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Tópico oficial Recomendação/indicação de GAMES "antigos", obscuros, interessantes e desconhecidos fora do "mainstream".

Axel:

Ei mãe, 500 pontos!
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25 to life - ps2, pc e xbox

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O gameplay em si não tem nada de especial, é só mais um jogo de tiro em terceira pessoa, divertido e com a temática de crime.O que me chama mais a atenção é a trilha sonora.Bem da hora as músicas de rap.
 


LuxEtUmbra0

Bam-bam-bam
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Esses tópicos são legais para descobrir jogos que nunca viu antes. Snes e PS1 sempre tem algo novo para descobrir, como alguns postados aqui que nunca tinha visto hehe.
Vou postar alguns aqui.


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Para começar, Shade: A Ira dos Anjos. É um action/adventure com platforming onde você controla o personagem humano e pode alternar para um demônio também. Gráficos e ambientação eram muito bem trabalhados, em especial a última foi o que me chamou mais atenção. A jogabilidade é ok/aceitável apenas, mas a ambientação variada (ruínas na idade média, egípcias entre outros locais) me vendeu o jogo. É bem curtinho também, cada fase acaba bem rápido, acabei meio que em 1 semana a primeira vez que joguei ele.
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A trilha sonora é boa também, aqui a faixa tema.


Postarei mais alguns mais adiante.

Giana Sisters. (Plataforma/DS)

É um joguinho muito divertido, embora um pouco difícil às vezes, onde você controla uma garotinha loira que pula, quebra caixas e muda de forma ao engolir uma redpill, virando um versão "punk" dela mesma, com habilidades mais adequadas para passar de fase.
Esse Giana Sisters tem uma outra versão mais recente lançada. Não sabia que era série que vinha lá do Commodore 64.
 

tadeu1068

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Mais um game: LITIL DIVIL, para PC e AMIGA

Um game que muitos condenam, mas que eu adoro! A história repleta de humor nonsense envolve Mutt, um diabinho que apos ser selecionado num jogo de pegar palitos acaba por ser forçado a adentrar uma série de 5 labirintos para pegar a grande pizza mística, que daria para alimentar todos do inferno por um bom tempo!

Basicamente você vence uma luta contra um monstrão na entrada de cada labirinto, depois deve percorrer diversos caminhos e rotas, adentrando portas, coletando money para comprar equipamentos, e vencer cada desafio que surgir, sendo todos muito criativos e variados. Há salas com saves em cada labirinto também, sendo que o game vai ficando difícil a cada nova etapa! O legal também era a tela de game over, onde nosso pobre protagonista sofrendo torturas, tudo pendendo para algo engraçado, claro!

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tadeu1068

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Mais dois, agora games de luta da... KONAMI!

Sabemos que a Konami derrapou feio na curva ao lançar o horroroso Deadly Arts para N64, e isso pdoe levar alguns a pensar que a empresa não tem bons fighting games, mas eles estão ENGANADOS!

O primeiro bom game de luta da empresa é o desconhecido para muitos Dragon Might, lançado para arcades em 1995 para a placa Konami GX hardware. O game está disponível para se jogar no MAME!

Além dos personagens extremamente carismáticos e bem desenhados (com destaque para a gatinha da Tsugumi!), temos uma boa trilha sonora e uma jogabilidade exemplar, com comandos bem responsivos, e inovações em comparação a outros fighting games:

Além de se poder pendurar na parte de cima do cenário para escapar de golpes apertando dois botões de chute ao mesmo tempo, temos fora os movimentos especiais, o SUPER ATTACK, que se faz apertando dois botões de soco juntos (são três intensidades de soco e três de chute, BTW), que causa um dano considerável MAS tira parte de sua vida ao fazê-lo, sendo parecido com os comandos especiais de beat em ups. O FINAL ATTACK também se faz usando dois botôes de soco após se realizar um movimento no direcional, sendo que ele também consome energia de quem o realiza!

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Vídeo mostrando o Super Attack e o final Attack dos personagens (chamados de Might Bomber e Super Bomber na versão japonesa):

 

tadeu1068

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E agora, Kensei: Sacred Fist!

Game de luta em 3D lançado para o PSX em 1998, tem bom design de personagens (minhas favoritas são a chinesinha Hong Yuli e a Saya Tsubaki!) e enredo interessante, temos mais inovações na gameplay; agora, ao invés de um simples botão de defesa, temos um botão que faz o personagem se mexer no mesmo local para se esquivar dos golpes, sendo que dominar isso é necessário para se sair bem nas lutas, sendo que após os desvios, é possível contra atacar o adversário.

O game também se destaca pelo grande número de personagens desbloqueáveis (incluindo os chefes! Apesar de muitos deles serem clones dos já existentes em matéria de golpes e movimentos, o que era praxe na época!), e cenários em 3D, algo que só Soul Edge conseguiu nos consoles da época (os cenários em fighting games 3D eram apenas planos 2D ou mascarados para parecer 3D, como no caso da conversão de Tekken 3 para PSX!). Outro ponto positivo era que os personagens tinham braços, pernas e cintura modelados em continuidade com o corpo, ai invés de ser algo separado e apenas juntado como em outras games da época!

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danhenrik

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Enslaved: Odyssey to the West, que pra mim foi um dos jogos mais incríveis e ao mesmo tempo mais injustiçado na geração Xbox 360/ PS3.

É um belissímo trabalho da Ninja Theory, ou seja a mesma empresa que fez os jogos da série Hellblade (Senua Saga) e DMC (Devil May Cry), além de ser baseado na história Uma Jornada ao Oeste ( A saga do Rei Macaco, a mesma que deu origem a Son Goku em Dragon Ball ), um dos personagens inclusive voa em cima de uma "nuvem".

Muito do que vc vê em jogos atuais, como Horizon Zero Dawn, Uncharted e The Last of Us, já estava presente neste jogo, principalmente no tocante a jogabilidade, pulos de plataformas distantes, seres robóticos, ter que ajudar e até carregar um npc e principalmente a jornada emocional dos personagens.

