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Tópico oficial Qual o último jogo que vc Terminou/fechou/zerou? [+ Independente da plataforma]

HenriqueV5

Bam-bam-bam
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Uma pena porque o Origins é excelente !

O Arkham Knight vou tentar pela terceira vez, mas só de pensar na chatisse com o Batmóvel já bate uma preguiça ... :klolwtf

Concordo., gostei demais também.

Não tem fator replay esse. Não dosaram muito bem a parte do batmóvel.
c***lh0, esqueci dessa dor de cabeça com o batmóvel :kkk

Quando eu achava que tinha acabado, a próxima fase era ainda mais difícil que a anterior e eu ficava :ktrigger

Mas isso tudo é fichinha perto dos desafios do charada :facepalm. Até hoje não vi o verdadeiro final do Knights por preguiça de caçar todos os desafios.
 

Fonx

Bam-bam-bam
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Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii - 40 horas - Sensacional (Platinado)
like a dragon pirate yakuza in hawaii 40h.jpg


Dev: Ryu Ga Gotoku Studio/SEGA
Gênero: Ação/Aventura/RPG
Ano de Lançamento: 2025
Dificuldade Jogada: Profissional
Conquistas: 62/62

Sinopse: Após perder a memória, Goro Majima desperta em uma ilha próxima ao Havaí e acaba se envolvendo em uma aventura pirata repleta de caos, tesouros e confrontos explosivos nos mares. Entre batalhas navais, exploração de ilhas e o humor característico da franquia, ele reúne uma tripulação improvável enquanto enfrenta perigos do submundo. Misturando ação exagerada e momentos cômicos, o jogo expande o universo de Like a Dragon com uma temática pirata inusitada.

Avaliação: Sensacional. Pirate Yakuza comprova que a RGG é mais do que capaz de conseguir fugir da fórmula clássica do estúdio, pois aqui temos um ótimo aperitivo de uma gameplay diferente e igualmente divertida.

Mesmo com cara e jeito de ser 99,9% filler, o jogo conta com um enredo bacana que funciona e encaixa perfeitamente bem no personagem Majima, com seu carisma sendo um grande destaque em todos os pontos do jogo.

Dessa vez, além das brigas de rua padrões da série, temos também batalhas navais entre navios piratas e batalhas de tripulações em larga escala. Temos que melhorar tanto o navio quanto a tripulação, recrutando dezenas de personagens através de missões principais, missões secundárias, minigames e objetivos simples pelas ilhas novas e pela cidade de Honolulu que é reaproveitada em toda a sua essência por aqui.

A dificuldade Profissional deixou a experiência ainda melhor, pois é preciso explorar bastante todo o potencial do jogo para dar upgrades no Majima e no navio. São diversas habilidades diferentes, com o Majima assumindo 2 tipos de postura: uma padrão do personagem e outra que ele encarna um pirata. Ainda possuímos um sistema de anéis onde podemos equipar 10 deles em todos os dedos das mãos, com cada anel tendo um buff diferente.

Pirate Yakuza mantém a essência da franquia e ainda dá um gostinho de inovação, recomendo demais essa experiência diferente e muito divertida. Deu até pra platinar quase de forma natural, a maioria das conquistas acabaram vindo apenas por jogar o que o jogo tem a oferecer.
 

Tech_Kraken

Bam-bam-bam
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Atualizando com games com participação do Yuzo Koshiro

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Shinobi: Art of Vengeance + DLC SEGA Villains Stage (PC)
(Tempo de Jogo: 18h30min)

O game é do gênero Ação 2D, onde segue a história de Joe Musashi e seus aliados na luta contra a organização ENE Corp, a qual deseja dominar o mundo.
O estilo artístico dos cenários são muito bonitos, parecendo uma pintura viva. A trilha sonora é boa e se ajusta ao apresentado nas fases.
A gameplay é rápida e dinâmica, com variedade nas habilidades especiais do Musashi, as quais são obtidas durante o avanço da jornada. A exploração das fases funciona com backtracking, garantindo fator replay se a pessoa quiser obter o 100% do game.
A DLC acrescenta novas fases e chefes inspirados nas franquias Golden Axe, Yakuza e Sonic. Apesar dessas fases não trazerem muita variedade e repetirem os mesmos inimigos comuns da campanha principal, os chefes são legais e oferecem um bom desafio.

Nota Final: 8/10


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Earthion (PC)
(Tempo de Jogo: 2h - Tópico Retrojogo da Quinzena)

O game é um Shmup horizontal, onde segue o contra-ataque da humanidade a invasores extraterrestres a Terra.
Os cenários são bem feitos e detalhados, com elementos de transição entre as áreas em formato 3D, o que achei impressionante considerando que o jogo foi produzido para rodar diretamente no Mega Drive.
A trilha sonora é boa, apesar de não ser o melhor dos trabalhos do Yuzo Koshiro.
Zerei no nível normal. A jogabilidade funciona semelhante aos demais jogos do gênero, se destacando o fato da nave possuir um escudo regenerativo que impede de perder vida diretamente por hit-kill, a possibilidade de realizar upgrades permanentes nela, além de poder carregar os upgrades realizados para uma nova jornada desde que se utilize do password fornecido ao terminar o jogo (ou por ter tomado game over), o que torna a experiência da gameplay mais justa e equilibra os desafios das fases, independente do nível de dificuldade escolhido.
O game se tornou um dos meu shmups favoritos, junto com a franquia Strikers e o Drainus.

Nota Final: 9/10
 
Ultima Edição:

Spacehead

Mil pontos, LOL!
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Metal Gear: Ghost Babel - (GBC, 2000) - 14/05/2026 - Nota - 7,2/10

Aqui foi um jogo que demorei alguns meses para terminar, comecei no retrojogo do Mês de fevereiro a jornada, embalei bem e em uma semana fiz mais da metade do game, com isso, análise dos principais pontos dele:

Diversão (10 pts): 7/10. Aqui quero lançar uma questão para vocês: Metal Gear é uma série mais interessante que divertida ? Para mim sim, os dois jogos que joguei da série ( este e o primeiro remake do GameCube) o que mais me fez continuar é o interesse na história, nas mecânicas, nas surpresas, como o jogo vai fechar, assim, o forte do game não é totalmente ser algo divertido, produtor de endorfina, o jogo é um pouco trabalhoso, frustrante às vezes, demorado, com seu tempo, com algumas coisas obscuras, por isso, deixo ele com um nota 7 aqui, teve seus momentos divertidos e os momentos que sustentaram o game foi ser interessante, pois estava meio chatinho, e talvez isso tenha demorado tanto para terminá-lo.

Level Design (5 pts): 3/5. O level design é meio estranho, alguns momentos o jogo te fala: "tem um buraco em uma parede para você entrar", mas, porra, é um jogo todo pixelado, o que é um buraco ou uma sombra ? são vários momentos que isso acontece durante o jogo te deixando na mão, em certa altura do campeonato, estava jogando com um guia em vídeo para saber aonde ir e o que fazer, acredito que as fases mais fechadas o jogo brilha mais, alguns puzzles não são dos mais divertidos como um que você tem que decorar o caminho certo em algumas esteiras demandando diversas tentativas até achar o caminho correto, por vezes temos que ir e retornar diversas vezes nas fases o que é meio xarope, prefiro as fases mais diretas aqui, de resto, é um jogo com boas fases, principalmente para um GBC.

Game Design (5 pts): 4/5. Esse jogo consegue fazer algo incrível, que é transmitir o sentimento que é metal gear para um jogo de gbc em um cartucho de 2mb, loucura total isso, tudo está aqui, a história, as lutas legais contra os bosses, as diversas armas e suas funcionalidades, itens, puzzles, cutscenes dramáticas, personagens marcantes, sistema stealth, absurdo completo, claro que transporta os defeitos do jogo original; a burocracia de metal gear é algo frustrante, abre menu, seleciona itens, tal item para tal momento, volta, seleciona outro item, é praticamente um simulador de burocrata fdp que vai ferrar sua vida se você precisar dele em uma segunda-feira, simplesmente parece que metade do jogo é fazendo isso, e, isso que nem usei o save nativo do game, foi no save state, se não eram mais algumas horas de pura burocracia. Resumindo, para o bem ou para o mal, aqui temos um jogo metal gear em sua mais pura essência, com o adendo do jogo ser dividido em fases, mas isso mais ajuda que atrapalha, principalmente para um game desse escopo em um GBC.

Arte em geral (4 pts): 3/4. Definitivamente é um jogo bem charmoso com sua pixel art, consegue emplacar cutscenes até emocionantes, tem algumas animações em pixel interessantes, a história, ao meu ver, perde um pouco de força por sua semelhança com o primeiro jogo 3d da franquia, acho bem idêntica se parar para prestar atenção, algumas coisas incomodam, e acredito que a limitação de hardware contribui, cenários bastante iguais e sem variação, ou é deserto amarelo, ou concreto cinza, algumas coisas de verde aqui ali, podiam pelo menos variar um pouco mais. Se for pensar, é apenas uma reclamação vazia por tudo que conseguiram colocar no game.

Som (1 pt): 0,6/1. Okay, efeitos sonoros bons e que avisam bem o que acontece na tela ( por exemplo, você foi descoberto por algum inimigo), a música passa sensações necessárias, acima da média do console, que em diversos jogos é um amaranhado de grunhidos incomodativos, claro que nada marcante mas bom dentro das possibilidades.

