem é mais uma coisa e...bem, nunca foi necessário pra nada mesmo, lol
A Intel sempre teve o design amarrado no desenvolvimento da litografia e quando travou a litografia, travou o processo inteiro.

Sobre os sockets e chipsets, concordo. Coisas completamente sem sentido.

Ela tentou contratar a TSMC, mas não tinha espaço mais na linha de produção porque a AMD e a Nvidia já tinham amarrado tudo. Até amarrou com a Samsung agora, mas até adaptar a linha e ganhar yield demora um ano.
 

Nicko

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Depende de como a arquitetura evoluir. Por exemplo, se tiver que aumentar o cache pra alcançar o desempenho, a vantagem do preço vai pra casa do c***lho.
O 1160G7 e M1 têm 12MB. O 8cx Gen 2 tem...2MB.

Então mas no final o que importa nem é mesmo o Intel I7...ele serviu de comparação.
Se o ARM vier com custo x benefício melhor e rodar num nível de qualquer I5...será uma enorme vantagem...
Veja o que a Apple fez...a Qualcomm quer seguir no mesmo caminho e com o lançamento do Windows 10x as coisas podem melhorar pra esse lado.

Não to dizendo que a intel ta morta e que carta fora do baralho....não é isso eles tem MUITA $$$, mas eu acho que já erraram o suficiente...e a grande vantagem que tinham está diminuindo a cada mês...
 

LucianoBraga

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Então mas no final o que importa nem é mesmo o Intel I7...ele serviu de comparação.
Se o ARM vier com custo x benefício melhor e rodar num nível de qualquer I5...será uma enorme vantagem...
Veja o que a Apple fez...a Qualcomm quer seguir no mesmo caminho e com o lançamento do Windows 10x as coisas podem melhorar pra esse lado.

Não to dizendo que a intel ta morte e que carta fora do baralho....não é isso eles tem MUITA $$$, mas eu acho que já erraram o suficiente...e a grande vantagem que tinham está diminuindo a cada mês...

Só é vantagem se for acessível, se tiver infra. Você não tem placa-mãe pra ARM, não tem socket, não vai numa loja, compra e monta.
Se continuar sendo só processador de celular, a utilidade é muito, muito restrita.
 

Nicko

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Só é vantagem se for acessível, se tiver infra. Você não tem placa-mãe pra ARM, não tem socket, não vai numa loja, compra e monta.
Se continuar sendo só processador de celular, a utilidade é muito, muito restrita.
Pois é pra Desktop deve demorar um tempinho.
Mas Notebook ARM, com Windows 10x, eu imagino que nos próximos 2-3 anos será uma realidade palpável.
 

LucianoBraga

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Pois é pra Desktop deve demorar um tempinho.
Mas Notebook ARM, com Windows 10x, eu imagino que nos próximos 2-3 anos será uma realidade palpável.

Tem o Surface Pro X, mas é caro pra c***lho e...bem, o desempenho não é lá essas coisas.
 

Nicko

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Tem o Surface Pro X, mas é caro pra c***lho e...bem, o desempenho não é lá essas coisas.
Tem, mas isso não é dessa nova leva que nem lançou e é daqueles produtos premium da Microsoft.
Daqui 2-3 anos, você verá, e até a Intel sabe disso já.
 

LucianoBraga

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Tem, mas isso não é dessa nova leva que nem lançou e é daqueles produtos premium da Microsoft.
Daqui 2-3 anos, você verá, e até a Intel sabe disso já.

Eu também sei disso. A questão é que isso não vai ser de um dia pro outro.
Em um ano, a Samsung já tá produzindo pra Intel. Construir uma infra pra ARM vai levar muito mais tempo que isso.

E não é como se AMD e Intel fossem ficar de braços cruzados esperando a ARM chegar.
Como a ARM tem um novo dono, tem que ver também SE a Nvidia vai continuar com os licenciamentos e, caso vá, COMO vão ser...Tem muita coisa nebulosa.
 

nando3d

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@LucianoBraga, teria como mesclar os tópicos de processadores Intel aqui?

Acho interessante ter um fixo definitivo, assim como o do Ryzen e das GPUs.



