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Qual o último jogo que vc Terminou/fechou/zerou? [+ Independente da plataforma]

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Bam-bam-bam
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terminei agora ! e fiquei surpreso ! porra achei que o jogo ia ser um porre e nada disso gostei bastante ! é infinitamente melhor que o rise of tomb raider , mais é curto ! comecei sexta feira e hoje ja terminei deve ter dado no maximo umas 10 horas de gameplay , é praticamente uma copia descarada do uncharted 4 :lolwtf tem sequencias que sao praticamente idênticas :klol

8/10
 


konde10

Bam-bam-bam
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Fechei o Resident Evil, na versão remake.

Como está para sair o remake do RE2 (que nunca joguei), fui para as suas origens jogar o jogo que originou a série. Cheguei a jogar o RE3 no PS1, então tinha noção de como seria as mecânicas do jogo.

De uma maneira geral, gostei demais de jogar esse jogo. Nos últimos meses ando tendo muita vontade de jogar jogos que me remetem a algum momento do passado, alguma experiência da época em que as coisas eram mais simples, e o remake do primeiro Resident Evil foi perfeito para mim. Atualizaram os controles para uma jogabilidade mais moderna da usual da época, a de "tanque". O controle de câmera foi o que mais sofreu, com certeza a câmera não se adaptou a essa nova jogabilidade, existiram momentos que eu literalmente andava em círculos por causa dos controles kkkk....

O jogo tem o desafio na medida certa na minha opinião. É nítida a melhora pessoal quando joguei a primeira playthrough e a última. Enquanto a primeira apanhava para todo zumbi, na última conseguia passar deles como se eles nem existissem lá. Esse aprendizado dá certa satisfação.

Dos dois personagens, a Jill é claramente mais interessante. Há pequenas diferenças de história e gameplay entre os dois, mas nada que se perca se for jogar apenas com um.

No geral, gostei muito do jogo, e ascendeu a minha diversão por jogar um Resident Evil, que já estava apagada a anos. Agora é esperar pelo lançamento do RE2make.

 

Edi (FZ2D)

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Apesar desse ano eu ter tido muitas atividades, tive a impressão de não estar conseguindo jogar tanto, mas parece que meu saldo ainda assim foi maior que no ano passado. Essa postagem será a ultima do ano nesse tópico, então antes de eu fazer uma breve análise dos jogos que concluí, segue abaixo uma breve retrospectiva de 2018:

Fuse (XBox 360)
New Super Mario Bros. U (Wii U)
Batman: Arkham City (PS3)

Call of Duty: World at War - Final Fronts (PS2)
Call of Duty: Advanced Warfare (PS4)
Vanquish (XBox 360)

Call of Duty: Black Ops III (PS4)
ReCore (XBox One)
Crackdown 2 (XBox 360)
Army of Two (XBox 360)
Marlow Briggs and the Mask of Death (XBox 360)

God Hand (PS2)
Tomb Raider: The Last Revelation (Dreamcast)
Burning Fight (Neo Geo CD)
Carrier (Dreamcast)
Mass Effect (XBox 360)
Deadly Premonition: The Director's Cut (PS3)

Call of Duty: Infinite Warfare (PS4)
Knack (PS4)
Halo 4: Spartan Ops (XBox 360)
The Walking Dead: Survival Instinct (Wii U)

N3 II: Ninety-Nine Nights (XBox 360)
Grand Theft Auto IV: The Lost and Damned (XBox 360)
Quake 4 (XBox 360)
SOCOM II: U.S. Navy SEALs (PS2)

No More Heroes (Nintendo Wii)
Splatoon (Wii U)

Papo & Yo (PS3)

Agora segue os jogos finais que concluí esse ano, começando por Alien Rage para XBox 360 que terminei no dia 24 desse mês.



A história de Alien Rage acontece em um asteroide que os seres humanos e uma espécie alienígena conhecida como Vorus, foram mineirar em conjunto para Promethium, uma fonte altamente eficiente de energia. Depois que os Vorus ligam os humanos e limpam os mineiros, Jack, o personagem principal, é enviado para a instalação de mineração para matar os alienígenas e destruí-la.



Se trata de um FPS espacial focado na campanha single player, aonde temos que derrotar diversas hordas de inimigos através das inúmeras fases que o jogo apresenta, além de ter que derrotar grandes chefes. O jogo traz belos gráficos e ambientações ricas em detalhes e bem variadas. Passamos por complexos industriais, estações espaciais, hangares, laboratórios e etc. As fases se alternam entre locais mais fechados, como corredores, e até espaços com grandes dimensões, fazendo com que tenhamos que traçar estratégias para passar pelos inimigos.

Uma característica bem diferente nesse jogo, e que raramente vemos em jogos mais atuais, é que o mesmo tem um placar de pontuação em no final de cada fase temos a típica tela de bônus baseado no desempenho que tivemos na fase. A pontuação se potencializa também, com bonus específicos baseados nas formas de matar os inimigos. Temos bônus por tiro na cabeça, meele, double kill, triple kill, explosão e diversos outros, além dos kill streaks para cada bonus específico.
No decorrer das fases também temos ícones de bonus escondidos, além de audio logs, que contam detalhes sobre o enredo de Alien Rage.



O jogo tem nível de dificuldade bem aguçado, pois, a IA dos inimigos é muito boa, fazendo com que os mesmos se escondam no cenário, te cerquem e se você foge, em muitos casos eles costumam te perseguir. Vale salientar que cada tipo de inimigo se comporta de forma diferente e que eles se movem bem rápido. O jogo é bem apelão. Tentei jogar no hard mas desisti logo na primeira fase. As fases possuem diversas células explosivas localizadas estrategicamente, e podemos utilizá-las para facilitar nos combates contra os inimigos. As batalhas contra os chefes são muito boas e com estratégia e paciência, eles se tornam até fáceis de se derrotar.