Gameplay (7 pts): 6/7. Acredito que, tirando a burocracia para escolher itens e armas, que pode algumas vezes te atrapalhar até selecionando as coisas erradas, de resto nada a reclamar, mirar e atirar é de boas aqui, bater nos inimigos igualmente, o jogo responde bem, por exemplo você querer se encostar na parede ou bater um cartão em alguma porta, não é dos jogos mais gostosos de jogar em si, mas é extremamente funcional.

Imersão (7 pts): 4,5/7. Putz, aqui o jogo me perde demais, a história é boa, mas não suficiente para me fazer jogar sem parar ou se importar tanto com ela, o jogo não é tão gostoso de jogar para eu ficar viciado em sua gameplay, é aquele jogo que, olha, sobrou uma horinha aqui e já comecei esse aqui porque não avançar nele ? Ao mesmo tempo da uma preguiça pois tem vezes que o jogo não anda, é jogar e jogar para avançar tão pouco, no fim, provavelmente é um daqueles jogos que vou me lembrar de ter terminado, pensar como uma boa experiência, mas certamente nunca vai ser um dos jogos top que já joguei, o que é incrivelmente algo que posso comentar sobre Metal Gear Solid: The Twin Snakes. Talvez sejam jogos que eu gosto, mas não são exatamente a minha "geleia".

Gráficos (3 pts): 2,5/3. Muito bonitos e bem feitos para um GBC. Conhecendo o hardware de um gbc e com as tecnologias da epóca, minhas reclamações vão para o que já reclamei, não vou me aprofundar para não ser repetitivo, certas coisas no cenário deveriam ser mais fáceis de identificar e certos ambientes repetitivos podem deixar o jogador cansado em sua jornada.

Bugs/funcionamento (2 pts): 2/2. Funciona perfeitamente e sem bugs.

Pormenores técnicos (1 pt): 0,8/1. Tirar um pouquinho de pontos por toda a burocracia que envolve o game, inclusive, salvar.

Extra/Conclusão (-5 a +5 pts): +3. Apesar de não ser um dos meus favoritos, Metal Gear Solid de GBC é um jogo extremamente interessante, e de longe, impressionante por terem conseguido portar de maneira tão eficaz a experiência Metal Gear Solid para um GBC, certamente fica na primeira prateleira de destaque de jogos do GBC, recomendo dar uma conferida no game, pode surpreender, para fãs da série, diria que é quase obrigatório.

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Hitmanbadass

You can't handle the truth!
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Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii - 40 horas - Sensacional (Platinado)
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Dev: Ryu Ga Gotoku Studio/SEGA
Gênero: Ação/Aventura/RPG
Ano de Lançamento: 2025
Dificuldade Jogada: Profissional
Conquistas: 62/62

Sinopse: Após perder a memória, Goro Majima desperta em uma ilha próxima ao Havaí e acaba se envolvendo em uma aventura pirata repleta de caos, tesouros e confrontos explosivos nos mares. Entre batalhas navais, exploração de ilhas e o humor característico da franquia, ele reúne uma tripulação improvável enquanto enfrenta perigos do submundo. Misturando ação exagerada e momentos cômicos, o jogo expande o universo de Like a Dragon com uma temática pirata inusitada.

Avaliação: Sensacional. Pirate Yakuza comprova que a RGG é mais do que capaz de conseguir fugir da fórmula clássica do estúdio, pois aqui temos um ótimo aperitivo de uma gameplay diferente e igualmente divertida.

Mesmo com cara e jeito de ser 99,9% filler, o jogo conta com um enredo bacana que funciona e encaixa perfeitamente bem no personagem Majima, com seu carisma sendo um grande destaque em todos os pontos do jogo.

Dessa vez, além das brigas de rua padrões da série, temos também batalhas navais entre navios piratas e batalhas de tripulações em larga escala. Temos que melhorar tanto o navio quanto a tripulação, recrutando dezenas de personagens através de missões principais, missões secundárias, minigames e objetivos simples pelas ilhas novas e pela cidade de Honolulu que é reaproveitada em toda a sua essência por aqui.

A dificuldade Profissional deixou a experiência ainda melhor, pois é preciso explorar bastante todo o potencial do jogo para dar upgrades no Majima e no navio. São diversas habilidades diferentes, com o Majima assumindo 2 tipos de postura: uma padrão do personagem e outra que ele encarna um pirata. Ainda possuímos um sistema de anéis onde podemos equipar 10 deles em todos os dedos das mãos, com cada anel tendo um buff diferente.

Pirate Yakuza mantém a essência da franquia e ainda dá um gostinho de inovação, recomendo demais essa experiência diferente e muito divertida. Deu até pra platinar quase de forma natural, a maioria das conquistas acabaram vindo apenas por jogar o que o jogo tem a oferecer.

Rapaz, eu pulei esse mas sua análise me deixou curioso.
 

Mystic King

Bam-bam-bam
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Super Meat Boy 3D
Nota: 77/100

Captura-de-tela-de-2026-05-25-23-53-33.png

O jogo mantém a ideia principal do original: você controla Meat Boy, um cubo de carne super rápido que precisa atravessar fases pra salvar a Bandage Girl que foi raptada pelo Dr. Fetus. São 5 mundos com 15 fases cada e 5 bosses + o Mundo Sombrio com a mesma quantidade, pra liberar a fase correspondente no Mundo Sombrio você precisa completar o nível normal com A+...

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Cada fase tem um curativo escondido, usado pra desbloquear outros personagens, alguns deles tem movimentos extras especiais.
Sinceramente, tem algumas fases que são injustas demais, precisa de movimentos precisos perfeitos, com muita tentativa e erro.
O que atrapalha demais é que por ser um jogo 3D, vc acaba errando muito por conta da movimentação, ou ele é lento ou rápido demais, além da câmera ser fixa fazendo vc se confundir na hora do pulo.
E tudo tem que ser feito muito rápido, com precisão. Isso frustra demais. Não é nem a fase que é difícil é o personagem. Fases com muita discrepância de dificuldade, ou é muito difícil ou muito fácil.

Exemplo:
Mundo 5
Fase 13 e 14

Captura-de-tela-de-2026-05-25-23-31-47.png
Captura-de-tela-de-2026-05-25-23-34-27.png


Faltou criatividade no tema dos mundos, lembro que no Super Meat Boy tinha uma grande variedade de tipos e cores, aquilo era legal demais.
Não pretendo tentar fazer todas as fases A+ pra liberar a mesma fase no Mundo Sombrio... chega, quero distância.

Captura-de-tela-de-2026-05-25-23-41-40.png


Pra finalizar uma das frases que aparece na tela de loading.
"Seja gentil com seu controle"
 
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Royal_Salute

Ei mãe, 500 pontos!
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Super Meat Boy 3D
Nota: 77/100

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O jogo mantém a ideia principal do original: você controla Meat Boy, um cubo de carne super rápido que precisa atravessar fases pra salvar a Bandage Girl que foi raptada pelo Dr. Fetus. São 5 mundos com 15 fases cada e 5 bosses + o Mundo Sombrio com a mesma quantidade, pra liberar a fase correspondente no Mundo Sombrio você precisa completar o nível normal com A+...

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Cada fase tem um curativo escondido, usado pra desbloquear outros personagens, alguns deles tem movimentos extras especiais.
Sinceramente, tem algumas fases que são injustas demais, precisa de movimentos precisos perfeitos, com muita tentativa e erro.
O que atrapalha demais é que por ser um jogo 3D, vc acaba errando muito por conta da movimentação, ou ele é lento ou rápido demais, além da câmera ser fixa fazendo vc se confundir na hora do pulo.
E tudo tem que ser feito muito rápido, com precisão. Isso frustra demais. Não é nem a fase que é difícil é o personagem. Fases com muita discrepância de dificuldade, ou é muito difícil ou muito fácil.

Exemplo:
Mundo 5
Fase 13 e 14

Captura-de-tela-de-2026-05-25-23-31-47.png
Captura-de-tela-de-2026-05-25-23-34-27.png


Faltou criatividade no tema dos mundos, lembro que no Super Meat Boy tinha uma grande variedade de tipos e cores, aquilo era legal demais.
Não pretendo tentar fazer todas as fases A+ pra liberar a mesma fase no Mundo Sombrio... chega, quero distância.

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Pra finalizar uma das frases que aparece na tela de loading.
"Seja gentil com seu controle"

Esse tava na minha lista de mais esperados do ano. Mas os reviews me deram uma leve desanimada.

Vou jogar ainda pq adoro o primeiro (o forever achei fraco), mas o 3D agora ficou no backlog.
 

Royal_Salute

Ei mãe, 500 pontos!
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Pragmata - NS2 - 16h

Terminei pragmata com quase 100% (só n fiz todos desafios, mas fiz o backtracking nas fases)... se for fazer só a história é um jogo de 10h.

Mas quero começar falando que esse é um ponto forte do jogo. Em nenhum momento ele fica forçando conteúdo pra estender a duração dele. É um jogo que "respeita" o tempo do jogador.

E sim, há extras opcionais, então pra quem gostou vai ter sim 20h+ de conteúdo.

