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Qual o último jogo que vc Terminou/fechou/zerou? [+ Independente da plataforma]

Corvo Attano

Habitué da casa
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Acabei de terminar Her Story, jogo interessante, no meio do jogo já tinha sacado a história toda e a razão de tudo. O jogo é curto, tem 2h de duração, mas vale a pena.
 


Tacrovy

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Sobre o spoiler, também achei isso. Também podiam ter distribuído melhor ao longo da campanha, achei que ficou tudo muito para o final.
Não sei se chegou a fazer 100%, mas para mim foi outra coisa que quiseram estender de modo demasiado. No final já não aguentava mais enfrentar os mesmos tipos de roubos por distrito e aquelas bases de inimigos, que na essência são a mesma coisa. Mas sim, o jogo é excelente. Para mim o melhor foi a relação do Peter com o Octopus - poderiam muito bem usar algo assim em um futuro filme.
Então, eu platinei e pra fazer isso, tive que fazer o mesmo que você, crimes normais, crime dos penitenciários, crimes da Sable, Crime dos Demônios, isso entra direto na minha crítica das sidequests, faltou originalidade nessa parte, os crimes da sable até são interessantes, costumam ter um pouco de desafio jogando no espetacular até certo ponto, aonde vc não tem algumas skills, mas depois fica fácil.
O oto não tem o que falar, toda a dor do parker no final, explica muito como essa construção de admiração, amizade, que foi feita magistralmente, assim como a transformação do próprio Oto, simplesmente foda.
 

Desann

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Antes de mais nada, preciso contar uma rápida história que tenho com este game.
Lembro que há uns 15 anos me deparava com a caixa de "American McGee's Alice" nas estantes da Infobox:



E toda essa temática sombria parecia realmente cair como uma luva, na insana jornada que Alice faz pelo País das Maravilhas. Daí sempre foi um game que me chamava a atenção, mas por falta de grana ou por dar prioridade a outros games, nunca o joguei...
Isso é, até comprar a sua continuação para o meu PS3 (meses atrás), e descobrir que o game original também vinha de bônus! :rox

Claro, o fato de eu ter perdido o timing pode ter prejudicado a minha experiência, afinal, os gráficos tão bem ultrapassados, sem contar a jogabilidade, que é um tantinho travada; além de que a história é bem superficial. Mas felizmente, tava achando o variado level design oldschool e recheado de plataformas tão legal, que isso foi me motivando a seguir em frente!

Resumindo, mesmo após 18 anos de seu lançamento, "American McGee's Alice" ainda conseguiu me proporcionar boas horas de diversão! E fico realmente feliz por tirar uma pendência tão antiga da minha lista! :kgozo

NOTA: 7,5
 

Wander1

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Terminei agora mesmo o fabuloso Tomb Raider Anniversary com 13 horas e meia.



Por mais que o jogo tenha se estendido bem mais do que eu gostaria (pra mim uns 70% desse tempo estaria de ótimo tamanho), é difícil não dar um 10 redondo a um remake tão bem feito q moderniza os gráficos e a jogabilidade do original, tornando a experiência muito mais palatável aos dias de hoje. É uma das aventuras mais impressionantes q já vi como jogador, eu q nunca terminei os antigos e, consequentemente, tbm acabei não indo jogar o Legend e Underworld, algo q pretendo corrigir qualquer hora.

Lara vai das ruínas no Peru à Grécia, Egito e, por fim, à base de sua arqueinimiga, movida pelo prazer de buscar artefatos milenares com um poder incalculável (os pedaços do Scion) e o jogador é testado a raciocinar sobre um sem-número de puzzles para progredir de sala em sala, com um platforming desafiafor e preciso.

Achei muito bem feita a maneira como o jogo te faz sentir em um constante isolamento e sensação de estar explorando ruínas milenares, o jogo realmente te faz ficar imerso nas localidades, pois tanto o level design qto os puzzles dão uma ideia de algo real, com todas as imperfeições de um lugar intocado pelo homem há muito tempo.

