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Megazordi64

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Tipo Dark Souls.

Crash nem se compara em surpresas roubadas a um jogo Souls por exemplo.
Só existe surpresa na série Souls se jogar rushando e sem tomar cuidados.

Isso é tão óbvio que com passar do tempo passei a morrer apenas nos bosses nos jogos da From Software, nos caminhos entre eles conseguia passar ileso na maioria das vezes.

Existe um padrão sim.
 

quid

Bam-bam-bam
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Crash Bandicoot 2 - Cortex Strikes Back (Crash Bandicoot - N'Sane Trilogy) - PC (Steam)



Se o 1º Crash é a definição de desafio justo, o 2º é a definição de "roubado".
Parece que tudo no jogo foi pensado de forma a irritar o jogador; dos ângulos de câmera ao posicionamento dos inimigos & obstáculos, nada coopera.
A cereja no topo do bolo são os momentos de tentativa & erro, em que não importam o quão rápidos seus reflexos sejam, você vai perder uma vida a menos que tenha conhecimento da cilada que te espera à frente.

Crash Bandicoot 2 é enfurecedor.

Nota: 2 / 5 - Ruim - :kzonzo
Putz eu ja achei o primeiro roubado, então nem vou jogar o segundo.

Eu fechei os 3 e adorava qdo era criança, mas hj em dia to achando q envelheceu mal e a dificuldade é muito exagerada.
Tô jogando exatamente esse jogo e me surpreendeu a dificuldade, achava que seria moleza, sempre via os vídeos daquela fase primeirona e parecia ridículo de fácil, jogo que mais me enganou.
 

Megazordi64

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Titanfall 2



Pelos elogios esperava mais, acho que a falta de boas campanhas no gênero fps fizeram as pessoas colocarem Titanfall 2 num patamar meio overrated.

A desenvolvedora Respawn possui um talento enorme para fazer aventuras singleplayer, é possível perceber isso jogando Titanfall 2, porém nele é algo claramente secundário.

Eu senti como se tivessem feito a campanha com a sobra do material do multiplayer aplicando algumas boas ideias, mas que nunca chegam ao seu auge. Fica sempre aquele gostinho de "podia ser melhor".

É possível encontrar ótimas ideias de level design (coisa rara no gênero atualmente) como as partes plataformas e a fase genial de viagem no tempo (daria pra fazer um jogo inteiro com esse conceito).

A história é completamente genérica e esquecível, podiam ter dedicado um pouco mais energia ai, e a campanha é curtíssima, devo ter terminado em umas 4 horas.

Acredito que a Respawn trabalhou com o orçamento um pouco limitado, talvez isso explique os gráficos simples com algumas texturas bem feias.

Se é fã de campanhas de fps recomendo comprar Titanfall 2 numa boa promoção, paguei R$20 e acho que valeu o investimento.

Nota: 7
 


Desann

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Zerei aquele que é provavelmente o capítulo mais desprezado da franquia Call of Duty.

Antes de mais nada, já deixo claro que sou um dos raros apreciadores da série CoD pela sua campanha, e nada além disso. Assim, no quesito história, adianto que Ghosts é realmente bem inferior à trilogia Modern Warfare. Toda aquela parada dos filhos seguindo os passos do pai militar fodão, bem como o ex agente traidor, tudo bem clichêzão (vou nem falar do cliffhanger no final); o único vestígio de originalidade, foi o fato de dessa vez os grandes vilões serem latinoamericanos (Brasil incluso), e não os velhos russos, árabes, nazistas de sempre...

No quesito jogabilidade, achei a IA dos inimigos esquisita (e um tantinho burra), daí mesmo jogando no mesmo nível que joguei a trilogia MW, considero Ghosts bem menos desafiante. Mas falando dos aspectos positivos, as missões aqui continuam muito boas e empolgantes! Ressalto as missões em gravidade zero, que achei uma novidade bem legal!

Enfim, apesar dos vários defeitos, a ação de qualidade ainda me faz considerar Ghosts como um game satisfatoriamente divertido!