Quanto ao jogo, parabéns pra Capcom por lançar uma IP nova com uma mecânica de batalha diferente. É muito raro a gente ver isso em um AAA hoje em dia. E eu gostei da jogabilidade das batalhas... é "estranho" mas é algo novo e que pra mim funcionou bem.

Já o resto do jogo achei "nota 7"... não achei nada muito ruim mas também nada espetácular. História? Podia ser melhor. Personagens? No começo legal, mas com o tempo fica um pouco irritante. Level design? Simples/funcional, mas também nada espetacular... salas lineares com hordas de inimigos. Upgrades/customização? Também o "Dever de casa bem feito" mas nada que empolgue tanto.

Pra mim desperdiçaram uma oportunidade de usar melhor os hackings da Diana pra puzzle, faltou um backtracking + interessante/inteligente e level design com inimigos entrando de forma mais "orgânica". Mas como falei no geral o jogo funciona bem. E a batalha com o chefe final é bem legal.

De qualquer forma, um ótimo jogo, só está longe de ser um candidato a GOTY. Fiquei entre dar nota 7.5 ou 8 mas pela inovação leva um 8. Mais um bom trabalho da Capcom.

Nota: 8 - Excelente.

P.S: Optei por comprar mídia pro NS2. Eu tinha jogado a Demo no PS5 mas optei pelo NS2 pq estou em trânsito e não iria levar o PS5. A versão de PS5 obviamente tem gráficos melhores, mas no fundo é impressionante como a versão do NS2 segura bem com 60 FPS e os gráficos excelentes tb. Definitivamente o gap entre os ports pra console da Nintendo ficou MUITO menor (no switch era gritante a diferença pra um jogo de PS4). Única coisa dos gráficos no NS2 q fica "devendo" é o cabelo da Diana. Resto é + detalhe mesmo.
 

mlooborte

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Deu vontade de jogar denovo. Apesar de poder jogar em qualidade melhor no PC, optei por jogar no PS3 mesmo. Creio que ele rode em 720p e o fps vira e mexe cai pra baixo de 30 (nas extremidades das docas ele bate 60, o que leva a crer que o jogo tem fps destravado). Independente disso, o jogo quase sempre tem muita coisa acontecendo nas ruas, lixo jogado pra todo lado, gente correndo, inimigo atirando...não é a toa que o fps cai bastante.

E esse é meu primeiro elogio: a vibe caótica do jogo. Logo de cara você é apresentado a uma cidade que está em quarentena após a explosão que deu poderes ao seu personagem, Cole. Alguns inimigos surgiram após a explosão, mais ou menos como facções, uma parada meio com cara de "HQ". A cidade é uma loucura, facções atirando pra todo lado, gente correndo, lixo espalhado por aí...e você contribui com o caos ao jogar carros pelo ar, explodindo as coisas e procurando fontes de energia pra recarregar.

O gameplay continua bom, com a única ressalva para a escalada dos prédios, é meio chatão ficar procurando coisa pra agarrar e conseguir subir. Mais adiante você pega uma habilidade para deslizar nos fios de eletricidade, isso ajuda bastante na hora de navegar pela cidade. Os poderes e as batalhas funcionam muito bem, dá gosto de jogar.

A história é bem legal também. As cenas de conversa ingame são bem fraquinhas, mas os momentos importantes são exibidos em animações que lembram HQ, com uma arte bem foda. O jogo tem uma uma das minhas reviravoltas favoritas no final, muito bacana mesmo.

Espero que venha pelo menos uma remasterização um dia.
 

Fonx

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Kaze and the Wild Masks - 3:30 horas - Bom
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Dev: PixelHive
Gênero: Plataforma 2D
Ano de Lançamento: 2021
Dificuldade Jogada: Padrão
Conquistas: 14/25

Sinopse: Kaze and the Wild Masks acompanha Kaze, uma coelha aventureira que parte para salvar seu amigo Hogo e enfrentar uma maldição que corrompe as ilhas Crystal. Inspirado nos clássicos de plataforma dos anos 90, o jogo traz fases coloridas, desafios rápidos e máscaras mágicas que concedem poderes especiais. Com visual em pixel art e jogabilidade precisa, a aventura mistura nostalgia e criatividade em uma jornada cheia de segredos.

Avaliação: Bom. Esse jogo brasileiro em pixel art se inspira totalmente na trilogia Donkey Kong Country, com direito até a caçar letras que formam o nome da protagonista em todas as fases.

Com uma arte bonita e trilha sonora agradável, Kaze atravessa vários reinos com biomas diferentes usando máscaras de animais que dão poderes únicos para a coelha superar seus obstáculos cada vez maiores e mais complexos.

Ao final de cada reino, uma clássica fase de chefe nos aguarda. Todos com uma dificuldade super simples, tirando o último que deu um pouco mais de trabalho pela longa duração do combate.

O jogo ainda conta com alguns segredos necessários para ativar um final secreto, mas não me senti atraído o suficiente pra coletar tudo que precisa pra liberar isso. Satisfeito com o final comum, recomendo o jogo pra quem gosta do gênero de plataforma.


Pacific Drive - 16:30 horas - Bom
pacific drive 1630h.jpg


Dev: Ironwood Studios/Kepler Interactive
Gênero: Ação/Aventura/Roguelite
Ano de Lançamento: 2024
Dificuldade Jogada: Padrão
Conquistas: 24/49

Sinopse: Pacific Drive coloca o jogador em uma versão distorcida e sobrenatural da Península Olímpica, onde sobreviver depende de um carro velho e confiável. Explorando zonas repletas de anomalias perigosas, você coleta recursos, melhora o veículo e tenta escapar dos mistérios da região proibida. Misturando sobrevivência, roguelite e direção, o jogo cria uma atmosfera tensa e única durante cada expedição.

Avaliação: Bom. Pacific Drive é um jogo bem diferente na sua proposta, com muita burocracia no início pra compreender todas as mecânicas que envolvem o carro, a garagem e o ciclo de história e exploração.

A história parecia ser interessante mas acabou sendo bem esquecível no fim das contas. A ambientação é bem legal, a gameplay de dirigir o carro e lootear os ambientes é divertida e a trilha sonora é o grande destaque. Sério, tem umas músicas muito boas!

Falando do ciclo, ele é basicamente: se preparar em uma garagem com equipamentos, cuidar do carro arrumando e trocando peças, selecionar um local para partir e seguir uma trilha cheia de bifurcações em um menu de mapa com cada local nos levando a lugares únicos com particularidades.

Atingindo o objetivo principal ou simplesmente coletando os recursos que desejamos, é hora de retornar para a garagem recolhendo orbes espalhadas pelos mapas para abrir um portal de volta. Ao abrir esse portal (que sempre deve estar distante do nosso local atual) devemos correr direto pra ele cruzando todo o ambiente, pois o mapa começa a se fechar em uma tempestade de radiação mortal.

No meio de tudo isso temos diversos obstáculos sobrenaturais que estarão sempre nos atrapalhando, pois podem danificar todas as peças do carro. Não bastasse tudo isso ainda precisamos cuidar do combustível, da bateria, do motor e dos pneus (que podem até furar!), o que torna bem interessante a riqueza de detalhes e mecânicas.

Pacific Drive pode não ser uma experiência inesquecível, mas jogar algo tão diferente assim é bem bacana pra fugir da zona de conforto dos gêneros favoritos.
 

Spacehead

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Earthion - (Mega Drive, 2025) - 17/05/2026 - Nota - 8,3/10

|Terminado no Retrojogo Da Quinzena|

Earthion é um jogo que ficou no meu radar no ano passado, quando lançado, tinha escutado comentários bem positivos sobre ele ao mesmo tempo que, como bom pcista não compro jogos em preço cheio, fora que ele tem uma carinha de ser jogo que vai ser dado na epic, então, quando ele foi eleito jogo da quinzena, fiquei animado para jogar, a versão de pc é apenas um port do jogo de Mega Drive, onde ele foi projetado para jogar originalmente, sendo assim, a versão de PC tem alguns problemas em funcionar com controles, fui na versão de Mega Drive, e sim, me impressionou, como atualmente as pessoas conseguem dominar tanto consoles antigos e fazem jogos como Earthion para essas plataformas. Sem mais delongas, a review:

Diversão (10 pts): 7,8/10. Apesar de gostar de jogos de nave, ele é aquele gênero de jogo que tem um "teto" para diversão para mim, dificilmente vai ser um nota 10 nesse sentido, mesmo assim, Earthion diverte bastante, a colocação de elementos de game design novos em um jogo com cara e sistemas de jogo 16 bits é uma grata surpresa em um gênero que sempre teve problema em encontrar equilíbrio entre desafio e diversão. Consegue agradar os hardcores e os casuais, e caso tivesse mais tempo e menos jogos tentaria terminar no normal, visto que no fácil, após duas runs eu já tinha entendido e dominado o game nesse modo, de todo modo, ainda tem um problema de replay, não é um jogo que me atrai de jogar e jogar, é mais uma run por dia caso tentasse terminar no normal, após uma hora de jogatina, eu estava um pouco cansado, no fim, o saldo é bem positivo, inclusive, dá vontade de jogar mais coisa desse gênero após terminar este aqui.

