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Tópico oficial Qual o último jogo que vc Terminou/fechou/zerou? [+ Independente da plataforma]

raffa85

Ei mãe, 500 pontos!
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SILENT HILL: TOWNFALL (PS5)
Tempo jogado: 18h 45​
​
Li muita gente na internet questionando que Townfall descaracteriza a série. Porém, tirando o fato de se passar num vilarejo da Escócia e ser em primeira pessoa, na minha visão de quem começou a acompanhar a série de verdade desde o remake do 2, está tudo lá: a cidade desolada, a névoa, o terror psicológico, o estilo de design dos monstros, a estática da TV portátil para detectar inimigos (antes era um rádio, mas a ideia se mantém) e até o cano para dar pauladas. Além disso, há os personagens enfrentando de forma materializada seus traumas e demônios. Teria sido o problema não ser em terceira pessoa? E vou dizer mais: eu até que gostei do jogo. Me prendeu.
Não vou dizer que é material de GOTY ou um dos destaques do ano, mas curti. O loop do gameplay é aquele com o qual a gente está acostumado: explorar a cidade, resolver puzzles, fazer backtracking e evitar o confronto com os monstros, dada a munição e itens de cura limitados (mas suficientes). Acho que na maior parte do tempo funciona bem e me diverti, exceto quando alguns puzzles se excedem em soluções rocambolescas difíceis de decifrar (mas em 85% a 90% das vezes eu consegui resolver) e também em alguns segmentos stealth que, na minha opinião, são o principal calcanhar de Aquiles desse jogo.
Não que estrague a experiência, dá para administrar, mas tem coisas de que eu não gosto e achei que faltou refinar. Ficar ajustando as frequências da TV portátil e alternar entre elas para conseguir detectar um inimigo individualmente é problemático quando existem vários em tela, especialmente no escuro. E quando eles te detectam, não dá para fugir por muito tempo mesmo correndo, se você não conseguir arranjar um armário ou outro lugar bem rápido fora do campo de visão deles para se esconder. Me lembra os filmes do Jason, nos quais não importa o quanto a vítima corra, ele sempre consegue alcançar. Incomoda! Principalmente em ambientes mais apertados, onde eu acabava indo de cara na parede ou em algum objeto no desespero para fugir.
Mas o pior é um monstro que aparece em dois momentos do jogo e simplesmente dá hit kill à la Alien: Isolation. E esses momentos não são assustadores como no jogo do Alien, são só um saco! Parece que não importa passar desapercebido ou distraí-lo jogando uma garrafa ou tijolo para mantê-lo afastado. A impressão é de que ele foi programado para estar sempre por perto em alerta total e bem veloz; é uma IA meio imprevisível. Achei isso muito escroto, mesmo que exista um item (limitado) que dê a possibilidade de o personagem reviver.
Enfim, como disse, são situações incomodas, mas maleáveis. Apesar de uma ou outra parte chata, eu gostei do conjunto da obra: é um jogo bonito (não é incrível), divertido, com cenários legais, ambientação bacana e os puzzles tem criatividade e são desafiadores no ponto certo em grande parte (só não gosto de um ou outro meio sádico demais). Inclusive, gostei do roteiro, que fala sobre um desastre em uma plataforma de petróleo que matou centenas de pessoas do pequeno vilarejo onde tudo acontece, e como isso afetou a vida dos envolvidos que a gente controla e a trama deles se entrelaça. Apesar das metáforas e simbologias características da série (não pesquei tudo), não é difícil de entender o conflito principal. Faltou só os personagens serem um pouco mais cativantes. De qualquer forma, é eficiente.
Ao todo são 6 capítulos, e diria que até o 5º merecia uma nota 8. Porém, eu não estava preparado para o desastre que é o 6º e último capítulo. Só para recapitular, as piores coisas nesse jogo para mim são: monstro de IA confusa que dá hit kill, segmentos de stealth no breu com vários inimigos e alguns puzzles sádicos. Que tal tudo isso condensado num só capítulo? O puzzle final (que basicamente ocupa de 50% a 60% do capítulo) parece que foi desenvolvido nas paredes intestinais do criador. É a coisa mais longa (tem dezenas de etapas), sádica e mal projetada que eu já tive que resolver, ao mesmo tempo que precisa fazer backtracking constante no escuro em ambientes apertados, enquanto o monstro que dá hit kill está à solta acompanhado de vários outros inimigos que vez ou outra te agarram pelo caminho. Por sorte, existe uma sala onde a gente pode se trancar com um telefone de save (para salvar a gente disca 100) e a existência do YouTube, porque senão eu não daria conta de desenrolar o enigma. A única coisa boa desse capítulo é que ele finaliza com a única batalha de chefe do jogo todo (que é até legalzinha).
Portanto, devido a esse segmento final T-E-R-R-Í-V-E-L, eu terminei o jogo desgastado e com uma última impressão que deixou um amargor. Mas não vou ser injusto, porque de resto gostei (com certas ressalvas). Achei melhor que o Silent Hill f, porém um pouquinho inferior ao 2 Remake (principalmente pelo elenco e inimigos mais memoráveis), mas recomendaria para quem curte survival horror e Silent Hill pegar.

Edit: A Konami consertou através de um patch as partes insuportáveis do jogo, que eram as partes do inimigo que dá kit kill e o puzzle final. Então aumentei a nota de 7 pra 8, que era o que o jogo merecia até a chegada do último capítulo.
NOTA 8​

10 - Obra-prima​
9 - Imperdível​
8 - Vale a pena​
7 - Dá pro gasto​
6 - Passável​
5 - Cilada​
Raridade, daqueles que redefinem um gênero ou tem excelência em todos os quesitos. ​
Experiência surpreendente, que até tem deslizes, mas que pouco afetam.​
Conjunto memorável e de qualidade satisfatória, mesmo com certos pontos a refinar / melhorar. ​
Competente e digno do tempo investido, mas tem problemas notáveis ou falta algo mais.​
Da pra levar dependendo do gênero, mas não empolga muito e tem opções bem melhores.​
Pura mediocridade. Não vale nem curtindo o gênero.​
 
Ultima Edição:

Mystic King

Bam-bam-bam
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Control Resonant
84/100

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O que eu mais gostei foi o design dos cenários, inimigos e objetos. Muitas possuem formatos geométricos que estão além da compreensão humana, como um caleidoscópio. É um design criativo e em alguns momentos parecia que eu estava dentro do Tesseract de Interstellar. Foi provavelmente o que mais me impressionou no jogo. Além do visual, também gostei muito da concepção dos elementos paranormais, de que como um simples objeto pode ser um poltergeist mortal, muito foda. Ainda sobre o mapa a melhor coisa depois de várias horas de jogo é liberar a maior quantidade de viagem rápida pq atravessar o mapa constantemente acaba ficando cansativo.

Como em algumas áreas você literalmente “cai para cima”, me lembrou Gravity Rush 2. Apesar dessas mudanças de gravidade deixar a exploração ainda mais interessante também deixam mais confusas, o mini mapa as vezes mais atrapalha que ajuda quando é pra achar algum item.