NOTA: 8,0
 

Knarf.Rocha

Supra-sumo
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Dishonored 2

Menos um no backlog.
Jogo muito bom, jogabilidade macia, história simples, mas envolvente. Adoro jogar no estilo furtivo.
Nota: 9,0.
 
Ultima Edição:

slartibartfast

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South Park The stick of truth (PS3)

Não sou espectador casual da série animada e nem lembro qual foi a última vez que assisti um episódio, mas eu posso dizer que esse jogo é a forma mais autêntica de se sentir participando de uma temporada completa. Pelo que eu bem me lembro, muitos elementos da série animada foram colocados no jogo da melhor e mais criativa maneira possível. Os criadores desse jogos estão de parabéns, pois o jogo tem um gameplay divertidíssimo e me fez rir por horas. Eu nunca penso em dar risadas quando estou jogando videogame, mas quem procura isso nesse tipo de mídia vai achar com sobra aqui :klol

O que mais me incomodou aqui foi a parte técnica, pq no PS3 constantemente tinha umas quedas absurdas de FPS. O mapeamento dos comandos no controle também me desagradou um pouquinho e apesar de ter platinado o jogo, eu não consegui me acostumar até o final :khuh

Jogo excelente! :kjoinha

01 – South Park The stick of truth (PS3)
 

Piga

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Acabei de terminar esse na Master Race:

Meninos e meninas, que história FODA! Triste para caralho também, mas foda, muito foda!

O game em sí não há nada de mais em termos de gameplay. É bem simples, basicamente uma linha reta, um passeio no parque, não há desafios ou quebra-cabeças. Tudo está alí única e exclusivamente pra servir a história, e que história! O jogo é curtinho, dá pra terminar em poucas horas e o final dá aquele aperto no coração fellas, só jogando pra sentir.

Os gráficos são excelentes, assim como o áudio e todo o resto. O jogo é levinho e está de graça até o dia 24/01/2019 na loja da Epic Games.

Recomendo muito!
 

Gillian

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Saiu no gamepass e brinquei um pouco...

Terminei com o Ryu, Chun-li e Akuma....

Galactus rox!!!


Enviado dos céus de Zenithia
 

Fatofi

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Acabei Resident Evil 7, comecei esse jogo a alguns meses atrás e não lembro porque tinha deixado de lado, gostei muito da atmosfera e level design, muito parecido com os games clássicos e sem o excesso de backtracking, recomendo a todos que curtirem um bom horror

Não gostei muito do final, mas a jornada compensa

Enviado de meu Moto G (4) usando o Tapatalk
 

Renato Zero

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Pessoal adora as ciladas do Dark Souls mas não aguenta as "ciladas" do Crash Bandicoot kkkkk...
Que nada.

Dá pra contar nos dedos das mãos os momentos RÁÁ! PEGADINHA DO MALLANDROOO! dos 5 jogos da série Souls, juntos.
Já em Crash 2 você esbarra com algo do tipo a cada 5 minutos de jogo, é um saco.

Vale frisar que - ao menos pra mim - dificuldade não é problema, pelo contrário; se um jogo não me desafia, me entedia.
O problema surge quando o jogo não te dá a chance de analisar as situações em que te coloca, praticamente te forçando a falhar; se esse tipo de coisa acontece com frequência, o jogo deixa de ser desafiador e se torna apenas irritante.
 

G².

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Comecei o ano bem, livrando o backlog de umas pendências, mas primeiro, quis revisitar um jogo que eu tive a oportunidade de jogar no PC.

Dead Rising Remastered


Puta que pariu, manos, eu amo esse jogo. Na década passada, a Capcom não falhava uma, principalmente quando se tratava de ips originais. Depois de fazer jogos como Resident Evil 2, Code Veronica e o remake do primeiro da série pra GameCube, fica fichinha fazer algo do tema sobre mortos vivos. Mas foi com Dead Rising que a Capcom pôde dizer aos fãs "- Olha, isso aqui não deve ser levado a sério, então vamo todo mundo juntar as mãos e se divertir". Essa citação inventada por mim resume a franquia Dead Rising. Frank West é um jornalista que só liga pra duas coisas: O próprio umbigo e a chance de conseguir uma matéria fotográfica ganhadora do Pulitzer. Após ouvir relatos sobre um incidente na cidade canadense de Willamette, o fotojornalista parte em busca da foto dos seus sonhos. Ao chegar pelo telhado em um shopping center cercado de barreiras, West descobre que se trata de uma infestação zumbi, e tem 72 horas (conceituais, o jogo possui seis a sete horas em tempo real) para resolver os casos que cercam esse mistério e descobrir os responsáveis por isso, além de conseguir suas fotos, é claro.

