O que há de Novo?


Qual o último jogo que vc Terminou/fechou/zerou? [+ Independente da plataforma]

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Terminei o modo história do KOF XIV. Alguém aqui curtiu o jogo? Não curti muito, personagens tinham mais carisma nos sprites. Sei lá, foi uma boa ideia e tentativa deles, mas não curti o game não.
 


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Fechei essa delicia de jogo.

Caras, que aventura foi. Eu achei que esse jogo seria um tédio como Horizon Zero Dawn, mas felizmente não é. Personagens carismáticos, gráficos lindos de morrer, dublagem em pt sensacional, missões inacreditáveis que só um AAA exclusivo mesmo pra entregar, sem grind ridiculo a la AC, missões secundárias divertidas e com propósito de narrativa, ótimos vilões, enfim, maravilha.

Sobre os contras do jogo eu acho que as missões de stealth são meio chatinhas, não são ruins, mas meio desnecessárias.

Acho que os vilões poderiam ter sido explorados mais também.

QUem tem PS4 esse jogo é obrigatório. Quem não tem PS4 chora.

Nota 9/10
 

Vaynard

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Momodora 3 - PC

Metroidvania independente pra PC.
Jogabilidade muito boa, gráficos pixel art lindos e uma trilha sonora agradável.
Como adoro o 4, resolvi ir atrás do 3 e não me arrependi.
 
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konde10

Bam-bam-bam
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Fechei a campanha principal do Terra-Média: Sombras de Guerra.

Impressionante como o sistema Nemesis é tão interessante, mas mal utilizado nessa geração. Pensava que, quando saiu o Sombras de Mordor, teríamos mais jogos com esse sistema nessa geração, o que não aconteceu. No Sombras de Guerra, o sistema foi melhorado, mas nada de muito revolucionário. História muito melhor que a do primeiro jogo, na minha opinião, mas curta. O legal é que o jogo parece mesmo estar inserido dentro do universo do Tolkien.

Quanto ao update de melhorias, como peguei a versão definitiva, o jogo já vem com os patches e DLCs. Não joguei antes do update, mas acho que deram uma boa melhorada no grind. Para comparação, levei 35hs para platinar o jogo, enquanto sites de guias mostram que leva-se em trono de 50hs. Como jogo de forma bem tranquila, dava para diminuir pelo menos umas 5hs de jogo. Isso quer dizer que, com o update, cortaram 20hs de grind do jogo.

No mais, recomendo jogar esse jogo as pessoas que gostam do universo de Senhor dos Anéis, e que se interessam pelo sistema Nemesis, bem legal.

 
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Fechei a campanha principal do Terra-Média: Sombras de Guerra.

Impressionante como o sistema Nemesis é tão interessante, mas mal utilizado nessa geração. Pensava que, quando saiu o Sombras de Mordor, teríamos mais jogos com esse sistema nessa geração, o que não aconteceu. No Sombras de Guerra, o sistema foi melhorado, mas nada de muito revolucionário. História muito melhor que a do primeiro jogo, na minha opinião, mas curta. O legal é que o jogo parece mesmo estar inserido dentro do universo do Tolkien.

Quanto ao update de melhorias, como peguei a versão definitiva, o jogo já vem com os patches e DLCs. Não joguei antes do update, mas acho que deram uma boa melhorada no grind. Para comparação, levei 35hs para platinar o jogo, enquanto sites de guias mostram que leva-se em trono de 50hs. Como jogo de forma bem tranquila, dava para diminuir pelo menos umas 5hs de jogo. Isso quer dizer que, com o update, cortaram 20hs de grind do jogo.

No mais, recomendo jogar esse jogo as pessoas que gostam do universo de Senhor dos Anéis, e que se interessam pelo sistema Nemesis, bem legal.

Eu tenho ele e gosto muito da mecanica de jogo dele assim como a história e gráficos. Zerei o primeiro. Porém nesse segundo eu me embolei todinho. Muita coisa no mapa para fazer e o lance de invadir castelos achei meio complicada.

Eu SÓ FAÇO a main quest, porém to meio perdido....até encostei ele. Queria dicas das coisas obrigadas a fazer e como identifica las no mapa.
 

Vaynard

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Parasite Eve - Playstation

A muitos anos eu queria revisitar esse clássico do PS1. E ele realmente é um clássico. Personagens marcantes, história muito boa, sistema de batalha incrível e o exagero de cgs, esse jogo é um colírio e uma prova do absurdo que o PS1 fazia na época.

Só peca por ser extremamente curto, obrigar a fazer uma torre enorme de grind pelo true ending de 5 minutos e algumas mecânicas não terem a menor explicação e ficarem subutilizadas quase o jogo todo.

Um clássico da Squaresoft!!!
 


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Depois de 20 anos matei esse FDP novamente.(MegamanX)
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Esse sistema de save meio bugado dificultou um pouco mais, tive que esconder o switch do meu filho e deixar o jogo em stand by para conseguir matar.

Fico imaginando se as crianças de hj em dia teriam paciência com jogos assim...?
 
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Depois de 20 anos matei esse FDP novamente.
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Esse sistema de save meio bugado dificultou um pouco mais, tive que esconder o switch do meu filho e deixar o jogo em stand by para conseguir matar.

