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Tópico oficial Qual o último jogo que vc Terminou/fechou/zerou? [+ Independente da plataforma]

Burraxaum

Habitué da casa
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The King of Fighters 96 (arcade).






Por incrível que pareça, essa é a primeira vez que termino um jogo desse série.
Os gráficos são bonitos, a trilha sonora é boa.
A jogabilidade é rápida e fluída mas achei os esquema de fazer combos e especiais meio burocrático.
A dificuldade é muito roubada/apelona mas o jogo é divertido pra caramba.

Os dois últimos lutadores são ridiculamente apelões, consegui vencer Goenitz com a minha barra de vida quase acabada, ele se teletransportou, eu dei aquela voadora elétrica de Benimaru e acertei e ele perdeu. eu estava suando bastante e meu coração estava quase saindo pela boca. Foi um alívio gigante quando venci.

Estou jogando na dificuldade 3, quando tiver mais experiência, tenta nos modos mais difíceis.
Os gráficos deste jogo são muito bonitos, mas nada supera para mim o King of Fighters 95.
 


Kimer

Bam-bam-bam
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Sonic CD (Steam)


Considero este jogo a ovelha negra dos jogos do Sonic. Level design estranho, músicas de qualidade questionável, mecânica de viagem no tempo mal implementada e batalhas estranhas contra bosses são os defeitos do jogo. Mas, estranhamente, eu gosto desse jogo. Talvez por ter sido o primeiro jogo de Sonic que terminei sem save states ou outras trapaças.

Vou tentar agora obter todas as conquistas. Só falta uma, que é completar o time attack com um tempo inferior a 25 minutos. Não será fácil...
 
Ultima Edição:

rizabr

Ei mãe, 500 pontos!
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199283

A história é sem graça mas o combate é legal, apesar de fácil, e continuei por isso.
Mas foquei apenas na main quest e cheguei no final do jogo underlevel, com o game spammando várias hordas de inimigos seguidos, e eu sem saco para grindar xp ou fazer side quest.

Dei graças a deus q acabou :klol
 

pinheadhell

Habitué da casa
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Vinte anos depois de jogar o original, terminei o FF7 Remake e a DLC da Yuffie no PS5.
33 horas no jogo principal e 4 horas na DLC.
Eu nem peguei na época do lançamento ano passado porque eu costumo jogar só quando saem todas as partes, mas na seca de jogos decentes eu dei o braço a torcer.

Como não lembrava de 80% da história, não fiquei comparando muita coisa com o remake. O sistema de batalha é muito bom, as músicas nem se fala, os gráficos não são de outro mundo mas tem coisas que ficaram muito boas como a transição de cenas direto para o gameplay.

Faltou um pouco de varieade nos cenários mas isso eu já esperava já que o jogo se passa todo em Midgar.

Logo que terminei tive que ir no Google buscar as teorias sobre os finais. Tomara que não acabe virando a confusão que são os roteiros do Kingdom Hearts.

FF7 remake intergrade 9/10
Intermission Yuffie DLC 8.5/10
 

Radamanthys Wyvern

Ei mãe, 500 pontos!
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Bordelands 3

Nunca fui muito fã da série. Fechei o segundo uns anos atras com um camarada e achei bem mais ou menos...mas o terceiro é bem pior.

Os gráficos são levemente melhores, mas muito mais pesados. Não faço ideia do porque desse jogo usar uns 14gb de ram se parece jogo de 360.

A jogabilidade deu uma boa melhorada, o feedback das armas é bem melhor. E claro, é impressionante a quantidade de armas e como são diferentes uma da outra.

Sobre positivos, não tem mais oq falar. A história é medonha, nojenta, parece que foi escrita por uma criança de 10 anos. Fora que os vilões são péssimos, parece 2 tiktokers sem graça. As missões péssimas, sempre as mesmas coisas redundantes, vá até a pqp pra pegar isso e volte tudo. Mapas sem graça e grandes demais. Uso de veiculos só pra aumentar a duração do jogo, nunca gostei do combate de veiculos dessa série.

Demorei meses pra fechar esse jogo com um amigo e meu deus que agonia, o jogo não acabava nunca. Fechamos na marra e o jogo qdo parecia que ia acabar continuava. Teve uns 3 finais esse jogo seguidos, pq vc mata a porra do chefão e continua pra fazer mais coisas. É um jogo cansativo, monótono e redundante. Pq depois que passa aquela boa impressão de ter uma gama impressionante de armas, não sobra mais nada. É o jogo inteiro fazendo as mesmas coisas e escutando dialogos chatos,

O hub do jogo é de um mal gosto, aquela nave é confusa e nada a ver. E toda hora o jogo te força a voltar la.