Não tenho muito a dizer sobre a parte sonora. Simplesmente que as músicas das fases são ok e que o som das armas parecem de armas de brinquedo :kkk Vale ressaltar que cada arma possuí um tiro secundário, e temos diversas delas através do jogo. Temos também os Player Perks, que são atributos que desbloqueamos com a pontuação total acumulada e que trazem melhoria nos atributos do personagem. São um total de 12 Player Perks e podemos manter até 3 acionados. Ele trazem atributos como aumento de 50% da resistência do personagem, aumento do dano gerado pelas armas, aumento do total de munição possível das armas e etc.

Alien Rage é um jogo pequeno, mas que ao meu ver traz diversas características que o tornam um jogo muito bom e outras que poderíamos ter em jogos maiores. É notável o cuidado com os detalhes e os gráficos impressionam bastante para um jogo desse porte. Eu recomendo bastante.

O próximo da lista é Dark para XBox 360, que terminei no dia 26.



O jogo conta a história de um jovem que foi recém convertido a vampiro que sofre de amnésia chamado Eric Bane. Ele descobre que sua transformação não está completa e que, se ele não beber o sangue específico, ele irá se transformar em um monstro sem mente que se alimenta de cadáveres. Para evitar ser uma criatura tão ruim, ele recebe missões para beber o sangue de antigos vampiros. No entanto, um anjo na visão de Eric parece guiá-lo para o caminho correto, e aliviar a dor intolerável que vem de não beber sangue apropriado, uma vez que desaparece. Com uma pergunta dessa visão, ele tenta recuperar suas memórias deletadas e seu verdadeiro eu.

Se trata de um jogo de ação e aventura focado na furtividade, aonde temos uma grande gama de poderes especiais de vampiro para nos auxiliar para passar pelas fases do jogo. Durante o jogo, acumulamos XP, e com essa XP é possível desbloquear novos poderes e atributos de Eric. A XP é adquirida ao eliminar inimigos, coletar tablets com informações, que seriam os colecionáveis do jogo e cumprir objetivos específicos do enredo. Quando matamos inimigos furtivamente, ganhamos um bônus de XP extra.



Os poderes de vampiros são os mais variados. Vão desde a movimentação furtiva pelas sombras, super velocidade, restauração de energia, ataques a distancia, um teletransporte com ataque e algumas técnicas de distração. Essas técnicas que mencionei consomem uma barra de energia que pode se reposta ao sugar o sangue de inimigos. Alguns outros poderes são nativos de um vampiro, e apesar de podermos melhorá-los, eles não gastam essa barra energia. Alguns desses poderes são o teletransporte e a visão furtiva aonde podemos notar aonde os inimigos, colecionáveis, câmeras, armas e obstáculos estão localizados, mesmo através das paredes.

Diferente de muitos jogos desse tipo, não temos plena capacidade de defesa no combate corpo a corpo. Certos inimigos só podem ser mortos com poderes vampiros especiais ou furtivamente pelas costas. Quando em estado de alerta, estes se tornam praticamente imundes e não é possível drenar seu sangue em hipótese alguma.
Quando os inimigos estão em estado de alerta, os mesmos começam a te procurar pela fase e uma barra é mostrada no canto inferior direito da tela, aonde exibe o tempo restante de alerta dos inimigos. Vale salientar que quando esses inimigos encontram corpos pela fase, essa barra é renovada. Uma das características que a jogabilidade possibilita é esconder os corpos, mas alguns poderes de vampiro quando potencializados, nos permitem até sumir com os copos, mas ainda assim se for utilizado em um raio com outro inimigo próximo, ele notará e entrará em estado de alerta.



Outros obstáculos que encontramos nas fases são as câmeras de vigilância, sensores de proximidade e plataformas que emitem raios UV. Em algumas fases também existem grandes corredores iluminados com raios UV, aonde temos que desativar um mecanismo eletrônico para desativá-los. Também existem alguns painéis de informação que emitem som quando andamos perto e rádios, que podemos ligar para atrair a atenção dos inimigos.

Os gráficos em cell-shading são muito bons e as fases cheia de detalhes, apesar de eu não concordar em ver uma casca de banana no chão de um laboratório criogênico. O jogo possui variados ambientes que achei muito bem retratados. Passamos por museus, pelos becos da cidade, boates e etc. Não há uma grande variedade de inimigos, mas é notável que fora a possibilidade de alguns deles utilizarem armas diferentes, na maioria dos casos se trata de uma troca de skin. Vale ressaltar que existem chefes em algumas fases e eles são personagens com características únicas. Apesar desse tipo de jogo oferecer uma experiencia linear, praticamente em todas as fases existem grandes áreas abertas lotadas de inimigos.



O jogo exige paciência, pois, em algumas partes parece que passar é realmente impossível, mas na realidade jogos de furtividade não são o meu ponto forte. Depois que temos uma boa gama de poderes desbloqueados e conhecemos a melhor forma de utilizá-los, tudo se torna mais simples.
Pra mim o saldo é mais que positivo, pois, apesar das dificuldades em certos pontos, consegui contorná-las, além de que o jogo tem diversas criticas negativas, e devido a isso, eu não esperava muito dele, mas felizmente superou minhas expectativas pois ele é muito melhor do que eu imaginava e após terminá-lo, cheguei a conclusão que tais críticas são excessivamente exageradas, Ainda assim as entendo, pois esse jogo foi lançado no mesmo ano de jogos como The Last of Us e Bioshock Infinite, logo, o critério das pessoas estava nivelado bem por cima.