Level Design (5 pts): 5/5. Para um jogo de nave, faz de maneira perfeita, 8 fases variadas, com diferentes inimigos, desafios, chefes, cenários, segredos e itens. Talvez poderia ter mais de uma rota em cada fase para incrementar ainda mais? sim, mas acho que as vezes o normal bem feito é o suficiente.

Game Design (5 pts): 4/5. As melhorias de vida de um jogo moderno caem super bem, barra de energia, escudos que se regeneram, arma secundária e primária, possibilidade de upgrade entre fases, apenas acho que algumas coisas poderiam ser explicadas melhor, a função de alguns itens, por exemplo, o de upgrade, que descobri como fazer depois de terminar o jogo, existe um menu "secreto" que altera bastante coisa no jogo que deveria estar integrado ao menu principal, que não faz sentido ter deixado tão obtuso de acessar, e, poder salvar entre as fases,sim, eu sei que o jogo foi pensado em ter a possibilidade de game over, mas cara, às vezes eu não tenho tempo para jogar uma run completa, eu queria poder salvar e voltar depois, acredito que tirando isso, de resto tudo está ótimo aqui.

Arte em geral (4 pts): 3/4. Em termos de arte ele não é original, mas é super bem feito, tem um estilo de anime antigo do fim dos anos 80/início dos anos 90, jogo super charmoso, com cutscenes bem feitas demais, ainda mais para um de mega drive, a história é boa, interessante até, ótimas animações e efeitos visuais, tudo redondinho, se fosse um game do meio dos anos 90 até dava mais, por ser um jogo de 2025 acredito que é justo tirar um pouco por não ser nada fora do normal.

Som (1 pt): 0,7/1. Aqui o hype fez a galera ficar nervosa, mas, como eu não estava hypado, achei a trilha muito boa e curti bastante durante a jogatina, não é marcante daquelas que você sai assoviando após terminar o game; é, no mínimo, acima da média.

Gameplay (7 pts): 6,5/7. Praticamente perfeito para o gênero de jogo, responsivo, ofato de usar poucos botões ajuda na hora da pressão, do tiroteio frenético, as melhorias de vida eu já citei, são ótimas, apenas faltou uma opção turbo nativa ou se existe deixar claro isso, pois, putz, acabou a jogatina, meu dedo estava doendo de tanto segurar o tiro.

Imersão (7 pts): 6/7. Fiquei bastante imerso jogando ele, ligado na tela e querendo passar de fase, provavelmente que tenha esse efeito com todos os jogadores, atrapalha, como citado, após certo replay de algumas fases, dá uma cansada no jogador, no fim, já estava querendo terminar ele e ficando um pouco arrastado, nada que tire tanto o brilho.

Gráficos (3 pts): 3/3. Bonitão, hein? Acho que é o ápice que um Mega Drive pode rodar, pguei um pau para ele nesse quesito, até dá para duvidar que ele roda liso em um Mega de verdade, bem impressionante.

Bugs/funcionamento (2 pts): 2/2. Funciona perfeitamente, sem bugs e sem engasgar.

Pormenores técnicos (1 pt): 0,5/1. A questão do menu escondido ter tantas opções para o jogo, manual, e você conseguir acessá-lo na sorte conta muito, podiam ter deixado mais a vista e acessível.

Extra/Conclusão (-5 a +5 pts): +3. Aqui temos a seguinte receita, pegue um gênero que está em baixa, mas continua com um público antigo que curte jogar, jogue melhorias modernas nele de gameplay e gamedesign, mas sem perder o cerne do que deixou o gênero grandioso em sua época de ouro, misture com level design, som e arte simples mas bem feitos, e com gráficos 16 bits impressionantes, e temos servido um bom jogo com pitadas de nostalgia, para os mais velhos e novos jogadores, recomendo Earthion, serão algumas horinhas bem aproveitadas de videogame.

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Battletoads - NES - 10-15h+-

Finalmeeente... consegui fechar esse que é considerado por muitos o jogo + difícil da história (ao menos que foram lançados no ocidente).

Mas não, eu não terminei nas "regras originais do jogo"... que é basicamente 4 vidas + 3 continues. Eu resolvi jogar podendo gravar entre cada fase (mas sem savestates no meio)... e ainda sim é um desafio BRUTAL, mas possivel de realizar.

Nem imagino quem terminou na época do NES quantas horas levou... pq além da dificuldade do level design do jogo, a MAIOR dificuldade meeeesmo é o gamedesign antigo de vidas/continues, onde perdeu tem que voltar pra 1a fase e fazer TUDO DE NOVO. O problema é que você VAI perder dezenas de vidas na 1a vez que jogar cada fase do jogo (a partir da 3a fase, a famosa turbo Tunnel)... é impossível não morrer porque o jogo é sádico d+, com uns inimigos aleatórios matando em 1hit, onde muitas partes vc só passa "sabendo o que vai vir". E pra treinar cada fase é um parto pq quando vc chega na fase pra "aprender" vc morre e tem que voltar deeesde o começo. Hoje galera consegue fazer em "uma run" porque treina com savestate cada fase.

Pra entender a dificuldade de battletoads, seria como se Celeste tivesse 4 vidas e 3 continues, com o continue retornando do começo de cada fase e acabando eles volta desde a 1a fase.

Mas enfim... sobre o jogo:

Por mais que eu tenha passado raiva em muitas partes, o jogo é uma aula de criatividade em level design. Basicamete: cada fase é ÚNICA. Na primeira fase parece q o jogo vai ser um Beat'em up tradicional estilo double dragon, mas na 2a já muda toda dinâmica descendo de rapel, na 3a temos "a fase da motinha", na 4a é um jogo de plataforma 2d (com chão de gelo escorregadio) e por aí vai... Ali já dava pra ver que a RARE tinha desenvolvedores criativos e bons d+. São 12 fases com mecânicas totalmente distintas.

O ponto fraco é que pro padrão de hoje alguns chefes e inimigos são mal feitos, e hitboxes podem irritar também, mas mesmo assim é um jogo BEM divertido.

Eu recomendo jogar sim, usando savestates como "checkpoint" mesmo durante a fase... joguem como se fosse celeste com vida infinita... passou faz o Save que "uma hora vai".

Nota: 7.5 - Muito bom.

Só não dou nota maior pq realmente algumas coisas envelheceram mal, mas curti a experiência.

E curiosidade: Turbo tunnel não está nem entre as fases + difíceis do jogo. Eu colocaria como a 4a mais fácil das 12.
 
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Nicksobis

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Metal Gear: Ghost Babel - (GBC, 2000) - 14/05/2026 - Nota - 7,2/10

Aqui foi um jogo que demorei alguns meses para terminar, comecei no retrojogo do Mês de fevereiro a jornada, embalei bem e em uma semana fiz mais da metade do game, com isso, análise dos principais pontos dele:

Diversão (10 pts): 7/10. Aqui quero lançar uma questão para vocês: Metal Gear é uma série mais interessante que divertida ? Para mim sim, os dois jogos que joguei da série ( este e o primeiro remake do GameCube) o que mais me fez continuar é o interesse na história, nas mecânicas, nas surpresas, como o jogo vai fechar, assim, o forte do game não é totalmente ser algo divertido, produtor de endorfina, o jogo é um pouco trabalhoso, frustrante às vezes, demorado, com seu tempo, com algumas coisas obscuras, por isso, deixo ele com um nota 7 aqui, teve seus momentos divertidos e os momentos que sustentaram o game foi ser interessante, pois estava meio chatinho, e talvez isso tenha demorado tanto para terminá-lo.

Level Design (5 pts): 3/5. O level design é meio estranho, alguns momentos o jogo te fala: "tem um buraco em uma parede para você entrar", mas, porra, é um jogo todo pixelado, o que é um buraco ou uma sombra ? são vários momentos que isso acontece durante o jogo te deixando na mão, em certa altura do campeonato, estava jogando com um guia em vídeo para saber aonde ir e o que fazer, acredito que as fases mais fechadas o jogo brilha mais, alguns puzzles não são dos mais divertidos como um que você tem que decorar o caminho certo em algumas esteiras demandando diversas tentativas até achar o caminho correto, por vezes temos que ir e retornar diversas vezes nas fases o que é meio xarope, prefiro as fases mais diretas aqui, de resto, é um jogo com boas fases, principalmente para um GBC.

Game Design (5 pts): 4/5. Esse jogo consegue fazer algo incrível, que é transmitir o sentimento que é metal gear para um jogo de gbc em um cartucho de 2mb, loucura total isso, tudo está aqui, a história, as lutas legais contra os bosses, as diversas armas e suas funcionalidades, itens, puzzles, cutscenes dramáticas, personagens marcantes, sistema stealth, absurdo completo, claro que transporta os defeitos do jogo original; a burocracia de metal gear é algo frustrante, abre menu, seleciona itens, tal item para tal momento, volta, seleciona outro item, é praticamente um simulador de burocrata fdp que vai ferrar sua vida se você precisar dele em uma segunda-feira, simplesmente parece que metade do jogo é fazendo isso, e, isso que nem usei o save nativo do game, foi no save state, se não eram mais algumas horas de pura burocracia. Resumindo, para o bem ou para o mal, aqui temos um jogo metal gear em sua mais pura essência, com o adendo do jogo ser dividido em fases, mas isso mais ajuda que atrapalha, principalmente para um game desse escopo em um GBC.