É um jogo acerebrado que não respeita a inteligência e nem o tempo do jogador. É pew pew pew "olha arma nova" pew pew pew "mais arma nova". Me poupe. Borderlands 2 pelo menos tinha npcs carismáticos, o design dos levels era melhor, handsome jack era memorável e parecia que tinha mais carinho no jogo...esse borderlands 3 é sem alma, parece que fizeram a continuação só pelo dinheiro, mas sem uma visão.

Nota 6/10
 


joao perreira

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jogo maravilhoso
a melhor experiência em VR que já tive
criativo, divertido
o único defeito é um bug no controle que ele fica com muito lag
nem trocando de controle, tenho dois, resolvia
saía do jogo e voltava
to tentando platinar
os mini games são bem interessantes

como diria o Xintsuai
o mario galaxy da Sony :ksafado:klolwtf
 
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rafa besouchet

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Mass Effect Legendary Edition
Terminei a trilogia.


Uma das maiores trilogias já feitas nos games. E incrível o esmero e a qualidade que esses jogos tem. Além de ter uma bela história, tem bons coadjuvantes, boas missões e tudo no jogo tem um propósito.
Terminei de cabo a rabo desde que foi lançado, usando sempre os saves e as opções que tinha selecionado.
A primeira vez que tinha jogado, nem entendia tão bem o inglês, agora podendo entrar na história e ver tudo que está lá se vê porque a franquia e tão amada por tantas pessoas.
Legal também ver como o jogo vai modificando entre eles. O primeiro e quase um RPG daqueles mais antigos. Cheio de lugares, pessoas pra conversar.
O 2 reformaram o combate, não temos tanta liberdade nas cidades, mas de resto está tudo lá.
No 3 o grande desfecho.
Se fores vender, por um preço justo, estamos aí :kpaixao
 

rafa besouchet

Bam-bam-bam
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jogo maravilhoso
a melhor experiência em VR que já tive
criativo, divertido
o único defeito é um bug no controle que ele fica com muito lag
nem trocando de controle, tenho dois, resolvia
saía do jogo e voltava
to tentando platinar
os mini games são bem interessantes

como diria o Xintsuai
o mario galaxy da Sony :ksafado:klolwtf
Joguei este jogo no PS5 e, PQP, mesma sensação que tive ao jogar Mario 64 e Mario Galaxy, da primeira vez.
 

joao perreira

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Acteon

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Ratchet & Clank: Rift Apart

Terminei hoje cedo o jogo.
Não preciso me alongar muito sobre os gráficos, que com certeza são os mais bonitos que já vi.
O gameplay evoluiu bastante se comparado ao Remake de PS4, dando mais feedback para as armas e fazendo o combate fluir melhor. Alias, o Dual Sense contribui bastante com essa sensação, tendo seu melhor uso desde Astro Bot. Cada arma tem uma resposta tátil diferente, e isso ajuda muito na imersão durante o combate.
A Rivet é uma adição muito bem vinda a fórmula e rouba a cena do carismático Ratchet. Estou ansioso com um novo jogo com ela.
O jogo em si começa com cara de Goty, mostrando uma novidade por segundo e deixando sempre o jogador de boca aberta com as set pieces que acontecem. No início você sente o jogo jogando na sua cara o que é um exclusivo de PS5 em sua capacidade plena, é algo de tirar o folêgo.
Porém ao longo do jogo (curto por sinal), a história não consegue sustentar a grandiosidade de todo o resto e começa a ir por lugares comuns.
O início até Blizar Prime é algo que vale um goty nesse ano, porém o conteúdo seguinte perde um pouco de gás. Talvez por ser um ano fraco, ainda assim concorra ao prêmio de melhor jogo.
09/10
 

BlooMorte

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Rejogado. A primeira vez que terminei (e platinei) foi em 2014, lembro bem porque era o jogo que eu tava jogando quando meu pai faleceu.
O jogo continua muito bonito, no PS5 é ridiculamente fluido. A jogabilidade desse jogo é uma delícia, gostaria muito de mais jogos dessa franquia.

Os gráficos são muito bons, mas não consegui um equillíbrio muito bom na calibragem do HDR dele. Deixei o brilho todo no máximo, mexi em contraste, mas mesmo assim alguns lugares parecem escuros demais. Apesar disso, a maior parte ficou muito bonita, em especial pelos tons de neon do jogo.

