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Professor denuncia casos de intolerância ideológica na UEL; alunos também relatam boicote

constatine

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UEL registra caso de intolerância ideológica

UEL registra caso de intolerância ideológica| Foto: : José Fernando Ogiura/ANPr

Na Universidade Estadual de Londrina (UEL), uma das maiores instituições públicas de ensino superior do Paraná, a intolerância ideológica pode ter sido a causa do encerramento de um projeto que buscava justamente promover maior pluralidade dentro do ambiente universitário. A denúncia é feita pelo professor Gabriel Giannattasio, que desde 1994 faz parte do Departamento de História da universidade.

Segundo ele, desde o início do projeto, criado no final de 2017, houve falta de apoio das instâncias oficiais da UEL, e boicotes organizados por movimentos de esquerda existentes dentro da universidade. Em 2020, o pedido para a prorrogação do projeto acabou sendo negado pelo Conselho de Centro de Letras e Ciências Humanas (CLCH) da UEL, colocando fim às atividades da Casa da Tolerância. Para o professor, o desfecho seria mais uma prova de que a intolerância de pensamento ronda a comunidade universitária.

Procurada, a reitoria da UEL não respondeu aos questionamentos da reportagem sobre o projeto Casa da Tolerância nem sobre os supostos casos de intolerância ideológica ocorridos dentro da universidade e se limitou a dizer por meio de nota que “preza pela pluralidade de ideias e pela liberdade de pensamento e que em 2019 o Conselho Universitário, principal órgão da instituição, aprovou resolução específica sobre a liberdade de cátedra”.

Pluralidade
A ideia inicial do projeto de extensão Casa da Tolerância era promover atividades que pudessem incentivar o debate entre correntes distintas de pensamento dentro do ambiente universitário. “Desejávamos apresentar a universidade como um exemplo a ser seguido pela sociedade, um microcosmo fundado na liberdade de pensamento, no direito ao contraditório, no debate respeitoso e civilizado das ideias”, explica o professor. Rapidamente, a ideia mostrou-se de difícil execução.

Entre as atividades propostas pelo projeto, em 2018, estava a realização de mesas-redondas e debates entre professores da área de Ciências Humanas da UEL e especialistas de diversas áreas. Mas a ação não pôde ser realizada simplesmente porque não houve interesse. Ninguém queria sentar-se à mesa de debate com alguém que pertencia a um campo ideológico distinto do seu.

Professores que se identificavam com o pensamento de esquerda não aceitavam debater com professores conservadores. Progressistas não queriam ouvir o contraponto conservador. A programação acabou sendo cancelada. “Foi quando começamos a nos dar conta de que a situação era mais grave que aquela inicialmente imaginada”, lamenta Giannattasio.

Estudantes que integraram o projeto também perceberam resistência. Otávio Humberto Pfau Pedriali, administrador de empresas formado pela UEL, conta que desde os primeiros dias de aula percebeu que o ambiente universitário não apresentava espaço para debater diferentes visões de mundo e por isso se interessou pela Casa da Tolerância.

“O projeto foi recepcionado com hostilidade pela comunidade acadêmica desde o início, quando boicotaram nossos eventos. O tratamento raivoso e intolerante com que fomos recebidos já atesta o que nos propúnhamos a estudar: a UEL, de fato, não é um ambiente tolerante com ideais divergentes”, ressalta.
Mapeamento
Paralelamente, a Casa de Tolerância começou a ser vista como um referencial para a exposição de casos de intolerância dentro da universidade. Estudantes e professores que passaram por situações de desconforto e isolamento no ambiente universitário depois de declarar seu posicionamento ideológico ou crença religiosa buscaram o projeto para denunciar a situação. Todas as denúncias foram registradas na Ouvidoria da UEL, órgão responsável por fazer a averiguação e encaminhamento dessas situações.