O ultimo da lista e do ano, que concluí ontém, é StarHawk para PlayStation 3



Em um futuro distante, os humanos estão colonizando outros planetas através da galáxia. Ao mesmo tempo, os humanos estão explorando uma valiosa fonte de energia chamada Rift Energy. Os mineiros da Rift Energy, conhecidos como Rifters, começaram a extrair a energia Rift dos planetas do Outer Spur, mas alguns dos Rifters foram expostos à Rift Energy, que os transformou em mutantes selvagens conhecidos como Outcasts. Os Outcasts, protetores da Rift Energy, atacaram os locais de mineração de Rifter, incluindo um posto avançado no planeta quebrado de Sever, propriedade dos irmãos Emmett e Logan Graves.

Um partido de guerra Outcast destruiu sua plataforma, e ambos os irmãos ficaram expostos à Rift Energy. Logan, infelizmente, transformou-se em um Outcast, mas Emmett foi capaz de permanecer humano graças a seu amigo Sydney Cutter, que criou um regulador para implantar na espinha de Emmett para impedi-lo de se transformar em um Outcast. Emmett e Cutter logo se tornam pistoleiros contratados que viajam de planeta a planeta para proteger os locais de mineração Rifter de grupos de guerrilha Outcast.

Na pequena cidade de White Sands no planeta Dust, o prefeito Jonas pede a ajuda de Emmett e Cutter para proteger a cidade de um ataque dos Outcast enquanto cumprem sua cota de energia para a União, a principal autoridade no Outer Spur. . Eles concordam em ajudar por um preço, e são capazes de afastar os Outcasts. Os dois mais tarde descobrem que a festa de guerra Outcast estava sendo liderada pelo notório Outcast conhecido como Outlaw, que é o irmão de Emmett que foi transformado em um deles, Logan. Se quiser saber o resto compre o seu e jogue :coolface



StarHawk é um jogo de tiro em terceira pessoa muito diferenciado. Sua jogabilidade não se baseia apenas nos tiroteios e o uso do cenário para cobertura. Começando pelas variedades, temos quatro tipos de veículos. Uma motocicleta, algo comum que não tem nada de especial, um carro, aonde é possível carregar mais dois colegas, sendo que um vai no banco de passageiro e o outro faz o papel de artilheiro utilizando uma metralhadora montada na caçamba do veículo, um veículo blindado com armamento mais pesado e a estrela do jogo, os Hawks.

Posso dizer que Hawks é um nave, que quando esta esta em solo, toma a forma de um mecha. No decorrer do jogo, as fases vão variando entre a jogabilidade tradicional de um jogo de tiro em terceira pessoa, no espaço, pilotando os Hawks no ar, ou até a combinação das duas. Vale salientar que as fases são bem vastas e não mostram uma disposição linear, mais se assemelhando a pequenos mundos abertos.

Mas as novidades da jogabilidade não param por aí. Uma das possibilidades que mais gostei e achei inovadoras no jogo é a de construir fortificações de defesa. Podemos construir casamatas, aonde podemos tomar posição defensiva para utilização de lança mísseis e recarga de munição, torres para tomar posição de vantagem para utilização de rifles de precisão, postos avançados para aterrissagem capsulas com soldados para reforço, muretas de contenção, plataformas com metralhadoras inteligentes, grandes torres a laser para abate de hawks e veículos inimigos e muitas outras, além de claro, plataformas de extração de Rift Energy.


Como mencionado acima, o jogo traz diversas mecânicas que forma brilhantemente implantadas. Vale ressaltar que temos a mão uma quantidade bem expressiva de armas, tanto para o Hawk quanto para a utilização de Emmet em mãos. Tudo ficou muito bom e é divertido combater as hordas inimigas ao mesmo tempo que se constrói fortificações para se defender delas. Os gráficos do jogo são muito bonitos e sua ambientação remete ao velho oeste. A combinação do velho oeste com tecnologia espacial parece absurda mas foi muito bem implementada no jogo pela desenvolvedora. As músicas também rementem a esse tipo de ambientação e eu achei muito boa.

A campanha não é muito longa, mas achei o tamanho dela excelente. Temos 10 fases e creio que levei cerca de 6 a 7 horas para conclusão do jogo, e devo dizer que cada vez que eu ligava o console tinha um bom avanço na campanha, mesmo quando jogava apenas meia hora. Isso me animou bastante, fazendo com que eu terminasse a campanha bem rápido.

Basicamente o que eu queria dizer era isso. Considero que o saldo de jogos terminados em 2018 foi muito positivo, pois, terminei grande quantidade de jogos incluindo alguns que eu tinha encostado por ter encalhado em algum ponto.
Desejo a todos os postadores assíduos desse tópico um feliz ano novo, e que em 2019 terminemos mais jogos ainda :kjoinha
 

pavomba

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Nunca mais faço uma loucura dessas, o jogo tem umas partes quebradas, mas é bonzinho. Tentei zerar antes de sair no ano novo, mas não rolou, zerei agora na madruga.

Assim completo a lista triplice do Xbox que zerei no One, primeiro foi o COD 4 Remastered, depois o Bayonetta, e agora este. Pelo visto vou acabar comprando o Bayo, já que zerei nos ultimos dias dele no gamepass e tava afim de rejogar.

 

zOi-br

Bam-bam-bam
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Terminei Aliens Colonial Marines e Uncharted 2 no PS3.




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knOx_DF

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Fechei o Resident Evil, na versão remake.

Como está para sair o remake do RE2 (que nunca joguei), fui para as suas origens jogar o jogo que originou a série. Cheguei a jogar o RE3 no PS1, então tinha noção de como seria as mecânicas do jogo.