O combate é ok, com uma boa quantidade de combinações. O principal problema é que é necessário entrar no Lapso (uma espécie de espaço mental onde você adquire e melhora habilidades/armas e troca o tipo de arma principal e secundária). Se houvesse alguma forma de fazer essa troca durante o combate, algo parecido com o que Devil May Cry, faria ele ser melhor.

As quests são boas, faltou uma luta contra um Ressonante e finalizar algumas missões paralelas (quero terminar a missão do táxi). O que gostei nas secundárias é que elas não parecem simplesmente atividades colocadas no jogo para preencher espaço, todas estão bem inseridas no contexto da história. Queria que tivessem mais bosses ressonantes, o jogo tem poucos. Tem muitos arquivos pra leitura que agregam muito à história, principalmente para quem gosta de explorar e entender melhor tudo o que está acontecendo.

Também gostei bastante da parte que o jogo explora a infância de Dylan e da Jesse essa parte me lembrou EarthBound do SNES.

O final deixou aberto para uma possível DLC, agora é aguardar.

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RenatoW

Ei mãe, 500 pontos!
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Jogos finalizados.jpg


Aero Fighters 2 - Switch - 09/07 - Nota: 7,5 - Jogo lindo, apelão ao extremo, joguei no fácil, muitas fichas e sucesso !

Robocop: Unfinished Business - PC - 13/07 - Nota: 8 - Delícia de DLC, novos inimigos, área mais limitada porém ainda extremamente divertido !

No More Heroes 1 - Switch - 15/07 - Nota: 8 - Virei fã da série, ótimo remaster com uso dos controles tradicionais, parece um filme do Tarantino e muito bizarro, jogaço !

Virtua Tennis 4 - Xbox 360 - 25/07 - Nota: 8 - Com certeza o ápice da série, gráficos lindos, jogabilidade precisa e recomendo.

007 Quantum of Solace - Xbox 360 - 27/07 - Nota: 4 - TROÇO DIGITAL - Está na vontade pelo novo 007 e foi o pior jogo que já fechei e simplesmente horrível ...

Justice League Heroes - PS2 - 29/07 - Nota: 8 - Que jogo maravilhoso, gráficos lindos, jogabilidade precisa, história original e gostei demais, uma diliça !
 


Maze

Mil pontos, LOL!
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No More Heroes 1 - Switch - 15/07 - Nota: 8 - Virei fã da série, ótimo remaster com uso dos controles tradicionais, parece um filme do Tarantino e muito bizarro, jogaço !
Joguei o 1 no PS3 é um jogo que gosto, mas assim como vários títulos do Suda 51, ele se apoia no estilo e enredo doido que em uma boa jogabilidade. Nesse caso acho o combate apenas ok, não é ruim, mas é bem feijão com arroz. O problema no jogo em si são aquelas atividades para ganhar dinheiro que são bem bobinhas, também não é nada que atrapalha demais, mas é mais uma concessão que precisa ser feita.

Falando no Suda 51, dos jogos que joguei dele o que acho melhor disparado é o shadow of Dammed, que tem essas mesmas característica, só que com uma jogabilidade bem competente para o quê se propõe - inclusive é um jogo que merecia uma sequência e mais atenção.
 
Ultima Edição:

RenatoW

Ei mãe, 500 pontos!
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Joguei o 1 no PS3 é um jogo que gosto, mas assim como vários títulos do Suda 51, ele se apoia no estilo e enredo doido que em uma boa jogabilidade. No caso específico acho o combate apenas ok, não é ruim, mas é bem feijão com arroz. O problema no jogo em si são aquelas atividades para ganhar dinheiro que são bem bobinhas, também não é nada que destrói o jogo, mas é mais uma concessão que precisa ser feita.

Falando no Suda 51, dos jogos que joguei dele o que acho melhor disparado é o shadow of Dammed, que tem essas mesmas caracteristas, só que com uma jogabilidade bem competente para o quê se propõe - inclusive é um jogo que merecia uma sequência e mais atenção.
A jogabilidade realmente é bem simplória, mas por mais que tinha uma certa limitação ao mesmo tempo gera uma sensação que faz falta hoje em dia, que é apenas o básico bem feito e funcional !

E eu não sou de fazer secundárias, mas nesse eu gostava porque era divertido, quebrava o padrão, bem doido, ganhava grana, treinava na academia, comprava arma nova e ia ao combate para testar as novas habilidades ou golpes de luta livre aleatórios, até uns desafios eu fiz :kkk

Como disse, virei fã da série pelo estilo ousado e pelo que vi o 2 e 3 parece melhor ainda ... e o Shadow of Danmed está na minha lista para jogar no Switch também !
 

Rafa9000

Bam-bam-bam
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Terminei hoje Marvel's Wolverine (PS5), eis minha analise:

O que falar de Marvel's Wolverine?

Antes de mais nada: eu estava MUITO hypado para esse jogo. Os X-Men são meu grupo de super-heróis favorito — e o Wolverine é facilmente um dos meus personagens favoritos dentro da equipe. Some isso ao fato de o jogo ser desenvolvido pela Insomniac Games, responsável pelos excelentes Marvel's Spider-Man, e tínhamos todos os ingredientes para um JOGAÇO, certo?

Errado!

Ou melhor... meio errado.

Marvel's Wolverine não é um jogo ruim. Longe disso. O problema é que ele me decepcionou bastante, principalmente quando o assunto é gameplay e level design.

No jogo, controlamos Logan, que acaba envolvido em uma trama que mistura sua natureza extremamente violenta com uma conspiração envolvendo mutantes e figuras conhecidas do universo dos X-Men. E, obviamente, se existe alguém perfeito para resolver tudo na base da violência, é o Wolverine.

E violência é justamente o que não falta aqui. O jogo é extremamente brutal, com muito sangue, desmembramentos e finalizações violentas que combinam perfeitamente com o personagem. Quando a Insomniac acerta, controlar o Wolverine é realmente divertido: atravessar grupos de inimigos usando as garras, regenerar os danos e partir os adversários ao meio transmite bem a fantasia de poder de ser o Logan.

O problema é que isso simplesmente não evolui o suficiente ao longo da campanha.

O jogo segue aquela fórmula extremamente cinematográfica que a Sony e seus estúdios popularizaram. E, em si, não tenho absolutamente nada contra isso. Uncharted é um excelente exemplo de como essa estrutura pode funcionar, e até The Last of Us utiliza vários desses elementos de maneira brilhante.

O problema é que Wolverine parece ter ficado preso em uma fórmula de design que já estava ficando velha há mais de uma geração.

Na maior parte da campanha, estamos basicamente atravessando corredores, chegando a uma arena, derrotando vários inimigos, avançando por outro corredor e repetindo tudo novamente. Existem alguns momentos de exploração um pouco mais aberta e algumas sequências diferentes — incluindo trechos com veículos —, mas são exceções dentro de uma estrutura extremamente linear.

E, sinceramente?

Eu me cansei. Muito.