Na tentativa de compreender melhor o histórico da situação, a Casa da Tolerância também se propôs a realizar um levantamento de casos com indícios de intolerância ideológica dentro da UEL, no período de 2009 até o início de 2019. A pesquisa tomou por base os arquivos de processos, queixas e sindicâncias motivados por intolerância registrados no Sistema de Arquivos da UEL (Sauel).

Um dos casos listados no dossiê mostra uma queixa falsa, de teor ideológico, feita contra três professores e dois estudantes de Medicina da UEL. Na denúncia, encaminhada de forma anônima ao Colegiado do curso, os cinco são acusados de “ferir o Código de Ética Médica ao apoiarem tortura e desrespeitarem os direitos humanos”. A denúncia, sem fundamento, acabou arquivada.

Um dos estudantes citados foi Dalton Alexandre Burci Ferreira, na época um dos articuladores do grupo UEL Livre, que reunia estudantes que se identificavam com o pensamento liberal ou de direita.

“Parece que aquele livro do George Orwell, 1984, virou uma realidade. Ninguém tem liberdade de se posicionar. Eu mesmo já deixei de me manifestar, me afastei das redes sociais para evitar esse desgaste”, conta.
O relato documentado dos casos foi transformado em um dossiê, entregue ao reitor da universidade, Sérgio Carlos de Carvalho, durante reunião dos integrantes da Casa da Tolerância com a reitoria em março do ano passado. Segundo o professor Giannattasio, a entrega do dossiê foi um gesto simbólico. “Entendíamos que, para além das ideologias, o intelectual no exercício de sua função pública deveria ser capaz de reconhecer a gravidade do problema e agir”, conta. Segundo ele, não houve retorno da universidade em relação ao material.

“Fascismo”
A partir da entrega do relatório, o projeto passou a sofrer intensa campanha contrária por parte de organizações estudantis de esquerda. Além de eventos paralelos marcados para esvaziar as atividades da Casa da Tolerância, manifestações hostis tachando o projeto de “fascista” começaram a surgir dentro da universidade e nas redes sociais. Estudantes e professores que participavam das iniciativas da Casa eram expostos de forma pejorativa, simplesmente por fazerem parte do projeto.

Duas semanas após a entrega do dossiê da Casa da Tolerância, o movimento estudantil se reuniu com reitor Sérgio Carlos de Carvalho e se declarou contrário ao projeto. Uma nota de repúdio ao projeto, intitulada “O fascismo travestido de tolerância” foi divulgada. Na nota, se tentava associar as atividades da Casa da Tolerância com o movimento fascista, ideologia política ditatorial e ultranacionalista italiana.

Segundo os autores da nota, o projeto seria uma “tendência militarista de aumentar o controle para evitar que os jovens possam exercitar a liberdade de pensamento e de crítica, banindo das universidades qualquer resquício de rebeldia e defesa dos interesses dos trabalhadores e da nação”.

Mesmo não fazendo parte do projeto Casa da Tolerância, a biomédica Maiara Piva, que cursava mestrado em Genética e Biologia Molecular na UEL, acompanhou o caso. Ela relata ter percebido que a postura liberal dentro da universidade é encarada muitas vezes de forma pejorativa. “Os estudantes acreditam erroneamente que ser de direita envolve apoiar ideologias criminosas como o fascismo ou o nazismo, ou ainda que tenhamos algum saudosismo ou negacionismo em relação à ditadura militar”, explica.

Para ela, essa ideia equivocada faz com que alguns estudantes tenham medo de se posicionar por receio de serem excluídos ou tachados negativamente, além de prejudicar a formação profissional e humana dos jovens.

“Ser de direita confere aos alunos um rótulo instantâneo de má pessoa, e isso não poderia estar mais distante da realidade. Já os estudantes [que aceitam a doutrinação de esquerda] acabam entrando no mundo profissional com certezas equivocadas que foram moldadas para servir a uma agenda política específica”, ressalta.