Enslaved se passa em uma Nova York pós apocaliptica retomada pela natureza. As paisagens e ambientes do título tem uma concepção fantástica: os prédios em ruínas, as folhagens que aos poucos consumiram a antiga metrópole compõem o que é certamente um dos cenários mais bonitos dessa antiga geração de consoles.
O grande destaque do jogo fica pela codireção de Andy Serkis (O Gollum) com um maravilhoso uso de seus atores, tanto na captura de expressões e movimentos corporais quanto no que consta em sua dublagem.



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gantzz

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DEUS (1996 DOS, Windows 95)

Acho que esse game se encaixa nos termos "obscuro" e "pouco conhecido", joguei muito num antigo PC 486 da minha irmã na época.

É um FPS em 1° pessoa com toques de sobrevivência, você é um caçado de recompensas que tem que ir atrás de terroristas. Você pode ter uma dor de garganta letal, morrer de picadas de insetos, e às vezes tem que amputar seus próprios membros. Nunca cheguei a salvar, na época não tinha experiência com este tipo de jogo mais complicado.

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Krion

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Mais um game interessante do Sega Saturn que deve ser desconhecido de muitos. Um jogo adventure arcade com uma jogabilidade um pouco diferente, aparente "simples", mas era divertido de se jogar.

Elevator Action Returns (1995 - Sega Saturn)
O game é um port da versão de arcade lançada em 1994 no Japão, também esta disponível na coletânea "Taito Legends 2" que foi lançada em 2006 para Xbox clássico, PS2 e PC.

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No início do jogo, você escolhe um dos três personagens, Kart Bradfield, Edie Burrett e Jad the Taff. Cada um deles tem seus pontos fortes e fracos, bem como diferentes armas primárias e secundárias. Sua missão é obter os dados do computador que estão escondidos atrás de portas especialmente marcadas (coloridas em vermelho) em seis edifícios.



Entrando em portas de cor azul durante o jogo irá acionar uma roda giratória que contém vários itens, e quando você aperta o botão de fogo, a roda que pára é o que você obtém. Isso inclui itens pontuais, itens de saúde, metralhadoras e lançadores de foguetes. Assim como no jogo original, você pode usar elevadores para se deslocar entre os andares.

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Você pode atirar em vários objetos para destruí-los, incluindo barris e tambores, que podem ajudar a derrotar vários inimigos que incluem lacaios, soldados zumbis, agentes de caratê, capangas de capa de chuva, cães de guarda e muito mais. Evite ser baleado por esses inimigos. Existem câmeras espalhadas por cada edifício, que podem ser destruídas. Se você for avistado por uma dessas câmeras, uma breve sirene dispara. Você limitou o tempo para limpar cada edifício. Quando o tempo se esgota, o prédio explode e você perde uma vida.

 

Krion

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Enslaved: Odyssey to the West, que pra mim foi um dos jogos mais incríveis e ao mesmo tempo mais injustiçado na geração Xbox 360/ PS3.

É um belissímo trabalho da Ninja Theory, ou seja a mesma empresa que fez os jogos da série Hellblade (Senua Saga) e DMC (Devil May Cry), além de ser baseado na história Uma Jornada ao Oeste ( A saga do Rei Macaco, a mesma que deu origem a Son Goku em Dragon Ball ), um dos personagens inclusive voa em cima de uma "nuvem".

Muito do que vc vê em jogos atuais, como Horizon Zero Dawn, Uncharted e The Last of Us, já estava presente neste jogo, principalmente no tocante a jogabilidade, pulos de plataformas distantes, seres robóticos, ter que ajudar e até carregar um npc e principalmente a jornada emocional dos personagens.

Enslaved se passa em uma Nova York pós apocaliptica retomada pela natureza. As paisagens e ambientes do título tem uma concepção fantástica: os prédios em ruínas, as folhagens que aos poucos consumiram a antiga metrópole compõem o que é certamente um dos cenários mais bonitos dessa antiga geração de consoles.
O grande destaque do jogo fica pela codireção de Andy Serkis (O Gollum) com um maravilhoso uso de seus atores, tanto na captura de expressões e movimentos corporais quanto no que consta em sua dublagem.



Visualizar anexo 234472Visualizar anexo 234471


Este jogo é muito bom, dublagem (e interpretação dos atores) excelente, lembrando que também foi lançado uma versão para PC na STEAM que contem todas as DLCs.




 
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Krion

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Aproveitando uma news que recebi hoje, para falar de mais um game do Saturn, um RPG de estratégia bem underground dele que só ficou no Japão, e que acabei de ficar sabendo que em breve (depois de 23 anos) ganhará um patch para inglês de um modder.

Wachenröder (1998 - Sega Saturn)
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Publicado pela Sega e feito pelo desenvolvedora TNS Co. em 1998, Wachenröder foi provavelmente o último jogo desse tipo da Sega, pois vendeu mal, devido a ter sido lançado perto do final do ciclo de vida do Sega Saturn - a única plataforma em que o game saiu

Wachenröder se passa em um mundo estilo a Inglaterra Vitoriana e apresenta um enredo de RPG mais sombrio repleto de guerra, morte, poluição e uma sociedade principalmente cansada com a própria vida. Sua direção de arte é principalmente o que fez o jogo atingir o status cult e é fortemente inspirado pela arte alemã de vanguarda dos anos 1920-30 e inclui até mesmo o logotipo da vida real de Wiener Werkstätte em sua caixa, disco e no próprio jogo.

O personagem principal, Lucian Taylor, perdeu sua irmã mais nova devido a uma doença e caça o responsável.

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A Ilha Edoald é uma faixa isolada de terra cercada por névoa. Depois que o imperador Duran mandou construir instalações de tratamento de água nas proximidades, os habitantes da ilha começaram a sofrer de doenças causadas por resíduos tóxicos. Lucian Tyler é um jovem que foi criado com sua irmã gêmea. Após longos anos de luta contra o veneno, sua irmã morreu. Lucian culpa o Imperador por sua morte e decide buscar vingança. No entanto, o imperador desapareceu e ninguém sabe onde ele se encontra ...