No começo estava completamente empolgado. A ambientação, os personagens, a violência e a sensação de finalmente ter um grande jogo do Wolverine eram suficientes para me prender. Só que, conforme as horas passaram, comecei a sentir cada vez mais a repetição.

A variedade de inimigos não é das melhores, as habilidades do Wolverine poderiam ser muito mais numerosas e diversificadas e o level design raramente oferece algo realmente novo. O jogo apresenta novas situações aqui e ali, mas muitas vezes elas parecem apenas variações da mesma fórmula.

Chegou um ponto em que eu simplesmente estava jogando na força do ódio, esperando a campanha acabar. E isso é particularmente raro comigo, porque normalmente consigo terminar mesmo jogos que considero medianos sem chegar a esse nível de cansaço.

Visualmente, porém, não há muito do que reclamar. O jogo é lindo. A Insomniac entrega uma produção tecnicamente impressionante, com modelos de personagens excelentes, ambientes detalhados e uma direção visual que combina muito bem com o universo dos X-Men. É facilmente um dos jogos mais bonitos que joguei nessa geração.

A trilha sonora, por outro lado, não me marcou tanto. Não chega a ser ruim, mas também não possui aquela identidade que faz você lembrar de determinadas músicas depois de terminar o jogo.

E chegamos à história.

Aqui está outro ponto que me incomodou bastante.

A narrativa é extremamente quadrinesca, o que em teoria deveria ser uma qualidade para um jogo do Wolverine. E, de fato, a adaptação dos personagens e da atmosfera dos quadrinhos funciona muito bem. O problema é que a história é bastante previsível.

Se você já conhece razoavelmente bem Wolverine e os X-Men, dificilmente será surpreendido. Existem poucas reviravoltas realmente impactantes e muitas situações que você consegue antecipar com bastante facilidade.

E isso é curioso porque até os Spider-Man da própria Insomniac, que também possuem histórias relativamente acessíveis e cinematográficas, conseguem brincar mais com as expectativas do jogador e apresentar algumas surpresas.

Por isso, acho que Wolverine acaba sendo um caso interessante: ele entende muito bem o personagem, mas nem sempre entende o que fazer com ele como protagonista de um jogo.

Durante aproximadamente 70% da campanha eu me diverti bastante. Houve momentos em que fiquei realmente empolgado e pensei: "é isso, finalmente temos um grande jogo do Wolverine".

Mas, conforme a campanha avançou, a repetição começou a pesar cada vez mais. No final, eu já não estava mais jogando porque queria descobrir o que aconteceria — estava jogando porque queria simplesmente terminar.

E isso acabou sendo uma das maiores decepções para mim.

VEREDITO​

Então... eu recomendo Marvel's Wolverine?

Depende.


Se você é um grande fã do Wolverine ou dos X-Men e quer simplesmente viver uma aventura cinematográfica protagonizada pelo Logan, provavelmente vai encontrar bastante coisa para gostar. A caracterização dos personagens, a violência, o visual e a atmosfera de quadrinhos funcionam muito bem.

Agora, se você procura liberdade de exploração, level design mais criativo, grande variedade de inimigos e habilidades ou uma história cheia de reviravoltas, talvez seja melhor passar longe.

No meu caso, Marvel's Wolverine acabou sendo um jogo que eu gostei mais como fã do Wolverine do que como jogador.

E talvez essa seja a melhor maneira de resumir minha experiência:

Não é um jogo ruim. É simplesmente um jogo muito menos interessante do que poderia ter sido.
 

Royal_Salute

Ei mãe, 500 pontos!
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Terminei hoje Marvel's Wolverine (PS5), eis minha analise:

O que falar de Marvel's Wolverine?

Antes de mais nada: eu estava MUITO hypado para esse jogo. Os X-Men são meu grupo de super-heróis favorito — e o Wolverine é facilmente um dos meus personagens favoritos dentro da equipe. Some isso ao fato de o jogo ser desenvolvido pela Insomniac Games, responsável pelos excelentes Marvel's Spider-Man, e tínhamos todos os ingredientes para um JOGAÇO, certo?

Errado!

Ou melhor... meio errado.

Marvel's Wolverine não é um jogo ruim. Longe disso. O problema é que ele me decepcionou bastante, principalmente quando o assunto é gameplay e level design.

No jogo, controlamos Logan, que acaba envolvido em uma trama que mistura sua natureza extremamente violenta com uma conspiração envolvendo mutantes e figuras conhecidas do universo dos X-Men. E, obviamente, se existe alguém perfeito para resolver tudo na base da violência, é o Wolverine.

E violência é justamente o que não falta aqui. O jogo é extremamente brutal, com muito sangue, desmembramentos e finalizações violentas que combinam perfeitamente com o personagem. Quando a Insomniac acerta, controlar o Wolverine é realmente divertido: atravessar grupos de inimigos usando as garras, regenerar os danos e partir os adversários ao meio transmite bem a fantasia de poder de ser o Logan.

O problema é que isso simplesmente não evolui o suficiente ao longo da campanha.

O jogo segue aquela fórmula extremamente cinematográfica que a Sony e seus estúdios popularizaram. E, em si, não tenho absolutamente nada contra isso. Uncharted é um excelente exemplo de como essa estrutura pode funcionar, e até The Last of Us utiliza vários desses elementos de maneira brilhante.

O problema é que Wolverine parece ter ficado preso em uma fórmula de design que já estava ficando velha há mais de uma geração.

Na maior parte da campanha, estamos basicamente atravessando corredores, chegando a uma arena, derrotando vários inimigos, avançando por outro corredor e repetindo tudo novamente. Existem alguns momentos de exploração um pouco mais aberta e algumas sequências diferentes — incluindo trechos com veículos —, mas são exceções dentro de uma estrutura extremamente linear.

E, sinceramente?

Eu me cansei. Muito.

No começo estava completamente empolgado. A ambientação, os personagens, a violência e a sensação de finalmente ter um grande jogo do Wolverine eram suficientes para me prender. Só que, conforme as horas passaram, comecei a sentir cada vez mais a repetição.

A variedade de inimigos não é das melhores, as habilidades do Wolverine poderiam ser muito mais numerosas e diversificadas e o level design raramente oferece algo realmente novo. O jogo apresenta novas situações aqui e ali, mas muitas vezes elas parecem apenas variações da mesma fórmula.

Chegou um ponto em que eu simplesmente estava jogando na força do ódio, esperando a campanha acabar. E isso é particularmente raro comigo, porque normalmente consigo terminar mesmo jogos que considero medianos sem chegar a esse nível de cansaço.

Visualmente, porém, não há muito do que reclamar. O jogo é lindo. A Insomniac entrega uma produção tecnicamente impressionante, com modelos de personagens excelentes, ambientes detalhados e uma direção visual que combina muito bem com o universo dos X-Men. É facilmente um dos jogos mais bonitos que joguei nessa geração.

A trilha sonora, por outro lado, não me marcou tanto. Não chega a ser ruim, mas também não possui aquela identidade que faz você lembrar de determinadas músicas depois de terminar o jogo.

E chegamos à história.

Aqui está outro ponto que me incomodou bastante.

