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[Reforma Administrativa] O que fazer com o funcionalismo público?

-Drope-

Habitué da casa
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Todos os estados estão endividados, praticamente.Eles querem ACABAR com os funcionários publicos, porque reduzir o salário pela metade é a morte, não importa a razão.Quem deve ser prejudicado são os pobres.TODOS OS BENEFICIOS E ASSISTENCIA SOCIAL DEVERIAM SER RETIRADOS!
Sim, eu sei que o STF votou contra a medida, mas eles ainda podem mudar o voto, e o Maia esta fazendo pressão!
Nos governos petistas, os prejudicados SEMPRE foram a classe média.Porque o Bolsonaro não faz diferente desta vez?Ou então penaliza os ricos, principalmente jogadores de futebol, pagodeiros, cantores sertanejos, grandes latifundiários e coisas do tipo!Ou então, os especuladores.
Esses especuladores que vc quer dizer, seria o Olavo de Carvalho, por exemplo?
 


Aulendil

Gato do Mato
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A verdade é a seguinte: geralmente, funcionário público vira funcionário público porque não quer trabalhar.
Como funcionário... uh... servidor público, admito que querer, querer mesmo, eu não queria. Pudesse, viveria numa vida de hedonismo. Mas isso nunca foi uma opção; a culpa me corrói, e não é justo que alguns trabalhem e outros não. Mas sem brincadeira, o que atrai o povo mais do que qualquer outra coisa é realmente a estabilidade.
___

E ainda sobre a famigerada estabilidade...

Admito que a estabilidade é danosa à produtividade, e engessa o Estado. Isso é inegável. Por outro lado, a justificativa para sua existência até que faz certo sentido: haveria uma certa tendência a se entregar os cargos no Estado aos apaniguados dos respectivos eleitos a cada troca de governo, caso fossem comissionados. Ainda que fossem mantidos os concursos, a troca constante poderia implicar numa certa 'perda de memória', com consequente descontinuidade dos temas de longo prazo.

Daí pensei numa espécie de meio-termo, nos seguintes moldes:

  1. Fim da estabilidade;
  2. Fim dos cargos comissionados;
  3. Possibilidade de demissão de servidores a partir do início do 3º ano de governo, para manter um mínimo de continuidade dos temas (desestimular um hard reset logo no início);
  4. O governo que fizer demissões fica impedido de contratar no mesmo mandato;
  5. Da mesma forma, novas contratações só poderiam ser efetuadas no mandato seguinte; caso sejam feitas, fica-se impedido de demitir neste mesmo mandato.
Ou seja, o objetivo seria provocar uma descontinuidade entre demissões/contratações no mesmo mandato. Em tese, impediria-se o apadrinhamento e possibilitaria ao Estado ajustar seu tamanho conforme suas necessidades.

Queria ouvir opiniões aqui.
 
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olifante666

Bam-bam-bam
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Existem mecanismos para a exoneração de servidores, seja por baixo desempenho ou por atos incorretos/ilícitos, o problema aí é com a justiça, que muitas vezes acaba ficando do lado deste péssimo servidor.

Também sou servidor público, e já presenciei absurdos como:

* Servidor destrói a murros o relógio ponto do setor, foi aberto processo administrativo e ele inocentado. Não "haviam provas da intenção"... tinhamos um VIDEO dele fazendo isso.

* Servidor rouba materiais do almoxarifado, mais uma vez "provada" a inocencia dele pois não tinhamos provas de que ele de fato havia roubado... novamente tínhamos videos dele retirando os materiais, colocando em sua mochila... mas isso não foi considerada prova.

* Servidor roubou materiais de obra e revendeu, mais uma vez com vídeos e testemunhas. Finalmente uma exoneração. Ele foi demitido... mas 1 ano e meio depois saiu uma decisão judicial para que ele voltasse ao trabalho, uma indenização por "danos morais" e que fosse pago o salário de todo o período que ele ficou fora reajustado.

Fora várias outras situações que já vivi nos meus anos de funcionalismo público.


Isso é culpa da estabilidade?

Ao meu ver não, todos os casos fizemos o processo todo de sindicância, só que a justiça acabava sempre ficando do lado do servidor.


Acho que um aperfeiçoamento destes mecanismos e uma atuação mais correta da justiça já bastariam para que os maus servidores fossem exonerados.

Claro, existe o outro lado, que é o da corrupção.

Na minha mesma instituição em outros setores que não o meu vários casos nem vão a sindicância, são engavetados.
 

danitokaawa

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Eu ja ouvi relatos de pessoas trabalhando na Cetesb, que é privatizada e e a pressão é INSUPORTÁVEL.Vocês não entendem que pessoas com más habilidades sociais, NÃO tem como competir de igual para igual com os outros, ditos normais.No entanto, o serviço publico esta sendo crucificado, sendo que é uma das UNICAS OPÇÕES para esse tipo de gente.
Não da para privatizar todo o setor ambiental, porque senão vai SEMPRE prevalecer a pressão do agronegócio e dos grandes empreendimentos.Com as prefeituras, ja é meio assim.
É UM ABSURDO, primeiro cancelarem os concursos publicos, depois aprovarem a reforma da Previdência que prejudica MUITO MAIS o setor publico e para piorar, querem reduzir pela metade um salário que já é baixo.Só por isso, é um dos PIORES governos que ja tivemos.
 