Os tiroteios funcionam e achei q a ausência de pistas e plataformas brilhantes foi muito boa para aguçar o cérebro e aumentar a imersão. A sensação de escala é incrível tbm, tem horas q a Lara parece um mero pontinho em meio a um lugar grandioso, em The Great Pyramid isso se evidenciou bem.

Por toda a variedade de fases e desafios, é uma experiência mais que completa de plataforma q mostra q uma grande aventura pode ser feita mesmo sem setpieces exageradas e dirigidas, e mesmo com poucas palavras, as ações de Lara dizem muito.
 

Jogar Agora

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Yakuza
Isso mesmo, não é o Kiwami, e sim o original de PS2 mesmo. Como muitos de vocês me conhecem, eu sou fã incondicional de Yakuza, mas eu simplesmente não consegui conter minha espera pelo Kiwami no PC, então como o bom jogador retrô que eu sou, decidi revisitar os dois primeiros jogos da série começando pelo clássico que iniciou tudo. O primeiro Yakuza já é considerado um clássico com toda a certeza, e na minha opinião, eu o enxergo como um genuíno sucessor espiritual de Shenmue, e, curiosamente, Yakuza custou menos da metade que o clássico do Dreamcast, que apesar de apresentar um patamar totalmente novo aos jogos, causou à SEGA um grande prejuízo. E eu estou falando sobre ele porque a evolução de um título para outro é notável, apesar de suas diferenças. Um jogo era um mundo aberto detalhado e com um sistema de luta baseado em Virtua Fighter, já o outro é um beat'em up sandbox com muito para se fazer, mas nunca negando suas raízes. Se eu fosse user antigo do fórum e estivesse falando desse jogo no passado, eu não teria muitas coisas negativas pra dizer dele, mas eu devo admitir que o tempo não perdoou Yakuza em alguns aspectos. Começando pelo sistema de luta, que é horrendo, sendo necessário travar a mira nos inimigos sempre, mas isso não é o suficiente, já que uns poucos centímetros de distância e a trava sai, e isso faz o jogador ficar socando o ar constantemente, então além da mira, é necessário travar a câmera também, o que resolve parcialmente o problema. Ele é um beat'em up em grande parte da fórmula, então os golpes são baseados em botões, e não nas animações, então, não é possível interromper um combo ou trocar de personagem para o outro sem se sentir desajeitado ou com a câmera atrapalhando, e isso abre (literalmente) guarda para os outros inimigos acertarem você. Mas quando funciona, o combate flui bem, e você sente cada pancada que o Kiryu desce nos inimigos, que por sinal são muitos. Tantos que, ao andar pelo bairro de Kamurocho, você vai ser interrompido CONSTANTEMENTE, tipo, toda santa hora. Lembrando que Kamurocho é um bairro cheio de clubs, bares, um arcade e lugares pra praticar esportes, mas é difícil aproveitar essas parcelas dos cenários tento que entrar em uns quatro ou cinco combates toda vez que andar pelo mapa, mesmo sendo possível evitar, o que é quase impossível, devido à câmera desnecessariamente complicada ao navegar pelo mapa. Mas o estilo, personagens, enredo e trilha sonora fizeram tudo valer a pena. Voltar pro básico foi muito bom, e me divertiu pra caralho. Muita gente fala que esse jogo é o mais difícil da série, mas, sinceramente, eu só morri uma vez, e foi numa luta vergonhosa num beco contra uns trombadinhas. Todos os chefes, sub-chefes, foi fichinha, claro, precisei de muitos Stamine Royales, mas ainda assim, foi tranquilo. Mesmo com seu combate e aspectos técnicos envelhecidos, não posso julgá-los em primeira instância, já que Yakuza se trata de um clássico do seu tempo. Só não o recomendo hoje em dia, já que Kiwami já saiu para o PS4 e será lançado para o PC em breve, e ele é um remake anos luz à frente do original, que deixou seu legado. E agora, eu vou rejogar o 2, já que Kiwami 2 vai demorar pra caralho pra sair pra PC.
Cara não da pra comparar Shenmue 1 e 2 nem com todos Yakuzas reunidos, Shenmue revolucionou a indústria colocando mundo aberto, podendo interagir com muita coisa, objetos, entrar em apartamentos, conversar com todos npcs, ligar, dormir, trabalhar enfim... Shenmue tem o status de lenda, Yakuza perto de Shenmue é apenas um bom jogo, ou até um ótimo jogo, o q ta bem longe do que Shenmue conseguiu e por isso é tão querido, sem falar que eu não acho Yakuza tão parecido assim com Shenmue.
 