A narrativa é extremamente quadrinesca, o que em teoria deveria ser uma qualidade para um jogo do Wolverine. E, de fato, a adaptação dos personagens e da atmosfera dos quadrinhos funciona muito bem. O problema é que a história é bastante previsível.

Se você já conhece razoavelmente bem Wolverine e os X-Men, dificilmente será surpreendido. Existem poucas reviravoltas realmente impactantes e muitas situações que você consegue antecipar com bastante facilidade.

E isso é curioso porque até os Spider-Man da própria Insomniac, que também possuem histórias relativamente acessíveis e cinematográficas, conseguem brincar mais com as expectativas do jogador e apresentar algumas surpresas.

Por isso, acho que Wolverine acaba sendo um caso interessante: ele entende muito bem o personagem, mas nem sempre entende o que fazer com ele como protagonista de um jogo.

Durante aproximadamente 70% da campanha eu me diverti bastante. Houve momentos em que fiquei realmente empolgado e pensei: "é isso, finalmente temos um grande jogo do Wolverine".

Mas, conforme a campanha avançou, a repetição começou a pesar cada vez mais. No final, eu já não estava mais jogando porque queria descobrir o que aconteceria — estava jogando porque queria simplesmente terminar.

E isso acabou sendo uma das maiores decepções para mim.

VEREDITO​

Então... eu recomendo Marvel's Wolverine?

Depende.


Se você é um grande fã do Wolverine ou dos X-Men e quer simplesmente viver uma aventura cinematográfica protagonizada pelo Logan, provavelmente vai encontrar bastante coisa para gostar. A caracterização dos personagens, a violência, o visual e a atmosfera de quadrinhos funcionam muito bem.

Agora, se você procura liberdade de exploração, level design mais criativo, grande variedade de inimigos e habilidades ou uma história cheia de reviravoltas, talvez seja melhor passar longe.

No meu caso, Marvel's Wolverine acabou sendo um jogo que eu gostei mais como fã do Wolverine do que como jogador.

E talvez essa seja a melhor maneira de resumir minha experiência:

Não é um jogo ruim. É simplesmente um jogo muito menos interessante do que poderia ter sido.

Sei q vc escreve na pasta de reviews, mas escreva + vezes tb nesse tópico @Rafa9000 q tuas análises são mto bem escritas!
 

HonkaHonka

Ei mãe, 500 pontos!
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Little Nightmares (Xbox Series X)

Conheci a franquia pelo 2, curti demais o jogo e aproveitei meu Game Pass pra jogar o 1. O espírito do jogo é o mesmo, é tudo igualmente caprichado, a ambientação é ótima e a história é de mais fácil compreensão que a do 2, lembrando muito algo que sairia da cabeça do George Orwell.

O jogo é relativamente mais curto que o 2, isso sem considerar a campanha extra, que não joguei por não ter acesso. Assim como o 2, joguei com a minha mina e nos divertimos bastante com a experiência, mas não tanto quanto nos divertimos com o 2, provavelmente porque o jogo já não era mais novidade pra nós.

9/10

Abraços
 

Piga

Alien Pro-Gear Spec!
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Zerei esse aqui no PC (pela Epic):
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Joguinho indie focado em narrativa e em andar. No geral tem pouca coisa pra coletar e a exploração você percebe conforme avança que, basta andar pra frente. Você é um astronaulta que sobrevive a queda da sua cápsula em um planeta que em tese deveria haver vida, mas não há nenhuma. Você deve achar sua tripulação e o enredo se desenvolve a partir daí. Sem combates, sem inimigos, poucas chances de morrer, geralmente quando você cai quando erra os saltos de jetpack. A jogabilidade é boa, os efeitos sonoros e a imersão são boas também, mas não espere muito dos gráficos, principalemente no inicio do game. O que me deu a impressão que o jogo foi feito de trás pra frente, pois conforme você avança no jogo, o polimento gráfico melhora. Ou fui eu que acostumei com os gráficos enquanto avançava, kkkk

Vale a jogatina despretenciosa, curtinho, dois dias e você finaliza.

Flw e Vlw!!
 

Fonx

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Wicked Seed - 9 horas - Bom
wicked seed 9h.jpg


Dev: Dead Right Games
Gênero: Survival Horror/RPG de Turnos
Ano de Lançamento: 2026
Dificuldade Jogada: Difícil
Conquistas: 44/81

Sinopse: Após receber uma carta misteriosa de seu irmão desaparecido, Ella parte em busca de respostas em uma cidade tomada por criaturas monstruosas. Explore ambientes sombrios, resolva mistérios e enfrente os inimigos em um sistema que mistura combate em tempo real e turnos.

Avaliação: Bom. Inspirado em Parasite Eve na gameplay e em Resident Evil na exploração, Wicked Seed é um indie competente quando se descobre que foi feito por apenas uma pessoa.

Não espere nada genial com gráficos de saltar os olhos e aspectos bem polidos, nesse game o que importa é a diversão que ele consegue proporcionar em um estilo de gameplay de turnos com armas de fogo que a indústria nunca mais experimentou produzir desde o clássico marcante Parasite Eve.

A história é interessante, a exploração é bacana, os puzzles são chatos e o combate diverte dentro da proposta. Não é um game marcante, mas vale a pena uma zerada. Pra quem gosta tem bastante fanservice.


iRacing Arcade - 11 horas - Bom (Platinado)
iracing arcade 11h.jpg


Dev: Original Fire Games/iRacing
Gênero: Corrida
Ano de Lançamento: 2026
Dificuldade Jogada: Todas as Disponíveis
Conquistas: 25/25

Sinopse: Um jogo de corrida arcade que coloca você ao volante de carros licenciados em pistas inspiradas no automobilismo real. Corra em diferentes modos e desafios, buscando dominar as pistas e superar seus adversários.

Avaliação: Bom. Joguinho de corrida totalmente arcade da famosa marca iRacing.

Conta com um modo carreira onde vamos construindo nossa base, contratando pilotos novos, comprando novos carros e disputando diversos campeonatos. Na primeira metade diverte, mas após comprar tudo que o jogo oferece só resta automatizar os pilotos para correrem por nós pois não há mais objetivos.

Ainda temos um modo de corrida livre onde temos liberdade para configurar uma corrida do jeito que quisermos e um modo online que só funciona com lobby fechado (não consegui testar).

A gameplay é divertida e bem simplificada, contando com vácuo, desgaste de pneus, gasolina e condição do carro. Peca muito na falta de variedade de pistas, principalmente de circuitos clássicos. Pegar todas as conquistas foi super tranquilo de fazer.
 

ReBirFh

Ei mãe, 500 pontos!
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Para passar o tempo antes do Ocarina chegar, zerei o Links Awakening Remake no Switch 2. Já havia terminado ele via emulação e também já havia finalizado as versões de Gameboy outras duas ou três vezes. É gostosinho mas bem curto e fácil, principalmente para quem gosta de explorar,, apenas a penúltima dungeon tem um trecho que precisa de mais atenção ao cenário e um pouco de raciocínio.