Fico imaginando se as crianças de hj em dia teriam paciência com jogos assim...?
E quem é esse fdp? Que jogo é esse? Parece arte da série mega man x.

Gente, isso é tópico de jogos fechados e não de adivinhação :klol
 
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Depois de 20 anos matei esse FDP novamente.(MegamanX)
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Esse sistema de save meio bugado dificultou um pouco mais, tive que esconder o switch do meu filho e deixar o jogo em stand by para conseguir matar.

Fico imaginando se as crianças de hj em dia teriam paciência com jogos assim...?
Eu platinei no ps4 e esse chefe hoje em dia achei até fácil

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konde10

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Eu tenho ele e gosto muito da mecanica de jogo dele assim como a história e gráficos. Zerei o primeiro. Porém nesse segundo eu me embolei todinho. Muita coisa no mapa para fazer e o lance de invadir castelos achei meio complicada.

Eu SÓ FAÇO a main quest, porém to meio perdido....até encostei ele. Queria dicas das coisas obrigadas a fazer e como identifica las no mapa.
Acho que as missões que você realmente precisa fazer são as missões daquela menina lá e da Galadriel. Acho que são essas missões.
 
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Shenmue I do Shenmue I e II HD Remaster, obra-prima do Yu Suzuki, quando o game é bem feito, vc releva toda jogabilidade q já envelheceu até mal, mas se acostuma logo e fica encantado ao progredir na história, claro deveria ser um Remake , mas gostei do trato de imagem q a SEGA deu tirando serrilhados, imagem bem mais definida, em 16:9, um clássico, já platinei o jogo.
Agora comecei o Shenmue II q nunca joguei.
 
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Fechei a campanha principal do Terra-Média: Sombras de Guerra.

Impressionante como o sistema Nemesis é tão interessante, mas mal utilizado nessa geração. Pensava que, quando saiu o Sombras de Mordor, teríamos mais jogos com esse sistema nessa geração, o que não aconteceu. No Sombras de Guerra, o sistema foi melhorado, mas nada de muito revolucionário. História muito melhor que a do primeiro jogo, na minha opinião, mas curta. O legal é que o jogo parece mesmo estar inserido dentro do universo do Tolkien.

Quanto ao update de melhorias, como peguei a versão definitiva, o jogo já vem com os patches e DLCs. Não joguei antes do update, mas acho que deram uma boa melhorada no grind. Para comparação, levei 35hs para platinar o jogo, enquanto sites de guias mostram que leva-se em trono de 50hs. Como jogo de forma bem tranquila, dava para diminuir pelo menos umas 5hs de jogo. Isso quer dizer que, com o update, cortaram 20hs de grind do jogo.

No mais, recomendo jogar esse jogo as pessoas que gostam do universo de Senhor dos Anéis, e que se interessam pelo sistema Nemesis, bem legal.

Como faz pra colocar a notificação do troféu desse jeito com a firmware de hoje?
 
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Fácil em relação a que? Aos jogos atuais? Ao jogo na época? Os últimos boss figth que tive foram um lixo, se não me engano foi o semi deus lá do GoW.
Em relação a época.

É só ficar no meio da tela desviando dos ataques e ele logo vem com a mão. Você sobe e usa o tiro do tatu.

Desce e recomeça.

Não tente ficar para sempre em cima da mão. Desça e espere ela abaixar novamente.

* Detalhe que você vai estar com tudo cheio (energia + armas + subtanque), pois no cão e no Sigma basta acertar um Hadouken.

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É ZEELLLDAAAAA POOORRRRAAAAAAAAA.


Jogo perfeito, gráficos sensacionais, história envolvente, personagens carismáticos.
Tempo de jogo razoável, fases não muito longas e não enjoativas.

Fiquei com um pé atrás quando comecei a jogar, lendo reviews antigos e opiniões da galera, falando que o jogo não prestava e talz.
Queimei a língua mais uma vez. Vou deixar de ler esses comentários e eu mesmo ter uma opinião a partir de hoje.
Comprei o Motion Plus ano passado dia 19/09/17 e fui jogar apenas a exatos 1 ano. 19/09/18 e zerei agora......
Sobre o jogo só achei o último chefe muito, mais muito fraco em relação aos outros chefes, mais isso não tirou o brilho do jogo em si.

Nota: 9/10 só por causa do último boss.

*P.S. Agora juntar grana para comprar o Switch e jogar o Zelda novamente....
Eheheheheheheheheh

Abraços galera e um ótimo sábado para vcs.
 
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Tacrovy

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Batman Arkham Asylum - Steam - 13 horas de jogo

Porra, o quê falar do jogo que elevou o nível desses jogos de super heróis?

