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Professora que vai virar filme tem diploma falso de Harvard

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Tem bem mais coisa.



Ela disse que entrou na faculdade com 14 e se formou com 17 ....................... foram pegar os dados e ela entrou só com 19.

Olhem o lates dela
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4782129Z6

Citação de revista não científica como artigo científico.

Ela escreveu "OOF" (no lugar de of) no curriculo falso de havard e ainda desdobrou dizendo que foi junto numa papelada que mandou sem querer, sendo que tem 300 vídeos entrevistas dela falando sobre tempo Harvard, que viajou para lá, ficou lá e que foi aprovada junto ao MEC. Nenhum desses dados batem.

Tem erro de português até no lates(residuoa), nem revisão tem.

Diz que tem 90 prêmios, no currículo tem nada disso.

Boa parte das premiações da mesma nem do trabalho dela são, porém pela "carreira e superação"

TCC = "O senhor é meu pastor e nada me faltará"


Olha a nota de defesa dela:



Já usou a carta vitimismo racial barato, sendo que a reportagem veio justamente do ESTADÃO(400% esquedista) e totalmente na defensiva.


Adendo que em vídeo ela disse que tem pos-doutorado em cambridge, boston e harvard






Imagino o quanto de trambiqueiro tem por esses cantos ai inventando currículo da bunda, "nega com pos-doutorado em harvard dando aula ENSINO MÉDIO numa escola técnica de fim de mundo"
Sério que ninguém parou pra usar 2 neurônios e questionar isso?

A grávida de taubaté tem mais coerência, isso é uma bel pesce piorada.




Me chamem de machista e o caralho, mas é impressionante a necessidade desesperadora de mídias de colocar "mulheres revolucionárias e super-inteligentes"
Olha um caso desse, olha o caso de elizabeth holmes, pelamor. Bagulhos com 0% background
 
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Roveredo

Bam-bam-bam
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Imagino o quanto de trambiqueiro tem por esses cantos ai inventando currículo da bunda, "nega com pos-doutorado em harvard dando aula ENSINO MÉDIO numa escola técnica de fim de mundo"
Sério que ninguém parou pra usar 2 neurônios e questionar isso?
Isso que acho incrível com os jornalistas. A primeira coisa que faço ao ver alguém falando coisas mirabolantes é justamente pesquisar sobre o alegado (se a pessoa fala que tem formação em astrofísica em Harvard, pode ter certeza que irei no site da faculdade procurar alguma coisa com o nome dela. Em último caso, mandaria um e-mail com alguém que pudesse confirmar a informação).
 

lucas789

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Ela disse que entrou na faculdade com 14 e se formou com 17 ....................... foram pegar os dados e ela entrou só com 19.

Olhem o lates dela
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4782129Z6

Citação de revista não científica como artigo científico.

Ela escreveu "OOF" (no lugar de of) no curriculo falso de havard e ainda desdobrou dizendo que foi junto numa papelada que mandou sem querer, sendo que tem 300 vídeos entrevistas dela falando sobre tempo Harvard, que viajou para lá, ficou lá e que foi aprovada junto ao MEC. Nenhum desses dados batem.

Tem erro de português até no lates(residuoa), nem revisão tem.

Diz que tem 90 prêmios, no currículo tem nada disso.

Boa parte das premiações da mesma nem do trabalho dela são, porém pela "carreira e superação"

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Olha a nota de defesa dela:



Já usou a carta vitimismo racial barato, sendo que a reportagem veio justamente do ESTADÃO(400% esquedista) e totalmente na defensiva.


Adendo que em vídeo ela disse que tem pos-doutorado em cambridge, boston e harvard






Imagino o quanto de trambiqueiro tem por esses cantos ai inventando currículo da bunda, "nega com pos-doutorado em harvard dando aula ENSINO MÉDIO numa escola técnica de fim de mundo"
Sério que ninguém parou pra usar 2 neurônios e questionar isso?

A grávida de taubaté tem mais coerência, isso é uma bel pesce piorada.




Me chamem de machista e o caralho, mas é impressionante a necessidade desesperadora de mídias de colocar "mulheres revolucionárias e super-inteligentes"
Olha um caso desse, olha o caso de elizabeth holmes, pelamor. Bagulhos com 0% background
Usou a mãe como desculpa pra estar dando aula numa escola tecnica no fim do mundo


Ta ai na entrevista dizendo que estudou em harvard e que por isso chegou a achar frustrante dar aula la, a legenda da entrevista tambem fala que ela tem pos-doc em harvard

Frustrante é enganar os outros desse jeito, mulher 171
 

Xhunter

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Me chamem de machista e o caralho, mas é impressionante a necessidade desesperadora de mídias de colocar "mulheres revolucionárias e super-inteligentes"
Olha um caso desse, olha o caso de elizabeth holmes, pelamor. Bagulhos com 0% background
Não cara, essa forçação de barra da mídia de sempre hiper valorizar a mulher está realmente um cu.
 

