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RETROJOGO DA QUINZENA # 7: Elevator Action EX, de GB Color [pag. 16 post 537][até 27/julho]

Enquete pra teste


  • Total voters
    2
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geek_tche

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VOTAÇÃO PARA O RETROGAME DA QUINZENA #5
[as votações vão até as 23:59 de 17/06 ou 18/06 quando eu chegar]


  1. Hokuto no Ken / Master System (indicado pelo @Leira )
  2. Fantastic Dizzy / Mega Drive (indicado pelo @geek_tche )
  3. The Flintstones: The Treasure of Sierra Madrock / Snes (indicado pelo @Space Ace)
@Selaht e @krueger01 não achei as indicações de vocês.
Me sinalizem que aí eu edito.

Eu sou mais dos games de plataforma, bichinhos e talz, mas vamos sair um pouco da zona de conforto, vou declarar meu voto com uma citação:

"Omae wa mo shindeiru!" - vamos de Hokuto no Ken!
 


Rodrigo Zé do Cx Jr

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Eu sou mais dos games de plataforma, bichinhos e talz, mas vamos sair um pouco da zona de conforto, vou declarar meu voto com uma citação:

"Omae wa mo shindeiru!" - vamos de Hokuto no Ken!
Pela primeira vez não teríamos um platform 2D, mas sim um beat' em up.
Também quis sair da zona de conforto... Se bem que nesse sentido Fantastic Dizzy indicado pelo @geek_tche é ainda mais diferenciado.
 

geek_tche

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Pela primeira vez não teríamos um platform 2D, mas sim um beat' em up.
Também quis sair da zona de conforto... Se bem que nesse sentido Fantastic Dizzy indicado pelo @geek_tche é ainda mais diferenciado.
É que também as eras dos 8 e 16bits tem toneladas de games de plataforma, era o que bombava na época, vai ser legal mudar um pouco o estilo do game, mas prevejo que vou apanhar pra caramba se o Hokuto no Ken for o escolhido!
 

krueger01

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VOTAÇÃO PARA O RETROGAME DA QUINZENA #5
[as votações vão até as 23:59 de 17/06 ou 18/06 quando eu chegar]


  1. Hokuto no Ken (Black Belt) / Master System (indicado pelo @Leira )
  2. Fantastic Dizzy / Mega Drive (indicado pelo @geek_tche )
  3. The Flintstones: The Treasure of Sierra Madrock / Snes (indicado pelo @Space Ace)
@Selaht e @krueger01 não achei as indicações de vocês.
Me sinalizem que aí eu edito.

Fica trunks, não indiquei nenhum jogo!

Mas vocês estão de brincaixon uivi mi, sair do gênero plataforma é sacanaji... :coolface

Dúvida muito cruel, até porque não tenho emulador de Master System, mas tenho sérias dúvidas se esse jogo é bom mesmo.

Enfim, não vou votar agora por não saber se posso mudar depois.
 

Leira

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Meu voto vai para Fantastic Dizzy, para Mega Drive.

Normalmente eu votaria nos Flintstones, mas, por algum motivo, o jogo ficou lento nos meus dois portáteis, então vou sair também da minha zona de conforto e votar em um jogo que não é tanto o meu estilo. Apesar de gostar muito de metroidvania, misturar com puzzle já não é muito o meu gosto.
 


Space Ace

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Rapaz, nem sei no que votar nessa, mas vou de Hokuto no Ken (Black Belt), porque até onde me lembro, nunca joguei nada de Master System.

Sério, nada mesmo. Foi um console que não conheci quando criança e que na vida adulta eu cabei nunca experimentando, nem por emulação.
 

Rodrigo Zé do Cx Jr

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RETROJOGO DA QUINZENA #5
Com 4 votos, dessa vez o escolhido foi HOKUTO NO KEN, lançado pra Master System em 1986 e indicado pelo @Leira que emplacou 2 games seguidos. Pela primeira vez não teremos um platform 2D, a tetada saiu da zona de conforto e resolveu debulhar um dos embriões do gênero Beat' em up, uma verdadeira pérola gamística da década de 80.

Já o diferente e promissor Fastastic Dizzy de Mega Drive indicado pelo @geek_tche teve 2 votos, mas fiquem a vontade para joga-lo (eu mesmo vou tentar).

Observação importante: o game indicado NÃO É o Black Belt (esse versão USA de HnK). Vamos tentar jogar o original indicado pelo Leira, mas em último caso BB será aceito.