Da primeira vez que eu joguei, ainda não havia conhecido o universo do batman dos gibis, anos depois com uma boa carga histórica do personagem, venho rejogar isso, e foi completamente diferente da primeira vez. A rocksteady fez um trabalho impecável pra trazer o universo do batman pra um jogo de videogame, e pra mim da trilogia deles, esse é o melhor game, o jogo é praticamente um metroidvania com mapas interligados pra você transitar.
E é claro, vc ser o batman meu amigo, fazer vagabundo tremer na base quando vê aquelas orelhas pontudas, o sistema de combate do jogo é muito bom, e ainda tem os esquemas de usar gadgets, batrangs, bombas , e etc.
Uma coisa que notei desta vez, as charadas tem todo um toque especial, pra quem conhece o personagem, tem muita referência bacana nesse universo de personagens menores, aliados, vilões, são muito bem utilizadas pra enriquecer esse universo.
O modo stealth do jogo tbm merece muitos elogios, com muitas situações pra você explorar , várias maneiras de remover os obstaculos, usar o cenário pra fazer isso como colocar gel explosivo em uma parede, esperar o cara passar por perto e detonar na cara dele.
Outro ponto interessante é a dublagem do Mark Hammil pro coringa, simplesmente fantástico.
As batalhas contra os boss também são dignas de um grande jogo e batalhas que te fazem se sentir como o batman mesmo.

Nota: 10



Batman Arkham Asylum - Steam - 22 Horas de jogo.

Com o sucesso do primeiro jogo, obviamente teríamos um segundo game hehehe.

O game ficou muito maior, Arkham City é uma cidade fechada pra você explorar, onde os bandidos tomaram conta da cidade após uma série de incidentes, e nesse tempo , Bruce Wayne estava la no meio da loucura, e nunca que ele ia deixar isso acontecer, então é ai que entra o morcegão.
O jogo agora é um mundo aberto, você é livre pra explorar o local, e tem vários eventos acontecendo pela cidade, missões secundárias foram adicionadas ao jogo, com suas próprias histórias paralelas, e sendo introduzidas ai nesse mundo.
Andar planando pela cidade é bem legal, porém aquele toque único de level design que tinhamos em asylum, não se encontra por aqui, mas o jogo rebate esse fator, com outras coisas legais.
Tanto o combate do jogo, como o modo predador, foram estendidos e as opções aumentaram, takedowns duplo contra criminosos vacilando, combos novos pra quebrar armas corpo a corpo ou arma de fogo, etc, etc.
O game equilibra muito bem as partes corpo a corpo como as partes stealth, novamente os boss são sensacionais, as missões secundárias podem ser um tanto quanto frustrantes de vez em quando, nem todas terminam em um embate épico, outras terminam com vc ficando com raiva por não quebrar a cara de alguém.
A parte negativa pra mim, fica na história, de NOVO o coringa no comando, sério? pra que isso, e tbm o level design mais pobre do game.

Nota: 9



Mega Man X Legacy collection

Terminei o x, x2 x3, x4 ,x5, x6 o sete e o oito prefiro evitar a fadiga :klol:klol

Série execelente do blue bomber, eu sempre preferi a série X , gosto do tom mais sério, e tbm da jogabilidade, os melhores pra mim são o X4 e X depois vem o resto.
De longe o melhor é X4 , jogabilidade excelente e ainda podemos jogar com o zero tbm, mecânicas muito boas, e level design fluído.
Chefes muito bons e com bom desafio, sem contar a OST maravilhosa.
O X6 eu achei o piorzinho, ali já estava bem saturado e já não sabiam como levar a série pra frente, pois o x5 é pura repetição do x4 sendo só um x4.5.
 
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Shadow of the Tomb Raider, 9/10

Não entendi a repercussão tão negativa do jogo na mídia especializada e na comunidade. Para mim tá acima do Rise e empatado com o primeiro. Achei a ambientação muito boa, curti as tumbas, mas o destaque mesmo vai pro sistema de dificuldade que é exemplar. Te dá várias opções de combinação e deixar as categorias "Puzzle" e "Exploração" no hard melhora muito a experiência.
 

Maze

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Ori and the blind forest



Versão de PC, terminei com 92% e por volta de 9 horas.
Desde que vi esse metroidvania no Xbox 360 tive interesse de joga-lo, mas só fui efetivamente pegar agora depois do anúncio da continuação na última E3.
A história do jogo se assemelha a uma fábula, com uma trama bem simples e voltada para o lado emocional, cumpre bem ao que se propõe.
O título segue a formula básica dos metroidvanias, na exploração do mapa a medida que o jogador vai adquirindo novos poderes. Ori se encaixa nesses aspectos, tendo áreas grandes e cheias de upgrades espalhados, com vários trechos voltados para plataformas, além de 3 dungeons com algumas diferenças em relação ao mapa principal. A evolução dos poderes é bem fluida e eles sempre são necessários ao londo da jornada, requisitando ao jogador que consiga lidar com todos com bastante precisão. Mas o que Ori realmente impressiona é na parte gráfica, principalente na iluminação - a prevalência dos tons escuros e sóbrios, combinados com as luzes brancas e azuis do personagem, criam contrastes muito bonitos. Outro elemento bacana são os cenários em 2,5 D,as várias camadas criam uma percepção diferenciada, onde a flora responde a movimentos e impactos. O ponto negativo fica mais pelos inimigos, são poucas variações, a maioria e sem graça, com pequenos animais e muitas gelecas amorfas....
 
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Batman Arkham Asylum - Steam - 13 horas de jogo

Porra, o quê falar do jogo que elevou o nível desses jogos de super heróis?