Wachenröder pode ter sido outro RPG de estratégia que não inovou com a jogabilidade, mas sua direção de arte mencionada impressionou muito. Várias das principais pessoas que trabalharam no jogo foram recrutados na indústria de anime, como o artista Range Murata (Last Exile, Blue Submarine No. 6.) e até tinha veteranos de outros games como o designer de personagem Katsumi Yokota (Panzer Dragoon Saga, Front Mission Alternative)


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Wachenröder English Fan Translation FIRST LOOK!
 
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Space Ace

Bam-bam-bam
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187 Ride or Die, jogo da Ubisoft lançado pra PS2 e Xbox em 2005. Joguei muito no meu primeiro PS2 e era um dos meus favoritos de corrida do console.

O jogo misturava corridas com combate com armas. Um personagem ficava dirigindo e outro atirando com metralhadoras, pistolas, bazuca, etc.

Foram raras as vezes que vi alguém falando desse jogo. Acho ele uma baita hidden gem da sexta geração.

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danhenrik

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Este jogo é muito bom, dublagem (e interpretação dos atores) excelente, lembrando que também foi lançado uma versão para PC na STEAM que contem todas as DLCs.





Muito obrigado pela dica, vou pegar na Steam, está praticamente de graça, este jogo é apaixonante e que faz explodir cabeças tamanho o plot twist no final da jornada
 

Riveler

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Aproveitando uma news que recebi hoje, para falar de mais um game do Saturn, um RPG de estratégia bem underground dele que só ficou no Japão, e que acabei de ficar sabendo que em breve (depois de 23 anos) ganhará um patch para inglês de um modder.

Wachenröder (1998 - Sega Saturn)
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Publicado pela Sega e feito pelo desenvolvedora TNS Co. em 1998, Wachenröder foi provavelmente o último jogo desse tipo da Sega, pois vendeu mal, devido a ter sido lançado perto do final do ciclo de vida do Sega Saturn - a única plataforma em que o game saiu

Wachenröder se passa em um mundo estilo a Inglaterra Vitoriana e apresenta um enredo de RPG mais sombrio repleto de guerra, morte, poluição e uma sociedade principalmente cansada com a própria vida. Sua direção de arte é principalmente o que fez o jogo atingir o status cult e é fortemente inspirado pela arte alemã de vanguarda dos anos 1920-30 e inclui até mesmo o logotipo da vida real de Wiener Werkstätte em sua caixa, disco e no próprio jogo.

O personagem principal, Lucian Taylor, perdeu sua irmã mais nova devido a uma doença e caça o responsável.

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A Ilha Edoald é uma faixa isolada de terra cercada por névoa. Depois que o imperador Duran mandou construir instalações de tratamento de água nas proximidades, os habitantes da ilha começaram a sofrer de doenças causadas por resíduos tóxicos. Lucian Tyler é um jovem que foi criado com sua irmã gêmea. Após longos anos de luta contra o veneno, sua irmã morreu. Lucian culpa o Imperador por sua morte e decide buscar vingança. No entanto, o imperador desapareceu e ninguém sabe onde ele se encontra ...



Wachenröder pode ter sido outro RPG de estratégia que não inovou com a jogabilidade, mas sua direção de arte mencionada impressionou muito. Várias das principais pessoas que trabalharam no jogo foram recrutados na indústria de anime, como o artista Range Murata (Last Exile, Blue Submarine No. 6.) e até tinha veteranos de outros games como o designer de personagem Katsumi Yokota (Panzer Dragoon Saga, Front Mission Alternative)


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Wachenröder English Fan Translation FIRST LOOK!



Eu tenho esse jogo original pro Saturn. Nunca consegui terminar por estar todo em japonês eu não saber nada do idioma. Comprei de ousado!

As cenas em 3D são umas das mais bonitas do Saturn em minha opinião.


novas contribuições para o tópico. Agora com jogos de Dreamcast.

Super Robot Taisen Alpha (Dreamcast)

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Jogo de RPG estratégico lançado apenas no Japão. Embora eu tenha conseguido terminá-lo mais de uma vez, não entendi nada da história por não saber o idioma, mas as cenas de batalha em 3D eram magníficas, mesmo sendo em "super deformed". Adorava ver o Robo Gigante dando o soco de megaton e o ataque conjunto das unidades Eva 01 e Eva 02 - Unison.

Neste vídeo tem o Unison (primeira cena) - Vamos lá, baka Shinji!




Toy Commander.
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Jogo muito bom que mistura ação e estratégia, com direito a chefes brinquedos bem assustadores.

Raramente falam desse jogo. Vai ver é porque pensam que é um jogo para crianças. Bem, ele é! Mas tem um nível de dificuldade que vai aumentando cada vez mais e num ambiente totalmente em 3D o que torna a jogabilidade bastante complexa em alguns casos. Muitas vezes eu sofri para terminar uma fase.

É possível jogar com uma grande variedade de brinquedos, que variam desde o mais simples simples jeep armado ao mais futurista caça espacial a lá Star Wars. não há brinquedos licenciados, no entanto. Acho que isso encareceria o produto ao ter de pagar royalties pelo uso destes.

Há missões de corrida aérea e terrestre.
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Missões de resgate.
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Missões de ataque são a maioria.
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Estes são os chefes do jogo. Quando se derrota um deles, o derrotado passa a fazer parte do seu time.
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Vejam o vídeo de encerramento do jogo. Antes dele tem a luta contra o chefão do jogo e a missão final logo em seguida. Vejam que legal. Iniciando em 4:59:


Claro que isso não aconteceria num avião de verdade, mas...