  • DATAS: 18/06 até 30/06 para jogar, avaliar (dar nota de 0 a 10) e sugerir o game para próxima votação.
Boa jogatina,



 
Ultima Edição:

geek_tche

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RETROJOGO DA QUINZENA #5
Com 4 votos, dessa vez o escolhido foi HOKUTO NO KEN, lançado pra Master System em 1986 e indicado pelo @Leira que emplacou 2 games seguidos. Pela primeira vez não teremos um platform 2D, a tetada saiu da zona de conforto e resolveu debulhar um dos embriões do gênero Beat' em up, uma verdadeira pérola gamística da década de 80.

Já o diferente e promissor Fastastic Dizzy de Mega Drive indicado pelo @geek_tche teve 2 votos, mas fiquem a vontade para joga-lo (eu mesmo vou tentar).

Observação importante: o game indicado NÃO É o Black Belt (esse versão USA de HnK). Vamos tentar jogar o original indicado pelo Leira, mas em último caso BB será aceito.

  • DATAS: 18/06 até 30/06 para jogar, avaliar (dar nota de 0 a 10) e sugerir o game para próxima votação.
Boa jogatina,




Não foi dessa vez que meu Ovo herói foi escolhido kkkkk mas vamos de de porradaria então!

Tava olhando uns vídeos na internet, o game parece ser punk, brota inimigo de tudo que é canto!
 

Rodrigo Zé do Cx Jr

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Não foi dessa vez que meu Ovo herói foi escolhido kkkkk mas vamos de de porradaria então!

Tava olhando uns vídeos na internet, o game parece ser punk, brota inimigo de tudo que é canto!
Fantastic Dizzy é um game bem "diferente" man, vai ser difícil levar uma votação, mas vai tentando.
Pelo que vi do game não dá pra deixar passar em branco, foi um dos que mais me gerou curiosidade de todo o tópico.

Ou pode usar as táticas do @Leira e @Lagartixo que oferecem o brioco pelo MP pra votar no game deles.
Dependendo o nível de depilação e a bitola por aí eu voto no teu game :ksanfona
 

Leira

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Acho que posso dar algumas sugestões para ajudar a zerar o jogo. Para quem joga pela primeira vez, pode parecer difícil, mas, na verdade, a dificuldade dele é balanceada e aumenta gradativamente, as lutas são vencidas utilizando táticas diferentes, não requerendo uma grande habilidade no joystick. Como consta no vídeo postado pelo Rodrigo, o cara zerou em cerca de 20min, então o jogo não é longo.

1 - Os inimigos comuns aparecem à direita ou à esquerda, sempre no máximo de 3. Como eles sempre vão vir, o ideal é focar mais em andar para frente e menos em matá-los. Se você parar no mesmo lugar e só atacar, não vai avançar. Pular para esquivar dos ataques é uma boa tática.
2 - Vencer 10 desses inimigos comuns sem tomar dano recupera uma parte (bem pequena) do seu life.
3 - Muita gente empaca já em um subchefe da primeira fase, que é um gordão. Ele só morre com socos na barriga, então a melhor tática é colar no canto direito da tela e ficar abaixado. Quando ele se aproximar, senta o dedo no botão de soco até ele morrer.
4 - A maioria dos chefões possuem pontos fracos. Se usar o golpe certo, você dará mais dano do que com outro golpe. No primeiro chefe é o soco, já o segundo chefe é o chute, e o terceiro é a voadora na cabeça (se for o gigante do Hokuto no Ken). O quarto chefe antecipa o seu ataque, mas abre a guarda após atacar, então use a tática do vídeo se empacar nele. O quinto chefe leva dano se você variar nos ataques, então utilize tudo que você tem alternadamente (soco, chute, rasteira, voadora). O último chefe não tem ponto fraco, mas segue um padrão de luta: quando está longe ele pula e dá voadora, e quando está perto desfere socos e chutes.
5 - Existe uma técnica que só tem no Hokuto no Ken para passar uma fase direto. Após iniciar a fase, você precisa fazer o pulo mais alto e para frente. O seu boneco vai voar a fase toda e descer no chefão, porém, só dá certo se você venceu o chefão anterior sem levar dano.
6 - Se tudo falhar, existe cheat/código de vida infinita, ou então use o save state mesmo.
 