Arte em geral (4 pts): 3/4. Definitivamente é um jogo bem charmoso com sua pixel art, consegue emplacar cutscenes até emocionantes, tem algumas animações em pixel interessantes, a história, ao meu ver, perde um pouco de força por sua semelhança com o primeiro jogo 3d da franquia, acho bem idêntica se parar para prestar atenção, algumas coisas incomodam, e acredito que a limitação de hardware contribui, cenários bastante iguais e sem variação, ou é deserto amarelo, ou concreto cinza, algumas coisas de verde aqui ali, podiam pelo menos variar um pouco mais. Se for pensar, é apenas uma reclamação vazia por tudo que conseguiram colocar no game.

Som (1 pt): 0,6/1. Okay, efeitos sonoros bons e que avisam bem o que acontece na tela ( por exemplo, você foi descoberto por algum inimigo), a música passa sensações necessárias, acima da média do console, que em diversos jogos é um amaranhado de grunhidos incomodativos, claro que nada marcante mas bom dentro das possibilidades.

Gameplay (7 pts): 6/7. Acredito que, tirando a burocracia para escolher itens e armas, que pode algumas vezes te atrapalhar até selecionando as coisas erradas, de resto nada a reclamar, mirar e atirar é de boas aqui, bater nos inimigos igualmente, o jogo responde bem, por exemplo você querer se encostar na parede ou bater um cartão em alguma porta, não é dos jogos mais gostosos de jogar em si, mas é extremamente funcional.

Imersão (7 pts): 4,5/7. Putz, aqui o jogo me perde demais, a história é boa, mas não suficiente para me fazer jogar sem parar ou se importar tanto com ela, o jogo não é tão gostoso de jogar para eu ficar viciado em sua gameplay, é aquele jogo que, olha, sobrou uma horinha aqui e já comecei esse aqui porque não avançar nele ? Ao mesmo tempo da uma preguiça pois tem vezes que o jogo não anda, é jogar e jogar para avançar tão pouco, no fim, provavelmente é um daqueles jogos que vou me lembrar de ter terminado, pensar como uma boa experiência, mas certamente nunca vai ser um dos jogos top que já joguei, o que é incrivelmente algo que posso comentar sobre Metal Gear Solid: The Twin Snakes. Talvez sejam jogos que eu gosto, mas não são exatamente a minha "geleia".

Gráficos (3 pts): 2,5/3. Muito bonitos e bem feitos para um GBC. Conhecendo o hardware de um gbc e com as tecnologias da epóca, minhas reclamações vão para o que já reclamei, não vou me aprofundar para não ser repetitivo, certas coisas no cenário deveriam ser mais fáceis de identificar e certos ambientes repetitivos podem deixar o jogador cansado em sua jornada.

Bugs/funcionamento (2 pts): 2/2. Funciona perfeitamente e sem bugs.

Pormenores técnicos (1 pt): 0,8/1. Tirar um pouquinho de pontos por toda a burocracia que envolve o game, inclusive, salvar.

Extra/Conclusão (-5 a +5 pts): +3. Apesar de não ser um dos meus favoritos, Metal Gear Solid de GBC é um jogo extremamente interessante, e de longe, impressionante por terem conseguido portar de maneira tão eficaz a experiência Metal Gear Solid para um GBC, certamente fica na primeira prateleira de destaque de jogos do GBC, recomendo dar uma conferida no game, pode surpreender, para fãs da série, diria que é quase obrigatório.

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Eu ainda não zerei, mas tenho uma cópia original que comprei lacrada no MercadoLivre uns 7 anos atrás. Inclusive tinham várias cópias pra vender barato na época, alguém deve ter descoberto algum lote da gradiente.
Mas me impressiona muito o gameplay pra um portátil tão limitado como o gbc.
 

Spacehead

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Eu ainda não zerei, mas tenho uma cópia original que comprei lacrada no MercadoLivre uns 7 anos atrás. Inclusive tinham várias cópias pra vender barato na época, alguém deve ter descoberto algum lote da gradiente.
Mas me impressiona muito o gameplay pra um portátil tão limitado como o gbc.
Deve valer uma grana hj em dia essas copias hein.

Sim, o Game Boy/Color tem umas pérolas que você realmente não consegue imaginar como desenvolveram o game em tão pouco espaço, esse Metal Gear, como citei, é realmente impressionante, já que a maioria dos jogos portados falhavam em ser parecidos com os jogos originais em todos os aspectos.
 

Spacehead

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Teacup - (Android, 2021) - 19/05/2026 - Nota - 7,7/10

Terminando mais alguns games que peguei na epic store de android de forma gratuita, esse aqui uma grata surpresa, jogo de "conforto" que mistura adventure, puzzles e uma história infantil sobre uma sapa viciada em chá que vai no mundo em busca de ervas para sua festa do chá. E chá normal, não Santo Daime, que deixa você esquizofrênico.

Diversão (10 pts): 7,5/10. Jogo leve, descontraído, charmoso, confortante, com puzzle básicos e divertidos, exploração lenta, personagens divertidos e com certa personalidade. Esse jogo não vai inundar seu cérebro de dopamina, ao contrário, é um jogo tão divertido quanto tomar uma xícara de chá demorada em um dia frio, se você consegue apreciar esse tipo de game, não tem erro: experiência curta e boa, claro, que este conceito acaba em comparação a outros jogos menos divertido, mas não é problema, ainda é positivo nesse quesito.

Level Design (5 pts): 4/5. Apesar de simples, tem uns probleminhas na questão de que alguns cenários têm pontos específicos para entrar e sair dos cenários, o que pode te deixar preso, é um pouco confuso aonde ir e acaba por vezes fazendo o jogador esbarrar em elementos no cenário atrapalhando a jogatina, tirando isso, não tenho o que reclamar.

Game Design (5 pts): 4/5. Não erra em praticamente em nada do que faz, a única coisa que me irritou é que o game "deixa" o jogador terminar o game sem fazer todas as histórias do mundo do game, fiquei um pouco frustado no fim do game saber que teve coisas que não fiz no jogo, e não tinha nenhuma pista para isso, mesmo explorando bastante o game, outra questão, acho que o jogo podia ser mais "linear" nos cenários, o jogador tem que ir e voltar em lugares de forma desordenada que pode incomodar o jogador, de resto, nada a reclamar.

Arte em geral (4 pts): 4/4. Bonito demais, feito de maneira que lembra algo todo pintado em giz de cera, o jogo todo é montado para ser "doce", e consegue bem sem ser piegas, a narrativa é boa, personagens têm mais carisma que muitos jogos por aí, o design dos personagens é bem interessante, sendo animais metamórficos humanos, alguns até parecem colagem, cenários diferentes um dos outros, consegue ser um jogo que transmite o que quer com sua arte.

Som (1 pt): 0/1. Acabei por jogar com o som desligado, já que joguei no celular e a maior parte no trabalho, então não consigo falar nada da música ou efeitos sonoros, acredito que seja boa até por ter a soundtrack para comprar, mas não apreciei.

Gameplay (7 pts): 6/7. Gostei bastante da variação point and click, mini-games, puzzles variados e narrativa, sempre dando algo novo para o jogador não se enjoar na jornada de 1/2 horas de game, perde um ponto pois, apesar de entender ser um jogo calmo, devagar, as vezes é devagar demais, pqp, como a personagem rã demora para ir nos lugares, dá uma agonia ver ela andando no mapa, e podia ter um fast travel direto dos venários já descobertos, as vezes atravessar todo um cenário para sair dele é igualmante agoniante.

Imersão (7 pts): 5,5/7. Vou admitir que na parte final o jogo tinha me ganhado, estava querendo muito ajudar a pequena anfibia dar a maldita festa do chá dela, mas o início foi bem devagar, e após terminar, não vai ser aquele jogo memorável, mesmo assim, consegue te prender na jogatina.

Gráficos (3 pts): 2/3. No meu celular ficou um pouco "lavado", talvez seja por causa do aparelho não ser dos mais fortes e a configuração estar baixa, mas não achei o mais bonito do mundo. Talvez em outras plataformas seja mais bonito, mas, o jogo não é feio.

Bugs/funcionamento (2 pts): 2/2. Funcionou sem bugs e sem problemas.

Pormenores técnicos (1 pt): 0,8/1. Jogo totalmente traduzido, com menus intuitivos, apenas o touch as vezes não clicava certo aonde queria, mas não chegou a atrapalhar tanto o jogo.

Extra/Conclusão (-5 a +5 pts): +3. Teacup é um jogo que eu não esperava muito, mas quando vi, estava envolvido no mundo que o jogo apresenta, tornando-se uma experiência simples, rápida e que recomendo para todos que querem jogar algo diferente e que podem terminar em um dia.

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Mystic King

Bam-bam-bam
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Mafia: The Old Country
80/100

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-Conteúdo Extra

Gosto bastante do tema e da franquia, quando anunciaram esse novo eu achava que teria alguma ligação com o primeiro ou o segundo. Aqui foge do imaginário popular quando pensamos em "Mafia", ternos pretos e metralhadoras Thompson, o que se tem é uma grande área rural, mas a essência está ali, um Don e famílias brigando pelo controle local. São 14 episódios + o prologo. Achei que nos dois capítulos finais a historia correu demais, dava pra ter desenvolvido melhor, nem tudo precisa ser um Game of Thrones.