konde10

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Terminei aqui Titanfall 2.

Jogão, fazia tempo que não jogava um shooter com uma história interessante como essa, e o multiplayer é bem divertido. O jogo apresenta diversos tipos de Titãs diferentes, dando uma boa variedade. Cenários muito bonitos e um gameplay muito bem cadenciado.

Você começa o jogo como um soldado lutando contra a infantaria da IMC, que quer destruir seu planeta. Um dos seus mentores, um piloto de Titã, acaba morrendo e passando provisoriamente o título de piloto para você, para que você possa terminar com uma missão muito importante.

O combate entre Titãs é muito divertido, e em dificuldades maiores, bastante desafiador. Você não é nem de longe uma máquina de guerra que destrói tudo no seu caminho, precisa usar bem suas habilidades e esquivas. História não muito longa, mas que fica do tamanho ideal se jogar em uma dificuldade maior, já que o fácil e o normal são só passeios pelo jogo.

Não joguei muito o multiplayer, mas por causa dos Titãs deu para perceber que é bem variado. Uma das críticas do primeiro Titanfall continua aqui, que são os soldados IA, mas parece que reduziram o seu número.

No geral gostei muito. Quem quer um shooter divertido, é obrigatório. Além disso, por alguma razão a ambientação desse jogo me lembrou demais Killzone.

 

Devon_

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Shantae: Half-Genie Hero (Xbox One)

Gostei mais desse que do Pirate's Curse (apesar do HGH ser mais fácil e mais curto). Deram uma atenuada bacana no fan service, mas o jogo continua bonito. Vou esperar uma promoção pra pegar o Risky's Revenge no PS4.

7/10.

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Megazordi64

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EU TO RINDO MUITO DO FINAL DO YAKUZA KIWAMI.

É MUITO NOVELÃO MEXICANO!:kkk

Kiryu é o maior
cuckold dos videogames, o cara é traído por todo mundo.

E o rosto franzido o tempo inteiro!?:lolwtf

Tive medo da menina de 9 anos que conversa como adulto.

O personagem principal só leva a criança para passear em locais zoados e perigosos.

E no final
todo mundo morre.

Pode parecer que estou criticando, mas a trama é tão galhofa que me diverti bastante com a história.:rox

Já o gameplay achei mais ou menos. É um beat em up muito simples, mesmo no youtube os PPL não conseguem extrair muita coisa dos controles. Esperava mais pela quantidade de elogios.

Como não joguei os mais recentes não sei se deixaram a jogabilidade fiel ao do PS2 no rameke e por isso é tão simples.

Não cheguei a fazer os extras que todo mundo comenta serem divertidos, quem sabe um dia dou uma testada de bobeira.

Nota: 6,5

 
Ultima Edição:

GreenLove

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God of War (PS4)



Melhor jogo que joguei no ano, e um dos melhores do PS4 sem duvidas. Gostei dos elementos de RPG inseridos na porte de evolução do personagem mudando os status a cada nova peça da amadura utilizada, sobre os gráficos não tem o que falar, são excelentes, a história é muito bem desenvolvida e a jogabilidade como principal novidade adicionou o auxilio do "garoto". Fazia um tempo que um jogo não me fazia querer ganhar a Platina, foi recompensador quando derrotei a ultima Valquíria e a platina subiu. Em minha humilde opinião é um jogo obrigatório para os donos de PS4. Tá mais que recomendado!!
 