Leira

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Hokuto no Ken (Master System) - Análise

Como disse no tópico de indicação, o jogo é a versão japonesa de Black Belt, jogo este que eu considero um dos melhores do Master System. Na história, você controla um mestre em artes marciais que parte para salvar sua namorada, que foi sequestrada por uma gangue em um mundo pós-apocalíptico. O jogo possui uma dificuldade balanceada e é bem divertido. Essa mudança de beat em up nas fases para 1x1 nos chefões me agrada bastante. Cada fase possui inimigos diferentes, o que ajuda a manter o dinamismo da jogatina. Os gráficos de "terra devastada" são bons e os controles respondem muito bem. Como ponto negativo, eu aponto a trilha sonora, que eu acho melhor no Black Belt, e o hitbox em alguns subchefes, que parece falho às vezes.

Nota: 9/10

Depois posto a minha próxima indicação.


195459
 

Rodrigo Zé do Cx Jr

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ANÁLISE DE HOKUTO NO KEN, indicado pelo @Leira
Introdução
Nunca tinha ouvido falar do game, apenas seu coirmão americano, Black Belt. E nem esse eu joguei na época, fui conhece-lo muito tempo depois e nunca tinha jogado por muito tempo, logo, jogar HnK foi algo completamente inédito pra mim, o que deixa a experimentação ainda melhor pois fui sem nenhuma expectativa.

Gráficos
Que eu me lembre o game não explica nada, no máximo umas legendas em JP que não dá pra entender porra nenhuma. Mas a primeira fase já ilustra bem a ambientação do game, com uma pegada meio apocalíptica: no fundo temos os prédios destruídos MUITO bem feitos e movimentação do personagem principal é bem decente.

Um destaque que merece menção a parte: ao contrário da maioria dos games (talvez todos) o parallax não é no cenário de fundo, mas sim no chão. Encaixou perfeitamente com a primeira fase e deixou o game bem bonito.
Mesmo sendo um jogo de 86, praticamente da primeira leva do MS, achei péssima a repetitividade dos inimigos, todos iguais no visual e ataques. Matei uns fdps e já tava quase dropando, quando do nada chega um cara diferente, acho que com 2 facões. Aqui já fui surpreendido, pois ele não morria com apenas um golpe, tive que dar uma suada pra derrota-lo. Fui mais um pouco e pimba: outro subchefe, salvo engano um cara com um bastão.

Meu hype subiu meteoricamente, até que passo por mais um subchefe e me deparo com uma tela totalmente diferente, com nosso personagem 2X maior e um inimigo específico: o meliante parecia o Pablo Vittar e dava uns pulos, animação muito bem feita. Vi as barras lá em cima e notei que de uma tela pra outra, de um em embrião dos beat’em up estava em um jogo de luta. Eu fico imaginando quem jogou isso na época o susto que foi, algo muito a frente do seu tempo. Tem um chefe que lembra o Blanka só que gigante, com a batalha se passando no estádio e aqui nosso personagem fica do mesmo tamanho da fase normal, foi uma saída criativa e inteligente pra dar noção de grandeza do inimigo que larga bolas de fogo muito bem feitas, um show a parte por tamanho capricho.
Esse looping de inimigos iguais + subchefes variados que enfrentamos no próprio cenário + chefes MUITO bem feitos (idem seus cenários) vai até o final, tudo isso sem nenhuma queda de FPS ou flickering, game espetacularmente bem otimizado.

E falando no final, SPOILER ATENÇÃO SPOILER ATENÇÃO SPOILER tem uma animação bem simples, mas muito bem feita com o nosso personagem carregando a donzela.

Por fim destaque pra explosão dos inimigos quando golpeados. É algo estranho mas tem um efeito “bonito” (considerando a época), talvez tenha relação com o anime que originou o game, o que contaria ainda mais pontos pros gráficos.
Só não leva 10 pela pouca variação de ambientação, inclusive tem fases que o cenário se repete mudando apenas a cor, talvez pelo momento do dia. Inteligente, mas entediante.
NOTA 9,5.

Progressão

Como explicado no tópico dos gráficos, a progressão começa PODRE mas de uma hora pra outra somos surpreendidos com os subchefes. Não bastasse essa classe de inimigos, o game muda de um beat’em up pra um game de luta, algo surreal pra um game de 86.
Não esquecendo, ainda, que estamos falando de um dos embriões dos beat’em up, o que por si só já merece uma nota elevada nesse quesito.
Só não leva 10 pois a curva de aprendizagem é estática (começamos e acabamos o game da mesma forma), sendo inteligentemente variada de acordo com os subchefes e chefes. O maior problema aqui é sua linearidade, ainda que seja desafiador entender como matar nos chefes, por isso usei e abusei do save state.