Corredor polonês
Um dos episódios mais lamentáveis envolvendo o embate entre integrantes de movimentos de esquerda contra iniciativas da Casa da Tolerância e outros grupos conservadores da UEL, foi a exibição do documentário “1964: o Brasil entre armas e livros”, promovido pelo grupo UEL Livre – que reunia estudantes liberais – em abril do ano passado.

Para acessar e sair da sala de exibição, no Centro de Ciências Humanas da UEL, o público precisou passar por dezenas de estudantes de esquerda, que gritavam palavras de ordem, xingavam, cuspiam e faziam gestos obscenos às pessoas. Vídeos que circularam pela internet atestam a situação absurda.

“Uma senhora da idade acabou desmaiando”, conta Dalton Alexandre Burci Ferreira. Segundo ele, membros do movimento estudantil de esquerda chegaram a simular afogamentos com baldes d’água, numa alusão à prática de tortura usada durante a ditadura militar. “Quem assistiu ao documentário sabe que não tem nada a ver com a defesa da ditadura. Ninguém estava fazendo apologia à tortura”, desabafa.

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Alunos de esquerda simulam ato de tontura durante exibição de documentário promovido pelo grupo UEL Livre. Crédito: Casa da Tolerância/Reprodução

João Vitor Angeli Gouveia, estudante de agronomia, conta que a administração da UEL pouco fez para impedir os ataques.

“Tomamos tapa, cuspe e a universidade não deu nenhum apoio. Até chamamos a polícia, mas a polícia foi proibida de entrar na universidade”, relata.
Para ele, há tratamento desigual quando há conflitos envolvendo grupos de esquerda e de direita dentro da universidade.

“Eles ficam de olhos fechados quando é de esquerda e de olhos muito abertos quando é de direita. Então, quem é de direita não tem nenhuma voz dentro da universidade, desde professores até alunos”, diz.

O fim da Casa da Tolerância na UEL
Depois de dois anos, o projeto Casa de Tolerância teve seu pedido de prorrogação reprovado pelo Conselho de Centro de Letras e Ciências Humanas (CLCH) da UEL, sendo, portanto, oficialmente encerrado.

O pedido de renovação do projeto por mais 12 meses foi apresentado em dezembro de 2019, sendo posteriormente aprovado pela Comissão de Extensão Departamental em março de 2020 e em abril pela Comissão de Extensão do Centro de Letras Ciências Humanas da UEL. O trâmite legal seria a votação do pedido pelo Conselho de Centro de Letras e Ciências Humanas (CLCH) da UEL.

Na reunião do Conselho, realizada em abril deste ano, os conselheiros disseram não ter elementos suficientes para avaliar o pedido de prorrogação e aprovaram a criação de um grupo de trabalho para analisar melhor o projeto. A principal justificativa, constante na Ata da Reunião do Conselho, era de que o pedido de prorrogação e o relatório de atividades do projeto Casa da Tolerância, enviado por Giannattasio, não estavam de acordo com as normas vigentes.

O pedido de prorrogação foi votado na reunião seguinte do CLCH, em maio de 2020 e reprovado por unanimidade. A conclusão do Conselho foi de que o relatório de atividade do projeto seria “inconsistente”, não contendo informações como número de estudantes participantes, público-alvo atendido, instrumento de avaliação, entre outros itens. O documento também questiona a realização do levantamento de casos de intolerância dentro da UEL, uma vez que o mesmo não estava previsto na proposta inicial do projeto.

Giannattasio conta que tentou recorrer da decisão do Conselho, apresentando um relatório mais detalhado das atividades da Casa da Tolerância, mas a decisão pela não renovação do projeto foi mantida. Para ele, a decisão não foi técnica, mas ideológica.

“Ficou evidente que a intolerância ideológica é um problema real que foi documentado e se tornou público. E agora as instâncias superiores de avaliação da universidade realizaram a mais completa inversão de valores: quem expôs o problema deve ser punido e censurado. E por isso a prorrogação foi indeferida”, afirma.
Por meio da Coordenadoria de Comunicação Social, a UEL não deu detalhes sobre o processo de prorrogação do projeto Casa da Tolerância nem se posicionou a respeito do possível viés ideológico da decisão, levantada pelo professor. Por meio de nota, a UEL apenas confirmou que o projeto não foi renovado e que a Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Sociedade (PROEX) ainda aguarda a apresentação do relatório final do coordenador do projeto.