Tigerfang

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Shadow of the Colossus (PS4)


A Bluepoint manja das putarias mesmo, o jogo está inacreditavelmente lindo. A água está particularmente impecável. Menos a cara do Wander que está parecendo uma menina esquisita e meio bolachuda kkk.

Foi muito bom rever essa história linda ao som de uma das melhores trilhas sonoras já criadas. A abertura desse jogo é simplesmente magnífica.

Mas eu ainda gosto mais do ICO, sacanagem ter ficado de fora.
 

Ging freecs

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Destiny 2 vc jogou em coop ou single ? É tão bom quanto falam ?

E Horizon ? VocÊ ficou apaixonado pelo jogo ? Final bom ?
O Destiny 2 joguei single gostei do jogo, tem gráficos bonitos a dublagem é muto boa, mas o jogo deve ficar bem melhor de jogar em coop com os amigos.
Mas teve uma coisa no destiny 2 que me deixava puto, era quando o jogo desconectava da internet pqp, se você está na metade de uma missão e o jogo se desconecta você tem que recomeçar a missão do zero.

O Harizon eu achei foda pqp os gráficos são fodas demais bem detalhados recomendo o jogo. Sobre o final eu gostei.
 

carloshfc

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Platinei no feriadão.
Muito bom voltar a esses classicos absolutos.


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maickmetal

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Assassin's Creed Syndicate - Xbox One
Bom jogo, com sistema de gancho legal e uma cidade muito linda. Mas jogabilidade cheia de bugs, sistema de batalha muito fraco e uma história que não leva à lugar algum. É aquele jogo pra desligar o cérebro e jogar uma horinha por dia. Como zerei o Odyssey no início do ano e adorei, Syndicate mostra q a série realmente precisava de um tempo pra se reformular.
Nota: 7,5

 

Vaynard

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Enquanto o snes recebeu o maravilhoso Castlevania 4 e o port bonito mas porco de Rondo, Dracula X, o Genesis recebeu o mediano Bloodlines. Usando como pano de fundo na história o filme do Bram Stoker Dracula, dirigido pelo monstro Copolla(que eu aproveitei também pra assistir), o Dracula ressurge novamente, e desta vez, não controlando um Belmont, e sim John Morris(chicote) ou Eric Lecarde(lança).

O jogo possui gráficos belíssimos e a performance e a jogabilidade são extremamente fluídas e funcionam extremamente bem com os 2 personagens, enquanto John possui uma jogabilidade mais tradicional, o Eric possui um alcance maior, é mais lento e tem alguns movimentos novos.

Os defeitos do jogo pra mim foram: ele não inova em nada, simplesmente pega elementos consagrados e os coloca ali. Os chefes até dão uma variada e são interessantes, mas as fases são muito extensas, tem pouquíssima carne pra pegar e tem vários momentos sacanas como a sempre insuportável Clocktower ou de deixar a tela de cabeça pra baixo e depois misturado na última fase.




Confesso que fiquei com um pé atrás em relação à este jogo.

Neste jogo, encarnamos Leon Belmont, o primeiro de sua linhagem de matadores de vampiros. A história foi rebootada em Lords of Shadow 2, mas isso é assunto pra outro post.
Lament of Innoncence é exatamente o que se espera de um Castlevania 2D adaptado pro 3D. Jogabilidade bem tradicional e em geral repetitiva, mas que faz ótimo uso das armas. O jogo inicialmente possui 5 fases depois destravando a fase final. Algumas fases são muito boas enquanto outras como o Calabouço é um saco, com destaque pras lutas contra os chefes, todas elas são incríveis, de longe o ponto mais alto do jogo e a trilha sonora. Embora seja mais um Castle tradicional do que um Metroidvania, ele usa bastante os mapas embora sem grandes detalhes ou passagens secretas pra se descobrir.