 

nando3d

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Intel quer voltar com modelo “tick-tock” para liderar desempenho de CPUs
Dificuldades com chips de 10 nm fizeram Intel abandonar ciclo “tick-tock” de lançamento de chips, mas CEO promete volta do modelo

A Intel está sob novo comando. Pat Gelsinger assumiu o cargo de CEO da companhia em fevereiro e, em um evento online realizado na terça-feira (23), prometeu uma série de mudanças para a Intel voltar a ter o prestígio de outrora quando o assunto é processador. Para isso, o executivo considera até recriar a antiga estratégia tick-tock.

intel-core-11-geracao-desktops-chip-700x490.jpg

Processador Core de 11ª geração (imagem: divulgação/Intel)

Estratégia tick-tock?!

Se você não tem ideia do que isso significa, eis uma rápida explicação. Por cerca de dez anos, a empresa lançou processadores baseando uma geração em uma nova tecnologia de miniaturização e, na geração seguinte, combinava esse mesmo processo de fabricação com uma nova e mais moderna arquitetura. Pois bem, a primeira geração consistia na fase “tick”; a segunda, na “tock”.

Tomemos como exemplo os processadores Broadwell, lançados em 2014. Esses chips foram os primeiros da Intel com tecnologia de 14 nanômetros. Em 2015, a Intel trouxe os primeiros processadores Skylake, que continuaram tendo 14 nanômetros, mas tiveram como base uma nova arquitetura. Os chips Broadwell são “tick” enquanto os modelos Skylake são “tock”, portanto.

Modelo tick-tock (imagem: divulgação/Intel)

Modelo tick-tock (imagem: divulgação/Intel)

O problema é que a Intel teve muita dificuldade para implementar a sua tecnologia de 10 nanômetros. Se a companhia tivesse conseguido manter o ritmo de lançamentos, chips com essa tecnologia teriam sido apresentados em 2016. O que a gente viu, porém, foi a companhia “reciclando” o processo de 14 nanômetros exaustivamente.

Em outras palavras, a dificuldade de implementação da tecnologia de 10 nanômetros forçou a Intel a abandonar a abordagem tick-tock e, no lugar, colocar um modelo chamado PAO — sigla em inglês para “Processo-Arquitetura-Otimização” — para lançar gerações com a tecnologia de 14 nanômetros otimizada tantas vezes quanto possível.

Com efeito, os primeiros processadores de 10 nanômetros da companhia só surgiram em 2019 com o lançamento oficial dos chips Core de décima geração (Ice Lake).

Modelo PAO em vigor atualmente (imagem: divulgação/Intel)

Modelo PAO em vigor atualmente (imagem: divulgação/Intel)

Tick-tock vai voltar

Durante uma sessão de perguntas e respostas após a conferência, Pat Gelsinger explicou que o modelo tick-tock deve ser restabelecido para permitir à Intel ter um cronograma de lançamentos de processadores mais consistente.

Para tanto, a companhia trabalhará para que novos graus de miniaturização de seus chips sejam alcançados em intervalos regulares, o que significa que várias gerações “tick” surgirão seguidas, obviamente, de mais versões “tock”.

Mas esse é um plano que só terá efeito prático com as unidades Meteor Lake de 7 nanômetros, que deverão ficar prontas em 2021, mas só chegarão ao mercado em 2023. Antes disso, a companhia deverá lançar os processadores Alder Lake, que ainda terão como base uma tecnologia de 10 nanômetros.

Gelsinger espera que, auxiliada por essa abordagem, a Intel possa ser “líder inquestionável” em desempenho de CPUs a partir do período 2024-2025.

Veremos.

 

LucianoBraga

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Intel quer voltar com modelo “tick-tock” para liderar desempenho de CPUs
Dificuldades com chips de 10 nm fizeram Intel abandonar ciclo “tick-tock” de lançamento de chips, mas CEO promete volta do modelo

A Intel está sob novo comando. Pat Gelsinger assumiu o cargo de CEO da companhia em fevereiro e, em um evento online realizado na terça-feira (23), prometeu uma série de mudanças para a Intel voltar a ter o prestígio de outrora quando o assunto é processador. Para isso, o executivo considera até recriar a antiga estratégia tick-tock.

intel-core-11-geracao-desktops-chip-700x490.jpg

Processador Core de 11ª geração (imagem: divulgação/Intel)

Estratégia tick-tock?!