Da primeira vez que eu joguei, ainda não havia conhecido o universo do batman dos gibis, anos depois com uma boa carga histórica do personagem, venho rejogar isso, e foi completamente diferente da primeira vez. A rocksteady fez um trabalho impecável pra trazer o universo do batman pra um jogo de videogame, e pra mim da trilogia deles, esse é o melhor game, o jogo é praticamente um metroidvania com mapas interligados pra você transitar.
E é claro, vc ser o batman meu amigo, fazer vagabundo tremer na base quando vê aquelas orelhas pontudas, o sistema de combate do jogo é muito bom, e ainda tem os esquemas de usar gadgets, batrangs, bombas , e etc.
Uma coisa que notei desta vez, as charadas tem todo um toque especial, pra quem conhece o personagem, tem muita referência bacana nesse universo de personagens menores, aliados, vilões, são muito bem utilizadas pra enriquecer esse universo.
O modo stealth do jogo tbm merece muitos elogios, com muitas situações pra você explorar , várias maneiras de remover os obstaculos, usar o cenário pra fazer isso como colocar gel explosivo em uma parede, esperar o cara passar por perto e detonar na cara dele.
Outro ponto interessante é a dublagem do Mark Hammil pro coringa, simplesmente fantástico.
As batalhas contra os boss também são dignas de um grande jogo e batalhas que te fazem se sentir como o batman mesmo.

Nota: 10



Batman Arkham Asylum - Steam - 22 Horas de jogo.

Com o sucesso do primeiro jogo, obviamente teríamos um terceiro game hehehe.

O game ficou muito maior, Arkham City é uma cidade fechada pra você explorar, onde os bandidos tomaram conta da cidade após uma série de incidentes, e nesse tempo , Bruce Wayne estava la no meio da loucura, e nunca que ele ia deixar isso acontecer, então é ai que entra o morcegão.
O jogo agora é um mundo aberto, você é livre pra explorar o local, e tem vários eventos acontecendo pela cidade, missões secundárias foram adicionadas ao jogo, com suas próprias histórias paralelas, e sendo introduzidas ai nesse mundo.
Andar planando pela cidade é bem legal, porém aquele toque único de level design que tinhamos em asylum, não se encontra por aqui, mas o jogo rebate esse fator, com outras coisas legais.
Tanto o combate do jogo, como o modo predador, foram estendidos e as opções aumentaram, takedowns duplo contra criminosos vacilando, combos nobos pra quebrar armas corpo a corpo ou arma de fogo, etc, etc.
O game equilibra muito bem as partes corpo a corpo como as partes stealth, novamente os boss são sensacionais, as missões secundárias podem ser um tanto quanto frustrantes de vez em quando, nem todas terminam em um embate épico, outras terminam com vc ficando com raiva por não quebrar a cara de alguém.
A parte negativa pra mim, fica na história, de NOVO o coringa no comando, sério? pra que isso, e tbm o level design mais pobre do game.

Nota: 9



Mega Man X Legacy collection

Terminei o x, x2 x3, x4 ,x5, x6 o sete e o oito prefiro evitar a fadiga :klol :klol

Série execelente do blue bomber, eu sempre preferi a série X , gosto do tom mais sério, e tbm da jogabilidade, os melhores pra mim são o X4 e X depois vem o resto.
De longe o melhor é X4 , jogabilidade excelente e ainda podemos jogar com o zero tbm, mecânicas muito boas, e level design fluído.
Chefes muito bons e com bom desafio, sem contar a OST maravilhosa.
O X6 eu achei o piorzinho, ali já estava bem saturado e já não sabiam como levar a série pra frente, pois o x5 é pura repetição do x4 sendo só um x4.5.
Cara, dá uma chance para o X8. Você pode se surpreender.

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Edi (FZ2D)

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La vai. Tenho quatro jogos para fazer uma breve resenha, mas ainda bem que todos estão frescos e o que também me alivia, é que 3 deles estavão no backlog da vergonha, lembrando que pra mim, esse backlog da vergonha são os jogos que começamos, largamos pela metade e ficam la no aguardo de uma retomada.

O primeiro deles, terminado no dia 28 de setembro, e que estava a 13 meses a espera da minha coragem de retomar uma frustrante fase que não conseguia passar de forma alguma. O jogo é N3 II: Ninety-Nine Nights para XBox 360.



Procurei aqui e não encontrei nada que fale mais detalhadamente sobre o enredo do jogo, então tentarei resumir pelo que entendi e pelas poucas fontes que encontrei internet a fora. O jogo se situa em um mundo devastado aonde Lord of the Night, o vilão do jogo, esta perturbando o equilíbrio de Orphea alterando drasticamente a forma de vida diante dele. Agora são noventa e duas noites desde o começo da destruição, e restam apenas sete noites para realizar seu plano de destruição e dominação.

O jogo possui cinco protagonistas com características e histórias distintas dentro do enredo principal do jogo. O protagonista central do jogo é Galen, um guerreiro de cabelos brancos que perdeu sua esposa e filha em um ataque a sua aldeia pelo exército das trevas. Dominado por uma sede de vingança e deprimido pela perda de sua família, ele viaja para Orphea Castle para se juntar a suas fileiras militares e ajudar a derrotar o Lord of the Night e seu exército.
A rainha do Castelo de Orphea é Sephia, uma jovem elfa com que possui o poder da luz, a peça chave que Lord of the Night consiga dominar o resto do mundo. Junto a ela temos Zazi, uma linda guerreira élfa, que se junta a Orphea Castle para lutar contra o Senhor da Noite. Sua verdadeira intenção é matar a rainha Sephia para impedir que o Senhor da Noite arrebate o poder da luz.