Pois é, o conceito definitivamente não é nada original, o enredo e personagens são chupinhados da franquia de filme de George Romero, mais precisamente o clássico setentista Dawn of The Dead, em que um grupo precisa sobreviver em um shopping center cercado de mortos vivos. E Dead Rising foi o primeiro jogo a trazer essa ideia. Não existe linearidade por aqui. Você não precisa cumprir um único caso sequer. Ao matar um personagem importante para a trama, o jogo acabara na teoria, mas na prática, ele ainda continuará, dando a opção ao jogador de continuar jogando mesmo assim. E essa é a melhor forma de se aproveitar DR. Ele é um jogo de ação com sobrevivência com elementos de RPG, e não é nem um pouco fácil no início. Frank é extremamente fraco nos primeiros níveis, e a coisa só engrena ao chegar no level 15. É possível cumprir os casos da campanha principal, lutar contra diversos psicopatas espalhados pelo shopping (o ponto alto desse jogo, é sério), salvar reféns, e tirar fotografias. Tudo isso rende pontuação o bastante para fazer o jogador subir de nível. E puta merda, como as coisas funcionam bem, tudo é muito divertido, até chegar na parte de escoltar reféns, que não funciona direito devido à péssima inteligência artificial. Frenquentemente esses arrombados decidirão entrar no meio de diversos mortos vivos, mas não tema, não é necessário salvar todos para zerar o jogo, mas eles dão pontos que podem fazer uma diferença no seu crescimento durante o jogo. Dead Rising envelheceu um pouco na sua jogabilidade, é um tanto truncada, e a inteligência artificial medíocre pode causar raiva durante a jogatina, mas eu recomendo bastante, é definitivamente o meu favorito da franquia, e um dos jogos mais divertidos que já joguei na vida. Na verdade, só de falar dele, já tô com vontade de jogar de novo. Recomendado.

Quantum Break


Eu me lembro de ter ignorado totalmente Quantum Break na época. Depois que me disseram que ele era meio que uma série interativa, fiquei com o pé atrás, e ao descobrir que ele tem foco na narrativa e a ação é deixada de lado, me importei menos ainda. Resolvi jogar nesse início de ano, e realmente, ele é tudo isso. Mas, curiosamente, acabei gostando dele bem mais do que deveria. Acho que é um dos primeiros jogos que descrevem viagens no tempo de uma maneira mais precisa, e a escrita de Sam Lake é imediatamente reconhecível. O cara continua em forma, com um estilo de narrativa semelhante à Alan Wake. A ação é boa, quando acontece, e o jogo possui até upgrades de habilidades bem variado, algo que eu não esperava, e é bem divertido de se usar, fazem uma enorme diferença nas batalhas, que não são muito difíceis.

Minhas reclamações é devido ao excesso de narrativa, que sacrifica boa parte do gameplay, e puta merda, rola uma abundância de texto de dar os nervos. Existem uma série de datalogs e itens com textos que revelam mais detalhes da trama, mas são muitos, textos que levam até dois a três minutos pra se ler tudo, e em um único cenário, é legal ter detalhes, mas ler um texto de quase cinco minutos? Porra, se eu quisesse ler por tanto tempo enquanto jogo, eu jogaria algum CRPG ou alguma coisa do gênero. Sem contar a série que reproduz episódios com base nas escolhas feitas pelo jogador. Se você gosta de seriados, vale a pena ver vinte minutos por episódio, as mudanças realmente acontecem dentro deles, mas se não é seu caso, descarte-os, até porque, se você não ter uma internet relativamente boa, terá problemas pra ver os episódios, já que estes são reproduzidos via stream, uma decisão bem esquisita, já que o jogo instalado tem um tamanho de quase oitenta gigas. Tirando isso, Quantum Break deve agradar aqueles que procuram mais enredo do que jogatina, mas vai decepcionar e muitos os fãs de Max Payne e Alan Wake, dois jogos da mesma desenvolvedora, mas que apresentam mais jogatina, mesmo com enredos excelentes. Ainda assim, recomendo, me senti bem jogando Quantum Break, poderia ter sido muito melhor, mas ainda assim, foi uma boa experiência.