De uma maneira geral, gostei demais de jogar esse jogo. Nos últimos meses ando tendo muita vontade de jogar jogos que me remetem a algum momento do passado, alguma experiência da época em que as coisas eram mais simples, e o remake do primeiro Resident Evil foi perfeito para mim. Atualizaram os controles para uma jogabilidade mais moderna da usual da época, a de "tanque". O controle de câmera foi o que mais sofreu, com certeza a câmera não se adaptou a essa nova jogabilidade, existiram momentos que eu literalmente andava em círculos por causa dos controles kkkk....

O jogo tem o desafio na medida certa na minha opinião. É nítida a melhora pessoal quando joguei a primeira playthrough e a última. Enquanto a primeira apanhava para todo zumbi, na última conseguia passar deles como se eles nem existissem lá. Esse aprendizado dá certa satisfação.

Dos dois personagens, a Jill é claramente mais interessante. Há pequenas diferenças de história e gameplay entre os dois, mas nada que se perca se for jogar apenas com um.

No geral, gostei muito do jogo, e ascendeu a minha diversão por jogar um Resident Evil, que já estava apagada a anos. Agora é esperar pelo lançamento do RE2make.

Platinei esse ontem também. Agora estou tentando platinar o Zero antes do lançamento do RE2 remake. :kjoinha
 

maickmetal

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Shadow of the Tomb Raider - Xone
Gostei muito desse novo TR, acho q finalmente eles conseguiram balancear as partes de exploração com as sequências de ação e combates. Pra mim ta lado a lado com o Tomb Raider (2015) e bem acima do Rise q é o mais fraco da trilogia na minha opinião. Umas das coisas q mais gostei são as partes em stealth q é possível passar lama na Lara e se esconder nas plantas ou subir nas árvores pra pegar os enimigos na surdina. Fora os gráficos lindos, exploração muito recompensadora e a história que não deixa a desejar tbm. Só tem alguns bugs na jogabilidade e a falta de um botão de cover que faz falta tbm...
Nota: 9,0


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jbmarques

Larva
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Shadow of the Tomb Raider - Xone
Gostei muito desse novo TR, acho q finalmente eles conseguiram balancear as partes de exploração com as sequências de ação e combates. Pra mim ta lado a lado com o Tomb Raider (2015) e bem acima do Rise q é o mais fraco da trilogia na minha opinião. Umas das coisas q mais gostei são as partes em stealth q é possível passar lama na Lara e se esconder nas plantas ou subir nas árvores pra pegar os enimigos na surdina. Fora os gráficos lindos, exploração muito recompensadora e a história que não deixa a desejar tbm. Só tem alguns bugs na jogabilidade e a falta de um botão de cover que faz falta tbm...
Nota: 9,0


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Esse jogo é ame ou odeie, eu particulamente gostei muito e fechou muito bem a trilogia da Lara.

Dos 3, esse é o meu preferido.
 

Knarf.Rocha

Supra-sumo
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Resident Evil 4 - HD Project.
http://www.re4hd.com/

Eita, trabalho primoroso esse projeto e parece que tá todo terminado agora, inclusive os personagens.
Terminei ontem, depois de deixar de lado por um tempo.


Max Payne 3

DEpois que comprei meu PC gamer, tenho em mente rejogar todos os games que joguei na geração passada nos consoles, mas, agora, no PC.
Esse jogo em 60 fps e no ultra é a coisa mais linda. E ainda consigo dar um pouco mais de amor próprio ao Max, pq ele merece. Jogaço.
Quem sabe, sai o MP4.
 
Ultima Edição:

RenatoW

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Começando o ano com o pé direito e com a nostalgia nas alturas. :kluv

Burnout 3: Takedown - PSCX 2


Esse jogo é maravilhoso e marcou a minha adolescência quando joguei a primeira vez no PS2. Na época tudo que a EA fez era sensacional. :kbaba

Joguei no emulador de PC e fiz todos eventos com medalhas de Ouro. Desafio na medida, jogabilidade muito precisa, gráficos maravilhosos e trilha sonora fantástica.
Achei a variação de eventos melhor e bem menos enjoativo do que no Burnout Revenge.

Recomendo a todos e isso é um jogo de corrida arcade de qualidade ! :kjoinha

9,5/10

pcsx2 2019-01-02 23-06-56-29.jpg
 

Vegito

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QUANTUM BREAK - PC

Jogo de de emoções mistas.
O começo é muito, muito chato. Demora pra ficar interessante, e quando fica, acaba. O é Jogo curtíssimo, o Steam marcou 9h de jogo, e dessas 9h tem pelo menos umas 2h de filminho e série.

A jogabilidade é bem dura, o personagem só faz o que é pra fazer, tem 0 de improviso ou interação com o cenário fora do que é previsto. O tiroteio é bem chatinho, praticamente não tem diferença nenhuma entre as armas, o grande highlight é ao mesmo tempo um ponto negativo: os poderes temporais são muito legais de serem usados, mas ao mesmo tempo são OP pra caralho. Tu fica basicamente invencível com eles.

Achei o jogo bonito graficamente, nada absurdo pros dias de hoje, mas bonito.