-Drope-

Habitué da casa
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Eu ja ouvi relatos de pessoas trabalhando na Cetesb, que é privatizada e e a pressão é INSUPORTÁVEL.Vocês não entendem que pessoas com más habilidades sociais, NÃO tem como competir de igual para igual com os outros, ditos normais.No entanto, o serviço publico esta sendo crucificado, sendo que é uma das UNICAS OPÇÕES para esse tipo de gente.
Não da para privatizar todo o setor ambiental, porque senão vai SEMPRE prevalecer a pressão do agronegócio e dos grandes empreendimentos.Com as prefeituras, ja é meio assim.
É UM ABSURDO, primeiro cancelarem os concursos publicos, depois aprovarem a reforma da Previdência que prejudica MUITO MAIS o setor publico e para piorar, querem reduzir pela metade um salário que já é baixo.Só por isso, é um dos PIORES governos que ja tivemos.
Existem empresas do setor privado que incentivam a inclusão de autistas, pessoas com sindrome de down e etc. Não?

Sim, devido a reforma da previdencia, o funcionario publico terá mais prejuizos, principalmente relacionado a taxas de imposto que terão que pagar a mais (em alguns casos) que os do setor privado. Mas, a reforma, por outro lado, é a única alternativa para tentar melhorar a economia. A economia está acabada, os especialistas não conseguem ter mais outra opção para tentar fazer a economia melhorar.
 

danitokaawa

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Você não entendeu o que eu disse?Não importa se as empresas privadaS INCENTIVAM a inclusão.A idéia delas é SUFOCANTE, de metas a qualquer preço, de cumprir prazos apertados e de um pisando em cima do outro.
A maioria dos idosos aposentados, recebe a ajuda da familia, de amigos.
Eu estou com apenas a renda minha e a aposentadoria do meu pai.Não importa a razão, reduzir meu salário a metade É O FIM!
A economia só esta desse jeito, porque o governo FORÇA A BARRA, para manter uma inflação ridicula.Assim o comércio,a indústria não pode repassar os custos e é lógico que vão quebrar.A austeridade no Brasil não pode ser DESSE JEITO, tão radical!
E fora que só os funcionários estaduais e os municipais que são os mais afetados.Cade a contribuição dos FEDERAIS?Eles tiveram aumento TODOS OS ANOS!Vivem no mundo da fantasia.Tem que começar por ELES!
 


Ataru

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Você não entendeu o que eu disse?Não importa se as empresas privadaS INCENTIVAM a inclusão.A idéia delas é SUFOCANTE, de metas a qualquer preço, de cumprir prazos apertados e de um pisando em cima do outro.
Depois não entende porque tem uma vida miserável. Com essa mentalidade, você está no lucro de viver num país “caridoso” (como diria o Guedes), pois num país onde o trabalho é levado a sério, provavelmente estaria passando fome.

Aliás, já que você é contra tudo que a iniciativa privada representa, recomendo que, quando quiser comer um hamburger que seja bom e rápido, vá numa estatal. Não vá no McDonald’s.
 

-Drope-

Habitué da casa
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Você não entendeu o que eu disse?Não importa se as empresas privadaS INCENTIVAM a inclusão.A idéia delas é SUFOCANTE, de metas a qualquer preço, de cumprir prazos apertados e de um pisando em cima do outro.
A maioria dos idosos aposentados, recebe a ajuda da familia, de amigos.
Eu estou com apenas a renda minha e a aposentadoria do meu pai.Não importa a razão, reduzir meu salário a metade É O FIM!
A economia só esta desse jeito, porque o governo FORÇA A BARRA, para manter uma inflação ridicula.Assim o comércio,a indústria não pode repassar os custos e é lógico que vão quebrar.A austeridade no Brasil não pode ser DESSE JEITO, tão radical!
E fora que só os funcionários estaduais e os municipais que são os mais afetados.Cade a contribuição dos FEDERAIS?Eles tiveram aumento TODOS OS ANOS!Vivem no mundo da fantasia.Tem que começar por ELES!
Entendo... mas temos que admitir que quem forçou a barra em relação à economia foi o PT, na época. O governo atual tenta forçar menos a barra, mas o grande problema é sua tentativa de destruição da máquina estatal que impede uma certa facilitação às minorias, com incentivo de entrada ao trabalho por meio de exames. E, pior, temos um presidente que parece não saber o que está acontecendo com o Brasil (e nem sabe que dados do Inpe são públicos).

Se o governo irá melhorar, isso não sei. Perdemos um bom funcionário do inpe atualmente, e Marcos Pontes parece estar sem saber o que fazer. Mas não adianta sentir ódio por isso, é melhor aceitar esse lixo.Talvez isso mude, espero. Mesmo numa democracia composta por estúpidos.
 

Ataru

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Entendo... mas temos que admitir que quem forçou a barra em relação à economia foi o PT, na época. O governo atual tenta forçar menos a barra, mas o grande problema é sua tentativa de destruição da máquina estatal que impede uma certa facilitação às minorias, com incentivo de entrada ao trabalho por meio de exames. E, pior, temos um presidente que parece não saber o que está acontecendo com o Brasil (e nem sabe que dados do Inpe são públicos).