“É nítido que temos trabalhado muito dentro do projeto. Todo esse engajamento não tem sido visto com bons olhos por alguns professores, pois estamos juntamente mostrando que não há tanta liberdade dentro da nossa universidade como tanto falam”, salienta Emanuel Evangelista, estudante de Pedagogia e participante da Casa da Tolerância.

Para ele, a universidade deveria permitir outros tipos de posicionamento, sem nenhum tipo de constrangimento ou coação para direcionar o pensamento dos alunos. “A nossa defesa é esta – retomando o pensamento iluminista de Voltaire: ‘Posso não concordar com uma só palavra sua, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-la’”, salienta









"Essa é a "tolerância" e a "democracia" da tal "esquerda".
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Lord_Revan

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Duas semanas após a entrega do dossiê da Casa da Tolerância, o movimento estudantil se reuniu com reitor Sérgio Carlos de Carvalho e se declarou contrário ao projeto. Uma nota de repúdio ao projeto, intitulada “O fascismo travestido de tolerância”
Rapaz.
.
Que vontade de pegar um Aurélio e dar na orelha de esquerdista até FDP entender o que é Fascismo e Tolerância.
.
 

Protogen

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Estudei lá uns dez anos atrás, no curso mais "humanas" que existe (Serviço Social) e realmente é isso mesmo. Liberdade de expressão virou sinônimo de discurso de ódio, você não tem o direito de discordar, você é fortemente desencorajado até de procurar fontes e informações que não sejam aprovadas por eles.

Pelo lado positivo, foi exatamente assim que a o governo militar caiu. Eles tentaram controlar a cultura e o conhecimento com tanta força que só fizeram florescer os movimentos de oposição. Hoje os auto-declarados oprimidos de 1964 são os opressores, e como podemos ver, cada vez mais gente os questionam, os desprezam, os repelem. E assim como o governo militar se desesperava e reforçava a repressão, a esquerda está se desesperando e reforçando a nova repressão, coibindo os questionamentos na universidade, declarando os dissidentes como subversivos (fascistas), e o Vale do Silício dificultando cada vez mais o alcance de perfis conservadores em redes sociais.
 


Protogen

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Tinha que militarizar essas faculdades todas e descer a lenha em quem fica lá defendendo comunismo ao invés de estar estudando. :ktrigger
Eu acho que o problema não é nem eles ficarem brincando de resistência ou de guerrilheiro socialista lá, se fosse só isso a vida se encarregava de dar um tapa na cara deles assim que eles saíssem da faculdade. O problema é que a gente paga, e paga caro por isso.
 

yage

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Nope. Privatiza e deixa eles fazerem comunismo com o dinheiro deles.
Vi um vídeo assim. Escolas e universidades privatizadas e cada uma escolhe uma maneira de ensinar e ver o mundo, e o aluno escolhe qual se adéqua melhor ao seu estilo.
 

Guy_Debord

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Belo e moral.

Dar espaço pra ladainha direitista em faculdade seria a mesma coisa que dar espaço pra ladainha terraplanista. Universidade é lugar de CIÊNCIA, essas ideologias da direita pertencem é na lata de lixo. Debater com eles em um espaço acadêmico já significa dar validade a essas porcarias, e qualquer universidade que se preze não vai fazer isso mesmo.

Não tem espaço pra direita, pra religião e nem pra terraplanismo em faculdade.
 

yage

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Dar espaço pra ladainha direitista em faculdade seria a mesma coisa que dar espaço pra ladainha terraplanista. Universidade é lugar de CIÊNCIA, essas ideologias da direita pertencem é na lata de lixo. Debater com eles em um espaço acadêmico já significa dar validade a essas porcarias, e qualquer universidade que se preze não vai fazer isso mesmo.