Me dá uma saudades de jogar TC. Eu joguei ele a maior parte com um defeito na tela, que acontecia em alguns jogos no DC nacional. Anos depois eu achei um modo de consertar usando um CD de boot antes de colocar o jogo.
 

tadeu1068

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Mais um game interessante do Sega Saturn que deve ser desconhecido de muitos. Um jogo adventure arcade com uma jogabilidade um pouco diferente, aparente "simples", mas era divertido de se jogar.

Elevator Action Returns (1995 - Sega Saturn)
O game é um port da versão de arcade lançada em 1994 no Japão, também esta disponível na coletânea "Taito Legends 2" que foi lançada em 2006 para Xbox clássico, PS2 e PC.

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No início do jogo, você escolhe um dos três personagens, Kart Bradfield, Edie Burrett e Jad the Taff. Cada um deles tem seus pontos fortes e fracos, bem como diferentes armas primárias e secundárias. Sua missão é obter os dados do computador que estão escondidos atrás de portas especialmente marcadas (coloridas em vermelho) em seis edifícios.



Entrando em portas de cor azul durante o jogo irá acionar uma roda giratória que contém vários itens, e quando você aperta o botão de fogo, a roda que pára é o que você obtém. Isso inclui itens pontuais, itens de saúde, metralhadoras e lançadores de foguetes. Assim como no jogo original, você pode usar elevadores para se deslocar entre os andares.

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Você pode atirar em vários objetos para destruí-los, incluindo barris e tambores, que podem ajudar a derrotar vários inimigos que incluem lacaios, soldados zumbis, agentes de caratê, capangas de capa de chuva, cães de guarda e muito mais. Evite ser baleado por esses inimigos. Existem câmeras espalhadas por cada edifício, que podem ser destruídas. Se você for avistado por uma dessas câmeras, uma breve sirene dispara. Você limitou o tempo para limpar cada edifício. Quando o tempo se esgota, o prédio explode e você perde uma vida.



Esse game vi num arcade na rodoviária a estação do Tietê que fica perto do Shopping Center Norte e amei ele, sobretudo por ser uma continuação do clássico Elevator Action (apesar de não ter curtido muito o game original, mas esse Returns me chamou a atenção!), e também pela personagem Edie Burret, linda demais! 234691
 

LuxEtUmbra0

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Mais um, um dungeon crawler que foge totalmente dos padrões do gênero e deu origem a série Puyo Puyo: Madou Monogatari, desenvolvido pela Compile. O jogo saiu primeiro para MSX2, ganhando ports em diversas plataformas posteriormente.

Os jogos da franquia são protagonizados pela Arle, assim como nos Puyo Puyo, no primeiro jogo aqui da série ela tem por volta de uns 6 anos e deve passar um último desafio para se formar na academia de magia (ou o que seria uma etapa inicial): encontrar 3 esferas mágicas em uma torre. O que difere de tudo no gênero é a ausência de números. Você não saberá se a Arle está mal, a não ser pelo que ela disser no combate (tipo: "Eu estou quase morrendo." ou "Essa doeu.") ou expressões faciais para status negativos. Da mesma forma o nível de MP também é só auferido pelas falas dela nos combates. Não tem como saber o level dela, a não ser que conte no jogo. E o jogo é totalmente focado em usar magia, não há ataques físicos, e as magias podem ser "carregadas" para usar uma versão mais forte e dar dano maior. Os Puyos no combate podem se empilhar.

Aqui umas imagens da versão de GameGear.
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Sim, ela tirou um pedaço da cabeça do monstro ali, essa é a versão mais "light" porém do jogo.

Os jogos não tem versão oficial em inglês mas todos tem tradução para o GameGear, assim como no PC Engine e Mega Drive do primeiro. Tem para o Snes, mas esse é um jogo muito diferente.
Aqui a versão do PCE, traduzida:
Sorcery-Saga-Mega-Drive.png


Imagens do segundo e terceiro do GameGear, traduzidos também:
tcd2fNa.png
7lb3ENz.png


Além da trilogia inicial, tem uma sub-série conhecida por A-R-S, que ganhou 3 jogos, o primeiro apenas estando disponível para o GameGear e ganhando tradução. As versões que o jogo ganhou para o PC-98 são mais dark e violentas que outras.
Arle ensanguentada enfrentando Satan no terceiro jogo para PC-98.
maxresdefault.jpg


Sorcery Saga desenvolvido pela Compile Heart é fortemente inspirado nos Madou Monogatari, sem usar personagens originais ou puyos, o qual não era mais IP deles. Compile Heart sucedeu a Compile depois da falência da empresa original de certa forma.
 

Akihabara@DEEP

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Gdleen

Esse foi o primeiro RPG lançado no Super Famicom , baseado no anime de mesmo nome que foi llançado em OVA.

A trama gira em torno de Ryun que cai no planeta Gdleen, onde ele conhece Fana e os dois logo se envolvem em uma guerra de longa data entre as tribos Babaress e Miyorl.

Hitoshi Yoneda , também conhecido como Yonesan, trabalhou em alguns títulos do Mega Drive como Phantasy Star (I,II,IV).

Acho interessante esses jogos em RPG baseados em ficção cientifica.

 

Krion

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Gdleen

Esse foi o primeiro RPG lançado no Super Famicom , baseado no anime de mesmo nome que foi llançado em OVA.

A trama gira em torno de Ryun que cai no planeta Gdleen, onde ele conhece Fana e os dois logo se envolvem em uma guerra de longa data entre as tribos Babaress e Miyorl.

Hitoshi Yoneda , também conhecido como Yonesan, trabalhou em alguns títulos do Mega Drive como Phantasy Star (I,II,IV).

Acho interessante esses jogos em RPG baseados em ficção cientifica.


Esse cheguei a jogar, apesar de na época não entender nada direito da história até que avancei muito. Parece que ele foi o primeiro (ou um dos primeiros) JRPGs lançados para o Super Famicom (saiu uns 4 meses depois do lançamento do console no :kluta).