Brunofs

Bam-bam-bam
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‘Eu não menti’, diz Joana D’Arc Félix após revelação sobre diploma


Joana D’Arc Félix de Sousa, química brasileira, ganhou visibilidade na imprensa e em palestras como o TEDX por contar uma história de superação: a menina pobre, filha de empregada doméstica com operário de curtume, que entrou na faculdade aos 14 anos e concluiu um pós-doutorado em Harvard. Recentemente, a professora foi questionada sobre o seu currículo.
Uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revela que a universidade negou ter emitido certificados que comprovem a formação e alertou para um erro de grafia no papel: estava escrito “oof” em vez de “of”. No suposto diploma, há duas assinaturas. Uma delas é do professor emérito de Química em Harvard Richard Hadley Holm, que, procurado por e-mail, teria dito: “O certificado é falso. Essa não é a minha assinatura, eu não era o chefe de departamento naquela época. Eu nunca ouvi falar da professora Sousa”.
No currículo Lattes, escrito pela própria pesquisadora, está publicado que ela recebeu bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação (MEC). A Capes também negou a existência do nome de Joana em seu sistema, segundo a publicação.

Há outra revelação na reportagem sobre o histórico da pesquisadora: ela fez a graduação, o mestrado e o doutorado na área de Química na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). No entanto, a data da matrícula na Universidade é de 1983, quando tinha 19 anos, e não aos 14 como informou.

A atriz Taís Araújo, que coproduz um filme sobre a vida da cientista, afirmou estar surpresa com a notícia. Joana falou com VEJA sobre a polêmica:

Qual é a história por trás da imagem do diploma? Não tenho um diploma do pós-doutorado [em Harvard] porque eu voltei antes. Fui lá algumas vezes, mas tive muitas orientações à distância. Quando o jornalista do Estadão veio, no segundo semestre de 2017, ele pegou várias fotos e eu tinha feito uma encenação, em que a gente apresentava vários diplomas. Depois eu vi que ele estava com uma cópia daquilo e eu falei para ele ‘aquilo lá não é válido’, e ficou por isso mesmo, lá em 2017. Também falei recentemente que aquele diploma não era verdadeiro. Ele foi feito para uma encenação.

Com que idade a senhora começou a faculdade? Passei no vestibular aos 14 anos. O que aconteceu foi que eu não consegui ir, não teria condições, então cursei mais tarde. Eu fui no primeiro momento, mas depois voltei. O TED, por exemplo, é uma coisa reduzida. Tem que falar em 17, 20 minutos. Não dá para falar em detalhes.

A senhora teria como provar que passou por Harvard? Sim, eu fiz orientações à distância, tenho a patente dessa pesquisa feita com essas orientações [a professora se comprometeu a enviar os registros].

A senhora mentiu sobre a sua história? Eu não menti. Pode ser que eu não tenha explicado de uma forma correta. Mas eu não menti em nenhum momento.

Na nossa primeira entrevista, a senhora afirmou que concluiu o doutorado [na Unicamp] aos 23 anos. Isso é verdade? Não, isso não procede, não é verdade.

A senhora tem medo de que essa história prejudique a sua carreira? Faço um trabalho muito importante. Tirar um jovem da vulnerabilidade não tem preço. Eu trabalho com vários jovens. Não pode sujar o trabalho que eu realizei. Tenho esse legado, de trabalhar exclusivamente com jovens na vulnerabilidade social. Com a pesquisa e a ciência, eu transformo vidas de pessoas que não tinham perspectiva de futuro. Esse legado não vai ser apagado.

As palestras da senhora são sobre uma trajetória de superação e vitória, em Harvard. Isso não fica em xeque? Eu tive orientações à distância. A gente se empolga e acaba falando demais. Mas fica a lição para nos policiarmos. O legado que eu construí, de reduzir a evasão escolar, de transformação social, de tirar crianças do tráfico de drogas e da prostituição, eu acho que não vai ser apagado.
 

Adam Sandler

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‘Eu não menti’, diz Joana D’Arc Félix após revelação sobre diploma


Joana D’Arc Félix de Sousa, química brasileira, ganhou visibilidade na imprensa e em palestras como o TEDX por contar uma história de superação: a menina pobre, filha de empregada doméstica com operário de curtume, que entrou na faculdade aos 14 anos e concluiu um pós-doutorado em Harvard. Recentemente, a professora foi questionada sobre o seu currículo.
Uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo revela que a universidade negou ter emitido certificados que comprovem a formação e alertou para um erro de grafia no papel: estava escrito “oof” em vez de “of”. No suposto diploma, há duas assinaturas. Uma delas é do professor emérito de Química em Harvard Richard Hadley Holm, que, procurado por e-mail, teria dito: “O certificado é falso. Essa não é a minha assinatura, eu não era o chefe de departamento naquela época. Eu nunca ouvi falar da professora Sousa”.
No currículo Lattes, escrito pela própria pesquisadora, está publicado que ela recebeu bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação (MEC). A Capes também negou a existência do nome de Joana em seu sistema, segundo a publicação.