Se o governo irá melhorar, isso não sei. Perdemos um bom funcionário do inpe atualmente, e Marcos Pontes parece estar sem saber o que fazer. Mas não adianta sentir ódio por isso, é melhor aceitar esse lixo.Talvez isso mude, espero. Mesmo numa democracia composta por estúpidos.
É uma pena que você está errado sobre essa tal de "destruição da máquina estatal", pois era isso mesmo que deveria ocorrer. O estado é o maior gerador de pobrezas e desigualdade do país.

Agora usar o INPE e o Marcos Pontes como exemplos nessa discussão é um puta cherry picking sem o menor sentido.
 

Baralho

Bam-bam-bam
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O Estado distribui dividendos ao contrário, seja em sua estrutura de arrecadação, seja em cobrar para ofertar serviços de baixa qualidade cobrando uma carga tributária de país europeu.

Se entidades como a Sudene, Telebras ou BNB deixassem de existir, o que afetaria o país???

O Brasil é um país pobre que está envelhecendo rapidamente, não pode se dar a luxos tão caros.
 

Land Stalker

Ei mãe, 500 pontos!
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Como funcionário... uh... servidor público, admito que querer, querer mesmo, eu não queria. Pudesse, viveria numa vida de hedonismo. Mas isso nunca foi uma opção; a culpa me corrói, e não é justo que alguns trabalhem e outros não. Mas sem brincadeira, o que atrai o povo mais do que qualquer outra coisa é realmente a estabilidade.
___

E ainda sobre a famigerada estabilidade...

Admito que a estabilidade é danosa à produtividade, e engessa o Estado. Isso é inegável. Por outro lado, a justificativa para sua existência até que faz certo sentido: haveria uma certa tendência a se entregar os cargos no Estado aos apaniguados dos respectivos eleitos a cada troca de governo, caso fossem comissionados. Ainda que fossem mantidos os concursos, a troca constante poderia implicar numa certa 'perda de memória', com consequente descontinuidade dos temas de longo prazo.

Daí pensei numa espécie de meio-termo, nos seguintes moldes:

  1. Fim da estabilidade;
  2. Fim dos cargos comissionados;
  3. Possibilidade de demissão de servidores a partir do início do 3º ano de governo, para manter um mínimo de continuidade dos temas (desestimular um hard reset logo no início);
  4. O governo que fizer demissões fica impedido de contratar no mesmo mandato;
  5. Da mesma forma, novas contratações só poderiam ser efetuadas no mandato seguinte; caso sejam feitas, fica-se impedido de demitir neste mesmo mandato.
Ou seja, o objetivo seria provocar uma descontinuidade entre demissões/contratações no mesmo mandato. Em tese, impediria-se o apadrinhamento e possibilitaria ao Estado ajustar seu tamanho conforme suas necessidades.

Queria ouvir opiniões aqui.
Tive que dobrar a língua.

Nem todo comissionado é demônio (certo, alguns são piores que o diabo).

Mas tem os que trabalham bem, e com medo de levar um pé na bunda, produzem bem mais que estatutário acomodado. Me estresso bem menos com subordinados comissionados.

Fim da estabilidade para certos cargos é um tiro no pé. Imagine delegado sem estabilidade. Vai investigar o que não incomodar, se trabalhar bem, corre o risco de ser mandado embora por produzir. Já cargos burocráticos... Bah, pode acabar.
 

PicaPauBiruta

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Por mim, mandasse todos esses parasitas para o olho da rua , pra ver quantos teriam a capacidade de produzir algo na inciativa privada, aí veríamos se a galera soça pública que alega ser superior por terem feita uma merda de uma prova , se eles teriam toda essa sagacidade em arrumar bons empregos aonde é nescessário produzir de verdade, caso contrário é rua !!!

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PicaPauBiruta

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Eu sinceramente sou cético quanto a esse tipo de mudança.
E o problema tem nome: Constituição "Cidadã" de 88, que tem o intuito única e exclusivamente de foder com o cidadão.

Essa bomba-relógio com viés socialista e garantista, deixada por um dos maiores filhos da puta que já adentraram a política do país (Ulisses Guimarães). Irá sempre impedir reformas mais profundas no âmbito da Liberdade.

Minarquismo ou mesmo um Liberalismo Clássico de Chicago, são objetivamente IMPOSSÍVEIS com essa constituição.

O Brasil poderá alcançar vôos de galinha com reformas de governos de direita. Mas penso que nunca alcançará o seu pleno potencial enquanto essa constituição existir.
A única maneira viável de sair dessa bomba relógio, tanto da constituição comunista, quanto da centralização e de vários outros problemas , seria através de uma secessão, aí sim com cada região sendo um pequeno pais , próprio e único, as coisas funcionariam da maneira correta, pois não haveriam mais ""regiões parasitas"" , todos teriam que produzir e se auto sustentar, e pra isso acontecer, nada de socialismo ou qualquer outra coisa vinda da esquerda.

Todos sairiam ganhando ( exceto os lixos da esquerda ), pois agora teríamos mais opções de governo diferente para cada novo pais, com maiores graus de liberdade, e sem esse leviatã maldito centralizando tudo, haveria competição para atrair mais investimentos e mão de obra especializada , e o país que tivesse maior liberdade tanto civil quanto economia, sairia na frete , mostrando o caminho a ser seguido por todos (que quisessem prosperar ).

Enfim, a secessão eliminaria inúmeros problemas que são insolúveis atualmente com aquele covil de bandidos que é Brasília existindo, forçaria a todos a mudar e serem economicamente sábios e a adotarem a liberdade.