Na verdade o game
(assim como o OVA) foram baseados numa série de light novels dos anos 1980, e o universo da mesma é bem maior e mais complexo do que os mostrados no RPG e anime (o game em si parece que cobre o primeiro volume).

Y80SZx.jpg




O OVA é bem curto (não é uma obra prima, mas da para passar o tempo).


30268l.jpg


001.jpg


Quem interessar tem o mesmo no youtube (legendado em inglês - legendas do youtube)
Devido a um mau funcionamento da espaçonave, o terráqueo Ryu e seu companheiro robótico "MOS-01" aterrissam no planeta Gdleen. Ryu conhece uma bela fada Euredonian chamada Fana e os dois logo se envolvem na longa guerra entre as tribos dos monstruosos Babaress e dos feiticeiros Miyorl.






Capa do jogo de Super Famicom

Y80gCQ.jpg
 

Akihabara@DEEP

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Esse cheguei a jogar, apesar de na época não entender nada direito da história até que avancei muito. Parece que ele foi o primeiro (ou um dos primeiros) JRPGs lançados para o Super Famicom (saiu uns 4 meses depois do lançamento do console no :kluta).

Na verdade o game
(assim como o OVA) foram baseados numa série de light novels dos anos 1980, e o universo da mesma é bem maior e mais complexo do que os mostrados no RPG e anime (o game em si parece que cobre o primeiro volume).

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O OVA é bem curto (não é uma obra prima, mas da para passar o tempo).

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Quem interessar tem o mesmo no youtube (legendado em inglês - legendas do youtube)
Devido a um mau funcionamento da espaçonave, o terráqueo Ryu e seu companheiro robótico "MOS-01" aterrissam no planeta Gdleen. Ryu conhece uma bela fada Euredonian chamada Fana e os dois logo se envolvem na longa guerra entre as tribos dos monstruosos Babaress e dos feiticeiros Miyorl.






Capa do jogo de Super Famicom

Y80gCQ.jpg

Esse jogo eu também não consegui terminar, para um jogo de 1991, acho ele bonito.

Acho que nunca nenhum grupo de tradução pensou em traduzir ele, ainda pretendo jogar ele em uma nova oportunidade.

Eu acabei conhecendo esse jogo através do OVA, pela arte da capa do cartucho do SFC, acabei notando que já tinha visto algo parecido em outro lugar, foi onde descobri que o ilustrador também trabalhou em Phantasy Star.
 
Ultima Edição:

Sword of Light

Habitué da casa
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Eu tinha esse jogo original, acho que perdi :ksnif

Na época eu jogava e curtia, mas não sabia o que tinha de fazer nas fases.
Vi um gameplay no Youtube e continuo não sabendo lol

Difícil demais esse jogo, mas muito bom.
Destaque pras animações, que são excelentes.
Mano este jogo era MUITO difícil mesmo! Até me faz lembrar do tempo em que eu gostava de dificuldade em jogos e persistia até conseguir terminar... Este The Mask especificamente exigia várias estratégias como uma que eu usava naquela fase do parque, principalmente no chefe. Eu usava aquele golpe do Mask de deslizar e fazia de um lado para o outro sem parar.

Outra coisa sobre este jogo é que eu conheci o Link to the Past por causa dele! Uma vez um amigo me chamou para passar de uma fase para ele, e ele tinha este Zelda. Foi a primeira vez que joguei Zelda na vida e depois joguei vários outros como o OoT que de fato foi o jogo que mais gostei de jogar na geração posterior ao SNES/MEGA.
 

LuxEtUmbra0

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Mano este jogo era MUITO difícil mesmo! Até me faz lembrar do tempo em que eu gostava de dificuldade em jogos e persistia até conseguir terminar... Este The Mask especificamente exigia várias estratégias como uma que eu usava naquela fase do parque, principalmente no chefe. Eu usava aquele golpe do Mask de deslizar e fazia de um lado para o outro sem parar.
Cheguei a jogar ele emprestado de um amigo na época. Me lembro de pouca coisa porém, mas terminei algumas vezes na época.
 

Krion

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@GFOLDSCHOOL / @Sword of Light aproveitando que mencionaram sobre o Captain Claw, joguei muito ele também na época, tinha pegado ele nesta versão que era a abaixo :kcool

(não é minha foto, infelizmente meu CD original sumiu anos atrás :ksnif)
MS-DOS-20-Claw.jpg



Vai uma grande dica para galera que quer jogar (ou conhecer) o game em sistemas mais novos (Windows 7/10/11):
Só conferir no site abaixo, tem várias infos, excelente :kjoinha


https://captainclaw.net/en/index.html



 
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GFOLDSCHOOL

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@GFOLDSCHOOL / @Sword of Light aproveitando que mencionaram sobre o Captain Claw, joguei muito ele também na época, tinha pegado ele nesta versão que era a abaixo :kcool

(não é minha foto, infelizmente meu CD original sumiu anos atrás :ksnif)
MS-DOS-20-Claw.jpg



Vai uma grande dica para galera que quer jogar (ou conhecer) o game em sistemas mais novos (Windows 7/10/11):
Só conferir no site abaixo, tem várias infos, excelente :kjoinha


https://captainclaw.net/en/index.html




Funcionou perfeitamente aqui, valeu!
 

Krion

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Para descontrair um pouco :kcool

Pesquisando sobre jogos antigos obscuros encontrei este bem antigo do ZX Spectrum, com um nome bem "relevante" atualmente :kkk



Escape From Omicron (1984 - ZX Spectrum)

YUqqdB.jpg


Em um planeta distante em uma galáxia distante vive Omicron, uma criatura imortal que despreza tudo e todos.

Mortais capturados por Omicron recebem uma tarefa: escapar de um labirinto subterrâneo. Se eles falharem, uma morte terrível os espera nas Cavernas de Fogo.



 
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BispoSnake

Véio reclamão
GOLD
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Deixo alguns petardos aqui para quem não conhece:

Contact - NDS


É um Action RPG da Atlus, bem bacana.