A história é o ponto principal desse jogo, mas sou supeito pra falar porque qualquer história envolvendo viagens no tempo e coisas do tipo me fisgam facinho. Pra quem não sabe, entre os capítulos tem uma série live action, que por sinal é bem desnecessária. Não avança praticamente nada a história, só foca nos personagens secundários. Outra coisa chatinha é que exageraram demais na leitura. MUITA informação é passada por objetos que você encontra no ambiente, mas são muitos textos muito longos. É legal poder expandir um pouco o lore, mas é exagerado, quebra muito o ritmo do jogo. Você mata uns carinhas e fica uns 10 minutos parado lendo. Mata uns carinhas, 5 minutos lendo. Resolve um puzzle super fácil, 6 minutos lendo. Porém tenho que parabenizar os roteiristas por fazerem umas história consistente dentro da temática. Há mistérios muito interessantes cuja resolução também é bastante interessante. O ponto negativo é o final. Tá na cara que rusharam muito o jogo, provavelmente as M$ pressionou pra entregarem na deadline e o jogo ficou meio inacabado. Ele fica o tempo inteiro construindo algo e de repente acaba e deixa tudo pra sequência (é bem claro que eles tinham certeza que haveria uma sequência).
Diversas vezes o jogo dá uma escolha pra fazer também, mas as mudanças dependendo das escolhas são mínimas pra nenhuma.

Vou botar em spoiler as duas reclamações principais quanto ao final:

1. Shifters. Em dado momento do jogo começa a se falar neles e em quanto eles são essa entidade super foda. Fica parecendo que um shifter vai ser o chefe final, ou algum sub boss, mas não. Simplesmente em momento algum se enfrenta eles. É claramente uma semente plantada pra sequência, já que provavelmente no fim do tempo o Paul Serene vai ser um, e o Martin Hatch já é, aparentemente.

2. O jogo fica martelando o tempo inteiro que nada pode ser mudado. Se já aconteceu, já aconteceu. E pra mim, ok, até achei bem interessante pra história. MAS, no final o Jack Joyce sabe que o fim do tempo vai ser em 2021, e que já aconteceu, e que a Monarch não entendia porque o tempo acabaria antes que o previsto, em 2016. É óbvio, então, que o Jack sempre evitou o fim do tempo em 2016 e ele acontece de qualquer forma mais tarde, E NINGUÉM QUESTIONA ISSO. O pessoal simplesmente fica de boas. Tá certo que guardaram isso pra sequência, mas já dava pra ter alguém se perguntando, principalmente o irmão do Jack que esqueci o nome agora.


Gostei muito das atuações também, principalmente do Little Finger. O cara mata a pau.


Recomendado apenas para quem curte MUITO histórias de viagem no tempo/paradoxo, etc e o ator Aidan Gillen (Little Finger do Game of Thrones)
 

isagirlyB

Ser evoluído
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Ultimo jogo que joguei agora nas férias foi Left for dead (2)
Consegui terminar algumas campanhas no modo avançado online ^^

Pra mim é um dos melhores jogos online pra se jogar, apesar de um jogo antigo, tem um ambiente bom, jogabilidade boa, interação com os personagens..
Personagens são engraçados ^^ Gráfico não é um dos melhores, mas é legal!

33.6 horas nas 2 últimas semanas (0.o)


Segue videozinho (me desculpe se n pode divulgar)
 

konde10

Bam-bam-bam
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Primeiro jogo do ano, não poderia ser mais divertido. Terminei o Sonic Mania.

Na última black friday peguei esse jogo em mídia física. Embalagem muito bonita, vem dentro de uma luva e com um livrinho com algumas artes, além do jogo.

Sonic Mania é o melhor jogo do Sonic, melhor até mesmo que os jogos do Mega Drive. Em todos os pontos ele se destaca, desde uma trilha sonora cativante até uma arte fantástica. As fases são grandes, com muitos segredos e caminhos diferentes, e as batalhas com o Dr. Robotnik são inteligentes, engraçadas e desafiantes. Existem diversos modos de jogo, e a versão plus do jogo contém ainda mais, além de personagens e fases extras. O jogo é mais difícil do que os Sonic 1-3 do Mega Drive.

Gostei muito do jogo, principalmente pela música e as fases muito bonitas. Pena que pelo jeito não teremos um Sonic Mania 2. Jogo recomendado para, além dos fãs, os saudosistas dos jogos da época em que Sonic brigava com o Mario (e não amiguinhos como são hoje).

 

RenatoW

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COD: Infinite Warfare - PC

O jogo é bem direto e objetivo.
Tem as misssões principais e missões secundárias que liberam novos upgrades.

Gostei dos personagens, só que o principal é sem emoção total. :kkk
As batalhas com naves são muito bonitas, só que no final já começam a ficar cansativas.

7,5/10
 

HonkaHonka

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Red Dead Redeption 2 (PS4)

Não tem muito o que falar desse jogo, além do que já foi dito. É facilmente o melhor jogo de 2018, pois é o mais rico em qualquer aspecto possível de comparação com os outros lançamentos do ano. Fui um dos que reclamaram do jogo, mas acho que é do meu momento mesmo, ando sem paciência pra jogos longos e as longas viagens de um ponto a outro do mapa me deixavam meio que de saco cheio. Cheguei a parar a jogatina lá pelo capítulo 5, mas depois retomei com vigor, embalei e, focando nas quests principais, terminei o jogo.

Possivelmente, RDR2 é o jogo mais marcante da geração, pelo conjunto da obra, qualidade da narrativa das histórias e da construção dos personagens, pela trilha sonora incrível, pelos gráficos que tiram leite de pedra dos consoles com hardware já defasado e pelo gameplay competente.

Terminei ele com a consciência pesada por não ter ido atrás dos 100% ou pelo menos ter tentado me aproximar o máximo possível disso. Esse jogo é pra ser degustado com calma, não merece ser rushado. Talvez um dia eu volte a jogá-lo.

Nota do Honka Honka: 9,96/10

Abraços!

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Piga

Alien Pro-Gear Spec!
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Finalmente serei esse game:
images.jpeg
Comecei no início de Outubro/2018 e quando chegou Novembro/2018 dropei. Em Dezembro/2018 retomei o jogo e hoje finalmente finalizei.