Não gosto muito do protagonista, mas ele não chega a estragar o jogo. Mas falando de inFamous, pra mim o primeiro ainda é o melhor (pelo menos nas minhas memórias, pois acredito que ele não deva ter envelhecido muito bem). A história do primeiro é muito boa.
 

Hellskah

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FF VII REMAKE

199523

Nunca fui de curtir jogos orientais. Nesse caso fui conhecer de curioso e fui arrebatado.
Apesar de longa e ligeiramente arrastada, a narrativa de FF VII REMAKE é algo sensacional.
30h muito bem gastas em um jogo que não tenho o que falar. Redondinho.
Só não sei como alguém conseguia jogar isso no PSX com aqueles gráficos e timming ainda mais arrastado.
Esses 18 capítulos são uma temporada de Malhação.....não acabam nunca.

10/10 com louvor. Jogão.
 

Brunus

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Control (XSS)



Visual incrível e ainda achei que teve um 'aroma' de Max Payne. O mapa é bonitão, com um vai e vem quase castlevania, mas é fácil se perder em algumas missões (na hora de procurar uns fdp).
O bilete de vocês era verdade, o jogo demora um tanto pra engrenar.
 

Wastelander

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Dark Souls 3 - Fire Fades (Ps5)

Depois da delícia de remake do Demon Souls, resolvi rejogar o 3º jogo da série Almas - principalmente pq eu só finalizei ele uma vez e nunca tinha encarado os DLCs.
Jogabilidade redondinha, ótimos chefes, online ainda existe (embora esteja bem difícil de conseguir uma invasão) e, claro, passar raiva com o alcance do Pontiff e do Dancer.

Que combate delicioso com o Gael. Saudades seu lindo.

Mais que recomendado!



Pathfinder: Kingmaker (PS5)

RPG baseado no sistema de Pathfinder (Derivado do DeD 3ª edição), o jogo tem uma história bacana (embora clichê). Sidequests de companheiros são meio... viajadas, mas o combate vale muito a pena - principalmente o esquema de turnos 'estilo XCOM' ou mesmo o Divinity.

MUITO desafiador na última dificuldade, dá raiva muitas vezes por exigir um microgerenciamento. Mas finalizar ele assim foi muito recompensador.

Quase obrigatório pra fãs do RPG de mesa (ou mesmo da série Baldur's Gate / Planescape: Torment!)
 

Gulf

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199528
Dying Light: The Following

Depois de finalizar a campanha principal com mais 3 amigos, encaramos a expansão The Following que te leva para uma região rural fora de Harran.

A grande diferença aqui para o jogo base é o cenário bem maior mas menos denso, devido também sua temática, e com isso a inclusão dos Bugs (carros) para locomoção no cenário.

Desde o início não curti a adição dos carros. Tinha gostado tanto do parkour e parece que os Devs fizeram de tudo para deixar ele como secundário. Em Harran, logo ganhamos o gancho que acaba por tirar muito da dificuldade de escalada na maior parte do jogo. Neste, além do gancho ainda presente, temos a adição dos bugs para locomoção e a remoção quase que por completo da verticalidade do jogo.

Ok, entendo que é uma expansão e aproveitaram para entregar uma experiência diferente da qual tivemos na campanha principal mas achei que ficou maçante.

A evolução nos níveis de habilidade na direção ficam basicamente em atropelar hordas e mais hordas de zumbis. É divertido em um primeiro momento mas logo se torna repetitivo. Fora que o FPS despenca nessas partes, jogando em coop em 4 então, tinha horas que pareciam bater uns 10 frames por segundo.

Já o plot da história se mostra mais amadurecido e original. Curti bem mais que a história do jogo principal.

O final é fudido pra c***lho. Vínhamos jogando na dificuldade difícil e tive que apelar diminuindo o nível pq simplesmente não conseguia sair vivo do farol.

No geral curti bastante, ainda mais por ser em COOP. Expansão obrigatória pra quem curtiu o jogo base, vale muito a pena.

Espero que para o 2 voltem com mais foco no parkour e na verticalidade das cidades.

Agora vamos partir para Zombie Army 4: Dead War. Volto aqui quando finalizar.

199529
 

Vaynard

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https://sidequest.pt/wp-content/uploads/2021/06/ratchet-and-clank-rift-apart-ps5-art-1621336598.jpg


Ratchet é uma das minhas séries favoritas da Sony. Jogo desde o PS3, esse deve ter sido meu sexto ou sétimo título da série.
O jogo é lindo como sempre foi, a jogabilidade é precisa como sempre foi, o humor é ácido e divertido como sempre foi e a dupla Kit/Rivet formam um bom par.