Kid Klown in Krazy Chase - Snes


Talvez um precursor dos "Endless Runners", um jogo curto mas bem desafiador.

Fighter's Destiny - N64


Nunca vi um jogo de batalha com mecânica e sistema de pontuação desses. Vale a pena dar uma chance.

Buck Bumble - N64


Um baita jogo de aventura com uma abelha que parece um F51.

Fire 'N Ice - NES


Mistura plataforma com puzzle, tem uns desafios bem cabeludos

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Só isso aí já garante um baita fim de semana.

Abraços!
Bispo
 

Krion

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Este é um interessante RPG esquecido do PSOne, e foi o primeiro jogo (bem antes de Ni No Kuni) que teve a participação do incrível Studio Ghibli (responsável pelas animações de Mononoke Hime, A Viagem de Chihiro, Nausicaa e muitos outros excelentes animes). Além do "character designer" ser feito por Katsuya Kondō, (que trabalhou nos filmes Kiki's Delivery Service e I Can Hear the Sea).


Jade Cocoon: Story of the Tamamayu (1998 - PSOne)

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Além dos bons gráficos, o jogo também tem uma excelente trilha sonora.

Abaixo uma boa análise (traduzida) retirada do
Retro review
JADECOCOONSTORY.png


Esta história e como muitos outros jogos deste estilo, conta a história de um jovem, este em particular tem o nome de Levante, vive numa pacata aldeia com a sua mãe e como Pokémon, pretende tornar-se mestre Pokémon. .. Quer dizer, em um mestre dos casulos como já foi seu falecido pai (casulos são os Pokémon deste universo). Mas de acordo com as tradições do povo de Parel, o lugar onde vive nosso protagonista, antes que ele possa se tornar um mestre da crisálida, ele deve se casar com uma mulher de uma tribo conhecida por possuir grandes habilidades mágicas, tribo cujo nome é: Nagi.


latest
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Chegou o dia do casamento do nosso protagonista, mas para começar uma história ou melhor, todo RPG começa com um acontecimento que põe em perigo um povo ou o mundo, neste caso, quando as pessoas estavam em plena festa são atacadas por estranhas criaturas chamadas "Onibubu" , que depois de causar o caos por toda a vila, induzem muitos dos habitantes a um sono profundo, mas são expulsos pela velha sábia da tribo Nagi, mas isso não é o suficiente para acordar os habitantes.

Poucos foram salvos dessa "maldição", entre essas pessoas que foram salvas está o nosso protagonista, que vendo a situação atual de seu povo, é enviado à floresta para encontrar as respostas e a cura para salvar todas as pessoas de Parel, durante sua aventura para encontrar a cura, ele terá que passar por diferentes florestas, conhecer muitas pessoas, capturar casulos, aprimorá-los e para isso terá a ajuda de seu amigo e agora esposa, Mahbu.

JADECOCOONGRAPHICS.png

O aspecto gráfico de Jade Cocoon: Story of the Tamamayu é muito bom, com gráficos pré-renderizados (algo muito característico em jogos de PlayStation 1), posso dizer facilmente que este título pode ser parecido com jogos como Final Fantasy, já que em Jade No que diz respeito aos fundos dos cenários, o Cocoon tem detalhes suficientes para torná-lo visualmente maravilhoso de se ver, mas claro, tudo isso levando em consideração os antigos padrões gráficos no que diz respeito aos videogames, embora seja apropriado dizê-lo no que diz respeito quanto à modelagem de personagens, eles são percebidos com um pouco menos de qualidade e a definição neles não é tão boa, no entanto, no design tanto dos personagens quanto dos Pokémons ... quero dizer, os casulos são bonitos bom, tanto os personagens quanto os crisálidos têm bons detalhes, bom aproveitamento na paleta de cores e boa movimentação,embora isso pudesse ter sido usado mais se eles tivessem uma definição melhor.

81-capture_185_02032012_224016.jpg
jade-cocoon-013.jpg



giphy.gif


Mas o melhor aspecto deste jogo (na minha opinião) é o design das personagens, porque todas as personagens deste jogo foram criadas por Katsuya Kondo e talvez para muitas pessoas este nome não seja familiar (para mim também), mas o que pode ser feito familiar é o nome “Ghibli”, pois Katsuya Kondo é um dos melhores designers que tem este estúdio de animação japonês, que tem por trás de si grandes filmes de animação obras como: “My Neighbour Totoro”, “Princess Mononoke” ou “From Up on Poppy Hill ", pois neste jogo encontraremos excelentes personagens de artes gráficas, cenas e acima de tudo, cinematográficas que visualmente são uma maravilha.
big-jade-cocoon-tamamayu-monogatari-ost.jpg

JADECOCOONSOUND.png

Tendo neste jogo muito da magia do estúdio Ghibli assim como seus designs de personagens e artes visuais característicos, não é nenhuma surpresa que em Jade Cocoon: Story of the Tamamayu vamos encontrar peças musicais maravilhosas que adornam cada um dos momentos que vivemos enquanto tocamos, além disso, os efeitos sonoros também são muito bem elaborados, principalmente em batalhas. É necessária uma boa lista de efeitos sonoros para que junto com as melodias se possa criar um ambiente ótimo, de forma que a experiência do jogo seja adequada para uma maior imersão no mundo ou na situação que o jogo em questão nos apresenta. naquele momento, e este é um aspecto que este jogo faz muito bem.



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O jogo teve uma "continuação" para PS2 (Jade Cocoon 2), a história se passa 100 anos depois da do original.
Infelizmente o game não teve participação do estúdio Ghibli nos artword e visuals, mas no geral também é um bom RPG



Jade Cocoon 2 (2001 - PS2)

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Almmiron

Bam-bam-bam
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Tem um jogo chamado Whirlo do SNES, 1992, NAMCO (apenas EUR e JAP):

Jogo de "Passar de fase" como eu costumava dizer na época:

O jogo apresenta umas mecânicas bem interessantes, diferentes de muito jogo de mascote desse período. Inclusive é interessante ler o manual, tem umas mecanicas escondidas com esse tridente da pesada.