Nota: é NOTÓRIO que se inspiraram nos cenários de luta pra fazer Street Fighter, não tem como não pensar isso.
NOTA 9.

Jogabilidade

Novamente destaque pra variação proporcionada pelo sistema de subchefes e chefes, mas isso por si só não compensa os demais problemas: dando o devido desconto por ser um embrião de um à época novo gênero, além de ser um game da primeira leva do MS, temos problemas graves principalmente pela hitbox nos chefes (momento que temos um game de luta).

Fora isso é um game bem básico, onde temos um botão de soco e outro de chute, com o pulo ficando na seta pra cima. E falando no pulo, demorei um pouco pra entender a dinâmica do pulo grande (baixo cima no dpad), que serve pra pegar os itens que passam voando acima dos personagens.
De resto já pegamos a física do personagem de cara, não precisamos mentalizar os pulos ou algo do tipo, até por não ser um game de plataforma mas sim um beat'em up.

NOTA 8,5

Som

As músicas passam muito bem a ideia de ação, alterando no momento das lutas contra os chefes. Não são músicas memoráveis, mas são muito bem encaixadas na proposta do game.
Além disso os devs não economizaram nos efeitos sonoros: temos som de pulo (nada daquels POOWN dos platforms) bem “real”, sons de golpes e inimigos explodindo.
NOTA 8

VEREDITO
Eu não pesquisei a fundo, mas acho que estamos falando simplesmente de um dos embriões do subgênero beat’em up, ao menos nos consoles de mesa. Isso por si só já valeria o game, mas ele não se contenta em ser bom apenas pelo pioneirismo: ele é bom, ou melhor, ÓTIMO, em todos os outros quesitos possíveis, com o bônus de ser um game da primeira leva de jogos do Master System.
Estamos falando de uma pérola muito a frente do seu tempo, que se arriscou na tentativa de ser diferente do que se tinha no mercado e conseguiu com folgas.
NOTA GERAL DO GAME: 9

  • PRÓS
    • 2 games em um: um beat’em up e luta. Ambos espetaculares.
    • Variação de gameplay por conta do sistema de subchefes e chefes
    • Gráficos SOBERBOS na parte de luta, muito a frente do seu tempo.
    • Gráficos bem enquadrados na proposta do game.
    • Efeitos sonoros pra todos os tipos de ação.
  • CONTRAS
    • Hitbox problemática na parte de luta
    • Pouca variação dos cenários (na parte “normal”).
195594
 

geek_tche

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Scorpion

Ei mãe, 500 pontos!
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To com a mão e parte do braço com gesso.

Tomei um tombo e me fudi.... idade é uma m****

sem jogo por uns 30 dias :kcry
 

Leira

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Hokuto no Ken (Master System) - Análise

Como disse no tópico de indicação, o jogo é a versão japonesa de Black Belt, jogo este que eu considero um dos melhores do Master System. Na história, você controla um mestre em artes marciais que parte para salvar sua namorada, que foi sequestrada por uma gangue em um mundo pós-apocalíptico. O jogo possui uma dificuldade balanceada e é bem divertido. Essa mudança de beat em up nas fases para 1x1 nos chefões me agrada bastante. Cada fase possui inimigos diferentes, o que ajuda a manter o dinamismo da jogatina. Os gráficos de "terra devastada" são bons e os controles respondem muito bem. Como ponto negativo, eu aponto a trilha sonora, que eu acho melhor no Black Belt, e o hitbox em alguns subchefes, que parece falho às vezes.

Nota: 9/10

Depois posto a minha próxima indicação.


Visualizar anexo 195459
Percebi que só mandei para votação jogos de 8-bits e um de Atari. Resolvi então subir o nível para um aparelho que espero que seja de fácil emulação para todos como é para mim. Esse gênero também acho que não chegou a ter nas votações.