Se você não tem ideia do que isso significa, eis uma rápida explicação. Por cerca de dez anos, a empresa lançou processadores baseando uma geração em uma nova tecnologia de miniaturização e, na geração seguinte, combinava esse mesmo processo de fabricação com uma nova e mais moderna arquitetura. Pois bem, a primeira geração consistia na fase “tick”; a segunda, na “tock”.

Tomemos como exemplo os processadores Broadwell, lançados em 2014. Esses chips foram os primeiros da Intel com tecnologia de 14 nanômetros. Em 2015, a Intel trouxe os primeiros processadores Skylake, que continuaram tendo 14 nanômetros, mas tiveram como base uma nova arquitetura. Os chips Broadwell são “tick” enquanto os modelos Skylake são “tock”, portanto.

Modelo tick-tock (imagem: divulgação/Intel)

Modelo tick-tock (imagem: divulgação/Intel)

O problema é que a Intel teve muita dificuldade para implementar a sua tecnologia de 10 nanômetros. Se a companhia tivesse conseguido manter o ritmo de lançamentos, chips com essa tecnologia teriam sido apresentados em 2016. O que a gente viu, porém, foi a companhia “reciclando” o processo de 14 nanômetros exaustivamente.

Em outras palavras, a dificuldade de implementação da tecnologia de 10 nanômetros forçou a Intel a abandonar a abordagem tick-tock e, no lugar, colocar um modelo chamado PAO — sigla em inglês para “Processo-Arquitetura-Otimização” — para lançar gerações com a tecnologia de 14 nanômetros otimizada tantas vezes quanto possível.

Com efeito, os primeiros processadores de 10 nanômetros da companhia só surgiram em 2019 com o lançamento oficial dos chips Core de décima geração (Ice Lake).

Modelo PAO em vigor atualmente (imagem: divulgação/Intel)

Modelo PAO em vigor atualmente (imagem: divulgação/Intel)

Tick-tock vai voltar

Durante uma sessão de perguntas e respostas após a conferência, Pat Gelsinger explicou que o modelo tick-tock deve ser restabelecido para permitir à Intel ter um cronograma de lançamentos de processadores mais consistente.

Para tanto, a companhia trabalhará para que novos graus de miniaturização de seus chips sejam alcançados em intervalos regulares, o que significa que várias gerações “tick” surgirão seguidas, obviamente, de mais versões “tock”.

Mas esse é um plano que só terá efeito prático com as unidades Meteor Lake de 7 nanômetros, que deverão ficar prontas em 2021, mas só chegarão ao mercado em 2023. Antes disso, a companhia deverá lançar os processadores Alder Lake, que ainda terão como base uma tecnologia de 10 nanômetros.

Gelsinger espera que, auxiliada por essa abordagem, a Intel possa ser “líder inquestionável” em desempenho de CPUs a partir do período 2024-2025.

Veremos.


Tick-tock-tock-tock-tock-tock

:klol

Tava lendo sobre o cronograma pretendido da Intel pros próximos anos e vi um papo de que 7nm deles só em 2023.
 

nando3d

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Tick-tock-tock-tock-tock-tock

:klol

Tava lendo sobre o cronograma pretendido da Intel pros próximos anos e vi um papo de que 7nm deles só em 2023.

Meteor Lake, primeiro CPU de 7nm da Intel será lançado em 2023
O sucessor do Alder Lake é o primeiro a utilizar tecnologia Foverus para empilhar componentes

Aparentemente a Intel, finalmente, conseguiu resolver os problemas que vinha encontrando na nova geração de processadores de 7nm, que causaram atrasos de quase um ano nos planejamentos da empresa. Durante o evento Intel Unleashed: Engineering the Future, o novo CEO da Intel Pat Gelsinger anunciou que o Meteor Lake, primeiro CPU para desktops de 7nm da Intel, chega aos consumidores em 2023.