Levy, originário de uma raça desprezada pelos humanos, então eles não têm um bom relacionamento. Ele é um goblin assassino especialista temido por muitos. Os eventos forçam Levv a se juntar a Galen e aos outros personagens de Orphea Castle para lutar contra Lord of the Night e finalmente Maggni, um homem muito alto e alto de pele acinzentada pertencente a um grupo de ladrões, que causou muitos problemas ao reino de Orphea que foi capturado e trancado nas masmorras de Orphea Castle, no entanto, um dia a rainha Sephia desceu às masmorras e ofereceu liberdade a Maggni em troca de ajudá-las a lutar contra Lord of the Night. Maggni aceita, mas sua verdadeira intenção é fugir na menor oportunidade.

Como temos cinco protagonistas, temos cinco campanhas distintas que se cruzam e explicam melhor o acontecimento entre os personagens. Vale salientar que os outros quatro personagens são desbloqueados a medida que a campanha de Galen avança e eles vão aparecendo. N3 II: Ninety-Nine Nights é um Hack'n Slash estilo musou, aonde enfrentamos uma horda enorme de inimigos simultaneamente, como visto em seu antecessor. A jogabilidade sofreu ajustes em relação ao jogo anterior, e é notável que a forma que os combos são executados, assim como o novo estilo de câmera remete mais a um Hack'n Slash tradicional, mas sem que o espírito musou da série se perca. Acho que a combinação ficou boa. Cada personagem possui características próprias e armas características. Cada um deles também possui uma ação especial que serve especialmente para resolver alguns quebra cabeças e obstáculos no decorrer das fases. Fora isso também podemos desferir um ataque especial que consome uma barra de energia de 3 níveis, sendo que a definição desse ataque vem da arma que o personagem esta equipado.



No jogo, é possível equipar o nosso personagem com armas, acessórios que trazem atributos específicos e magias. É possível aumentar o nível dos itens e personagens com os orbs que são acumulados no decorrer das fases. Ao contrário do primeiro jogo da série, subir o nível dos personagens, armas, itens e magias nesse jogo é bem mais trabalhoso, e como as fases que rendem mais orbs são mais difíceis e necessitam de maior tempo de conclusão, acaba se tornando massante retornar a elas. Eu mesmo refiz algumas mas chegou um momento que estava muito trabalhos, então não repeti isso com os outros protagonistas.

Apesar da dificuldade que algumas fases possam apresentam, não são nada perto dos chefes. Li uma crítica a esse jogo em relação aos chefes, mas na minha opinião é descabida. Nas hordas de personagens mais fracos durante as fases, vamos desferindo combos, matando e avançando. Logicamente que tentar fazer o mesmo contra os chefes sem critério algum, não da em lugar nenhum. Durante os chefes é importante se agir com técnica e paciência. Os chefes do jogo são gigantescos e exigem muita atenção e entender seus ataques e a forma que se comporta. Vale ressaltar que a forma que os chefes agem durante as batalhas não é la scriptada, então receitinha de bolo para derrotá-los ira fracassar na maioria das vezes, mas depois de morrer 15 ou 20 vezes se entende a melhor forma de derrotá-los :kfeliz



O jogo possui poucas de faixas de música que seguem ao estilo medieval que costumamos ver em JRPGs clássicos, mas pra mim a melhor faixa é a dos chefes. A música transmite ao mesmo tempo ação, emoção e desespero. O gráficos são muito bons, e em relação ao seu antecessor o salto foi bem alto. A cut-scenes também são excelentes, e também temos a opção de mudar o idioma do jogo. Eu deixei o áudio em japonês.
Tenho tido o hábito de consultar o site How Long to Beat para saber quanto tempo irei desprender para concluir um jogo, e esse, mostrava que a campanha poderia ser concluída em cerca de 5 horas e para completar tudo, 12 horas, mas acontece que levei 38 horas para terminar o jogo com todos os personagens e sem coletar todos os itens especiais, isso é, com esse tempo ainda não consegui fazer 100% do jogo :kkk

O jogo possui nota vermelha no metascore e até compreendo, afinal, jogos desse gênero costumam ser repetitivos, mas eu particularmente achei um bom jogo e pra quem curte o gênero vale a penas visitar o jogo. Uma coisa que não entendo, é que com a falta de exclusivos pro XOne, como a M$ não ressuscitou essa IP e fez uma sequencia. Seu poder de processamento traria um brilho especial a série.

O próximo da lista é Grand Theft Auto IV: The Lost and Damned para XBox 360 terminado dia 10 deste mês.



A história começa com Johnny Klebitz e os membros da gangue de motociclistas The Lost Motorcycle Club, da qual Johnny é o vice-presidente, circulando pelas ruas de Alderney. No momento, Johnny é o presidente em exercício, pois o presidente oficial, Billy Grey, passou o último ano em um tratamento de recuperação de dependentes químicos compulsórios, após ser preso por porte de drogas. Durante sua liderança, Johnny fez uma série de negócios em Liberty City para possibilitar a continuidade do tráfico de drogas e armas que sustenta a gangue, após a administração fraca de Billy ter levado a gangue à uma situação financeira difícil.