 

Krion

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Uma (curta) franquia de Survival Horror, que muitos devem desconhecer e que foi lançada nos últimos anos do PSOne, é a serie OverBlood (foram lançados apenas dois jogos).

O primeiro jogo era uma espécie de "Resident Evil" futurista, tinha gráficos um pouco "estranhos" pois ao invés de ter cenários pré renderizados, eles eram todos em 3D (tipo o RE Code Veronica). Inclusive é considerado o primeiro game Survival Horror todo em 3D.. A jogabilidade era truncada, mas o joguinho até que era interessante.

Já o segundo era mais action (estilo Parasite Eve 2) com uma pegada mais para o lado dos RPGs, com gráficos que lembravam uma mistura de Legend of Dragoon com FF7. Nele você joga cm três personagens e tem uma trama mais "elaborada" que o primeiro.

Foram desenvolvidos pela japonesa Riverhillsoft, o primeiro game publicado pela Eletronic Arts e o segundo pela Evolution Games
(sendo lançado em inglês apenas na Europa).



OVERBLOOD 1 (1996 - PSone)
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Você acorda de um sono criogênico sem memória. Tropeçando em uma base subterrânea, você descobre que um vírus maligno corre em suas veias. Você deve encontrar um antídoto ... e logo. Com a ajuda de um robô amigável e uma mulher misteriosa, você deve lutar contra clones infectados e desvendar os segredos da base. A sobrevivência é apenas metade da batalha - para prevalecer, você deve derrotar o misterioso cientista que controla o seu destino.









OVERBLOOD 2 (1998 - PSone)
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A trama se passa no futuro, com uma atmosfera estilo Cyber Punk, em 2115.
O projeto secreto do governo. As impenetráveis Indústrias Hayano, os computadores fortemente guardados e protegidos por eletrônicos sofisticados, o labirinto subterrâneo e os inimigos que aparecem no caminho. Depois de todas as lutas heróicas, seria possível desenvolver um novo futuro como o esperado?






 

Krion

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Lembrei deste outro game de horror, que só o pessoal das antigas (que jogava no MSDOS) talvez o conheça.


Call of Cthulhu: Prisoner of Ice (1995 - MSDOS)

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Um adventure de horror investigativo no melhor estilo point and click, chegou a ter também ports lançados para PSOne e Saturn.

Sinopse:
Em meio a uma atmosfera de suspense e intriga, você iniciará sua viagem nas terras geladas da Antártida a bordo de um submarino da Marinha Real - o HMS Victoria. Como um agente americano do Office of Naval Intelligence, sua missão é frustrar uma trama nazista e recuperar uma carga ultra secreta. Criaturas horríveis capazes de mudar o equilíbrio do poder mundial devem ser conquistadas. A Segunda Guerra Mundial se aproxima e cada movimento seu pode mudar o curso da história.

Enquanto você viaja para os arredores aparentemente plácidos de um pátio grego ou os jardins secretos de Tihuanica, cuidado - as coisas não são o que parecem. Esta aventura de ação sobrenatural certamente despertará sua obsessão por horror e espionagem.


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Na GOG tem uma versão que pode ser jogada nos PCs dos sistemas mais atuais (Windows 7/10)








O Prisoner of Ice, na verdade é uma sequencia de outro game no mesmo estilo, muito interessante (e desconhecido), que detalho abaixo:



Call of Cthulhu: Shadow of the Comet (1993 - MSDOS)

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Sinopse:
O ano é 1910. Banhado pela pálida luz do sol da primavera, o pequeno porto de pesca de Illsmouth é uma pacata cidade da Nova Inglaterra onde o tempo parece ter parado. No entanto, as aparências enganam muito... Sob a tranquilidade pacífica desta pequena vila, uma verdade horripilante permanece.

Sussurros em uma biblioteca empoeirada e isolada ondulam com medo quando questões do passado são trazidas para o presente. Existe uma ligação entre o retorno do cometa Halley e o ressurgimento dos Grandes Antigos que dominaram a terra em um reinado de terror? A lenda conta histórias de um antigo terreno ritual, escondido nas sombras da floresta emaranhada, marcado por uma cruz ornamentada e misteriosa. Antigamente, há muito tempo, este local foi palco de ritos selvagens e aterrorizantes dos quais ninguém ousa falar, para não sofrer a ira dos Antigos.

Por que as pessoas da cidade de Illsmouth são atingidas por um terror tão devastador? Por que eles são atraídos para os antigos terrenos rituais depois de tantos anos? O que liberou essa maldição de seu sono profundo para causar estragos nas almas de pessoas inocentes?

Você assumirá o papel de John T. Carter, um jovem astrônomo brilhante, reunindo a intrigante história da vila e seus habitantes enigmáticos. Ação incrivelmente realista e caos sobrenatural se entrelaçam para atrair os jogadores profundamente para os mistérios intrigantes da Sombra do Cometa.


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Ele também está disponível na GOG para se jogar em PCs mais novos:




 

Krion

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Este aqui é um daqueles games que foram lançados apenas no Japão em sua época.
Lançado pela CAPCOM, pode se dizer que é um precursor da série Resident Evil (ou o Resident é uma continuação espiritual dele).


Sweet Home (1989 - Famicom)

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Foi um interessante RPG de terror lançado no fim da vida do Famicom, foi desenvolvido e publicado pela própria Capcom, e não foi lançado fora do Japão. O jogo na verdade, está relacionado a um filme de terror japonês de mesmo nome famoso no Japão na época.



Ao longo do jogo, segue uma equipe de cinco pessoas que se aventuram na mansão deserta do falecido Ichirō Mamiya para fotografar e restaurar seus afrescos. Ao entrar na casa, a porta se fecha atrás deles e o grupo descobre que a mansão é assombrada por Lady Mamiya, entre outras criaturas. O jogador guia os cinco personagens, cada um com suas próprias forças e fraquezas, pela mansão, tentando escapar.