Ryse: Son of Rome

Esse aqui é complicado. Se você gosta de hack'n slash, histórias sobre o Império Romano e não liga pra repetição quase extrema, vai gostar de Ryse. Porque ele é um corredor de quatro horas que não sai da zona de conforto em instante algum. Os gráficos são lindos, mesmo para os padrões atuais, e a atuação dos personagens não é caricata, tudo é bem crível e bonito de se ver, Ryse não esconde seu valor de produção altíssimo. Uma pena que o jogo não entrega muita variedade, nem mesmo com uma árvore de upgrade com vários combos e execuções disponíveis, as batalhas serão sempre as mesmas, cheias de pompa no início, mas que fazem o jogador entrar no piloto automático em questão de minutos. Os chefes também não apresentam muito desafio, são pífios. A Crytek deveria ter noção do quão maçante Ryse poderia ser, talvez seja por isso que a duração do jogo seja tão curta. O que não deixa de ser uma pena, é um universo com muito potencial e que vale a pena ser explorado. Quem sabe um dia...
 

capixaba

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Comecei o ano bem, livrando o backlog de umas pendências, mas primeiro, quis revisitar um jogo que eu tive a oportunidade de jogar no PC.

Dead Rising Remastered


Puta que pariu, manos, eu amo esse jogo. Na década passada, a Capcom não falhava uma, principalmente quando se tratava de ips originais. Depois de fazer jogos como Resident Evil 2, Code Veronica e o remake do primeiro da série pra GameCube, fica fichinha fazer algo do tema sobre mortos vivos. Mas foi com Dead Rising que a Capcom pôde dizer aos fãs "- Olha, isso aqui não deve ser levado a sério, então vamo todo mundo juntar as mãos e se divertir". Essa citação inventada por mim resume a franquia Dead Rising. Frank West é um jornalista que só liga pra duas coisas: O próprio umbigo e a chance de conseguir uma matéria fotográfica ganhadora do Pulitzer. Após ouvir relatos sobre um incidente na cidade canadense de Willamette, o fotojornalista parte em busca da foto dos seus sonhos. Ao chegar pelo telhado em um shopping center cercado de barreiras, West descobre que se trata de uma infestação zumbi, e tem 72 horas (conceituais, o jogo possui seis a sete horas em tempo real) para resolver os casos que cercam esse mistério e descobrir os responsáveis por isso, além de conseguir suas fotos, é claro.

Pois é, o conceito definitivamente não é nada original, o enredo e personagens são chupinhados da franquia de filme de George Romero, mais precisamente o clássico setentista Dawn of The Dead, em que um grupo precisa sobreviver em um shopping center cercado de mortos vivos. E Dead Rising foi o primeiro jogo a trazer essa ideia. Não existe linearidade por aqui. Você não precisa cumprir um único caso sequer. Ao matar um personagem importante para a trama, o jogo acabara na teoria, mas na prática, ele ainda continuará, dando a opção ao jogador de continuar jogando mesmo assim. E essa é a melhor forma de se aproveitar DR. Ele é um jogo de ação com sobrevivência com elementos de RPG, e não é nem um pouco fácil no início. Frank é extremamente fraco nos primeiros níveis, e a coisa só engrena ao chegar no level 15. É possível cumprir os casos da campanha principal, lutar contra diversos psicopatas espalhados pelo shopping (o ponto alto desse jogo, é sério), salvar reféns, e tirar fotografias. Tudo isso rende pontuação o bastante para fazer o jogador subir de nível. E puta merda, como as coisas funcionam bem, tudo é muito divertido, até chegar na parte de escoltar reféns, que não funciona direito devido à péssima inteligência artificial. Frenquentemente esses arrombados decidirão entrar no meio de diversos mortos vivos, mas não tema, não é necessário salvar todos para zerar o jogo, mas eles dão pontos que podem fazer uma diferença no seu crescimento durante o jogo. Dead Rising envelheceu um pouco na sua jogabilidade, é um tanto truncada, e a inteligência artificial medíocre pode causar raiva durante a jogatina, mas eu recomendo bastante, é definitivamente o meu favorito da franquia, e um dos jogos mais divertidos que já joguei na vida. Na verdade, só de falar dele, já tô com vontade de jogar de novo. Recomendado.