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O protagonista é bom, teve uma evolução legal durante a historia.

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Fizeram um trabalho ótimo com a trilha sonora.

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O mapa é médio, digo, as paisagens são bonitas e só, o jogo segue por capítulos, não tem e eu acho que nem precisava ter missões paralelas, foco na historia como nos dois primeiros Mafia.
Tem um modo livre pra quem quiser dirigir contemplando a paisagem. o combate é o básico cobertura e tiro ou ir stealth. Contra os "bosses" acontece um duelo de facas, legal no começo mas lá pro final já nem fazia sentido. Não gostei do final da historia. Fechei em 13 horas e uns quebrados. Tem bastante colecionáveis pra quem gosta. O jogo tem mais qualidades que defeitos e eu o recomendaria.

edit: esqueci de mencionar, acho que é uma tradição colocar uma missão ruim de corrida e também aprendi que a versão italiana do meu nome é Ruggero :viraolho:kkk
 
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raffa85

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MY LITTLE PUPPY (Switch)
Tempo jogado: 4h 30
Gostaria de pedir que por favor, subam de novo o tópico do ''você já chorou jogando um videogame?''. Agora vou responder que sim, com muito constrangimento e a cara no chão por ter tirado sarro da galera kkk.
Desde que tomei conhecimento de My Little Puppy na última Nintendo Indie Direct, eu fiquei tocado pelo tema: narra a busca de um cachorrinho pelo reencontro com o dono no além. Quem ama cachorro e que especialmente, assim como eu, teve um ''cãopanheiro''de muito anos, só digo uma coisa: prepara o lenço. Esse jogo não toca feridas, ele simplesmente joga SAL nelas! E se não bastasse a premissa já ser um assunto suficientemente sensível pra muita gente, os desenvolvedores dobraram a aposta, e sobra espaço inclusive, pra abordar mesmo que de forma rápida, coisas como suicídio, eutanásia e maus tratos a animais. Eles querem te fazer chorar e vão conseguir! E se alguém for incapaz de derramar uma lágrima sequer, parabéns! Teu coração é de pedra :D
Sobre o jogo em si, é algo bem linear, onde a gente deve seguir o rastro do cheiro do dono pra se guiar pelos vários biomas do céu como praia, campo, geleira e deserto. Pelo caminho, vários personagens humanos e animais, vão auxiliar o cachorrinho a atravessar obstáculos como um cão grande que serve de apoio pra atingir lugares mais altos ou um golfinho que ajuda a atravessar entre as ilhas. Também marcam presença, alguns inimigos como demônios e animais hostis que oferecem perigo e devem ser evitados. É uma idéia que soa bacana, mas nesse quesito deixa a sensação de potencial desperdiçado.
Gosto dos momentos de teamwork com os animais (inclusive a gente alterna o controle entre eles tipo RE Zero), mas dava para ter puzzles mais elaborados e um level design projetado pra ser abordado de forma mais orgânica, sem a necessidade de tantos momentos scriptados. Também achei a interação com os inimigos muito básica, relegada a seções de stealth, fuga e quicktime events.
Enfim, deixa um pouco a desejar no gameplay, mas talvez tirando uma ou outra missão meio fraquinha, especialmente lá pelo início, em nenhum momento eu desanimei e me mantive engajado até o fim, especialmente pelo envolvimento emocional com a narrativa: os dramas vividos pelos personagens (humanos e animais) quando eram vivos, a chegada de novos cachorrinhos no céu a procura do dono, os reencontros felizes... e cada momento desse realçado pelo trilha sonora e ambientação que dão o tom certo pra cada cena/situação e personagens, que mesmo sem dizer uma palavra, são super carismáticos e transmitem muitos sentimentos com o olhar e expressão corporal. Pode parecer um jogo meio pesado (mas tem seus momentos de leveza tb), mas valeu super a pena a experiência, mesmo que só tenha graça uma vez (fator replay é ruim). Chorei pra kct kkk, mas também serviu pra eu fantasiar o momento de reencontrar a minha aninha, que deixou muitas saudades:
Captura de Tela 2026-05-30 às 18.39.12.png
Dedico essa zerada a você minha aninha. Até um dia! (vou ficar muito puto se nada disso existir)

Obs: Putz, chorei por uns 10 tópicos do ''já chorou com um videogame?''por hoje

NOTA 8
10 - Obra-prima
9 - Imperdível
8 - Vale a pena
7 - Dá pro gasto
6 - Passável
Transcende todas as expectativas e quiçá pode ditar um padrão a seguir na industria. Obrigatório!
Executa com maestria o que se propõe, mesmo com pequenos deslizes. Altamente recomendado.
Com ressalvas, mas entrega algo notável, satisfatório e que deve agradar. Recomendado.
Não é marcante, mas cumpre bem o papel de entreter. Vale pegar numa promoção.
Da pra levar, mas não empolga muito, nem faz nada de especial. Da pra viver sem.
* Jogos inferiores a essas classificações, não vale a pena perder tempo e dinheiro. Vai direto pro tópico do drop.
 
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metal4ever

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terminei ontem no pc com umas 15 ou 20hrs de jogo, jogo rodo perfeitamente sem nenhu m problema numa rtx 4070

prós

gráficos : são bem competetentes mesmo sem ray tracing e pah tracing
jogabilidade: bem variada. tem de tudo tiroteio, stealth, perseguição. no geral é boa
historia: muito boa um dos pontos fortes do jogo, daria fácil pra fazer um filme com ela
personagem: carismático, lembrando q é um 007 mais novo
trilha sonora: é boa diga de 1 filme do 007
desempenho: não tive nenhum problema de desempenho, jogo rodou liso liso do começo ao fim em 2k a 100fps

contras

IA: a ia é bem burra no steath, mas na trocação de tiro se vc der mole vc morre fácil (vai entender)
inimigos reptidos: não chega a atrapalhar muito, mas é um contra né

pra mim foi isso, me diverti muuuuito com o jogo

pra quem gosta de uncharted e hitman pode ir de olhos fechados

nota 9
 

mlooborte

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Joguei algumas vezes no 360 mas nunca fui muito longe, agora no PC eu engrenei. Antes de começar eu vi um vídeo comparando com o "remake", achei o original muito mais charmoso.

Sem dúvidas é o jogo com o melhor shopping. O shopping tem bastante lojas e é bem divertido de explorar no geral, é bem bacana poder pegar qualquer coisa das prateleiras pra jogar nos zumbis. Os gráficos são bem bons, mesmo com as expressões faciais meio esquisitas pros padrões atuais, e a trilha sonora é o suficiente pra dar ambientação no shopping.

O gameplay é muito bom. A estrutura do jogo aperta um pouco, visto que tem tempo pra fazer tudo. Quem tem toc de side quest tá muito ferrado com esse jogo.

O jogo tem bastante chefes meio galhofa, simplesmente divertidos, como um palhaço assassino e um mano estranho que lembra o Freddy Kruger. Ele tem uma história séria, mas no geral o jogo não se leva tão a sério assim...é simplesmente um jogo divertido de zumbis.

Eu precisei usar vários saves em slots diferentes pq as vezes abusava do tempo e perdia o tempo de fazer a missão principal.

Uma coisa que não gostei e que não dá pra descansar ou fazer o tempo passar mais rápido...algumas missões tem horário e você é obrigado a ficar zoando pelo shopping até dar a hora.

Tive dificuldade no último chefe, e tava ficando irritado com o runback pra chegar nele...acabou que buguei ele nos zumbis e eles fizeram o trabalho por mim :kops
 

Caco Antibes

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Mias um aqui que terminou first light, vou copiar do tópico oficilal (Sem spoilers)

Finalizei aqui também, foi 16 - 17 horas. Vou considerar só o Story Mode, joguei na dificuldade normal (purista seria a mais difícil).

Pontos fortes:
  • Ambientação da franquia James Bond: diálogos, espionagem, vilões, ação, roteiro, etc. Aqui foi provavelmente aonde mais acertaram, de início ao fim. Deu pra perceber o cuidado e o amor que tiveram com a franquia, você realmente se nos filmes que estamos acostumados a ver. Diversas referências a outros filmes e jogos baseado na franquia.
  • No geral, bastante liberdade na parte de espionagem,
  • Os gadgets do Q são um show um a parte, mil e uma manerias de usar.
  • Design de som e voice acting espetaculares
  • Graficamente, os cenários, no geral, também achei muito bonito
  • PC: Zero crashes, zero perda FPS.

Problemas pontuais:
  • Alguns pequenos glitches visuais, tipo coisas escritas na parecem mais um borrão quando você está longe. Mas nada muito sério
  • Bugs de lançamento: tem achievment na steam que está bugado.
  • Pode ser um pouco lento o começo da narrativa
  • Alguns problemas de câmera em cantos durante combate corpo a corpo pode ser bem frustrante.