Mas achei que o jogo carece de novas idéias, é um jogo muito bom, muito bem executado mas bem parecido com tantos outros jogos da série, mas que mal aproveita os recursos novos de hardware(é mais pra ação de marketing do que efetivamente mudar as coisas).

Não mudar, de certa forma é bom porque a gente sabe que sai coisa boa pois a Insomniac não erra, mas esperava algo a mais.

8/10
 

javagod

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Estava baratinho no Steam e, como gosto de beat 'em up, comprei. Não é tão refinado como Streets of Rage 4, mas é bem legal. Um monte de referências a todos os clássicos do gênero, da era 16 bits. E a alguns outros gêneros também.

Se há um ponto a ser melhorado, é a IA dos oponentes; mas não chega a comprometer. Bons gráficos, roda em qualquer máquina, boa música, boa jogabilidade, uma gostosa peituda, porrada e roteiro de filme dos anos 80. Sucesso garantido.
 
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Alan Wake.

Eles queriam fazer um jogo de mundo aberto e pesado demais. Dá pra ver que as cutscenes tem gráficos melhores e isso atrapalha na imersão. Depois que virou exclusivo do xbox 360 eles pioraram os gráficos. A versão de console sacrifica a resolução pra manter os efeitos. As sombras dos sinalizadores são muito porcas. Mesmo no low esse jogo é muito bom artisticamente. A iluminação é muito bem feita. Tiveram que fazer muito malabarismo pra conseguir rodar com pouca RAM e ainda com aquela EDRAM minúscula do xbox. As texturas da grama, dos objetos, árvores, é tudo muito bem feito. Os rostos tambem foram melhor texturizados do que no Max Payne 3.

O mundo é muito grande. Vc passa por vales, estradas, fazendas, hotéis e tem a sensação de estar num lugar rural dos EUA. Sobe um montanha até uma torre e de lá dá pra ver um posto lá embaixo. Lá embaixo vc chega e vê a torre de longe. Só que o Alan Wake ainda mantem traços do Max Payne. O jogo é uma progressão linear de combates seguidos por zonas mortas. Tem o mesmo esquema de TVs passando série que usaram no Max Payne. O design das fases segue o mesmo padrão do Max Payne. Acontece um acidente, bloqueia um caminho, vc precisa dar toda uma volta pra chegar ao destino. Vários lugares não tem nada dentro, é enfeite e parece resquício do mundo aberto que eles queriam fazer.

A história parece se inspirar naquele filme do cemitério que ressuscita os mortos: Cemitério maldito. As partes do tornado das sombras lembraram o F.E.A.R., até o grito e a trilha sonora parece. Objetos voando parece coisa do filme Poltergeist. Os corvos devem ter pegado do filme dos pássaros do Hitchcock. Mas a história é contada de um jeito meio arrastado. Começa sobrenatural e do nada começa um sequestro. Esse jeito de ficar misturando flashbacks com o presente é meio confuso. O jogo é bem uma tentativa de misturar série de TV com um jogo. As partes que o Barry acompanha o Alan ficam chatas, o Barry é muito chato. Na parte do sequestro vc não entende quase nada da história e o sequestro no fim não é parte da trama.

O gameplay é interessante com a lanterna. A luz serve como arma, como defesa e ainda seguir as luzes te dá a direção no cenário. Sempre tem uma luz que é o ponto de chegada. A quantidade de inimigos e munição foi feita pra sempre sobrar munição. Tem um ou outro lugar que não vale a pena ficar atirando, é sair correndo até o próximo checkpoint. Acaba que uma arma como uma barra de ferro não é necessária. As caixas de suprimentos com indicação que se ilumina no escuro com a lanterna tambem foram uma boa ideia. Senti falta de armadilhas, como deixar todos os inimigos caírem num lugar que acende a luz. A parte da eletricidade foi bem feita e é a mesma coisa que fizeram no Max Payne 2. Só que erraram no realismo. Forças sobrenaturais derrubam a rede elétrica e vc passa por uma loja que ainda tem luz acesa. Aquelas manchas negras q só causam dano eles queriam fazer alguma coisa, pq elas não servem pra nada na história e nem no gameplay.