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PicaPauBiruta

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Você ainda perdeu tempo dando uma resposta a esse merda ??

Claramente é um soça público que vive de roubo e nunca precisou de produzir nada além de bosta , que vive de pedir por mais estado , pessoas assim merecem ser alienadas socialmente, desprezo eu a única coisa que eles merecem !!!

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-Drope-

Habitué da casa
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É uma pena que você está errado sobre essa tal de "destruição da máquina estatal", pois era isso mesmo que deveria ocorrer. O estado é o maior gerador de pobrezas e desigualdade do país.

Agora usar o INPE e o Marcos Pontes como exemplos nessa discussão é um puta cherry picking sem o menor sentido.
Usei marcos pontes como exemplo de destruição da própria ciência e pesquisa aqui no Brasil. Sem investimento à pesquisa e bolsas que ajudem no processo dessas pesquisas, o Brasil não terá uma diminuição de pobreza e fome.
 

Ataru

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Usei marcos pontes como exemplo de destruição da própria ciência e pesquisa aqui no Brasil. Sem investimento à pesquisa e bolsas que ajudem no processo dessas pesquisas, o Brasil não terá uma diminuição de pobreza e fome.
Ah, pelo amor de Deus. Primeiro que você entrou no thread errado para falar sobre isso. Segundo que a ajuda efetiva no combate a pobreza é com a completa reestruturação administrativa e orçamentária da educação pública, que hoje é 4x mais cara na educação superior do que na educação de base, essa sim carente de investimento público. Terceiro que não esqueça que os nossos ministros anteriores de Ciência e Tecnologia eram Kassab e Aldo Rebelo. Acho que nem precisa falar mais nada.
 

Geo

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Se fosse eu generalizando assim levaria warn.
E ainda sobre a famigerada estabilidade...

Admito que a estabilidade é danosa à produtividade, e engessa o Estado. Isso é inegável. Por outro lado, a justificativa para sua existência até que faz certo sentido: haveria uma certa tendência a se entregar os cargos no Estado aos apaniguados dos respectivos eleitos a cada troca de governo, caso fossem comissionados. Ainda que fossem mantidos os concursos, a troca constante poderia implicar numa certa 'perda de memória', com consequente descontinuidade dos temas de longo prazo.
O funcionário público é estável porque ele é funcionário do Estado. Sem a estabilidade ele seria funcionário do Governo. Percebes a diferença? É grande.

Caso não tenha ficado claro: um funcionário sem estabilidade passaria a seguir os interesses de um Governo, que só dura 4 anos e não os do Estado, que é o que tem vida permanente.
 

Geo

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Por mim, mandasse todos esses parasitas para o olho da rua , pra ver quantos teriam a capacidade de produzir algo na inciativa privada, aí veríamos se a galera soça pública que alega ser superior por terem feita uma merda de uma prova , se eles teriam toda essa sagacidade em arrumar bons empregos aonde é nescessário produzir de verdade, caso contrário é rua !!!

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Parece até um comunista falando: quer colocar todos na vala comum da mediocridade ao invés de se esforçar e conseguir aquilo de bom que os outros conquistaram com esforço e dedicação.
 

Geo

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Segundo que a ajuda efetiva no combate a pobreza é com a completa reestruturação administrativa e orçamentária da educação pública, que hoje é 4x mais cara na educação superior do que na educação de base, essa sim carente de investimento público.
Incorreto. Um país só sai da pobreza quando começa a produzir bens e serviços de alto valor agregado, e isso se consegue investindo no ensino superior.

Explicando para leigos: quantas bananas temos que vender para comprar um único iPhone?
 

Ataru

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Incorreto. Um país só sai da pobreza quando começa a produzir bens e serviços de alto valor agregado, e isso se consegue investindo no ensino superior.

Explicando para leigos: quantas bananas temos que vender para comprar um único iPhone?
A Índia produz iPhones e é tão ou mais pobre que o Brasil. A Australia, entretanto, tem uma economia baseada na importação de minério de ferro e carvão e é uma das nações mais desenvolvidas do mundo.

O Brasil praticamente não exporta bananas. Pare de falar essa bobagem. Já é a segunda vez só hoje.
 

Ataru

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Se fosse eu generalizando assim levaria warn.


O funcionário público é estável porque ele é funcionário do Estado. Sem a estabilidade ele seria funcionário do Governo. Percebes a diferença? É grande.

Caso não tenha ficado claro: um funcionário sem estabilidade passaria a seguir os interesses de um Governo, que só dura 4 anos e não os do Estado, que é o que tem vida permanente.
Bobagem de corporativista. Esse é o grande argumento em defesa da teta estabilidade, mas nunca mostram embasamento para o mesmo.
 

Geo

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A Índia produz iPhones e é tão ou mais pobre que o Brasil.
Erro #1: A Índia não detém a patente do Iphone. Se assim o fosse, seríamos o país que mais ganha dinheiro com café.

A Australia, entretanto, tem uma economia baseada na importação de minério de ferro e carvão e é uma das nações mais desenvolvidas do mundo.
Erro #2: Eles produzem sua tecnologia de mineração e explotam minério em outros países com essa mesma tecnologia. É isso que faz deles uma potência.