Quantum Break


Eu me lembro de ter ignorado totalmente Quantum Break na época. Depois que me disseram que ele era meio que uma série interativa, fiquei com o pé atrás, e ao descobrir que ele tem foco na narrativa e a ação é deixada de lado, me importei menos ainda. Resolvi jogar nesse início de ano, e realmente, ele é tudo isso. Mas, curiosamente, acabei gostando dele bem mais do que deveria. Acho que é um dos primeiros jogos que descrevem viagens no tempo de uma maneira mais precisa, e a escrita de Sam Lake é imediatamente reconhecível. O cara continua em forma, com um estilo de narrativa semelhante à Alan Wake. A ação é boa, quando acontece, e o jogo possui até upgrades de habilidades bem variado, algo que eu não esperava, e é bem divertido de se usar, fazem uma enorme diferença nas batalhas, que não são muito difíceis.

Minhas reclamações é devido ao excesso de narrativa, que sacrifica boa parte do gameplay, e puta merda, rola uma abundância de texto de dar os nervos. Existem uma série de datalogs e itens com textos que revelam mais detalhes da trama, mas são muitos, textos que levam até dois a três minutos pra se ler tudo, e em um único cenário, é legal ter detalhes, mas ler um texto de quase cinco minutos? Porra, se eu quisesse ler por tanto tempo enquanto jogo, eu jogaria algum CRPG ou alguma coisa do gênero. Sem contar a série que reproduz episódios com base nas escolhas feitas pelo jogador. Se você gosta de seriados, vale a pena ver vinte minutos por episódio, as mudanças realmente acontecem dentro deles, mas se não é seu caso, descarte-os, até porque, se você não ter uma internet relativamente boa, terá problemas pra ver os episódios, já que estes são reproduzidos via stream, uma decisão bem esquisita, já que o jogo instalado tem um tamanho de quase oitenta gigas. Tirando isso, Quantum Break deve agradar aqueles que procuram mais enredo do que jogatina, mas vai decepcionar e muitos os fãs de Max Payne e Alan Wake, dois jogos da mesma desenvolvedora, mas que apresentam mais jogatina, mesmo com enredos excelentes. Ainda assim, recomendo, me senti bem jogando Quantum Break, poderia ter sido muito melhor, mas ainda assim, foi uma boa experiência.

Ryse: Son of Rome

Esse aqui é complicado. Se você gosta de hack'n slash, histórias sobre o Império Romano e não liga pra repetição quase extrema, vai gostar de Ryse. Porque ele é um corredor de quatro horas que não sai da zona de conforto em instante algum. Os gráficos são lindos, mesmo para os padrões atuais, e a atuação dos personagens não é caricata, tudo é bem crível e bonito de se ver, Ryse não esconde seu valor de produção altíssimo. Uma pena que o jogo não entrega muita variedade, nem mesmo com uma árvore de upgrade com vários combos e execuções disponíveis, as batalhas serão sempre as mesmas, cheias de pompa no início, mas que fazem o jogador entrar no piloto automático em questão de minutos. Os chefes também não apresentam muito desafio, são pífios. A Crytek deveria ter noção do quão maçante Ryse poderia ser, talvez seja por isso que a duração do jogo seja tão curta. O que não deixa de ser uma pena, é um universo com muito potencial e que vale a pena ser explorado. Quem sabe um dia...
Ryse foi planejado pro Kinect e pro 360, depois que mudaram o projeto, mas muito da jogabilidade ficou presa no Kinect. Rola uma história de que a Microsoft estava negociando um novo jogo com temática Inglesa, mas deu uma treta com a Crytek na época e não rolou. Eu gosto muito de Ryse queria muito que a MS pegasse a IP e transformasse em uma espécie de AC, o jogo passando por várias épocas e culturas. O Ybarra até fez vários posts no ano passado que levantaram suspeitas, atualmente a relação entre as duas ta boa e a situação da Crytek não é das melhores, porém só vejo a Microsoft investindo se o IP for dela. Ryse na mão da Ninja Theory daria um bom projeto.