Há outra revelação na reportagem sobre o histórico da pesquisadora: ela fez a graduação, o mestrado e o doutorado na área de Química na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). No entanto, a data da matrícula na Universidade é de 1983, quando tinha 19 anos, e não aos 14 como informou.

A atriz Taís Araújo, que coproduz um filme sobre a vida da cientista, afirmou estar surpresa com a notícia. Joana falou com VEJA sobre a polêmica:

Qual é a história por trás da imagem do diploma? Não tenho um diploma do pós-doutorado [em Harvard] porque eu voltei antes. Fui lá algumas vezes, mas tive muitas orientações à distância. Quando o jornalista do Estadão veio, no segundo semestre de 2017, ele pegou várias fotos e eu tinha feito uma encenação, em que a gente apresentava vários diplomas. Depois eu vi que ele estava com uma cópia daquilo e eu falei para ele ‘aquilo lá não é válido’, e ficou por isso mesmo, lá em 2017. Também falei recentemente que aquele diploma não era verdadeiro. Ele foi feito para uma encenação.

Com que idade a senhora começou a faculdade? Passei no vestibular aos 14 anos. O que aconteceu foi que eu não consegui ir, não teria condições, então cursei mais tarde. Eu fui no primeiro momento, mas depois voltei. O TED, por exemplo, é uma coisa reduzida. Tem que falar em 17, 20 minutos. Não dá para falar em detalhes.

A senhora teria como provar que passou por Harvard? Sim, eu fiz orientações à distância, tenho a patente dessa pesquisa feita com essas orientações [a professora se comprometeu a enviar os registros].

A senhora mentiu sobre a sua história? Eu não menti. Pode ser que eu não tenha explicado de uma forma correta. Mas eu não menti em nenhum momento.

Na nossa primeira entrevista, a senhora afirmou que concluiu o doutorado [na Unicamp] aos 23 anos. Isso é verdade? Não, isso não procede, não é verdade.

A senhora tem medo de que essa história prejudique a sua carreira? Faço um trabalho muito importante. Tirar um jovem da vulnerabilidade não tem preço. Eu trabalho com vários jovens. Não pode sujar o trabalho que eu realizei. Tenho esse legado, de trabalhar exclusivamente com jovens na vulnerabilidade social. Com a pesquisa e a ciência, eu transformo vidas de pessoas que não tinham perspectiva de futuro. Esse legado não vai ser apagado.

As palestras da senhora são sobre uma trajetória de superação e vitória, em Harvard. Isso não fica em xeque? Eu tive orientações à distância. A gente se empolga e acaba falando demais. Mas fica a lição para nos policiarmos. O legado que eu construí, de reduzir a evasão escolar, de transformação social, de tirar crianças do tráfico de drogas e da prostituição, eu acho que não vai ser apagado.
Será que vão acreditar?
 

Axel Stone

Habitué da casa
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A fé nas palavras está gerando expectativas fantasiosas:

De US$4,5 bilhões a zero:
como uma jovem que
prometia revolucionar a
medicina perdeu tudo


https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2016/07/de-us45-bilhoes-zero.html
Pra ver como o mundo está perdido. Ficou noiva de um milionário mesmo depois da fraude, e mesmo sabendo que pode ir presa por 20 anos.

Sempre tem um homem milonário pra bancar.

Teve a vida ganha por anos com a fraude, e agora mesmo depois de descoberta já está com a vida ganha outra vez, tudo por ser mulher.

 

Lacerda Yawara

Bam-bam-bam
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O problema destas pessoas do mundo acadêmico huebr é que elas acham que merecem um prêmio só por terem se formado.
Essa zinha ae provavelmente achou que só pq fez doutorado da usp seria aceita facilmente como professora em alguma universidade grande e como só conseguiu uma vaguinha em uma etec no cu do mundo começou a forjar essa narrativa.
 

Daitenshi

Habitué da casa
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E qual o problemma de achar negra feia? Sou hetero e acho todas as negras feia (não to falando de mestiças, mulatas e etc...To falando de negras desse tom de pele aí pra mais escuro)
Deixem de ser infantil... atração nada tem a ver com preconceito ou racismo.
Você não é racista? Imagina se fosse...
 
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