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Qual foi a maior decepção da geração? The Order 1886 ou The Last Guardian?

Grand Rapids

Bam-bam-bam
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Não joguei nenhum dos dois. TLG tinha expectativa absurda por muitos, nunca tive interesse, na real. Mas eu sei que o hype era absurdo, então acho que é ele.
 


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The order é bom demais, uma pena ser curto e mal explorado. Na expectativa de uma sequência pro ps5, e dessa vez explorado em toda sua glória, até pq ele tem um potencial absurdo em todos os sentidos.
 

KevinDurant35

Habitué da casa
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Essa perereca do Naruto só fala boooooosta!!!


The Last Guardian é só um dos melhores jogos que joguei na vida. Gostei demais dos puzzles. Achei a jogabilidade muito boa. Só a câmera é ruim em alguns lugares.


Pra mim The Last Guardian e Ico > Shadow
 


KevinDurant35

Habitué da casa
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É o jogo mágico da geração pra mim. Hj ta em falta jogo que não é run and gun.


É o jogo que vou lembrar daqui 20 anos se eu ainda estiver vivo. Jogo que peguei cover e atirei nuns bicho já é outra história e ate parece que vou lembrar.... Joguei uns 300

A verdade é que grande parte do público gamer é descerebrado, maníacos do tiro online e degenerados. Não é a minha opinião: entra em qualquer jogo online e vai ver o nivel dessa gentinha. Com essas pessoas é 100% certo de que o jogo não vai agradar. Acontece que o Fumito Ueda não ta nem aí, o cara é formado em artes e é isso que o cara faz.

E olha que foi o GAMEPLAY mesmo que mais me agradou depois da arte. Até as coisas mais simples como puxar uma alavanca, carregar um capacete ou barril são bem feitas pq os controles tem peso. Vc sente o esforço do personagem. Os puzzles são naturais demais e criativos conforme vamos progredindo.


THE ORDER só joguei pela platina. Não gostei!!
 

Majima-San

Bam-bam-bam
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Pra mim a única coisa que explica a babação de ovo em cima do The Last Guardian é a grife por ser um jogo do Fumito Ueda.

Ele possui problemas gravíssimos de jogabilidade e level design mas as pessoas passam pano o colocando num patamar de "obra de arte".

E é como falei pra outro user, pra mim obra de arte nos videogames é entregar jogabilidade e level design refinados, isso é o que diferencia um jogo de outras mídias e ta lotado de filmes ou livros que contam histórias sobre a relação do homem com uma besta.

"Ah mas The Last Guardian ganhou GOTYs em 2016".

Sério que alguém tem coragem de considerar The Last Guardian melhor que Uncharted 4, Ratchet and Clank, Titanfall 2, Forza Horizon 3, Inside, XCOM 2, Civilization 6 e DOOM que são redondinhos.
Game bom, com problemas técnicos (câmera e frame rate)

Um dos melhores gameplays da geração, justamente pela nuance dos controles do Trico, e sua evolução da irresponsidade à obediência, casada e equivalida, via gameplay, com a evolução da proximidade entre criatura e garoto. Sua tradução para a estética do conceito do criador.

Você controla o boy, e não a criatura. Já conversamos vastamente sobre isso, eu e você, e eu entendo perfeitamente que você tenha quisto uma coisa mais tradicional, embora não fosse a ideia do Ueda. Pra mim, se o Trico respondesse de pronto aos comandos, como você quer, com uma interface preguiçosa a la Ubisoft, onde você aperta um botão pra executar uma ação complexa de forma imediata, aí sim o game apodreceria, porque ia distorcer completamente sua premissa. Ia ficar bobo.

Tudo que eu tinha de argumento rico e detalhado pra te dar sobre isso está no outro tópico em que debatemos. Não tenho mais nada pra acrescentar.

O game é um híbrido entre Platformer e Enviormental Puzzle, com um level design único e de alta categoria (do tipo estreito e vertical - que outro game é assim? Você já pensou no porquê The Last Guardian se passa numa “torre fina, enfiada no chão”?), mas tem problemas técnicos, justamente por não lograr somar às ambições de se lançar uma criatura titânica num level design do tipo “torre”, que nem sempre te obedece, pra se atravessar Puzzles de Cenário. É como um Tomb Raider de PS1, só que pra cima, onde você depende de um ser irracional e que desconfia de você pra achar o caminho. O quebra cabeça está em se encontrar as passagens, partindo do conceito de indiferença a amor. Muito luxuoso, nunca tinha visto nada igual, e olha que eu sou empolgíssimo com level designs e gameplays diferentes, com ideias novas e frescas, desde tempos imemoriais.

Maaaasss, ele tem problemas técnicos bem graves, especialmente de câmera, ao ponto de às vezes ser completamente broken.