Eu diria que é o Zelda perfeito para quem quer começar, trás os principais elementos característico da série e quase tudo após ele vai ser maior e melhor.

Lamento apenas não terem transformado numa versão realmente definitiva com o acréscimo da quest do fotógrafo da versão DX.
 

Spacehead

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World of Illusion - (Mega Drive, 1992) - 03/10/2026 - Nota - 7/10
|Terminado no Retrojogo da Quinzena|

Para o especial de Dia das Crianças do Retrojogo da quinzena, acredito que escolher jogos de franquias da disney portados para os consoles 8 e 16 bits é quase sempre uma ótima escolha, afinal, essa foi a era de ouro da parceria da disney com grandes produtoras de jogos, e cada jogo era uma "pedrada", aqui mais um exemplo disso, claro que, algumas adaptações para o master system como Deep Duck Trouble Starring Donald Duck, Lucky Dime Caper e Castle of Illusion Staring Mickey Mouse foram jogos que achei medianos para baixo, notas 5, e até mesmo Quackshot não curti tanto, sendo um nota 6, por isso fui com um hype baixo, grata surpresa, achei este realmente um bom jogo superando todos os games citados.

Diversão (10 pts): 7/10. Foi um bom passatempo, não me diverti tanto, mas foi agradável ir passando as fases, joguei praticamente em uma "sentada" só e acho que é o que recomendaria para jogar este game.

Level Design (5 pts): 4/5. Apesar do jogo ter uns deslizes e vícios da sua época: pedras que caem do nada do alto, danos ou buracos que aparecem sem avisar do chão, obrigando à memorização do jogador, e uma parte de sorte em que se deve escolher o botão certo para abrir uma porta ou voltar a uma parte anterior da fase, este jogo consegue algo bem incomum do ano de seu lançamento, são 3 rotas diferentes, uma para o mickey, outra para o donald e uma terceira a se jogar em dupla. Não bastando isso, dentro dessas 3 rotas temos diferentes formas de avançar nestas fases e a exploração delas sempre vai recompensar o jogador com vida ou continues extras, no desenho das fases, pelo menos no single player, temos um arroz com feijão bem feito, nada apelativo, fases diferentes, voar, nadar, andar e pular. Ótimo level design.

Game Design (5 pts): 3,5/5. Decisões interessantes, parece realmente um jogo feito para crianças pois a dificuldade é bem mais baixa que a maioria dos plataformas, a run com o mickey foi extremamente tranquila, ainda temos continues limitados, que é ruim, mas o jogo aparentemente tem sistema de passwords, porém, senti falta de boss mais interessantes, as lutas são pouco interessantes e memoráveis. Os próprios inimigos apenas dificultam o jogo na parte final colocando uma grande quantidade nas fases, e o jogo por si só é bastante curto, não é um problema atualmente, mas, penso na epóca, que seria ótimo para alugar e passar o final de semana, mas comprar esse jogo em uma epóca que teria que ficar com ele por meses, mesmo com um level design diverso e rotas diferentes, certamente em um mês enjoaria.

Arte em geral (4 pts): 3,5/4. Esse jogo passa muito bem em sua arte e design o que quer ser, uma aventura disney sobre mágica, cenários variados, um jogo extremamente colorido e vivo, com belissimas animações, a história seguindo o padrão de animações disney mais infantis, o pacote completo que espero de um jogo assim.

Som (1 pt): 0,6/1. Apesar de não serem trilhas sonoras que grudam na cabeça do jogador são bastante competentes, fica um extra para a faixa de áudio quando o mickey grita alakazam, ficou muito bom.

Gameplay (7 pts): 5/7. Aqui não tem muito o que falar, o jogo é simples e funcional, pula, corre, botão de ataque, é isso, mas funciona bem e é o que importa.

Imersão (7 pts): 3,5/7. A imersão foi baixa, joguei no emulador portátil assistindo a tv, jogava um pouco, parava, e apesar de ser um bom jogo, certamente não é algo que vai me marcar, no fim do dia, é mais um dos plataformas 16 bits que terminei.

Gráficos (3 pts): 2,5/3. Bem bonitos para o 16 bits, com ótimas animações, "cutscenes" bacanas, cenários bem feitos, certamente está no topo do mega drive nesse quesito.

Bugs/funcionamento (2 pts): 2/2. Funcionou perfeitamente e sem bugs.

Pormenores técnicos (1 pt): 0,8/1. Acho que não vi menu nenhum, o jogo já começa na pauleira, mas deve ter como acessar em vista que tem continues, perde um pouco por isso.

Extra/Conclusão (-5 a +5 pts): +2,5. Aqui temos um bom plataforma, figurando entre a primeira/segunda prateleira do mega drive, ótimo para se jogar em uma gameplay única, ótimo para jogar com um duo, e seria algo que se eu tivesse filhos, gostaria de jogar junto ou colocaria ele para jogar pois é acessivel para todas as idades.

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Solid Dante

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World_Of_Illusion_box_art.jpg


Começando pelos gráficos, achei bem bonitos. Arrisco dizer é que um dos melhores do Mega.

A gameplay, apesar de bacana, tem um certo delay nos comandos, não sei se é da emulação, ou se é assim mesmo. De qualquer forma, a gameplay é legal, e não atrapalha tanto esse delay.

O jogo tem uma dificuldade bem tranquila, pelo menos com o Mickey, não se é diferente com Donald roludão.

As músicas eu não gostei, são no máximo ok, os sons, em geral, são bons.

É um plataforma competente, nota 7,5 pra ele
 

Majima-San

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JOGO ZERADO: Ruas do Estupro 4

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FICHA TÉCNICA
Softhouse/Publisher: SEGA + DotEmu
Developer: DotEmu, LizardCube
Ano de Lançamento: 2020
Plataforma Jogada: Playstation 5

ESCALA DE QUALIDADE
Genre MasterShit - Péssimo - Ruim - Ordinário - Ok - Bom - Ótimo - Excelente - Genre Masterpiece

MINI REVIEW:
Ruas do Estupro 4 não é um bom videogame, superficial em termos mecânicos, não executa nenhuma manobra estrutural dentro de seu gênero para compensar sua gameplay rasa, e também não consegue ser nostálgico o suficiente para quem viveu a época dos originais

Jogá-lo após Evil West (outro Beat 'Em Up), que tem gameplay muito mais profunda, machucou bastante os comparativos diretos, embora por óbvio essa sequência não modifique os meus pareceres, vale a pena mencionar. O moveset deste game é tão diminuto, que é possível jogá-lo com um joystick de Master System, só existem 3 ações possíveis por personagem, não há nenhum comando extra além de ataques de chão e aéreos UNITÁRIOS, UM especial tipo AREA ATTACK e UM agarrão. Os variables são rasíssimos, é a mesma parafernália que foi padronizada em Final Fight, peixeiras, facões, granadas, tudo de uso ultra-simplista, grogue, tímido, criatividade do time foi muito baixa. Mesmo compreendendo o caminho de estimular a memória Mega Drive, nunca devemos considerar cabível dentro de uma indústria que evoluiu um Monte Everest em sofisticação de gameplay de 1990 pra cá um produto tão estanque e superficial.