Inicialmente a trilha sonora, ponto forte da série não me agradou muito, mas ela foi melhorando bastante, sempre com um tom mais gótico e melancólico e no último castelo ela é incrivelmente boa.
 
Ultima Edição:

Vaynard

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Esse primeiro Castlevania é o famoso "é ruim mas é bom".

Passava raiva demais nos pulos imprecisos mas gostava do jogo.
:klol
Eu achei o jogo muito bom. De verdade.

Mas essas partes de plataforma, é horrível kkkkkkk
Sorte que nao perde life, então tu fica lá até aprender. Felizmente tem pouco
 

slashf

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Enquanto o snes recebeu o maravilhoso Castlevania 4 e o port bonito mas porco de Rondo, Dracula X, o Genesis recebeu o mediano Bloodlines. Usando como pano de fundo na história o filme do Bram Stoker Dracula, dirigido pelo monstro Copolla(que eu aproveitei também pra assistir), o Dracula ressurge novamente, e desta vez, não controlando um Belmont, e sim John Morris(chicote) ou Eric Lecarde(lança).

O jogo possui gráficos belíssimos e a performance e a jogabilidade são extremamente fluídas e funcionam extremamente bem com os 2 personagens, enquanto John possui uma jogabilidade mais tradicional, o Eric possui um alcance maior, é mais lento e tem alguns movimentos novos.

Os defeitos do jogo pra mim foram: ele não inova em nada, simplesmente pega elementos consagrados e os coloca ali. Os chefes até dão uma variada e são interessantes, mas as fases são muito extensas, tem pouquíssima carne pra pegar e tem vários momentos sacanas como a sempre insuportável Clocktower ou de deixar a tela de cabeça pra baixo e depois misturado na última fase.




Confesso que fiquei com um pé atrás em relação à este jogo.

Neste jogo, encarnamos Leon Belmont, o primeiro de sua linhagem de matadores de vampiros. A história foi rebootada em Lords of Shadow 2, mas isso é assunto pra outro post.
Lament of Innoncence é exatamente o que se espera de um Castlevania 2D adaptado pro 3D. Jogabilidade bem tradicional e em geral repetitiva, mas que faz ótimo uso das armas. O jogo inicialmente possui 5 fases depois destravando a fase final. Algumas fases são muito boas enquanto outras como o Calabouço é um saco, com destaque pras lutas contra os chefes, todas elas são incríveis, de longe o ponto mais alto do jogo e a trilha sonora. Embora seja mais um Castle tradicional do que um Metroidvania, ele usa bastante os mapas embora sem grandes detalhes ou passagens secretas pra se descobrir.

Inicialmente a trilha sonora, ponto forte da série não me agradou muito, mas ela foi melhorando bastante, sempre com um tom mais gótico e melancólico e no último castelo ela é incrivelmente boa.
O de Gênesis nunca joguei, mas o de PS2 joguei muito. Achava bom na época. Queria jogar pra ver como o Lorde of Shadow

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Desann

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Que série empolgante que é a Modern Warfare!

Mas sendo bem sincero, não enxerguei nenhuma grande melhoria em relação ao capítulo anterior; por outro lado, também não vi nada que diminuísse esse maravilhoso segundo capítulo! As missões de pura adrenalina continuam por aqui, a história tem bons plot twists, sem contar a excelente ambientação das guerras modernas!
Depois que você começa a jogar, é realmente bem difícil largar! :rox

Nota: 9,0
 

Knarf.Rocha

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Dragon Quest XI - PC:


O jogo é maravilhoso, pra mim, comparando-se ao Breath of Wild: são tantos aspectos bem feitos técnica e artisticamente que fiquei de boca aberta com os gráficos. Apesar da exploração não ser tão ampla quando o Zelda, o fator envolvimento e imersão é algo surpreendente. Paisagens lindas, personagens incríveis e carismático e uma narrativa bem construída. Golpes bem criados sejam eles individuais, em duplas ou trios. Lembrei de Chrono Trigger nesses momentos.