O CEO revelou que a nova CPU entrou em fase de "Tape In", parte no processo onde os diferentes componentes são posicionados juntos pela primeira vez, antes de entrar no processo final de manufatura. Além disso a empresa aproveitou para anunciar que a CPU para servidores Granite Rapids de 7nm chega no mesmo ano.

Meteor_Lake-intel.jpg


Especula-se que o Meteor Lake seja construído com uma combinação dos núcleos Ocean Cove e Gracemont, seguindo o mesmo arranjo híbrido encontrado no Alder Lake. Entretanto o Meteor Lake será o primeiro processador de desktop a utilizar a tecnologia Foverus de empilhar componentes, consumindo menos espaço, energia e favorecendo a comunicação entre os chips. Gelsinger afirma que essa é a vantagem competitiva que o Meteor Lake traz ao mercado.

A Intel revelou que o atraso aconteceu devido a problemas nos processos de manufatura. A empresa focou em processos de manufatura EUV (Extreme Ultraviolet Litography) para reorganizar processos e simplificar o fluxo de manufatura.

Intel_Meteor_Lake_CPU.jpg


Mesmo assim a Intel relatou irá terceirizar parte de produção das CPUs com a empresa TSMC, empresa taiwanese de semicondutores. Além disso os atrasos na produção farão com que a Intel precise competir com produtos mais avançados de concorrentes como a AMD.

A previsão de lançamento do Meteor Lake, talvez seja preocupante para a Intel, afinal a AMD espera lançar o concorrente EPYC Genoa de 5nm antes do fim de 2022. Essa é, também, a possível razão para a Intel terceirizar a produção de componentes com a TSMC.

Enquanto o modelo Meteor Lake não chega, você pode conferir um mais do Alder Lake e como a Intel pretende bater a AMD.

 

wtsds

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Na pratica a Intel mesmo com 14nm entrega processadores muito bons, mas o consumo deles está la na pqp já. Se vc usar AVX 512 esquece.
Vamos ver esse Alder Lake q vai ser o primeiro em 10nm se surpreende.

Foda q a Intel ta nen ai tb e joga o preço dos processadores na lua. Ai fica dificil vermos competição.
 

LucianoBraga

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Na pratica a Intel mesmo com 14nm entrega processadores muito bons, mas o consumo deles está la na pqp já. Se vc usar AVX 512 esquece.
Vamos ver esse Alder Lake q vai ser o primeiro em 10nm se surpreende.

Foda q a Intel ta nen ai tb e joga o preço dos processadores na lua. Ai fica dificil vermos competição.

14 nm não consegue mais escalar nem performance.
 

LucianoBraga

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Agora não consegue mais. Mas até a 10 geração tava nadando de braçada com a AMD em 7nm.
Só agora nos Ryzen 5000 q a AMD passou na frente!

De braçada não, só em ST, e em troca de um consumo que beirava o irracional - justamente porque em 14nm já não dava pra escalar. For analisar performance x watt, a AMD já tava batendo até antes.
Agora a Intel só deixou o "beirava o irracional" pra chegar ao irracional mesmo.
 

nando3d

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Hoje marca o início da disponibilidade de varejo para a linha de CPUs para jogos da Intel 2021, codinome Rocket Lake-S. O Rocket Lake-S ainda está preso no venerável processo de 14 nm da Intel - há muito tempo perdemos a conta de quantos pontos positivos devem ser acrescentados - com recursos adaptados de designs de 10 nm mais recentes.

A velocidade do clock no Rocket Lake-S permanece alta, mas o número de threads diminuiu na extremidade superior. No geral, a maioria dos benchmarks mostra Rocket Lake-S com desempenho inferior ao do Comet Lake do ano passado - sem falar de sua concorrência real, vindo das CPUs AMD Ryzen.


No final das contas, as CPUs Rocket Lake mantêm o desempenho de single threaded e velocidade de clock da AMD com algumas velocidades de aumento impressionantes chegando a 5,3 GHz. Eles também trazem com eles uma nova arquitetura com novos recursos e um aprimoramento de IPC muito necessário. Ainda assim, na maioria dos testes, essas são as CPUs mais rápidas que a Intel já lançou. Se o preço vale ou não pelos ganhos depende do comprador, mas a Intel lançou algumas CPUs de desempenho sólido para a plataforma mainstream.