Embora logre estilizar arte de excelente qualidade sobre esqueleto Pixel Art, não tem a sujeira boate-debaixo-da-ponte-lata-de-lixo-americana-de-alumínio dos trabalhos da década de 90, não lhes remete e a tinta antiga parece que não há, o que poderia arribar as impressões simplesmente não está aqui, mesmo que seja confortante re-encontrar personagens de nossa adolescência, não é a mesma verve.

A trilha sonora é ruim, a exemplo da gameplay é em duas notas, repetitiva, batucada e rasa, só pode estar bêbado quem a confronta com os trabalhos originais, decepção total.

Level Design de Beat 'em Up não vale a menção, faz parte do gênero ser linha reta, com sinalizações abruptas e guias grosseiros, mas se eles tivessem mexido um pouco com a arquitetura típica do gênero, poderia ter se distinguido melhor, e mesmo com um combate tão fraco, o produto final poderia ter alguma salvação, lançaram para as bancas um dos games mais crus e retro no mau sentido que eu me lembro, ousadia demais



DISCLAIMERS:
1) Os games analisados no Playstation Portal são todos 100% do tempo jogados no dispositivo, apenas testados no modo vanilla, para avaliar a adequação
2) Re-laçamentos em plataformas recentes (como Mario Sunshine e Jak 2) e Remasters (como Locoroco 2 e Patapon) são avaliados conforme a percepção desses games nas plataformas originais, inclusive quanto à época de lançamento, bem como Remakes 1:1, esses com nota específica sobre a qualidade do que foi refeito
3) A Escala de Qualidade leva em conta o nível do produto dentro do seu próprio gênero
 

dk120

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Animal Well
(Steam)

Animal_Well.jpg


Animal Well é um metroidvania com visual pixel art que rola em um mundo bem enigmático. Lembra Hollow Knight.

Mas o jogo não tem combate. É só você e as salas de puzzles, embora alguns puzzles também exigem um desafio de movimentação, como fugir com um item roubado de uma area até a outra. Esses meio que contam como os bosses do jogo e são bem desafiadores. De qualquer forma pode ser uma boa pedida para quem ta cansado de apanhar em metroidvanias como Silksong e Metroid Dread.

Nota: 9,0
 

javagod

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Well Dweller

Xbox (Game Pass)

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Mais um indie bem bacana, que provavelmente joguei apenas por estar no Game Pass. Uma grande qualidade do serviço, proporcionar jogos que eu raramente compraria, mas que são realmente bons.

Well Dweller é um metroidvania gostoso de ser jogado, sem estresse, que não te pune pelos motivos errados. Bem fácil - com exceção do último boss -, feito para jogar relaxado e curtir.

O enredo é de uma estorinha de fantasia sombria. Nada de mais, nada de menos. Funciona.

A tradução é boa e há piadas espirituosas o tempo todo, nos diálogos e mensagens. Divertidos.

Uma das grandes virtudes está nos bosses. Há poucos inimigos nas fases, mas até que são bem variados. Outro ponto muito positivo são os puzzles para acessar alguns pontos do mapa. O level design é bom.

Você pode - e deve! - comprar habilidades para evoluir bem no jogo. São fundamentais para as lutas com os bosses não virarem trabalho enfadonho, pela dificuldade. Há slots para utilizar as habilidades, que podem tanto ser recuperados no mapa quanto comprados.

Algumas habilidades podem ser fortalecidas com pontos e fichas obtidas apenas explorando o mapa.

Gráficos: arte bonita, cuidadosa. Muito caprichado.

Efeitos sonoros: muito bons.

Música: assim como os gráficos, é caprichada. Nada memorável, você não sairá cantarolando nenhuma delas. Mas funcionam muito bem, para o jogo.

Jogabilidade: refinada, perfeita. Como disse, o jogo não te pune pelos motivos errados. A jogabilidade é muito bem acertada.

Coisa que não fazia há muito tempo, miletei um jogo de Xbox. As conquistas são bem tranquilas, e foi muito fácil fazer os 1000 pontos. Uma pena a conquista épica ainda não estar disponível para todo mundo.

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Como pode ser visto, levei 14 horas e 4 minutos para fazer tudo.

Conclusão: um jogo bacana, que me fez muito bem jogá-lo em uma semana incrivelmente estressante. Quer um metroidvania leve, muito bem feito? Achou um candidato.

Nota: 8/10
 

Radamanthys Wyvern

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Well Dweller

Xbox (Game Pass)

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Mais um indie bem bacana, que provavelmente joguei apenas por estar no Game Pass. Uma grande qualidade do serviço, proporcionar jogos que eu raramente compraria, mas que são realmente bons.

Well Dweller é um metroidvania gostoso de ser jogado, sem estresse, que não te pune pelos motivos errados. Bem fácil - com exceção do último boss -, feito para jogar relaxado e curtir.

O enredo é de uma estorinha de fantasia sombria. Nada de mais, nada de menos. Funciona.

A tradução é boa e há piadas espirituosas o tempo todo, nos diálogos e mensagens. Divertidos.

Uma das grandes virtudes está nos bosses. Há poucos inimigos nas fases, mas até que são bem variados. Outro ponto muito positivo são os puzzles para acessar alguns pontos do mapa. O level design é bom.

Você pode - e deve! - comprar habilidades para evoluir bem no jogo. São fundamentais para as lutas com os bosses não virarem trabalho enfadonho, pela dificuldade. Há slots para utilizar as habilidades, que podem tanto ser recuperados no mapa quanto comprados.

Algumas habilidades podem ser fortalecidas com pontos e fichas obtidas apenas explorando o mapa.

Gráficos: arte bonita, cuidadosa. Muito caprichado.

Efeitos sonoros: muito bons.

Música: assim como os gráficos, é caprichada. Nada memorável, você não sairá cantarolando nenhuma delas. Mas funcionam muito bem, para o jogo.

Jogabilidade: refinada, perfeita. Como disse, o jogo não te pune pelos motivos errados. A jogabilidade é muito bem acertada.

Coisa que não fazia há muito tempo, miletei um jogo de Xbox. As conquistas são bem tranquilas, e foi muito fácil fazer os 1000 pontos. Uma pena a conquista épica ainda não estar disponível para todo mundo.

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Como pode ser visto, levei 14 horas e 4 minutos para fazer tudo.

Conclusão: um jogo bacana, que me fez muito bem jogá-lo em uma semana incrivelmente estressante. Quer um metroidvania leve, muito bem feito? Achou um candidato.

Nota: 8/10

É um dos jogos mais honestos e divertidos. Sem enrolação, sem desafios exagerados, sem bosses cheios de palhaçada, sem mecânicas estranhas. As vezes é isso que a gente quer: um jogo que respeita nosso tempo e não fique querendo ser mais do que é.
 

friendman

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Mega Man X5 - Nota: 5.5

Apesar de sempre adorar a franquia eu nunca tive um interesse real pelos jogos após X4, tentava X5 e X6 algumas vezes, jogava umas fases perdidas e sempre largava, mesmo na minha inocência de moleque sentia que algo tava faltando ali, dessa vez resolvi tirar a prova e jogar pra valer e minha intuição tava certa, que joguinho medíocre, fico de cara de como eles saíram da excelência do X4 pra esse relaxo aqui.