Terminei em 101h27min. Recomendadíssimo.:rox
 

G².

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Yakuza 2

Finalmente terminei de revisitar os Yakuza lançados para PS2. Yakuza 2 é a mesma coisa que o primeiro jogo, só que umas três ou quatro vezes melhor. Dessa vez, além de Kamurocho, passaremos por Sotenbori, um bairro cercado por lojas, clubes de garotas e água, além de muitos trombadinhas e mafiosos que vão encher o nosso saco. Yakuza 2 tem momentos ainda mais memoráveis que o primeiro, principalmente o boss final, e apesar de alguns momentos meio baratos, e o fato da câmera ainda atrapalhar nos combates diversas vezes, eu me diverti bem mais com esse do que com o primeiro, que não envelheceu tão bem na minha opinião. Yakuza 2 é um jogo bem mais sério também, com um enredo cheio de personagens que entram e saem, porém, nunca deixam sua relevância cair por terra, e em diversos momentos, o jogador irá se importar com eles, como se fossem amigos próximos. Ryuji Goda tá na minha lista de melhores vilões da franquia fácil. A porradaria continua nos mesmos moldes do primeiro, com combos e combinações de botões ainda maiores. E, com exceção da batalha final, que intercala três sessões, não achei o jogo tão difícil, eu só fui morrer no final, que é bem nojento caso seu personagem não esteja bem preparado com uns stamine royales e habilidades upadas quase ao máximo, ainda assim, é bem mais difícil que Yakuza 0, o jogo mais fácil da franquia na minha opinião. Yakuza 2 ainda funciona caso seja jogado atualmente, muitos elementos por aqui divertem o jogador, conta com um sistema de combate mais detalhado, e divertido que o primeiro, que foi afetado com uma jogabilidade irregular e uma câmera burocrática. Recomendo pra caralho. E depois de revisitar esses clássicos, tô ainda mais ansioso pelos Kiwami e Kiwami 2.
 

Netossauro

Ser evoluído
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The Legend of Zelda - Breath of the Wild - Nintendo Switch

https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51Ox7m6-OIL.jpg

9.9/10

Realmente, outro jogo com selo de qualidade FODÁSTICA da Nintendo. Eu senti o mesmo prazer em terminar esse jogo que senti ao finalizar Mario 3.

Quando você fica encurralado e acha que o jogo teve um bug, mas não, não tem bug no jogo, é "redondinho" sempre há uma saída.

Que história, que imersão, que jogabilidade, tudo perfeito, a Nintendo não falhou no seu "killer app" de lançamento do console.

Fiz só a versão vanilla do jogo, tenho os DLC, mas vou jogar em outro momento que sentir saudades da jogatina desse título.

Meu único porém, é que o jogo não tem NENHUMA música que prende na cabeça como os outros Zeldas. Comparado ao Ocarina of Time e o Link between worlds que foram os dois últimos zeldas que terminei, esse falou uns temas musicais mais marcantes.
 

Metal God

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No final de semana, terminei a história de Far Cry 5. Apesar de várias pessoas criticarem o jogo e terem dropado, como se vê lá no tópico do drop, eu gostei bastante do jogo. Gostei muito das adições de amigos que te ajudam a combater, usei bastante e foram muito úteis no decorrer do jogo, especialmente, o Hurk, que era também engraçado. Legal também o fato de poder fazer as missões nas ordem que o jogador desejar, missões que podem ser largadas pela metade, mas que podem ser retomadas. Pra mim, a Ubisoft acertou com Far Cry 5.
A única parte podre, mas podre mesmo, é o multiplayer, completamente sem graça, no qual ninguém joga porque é legal, mas joga pra ganhar os troféus pra platina. Se é pra fazer multiplayer, que se faça algo bom, ou nem faça. Pior é ainda botar troféu no multiplayer, o que obriga o vivente a assinar a PLUS. Nisso a Ubisoft errou feio.
 