Racing Gears Advance (Gameboy Advanced)

O jogo é um combat-racing, ou seja, você participa de um campeonato de corrida e pode utilizar armas, como mísseis, lança-chamas e minas. Embora o carro não possa ser destruído, a perda de velocidade é significativa se você tomar muito dano. Há também utilitários, como nitro/turbo, óleo, fumaça e até ficar invisível. O jogo possui uma curva de dificuldade, as primeiras pistas são bem fáceis, para que você se adapte à jogabilidade, que, inclusive, é igual para todos os corredores. A diferença entre eles está na habilidade especial, cada um tem a sua e é ativada automaticamente. Algumas são mais defensivas, como ser imune a certas armas, enquanto outras agridem o adversário, como ter o dano dobrado. Terminando em primeiro, você libera a próxima copa, sendo o total de 5, além de armas e outros corredores. A sua posição vai definir a pontuação e o dinheiro recebido. Com o dinheiro, você compra armas, conserta o carro, faz upgrades (velocidade, curva, armadura, etc) e compra pneus com características próprias, já que o jogo trabalha também com diferentes cenários: chuva, ensolarado, neve, pista de terra e asfalto. A IA é boa e eu diria que as duas últimas copas vão exigir habilidade e paciência do jogador, porém, é possível jogar novamente uma copa anterior e ganhar mais dinheiro, para iniciar a próxima com mais upgrades. A maioria das pistas possuem pelo menos uma passagem secreta (atalhos) e cabe ao jogador descobrir. Você zera sendo campeão da última copa, então é apresentada uma imagem do seu corredor e um texto explicando o que ele fez após a vitória.

Descobri esse jogo por acaso há muitos anos. Pelo que oferece, me surpreende não ser tão falado. Em um ranking por franquias nesse gênero, entra fácil no meu Top 5. Teria uma continuação, mas ela foi cancelada porque a Nintendo resolveu focar no Nintendo DS.

195969


 

Rodrigo Zé do Cx Jr

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ANÁLISE DE HOKUTO NO KEN, indicado pelo @Leira
Introdução
Nunca tinha ouvido falar do game, apenas seu coirmão americano, Black Belt. E nem esse eu joguei na época, fui conhece-lo muito tempo depois e nunca tinha jogado por muito tempo, logo, jogar HnK foi algo completamente inédito pra mim, o que deixa a experimentação ainda melhor pois fui sem nenhuma expectativa.

Gráficos
Que eu me lembre o game não explica nada, no máximo umas legendas em JP que não dá pra entender porra nenhuma. Mas a primeira fase já ilustra bem a ambientação do game, com uma pegada meio apocalíptica: no fundo temos os prédios destruídos MUITO bem feitos e movimentação do personagem principal é bem decente.

Um destaque que merece menção a parte: ao contrário da maioria dos games (talvez todos) o parallax não é no cenário de fundo, mas sim no chão. Encaixou perfeitamente com a primeira fase e deixou o game bem bonito.
Mesmo sendo um jogo de 86, praticamente da primeira leva do MS, achei péssima a repetitividade dos inimigos, todos iguais no visual e ataques. Matei uns fdps e já tava quase dropando, quando do nada chega um cara diferente, acho que com 2 facões. Aqui já fui surpreendido, pois ele não morria com apenas um golpe, tive que dar uma suada pra derrota-lo. Fui mais um pouco e pimba: outro subchefe, salvo engano um cara com um bastão.

Meu hype subiu meteoricamente, até que passo por mais um subchefe e me deparo com uma tela totalmente diferente, com nosso personagem 2X maior e um inimigo específico: o meliante parecia o Pablo Vittar e dava uns pulos, animação muito bem feita. Vi as barras lá em cima e notei que de uma tela pra outra, de um em embrião dos beat’em up estava em um jogo de luta. Eu fico imaginando quem jogou isso na época o susto que foi, algo muito a frente do seu tempo. Tem um chefe que lembra o Blanka só que gigante, com a batalha se passando no estádio e aqui nosso personagem fica do mesmo tamanho da fase normal, foi uma saída criativa e inteligente pra dar noção de grandeza do inimigo que larga bolas de fogo muito bem feitas, um show a parte por tamanho capricho.
Esse looping de inimigos iguais + subchefes variados que enfrentamos no próprio cenário + chefes MUITO bem feitos (idem seus cenários) vai até o final, tudo isso sem nenhuma queda de FPS ou flickering, game espetacularmente bem otimizado.

E falando no final, SPOILER ATENÇÃO SPOILER ATENÇÃO SPOILER tem uma animação bem simples, mas muito bem feita com o nosso personagem carregando a donzela.