O Brasil praticamente não exporta bananas. Pare de falar essa bobagem. Já é a segunda vez só hoje.
Erro #3: https://ocp.news/economia/alta-historica-na-exportacao-de-banana-brasileira-ajuda-a-escoar-producao-local
 

Geo

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Bobagem de corporativista. Esse é o grande argumento em defesa da teta estabilidade, mas nunca mostram embasamento para o mesmo.
Teta é indicar para o cargo de Embaixador um filho que não tem qualquer qualificação.
 

Aulendil

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Se fosse eu generalizando assim levaria warn.


O funcionário público é estável porque ele é funcionário do Estado. Sem a estabilidade ele seria funcionário do Governo. Percebes a diferença? É grande.

Caso não tenha ficado claro: um funcionário sem estabilidade passaria a seguir os interesses de um Governo, que só dura 4 anos e não os do Estado, que é o que tem vida permanente.
A condescendência da sua resposta me deu náusea. É óbvio que sei a diferença. Jesus, eu sou funcionário do Estado por definição! Entra governo e sai governo, mas as linhas mestras persistem. E por quê? Porque há memória dessas mesmas por meio da continuidade, mas ela não precisa ser absoluta. Os mecanismos de demissão, que existem, são extremamente engessados. Eu vejo isso no meu dia-a-dia.

E se você se deu ao trabalho de ler minha resposta, veria que a minha proposta evitaria exatamente esse hard reset, empurrando a continuidade para, no mínimo, até o meio do mandato posterior.

Essa sua frase pra justificar a estabilidade - "o funcionário público é estável porque ele é funcionário do Estado" - carece profundamente de nexo causal. Trata-se de raciocínio circular. No máximo, pode ter sido usado como desculpa do legislador para justificar a estabilidade. Mas desde a origem, a ideia sempre foi proteger contra o compadrio e evitar as idiossincrasias de cada governo. E só.
 

Geo

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A condescendência da sua resposta me deu náusea. É óbvio que sei a diferença. Jesus, eu sou funcionário do Estado por definição! Entra governo e sai governo, mas as linhas mestras persistem. E por quê? Porque há memória dessas mesmas por meio da continuidade, mas ela não precisa ser absoluta. Os mecanismos de demissão, que existem, são extremamente engessados. Eu vejo isso no meu dia-a-dia.

E se você se deu ao trabalho de ler minha resposta, veria que a minha proposta evitaria exatamente esse hard reset, empurrando a continuidade para, no mínimo, o meio do mandato.

Essa sua frase pra justificar a estabilidade - "o funcionário público é estável porque ele é funcionário do Estado" - carece profundamente de nexo causal. Trata-se de raciocínio circular. No máximo, pode ter sido usado como desculpa do legislador para justificar a estabilidade. Mas desde a origem, a ideia sempre foi proteger contra o compadrio e evitar as idiossincrasias de cada governo. E só.
Errado. Sem estabilidade acontece exatamente o que Bolsonaro está demonstrando reiteradas vezes: se alguém não agrada, ele demite. E quem entra no lugar, já sabendo disso, não terá o mesmo comprometimento com os interesses do Estado e sim do governante. Exemplo, Bolsonaro demitiu o diretor do INPE e o próximo certamente não terá o mesmo compromisso com a verdade científica. Outro exemplo: Bolsonaro intervindo na Polícia Federal e para quê: certamente para enfraquecer o sistema de combate à corrupção.

Um funcionário estável não tem medo de demissão ao denuncia os mal-feitos do Governo. Já um funcionário não-estável não terá compromissos outros senão com o partido do Governo, excluindo a ética, a verdade, a impessoalidade e outros valores que estão em nossa Constituição Republicana.
 

PicaPauBiruta

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Parece até um comunista falando: quer colocar todos na vala comum da mediocridade ao invés de se esforçar e conseguir aquilo de bom que os outros conquistaram com esforço e dedicação.
Viver de parasitismo de quem trabalha é produz agora e considerado ""esforço e dedicação"" ???

Vocês deveriam criar um livro com todas as desculpas esfarrapadas que vocês usam quando são desmascarados , mais isso da trabalho, e o que vocês mais abominam é justamente o trabalho !!!

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Aulendil

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Errado. Sem estabilidade acontece exatamente o que Bolsonaro está demonstrando reiteradas vezes: se alguém não agrada, ele demite. E quem entra no lugar, já sabendo disso, não terá o mesmo comprometimento com os interesses do Estado e sim do governante. Exemplo, Bolsonaro demitiu o diretor do INPE e o próximo certamente não terá o mesmo compromisso com a verdade científica. Outro exemplo: Bolsonaro intervindo na Polícia Federal e para quê: certamente para enfraquecer o sistema de combate à corrupção.

Um funcionário estável não tem medo de demissão ao denuncia os mal-feitos do Governo. Já um funcionário não-estável não terá compromissos outros senão com o partido do Governo, excluindo a ética, a verdade, a impessoalidade e outros valores que estão em nossa Constituição Republicana.
Engano seu. Você parte de uma premissa teórica, não da prática. O servidor, mesmo estável, está sujeito a ser mudado de função; basta o governo da ocasião assim o decidir. Usemos o seu exemplo. Acha que o Diretor do INPE foi demitido? Ele é estável, mas acabou exonerado da função de qualquer forma. O Diretor do Instituto de Pesquisas de Relações Internacionais (Ipri), diplomata Paulo Roberto de Almeida? Mesma coisa, exonerado. Ambos estáveis. Isso não os impediu de denunciar os desmandos da chefia, e de sofrer alguma consequência, impediu? Ambos mantém o emprego, mas foram colocados no ostracismo.