Nux

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Belíssimo jogo, Fumito Ueda acertou de novo.

O jogo tem problemas com os controles, são muito ruins, mas a jornada é tão boa que isso fica sem importância.

Não é um jogo pra todo mundo, mas pra quem se interessa pelo tipo vale MUITO a pena, MUITO!

Jogão!!!
 

Tacrovy

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1542764156088.png

Red Dead Redemption 2 / Plataforma - PS4 / Tempo de Jogo - Não faço idéia, mas passei dos 50

Rapa esse vai ser difícil de comentar sem sentir coisas boas e ruins , é a continuação de um jogo simplesmente fantástico da geração passada, o hype tava nas alturas.
O jogo é uma prequel do primeiro RDR , aqui o Marston ainda faz parte da gangue do Dutch Vander Linde , nosso protagonista é Arthur Morgan.
Primeiro vou falar da história, caras a rockstar está de parabéns, em questão de ambientação, narrativa, o jogo é muito melhor que o primeiro, o Arthur é um personagem INACREDITÁVEL de foda, o redemption ai não está a toa no título do jogo, é uma put* jornada de auto conhecimento e reflexivo do personagem.
Os personagens em sua grande maioria são muito bons, tanto os da gangue quanto os encontros aleatórios, tem coisas hilárias e muito engraçadas, assim como tristes.
A construção do mundo é cheia de detalhes, graficamente o jogo é impecável, tem paisagens maravilhosas, montanhas, deserto, cachoeiras, quando começa chover você vê a tempestade chegando, folhas voado e o kct, jogo é lindo mesmo. A ost do jogo é muito boa, temas muito bacanas pra ouvir enquanto você da um rolê pelo oeste.
Cara agora a grande decepção do jogo pra mim, sem dúvidas é a jogabilidade, de longe é a pior da rockstar, o personagem é um taque de guerra de lento, e como visto num vídeo de testes por um profissional da EA (que ironia) o jogo tem um certo input lag, tudo é lento pra se fazer, parece que vc tá dentro da sala do templo do dende em dbz com a gravidade aumentada.
A movimentação é irritante, desengonçada, escrota mesmo, lerda e imprecisa, o jogo é muito burocrático, pra vocÊ fazer loot em gavetas, amarios, o personagem abre as coisas, pega o item, olha o mesmo, e joga pra dentro da bolsa, no começo não incomoda, mas depois de umas 6 horas de jogo eu já comecei a pegar birra desse sistema. E os menus? MINHA NOSSA QUE PÉSSIMA ESCOLHA pqp a interface de seleção de coisas é ridícula, basicamente vc precisa segurar o R2 pra falar com alguém, e apertar um botão, no cavalo por exemplo pra acessar a sua sela quÊ é onde fica os seus itens, tem uma série de botões com menus e sub-menus pra seleção de coisas, não tem praticidade ALGUMA , usar itens em cima do cavalo então? pqp é um parto, lootear, e usar items, ações básicas que acabam virando um porre no jogo, devido tamanha chatice e burocracia de fazer as coisas.
A física do jogo é meio maluca, tem hora que você tá cavalgando o cavalo pisa numa pedra minuscula, e vocÊ é catapultado, outras vezes vc fica preso em comandos que você está fazendo porém não chegou no cavalo. O sistema de bounty do jogo é de uma burrice impressionante, passou a cavalo e veio alguém entrando de fuça na sua frente? SE FODE AI, recompensa de 20 dólares pra vc, e não consegue fazer nada obviamente está sendo caçado, o melhor lugar pra vc ver esses defeitos é na cidade de Saint Dennis, é um parto andar naquela bosta.
Mirar tbm é uma chatice devido essa movimentação escrota, recomendo que tirem o auto aim, e configurem o controle e zona morta pra dar uma melhorada.
As missões do jogo são bem legais, muita coisa legal e típica do velho oeste, tem as coisas de sempre , caçar os procurados, caçar animais quê é praticamente um mini game muito grande dentro do game, com suas próprias características, agora tem um sistema pra caça, os animais tem classificações de 1 até 3 estrelas, a pele dos mesmos vai de acordo com isso, entretanto se vc não fizer uma clean kill, a pele vem num nível abaixo , isso faz com que vc gaste HORAS pra fazer alguma caça boa é tão burocrático quanto as outras coisas, sinceramente tem hora que irrita.
O tiroteio apesar da mira merda, é bem divertido, tem um detalhe que achei foda, quando você atira com revólver por exemplo, quando vc apertar de novo, o personagem vai apertar o cão da arma, e após deixa-la pronta pra próxima bala, isso ficou foda! com rifles de repetição é a mesma coisa.
As mortes estão brutais, voando pedaços, tiro na cabeça de 12 é um tomatão lascado, e tem muito daquilo do max payne 3, o ultimo cara que leva o balaço , aparece em uma câmera diferente pra vc ver o pobre diabo sendo morto com um tirambaço na lata, tbm tem o retorno do Dead Eye pra fazer aquelas paradas de dar uma porrada de tiro em cÂmera lenta, quÊ é bem legal por sinal.

