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Qual foi o ultimo jogo retro que vc terminou???

Havokdan

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Tava olhando na wikipedia, vi que o game Captain Commando do arcade se passa em Metro City em 2026...talvez eu jogue ele por causa disso :D
 

Defender_of_Earth XXIII

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Onimusha Tactics (Game Boy Advance)

Terminei ele semana passada, mas esqueci de comentar aqui.
Não que tenha muito o que comentar, já que é apenas um JRPG tático bem básico, que provavelmente nem a Capcom lembra de ter feito. Parece um Final Fantasy Tactics Advance de pobre. Não recomendo.
 

Portal Cube

Bam-bam-bam
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Crusader no Remorse. 4 estrelas. Só vou tirar meia estrela porque a movimentação é travada demais com poucos frames, isométrica e sem 360 graus. Além da colisão ser muito ruim.

Eu devo ter jogado um shareware disso que veio em algum CD de revista. Por isso lembrei dele.

Esse jogo é de 1995, mas é revolucionário comparado com os antigos 2D como Duke Nukem e Commander Keen. Tem alguns conceitos de design que continuam até hoje como usar armadilhas para derrubar os inimigos sem gastar munição. Perigos no cenário como arcos elétricos e poços de ácido. Tem que ficar achando keycards para destravar portas. Desligar armas automáticas de defesa e raios laser que bloqueiam a passagem. Essa mecânica de desligar o alarme para parar de vir inimigos é a mesma que foi usada muito tempo depois no Bioshock e Wolfenstein TNO. Controlar turrets e mechas por controle remoto é algo que eu vi no F.E.A.R. que só veio já na era das luzes e sombras 3D em tempo real. Tem alguns puzzles legais para as limitações da época.

Os gráficos são pré renderizados e com perspectiva isométrica. Comparado com os primeiros 2D de plataforma eram uma revolução. Apesar da baixa resolução e das 256 cores tem um tema bem trabalhado. Os lugares são todos críveis. Nada de bizarrice sem nexo como o Prey 2006. Pegaram atores reais para gravar vídeos nas cinematics.

É engraçado que esse jogo é muito antigo, mas é intuitivo. Dá pra ir pegando as manhas mesmo sem ler um manual de instruções. Esse jogo claramente tem inspirações no Star Wars, Terminator e Star Trek. Essa temática cyberpunk pega os filmes de 1980 ~ 1990. As músicas são todas muito boas. Uma diferente por missão e são 15.

A última missão do jogo tem uma trilha sonora que tem algumas notas musicais que me fizeram lembrar do FFVII original, no prédio da Shinra. Comparação




O último chefe você pode ignorar. A chave para abrir a porta e sair está ali escondida no canto. Não precisa matar o chefe pra pegar.

Pontos negativos:

Esse jogo é de uma época que não tinham noção direito da duração dos jogos. Colocavam quantas fases coubessem ou fossem capazes de fazer. Então chega uma hora que começa a fadigar. A missão 13 é meio mal planejada. Deu pra pegar um keycard azul atrás da parede e a porta que precisava do keycard laranja eu abri por dentro. O level design é super confuso, me perdi total. Pudera, essa é a missão com um backtracking gigantesco. Perdi a paciência e usei cheat code dali pra frente e fui correndo ignorando os inimigos que davam pra ignorar. Esse jogo tem uma preocupação com a dificuldade crescente, mas chega uma hora que cansa de tão demorado e ainda mais essa movimentação travada na perspectiva isométrica.

As últimas 3 missões do jogo morreu todo mundo. A base dos rebeldes é atacada. Aí não tem mais como comprar mais nada porque morreu o vendedor junto. Não que isso impeça o jogador de acessar armas e explosivos, porque você acaba achando mesmo no meio dos levels.

Tem como farmar disparando alarme de propósito, mata os inimigos, desliga o alarme, repete. Mas isso cansa muito. Como os sprites ficam todos sobrepostos também começa a ficar difícil de selecionar as coisas no chão.

Esse jogo é de uma época de save manual a qualquer hora. Pra um jogo desse checkpoint ajudaria porque você é obrigado a ficar lembrando de parar o jogo para salvar, senão perde muita coisa.

Curiosidade:

Tem um detalhe meio engraçado. Eu já critiquei um monte de coisas de design em vários jogos que pra mim parecem erros mesmo. Só que nesse jogo, considerando que é de 30 anos atrás, tem armadilhas que não parecem erros, mas piadas. Apesar da baixa resolução dá pra perceber dicas no cenário.
 
Ultima Edição:

Fakecel Simpatia

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Terminei Popful Mail há alguns dias atrás, joguei a versão Unworked Designs. Até que gostei bastante, uma vibe bem Monster World apesar de não estar no mesmo nível imo.

O voice acting é excelente pro ano que saiu, algumas referências e jeito de falar são meio datados no entanto. Me pergunto se o roteiro original não era mais básico e injetaram writing mais cômico pra ficar mais interessante.

Alguns bosses achei meio fracos, mas valeu a pena no geral.
 

Ridge

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É um remake do Metroid 2 do Game Boy para o 3DS mas com novos ataques, novos poderes e novas áreas.