Jogar no teclado é muito ruim, fica difícil esquivar. Ainda bem que dá pra recarregar a lanterna e as armas sem interrupção. Seria muito lixoso se a animação de recarga interrompesse o jogador. Todos os inimigos atacarem com machados ou motosserras ficou meio repetitivo. Sinal de que outros tipos de inimigos eles não conseguiram criar. Foi bem criativo o uso de luz pra aniquilar objetos possuídos. Às vezes o objeto possuído serve pra abrir caminho se vc souber esquivar. O fato do jogador várias vezes perder todas as armas e começar do zero é chato. Pegaram essa ideia do Max Payne. Acaba criando pontos que quebra totalmente a progressão do jogador.

Nota 8. Tem umas partes enroladas demais. Perder todas as armas várias vezes é chato. Parece que criaram esses pontos na história pra ter uma desculpa pra explorar o lugar, dar voltas e vc passa por lugares q não fazem parte da trama. O Sam Lake gosta de contar histórias de trás pra frente e cheias de flashback. Essa história realmente não combina com jogo de mundo aberto. Ficaria impossível conciliar uma narrativa linear com missões fora de ordem.

Numa sequência eles tem muito a melhorar no fluxo da história e dá pra fazer muita coisa com a luz. Sei lá, luzes de tipos diferentes, inimigos que apagam luzes e várias coisas dá pra fazer com essa ideia de luz e sombra. Uma ideia que tem no path of exile é a mina. O lugar é escuro e a escuridão suga o life. O jogador depende da luz pra não morrer no escuro.
 
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rafa besouchet

Bam-bam-bam
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Ratchet é uma das minhas séries favoritas da Sony. Jogo desde o PS3, esse deve ter sido meu sexto ou sétimo título da série.
O jogo é lindo como sempre foi, a jogabilidade é precisa como sempre foi, o humor é ácido e divertido como sempre foi e a dupla Kit/Rivet formam um bom par.

Mas achei que o jogo carece de novas idéias, é um jogo muito bom, muito bem executado mas bem parecido com tantos outros jogos da série, mas que mal aproveita os recursos novos de hardware(é mais pra ação de marketing do que efetivamente mudar as coisas).

Não mudar, de certa forma é bom porque a gente sabe que sai coisa boa pois a Insomniac não erra, mas esperava algo a mais.

8/10
Tchê esta é a opinião que eu tenho sobre a série Uncharted. Joguei o 1, 2, 3, 4 e o das muié. Todos são, sem a menor dúvida, sensacionais.
Mas logo quando eu estava jogando Uncharted 4, eu estava jogando Tomb Raider e, analisando o sistema de craft, árvore de habilidades, etc, me deu uma tristeza de ver que um jogo com a grandeza da série Uncharted carece de algumas coisas assim.
Sinceramente, espero que o próximo capítulo da série Uncharted tenha algum sistema de progressão, pq só andar, saltar, pendurar e atirar, sei não.
Outro jogo que me passa esta sensação é Gears, que é praticamente o mesmo jogo, até 4, quando resolveram inovar um pouco. É arriscado, porém necessário.
 

Rayzen_X

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Terminei Final Fantasy XIII no Xbox One X.
Muito bom o trabalho que fizeram nesse game. Roda numa resolução ótima e o framerate, na maior parte, é ótimo. Não é perfeito, porque tem uns slowdowns, mas em situações raras.

Eu já havia começado esse game várias vezes no PS3, no Xbox 360, no PC... Mas sempre achei bem ruim.
O game é extremamente linear (mesmo em Gran Pulse, que falam que é aberto, não muda o que o resto do jogo inteiro é).
A história é bem meia boca.

As músicas, gráficos e combate, é o que salvam o game.
Enfim, é um bom game, mas um FF fraco, apesar que achei melhor que o XV no fim das contas.
Eu cortaria umas 15h de jogo, iria ficar bem melhor. Terminei em 50h.
 

Craudiao

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Terminei a visual novel para android Uma História de Hostel


História interessante onde estamos infiltrados como um turista para descobrir sobre rapto de garotas, apesar de não ter testado escolhas diferentes, da a impressão de que fazem diferença, pois os personagens reagem baseado na sua resposta, o problema é que existem algumas escolhas "premium" que precisa de diamantes (se consegue muitos gratuitos por dia, mas também se gasta muito nisso e para desbloquear imagens... boas imagens), está dividido em 16 capítulos com uma duração adequada para um jogadinha rápida (+- 20min dependendo de quanto demora para ler os textos e se decidir) ideal para estar em celulares mesmo a bronca é que termina sem uma conclusão (na verdade acaba justamente em um gancho para uma continuação) e não encontrei uma sequencia...
Foi um dos livros no aplicativo Dream Zone, pode ser que tenha em outro também...
 

Vaynard

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Play Crisis Beat for playstation online | PS1FUN Play Retro Playstation PSX  games online.