Enfim eu curti muito o jogo, história foda, imersão mais foda ainda, mas a jogabilidade me irritou e MUITO, senão fosse por isso eu ia considerar um dos melhores jogos já feitos, mas não é o caso.

Nota: 8
 

G².

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Sunset Overdrive

Praticamente o Jet Set Radio dessa geração, só que com mais manobras, mas violento, e com uma trilha sonora repleta de garage-rock e post-hardcore do que o big-beat nervoso do clássico lançado para o Dreamcast da SEGA. Meu único problema é que eu senti que as quests principais são curtas demais, e apesar das possibilidades gritantes que o jogo te bombardeia durante o gameplay, com muitas armas diferentes, patches que dão poderes para as habilidades que você mais usa, elas não são muito necessárias pro zeramento, o que é ruim, já que o jogo é muito fácil. Mas não tem problema, já que tem muitas outras quests secundárias pelo mapa, bem divertidas de se fazer, fora muitos coletáveis. Recomendo pra caralho. E meus parabéns pro port de PC desse jogo, mesmo com essas reclamações relacionadas ao mouse, porém a otimização desse jogo ficou coisa de louco, com uma taxa de quadros constante, e mesmo com várias coisas acontecendo na tela, só vi um bug durante nove horas de jogo, e foi de textura, e como você fica 75% do jogo surfando pelos fios de luz e telhados da cidade, você nunca vai ver um bug no chão. Meus parabéns pra Microsoft pela atenção ao port.
 

linkmau

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Belíssimo jogo, Fumito Ueda acertou de novo.

O jogo tem problemas com os controles, são muito ruins, mas a jornada é tão boa que isso fica sem importância.

Não é um jogo pra todo mundo, mas pra quem se interessa pelo tipo vale MUITO a pena, MUITO!

Jogão!!!
Shadow of the Colossus e Ico são os melhores jogos de todos os tempos, mas eu não gostei do the Last Guardian. Faltou algo que não sei dizer o que é :T
 

Megazordi64

Ei mãe, 500 pontos!
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Shadow of the Colossus e Ico são os melhores jogos de todos os tempos, mas eu não gostei do the Last Guardian. Faltou algo que não sei dizer o que é :T
Faltou level design de qualidade e uma jogabilidade decente.

Amo ICO e Shadow of the Colossus, mas achei The Last Guardian bem medíocre.
 
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