Por fim destaque pra explosão dos inimigos quando golpeados. É algo estranho mas tem um efeito “bonito” (considerando a época), talvez tenha relação com o anime que originou o game, o que contaria ainda mais pontos pros gráficos.
Só não leva 10 pela pouca variação de ambientação, inclusive tem fases que o cenário se repete mudando apenas a cor, talvez pelo momento do dia. Inteligente, mas entediante.
NOTA 9,5.

Progressão

Como explicado no tópico dos gráficos, a progressão começa PODRE mas de uma hora pra outra somos surpreendidos com os subchefes. Não bastasse essa classe de inimigos, o game muda de um beat’em up pra um game de luta, algo surreal pra um game de 86.
Não esquecendo, ainda, que estamos falando de um dos embriões dos beat’em up, o que por si só já merece uma nota elevada nesse quesito.
Só não leva 10 pois a curva de aprendizagem é estática (começamos e acabamos o game da mesma forma), sendo inteligentemente variada de acordo com os subchefes e chefes. O maior problema aqui é sua linearidade, ainda que seja desafiador entender como matar nos chefes, por isso usei e abusei do save state.

Nota: é NOTÓRIO que se inspiraram nos cenários de luta pra fazer Street Fighter, não tem como não pensar isso.
NOTA 9.

Jogabilidade

Novamente destaque pra variação proporcionada pelo sistema de subchefes e chefes, mas isso por si só não compensa os demais problemas: dando o devido desconto por ser um embrião de um à época novo gênero, além de ser um game da primeira leva do MS, temos problemas graves principalmente pela hitbox nos chefes (momento que temos um game de luta).

Fora isso é um game bem básico, onde temos um botão de soco e outro de chute, com o pulo ficando na seta pra cima. E falando no pulo, demorei um pouco pra entender a dinâmica do pulo grande (baixo cima no dpad), que serve pra pegar os itens que passam voando acima dos personagens.
De resto já pegamos a física do personagem de cara, não precisamos mentalizar os pulos ou algo do tipo, até por não ser um game de plataforma mas sim um beat'em up.

NOTA 8,5

Som

As músicas passam muito bem a ideia de ação, alterando no momento das lutas contra os chefes. Não são músicas memoráveis, mas são muito bem encaixadas na proposta do game.
Além disso os devs não economizaram nos efeitos sonoros: temos som de pulo (nada daquels POOWN dos platforms) bem “real”, sons de golpes e inimigos explodindo.
NOTA 8

VEREDITO
Eu não pesquisei a fundo, mas acho que estamos falando simplesmente de um dos embriões do subgênero beat’em up, ao menos nos consoles de mesa. Isso por si só já valeria o game, mas ele não se contenta em ser bom apenas pelo pioneirismo: ele é bom, ou melhor, ÓTIMO, em todos os outros quesitos possíveis, com o bônus de ser um game da primeira leva de jogos do Master System.
Estamos falando de uma pérola muito a frente do seu tempo, que se arriscou na tentativa de ser diferente do que se tinha no mercado e conseguiu com folgas.
NOTA GERAL DO GAME: 9

  • PRÓS
    • 2 games em um: um beat’em up e luta. Ambos espetaculares.
    • Variação de gameplay por conta do sistema de subchefes e chefes
    • Gráficos SOBERBOS na parte de luta, muito a frente do seu tempo.
    • Gráficos bem enquadrados na proposta do game.
    • Efeitos sonoros pra todos os tipos de ação.
  • CONTRAS
    • Hitbox problemática na parte de luta
    • Pouca variação dos cenários (na parte “normal”).
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Já vou deixar minha indicação pro próximo: ia indicar novamente Blue's Jorney do Neo Geo AES, mas vou sair da zona de conforto dos platforms 2D bonitinhos e indicar MARBLE MADNESS de Master System:


Joguete com desafio única e exclusivamente focado no controle do "personagem" e que em pouquíssimos minutos zeramos. Gráficos isométricos soberbos pro console e uma "física" surpreendente. Gameplay simples em sua essência mas sem deixar de ser muito bom.

Game que marcou minha infância, inclusive com tópico dedicado:

 

Leira

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Já vou deixar minha indicação pro próximo: ia indicar novamente Blue's Jorney do Neo Geo AES, mas vou sair da zona de conforto dos platforms 2D bonitinhos e indicar MARBLE MADNESS de Master System:


Joguete com desafio única e exclusivamente focado no controle do "personagem" e que em pouquíssimos minutos zeramos. Gráficos isométricos soberbos pro console e uma "física" surpreendente. Gameplay simples em sua essência mas sem deixar de ser muito bom.