Um dos melhores beat'n'up 3D. Baita jogo.
Só fica a crítica pra câmera e performance nas fases finais, que o fps cai bastante.

Blast from the Past: Bloody Roar 2: Bringer of the New Age (PS) -  PlayStation Blast

Joguei muito isso na época, o jogo continua bom. Os últimos inimigos são bem encardidos!

Metal Slug XX ROM - PSP Download - Emulator Games

O Metal Slug de sempre, mas sem a criatividade dos primeiros e com um caminhão de coisas na tela ao mesmo tempo.
Achei a dificuldade muito alta sem necessidade, os bosses aguentam tiros demais, pra zerar foram 38 continues.
 
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Vaynard

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Tchê esta é a opinião que eu tenho sobre a série Uncharted. Joguei o 1, 2, 3, 4 e o das muié. Todos são, sem a menor dúvida, sensacionais.
Mas logo quando eu estava jogando Uncharted 4, eu estava jogando Tomb Raider e, analisando o sistema de craft, árvore de habilidades, etc, me deu uma tristeza de ver que um jogo com a grandeza da série Uncharted carece de algumas coisas assim.
Sinceramente, espero que o próximo capítulo da série Uncharted tenha algum sistema de progressão, pq só andar, saltar, pendurar e atirar, sei não.
Outro jogo que me passa esta sensação é Gears, que é praticamente o mesmo jogo, até 4, quando resolveram inovar um pouco. É arriscado, porém necessário.
Tenho de concordar. Adoro Uncharted, só 1 eu zerei 5 vezes, mas você falou tudo, é um jogo que não apresenta grandes novidades de um título pro outro. No 4 ainda tem mais stealth que os outros e tem o jeep, mas na essência, muda muito pouco. Mas acho que shooter é mais complicado que inovar do que um título de plataforma. Eu tava olhando uns vídeos sobre os Ratchet antigos e as mesmas coisas estão lá nos jogos de PS2.
Essa mecânica de craft mesmo eu passo, acho um saco ter que ficar vasculhando cenário a procura de coisa. No caso de Tlou é diferente porque o cenário é pensado pra isso, mas no caso de um shooter mais simples, acho que só tira o dinamismo do jogo e aumenta de forma artificial o tempo de jogo.
 

topo

Supra-sumo
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Nioh - PS5(Versão PS4)



Nota: 8,5

Jogão demais!
Sempre tive preconceito por achar que era souls like mas depois que realmente dei uma chance vi que esse jogo esta mais pra RPG/Ação, bem mais fácil que qlq jogo da FROM(que nunca tive saco de zerar), de ponto negativo deixo apenas a variedade de inimigos que não é tão grande assim.
 

ʜᴇʟʟʀᴀɪsᴇʀ

Zima Blue
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Muitos. Vou focar no que eu for zerando no Series S e no PS5.

Hitman 3 (Series S)




É um jogo que segue a mesma fórmula e nível de qualidade dos seus antecessores. Dá até pra tratar a trilogia como um único jogo vendido em 3 partes, porque não existem melhorias significativas ou alguma diferença considerável. É o 47 travadão de sempre, com gráficos lindos e um ótimo fator replay, ainda que eu nunca tenha gostado muito dessa ideia de inserir "pequenas histórias" dentro das fases. Ok, é uma opção, mas acho que são lineares demais. A graça de Hitman, ao meu ver, é descobrir algum método na raça. Eu gosto da trilogia, mas são jogos que eu zero e não sinto vontade de zerar novas vezes, ao contrário do Blood Money, que eu considero bem mais divertido.

Mass Effect Legendary Edition (Series S)



Lindíssimo. É a mesma trilogia que quem jogou já conhece, mas com todas as expansões adicionadas e sem o multiplayer do terceiro jogo. Achei o jogo lindíssimo, até melhor no Series S do que no One X, mas não acho que valha preço cheio devido a falta de novidades. Alteraram sim um pouco do gameplay, principalmente do primeiro, mas julgo a diferença sutil demais. Ainda assim, são 3 jogos de qualidade absurda, que eu raramente encontro hoje em dia.

Call of the Sea (Series S)



Esse eu fiz 1000G, já que é bem fácil. O jogo não tem mistério, ele se resume a caminhadas e puzzles. Não há combate, não há momentos de fuga, não há terror, então eu entendo que muita gente fique entediada jogando. As conquistas são bem tranquilas de se conseguir, sendo relacionadas a segredos e coletáveis, coisa que qualquer guia resolve bem rápido. Quanto ao jogo, embora o seu visual seja simples, a parte artística é maravilhosa. Os puzzles não são exatamente bem feitos, alguns eu estou até agora tentando entender o que queriam comunicar, pois são meio confusos e demandam boas doses de tentativa e erro. A história também é bonita, e como o jogo está no Gamepass, eu acho que vale a pena dar uma olhada sim, pra quem gosta de jogos do tipo.