Começando pelo básico, que menus desleixados heim? A tela de seleção de fases consegue ser mais tosca que alguns jogos de NES, sumiram com as cutscenes animadas, agora tem uma renca de imagens estáticas junto de texto lerdo que não dá pra pular, colocaram uma personagem tosca que te para a todo momento pra explicar coisas óbvias como evitar espinhos e buracos, o que é irônico já que o primeiro jogo da série é conhecido por ser um primor em ensinar level design sem dizer uma palavra.

A jogabilidade permanece precisa igual do jogo anterior, mas o level design é ruim, são claustrofóbicos, quebram seu ritmo constantemente com inimigos impenetráveis, obstáculos mal posicionados, gimmicks toscos (tipo aquele de abrir porta na fase da moto) e sessões com elevadores lerdos, as fases são feias, mal acabadas, pobres visualmente, bizarro como saíram de um dos jogos mais lindos em pixel art dos 32 bits pra esses backgrounds com 3D renderizado tosco.

O sistema de armaduras resolveu inventar moda, agora ao invés de uma única armadura de 4 peças distribuídas entre as 8 fases são duas armaduras com uma peça em cada fase, e diferente dos jogos anteriores que após entrar na cápsula já era possível utilizar o upgrade, nesse jogo é necessário completar a armadura pra isso, ou seja, você só aproveita elas após uma renca de backtracking, quando já passou de boa parte dos chefes e venceu a maioria dos desafios. Fora que não valem o esforço, pois as duas juntas não dão a utilidade da fourth armor que vem liberada desde o começo.

Os chefes não tem muito carisma e são mal animados, muitos movimentos estáticos e repetitivos, trilha sonora aguada e sem inspiração, acho que só gostei de umas duas músicas no total e isso na franquia é um crime.

Senti muito descaso com esse jogo, não entendo como regrediram tanto, sendo que no anterior fizeram o arroz com feijão e funcionou tão bem, dá impressão que a capcom colocou os estagiários pra fazer, ainda vou encarar o X6 só pra tirar o peso da consciência, mas já espero algo zoado também, só me recuso a testar o X7 pq meu tempo num é penico.
 

raffa85

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Well Dweller

Xbox (Game Pass)

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Mais um indie bem bacana, que provavelmente joguei apenas por estar no Game Pass. Uma grande qualidade do serviço, proporcionar jogos que eu raramente compraria, mas que são realmente bons.

Well Dweller é um metroidvania gostoso de ser jogado, sem estresse, que não te pune pelos motivos errados. Bem fácil - com exceção do último boss -, feito para jogar relaxado e curtir.

O enredo é de uma estorinha de fantasia sombria. Nada de mais, nada de menos. Funciona.

A tradução é boa e há piadas espirituosas o tempo todo, nos diálogos e mensagens. Divertidos.

Uma das grandes virtudes está nos bosses. Há poucos inimigos nas fases, mas até que são bem variados. Outro ponto muito positivo são os puzzles para acessar alguns pontos do mapa. O level design é bom.

Você pode - e deve! - comprar habilidades para evoluir bem no jogo. São fundamentais para as lutas com os bosses não virarem trabalho enfadonho, pela dificuldade. Há slots para utilizar as habilidades, que podem tanto ser recuperados no mapa quanto comprados.

Algumas habilidades podem ser fortalecidas com pontos e fichas obtidas apenas explorando o mapa.

Gráficos: arte bonita, cuidadosa. Muito caprichado.

Efeitos sonoros: muito bons.

Música: assim como os gráficos, é caprichada. Nada memorável, você não sairá cantarolando nenhuma delas. Mas funcionam muito bem, para o jogo.

Jogabilidade: refinada, perfeita. Como disse, o jogo não te pune pelos motivos errados. A jogabilidade é muito bem acertada.

Coisa que não fazia há muito tempo, miletei um jogo de Xbox. As conquistas são bem tranquilas, e foi muito fácil fazer os 1000 pontos. Uma pena a conquista épica ainda não estar disponível para todo mundo.

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Como pode ser visto, levei 14 horas e 4 minutos para fazer tudo.

Conclusão: um jogo bacana, que me fez muito bem jogá-lo em uma semana incrivelmente estressante. Quer um metroidvania leve, muito bem feito? Achou um candidato.

Nota: 8/10
Esse jogo deveria vir embalado junto com cada cópia de jogos Souls, pra jogar depois como se fosse uma massagem na alma, pra relaxar e curar o estresse. Pra mim, caiu muito bem depois de ter terminado o novo Onimusha, que me demandou bastante.

Diria que o principal mérito dele é conseguir esse equilíbrio de propor uma experiencia de desafio leve e ausente de muita burocracia, sem deixar o jogo desestimulante como alguns do Yoshi ou do Kirby. Só achei que faltou algum toque mais criativo, poderia ter ousado mais além do feijão com arroz bem feito.
 

raffa85

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Pronto, a Konami resolveu a cagada de Silent Hill Townfall através de um patch, que eram as partes do inimigo que dá hit kill e o enigma final. Agora sim, joguem galera! O jogo é bacana.

Vou até aumentar a nota que dei de 7 pra 8 no meu review.
 
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metal4ever

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terminei na segunda feira no pc

prós

graficos: 1 dos mais bonitos da geração fácil
jogabilidade: muito boa (como sempre) várias armas pra usar, tem umas armas novasa muito boas
dublagem: muito boa
narrativa: apesar de uns furos na historia é boa, são 5 capitulos no total, terminei com 17hrs
level desgner: um dos porntos forttes do jogo com 1 mundo semi-aberto q te estimula a explorar e coletar coletáveis

contras

desempenho no pc: jogo está usando mais de 30gb de ram, tive q fechar tudo pra poder jogar sem ter crashs

e tem essa personagem nova uma sapatão CHATA PRA c***lh0, q age como se fosse a lider do grupo, pensa num personagem chato, é essa sapatão de m****

dito isso, jogão

nota 9

se não fosse a sapatão eu dava 9.5 kkkkkkkk
 

Royal_Salute

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Pronto, a Konami resolveu a cagada de Silent Hill Townfall através de um patch, que eram as partes do inimigo que dá hit kill e o enigma final. Agora sim, joguem galera! O jogo é bacana.

Vou até aumentar a nota que dei de 7 pra 8 no meu review.

Isso mostra o porque hoje é MUITO raro eu pegar jogo no lançamento por FOMO.

Não só vc acaba comprando + barato depois (exceção jogos da Nintendo), como o jogo sai sempre uma experiência melhor pós-patches, muitas vezes com conteúdo adicional ainda.
 

Radamanthys Wyvern

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Isso mostra o porque hoje é MUITO raro eu pegar jogo no lançamento por FOMO.