Existe game bom com problemas técnicos (Fallout 3, The Last Guardian), existe game bom sem problemas técnicos (basicamente, hoje em dia, exclusivamente jogos da Naughty Dog, Insomniac e Santa Monica + Nintendo na série Mario), existem games ruins/medianos sem problemas técnicos (The Order, Sea of Thives) e existem games ruins com problemas técnicos (State of Decay 2, Ghost Recon Breakpoint, Crackdown 3).

Pra que você não precise me quotar, volte àquele tópico, onde consta minha argumentação, não tem mais nada pra ser dito, e eu sei que você não concorda, e não tem problema nenhum.

Link: https://forum.outerspace.com.br/index.php?threads/primeira-imagem-do-novo-jogo-de-fumito-ueda-e-da-gendesign-novas-infos-apareceu-a-publisher.504729/page-4

Os argumentos são esses, pode relê-los, acho que já circulei tudo.

.
Isso, garoto.

The Last Guardian é basicamente um enviormental puzzle. Ele não tem só um dos melhores level e ambient designs da geração, ele tem um dos melhores level e ambient designs de todos os tempos.

A pior coisa que poderia acontecer ao jogo seria os designers highlightarem as plataformas que dá pra escalar (como em Uncharted), ou uma seta gigante ou marcador mostrar o caminho a ser seguido.

Interessante é como todo o level design e os quebra-cabeças de cenário estão acoplados à animação (que é também uma das melhores de todos os tempos) da criatura e do garoto. Menções, sinais de cabeça de Trico, gritos e agitações de dúvida do boy, farejos, sacolejos, são minúcias e sutilezas que te indicam o caminho.

btw, a questão de a criatura te desobedecer no começo do jogo é decisão de design, cuja prova CABAL é que, no final do game, ela praticamente nunca te deixa na mão, sempre atende aos comandos quase de primeira, e essa evolução na relação de confiança entre os dois, traduzida em respostas mais rápidas e menos falhas nos comandos que o garoto dá a Trico, ocorre em momentos da história onde o “bond” entre os dois também escalona. fuMITO conseguiu fazer isso duma forma que não soasse basicamente um esquema de progressão em pontos, onde você distribuí EXP POINTS num status “Creature Response”. É demais.

Baita jogo. Só de falar nele dá saudades.
Sim. O jogo é um enviormental puzzle com elementos de plataforma, cuja premissa, de tão ambiciosa, poderia ser impraticável, não fosse a dedicação de Ueda e a cultura gamística de incentivo, liberdade e suporte da Sony (que, convenhamos, é o que alavancou os consoles da Sony como os de melhor biblioteca da geração desde o PS1)

O protótipo dele são, no sentido dos quebra-cabeças de cenário, os primeiros Tomb Raiders, que são jogos que hoje em dia seriam execrados, por não mostrar de maneira alguma o caminho a ser seguido. Em jogos com foco em ação, como Uncharted, ou muito abertos, marcações de caminho servem a não atrapalhar o pilar do game, e são cabíveis ou mesmo necessários. Num jogo que é, por gênero, um puzzle de cenário, já seria cômico fazê-lo. Ueda tentou uma voadora, que é o meio termo:

PRIMEIRO: Sinais de Trico + Sua Performance de procurar no ambiente gretas, plataformas, corredores e passagens orientam o seu caminho.

SEGUNDO: no começo, como a relação dos dois é inclusive acidental, a criatura é de início agressiva com o garoto, depois a relação passa a ser de desconfiança, depois de necessidade de ajuda mútua, por fim de confiança, concluindo com amor. Isso pode parecer conversa fiada, mas, em cada etapa dessas, Ueda conseguiu modificar esses sinais e animações de uma forma fluida e sem ser engessado por pontos de experiência.

Por exemplo, no começo, Trico não está nem aí pra você. Não te percebe. Não se importa. Às vezes ele fica olhando fixo para um ponto alto no cenário. Você acha que aquele é o caminho da solução do puzzle, mas não é nada. Ele tá lá, viajando na maionese, vendo um lagarto na parede ou uma pomba voando ou algo assim. Você o chama, ele não vem (isso traduz-se na animação genial do garoto, que fica gritando ansioso “Tricooo” enquanto sapateia, mas o bicho não se toca). Você pede ele para “pular”, ele fica olhando desconfiado o ponto, gemendo, vai e vem e acaba indo.

Concomitantemente ao aumento da confiança entre ambos, ele passa a orientar melhor seu caminho. Te responde mais rapidamente. Ainda se distrai com elementos do cenário, com perigos externos ao objetivo, mas vai melhorando. No fim, os comandos são fluidos, sem desrespeitar o radical de que o bicho é um animal de 10 metros de altura, com seu timing de animação, e então ele pula de plataforma em plataforma quase automaticamente, vem quando você chama e mesmo quando não chama.

TERCEIRO: a animação, o tom, a trilha sonora e o envolvimento do garoto com Trico devem ocorrer duma forma que você se sinta não só imerso, mas que você se sinta o próprio garoto.