Pontos fracos:
  • Problemas de path finding da IA - parece que a dev reconheceu isso e vai corrigir até o inverno) - que fazem os inimigos parecerem bem burros.
  • Dá para perceber que a liberdade do jogador diminui consideravelmente da segunda metade pro fim do jogo.
  • Falta de opção pra desabilitar "Aim assist" (até Goldeneye pro Nintendo 64 tinha a opção de desabilitar a arma automaticamente mirar no inimigo. Sério que não colocaram essa opção?). Pelo que falaram, isso está habilitado até na maior dificuldade do jogo e não tem como desabilitar. Imagino que também vão corrigir num patch, mas é bem frustrante.
  • Poderiam ter sido mais criativos nas boss fights. Elas não são ruins em si, mas você percebe que segue um padrão de boss para boss.

Enfim, se eu fosse dar uma nota, dou 8,5 de 10. Acho que qualquer nota entre 8 e 9 é justa. Se resolverem alguns problemas pontuais + a questão do aim assist e do path finding da IA, subo para 9.

Pra mim divertiu, eu adorei, por enquanto sendo a surpresa do ano. Sem dúvidas um dos melhores jogos da franquia 007. Tem pequenas partes que eles precisam melhorar, mas eles conseguiram criar um fundação. Tem tudo para desenvolver novos jogos da franquia. Enfim, vou ver o que tem de bom no tacsim e esperar os patches antes de tentar zerar de novo no modo purista.

O preço, entretanto, é de fato um pouco salgado, e dados as correções que eles pretendem fazer, sugiro esperar uma promoção para pegar. Aproveite esse meio tempo até pra assistir os filmes, porque como eu falei antes, tem uma cassetada de referências e easter eggs (diálogo, cameos, colecionáveis, etc)...
 

Spunck

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Saros - PS5 - Saros finalizado, a "continuação" do returnal, o jogo possui com o mesmo estilo, jogabilidade, é um tps de ação roguelike, a cada run que você morre você perde metade dos recursos, esses recursos servem para dar upgrade definitivo para o personagem, e a cada run você vai ficando mais forte, roguelike não é um dos meus estilos favoritos, ficar fazendo a repetição pra evoluir não me agrada muito, o jogo tem os gráficos bons, boa jogabilidade, bem frenética, boa variedade de armas e muitos upgrades, precisa contar muitas vezes com a sorte pra pegar as melhores armas, dizem que saros é mais fácil que o returnal, eu não senti isso, tanto é que o último chefe do returnal com a arma certa era facil até demais, já saros pra fazer o segundo final apanhei bem mais, o jogo tem aquela lacradinha básica da sony onde o macho escroto foi trocado por outra mulher, mas a história é bem confusa, o jogo no geral é bom, terminei com cerca de 35h, mas está longe de ser um dos melhores jogos do ano, nota 8.
 

Spacehead

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City Hunter - (PC Engine, 1990) - 01/06/2026 - Nota - 6,4/10

|Terminado no Retrojogo da Quinzena|

Jogo bem desconhecido para mim, não conheço o anime/mangá, e provavelmente, pelas reviews negativas, não tinha colocado na lista de jogos que queria jogar deste console, no fim, até que foi uma experiência okay.

Diversão (10 pts): 6,5/10. Dentre todos os defeitos que o game tem, acabou me divertindo, sendo uma experiencia positiva para uma hora e meia, duas horas de jogatina, claro que, quando comecei a ficar enjoado de ficar perdido no game optei por pegar um guia para me ajudar, o que contribuiu bastante para não ficar chato, pois se dependesse de descobrir na raça o que fazer e aonde ir, certamente essa nota abaixaria, recomendo realmente que antes de se irritar com ele, vá ler um detonado.

Level Design (5 pts): 1,5/5. Certamente o maior problema do game, imagina elementos de level design que te incomodam profundamente na era 16/8 bits, certamente labirinto de portas está no seu top 5, então imagina um jogo inteiro desenhado dessa maneira, é inacreditável isso aqui ter passado na época e ninguém ter percebido que é fezes puríssimas, é apenas cansativo, parece algo feito de forma preguiçosa para aumentar o tamanho de um game curto, apenas ganha alguma nota, pois, mesmo nessa bagunça, é funcional, tirando a última fase, nas demais o jogador até que consegue se virar sem tantos problemas.

Game Design (5 pts): 2,5/5. Tem várias falhas que conseguem o posto de segundo maior problema do game, primeiro que o jogo tem certos "gatilhos" em fases, então certas coisas, portas, locais, vão ter o que precisa para prosseguir se ter feito algo antes ou conversado com um npc, então imagina o vai e vem que isso vai causar em fases que tem dezenas de portas em diversos andares para explorar. Segundo problema, decidiram terminar o jogo da maneira mais porca possível, simplesmente brochante, isso acompanha diversos bosses fracos, terceiro, as portas não têm identificação nenhuma, o que deixa o jogador ainda mais perdido.
E, por fim, por que este jogo não tem um mapa? são quatro coisas que tiram bastante destaque do game. De bom, o jogo tem velocidade, nível de dificuldade fácil, o que deixa as coisas menos frustrantes, sistema de passwords, vários lugares para recuperar vida e diversas armas poderosas.

Arte em geral (4 pts): 3/4. Jogo bem charmoso, hein? Tem um clima da Tóquio urbana dos anos 80, a música passa essa sensação, a trama principal da história é interessante até com os personagens e npc com bastante personalidade ( as moças que recuperam a vida que o digam), gostei dos cenários variados e das diversas cores, além das animações bacanas que o jogo tem, como, por exemplo, a primeira que abre o game, ele tem uma vibe bem interessante e sprites bem feitos, apesar de não ter tantos detalhes na pixel art, acabou sendo um dos pontos que mais gostei desse game, acho bem interessante como o pc engine consegue ter jogos com arte tão interessante como esse.

Som (1 pt): 0,8/1. Músicas acima da média, muito boas, mas não ficaram grudadas na minha cabeça; porém, seriam músicas que até me vejo escutando fora do game. Tem um ritmo muito bom nela.

Gameplay (7 pts): 5,5/7. Gosto da velocidade do jogo, como nosso personagem é rápido para atirar e correr, dá uma sensação muito boa de jogar um run'gun assim, porém o jogo tem algumas falhas, quando atingido, nosso personagem sempre acaba se virando para o lado oposto que tomou o dano e com um delay para se recompor, assim sempre tem uma demora agoniante para reagir ao dano, outro problema é que por vezes se estamos correndo no cenário, algum inimigo aparece em um curto espaço de tempo que praticamente é impossível reagir, com isso limita a velocidade aqui, de resto, não tem o que reclamar, temos armas variadas e bem deliciosas de atirar nos inimigos.

Imersão (7 pts): 6/7. Gostei e me entreti jogando, então a imersão foi boa, é uma pena que pelos problemas do game + ser um game tão curto e com poucos momentos memoráveis, fazem ser um jogo mediano para ruim, e que provavelmente seja esquecivel com o passar do tempo.

Gráficos (3 pts): 2,5/3. Não tem o que falar, para um console doméstico de 1990 os gráficos são ótimos, com ótimos efeitos, animações, sangue, explosões e tudo mais, apenas perde nota, pois parece que em alguns detalhes o jogo é um pouco borrado.

Bugs/funcionamento (2 pts): 1,5/2. Funciona quase que perfeitamente, mas em alguns momentos, quando você atinge diversos inimigos na tela, parece que o jogo acaba engasgando, e em certo momento o jogo deu uma "glitchada" na barra de vida, mas que logo saiu, nada que atrapalhe o game.

Pormenores técnicos (1 pt): 1/1. Controles bem definidos, menu simples, o patch em inglês da ROM traduzida está ótimo, nada a reclamar.

Extra/Conclusão (-5 a +5 pts): +1,5. É um jogo que me divertiu, a música é boa, tem uma gameplay gostosa, um jogo fácil e que seria ótimo alugar em um final de semana na época, bons gráficos e uma arte chamozíssima, mas os problemas que ele tem afundam o game demais, é um exemplo que um level design escroto e péssimas decisões de game design acabam afundando um game com potencial, nesse sentido, é tão mal feito que o game tem um gosto de jogo cru que foi rushado para entrega, se não bastasse, o jogo foi relançado atualmente custando mais de 120 reais, sim, praticamente o mesmo jogo de + de 30 anos por toda essa grana. Recomendo a jogatina com um guia ao lado, vai divertir por uma hora.


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Royal_Salute

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TMNT: Splintered Fate - NS2 - 6-7h

Joguei com um amigo o coop do jogo.

Basicamente o jogo tenta copiar Hades, só que é bem + simples, menos balanceado, com menos inimigos, gameplay pior etc...

Ainda sim o COOP diverte e é o grande diferencial do jogo (hades não tem coop). E da pra jogar o multiplayer crossplataforma (joguei do NS2 e meu amigo do PC).

Terminamos acho que na 6a run e até "divertiu", só que o final bem mequetrefe onde acontece quase nada e vc volta tudo novamente. Até aí blz, muito roguelike é assim, mas pelo que vi o jogo pouco varia daí em diante. Não dá vontade nenhuma de continuar e fica extremamente repetitivo. Procurei na internet o que acontece quando vc vence 8(!) vezes e é mais mequetrefe ainda!!!

Resumindo: O jogo vale se vc quiser jogar coop com algum amigo um "Hades-like", mas lembre que depois de vencer uma run não vale mto a pena continuar. Outro ponto positivo é o preço (o jogo tá 20 reais, paguei acho q 11R$ na e-shop em promoção).