Não só vc acaba comprando + barato depois (exceção jogos da Nintendo), como o jogo sai sempre uma experiência melhor pós-patches, muitas vezes com conteúdo adicional ainda.

Crimson desert prova isso tb. Quem jogou no lançamento se fodeuu, pois lançou mais de 17 atualizações, versao definitiva e agora vai lançar um DLC. Entao os primeiros a fechar foram basicamente beta testers de um jogo que deveria estar em early acess
 

raffa85

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Isso mostra o porque hoje é MUITO raro eu pegar jogo no lançamento por FOMO.

Não só vc acaba comprando + barato depois (exceção jogos da Nintendo), como o jogo sai sempre uma experiência melhor pós-patches, muitas vezes com conteúdo adicional ainda.
Mas essas atualizações que fazem diferença, pelo menos nos jogos que eu joguei esse ano, só esse Silent Hill mesmo que teve um upgrade que realmente achei que muda sensivelmente pra melhor.
E a minha escolha dos jogos, não tem nada a ver com me afobar pra poder jogar antes de quase todo mundo o jogo do momento, nem tampouco tão calculada, tipo uma fila de backlog como se eu tivesse tarefas a cumprir. Simplesmente eu resolvo na hora o que eu tenho vontade ou curiosidade de jogar.
Esse ano eu joguei meio a meio lançamentos e jogos de anos anteriores.
Crimson desert prova isso tb. Quem jogou no lançamento se fodeuu, pois lançou mais de 17 atualizações, versao definitiva e agora vai lançar um DLC. Entao os primeiros a fechar foram basicamente beta testers de um jogo que deveria estar em early acess
Esse aí nem com todas as atualizações, me dá um pinguinho “assim” de vontade de jogar.
 

Spunck

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Grand Theft Auto V - PS5 - Nota 8,5 Ótimo​

Com a saída do GTA6 decidi jogar o 5 que estava perdido no backlog, e gta é aquilo, um jogo de ação de mundo aberto, várias missões pelo mundo, você começa a jogar uma missão e do nada está dando rolê aleatório pelo cenário, pelo jogo ter sido lançado no final da geração ps3/360 até que os gráficos são ok, eu joguei a versão do ps5, o jogo possui 3 protagonistas, Michael, Trevor e Franklin, as histórias deles se interligam a todo momento, o jogo possui uma história bacana, personagens escrachados, a jogabilidade dirigindo é muito boa, já a dos personagens nas partes de tiroteio já achei bem ruim, eu foquei em fazer só as missões principais, fiz umas duas ou três missões de ? mas depois foram só as principais mesmo, e mesmo assim acho que passou de 70 missões principais, tem até bastante variedades de missões, missões de assassinatos, furtivas, sequestros, assaltos, algumas missões você pode escolher como quer fazer, se é um modo mais furtivo ou metendo bala, eu zerei o jogo com cerca de 27h, achei um ótimo jogo, mas gta pra mim é aquilo, tenho que estar na vibe para jogar, senão acabo dropando.
 

Royal_Salute

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Mas essas atualizações que fazem diferença, pelo menos nos jogos que eu joguei esse ano, só esse Silent Hill mesmo que teve um upgrade que realmente achei que muda sensivelmente pra melhor.
E a minha escolha dos jogos, não tem nada a ver com me afobar pra poder jogar antes de quase todo mundo o jogo do momento, nem tampouco tão calculada, tipo uma fila de backlog como se eu tivesse tarefas a cumprir. Simplesmente eu resolvo na hora o que eu tenho vontade ou curiosidade de jogar.
Esse ano eu joguei meio a meio lançamentos e jogos de anos anteriores.

Esse aí nem com todas as atualizações, me dá um pinguinho “assim” de vontade de jogar.

Nem foi uma crítica a vc não... o tipo de jogo que vc joga sofre menos disso tb. E vc pega bastante jogo da Nintendo tb, que tem um controle de qualidade pra lançar bem alto (em relação a bugs/problemas estruturais) e raramente faz patches pós-lançamento.

Foi só um comentário mostrando a desvantagem de pegar a maioria dos jogos que saem hoje no lançamento.
 

raffa85

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Nem foi uma crítica a vc não... o tipo de jogo que vc joga sofre menos disso tb. E vc pega bastante jogo da Nintendo tb, que tem um controle de qualidade pra lançar bem alto (em relação a bugs/problemas estruturais) e raramente faz patches pós-lançamento.

Foi só um comentário mostrando a desvantagem de pegar a maioria dos jogos que saem hoje no lançamento.
Eu entendi seu ponto, e tranquilo, não levei como ofensa rsrs.

Só quis esclarecer, que não é exatamente a questão do FOMO que me faz optar a jogar algo próximo do lançamento, tipo tenho que jogar esse jogo agora, pq é o que ta bombando entre a galera, e só por isso. É vontade mesmo. Porém, claro que o hype em torno de algo que acabou de lançar, acaba influenciando sim, e até natural, pq a gente acaba ficando mais exposto a esses lançamentos, do que a jogos antigos, onde eu tenho que pesquisar mais a fundo, pq praticamente já joguei o que eu tava realmente afim, e quando acho alguma coisa, é algum jogo que não ouvi falar até então (tipo a tua dica do The Messenger).
Daí tem algo bombando nas notas, a chance de me entregar uma experiência legal é alta e é de um gênero que eu curto, então...pq não? Sim, tirando os jogos da Nintendo, a maioria costuma cair de preço poucos meses depois, mas sei lá, se eu to com grana pra pagar, não vou ficar me privando. Graças a Deus, minha saude financeira me permite curtir um game que to afim de jogar no lançamento por 300 reais. Mas enfim, cada um sabe melhor o que vale e como gastar seu dinheiro.

Sobre patch, como te disse, foi uma situação meio atípica pra mim. Não lembro de muitos exemplos que eu tenha jogado, onde o jogo melhorou muito meses após o lançamento. De exemplos recentes, só consigo lembrar agora desse Silent Hill e do Mario Kart World. Se fosse uma situação que tivesse acontecido de forma mais cotidiana, talvez eu repensasse em pegar os jogos próximos ao lançamento, pq quero curtir eles da melhor forma possível.
 
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Vaynard

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É raro eu rejogar algum jogo mais recente. Zerei ele no PC no lançamento, e comprei recentemente a mídia pro ps5. Adoro Lodoss, junto com meu irmão, procuramos colecionar o máximo de coisas dessa série.

Trata-se de um metroidvania bem chupinhado de sotn, mas é extremamente prazeroso de jogar, com um desafio agradável e que dura 5 horinhas.

Não é necessário assistir o anime, mas é um extra muito bacana, pra entender certos diálogos que justificam a trama, que é simples, mas que funciona bem.

Sempre indico esse anime, quem gosta de fantasia, Senhor dos anéis, D&D, vai encontrar uma pérola, com personagens carismáticos e uma arte dos anos 80 simplesmente exuberante. Coisa finíssima. 13 episódios que passam voando!

Agora quero platinar, me faltam poucos troféus, embora chatos kkk
 
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