Em termos de gráficos, esse é sem dúvida o Zelda mais bonito que já joguei. Mas o "open world" não funcionou do jeito que eu esperava. Logo no início você fica meio perdido depois de sair do Great Plateau. E você vai jogando, jogando e o Link não evolui. Sem dúvida também é o Link mais fracote de todos os Zeldas que já joguei. Apanhei muito até entender a mecânica do game e como upar o personagem.

E aí vem a segunda decepção. O jogo é muito, mas muito repetitivo ao ponto de ficar massante. Link tem muitas vestimentas no jogo. Basicamente usei durante o jogo a stealth, utilizando as demais em momentos específicos do game. Outra coisa, como o terreno é acidentado, o cavalo mais atrapalha do que ajuda. Sempre você vai querer usar a rota mais curta e pra isso o cavalo não serve. Então mais uma mecânica sub-utilizada dentre muitas. Pra não me alongar muito, fiz:

- Todas as Shrines
- Todas as quests
- Todas as side-quests
- Todas as memórias
- Todas as ability controls
- Todo o Hyrule Compendium

Não tive saco de fazer:

- Achar todos os baús
- Upar todas as vestimentas
- Achar todas as sementes de Koroks

Então é isso. Zelda Breath of the Wild é um game muito bonito e muito repetitivo, o que faz dele um bom jogo, nem ótimo nem perfeito como alardeiam por aí.

PS: Não descobri como ver quantas horas tenho de jogo no Wii-U.

Falow
 

HonkaHonka

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Halo: Spartan Assault (Xbox One)

Um shooter twin stick bem basicão, dentro do universo Halo. As mecânicas do jogo são simples e ele até que é bem divertido. Os gráficos também são bonitos e simples, tratando-se de um jogo de início da geração e que veio da plataforma mobile. Três ou quatro horas são o suficiente para terminá-lo, mas fazendo umas alterações na dificuldade, dá pra prolongar a jogatina por bem mais tempo. Eu queria tê-lo jogado em coop, mas o online do jogo está deserto.

Tem no game pass, mas na store já tá bem baratinho, por cerca de 8 presidentos. Se o online fosse movimentado, eu até o compraria.

Nota: 6,02/10

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HonkaHonka

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Finalmente serei esse game:
Visualizar anexo 61007
Comecei no início de Outubro/2018 e quando chegou Novembro/2018 dropei. Em Dezembro/2018 retomei o jogo e hoje finalmente finalizei.

Em termos de gráficos, esse é sem dúvida o Zelda mais bonito que já joguei. Mas o "open world" não funcionou do jeito que eu esperava. Logo no início você fica meio perdido depois de sair do Great Plateau. E você vai jogando, jogando e o Link não evolui. Sem dúvida também é o Link mais fracote de todos os Zeldas que já joguei. Apanhei muito até entender a mecânica do game e como upar o personagem.

E aí vem a segunda decepção. O jogo é muito, mas muito repetitivo ao ponto de ficar massante. Link tem muitas vestimentas no jogo. Basicamente usei durante o jogo a stealth, utilizando as demais em momentos específicos do game. Outra coisa, como o terreno é acidentado, o cavalo mais atrapalha do que ajuda. Sempre você vai querer usar a rota mais curta e pra isso o cavalo não serve. Então mais uma mecânica sub-utilizada dentre muitas. Pra não me alongar muito, fiz:

- Todas as Shrines
- Todas as quests
- Todas as side-quests
- Todas as memórias
- Todas as ability controls
- Todo o Hyrule Compendium

Não tive saco de fazer:

- Achar todos os baús
- Upar todas as vestimentas
- Achar todas as sementes de Koroks

Então é isso. Zelda Breath of the Wild é um game muito bonito e muito repetitivo, o que faz dele um bom jogo, nem ótimo nem perfeito como alardeiam por aí.

PS: Não descobri como ver quantas horas tenho de jogo no Wii-U.

Falow
Entre no daily log que você consegue ver quantas horas de jogo você tem em tudo que jogou no seu Wii U.

Abraços!


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Solid Dante

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Não é tão bom quanto o primeiro, mas ainda sim, clássico.

Só achei que o bullet time aqui facilita demais, pois fica um tempo bem grande, dá pra matar todo mundo que aparece e ainda sobra tempo.
 

Desann

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ALICE - MADNESS RETURNS

Eis que concluí a continuação que só veio surgir 11 anos depois do lançamento do game original.

Novamente assumimos o papel de Alice em meio a mais um País das Maravilhas deturpado, só que agora, também temos a chance de vivenciar alguns momentos no mundo real. E dessa vez, o objetivo da protagonista é o de deter um grande trem que pretende destruir de vez todo o País das Maravilhas (bem como a própria criadora de tal nação); e junto a isso, Alice também parte para descobrir maiores informações sobre a fatídica noite que sua família morreu em meio a um incêndio.

Graficamente, apesar de sofrer com frequência de uma lentidão para carregar texturas e de algumas animações precárias, o jogo até que é bonito. E sem dúvidas, apresenta uma direção de arte bem competente; em que cada capítulo nos mostra lugares com visuais bastante diferentes uns dos outros.

Quanto à jogabilidade, o combate agora está muito mais rápido que o do game original, mas ainda assim, é bem simples (sequer existe um sistema de combos); de qualquer forma, as armas são legais e podem ser melhoradas aos poucos. Quanto aos inimigos, no geral, possuem bons designs, mas poderiam ser um pouco mais diversificados, sem contar que a existência de um único chefe durante o game inteiro me decepcionou.