Uma premissa dificílima de ser colocada em prática (daí os relatos de brigas de Ueda com a equipe, irritabilidade, descarte de execuções, perda de peso e choro), mas que logrou êxito no PRIMEIRO, SEGUNDO e TERCEIRO conceptual designs. Um luxo.

Os problemas do game não são de design geral, portanto, são de :

  • cunho técnico. Framerate e câmera.
  • cunho orçamentário, quiçá, já que os recursos foram pelo ralo, provavelmente na tentativa apaixonada de Fumito por em prática essa premissa extremamente ambiciosa.
E, claro, The Last Guardian é uma obra de arte atemporal, e isso independe de nossos gostos pessoais, é uma coisa totalmente checável, por todo conjunto da obra inédito, elevado e surreal.
 
Ultima Edição:

KevinDurant35

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Game bom, com problemas técnicos (câmera e frame rate)

Um dos melhores gameplays da geração, justamente pela nuance dos controles do Trico, e sua evolução da irresponsidade à obediência, casada e equivalida, via gameplay, com a evolução da proximidade entre criatura e garoto. Sua tradução para a estética do conceito do criador.

Você controla o boy, e não a criatura. Já conversamos vastamente sobre isso, eu e você, e eu entendo perfeitamente que você tenha quisto uma coisa mais tradicional, embora não fosse a ideia do Ueda. Pra mim, se o Trico respondesse de pronto aos comandos, como você quer, com uma interface preguiçosa a la Ubisoft, onde você aperta um botão pra executar uma ação complexa de forma imediata, aí sim o game apodreceria, porque ia distorcer completamente sua premissa. Ia ficar bobo.

Tudo que eu tinha de argumento rico e detalhado pra te dar sobre isso está no outro tópico em que debatemos. Não tenho mais nada pra acrescentar.

O game é um híbrido entre Platformer e Enviormental Puzzle, com um level design único e de alta categoria (do tipo estreito e vertical - que outro game é assim? Você já pensou no porquê The Last Guardian se passa numa “torre fina, enfiada no chão”?), mas tem problemas técnicos, justamente por não lograr somar às ambições de se lançar uma criatura titânica num level design do tipo “torre”, que nem sempre te obedece, pra se atravessar Puzzles de Cenário. É como um Tomb Raider de PS1, só que pra cima, onde você depende de um ser irracional e que desconfia de você pra achar o caminho. O quebra cabeça está em se encontrar as passagens, partindo do conceito de indiferença a amor. Muito luxuoso, nunca tinha visto nada igual, e olha que eu sou empolgíssimo com level designs e gameplays diferentes, com ideias novas e frescas, desde tempos imemoriais.

Maaaasss, ele tem problemas técnicos bem graves, especialmente de câmera, ao ponto de às vezes ser completamente broken.

Existe game bom com problemas técnicos (Fallout 3, The Last Guardian), existe game bom sem problemas técnicos (basicamente, hoje em dia, exclusivamente jogos da Naughty Dog, Insomniac e Santa Monica + Nintendo na série Mario), existem games ruins/medianos sem problemas técnicos (The Order, Sea of Thives) e existem games ruins com problemas técnicos (State of Decay 2, Ghost Recon Breakpoint, Crackdown 3).

Pra que você não precise me quotar, volte àquele tópico, onde consta minha argumentação, não tem mais nada pra ser dito, e eu sei que você não concorda, e não tem problema nenhum.

Link: https://forum.outerspace.com.br/index.php?threads/primeira-imagem-do-novo-jogo-de-fumito-ueda-e-da-gendesign-novas-infos-apareceu-a-publisher.504729/page-4

Os argumentos são esses, pode relê-los, acho que já circulei tudo.
Parabéns!!

Vc deve ser uns dos 5 usuários do OUTERSPACE que PENSA antes de escrever algo e clicar na opção "publicar resposta"

Disse tudo!!
 

RafaelBrce

Bam-bam-bam
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Essa perereca do Naruto só fala boooooosta!!!


The Last Guardian é só um dos melhores jogos que joguei na vida. Gostei demais dos puzzles. Achei a jogabilidade muito boa. Só a câmera é ruim em alguns lugares.


Pra mim The Last Guardian e Ico > Shadow
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tortinhas10

É Nintendo ou nada!
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Não joguei Gears 4, mas comparar The Last Guardian com Uncharted Lost Legacy é um sacrilégio.

Lost Legacy é infinitamente melhor que o The Last Guardian.

No Uncharted além de ter uma boa história e gráficos melhores, os controles respondem corretamente e o level design é intuitivo.

A forma como passam pano pro The Last Guardian é sem precedentes, "imperfect masterpiece" é de lascar.
Fico surpreso como ele tem 15 Gotys, não é possível uma coisa dessa, mostrando que os caras deram apenas porque a história tocou eles (bem coisa de frescurento).

Eu nunca joguei algo com o gameplay tão ruim, nem mesmo Superman 64.

Enviado de meu Redmi 5 Plus usando o Tapatalk
 
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