Nota: 6.5 - "ok"
 

Springshot

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Zerei Devil May Cry 1 ontem, 5hrs de jogo, nunca tinha jogado um jogo da franquia e aproveitei uma promoção pra pegar os 5 jogos principais de uma vez pra PS4.
Achei o jogo bem dificil, joguei no normal e morri varias vezes pra inimigos comuns, curti bastante a trilha sonora e ambientação, parece um Resident Evil das antigas hack'n slash, os chefões finais são um saco, e levei tempo pra pegar a manha dos controles ja que era um jogo de PS2 mas no fim acabei gostando da jogabilidade, no geral curti, ja vou começar o 2 pra não perder a pegada, pra quem nunca jogou acho que vale a pena pegar os 5 jogos por 50 conto.
 

UmHugo

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TMNT: Splintered Fate - NS2 - 6-7h

Joguei com um amigo o coop do jogo.

Basicamente o jogo tenta copiar Hades, só que é bem + simples, menos balanceado, com menos inimigos, gameplay pior etc...

Ainda sim o COOP diverte e é o grande diferencial do jogo (hades não tem coop). E da pra jogar o multiplayer crossplataforma (joguei do NS2 e meu amigo do PC).

Terminamos acho que na 6a run e até "divertiu", só que o final bem mequetrefe onde acontece quase nada e vc volta tudo novamente. Até aí blz, muito roguelike é assim, mas pelo que vi o jogo pouco varia daí em diante. Não dá vontade nenhuma de continuar e fica extremamente repetitivo. Procurei na internet o que acontece quando vc vence 8(!) vezes e é mais mequetrefe ainda!!!

Resumindo: O jogo vale se vc quiser jogar coop com algum amigo um "Hades-like", mas lembre que depois de vencer uma run não vale mto a pena continuar. Outro ponto positivo é o preço (o jogo tá 20 reais, paguei acho q 11R$ na e-shop em promoção).

Nota: 6.5 - "ok"
Aqui eu finalizei o jogo sem nem perceber pq ficava pulando as conversas depois de já ter terminado várias vezes, mas depois que vc acaba a primeira vez fica bem interessante pq vc pode ir passando em portais que vão adicionando dificuldade na run.
 

Royal_Salute

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Aqui eu finalizei o jogo sem nem perceber pq ficava pulando as conversas depois de já ter terminado várias vezes, mas depois que vc acaba a primeira vez fica bem interessante pq vc pode ir passando em portais que vão adicionando dificuldade na run.

Mas esses modificadores de dificuldade são normais em roguelike.

Problema do jogo q toda run é MTO igual. É sempre os msms cenários e chefes/minichefes sem mta diferença.

Mas acho q é um jogo divertido pra coop e jogar até terminar 1 vez.
 

foxmulderbh

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Quando comecei a jogar Starfield, fiquei com aquela sensação de estar entrando em algo realmente grande. A Bethesda criou um universo enorme para explorar, cheio de planetas, missões, personagens e segredos. É o tipo de jogo que facilmente faz você perder horas sem perceber.
O que mais chama atenção é a liberdade. Você pode seguir a história principal, se juntar a facções, explorar sistemas estelares ou simplesmente sair viajando pelo espaço em busca de aventuras. Sempre existe algo interessante para fazer.
A construção de naves é um dos pontos altos do jogo para quem gosta. Eu não gosto muito. Os combates são bons, tanto em terra quanto no espaço, com uma variedade interessante de armas e equipamentos.
Visualmente, Starfield é muito bonito. Alguns planetas oferecem paisagens incríveis e a trilha sonora ajuda bastante a criar aquela sensação de exploração e descoberta. Em vários momentos me senti como se estivesse participando de uma grande aventura de ficção científica.
Nem tudo é perfeito. O jogo possui muitas telas de carregamento e alguns planetas podem parecer vazios ou repetitivos depois de muitas horas. Além disso, certas animações e expressões dos personagens não estão no mesmo nível dos melhores jogos atuais.
Mesmo com esses problemas, Starfield consegue entregar algo especial. É um RPG gigantesco, cheio de conteúdo e com um universo que dá vontade de explorar. Quem gosta de ficção científica e de jogos onde a liberdade é o principal atrativo provavelmente vai passar dezenas ou até centenas de horas se divertindo.

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kinslayer10

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Zerei Devil May Cry 1 ontem, 5hrs de jogo, nunca tinha jogado um jogo da franquia e aproveitei uma promoção pra pegar os 5 jogos principais de uma vez pra PS4.
Achei o jogo bem dificil, joguei no normal e morri varias vezes pra inimigos comuns, curti bastante a trilha sonora e ambientação, parece um Resident Evil das antigas hack'n slash, os chefões finais são um saco, e levei tempo pra pegar a manha dos controles ja que era um jogo de PS2 mas no fim acabei gostando da jogabilidade, no geral curti, ja vou começar o 2 pra não perder a pegada, pra quem nunca jogou acho que vale a pena pegar os 5 jogos por 50 conto.
O segundo jogo é um retrocesso de qualidade tremendo em relação ao primeiro, mas não desanime pq o terceiro entretanto é incrível, o melhor da franquia.
 

Tech_Kraken

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Zerei Devil May Cry 1 ontem, 5hrs de jogo, nunca tinha jogado um jogo da franquia e aproveitei uma promoção pra pegar os 5 jogos principais de uma vez pra PS4.
Achei o jogo bem dificil, joguei no normal e morri varias vezes pra inimigos comuns, curti bastante a trilha sonora e ambientação, parece um Resident Evil das antigas hack'n slash, os chefões finais são um saco, e levei tempo pra pegar a manha dos controles ja que era um jogo de PS2 mas no fim acabei gostando da jogabilidade, no geral curti, ja vou começar o 2 pra não perder a pegada, pra quem nunca jogou acho que vale a pena pegar os 5 jogos por 50 conto.
O primeiro DMC foi feito a partir de uma versão descartada do Resident Evil 4
 

Tech_Kraken

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City Hunter (PC Engine)
(Jogado via PC - Tempo de Jogo: 01h40min - Tópico Retrojogo da Quinzena)

O game segue a história de Ryo Saeba e sua parceira Kaori no confronto contra grupos criminosos.
O jogo é do gênero action side-scrolling e consiste em explorar as fases visando encontrar NPCs espalhados pelas salas para obter informações e/ou itens que vão permitir o avanço na jornada ao mesmo tempo em que enfrenta os inimigos que surgem pelo caminho.
Apesar da gameplay simples e fácil, que se resume em andar, spamar ataques contra os inimigos, e recuperar a vida de uma forma "diferenciada", a maior dificuldade fica na própria exploração, já que o jogo não conta com um mapa e nem sempre o diálogo com os NPCs ajudam a saber exatamente para onde ir, o que leva o jogador a ficar tentando interagir com cada sala que aparece para ver se obtém algo diferente.
Tanto os cenários quanto os inimigos tem pouca variedade, ficando meio repetitivo algumas vezes, enquanto que a trilha sonora é boa, e se adequa a gameplay.
Eu acabei não usando um guia e não recomendo o uso. Já que, pelo menos para mim, a graça do jogo está em ir tentando se localizar pelas fases, principalmente por ser de curta duração. Se levei menos de duas horas para terminá-lo, provavelmente levaria menos de uma hora com um guia.
No geral, é um bom game e funciona por ser curto, mas a sua estrutura simplificada deixa um gosto de que poderia ser/ter algo a mais.

Nota final: 6/10
 

RenatoW

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Quando comecei a jogar Starfield, fiquei com aquela sensação de estar entrando em algo realmente grande. A Bethesda criou um universo enorme para explorar, cheio de planetas, missões, personagens e segredos. É o tipo de jogo que facilmente faz você perder horas sem perceber.
O que mais chama atenção é a liberdade. Você pode seguir a história principal, se juntar a facções, explorar sistemas estelares ou simplesmente sair viajando pelo espaço em busca de aventuras. Sempre existe algo interessante para fazer.
A construção de naves é um dos pontos altos do jogo para quem gosta. Eu não gosto muito. Os combates são bons, tanto em terra quanto no espaço, com uma variedade interessante de armas e equipamentos.
Visualmente, Starfield é muito bonito. Alguns planetas oferecem paisagens incríveis e a trilha sonora ajuda bastante a criar aquela sensação de exploração e descoberta. Em vários momentos me senti como se estivesse participando de uma grande aventura de ficção científica.
Nem tudo é perfeito. O jogo possui muitas telas de carregamento e alguns planetas podem parecer vazios ou repetitivos depois de muitas horas. Além disso, certas animações e expressões dos personagens não estão no mesmo nível dos melhores jogos atuais.
Mesmo com esses problemas, Starfield consegue entregar algo especial. É um RPG gigantesco, cheio de conteúdo e com um universo que dá vontade de explorar. Quem gosta de ficção científica e de jogos onde a liberdade é o principal atrativo provavelmente vai passar dezenas ou até centenas de horas se divertindo.

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Gostei do seu relato e vou adicionar na lista principalmente porque depois de Mass Effect não tem mais nada de espaço ou desse estilo no mercado, se a missão principal for boa já está valendo !

Em breve vou encarar o Fallout 4 e vamos ver se vai valer a pena toda a jornada ! :kjoinha
 
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