Não tem espaço pra direita, pra religião e nem pra terraplanismo em faculdade.
Essa é a grande diferença entre quem realmente luta por liberdade e quem luta pra IMPOR (inclusive por violência) sua visão a outras pessoas. Quem luta por liberdade luta também pela pessoa na qual não concorda ter o direito de falar. Espero que um dia você entenda isso.
 

Darth_Tyranus

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Belo e moral.

Dar espaço pra ladainha esquerdista em faculdade seria a mesma coisa que dar espaço pra ladainha feminista. Universidade é lugar de CIÊNCIA, essas ideologias da esquerda pertencem é na lata de lixo. Debater com eles em um espaço acadêmico já significa dar validade a essas porcarias, e qualquer universidade que se preze não vai fazer isso mesmo.

Não tem espaço pra esquerda, pra ideologia de gênero e nem pra feminismo em faculdade.
 

Guy_Debord

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Essa é a grande diferença entre quem realmente luta por liberdade e quem luta pra IMPOR (inclusive por violência) sua visão a outras pessoas. Quem luta por liberdade luta também pela pessoa na qual não concorda ter o direito de falar. Espero que um dia você entenda isso.
Cago e ando pra "liberdade" de falar b*sta em faculdade. Quer falar bobeira? Outerspace tá ai pra isso.
 

Protogen

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Dar espaço pra ladainha direitista em faculdade seria a mesma coisa que dar espaço pra ladainha terraplanista. Universidade é lugar de CIÊNCIA, essas ideologias da direita pertencem é na lata de lixo. Debater com eles em um espaço acadêmico já significa dar validade a essas porcarias, e qualquer universidade que se preze não vai fazer isso mesmo.

Não tem espaço pra direita, pra religião e nem pra terraplanismo em faculdade.
"Estamos prestes a entrar num novo estágio da humanidade com a abolição do conceito de valor de troca e do dinheiro em que todo mundo vai ter o que quiser"

"Direita = terraplanismo"

Então tá, né.
 

Dark Goomba

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Dar espaço pra ladainha direitista em faculdade seria a mesma coisa que dar espaço pra ladainha terraplanista. Universidade é lugar de CIÊNCIA, essas ideologias da direita pertencem é na lata de lixo. Debater com eles em um espaço acadêmico já significa dar validade a essas porcarias, e qualquer universidade que se preze não vai fazer isso mesmo.

Não tem espaço pra direita, pra religião e nem pra terraplanismo em faculdade.
Não tem espaço no meu orçamento para pagar impostos que financiam o estudo de maconheiros intolerantes. Lendo absurdos como este que vc escreveu, fico com convicção de que o estado poderia reduzir tranquilamente umas 80% das vagas em universidades de humanas. Acho que estou sendo até muito generoso...
 

Guy_Debord

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Não tem espaço no meu orçamento para pagar impostos que financiam o estudo de maconheiros intolerantes. Lendo absurdos como este que vc escreveu, fico com convicção de que o estado poderia reduzir tranquilamente umas 80% das vagas em universidades de humanas. Acho que estou sendo até muito generoso...
Única coisa que vai mudar é menos investimento em CIÊNCIAS humanas, não vai afetar em absolutamente nada os fatos.

"Estamos prestes a entrar num novo estágio da humanidade com a abolição do conceito de valor de troca e do dinheiro em que todo mundo vai ter o que quiser"

"Direita = terraplanismo"

Então tá, né.
Chora mais que tá pouco ainda.
 

tiagobronson

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Esquerda intolerante, quanta novidade!!

Pluralidade na boca desse povo só vale pra ideias de esquerda, se vc discorda um A do peido coletivo que a galera lá cheira junto, vc já é a encarnação de Hitler na Terra.