Ainda sobre a jogabilidade, vale ressaltar a parte de plataforma: que é provavelmente o que mais curti no game inteiro; e apesar de pegar leve demais caso falhemos em algum trecho (sempre somos realocados em lugares bem próximos de onde caímos), esses momentos realmente me divertiram em sua maior parte. Sem contar que a habilidade de encolhermos a hora que bem quisermos, e assim revelando passagens escondidas, também foram do meu agrado!

Enfim, não vou afirmar que Alice - Madness Returns não tem problemas, pois tem e não são poucos. Inclusive, o ritmo dele não é muito bom, visto que se trata de um game linear com uma duração que passa de 10h, mas que o desenvolvedores não estavam com tantas ideias para todo esse tempo, e realmente caem na repetitividade (ressalto em especial todo o Capítulo 2 , que é bem chatinho e tem a maior pinta de filler). Mas ainda assim, sinto que tive uma boa dose de diversão durante essa nova jornada nesse macabro País das Maravilhas!

NOTA: 7,5
 

CrazyGuitar

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Spider man PS4

Nota 8/10

Jogo excelente, história incrível, faz vc se envolver bastante no mundo do spider, fora que balançar pela cidade é um passeio incrível. Gráficos do jogo estão excelentes também, isso pq joguei no ps4 vanila.

O que não gostei foram das side quests que achei bem bobas e as partes de se esconder com a MJ e o Miles, cada vez que aparecia uma missão dessa dava vontade de desligar.

Pra quem ainda não jogou recomendo muito.
 

Goa

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Hellblade Senua's Sacrifice para XoneX.

8/10. Jogo maravilhoso e único. Um pouco repetitivo mas recomendado.
 

Megazordi64

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The Order 1886



Pela critica estava esperando algo praticamente injogavel, mas e apenas um jogo fraco, principalmente por ter sido terminado as pressas.

E melhor por exemplo que muito joguinho queridinho da media especializada como The Last Guardian.

O que mais me impressionou no The Order sao os graficos, os ambientes sao bem realistas e bonitos, apesar de constantemente ser possivel ver bugs como pixels estourando.

A direcao narrativa nao chega a ser exemplar como a da Naughty Dog, mas me diverti com a historia contada. O jogo e praticamente um filminho interativo, passei mais tempo vendo cutscenes e andando do que enfrentando inimigos.

O gameplay e bastante cru e generico, tenta se inspirar um pouco em Uncharted, mas nao consegue ter sucesso. Mas nos poucos combates que existem durante a aventura foi divertido esperimentar algumas armas.

Pensei que enfrentaria mais monstros durante o jogo, porem sao poucos encontros e as batalhas sao decepcionantes. E ridicula a forma de esquivar deles e nos chefes se faz uso de QTEs sem inspiracao nada empolgantes. Resumindo, e literalmente uma merda enfrentar os monstros e chefes.

E incrivel como os desenvedores nao sabem fazer bom uso de QTEs, como o jogo possui muitas cutscenes pensaram que seria divertido por algum motivo ficar realizando QTEs irritantes. Esse resurso pode ser interessante quando e bem utilizado, como nas finalizacoes da serie God of War, se nao souber fazer bom uso dele e melhor nem usar.

Existem bastante bugs com dialogos sendo cortados e aconteceu uma vez de o personagem comecar a falar em ingles sendo que estava jogando em portugues. Os gemidos que acontecem o jogo intenteiro sao hilarios, parece que o personagem esta cansado ou fazendo esforco o tempo inteiro.

O final e muito, mas muito decepcionante, pois a historia estava divertida, porem fica claro que a Sony bateu o pau na mesa e pediu para os desenvolvedores terminarem o jogo de qualquer jeito, entao finalizaram de uma forma sem pe nem cabeca. Por isso tambem e um jogo muito curto, devo ter zerado em umas 5h, fiquei com pena de quem pagou full price, mas vale os R$15 na promocao da PSN.

The Order nao e um jogo injogavel, mas e ruim. As vezes podia ter sido bom se nao fosse terminado as pressas e os desenvolvedores tivessem um pouco mais de talento no level design, pois da maneira como o gameplay e tao cru parece ter sido feito por uma equipe de amadores.

Nota: 5,5
 
Ultima Edição:

Metal_Killer

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Dead Cells é um jogo que não enjoo de jogar e rejogar e jogar novamente. Termino ele umas 2x por dia


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Acteon

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Horizon: Zero Dawn

Peguei só para ver como era o jogo e não sosseguei até terminar.
Pessoalmente achei um mundo muito bonito e intrigante, com uma personagem principal muito bem construída e cheia de carisma, aliados a uma jogabilidade gostosa e gráficos sensacionais.
Mergulhei no mundo de HZD e fui atrás de cada história e pista para desvendar o mistério daquele mundo, até a última missão ainda estava cheio de curiosidade com o jogo. Até aí, seria o tipo de jogo 9,5 com facilidade para mim. Um clássico instantâneo alçando a Guerrilha a um posto de destaque nas minhas produtoras preferidas.
Chega então a última missão e o ultimo chefe que literalmente jogam água no seu chopp. Uma sequencia de acontecimentos bem genéricos que levam a um boss também genérico e esquecível.
Porra, até uum t-rex seria melhor como boss final. Sendo que perderam a oportunidade de colocar uma batalha épica estilo god of war 3 contra um Hórus de verdade.

No resumo o jogo ainda é ótimo e estou ansioso por uma continuação.
Porém por conta do final a nota diminui um pouco.
8.5/10
 

RenatoW

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Resident Evil 4 - PC

É com orgulho que vou limpando a minha lista de jogos retrôs e que surpresa agradável.