E ainda, estáveis ou não... esses aí são a exceção. Você acha que os estáveis não têm a espada do Processo Administrativo-Disciplinar (PAD) sobre a cabeça? A maioria esmagadora das irregularidades fica sob o tapete de qualquer forma. Praticamente todos tem receio de algum tipo de retaliação, ainda que não chegue a implicar em demissão. Se não acredita em mim, pergunta ao @ptsousa.

Em suma, na prática, a estabilidade simplesmente não assegura a defesa dos interesses nacionais da forma que defendem. No mundo real, é um argumento corporativista para justificar o injusticável. Concordo somente com a exceção apontada pelo @Land Stalker. Os cargos burocráticos não deveriam ter esse privilégio.

PS.: E ainda que a estabilidade fosse eliminada de vez, você realmente acha factível que toda a máquina administrativa federal, estadual e municipal seria substituída por uma mera troca de governo? O funcionalismo é enorme. Nem o mais nepotista dos políticos faria isso, pois começaria o próprio governo sem norte algum, sem memória alguma, e afundaria num piscar de olhos.
 

Cafetão Chinês

Bam-bam-bam
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Errado. Sem estabilidade acontece exatamente o que Bolsonaro está demonstrando reiteradas vezes: se alguém não agrada, ele demite. E quem entra no lugar, já sabendo disso, não terá o mesmo comprometimento com os interesses do Estado e sim do governante. Exemplo, Bolsonaro demitiu o diretor do INPE e o próximo certamente não terá o mesmo compromisso com a verdade científica. Outro exemplo: Bolsonaro intervindo na Polícia Federal e para quê: certamente para enfraquecer o sistema de combate à corrupção.

Um funcionário estável não tem medo de demissão ao denuncia os mal-feitos do Governo. Já um funcionário não-estável não terá compromissos outros senão com o partido do Governo, excluindo a ética, a verdade, a impessoalidade e outros valores que estão em nossa Constituição Republicana.
Estabilidade é uma aberração. Não existe algo como um "direito adquirido ao lucro". Lembre-se que vivemos num país pobre e de renda baixa, com renda per capita inferior inclusive a de alguns países africanos. O salário do funcionário público é proveniente de dinheiro extraído a força da população. Que ganham até 10x menos pelo mesmo cargo na iniciativa privada do que um funcionário público.

O funcionário público não esta sob prejuízo, oscilações e externalidades, muito menos esta pondo algum patrimônio seu em jogo. Não existe justificativa ética para estabilidade. Isso seria o mesmo que a lei áurea ser revogada e obrigar a população como escrava a custearem pessoas ineficientes.

Países como EUA não tem essa vagabundagem de estabilidade. Se o funcionário fizer um serviço ruim ou precário, vai para o olho da rua.
 

Gabjplima

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Acredito que está deve ser modificado a realidade do funcionalismo público no Brasil, entretanto com alguns adendos:

- A estabilidade não deve ser extinta, deve ser aprimorada no sentido de não ser concedida a todos. Boa parte dos cargos poderia ser uma condicionante, ou seja, o funcionário deve fazer por merecer este beneficio. Em algumas carreiras de Estado não tem como deixar de ser default, mas até esses profissionais devem ser cobrado quanto a eficiência na qualidade de serviço. Outro ponto é que ironicamente a estabilidade é benéfico para alguns setores da iniciativa privada como construção civil e o automobilístico que vendem produtos que são financiados ao longo prazo. É muito mais seguro para eles por exemplo, vender um imóvel para um funcionário que terá seu emprego garantido por um longo tempo do que para um funcionário do setor privado que corre o risco de ser demitido diariamente. Isso sem contar que os bancos privados que faturam em cima da folha de pagamentos do funcionalismo publico e de suas aplicações financeiras.

- Concordo com a medida de plano de carreira (ou seja, o acrescimo de salario conforme o aumento da experiência, qualificação profissional e acadêmico) começando com o salário base inicial mais baixo. E que as empresas estatais adotem estimulos para que seus profissionais se desenvolvam profissionalmente oferecendo cursos de qualificação profissional, parcerias para a oferta de descontos em cursos de idiomas, cursos específicos para a sua área e também para outras atividades, como o bem estar físico e intelectual de seus funcionários. Algumas já fazem isso, mas deveria ser assim em todas.


- Empresas estatais estratégicas não devem ser privatizadas, por diversos motivos. O primeiro deles é a quebra da confidencialidade e da privacidade da população brasileira. Outro motivo é que descaracterizaria a sua principal razão de existir. Terceiro é que como falei em topicos anteriores, a privatização não significa qualidade de serviço, senão a policia federal (que pertence ao Estado), não teria colocado tantos empreendedores atrás das grades.

- O grande mal das empresas estatais é a política. Suas lideranças são hobbies de partidos políticos. O verdadeiro toma lá da cá, e haverá resistências no congresso e até mesmo no judiciário a respeito disso. Eles não vão abrir mão disso tão facilmente.