Game que marcou minha infância, inclusive com tópico dedicado:

Eu não conhecia esse jogo, mas me lembrou o Armillo, que eu joguei bastante no Wii U.
 

krueger01

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To com a mão e parte do braço com gesso.

Tomei um tombo e me fudi.... idade é uma m****

sem jogo por uns 30 dias :kcry

Melhoras amigo!

Sei bem como é isso, bati o braço na porta semana passada e fiquei a semana inteira com a mão direita dormente... :kcry

Vou tentar jogar o jogo da semana no finde!
 

Space Ace

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Meu primeiro jogo de Master System zerado. Na real, o primeiro jogo de Master System que joguei na vida, haha. Como tinha dito num outro post, meu contato com a geração 8 bits foi só com o NES / Dynavision.

196708

Dessa vez vou escrever uma análise um pouco menor. Como foi minha primeira experiência com um jogo do MS, não tenho nenhum outro do console pra comparar. Também não jogo nenhum beat 'em up da geração 8 bits desde a minha infância.

Bem, por essas questões fica um pouco complicado apontar o que é bom ou ruim, mas uma coisa que me incomodou no jogo foi a extrema repetição, até pros padrões do gênero dele. Os inimigos tentam te vencer no cansaço, e na maior parte do tempo, atacá-los se resume a ficar spammando o mesmo golpe até chegar no chefe, só se preocupando em ser rápido o suficiente pra não deixar eles te pegarem.

A trilha sonora também é muito repetitiva. Acho que o jogo tinha uma única música pra todas as fases.

A jogabilidade é bem simples, você só pode se movimentar pra frente e pra trás, não tem itens e nem golpes especiais, só chute, soco, rasteira e voadora. Porém, ao menos os comandos respondem bem, o personagem tem uma movimentação decente e a hitbox é ok. Único problema que tive com a jogabilidade foi um pouco de dificuldade às vezes pra pular pra frente, mas aí já não sei se é coisa do meu controle genérico ou do jogo.

Já no caso dos gráficos, acho que ficam na média pro seu tempo.

Uma coisa simples, mas que achei legal, é a animação que acontece depois de derrotar um chefe, onde o protagonista dá uma sequência de golpes nele.

Enfim, é isso aí. Não curti o game, e talvez minha breve análise soe injusta em alguns pontos, mas é que como disse, não manjo do Master System, então tô me baseando no que conheço do NES e em beat 'em ups que vieram depois. O mais próximo do Hokuto no Ken que eu talvez poderia usar pra uma comparação seria o Kung Fu do NES, que também é bem velho e num estilo de gameplay mais limitado, porém não jogo esse game desde os meus 8 anos.

Um crédito que dou pro jogo é que ele é bem velho, de 86, da primeira leva do Master System. Veio antes mesmo do primeiro Double Dragon, então talvez ele fosse até que a frente do seu tempo, como o Rodrigo falou, ou no mínimo bom / na média praquela época.

É complicado dar uma nota, mas com receio de acabar sendo injusto ou generoso demais, vou de 7 / 10.

Amanhã ou segunda farei minha indicação pra votação da próxima quinzena.
 

Rodrigo Zé do Cx Jr

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Percebi que só mandei para votação jogos de 8-bits e um de Atari. Resolvi então subir o nível para um aparelho que espero que seja de fácil emulação para todos como é para mim. Esse gênero também acho que não chegou a ter nas votações.


Racing Gears Advance (Gameboy Advanced)

O jogo é um combat-racing, ou seja, você participa de um campeonato de corrida e pode utilizar armas, como mísseis, lança-chamas e minas. Embora o carro não possa ser destruído, a perda de velocidade é significativa se você tomar muito dano. Há também utilitários, como nitro/turbo, óleo, fumaça e até ficar invisível. O jogo possui uma curva de dificuldade, as primeiras pistas são bem fáceis, para que você se adapte à jogabilidade, que, inclusive, é igual para todos os corredores. A diferença entre eles está na habilidade especial, cada um tem a sua e é ativada automaticamente. Algumas são mais defensivas, como ser imune a certas armas, enquanto outras agridem o adversário, como ter o dano dobrado. Terminando em primeiro, você libera a próxima copa, sendo o total de 5, além de armas e outros corredores. A sua posição vai definir a pontuação e o dinheiro recebido. Com o dinheiro, você compra armas, conserta o carro, faz upgrades (velocidade, curva, armadura, etc) e compra pneus com características próprias, já que o jogo trabalha também com diferentes cenários: chuva, ensolarado, neve, pista de terra e asfalto. A IA é boa e eu diria que as duas últimas copas vão exigir habilidade e paciência do jogador, porém, é possível jogar novamente uma copa anterior e ganhar mais dinheiro, para iniciar a próxima com mais upgrades. A maioria das pistas possuem pelo menos uma passagem secreta (atalhos) e cabe ao jogador descobrir. Você zera sendo campeão da última copa, então é apresentada uma imagem do seu corredor e um texto explicando o que ele fez após a vitória.