Bright Memory (Series S)



Tá mais pra uma demo paga do que um jogo, mas achei bem fraco. Eu sei que o jogo foi desenvolvido por uma só pessoa (ao menos dizem isso alguns sites), mas ele parecia muito mais bonito em trailers e imagens do que realmente é. Nada impressionante, não sei o que tem aqui e que o Xbox One não aguentaria rodar. No geral, achei um jogo bem fraco, e embora só tenha uma hora de duração, o tédio me consumiu nesse período. Eu senti que estava jogando um desses joguinhos de shopping.

Outriders (Series S)



Não tem muito o que dizer, já que eu nem entendo sobre o gênero, mas foi uma experiência divertida. Eu não tive paciência pra jogar a campanha de Destiny, mas essa aqui eu terminei e não a considerei cansativa em momento algum, mesmo jogando solo. Pra quem quer um jogo de curta duração só pra dar uma zeradinha e encostar, é uma ótima pedida e está no Gamepass.
 

javagod

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Muitos. Vou focar no que eu for zerando no Series S e no PS5.

Hitman 3 (Series S)




É um jogo que segue a mesma fórmula e nível de qualidade dos seus antecessores. Dá até pra tratar a trilogia como um único jogo vendido em 3 partes, porque não existem melhorias significativas ou alguma diferença considerável. É o 47 travadão de sempre, com gráficos lindos e um ótimo fator replay, ainda que eu nunca tenha gostado muito dessa ideia de inserir "pequenas histórias" dentro das fases. Ok, é uma opção, mas acho que são lineares demais. A graça de Hitman, ao meu ver, é descobrir algum método na raça. Eu gosto da trilogia, mas são jogos que eu zero e não sinto vontade de zerar novas vezes, ao contrário do Blood Money, que eu considero bem mais divertido.

Mass Effect Legendary Edition (Series S)



Lindíssimo. É a mesma trilogia que quem jogou já conhece, mas com todas as expansões adicionadas e sem o multiplayer do terceiro jogo. Achei o jogo lindíssimo, até melhor no Series S do que no One X, mas não acho que valha preço cheio devido a falta de novidades. Alteraram sim um pouco do gameplay, principalmente do primeiro, mas julgo a diferença sutil demais. Ainda assim, são 3 jogos de qualidade absurda, que eu raramente encontro hoje em dia.

Call of the Sea (Series S)



Esse eu fiz 1000G, já que é bem fácil. O jogo não tem mistério, ele se resume a caminhadas e puzzles. Não há combate, não há momentos de fuga, não há terror, então eu entendo que muita gente fique entediada jogando. As conquistas são bem tranquilas de se conseguir, sendo relacionadas a segredos e coletáveis, coisa que qualquer guia resolve bem rápido. Quanto ao jogo, embora o seu visual seja simples, a parte artística é maravilhosa. Os puzzles não são exatamente bem feitos, alguns eu estou até agora tentando entender o que queriam comunicar, pois são meio confusos e demandam boas doses de tentativa e erro. A história também é bonita, e como o jogo está no Gamepass, eu acho que vale a pena dar uma olhada sim, pra quem gosta de jogos do tipo.

Bright Memory (Series S)



Tá mais pra uma demo paga do que um jogo, mas achei bem fraco. Eu sei que o jogo foi desenvolvido por uma só pessoa (ao menos dizem isso alguns sites), mas ele parecia muito mais bonito em trailers e imagens do que realmente é. Nada impressionante, não sei o que tem aqui e que o Xbox One não aguentaria rodar. No geral, achei um jogo bem fraco, e embora só tenha uma hora de duração, o tédio me consumiu nesse período. Eu senti que estava jogando um desses joguinhos de shopping.

Outriders (Series S)



Não tem muito o que dizer, já que eu nem entendo sobre o gênero, mas foi uma experiência divertida. Eu não tive paciência pra jogar a campanha de Destiny, mas essa aqui eu terminei e não a considerei cansativa em momento algum, mesmo jogando solo. Pra quem quer um jogo de curta duração só pra dar uma zeradinha e encostar, é uma ótima pedida e está no Gamepass.
A campanha de Outriders é realmente divertida. E digo que o pós endgame é mais interessante ainda. Mas é um jogo que funciona melhor em coop.
 