- Outro ponto é que vejo muito ódio sem fundamento ao servidor publico como se fossem parasitas que mama nas tetas do governo. Esquecem que servidor publico também paga imposto, boa parte deles até mais do que o trabalhador da iniciativa privada (quanto maior a renda, maior é a mordida do leão). Que o servidor publico contribui para a economia do país e que ajuda financeiramente empresas privadas através do consumo de produtos e serviços. Esquecem que antes do cara ser servidor público, boa parte já tinham uma trajetória profissional definida, a grande maioria deles já possuem experiência profissional no setor privado e cansou de ser mal remunerado e/ou de ser demitido varias vezes sem justa causa.

- Ser aprovado num concurso público altamente concorrido de forma honesta é sim um grande feito para qualquer indivíduo. Ter uma profissão, ter um certo conforto e com qualidade de vida todo o ser humano quer. A demissão desses profissionais seria danosa para o nosso país. O que eu acho que deveria haver é a aposentadoria dos maiores de 65 anos e abrir oportunidade para os mais jovens ingressarem no setor público. Isso por si só daria uma oxigenação na mão de obra, trazendo mais profissionais qualificados e atualizados com a dinâmica atual. Dar maior espaço a criatividade, modernizar a gestão e desburocratização dos órgãos. Uma mão de obra mais jovem, possibilita uma maior curva de aprendizagem, pois depois de uma certa idade fica mais dificil aprender ou deixar de lado processos engessados, ineficientes e que consomem tempo.

De qualquer forma, vou acompanhar de perto para saber como o governo atual vai implementar isso. Se haverá adesão no congresso ou não.
 

Cafetão Chinês

Bam-bam-bam
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Acredito que está deve ser modificado a realidade do funcionalismo público no Brasil, entretanto com alguns adendos:

- A estabilidade não deve ser extinta, deve ser aprimorada no sentido de não ser concedida a todos. Boa parte dos cargos poderia ser uma condicionante, ou seja, o funcionário deve fazer por merecer este beneficio. Em algumas carreiras de Estado não tem como deixar de ser default, mas até esses profissionais devem ser cobrado quanto a eficiência na qualidade de serviço. Outro ponto é que ironicamente a estabilidade é benéfico para alguns setores da iniciativa privada como construção civil e o automobilístico que vendem produtos que são financiados ao longo prazo. É muito mais seguro para eles por exemplo, vender um imóvel para um funcionário que terá seu emprego garantido por um longo tempo do que para um funcionário do setor privado que corre o risco de ser demitido diariamente. Isso sem contar que os bancos privados que faturam em cima da folha de pagamentos do funcionalismo publico e de suas aplicações financeiras.

- Concordo com a medida de plano de carreira (ou seja, o acrescimo de salario conforme o aumento da experiência, qualificação profissional e acadêmico) começando com o salário base inicial mais baixo. E que as empresas estatais adotem estimulos para que seus profissionais se desenvolvam profissionalmente oferecendo cursos de qualificação profissional, parcerias para a oferta de descontos em cursos de idiomas, cursos específicos para a sua área e também para outras atividades, como o bem estar físico e intelectual de seus funcionários. Algumas já fazem isso, mas deveria ser assim em todas.


- Empresas estatais estratégicas não devem ser privatizadas, por diversos motivos. O primeiro deles é a quebra da confidencialidade e da privacidade da população brasileira. Outro motivo é que descaracterizaria a sua principal razão de existir. Terceiro é que como falei em topicos anteriores, a privatização não significa qualidade de serviço, senão a policia federal (que pertence ao Estado), não teria colocado tantos empreendedores atrás das grades.

- O grande mal das empresas estatais é a política. Suas lideranças são hobbies de partidos políticos. O verdadeiro toma lá da cá, e haverá resistências no congresso e até mesmo no judiciário a respeito disso. Eles não vão abrir mão disso tão facilmente.

- Outro ponto é que vejo muito ódio sem fundamento ao servidor publico como se fossem parasitas que mama nas tetas do governo. Esquecem que servidor publico também paga imposto, boa parte deles até mais do que o trabalhador da iniciativa privada (quanto maior a renda, maior é a mordida do leão). Que o servidor publico contribui para a economia do país e que ajuda financeiramente empresas privadas através do consumo de produtos e serviços. Esquecem que antes do cara ser servidor público, boa parte já tinham uma trajetória profissional definida, a grande maioria deles já possuem experiência profissional no setor privado e cansou de ser mal remunerado e/ou de ser demitido varias vezes sem justa causa.

- Ser aprovado num concurso público altamente concorrido de forma honesta é sim um grande feito para qualquer indivíduo. Ter uma profissão, ter um certo conforto e com qualidade de vida todo o ser humano quer. A demissão desses profissionais seria danosa para o nosso país. O que eu acho que deveria haver é a aposentadoria dos maiores de 65 anos e abrir oportunidade para os mais jovens ingressarem no setor público. Isso por si só daria uma oxigenação na mão de obra, trazendo mais profissionais qualificados e atualizados com a dinâmica atual. Dar maior espaço a criatividade, modernizar a gestão e desburocratização dos órgãos. Uma mão de obra mais jovem, possibilita uma maior curva de aprendizagem, pois depois de uma certa idade fica mais dificil aprender ou deixar de lado processos engessados, ineficientes e que consomem tempo.