Assim que é liberado do tratamento, Billy retorna ao comando da gangue e recomeça uma série de crimes, aumentando a tensão existente entre ele e Johnny. Enquanto Johnny prefere manter a gangue agindo silenciosamente, evitando conflitos com outras gangues, Billy opta por ações violentas e irracionais. Desta forma, Billy quebra o acordo com a gangue The Angels of Death e inicia uma guerra contra ela.



Eventualmente, Billy acaba preso durante um negócio frustrado com um grupo de traficantes orientais e Johnny assume a liderança da gangue, agora dividida entre o grupo que apóia Johnny e o grupo que apóia Brian Jeremy, um membro ainda leal a Billy que acredita que Johnny tenha armado para a prisão do presidente. Brian chega a protagonizar um golpe contra Johnny, mas escapa com vida após vários membros da gangue morrerem em combate.

Acredito que todos conheçam esse jogo, e se não o conhecem, basta jogar GTA IV. Não ha mudanças significativas na jogabilidade. A expansão traz a adição de novas armas, motocicletas e veículos ao jogo. Em momentos específicos a expansão se cruza com a campanha principal e também com o outro DLC.
O enredo do jogo é ok e o protagonista não é tão carismático como o Niko Bellic, mas achei interessante ver Liberty City por outra perspectiva.



Vale ressaltar que esse jogo estava no backlog da vergonha desde 2014. Eu havia começado o DLC, porém tinha acabado de terminar a campanha principal GTA IV e estava um pouco exausto de Liberty City. Como minha esposa sugeriu o jogo decidi terminá-lo, e como vi que tinha apenas 10% de conclusão, decidi começar tudo de novo para não perder nada da história do jogo. Leve aproximadamente 12 horas para concluir o jogo.

O proximo da lista é Quake 4 para Xbox 360, terminado no ultimo dia 14, e este não fazia parte do backlog da vergonha :kkk



Quake 4 continua a história de Quake 2, que segue após a tentativa fracassada de invasão à Terra, liderada por uma raça alienígena, os Stroggs. Após a invasão mal sucedida, o conselho internacional da Terra decide contra-atacar o planeta natal dos Stroggs, para aniquilar totalmente com a raça genocida. Esquadrões das forças de Elite da Terra são mandadas para a guerra e a maior parte dos soldados são mortos ou capturados na atmosfera do planeta. O jogador controla o personagem Matthew Kane, um fuzileiro de elite do esquadrão mais cobiçado das forças armadas, Rhino Squad.

Após uma guerra incessante no planeta Strogg, os humanos se vêem sem chances para poder virar a guerra a seu favor. A sua causa perdida cada vez se torna mais evidente, uma vez que a tecnologia Strogg é muito superior à antiquada dos humanos. Os Stroggs cometiam atrocidades com os presos de batalhas, o que deixava os humanos com cada vez menos motivação para continuar a guerra, uma vez que os alienígenas trucidavam seus corpos e os transformavam em Cyborgs sem livre arbítrio, para lutar pela sua causa.



Até que Kane é pego e levado para ser transformado em Cyborg, quando o processo é interrompido no meio por seus companheiros. Ele agora é um meio-Strogg, mas com o intuito de lutar pela causa humana, o que, finalmente, muda os rumos da guerra.
Matthew Kane é incumbido com a missão mais perigosa de todas. Invadir o complexo central, por ser um único capaz de usar o teleporte Strogg, e matar o cérebro principal de todos os Stroggs, pois fazendo isso todos os outros serão incapacitados de qualquer coisa, uma vez que são "terminais burros". Quando Kane consegue a proeza de matar o cérebro principal, ocorre como o planejado e os humanos vencem a guerra.

Quake 4 é um dos jogos da line up inicial do XBox 360 em 2005 e não palavras pra descrever como o jogo é bom. O jogo tem gráficos muito bons e ambientação bem criativa. As fases retratam complexos industriais, bases militares, laborátorios e complexos médicos. É notável em algumas fases muito sangue, vísceras e pedaços de corpos que representam o resultado das experiencia com humanos. Um dos momentos de maior destaque pra mim, foi no inicio do Act 2, quando nosso protagonista esta preso em uma maca basculante, aonde é possível observar outro soldado a frente nas mesmas condições, e vendo tudo irá acontecer com você em seguida, e a parte mais impactante, é quando uma serra circular corta as pernas do protagonista para inserir próteses.



A jogabilidade é excelente, e como todo clássico, a energia não se regenera, sendo necessário coletar Med Packs e coletes para reforçar a energia. Em alguns pontos do jogo andamos acompanhados com outros fuzileiros controlados pela IA, e em algumas fases é primordial protege-los.
Gostei muito dos gráficos do jogo, e apesar de eu não considerá-lo possível na geração anterior, o mesmo faz parte da época em que o console era chamado de XBox 1.5. Notei que o jogo também não possui um wide screen natural, como vi em Prey.

O jogo é muito bom e a campanha é bem agradável. O jogo possuí muitas fases mas elas não chegam a ser massantes. Os chefes são desafiadores e o jogo traz um bom pacote de armas em seu arsenal. Vale lembrar que o jogo não traz o bom e velho meelee, e isso fez bastante falta quando inimigos apareciam do nada na minha frente. O jogo também trouxe fases aonde pilotamos um tanque e um exoesqueleto, trazendo variedade para a jogabilidade.