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O jogo apresenta batalhas aleatórias, nas quais o personagem controlado ou grupo de personagens deve lutar ou fugir. Se um personagem morre, uma animação de morte representando ele é mostrada e ele não pode ser revivido pelo resto do jogo; além disso, o jogo terminará se todos os cinco personagens morrerem.

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Os cinco personagens têm uma habilidade específica que é necessária para completar o jogo, embora itens que sirvam ao mesmo propósito possam ser encontrados se um dos personagens morrer. Por exemplo, se Akiko (a enfermeira da equipe) morrer, a equipe pode encontrar Frascos de Comprimidos que podem ser usados para curar doenças. Dependendo de quantos personagens permanecem vivos após a derrota do chefe final, há um total de cinco finais diferentes que o jogador pode conseguir.





Foi lançado pela galera da cena de tradução um patch para o inglês uns anos atrás, abaixo para quem se interessar:
 
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Krion

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Um Shoot 'em up das antigas, "diferente" mas bem divertido.

Sengoku Blade (1996 - Arcade)

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Sengoku Blade (Tengai fora do Japão) é um "shmup" que foi lançado para arcades no Japão em 1996 pela Psikyo, como uma sequência de seu shooter de 1993 Sengoku Ace. Ports de consoles foram lançados na época para o Sega Saturn, e anos depois para o PS2 (recentemente para iOS, Android e Nintendo Switch).

O jogo se passa em uma versão histórica de fantasia do período Sengoku do Japão, apresentando demônios, magia e uma pegada de steampunk.


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Em um mundo onde a magia e a tecnologia coexistem. Um culto militarista Shinrano, planejando a ressurreição de seu deus sombrio, sequestrou a filha do Shogun , a Princesa Futsu (Futsuhime) para um sacrifício. Um grupo de heróis se propõe a impedir esse plano maligno. O jogo apresenta um enredo ramificado e vários finais diferentes, dependendo dos personagens escolhidos.


 

Lo Pan

Supra-sumo
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E se Ninja Gaiden tivesse uma vibe meio cyberpunk?
A resposta é Vice: Project Doom
Plataforma: NES
Lançado em 1991

Junta elementos de plataforma, tiro e "navinha" ( as fases dentro do carro com metralhadora)
Cada estágio você joga de uma forma, passa um jeitão bem diversificado de gameplay.
Jogão!

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Krion

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Este é um RPG das antigas lançado pela EA na década de 1980, bem underground que acho que poucos devem ter jogado na época (só fui conhecer o mesmo mais recentemente).

Apesar de "arcaico" é bem interessante, e até mesmo complexo para a época que lançou. É um RPG sci-fi, com muitos elementos de exploração, que até lembra o No Man Sky em alguns pontos.



Starflight (1986 - DOS/Amiga)

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Teve um port melhorado para o Mega Drive lançado em 1991 (foi a versão que joguei).


Uma boa descrição (traduzida e adaptada) sobre o game tirada do CRPG:


Starflight captura perfeitamente o que fez Star Trek tão cativante: exploração, negociação com alienígenas, corridas e batalhas espaciais de vida ou morte. Tudo em uma galáxia de mundo aberto gerada proceduralmente, você poderia explorar por centenas de horas. Nada mal para um jogo abarrotado em 64 KB de memória.

O planeta Arth está com problemas. As explosões solares mortais são ocorrendo em toda a galáxia, ameaçando exterminar civilização. Sua tarefa é deve encontrar combustível para refugiados naves deixando Arth, encontre planetas colonizáveis para eles, descobrir artefatos alienígenas antigos e descobrir por que as explosões solares estão acontecendo em primeiro lugar. Tudo isso é realizado através da digitalização de planetas, explorando suas superfícies e falando com os alienígenas que viajam pelas estrelas.

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A aventura começa no espaço da Interstel porto, onde você conduz seu avatar por vários departamentos que se preparam para a sua viagem, num dos primeiros “menus ambulantes” em jogos. Lá você pode recrutar até seis bravos tripulantes de cinco raças diferentes, como como uma espécie baseada em plantas de aprendizado rápido e uma de robôs habilidosos. Os robôs são uma interessante escolha, pois começam com altas habilidades iniciais, mas nunca podem melhorar através do treinamento como as outras raças.

Você começa com um pequeno orçamento para equipar sua nave e treinar sua equipe. Estas são escolhas iniciais difíceis. Se você adicionar armas e escudos ou treinar seu Oficial de Ciências para escanear planetas com precisão? Não há mãos dadas aqui: deixe o porto estelar sem carga e você se isolou de grande parte do oportunidades de geração de receita no jogo.

Uma vez pronto, você pode abrir o mapa galáctico da nave. Está inundado de nebulosas, buracos de minhocas, centenas de estrelas e mais de 800 planetas gerados proceduralmente esperando para ser explorado, fazendo com que se sinta muito pequeno e sozinho neste mar de oportunidades. Sua única limitação é o combustível.


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Explorar o universo também trará inevitavelmente você em contato com naves alienígenas. Isso exibe a linha mais assustadora que se pode ler neste jogo de morte permanente: “Scanners indicam objeto não identificado!”

Esses encontros são eventos em tempo real. Você pode manobrar em torno das naves alienígenas e fazer escolhas como levantar escudos, armar armas, escanear ou saudar os alienígenas. Suas ações obviamente afetarão as oportunidades de comunicação. Pode parecer escasso, mas o jogo faz surpreendentemente bem, preenchendo suas escolhas com texto ricamente redigido. Conforme você aprende mais, perguntas melhore e as respostas revelam mais.







Aos interessados em jogar (recomendo a versão do Mega Drive), como é um jogo das antigas, que não te "carrega" pela mão (como a maioria dos atuais), uma recomendação é dar uma lida no manual (é enorme com mais de 140 pags), para compreender melhor a "estrutura" do game e o background de seu "universo".

Podem baixá-lo aqui.


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