Resident Evil 4 é um daqueles jogos que pegava em quase todos consoles, começava e nunca zerava. :kkk
Dessa vez encarei e fiquei viciado no jogo. Apesar da jogabilidade travada é fácil de se acostumar e depois é uma delícia. :kbaba

O jogo não tem nada dos Resident Evil passados, isso não me incomodou em nada e com certeza entrou nos melhores jogos que joguei de ação.
É muito variado, situações inusitadas, ótima ambientação e cada inimigo com suas características e sons.

Com certeza foi o jogo que definiu os novos jogos do estilo TPS.
Podem falar e achar o que quiser mas com certeza é um Clássico e envelheceu muito bem. :kluv

9,5/10
 

Solid Dante

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Blue Estate (PC)



Shooter on rails, história bem qualquer nota, mas é divertido.
 

Devon_

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Life is Strange (Xbox One)

O jogo pra mim tava perfeito até o episódio 4, mas achei episódio 5 decepcionante. Basicamente, você tem duas escolhas no final e só. Também a sequência do pesadelo da Max ficou confusa pra caramba, não ajudou em nada no meu ponto de vista.

8/10.

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Odin Games

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Depois de alguns dias travado em uma fase, nesse domingo consegui zerar o Tom Clancy's H.A.W.X 2.

O jogo é muito bom e lembra bastante os Ace Combat, tem bastante ação e tem bastante histórias, que são baseadas em histórias criadas pelo escritor Tom Clancy. Eu tive bastante dificuldade em passar de uma fase com o F-18, e nas duas últimas com o F-22, ontem consegui passar para a última fase, e apesar dela ser bem difícil, consegui passar no mesmo dia, nela tinha que enfrentar um personagem que era bem difícil derrubar ele, gastei quase todos os meus mísseis e fiquei uma meia hora tentando acertar ele com a metralhadora, e quando só tinha 5% de energia consegui derrotar ele, mas já estava com os polegares doendo de tanto fazer manobras... :klol

Só fiquei decepcionado porque não consegui jogar com meu caça favorito, o F-14 Tomcat, achei que iria jogar uma fase com ele, mas ele não apareceu... Alguém sabe como jogar com ele? Se for por DLC vai ser uma decepção para mim, pois não tem mais nada disponível dele na PSN... Mas vi que ele aparece nos créditos do jogo, vi também aparecer um Mig-15, F-86 Sabre, entre outros, tomara que dê para desbloquear eles.

Recomendo para quem curte jogos desse estilo, só não dou 10 porque não consegui jogar com meu avião favorito, mas dou nota 9,5/10.
 

O Rei Rubro

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Bioshock 1 e 2 (pela quinta vez B1 e pela segunda vez B2) desta vez no PS4.

Continuam muito bonitos. B1não tem o que dizer: um dos melhores de todos os tempos. B2 é como um "chalenge missions" de B1. São diversas fases, onde o modus operandi é o mesmo, com uma historia de pano de fundo que é como "Bioshock Chronicles". Não chega a ser um B1, mas os gráficos todavia deram um UP bom.

Agora estou no Bishock Infinite. Vou terminar pela segunda vez. Estou gostando mais do que da primeira vez que joguei, ele tem umas falhas de design escabrosas, e o pacing e o "rumo" do jogo não tem nada a ver com Bioshock1. Mas ele tem um charme considerável. Se não tivesse o nome Bioshock no jogo...e durente o agme as pessoas fossem descobrindo a relação com o primeiro jogo...acho que teria sido melhor recebido. Na época eu detestei o jogo por causa da memória afetiva de B1. Hoje...já acho que ele é um bom jogo,mas com a maldição de carregar no nome o estigma de um jogo excelente.
 

Vaynard

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2019 - #1 - Super Castlevania 4 - Snes

A anos vinha adiando jogar este, que por muitos é considerado o melhor Castlevania clássico.

Remake do 1, Castlevania 4 possui de longe a melhor jogabilidade de todos eles, com o chicote em 8 direções, gráficos incríveis, uma trilha sonora fantástica e principalmente uma enorme variação de cenários.
Começamos fora do castelo e passamos por floresta, catacumba, caverna, torre, livraria, é o jogo mais diversificado da série com tranquilidade.

Porém, algumas coisas me incomodaram no jogo. Ele é desnecessariamente longo demais. Além de longo, ele é verticalizado demais, o que pode ser traduzido para malditas escadas o tempo todo.
Sério, é muito irritante isso. Além disso, ele continua com a velha mania dos CV de NES de pegadinhas. Cheio de buracos safados, inimigos que te empurram no buraco, inimigos que te empurram da escada e principalmente inimigos que vem igual louco na sua direção. Achei ele bem difícil mas de uma forma forçada.
Enquanto o chicote te dá vantagens absurdas no combate, os vários momentos de plataforma são sacanas. Os chefes em geral são fáceis e esquecíveis, principalmente pelo chicote ser extremamente forte.

Na minha opinião, Rondo of Blood reina soberano como o Castlevania clássico supremo, em todos os aspectos.
 

Jogar Agora

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O último que zerei foi o primeiro Spyro Remake, ficou excelente, só que como tem mais de 20 anos q joguei o original de PS1, não sei se o Remake melhorou só a parte visual(obviamente) ou se também criaram cenários novos etc...(como o RER).
O jogo é lindo demais e o bom é q ta fácil pra platinar, o único desafio maior foi uma missão de voo.
Agora comecei a jogar o Spyro 2 e to achando o visual ainda melhor e com novidades muito boas, agora o dragãozinho pode mergulhar, pegar pedras e outros objetos com a boca, escalar, enfim o jogo ta mais completo.
Na época do PS1 eu só joguei e zerei o Spyro 1, não conhecia os outros.
Até agora pra esse Spyro Remake nota 9,7.
 
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