O quarto é ultimo, é SOCOM II: U.S. Navy SEALs para PlaySation 2 que terminei ontem, esse fazia parte do backlog da vergonha, e meu ultimo save datava de julho do ano passado, mas devo ter começado esse jogo a uns 3 anos pelo menos :kkk



Socom II é um jogo de tiro tático aonde controlamos uma equipe de fuzileiros navais que devem realizar missões furtivas contra organizações criminosas e terroristas criadas para dar pano de fundo para o enredo das fases do jogo.
Nessa edição, temos 12 fases em quatro locais específicos, aonde cada um desses locais tem três fases. Cada fase tem sua história específica. As primeiras missões, ocorrem na Albânia e seus inimigos são um grupo de terroristas chamdos de Sesseri Syndicate. Nessas missões temos que destruir estoques de armas, interceptar o recebimento de armas em uma usina e matar ou capturar os três líderes do Sesseri num castelo abandonado. Mas para tanto você terá a ajuda de dois combatentes da britânica SAS que substituirão o grupo Bravo na segunda e terceira missões.



Depois, as missões que acontecem no Brasil. Um movimento terrorista chamado Forças Armadas Revolucionárias do Brasil ameaçam tomar o controle político no país. Como objetivos principais você terá que capturar uma das líderes do grupo e levá-la para interrogatório; destruir uma fábrica de cocaína e atacar o hangar onde o avião responsável pelo transporte fica estacionado; evitar que os terroristas detonem bombas em uma importante usina hidroelétrica no Paraná.
Depois vamos para Argélia aonde temos que resgatar os integrantes do CHA, um grupo de pacificadores que foram atacados pelas forças do General Mahmood e resgatar duas pessoas da embaixada americana dos ataques inimigos.

Nas missões finai estamos na Rússia e um grupo terrorista chamado de Force Majuear tem planejado e fabricado bombas nucleares e deseja explodí-las em solo americano. Novamente o time Bravo será substituído por dois combatentes de uma unidade antiterrorista local, o Spetnaz. Nessas missões você terá que encontrar plantas de bombas, explodir laboratórios secretos, escoltar um especialista em bombas por túneis subterrâneos e desamar uma série de bombas a bordo de um navio cargueiro.



O jogo é muito bom e é um feito técnico impressionante para o PlayStation 2. O jogo traz gráficos excelentes para a época e para o console, e tem suporte a resolução progressiva. Eu estava encalhado por que simplesmente não conseguia passar da sexta fase, a da usina hidrelétrica brasileira. Antes disso eu tinha encalhado na fase anterior, aonde temos que desmontar um laboratório de farinha na Amazônia. Depois que passei essa fase a coisa começou andar e consegui concluir o jogo. Engraçado é que essa fase que estava encalhado deve ser a única que fiz 100% das missões secundárias, que são opcionais, e a especial, que o briefing da missão não informa o que é :kkk

A jogabilidade é excelente e temos aqui um sistema aonde damos comando para os outros membros da equipe. O tempero especial desse jogo é esse, e esse sistema for bem utilizado, as fases fluem bem melhor. Como o jogo é tático, é importante ser paciente e furtivo da melhor forma possível. Os inimigos costumam alarmar e chamar suporte quando nota atividade fora do comum.



Ao terminar o jogo, é desbloqueado um novo nível de dificuldade, além de uma sessão de extras aonde podemos conferir músicas, as cutscenes dos jogos e outras coisas. Devia ser excelente jogar Socom II em coop online na época. Os servidores do jogo foram encerrados em 2011.
 

Devon_

Bam-bam-bam
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God of War (PS4)

Demorei um pouco pra me acostumar com a nova jogabilidade, mas o jogo é ótimo! Não consegui fazer 100%, depois tento derrotar as Valquirias e terminar Muspelheim e Niflheim.


10/10.

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dk120

Ei mãe, 500 pontos!
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Tales of Xillia (PS3)

Tales padrão. Batalha em tempo real, bons personagens, muitos plot twist.
Tecnicamente o jogo é bem bonito, embora tenha muito lag em alguns bosses. Amei a dublagem em inglês.

Unica coisa que não curti é que o jogo é curto para um JRPG. Quando achei que o jogo estava perto dos 60%, já era a batalha final. Parece que já fizeram o jogo pensando em duas partes.

Nota: 9,0.
 
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Shadow of the Tomb Raider, 9/10

Não entendi a repercussão tão negativa do jogo na mídia especializada e na comunidade. Para mim tá acima do Rise e empatado com o primeiro. Achei a ambientação muito boa, curti as tumbas, mas o destaque mesmo vai pro sistema de dificuldade que é exemplar. Te dá várias opções de combinação e deixar as categorias "Puzzle" e "Exploração" no hard melhora muito a experiência.
Esse é um jogo que me ambientei desde o primeiro....
Quero que esse seja bem melhor que o primeiro pq o segundo só foi caça níquel para mim...
Esperando as coisas melhorarem para conseguir um console dessa geração...