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dinobass

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Red Dead Redemption 2, com certeza um dos melhores jogos de todas gerações, uma pena que acabou, tá difícil achar algo do mesmo nível pra jogar agora.
 

Megazordi64

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Street Fighter V



Como não tenho interesse no multiplayer fiz foi testar todos os modos singleplayer, então esse comentário é da perspectiva de quem é ultra casual no jogo.

Achei tudo bem sem graça, principalmente o modo história sem nem ao menos ter cutscenes descentes.

Os gráficos também são bem simples, muito longe de causar o mesmo impacto que tive jogando Street Fighter 4 na geração passada.

Outra coisa frustrante é tudo ser liberado com dinheiro real ou juntando migalhas fazendo desafios no modo online, ou seja, quem joga apenas singleplayer fica chupando o dedo.

Faz muito tempo que joguei Street Fighter 4, minha memória em relação aos detalhes não é muito boa, mas lembro de ter me divertido infinitamente mais nele.

O Street Fighter V pode até ser excelente para quem gosta de multiplayer, mas para quem busca conteúdo singleplayer é bem frustrante mesmo depois de todos esses anos.

Nota: 6/10
 
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Piga

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Mais um jogo terminado no PC:

Não tem muito o que falar, né? Continua tão bom com era antes!
 

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terminei ontem ! gostei demais nunca tinha jogando nada da franquia , acabou sendo uma agradável surpresa

8/10
 

rogermaximal

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Depois de muito postergar, finalmente joguei e zerei o "Horizon Zero Dawn".

O jogo em si não é nada diferente de muitos jogos que vemos por aí, mas é lindíssimo e tem uma "puta" história sci-fi muito da hora!

E a Aloy é uma baita protagonista!

Agora vou voltar para o "Red Sono Redemption 2" :klol
 

Craudiao

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Esse ano pode-se dizer que terminei 3 jogos.
Capitain Spirits que foi bem meh... Mas como foi de graça da para engolir...
Ultimate Marvel vs Capcom 3 uma única vez (Hulk que foi o final, She Hulk e Tempestade) e achei MUITO RUIM, nem sei se jogarei novamente para testar outros personagens...
Legendary Eleven que foi até uma boa surpresa, me lembrou da época dos flipers que jogava Super Sidekicks 3, a diferença é que até na época o futiba era em português e esse nos dias de hoje não é, lamentável... Mas como praticamente não precisa ler (só para escolher as skills) ainda recomendo por ser relativamente baratinho.
 

Vaçago

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Mega Man 11



Tempo: 15h
Conquistas: 48/50

Achei um ótimo jogo e digno da série. Gosto mais dele do que dos dois anteriores que eram estilo 8-bits.
 

berna1987

Habitué da casa
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Wolfenstein - The New Order - PS4



Depois de muito tempo namorando peguei esse jogo e me divertiu bastante. Foi uma experiência agradável e sem grandes stress. Consegui muito dos personagens e das missões. Os troféus também foram muito bons e, apesar de ter um PS3 desde 2012 só fui agora ter minha quinta platina.
Prós: personagens divertidos, missões bem agradáveis, história bem legal.
Contra: fracos muito razoáveis
Nota: 8

Nier Automata - PS4



Depois de quase 8 meses voltei ao jogo. Como ia viajar e só tinha zerado os finais W e A, larguei e voltei pra botar a coisa em ordem. Em uma semana zerei os finais B C D E e chega, adeus.
Por mais que eu tenha gostado, fiquei cansado do jogo. Vou tentar trocar, vender e seguir em frente.
Prós: ótima trilha sonora, grande design, mundo magnífico, 2B é um fantástico personagen, grandes batalhas e cenários formidáveis, história muito interessante.
Contra: repetições muito iguais nos jogos seguidos, falta qualidade nos finais do F ao Z.
Nota 8


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Lorde_Gringo

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Simplesmente fantástico, diferente de tudo que já joguei.
Sem dúvidas, um dos melhores jogos do 3DS.
 