De qualquer forma, vou acompanhar de perto para saber como o governo atual vai implementar isso. Se haverá adesão no congresso ou não.
Funcionário público não paga imposto. Se o salário deles é totalmente proveniente de imposto, então é matemática básica que qualquer imposto "retido na fonte" no salário do funcionário público é apenas parte de imposto que deixou de ser atribuída ao funcionário público.
Se o salário do funcionário público era 10000, e o estado reteve na fonte 1000. O salário dele é na verdade 9000. Ele não pagou 1000 de imposto, ele apenas deixou de receber mais impostos.

Estado não gera riqueza nenhuma. 100% dos recursos do estado são provenientes dos impostos extraídos da população. Portanto é uma sandice dizer que funcionário público paga imposto. Muito menos que paga mais impostos do que um funcionário privado.
O funcionário privado custeia tanto o salário dele, quanto 100% o do funcionário público.

Ser aprovado em concurso público não dá direito a ninguém de ser custeado por toda a sociedade civil, sem externalidades e crises. Não estamos mais na Idade Média para ter aristocracia sustentada as custas do povo.

PS: Ainda aguardo sua resposta para mim aqui:
https://forum.outerspace.com.br/index.php?threads/entreguista-news-governo-anuncia-hoje-privatização-de-17-estatais-até-o-fim-de-2019-update-sai-a-lista.551600/page-4#post-17106829
 

Gabjplima

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Funcionário público não paga imposto. Se o salário deles é totalmente proveniente de imposto, então é matemática básica que qualquer imposto "retido na fonte" no salário do funcionário público é apenas parte de imposto que deixou de ser atribuída ao funcionário público.
Se o salário do funcionário público era 10000, e o estado reteve na fonte 1000. O salário dele é na verdade 9000. Ele não pagou 1000 de imposto, ele apenas deixou de receber mais impostos.

Estado não gera riqueza nenhuma. 100% dos recursos do estado são provenientes dos impostos extraídos da população. Portanto é uma sandice dizer que funcionário público paga imposto. Muito menos que paga mais impostos do que um funcionário privado.
O funcionário privado custeia tanto o salário dele, quanto 100% o do funcionário público.

Ser aprovado em concurso público não dá direito a ninguém de ser custeado por toda a sociedade civil, sem externalidades e crises. Não estamos mais na Idade Média para ter aristocracia sustentada as custas do povo.

PS: Ainda aguardo sua resposta para mim aqui:
https://forum.outerspace.com.br/index.php?threads/entreguista-news-governo-anuncia-hoje-privatização-de-17-estatais-até-o-fim-de-2019-update-sai-a-lista.551600/page-4#post-17106829
Já respondi os seus argumentos naquele tópico, embora eu não tivesse a obrigação de fazer isso. Ler pode ser suficiente.

Para mim o mais importante não é ser o dono da verdade absoluta ou "vencer" uma discussão e sim, apontar o meu ponto de vista com soluções práticas para os problemas do nosso país.

Tenho uma opinião formada sobre esse assunto, e certamente estou convicto das minhas argumentações.
 

Haagenti

Ei mãe, 500 pontos!
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Complicado o lance da estabilidade.
Eu não gosto desse dispositivo, mas é a mesma coisa da pena de morte: olha o tamanho do nosso problema, matar um ou outro vai resolver alguma bosta?
Primeira coisa é informatizar. Mas não informatizar no sentido de escanear tudo pra se livrar das traças, é sair do papel e gerenciar o processo da informação.
Hospital, por exemplo:
Dia X. Fulano deu entrada 13:10. O equipamento da enfermeira recebe a informação 13:13. A enfermeira notifica a equipe responsável 14:50. Médica atendeu 14:52.
Tempo de atendimento: 1h42m
No processo do dia X, o que mais levou tempo? Enfermeira. Por que tanto tempo pra repassar ficha? Foi auxiliar numa emergência. Ok.
É analisado a média de atendimento do dia.
Dias com maiores médias de tempo de atendimento: segunda e sexta. Ok, vamos direcionar menos folgas nestes dias e se possível, os temporários (estagiários).
Com relatórios do tipo, é mais fácil controlar os gaps da estrutura, além de vincular o atendimento à saída de medicamento.
E assim por diante.
 

Ataru

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Erro #1: A Índia não detém a patente do Iphone. Se assim o fosse, seríamos o país que mais ganha dinheiro com café.
FALHAÇÃO #1: a indústria de tecnologia da Índia é uma das maiores e mais competitivas do mundo. Ter a patente ou não pouco importa. Eles têm condições de gerar tecnologia para estar no telefone mais visado do mundo.

Erro #2: Eles produzem sua tecnologia de mineração e explotam minério em outros países com essa mesma tecnologia. É isso que faz deles uma potência.
FALHAÇÃO #2: Ué, e daí? O Brasil também faz o mesmo e, inclusive, possui atividades de produção de minério fora do Brasil, sobretudo após a compra da Canadense Inco.

FALHAÇÃO #3: passou vergonha no outro thread e vai passar nesse aqui também:

Retirado da sua própria fonte:

[...]
Ao todo, o país exportou 65,47 mil toneladas do fruto, movimentando US$ 21,07 milhões.
[...]

Nooffa! 21 milhões de dólares!!! Praticamente uma potência bananesca!

Agora usando dados melhores:

[...]
O Brasil, embora produza mais de 7 milhões de toneladas por ano, exporta apenas cerca de 65 mil toneladas, ou seja, menos de 1% da produção.
[...]


FALHAÇÃO BÔNUS: O incidente do militante pró-Lula sendo empurrado contra o caminhão
 
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