Abraços
 
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Continuando meu rodízio de consoles, depois de terminar o Megaman Legacy Collection 2, parti para outro jogo parado e que eu comprei mas estava enrolando para terminar. Aproveitando que era de um gênero diferente dos plataformer's que eu vinha jogando com o The Messenger e depois os Megaman X, o escolhido foi Bayocetta 2.

Nesse game, a musa da Platinum estava fazendo compras de Natal quando estranhos acontecimentos fazem ela voltar a ativa. Como desgraça pouca é bobagem, uma das invocações que ela usa nos seus clímax move sai de controle e acaba levando a amiga Jeanne para o inferno. Cabe a Bayocetta descobrir o que anda de errado com o mundo e ir até o inferno resgatar a alma da amiga antes que a magia de proteção colocada pelo mercador das trevas Rodin acabe e os capetas resolvam traçar de todas as formas possíveis a amiguinha platinada da protagonista (lembrando que pelo plotar do jogo, a última parte do ritual de iniciação de uma Umbra Witch é fazer um pacto com os demônios do inferno em troca da alma quando forem para sete palmos).

Em termo de jogabilidade, o jogo continua a mesma coisa, porém a dificuldade de modo geral é muito mais tranquila. Existe um robô que você controla na reta final do game e novas armas. Tudo está mais fácil e redondo. Excessos do primeiro foram limados, tornando o game muito mais gostoso de jogar e a exploração também ganhou com isso.


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THE LAST OF US

The Last of Us é um bom jogo, mas nunca o considerei essa coca-cola toda.

Pra mim o melhor jogo da Naughty Dog continua sendo Uncharted 2 por ser o mais redondinho, mas The Last of Us não deixa de ser uma grande surpresa trazendo mecânicas diferentes.

A narrativa e a direção são primorosas como só a Naughty Dog sabe fazer. O drama e os diálogos dos personagens são densos e muito bem desenvolvidos. Na minha opinião o ponto fraco é que enquanto sobra carisma na inocência da Ellie o Joel possui o carisma de uma porta, podia ter sido melhor desenvolvido.

A ambientação do jogo é incrível. A qualidade lembra bastante os jogos da Valve como Half Life e Left 4 Dead ou a série Bioshock da Irrational Games. Os cenários por si só contam a história do que aconteceu naquele lugar.

O principal problema que não o faz ser tão redondo quanto Uncharted 2 é a mecânica de stealth não funcionar tão bem como deveria. Diversas vezes os inimigos te veem quando não era pra ser visto ou o contrário, os inimigos não te veem quando era pra ser visto, sem contar que as abordagens furtivas são meio destrambelhadas e o sistema de cover é ruim.

É engraçado como parte desses problemas foram melhorados no Uncharted 4, porém nele o stealth não se faz tão necessário ao contrário do The Last of Us que por possuir mecânicas de survival é sempre bom evitar gastar suprimentos de forma desnecessária.

Sem poder contar com a abordagem furtiva geralmente só consigo matar 1 ou 2 inimigos sorrateiramente antes de virar um jogo de pura ação.

Apesar dos problemas de cover os tiroteios meio que amadores são divertidos e combinam com a atmosfera do jogo. Também gostei do sistema de ir coletando armas brancas duráveis para o combate corpo a corpo. Já o combate com os punhos podia sido melhor se fosse mais parecido com o do Uncharted 3.

Ao contrário do Uncharted 4, aqui os cenários abertos fazem sentido, pois o jogador tem que explorar os ambientes em busca de suprimentos.

Outro problema que me incomodou são os puzzles serem bastante repetitivos. Basicamente resumem em empurrar caixote, procurar uma madeira que boia, pegar uma escada ou tábua. Podiam ter criado mais interações e soluções para eles, depois de 1/3 do jogo todos já ficam muito previsíveis.

Se a Naughty Dog resolver os problemas citados e trouxer mais uma narrativa com uma direção incrível o The Last of Us 2 tem tudo para superar o Uncharted 2.

Nota: 8,0
 
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Horizon Chase Turbo

O jogo da brasileira Aquiris, o primeiro jogo BR a ter caixinha no PS4 (muito embora eu tenha jogado a versão digital) foi o meu próximo jogo a ser terminado nesse mês de outubro de 2018.

Acho que estou com uma média muito boa nesse mês!

Dizer que o jogo foi inspirado em Top Gear é chover no molhado.

Para a versão, o jogo recebeu um tratamento gráfico superior a versão original, de celular, carros novos, músicas novas (uma diretamente do Top Gear mesmo) e novos modos. A adição de Coop local para até 4 pessoas faz o game ser muito mais viciante e divertido.

Única crítica que faço é que, nas corridas finais, as vezes ele dava um pequeno engasgo. Sei lá o que era. Parecia que a ram do PS4 estava sendo mal usada.

De toda forma, merece um parabéns o pessoal dessa empresa. Que venham mais games BR.

O jogo é bem longo e para quem curte platina, a tarefa não é fácil!

Nota: 7,9



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Horizon Chase Turbo

O jogo da brasileira Aquiris, o primeiro jogo BR a ter caixinha (muito embora eu tenha jogado a versão digital) foi o meu próximo jogo a ser terminado nesse mês de outubro de 2018.
Se eu não estou enganado, tem alguns jogos que a própria TecToy fez para Master System e Mega Drive (sem ser mod's como monica e chapolin)
 


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