ʜᴇʟʟʀᴀɪsᴇʀ

Zima Blue
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Astro's Playroom (Playstation 5)



Admito que era o meu jogo de maior hype no PS5, mas foi uma decepção. Uma decepção pra mim, claro, mas eu entendo perfeitamente que tenha agradado a muitos. O jogo funciona mais como uma demo do que qualquer outra coisa, aí entra no subjetivismo. É como o controle do Wii: Há quem ame, considere imersivo e divertido, e há quem não goste por ter uma postura conservadora. É o meu caso: eu quero simplesmente pegar meu controle e jogar, e o Dualsense se mostrou um controle MUITO superior ao Dualshock 4 na pegada, mas eu não consegui gostar das firulas, e Astro's Playroom se resume a elas. Assoprar controle, ficar balançando controle, aquelas vibrações incômodas, os gatilhos travando, tudo coisa que eu deixo desativado em jogos, quando possível. Embora curto, Astro só conseguiu foi me provocar tédio.

Ratchet and Clank: Rift Apart (Playstation 5)



Surpresa positiva. Do que eu joguei, é facilmente o jogo mais bonito, embora ainda não impressione ou cause um "impacto next-gen", o que é mais culpa da geração atual de consoles do que culpa do jogo em si. O maior problema do jogo é a sua duração, sendo excessivamente curto. Dá pra zerar tranquilamente em um ou dois dias, então eu acho mais interessante pegar o jogo em uma promoção ou na Plus, ao invés de pagar 350 reais, como eu fiz. Ainda assim, é um jogo muito bom. Tudo flui muito bem, as personagens são carismáticas e o combate é divertido. Tem algumas paredes invisíveis irritantes e os clássicos colecionáveis que todo jogo tem pra inflar a duração, mas nada que incomode demais. Bom jogo pra dar uma zeradinha ou até platinar, já que ele é bem curto.

Guilty Gear -Strive- (Playstation 5)



Nada entendo sobre jogos de luta, mas me divirto jogando. Sempre achei Guilty Gear e Blazblue meio complicados, mas esse aqui até que te deixa se divertir um pouco, mesmo sendo noob. Só acho o jogo meio lento pra iniciar, mesmo que você só queira jogar um pouquinho offline. Eu só queria que o modo história do arcade fosse melhor elaborado, mas ele é bem simples. Duvido que eu vá jogar por mais que 10 ou 15h, mas dei uma brincada no modo arcade, terminei algumas vezes e joguei um pouco do modo sobrevivência. Pena é o preço também. 300 reais na PSN.

Virtua Fighter 5 Ultimate Showdown (Playstation 5)



Remaster, não tem muito o que comentar. Sinto falta de quando jogos de luta eram recheados de conteúdo offline, como Tekken 3 ou Street Fighter Alpha 3. Agora eles colocam um modo arcade meia boca e só focam no online, que eu não curto muito.

Doom Eternal (Playstation 5)



Jogo muito bom. Já era lindo no PS4, e ficou bem mais bonito no PS5. Deu até gosto de zerar novamente, e dessa vez foi até mais divertido do que na primeira vez. Eu entendo quem abandone o jogo de início, porque o Doom Slayer inicia bem cru e o jogo parece mais dificil do que realmente é, já que você ainda está pegando a manha, mas depois que você começa a coletar upgrades e vai se acostumando com o ritmo frenético, tudo flui muito bem. Lembro que droppei esse jogo duas vezes e tinha odiado, até finalmente jogar de uma vez e conseguir gostar. Acho que não tem muito do que reclamar. As partes de plataforma não me incomodam e nem apresentam dificuldade, talvez dê pra reclamar da repetição de inimigos, já que como o jogo fica te enchendo de demônios o tempo inteiro, você naturalmente se depara com a mesma criatura inúmeras vezes. Fora isso, tudo funciona bem. Gameplay, a trilha sonora, os momentos de plataforma, é até um bom jogo pra quem só quer passar o tempo enquanto ouve um podcast ou conversa com amigos.
 

SilentHill2

Bam-bam-bam
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Medal of Honor: Frontline
Dificuldade muito elevada em certos trechos e fases e sem qualquer checkpoint, ou seja: morreu volta tudo. Ainda assim um excelente jogo e disputa com o Allied Asault o título de melhor da série. O ponto negativo é o screen tearing - recortes na tela.

Console: PlayStation 3.
Dificuldade: Normal.
Tempo: ~10 horas.

 
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