Tem que começar a pagar na mesma moeda, tratar eles do mesmo jeito que eles tratam os outros, esquerdista se caga com a tal da "polarização", por anos só eles jogaram o game, agora que entrou um player novo que aprendeu a dar os mesmos golpes os caras já ficam em choque com esse papo de "fascismo"

Fascista é a cabeça da minha p*roca!
 

Dark Goomba

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Única coisa que vai mudar é menos investimento em CIÊNCIAS humanas, não vai afetar em absolutamente nada os fatos.
Pelo menos economizaremos dinheiro com bobagem...

Mas sinceramente, eu acho que muda sim. Poucas vagas aumentariam a concorrência e tornaria o ingresso nesses cursos mais difícil. A maconheirada teria que ao menos ler o Manifesto Comunista para serem aprovados. Não que isso seja bom, mas serve como indicativo de alfabetização básica. Coisa que eu duvido que esses militantes alienados possuam.
 

Guy_Debord

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Pelo menos economizaremos dinheiro com bobagem...

Mas sinceramente, eu acho que muda sim. Poucas vagas aumentariam a concorrência e tornaria o ingresso nesses cursos mais difícil. A maconheirada teria que ao menos ler o Manifesto Comunista para serem aprovados. Não que isso seja bom, mas serve como indicativo de alfabetização básica. Coisa que eu duvido que esses militantes alienados possuam.
Se esses caras não são alfabetizados, imagina a galera que adora o Deus mercado então que está ainda mais longe de qualquer coisa remotamente científica?

Mano, na boa. Vcs podem espernear e chorar o quanto vcs quiserem, mas esse monte de direitismo que vcs acreditam é só ideologia, ideia pra justificar a condição atual. Tem 0 ciência nessas bobeiras, 0 operacionalidade nos termos que vcs inventam. Não é coisa pra faculdade nenhuma, é coisa pra discussão de botéco, política e fórum de joguinho.
 

Protogen

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Se esses caras não são alfabetizados, imagina a galera que adora o Deus mercado então que está ainda mais longe de qualquer coisa remotamente científica?

Mano, na boa. Vcs podem espernear e chorar o quanto vcs quiserem, mas esse monte de direitismo que vcs acreditam é só ideologia, ideia pra justificar a condição atual. Tem 0 ciência nessas bobeiras, 0 operacionalidade nos termos que vcs inventam. Não é coisa pra faculdade nenhuma, é coisa pra discussão de botéco, política e fórum de joguinho.
Sim, a área em que boa parte dos cursos é notoriamente conhecida como pirâmides acadêmicas - cursos pra formar professores de cursos - é um exemplo de operacionalidade e funcionalidade.
 

Guy_Debord

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Sim, a área em que boa parte dos cursos é notoriamente conhecida como pirâmides acadêmicas - cursos pra formar professores de cursos - é um exemplo de operacionalidade e funcionalidade.
Putz, então pedagogia é um curso pirâmide pela sua lógica genial :khuebr
 

Hitmanbadass

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O comportamento dos "não conservadores" na universidade e aqui no tópico evidenciam o que todos meio que já sabem: Se achar inteligente é bem diferente de ser inteligente e provar isso.

Por isso que quando vc pega um Chonsky ou Žižek da vida, os caras são endeusados pela esquerda, não são lá grande coisa mas pelo menos conseguem estruturar argumentos e participar de debates.

Na maior parte do tempo os ídolos dessa galera acaba sendo Felipe Neto, aquele sem graça corno da Porta dos Fundos etc rs
 

Delphinus

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Só tem retardado nessas faculdades, quando fui na área de humanas da federal aqui em Curitiba, galera deitada no chão com tempestade de ideias

totalmente fora da casinha essa galera

só no imaginário que irão revolucionar
 

Rafa - Él

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NÃO EXISTE DOUTRINAÇÃO E INTOLERÂNCIA IDEOLÓGICA E POLÍTICA NAS ESCOLAS E UNIVERSIDADES BRASILEIRAS.
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LVX

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Belo e moral.