A boa notícia é que os núcleos Cypress Cove do Rocket Lake de 11ª geração são de fato uma melhoria e geralmente superam os núcleos do chip Comet Lake de 10ª geração que ele substitui. -threaded work.


Para ser honesto, sinceramente esperava um pouco mais de desempenho do Core i9-11900K do que seu predecessor, mas, mais uma vez, infelizmente não é o caso. Na melhor das hipóteses, estou olhando para um desempenho repetido do 10900K, a única diferença é que a nova CPU topo de linha da Intel tem dois núcleos e consome um pouco mais de energia


A Intel assumiu um risco ousado com seus chips Rocket Lake, pois reduziu a contagem de núcleos de pico em face de um concorrente implacável que redefiniu completamente nossas expectativas para chips de núcleo pesado no desktop mainstream. Rocket Lake obtém ganhos de desempenho de geração impressionantes, particularmente em jogos e aplicativos com encadeamento leve (ou cargas de trabalho que podem alavancar AVX-512 e DL Boost) por meio dos benefícios da nova arquitetura Cypress Cove, mas há desvantagens.

Infelizmente, a Intel teve que aumentar ainda mais o consumo de energia para se manter dentro da faixa competitiva dos chips Ryzen 5000 da AMD, e isso traz efeitos colaterais indesejáveis. O preço do modelo sofisticado também complica as coisas.


No geral, o Rocket Lake Core i9-11900K da Intel poderia ter sido melhor se tivesse o preço certo, mas por mais de US $ 500, não faz sentido comprar o chip sobre as CPUs Ryzen 5000 (se disponíveis) ou i9-10850K. A equipe azul teria se saído melhor se eles simplesmente pulassem a programação de Rocket Lake como um todo e colocassem mais esforço em sua programação de Alder Lake, que também está confirmada para lançamento no terceiro trimestre de 2021. Quando Alder Lake começa a aparecer nos noticiários, a programação de Rocket Lake dificilmente faria falta.
 

darth_senna

Bam-bam-bam
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rapaz, que tristeza ver a intel hj em dia. conseguir a proeza de lançar um flagship que é pior que o flagship anterior, com menos cores, é deprimente.
Tomara que saiam dessa estagnação logo, pq com a AMD nadando de braçada assim, n demora pra eles começarem com putaria de processador bloqueado e socket que muda com a fase da lua...
espero, sinceramente, que a 12ª gen supere os ryzen 5000, e deve - pq vai usar DDR5... mas sei lá né, do jeito que as coisas estão pra intel, eu n sei de mais nada.
 

Nicko

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A Intel conseguiu se perder...
TODO MUNDO dizendo (na época que ela reinava e recondicionava processadores) que ela deveria inovar, tentar algo novo etc...
E...NADA.....Tem uns 3 anos isso já...no começo do Ryzen...

A Intel simplesmente assistiu a própria queda....eu não duvido nunca que eles deem a volta pro cima, afinal, eles tem dinheiro.
Mas essa estagnação da intel fortaleceu ARM e fortaleceu a AMD.

Ela deu munição e força para seus concorrentes...Perdeu clientes, perdeu dinheiro.
 

LucianoBraga

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Assim, no duro, o desempenho do 11900 não é ruim assim. Mesmo sendo 8/16, basicamente se iguala ao Ice Lake 10/20, mesmo sem alterações de clock, então houve uma melhoria ok de IPC.
Claro que não foi por isso que ele perdeu os núcleos, foi porque provavelmente não cabia no espaço - espaço físico mesmo. Com o backport da arquitetura pra 14nm, não cabia tudo no socket.

Agora, esse consumo...

Mas do jeito que a coisa vai, a AMD vai ficar com um ano de frente.
Curiosamente, é o mesmo tempo de frente que eu avalio que a Nvidia tem da AMD nas GPUs, lol
 

Trezoitao38

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Mas a questão é exatamente essa...
Os processadores Arm em geral, tão chegando na Intel, e são mais baratos...como eu disse tão atrás, mas tão vindo rápido e já deram a seta pra esquerda.
E te afirmo...a Intel não tem fôlego pra segurar...