Radamanthys Wyvern

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Fechei pela segunda vez (a primeira foi em 2015). Que jogo sensacional. O começo eu acho que é extremamente punitivo e dificil mesmo, não é à toa que muita gente dropa. Mas depois que vc pega o jeito fica viciante. Vicar Amelia é oq separa o joio do trigo entre jogadores bons e leite com pera. Mas passou dela filhão vc não vai ter mtas dificuldades no jogo. Dessa vez joguei com a DLC e curti bastante, mas não tive saco pra derrotar o orphan of kos, ctz que eu passaria dele, mas eu iria morrer mtu antes disso e o jogo ja tava começando a me cansar e tive que farmar blood vials mais do que lembrada q era necessario, enche o saco isso. A DLC é ótima, não tenho do que reclamar. Só não fechei ela, mas fechei o jogo normal. Usei a maior parte do tempo a pizza cutter (whirlig saw do DLC) e pra mim é a melhor arma do jogo. Tentei outras e nenhuma me satisfez depois dela.

Sinceramente espero que um dia tenha uma continuação, pois a temática e história desse jogo são incríveis.

NOTA: 9,5/10

PS: Um dia vou fazer um documentário do Megazord64, o cara tem mta grana pra comprar todos os jogos, tempo pra fechar uns 2 ou 3 jogos por semana.... como consegue? hahahaha
 

lucas789

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Terminei de rejogar os classicos da capcom de ps1 nessas ultimas semanas

Na ordem foi RE2, RE3 , Dino Crisis 2 tres vezes e Dino Crisis 1
 

slashf

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Mega Man 11



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Conquistas: 48/50

Achei um ótimo jogo e digno da série. Gosto mais dele do que dos dois anteriores que eram estilo 8-bits.
Como e a dificuldade do jogo em geral? Pela demo achei boa até, mas não sabia se aquelas mecânicas de parar o tempo não iam dar uma quebrada no jogo

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Jogar Agora

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Spyro 2 do Spyro Remake, ainda mais bonito que o 1.
Estão de parabéns esse pessoal q fez o Remake, agora vou dar um tempo e não vou jogar agora o 3, to com overdose de Spyro, platinei o 1 e 2. kkkkkk
 

Vaçago

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Como e a dificuldade do jogo em geral? Pela demo achei boa até, mas não sabia se aquelas mecânicas de parar o tempo não iam dar uma quebrada no jogo

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Achei ele difícil no começo porque eu estava um pouco "fora de forma". Depois passei a achar ele desafiador mas de uma forma positiva, não frustrante.
Ele lembra um pouco aquele Megaman & Bass no quesito dificuldade. Você pode farmar aqueles parafusos nas fases e usar a loja de items do jogo pra deixar ele mais fácil. Mas têm achievements onde você precisa zerar sem usar a loja, que eu fiz e foi quase tão difícil quanto zerar um Mega Man das antigas.

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Hellskah

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Spyro 2 do Spyro Remake, ainda mais bonito que o 1.
Estão de parabéns esse pessoal q fez o Remake, agora vou dar um tempo e não vou jogar agora o 3, to com overdose de Spyro, platinei o 1 e 2. kkkkkk
Tem um dragão isolado no estágio "Copa das Árvores" que é praticamente impossível de pegar.
 

Devon_

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Knack (PS4)

O jogo é divertido, mas tem dois pontos que achei péssimos: os picos de dificuldade e os checkpoints, que ficam espaçados demais em várias fases. Junte isso e o fato do Knack ser muito frágil (com duas porradas ele morre) se tem a receita perfeita pra frustação. As fases com o Knack gigante são as melhores.

6/10.

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