Dar espaço pra ladainha direitista em faculdade seria a mesma coisa que dar espaço pra ladainha terraplanista. Universidade é lugar de CIÊNCIA, essas ideologias da direita pertencem é na lata de lixo. Debater com eles em um espaço acadêmico já significa dar validade a essas porcarias, e qualquer universidade que se preze não vai fazer isso mesmo.

Não tem espaço pra direita, pra religião e nem pra terraplanismo em faculdade.
Se te incomoda é porque o movimento é relevante, sua postura antigamente em relação a esses temas era mais mediada e agora agressiva, parece pisar no calo.
No mais, denunciado, seu tipo de ladaínha histérica não tem espaço aqui.
 

Guy_Debord

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Se te incomoda é porque o movimento é relevante, sua postura antigamente em relação a esses temas era mais mediada e agora agressiva, parece pisar no calo.
No mais, denunciado, seu tipo de ladaínha histérica não tem espaço aqui.
Chora mais. A postura agressiva é pra incomodar vcs mesmo, mandei bem pelo visto.
 

Protogen

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É sempre a mesma turminha do bem. Sem surpresas.
Os que gritam tolerância e amor. :klol:khuebr
Lembro que em 2018, durante as eleições, eu ouvi vários podcasts de esquerda pra ver a reação deles com a possibilidade do Bonoro ser eleito (podcasts gravados antes do segundo turno) e podcasts com as reações deles quando o Bonoro foi efetivamente eleito. Nos podcasts gravados entre o primeiro e segundo turno, eles falavam o tempo todo da importância de ouvir o outro lado, porque se a gente não ouve o que eles têm a dizer, eles também não vão ouvir o que nós temos a dizer, falando em conciliação, que não adiantava dizer pra eles que eles estavam errados se você não fosse explicar pra eles o por quê de eles estarem errados, etc.

Nos podcasts gravados logo depois do fim do segundo turno voltaram à programação normal: fascistas, racistas, que quem não pensa como eles não pode ter voz nem plataforma. Um esses podcasts mais escrotos, o Lado B do Rio (tem um cara desse podcast que é bem metido a negro oprimido do povão proletário, mas disse que quando o Bolsonaro sofresse impeachment, ele ia abrir o vinho mais caro da adega dele e tirar o selo do charuto mais caro que ele tinha pra comemorar) dizia que o Olavo deveria ser ainda mais censurado no, que o fato dos vídeos dele continuarem sendo acessíveis no Brasil era inaceitável.
 

yage

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Lembro que em 2018, durante as eleições, eu ouvi vários podcasts de esquerda pra ver a reação deles com a possibilidade do Bonoro ser eleito (podcasts gravados antes do segundo turno) e podcasts com as reações deles quando o Bonoro foi efetivamente eleito. Nos podcasts gravados entre o primeiro e segundo turno, eles falavam o tempo todo da importância de ouvir o outro lado, porque se a gente não ouve o que eles têm a dizer, eles também não vão ouvir o que nós temos a dizer, falando em conciliação, que não adiantava dizer pra eles que eles estavam errados se você não fosse explicar pra eles o por quê de eles estarem errados, etc.

Nos podcasts gravados logo depois do fim do segundo turno voltaram à programação normal: fascistas, racistas, que quem não pensa como eles não pode ter voz nem plataforma. Um esses podcasts mais escrotos, o Lado B do Rio (tem um cara desse podcast que é bem metido a negro oprimido do povão proletário, mas disse que quando o Bolsonaro sofresse impeachment, ele ia abrir o vinho mais caro da adega dele e tirar o selo do charuto mais caro que ele tinha pra comemorar) dizia que o Olavo deveria ser ainda mais censurado no, que o fato dos vídeos dele continuarem sendo acessíveis no Brasil era inaceitável.
Pois é, para falar algumas palavras como liberdade, democracia, tolerância etc a pessoa tem que conquistar esse direito, ela tem que praticar aquilo que prega. Do contrário ela só está jogando essas palavras ao vento e sendo falsa.
 
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