Descobri esse jogo por acaso há muitos anos. Pelo que oferece, me surpreende não ser tão falado. Em um ranking por franquias nesse gênero, entra fácil no meu Top 5. Teria uma continuação, mas ela foi cancelada porque a Nintendo resolveu focar no Nintendo DS.

Visualizar anexo 195969


Eu tenho uma queda violenta por games de visão isométrica, ainda mais de "carro" (não necessariamente corrida como esse), R'r Racing e Bikers Mice From Mars like.
Não conhecia o game, curti a premissa e principalmente a música.

Mesmo jogando vídeo game há 33 anos, esse tópico mostra (pelo menos pra mim) que o universo gamístico é quase que infinito, no sentido de conhecermos uma fração ínfima do que existe.

São milhares de games que nem ouvimos falar, quanto menos jogar.
 

Space Ace

Bam-bam-bam
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Meu primeiro jogo de Master System zerado. Na real, o primeiro jogo de Master System que joguei na vida, haha. Como tinha dito num outro post, meu contato com a geração 8 bits foi só com o NES / Dynavision.

Visualizar anexo 196708

Dessa vez vou escrever uma análise um pouco menor. Como foi minha primeira experiência com um jogo do MS, não tenho nenhum outro do console pra comparar. Também não jogo nenhum beat 'em up da geração 8 bits desde a minha infância.

Bem, por essas questões fica um pouco complicado apontar o que é bom ou ruim, mas uma coisa que me incomodou no jogo foi a extrema repetição, até pros padrões do gênero dele. Os inimigos tentam te vencer no cansaço, e na maior parte do tempo, atacá-los se resume a ficar spammando o mesmo golpe até chegar no chefe, só se preocupando em ser rápido o suficiente pra não deixar eles te pegarem.

A trilha sonora também é muito repetitiva. Acho que o jogo tinha uma única música pra todas as fases.

A jogabilidade é bem simples, você só pode se movimentar pra frente e pra trás, não tem itens e nem golpes especiais, só chute, soco, rasteira e voadora. Porém, ao menos os comandos respondem bem, o personagem tem uma movimentação decente e a hitbox é ok. Único problema que tive com a jogabilidade foi um pouco de dificuldade às vezes pra pular pra frente, mas aí já não sei se é coisa do meu controle genérico ou do jogo.

Já no caso dos gráficos, acho que ficam na média pro seu tempo.

Uma coisa simples, mas que achei legal, é a animação que acontece depois de derrotar um chefe, onde o protagonista dá uma sequência de golpes nele.

Enfim, é isso aí. Não curti o game, e talvez minha breve análise soe injusta em alguns pontos, mas é que como disse, não manjo do Master System, então tô me baseando no que conheço do NES e em beat 'em ups que vieram depois. O mais próximo do Hokuto no Ken que eu talvez poderia usar pra uma comparação seria o Kung Fu do NES, que também é bem velho e num estilo de gameplay mais limitado, porém não jogo esse game desde os meus 8 anos.

Um crédito que dou pro jogo é que ele é bem velho, de 86, da primeira leva do Master System. Veio antes mesmo do primeiro Double Dragon, então talvez ele fosse até que a frente do seu tempo, como o Rodrigo falou, ou no mínimo bom / na média praquela época.

É complicado dar uma nota, mas com receio de acabar sendo injusto ou generoso demais, vou de 7 / 10.

Amanhã ou segunda farei minha indicação pra votação da próxima quinzena.
Dessa vez minha indicação será Run Saber, do SNES. É um side-scrolling de ação com temática futurista. Lembra bastante Strider, que foi lançado pra Arcade e Mega Drive.

É um jogo curto, se não me engano tem só 5 fases.

A propósito, já tá na hora de jogarmos um game do grandioso SNES, hein?

Gameplay do Run Saber pra vocês verem como o jogo é:

 
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