Agora o game tem um mapa pra visualizar sua posição, que era algo que não se tinha na versão original, existem tbm as cabines de teletransporte que são uma grande ajuda para se deslocar entre as áreas. Outra inovação é a mira 360⁰, so incomoda um pouco pq não é tão confortável pra executar esse movimento no portátil.

Ótimo jogo.
 


Agent13

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Ridge Racer Type 4 PS1, modo Grand Prix.


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Brincando de deixar o gráfico bunito no Duckstation. Então resolvi pegar pra terminar uma vez. É curto o modo Grand Prix com um, mas penei pra terminar a ultima pista. Escolhi a equipe Solvalou e carros da Assoluto (sempre terminando as corridas em primeiro onde não é obrigatório). Pensando em jogar mais vezes, porque o jogo é divertido no modo Grand Prix. Não vou mexer no modo extra por enquanto.

Ironicamente, joguei com um controle em formato Xbox (Gamesir T4 Nova lite) e usando o analógico. Algo que nunca fiz em jogo de corrida.
 

Solid Dante

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Terminei o modo campanha, super curto e extremamente linear.

A história é bacana, a gameplay é excelente, mas o destaque vai para os gráficos e física, que mesmo depois de 15 anos ainda continuam muito bonitos.

Joguei a versão de PC, mas acredito que seja bonito nos consoles também.
 

Wellington S.

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O gameplay consiste em duelos atrás de duelos do início ao fim do jogo, sem nenhum tipo de história ou exploração. A estrutura do jogo é baseada em repetição, você precisa duelar várias vezes para ganhar cartas e ir melhorando seu deck para conseguir progredir no jogo, e nem sempre você vai ganhar algo útil, já que as cartas que você ganha são aleatórias. Conforme você avança, a dificuldade aumenta, os oponentes passam a usar cartas mais fortes e alguns usam decks ilegais com várias cópias de cartas limitadas, aumentando mais o desafio. Para quem já está acostumado com jogos de Yu-Gi-Oh! modernos, a sensação é que os duelos são mais lentos.
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No caso, este jogo tem história e é baseado no arco Batalha da Cidade, é como se fosse um RPG de Yu-Gi-Oh!, você anda por mapas, conversa e duela com NPCs, ganha dinheiro para comprar cartas e melhorar seu deck. O jogo possui um sistema de níveis, mesmo se você tiver uma carta forte, você não poderá usá-la se seu nível for baixo. Conforme você vence duelos, seu nível aumenta e permite montar decks com cartas mais fortes. As regras do jogo também são diferentes das regras oficiais, existe um sistema elemental de fraquezas, tipo, um monstro de Água pode derrotar um de Fogo mesmo tendo menos ATK.
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OmegaRider

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O gameplay consiste em duelos atrás de duelos do início ao fim do jogo, sem nenhum tipo de história ou exploração. A estrutura do jogo é baseada em repetição, você precisa duelar várias vezes para ganhar cartas e ir melhorando seu deck para conseguir progredir no jogo, e nem sempre você vai ganhar algo útil, já que as cartas que você ganha são aleatórias. Conforme você avança, a dificuldade aumenta, os oponentes passam a usar cartas mais fortes e alguns usam decks ilegais com várias cópias de cartas limitadas, aumentando mais o desafio. Para quem já está acostumado com jogos de Yu-Gi-Oh! modernos, a sensação é que os duelos são mais lentos.
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No caso, este jogo tem história e é baseado no arco Batalha da Cidade, é como se fosse um RPG de Yu-Gi-Oh!, você anda por mapas, conversa e duela com NPCs, ganha dinheiro para comprar cartas e melhorar seu deck. O jogo possui um sistema de níveis, mesmo se você tiver uma carta forte, você não poderá usá-la se seu nível for baixo. Conforme você vence duelos, seu nível aumenta e permite montar decks com cartas mais fortes. As regras do jogo também são diferentes das regras oficiais, existe um sistema elemental de fraquezas, tipo, um monstro de Água pode derrotar um de Fogo mesmo tendo menos ATK.
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Me interessei nesse The Sacred Cards, nem sabia que tinha essa mistura com RPG.

As batalhas são como os treinadores em Pokémon ou posso repetir os duelos e farmar grana e level à vontade?
 

Wellington S.

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Me interessei nesse The Sacred Cards, nem sabia que tinha essa mistura com RPG.

As batalhas são como os treinadores em Pokémon ou posso repetir os duelos e farmar grana e level à vontade?
Muitos oponentes são apenas uma vez, você não pode duelar de novo, mas tem alguns que foram feito para farmar como Weevil e Mako que você pode repetir duelos para farmar dinheiro e level.
 

Solid Dante

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Jogão, belo hack n slash, mas curiosamente, a parte inicial é mais difícil que a parte final.

Só tenho a reclamar dos inimigos que são bem sem sal, os personagens principais são ótimos. A história, nem prestei muita atenção, nem vou comentar, mas parece ser legal.

Uma pena esse jogo ter ficado preso nas plataformas da Nintendo, merecia ter saído pra tudo que é plataforma.
 
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