Nos próximos 2-3 anos, se algo drástico não acontecer, a Intel será passada pra trás e lutará pra brigar por pequenas fatias de um mercado que até pouco tempo atrás era praticamente inteiro da Intel.

Vocês falam como se a AMD não tivesse passado por uma situação igual, ou pra sermos mais honestos, até pior que essa que a Intel tá sofrendo agora.

Se a AMD conseguiu sair daquela situação difícil, Intel também conta com a probabilidade de sair dela.
 

Poor_Boy

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Vocês falam como se a AMD não tivesse passado por uma situação igual, ou pra sermos mais honestos, até pior que essa que a Intel tá sofrendo agora.

Se a AMD conseguiu sair daquela situação difícil, Intel também conta com a probabilidade de sair dela.
A Intel vai sair com certeza, até pq ela é muito maior que a AMD em todos sentidos, questão de tempo pra equilibrar.... mas até lá eu vou de Ryzen mesmo rs
 

Nicko

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Vocês falam como se a AMD não tivesse passado por uma situação igual, ou pra sermos mais honestos, até pior que essa que a Intel tá sofrendo agora.
Se a AMD conseguiu sair daquela situação difícil, Intel também conta com a probabilidade de sair dela.

A Intel tem bala na agulha pra sair dessa situação e de outras.
A questão é que ela se estagnou, e uma empresa dessa cometer um erro desses é terrível.
Sinal que as pessoas erradas dirigiram projeto por muito tempo pra dar tanta cagada.
E a recuperação pode demorar também...não é do dia pra noite, a AMD que o diga que ficou ANOS praticamente inexistente no mercado de CPU...
 

nando3d

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Intel Core i9-11900K chega a 7,3 GHz em overclock
Overclock de 7,3 GHz no Intel Core i9-11900K foi alcançado com uso de nitrogênio líquido e desativação de cinco núcleos

O octa-core Core i9-11900K é o chip mais poderoso da 11ª geração de processadores Core para desktops (Rocket Lake-S). A linha, anunciada pela Intel há apenas duas semanas, já está sendo submetida a testes rigorosos, inclusive para overclock. Em um dos mais recentes, um “overclocker profissional” conseguiu fazer o mencionado modelo atingir a frequência de 7,3 GHz em um único núcleo.

intel-core-11-geracao-desktops-chip-700x490.jpg


Esse resultado é fruto do trabalho de um taiwanês que se identifica como Hicookie, um especialista em overclocking que, para a empreitada, contou com o apoio da Gigabyte.

A frequência base do Core i9-11900K é de 3,5 GHz. De acordo com a Intel, o chip pode chegar à taxa de 4,7 GHz em uma configuração “turbo all-core” ou em até 5,3 GHz com ativação do Thermal Velocity Boost para um único núcleo.

Hicookie conseguiu ir muito além das especificações padrão do processador. Mas, para isso, alguns truques tiveram que ser explorados. Um deles envolveu o uso de um sofisticado mecanismo de resfriamento baseado em nitrogênio líquido.

Além disso, o procedimento foi realizado com uma recém-anunciada placa-mãe Gigabyte Z590 Aorus Tachyon, modelo especialmente preparado para overclock, mas que custa uma pequena fortuna: cerca de US$ 530 na pré-venda (se bem que Hicookie é patrocinado pela marca, por isso, não teve custos).

Mas, certamente, a medida mais impactante foi a desativação de núcleos: apenas três dos oito núcleos do Core i9-11900K funcionavam quando a marca de 7,314 GHz foi alcançada. Essa abordagem permite que os núcleos ativos tirem mais proveito dos recursos de resfriamento e absorvam mais energia.

Trata-se de um feito impressionante, mas não inédito. O Core i9-10900K, o topo de linha da geração anterior (Comet Lake-S), atingiu 7,7 GHz em um overclock realizado no ano passado, só para dar um exemplo.

 
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