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Será cada vez mais difícil para as pequenas companhias competir na indústria, diz Take-Two

SolidEdgard

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A Take-Two acredita que a indústria vai ficar cada vez mais competitiva e cara, o que aumentará as dificuldades para as pequenas companhias que queiram continuar a desenvolver e a lançar jogos.

No mais recente relatório financeiro (obrigado ao Wccftech), Strauss Zelnick, CEO da Take-Two, conversou com os investidores e falou sobre o estado atual da empresa, dos planos para o futuro próximo e da sua perspetiva do futuro da indústria gaming no geral.

Segundo Zelnick, os custos para desenvolver jogos estão a aumentar, o que torna cada vez mais arriscado apostar em certos projetos, o que afastará as companhias pequenas.

"Penso que levantaste um ponto interessante que é ao longo do tempo será mais difícil para as companhias mais pequenas competir no espaço. E penso que isso será verdade, a resposta será sim, a respeito das consolas e mobile, os recursos necessários são significativos. O perfil de risco é significativo."

"E a história do negócio do entretenimento é que ao longo do tempo, os que são muito criativos conquistam muito sucesso. Os que têm muito sucesso tornam-se maiores, os que se tornam maiores têm a oportunidade para adquirir empresas mais pequenas. E desde que o foco permaneça na criatividade, inovação e eficiência, e desde que a cultura que deu sucesso à companhia no início se mantenha."

"Existe uma oportunidade para contínuo, sucesso, mesmo com a escala. E isso é certamente como nos vemos a nós mesmos e como visionamos o nosso futuro."

Fonte
 


konde10

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Esse papo pode enganar investidor (pra continuar investindo em grandes como a T2 ou aumentar mais ainda o orçamento dos jogos dele) mas a indústria mesmo não está ligando.

Já tem indie com mais qualidade que AAA.
Mas que não vende como AAA. Esse é o problema. Tá cheio de jogo bom por aí, mas que não vendem e por isso são incorporadas por outras empresas.
 

Setzer1

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Mas que não vende como AAA. Esse é o problema. Tá cheio de jogo bom por aí, mas que não vendem e por isso são incorporadas por outras empresas.
Não precisam vender como AAA porque os custos nem chegam perto.

Factorio por exemplo. Começou com apenas 3 pessoas e de maneira bem básica.
Hoje já é uma empresa com mais de 20 pessoas pq passou de 1 milhão de copias vendidas anos atrás.

Mount & Blade era apenas 1 cara.
Já Mount & Blade 2: bannerlord que ainda é PC Exclusive foi uma empresa média e um sucesso.


Jogo abaixo. Apenas 5 Devs. E ta vendendo que nem água enquanto esta em early acess.



Enquanto é verdade que jogos estão ficando +caros.
Mas a tools pra fazer jogos tb ficando mais easy e permitindo que 1 pessoa possa fazer hoje o que 10 anos atrás seria impossivel.


+1 exemplo de 5 devs mostrando algo de alta qualidade quase AAA.
 
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sebastiao coelho neto

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Mas que não vende como AAA. Esse é o problema. Tá cheio de jogo bom por aí, mas que não vendem e por isso são incorporadas por outras empresas.
Tem bom que vende, tem bom que não vende. Sempre foi assim. A questão que interessa é o lucro e se mesmo assim um pequeno que não vendeu bem ainda der lucro bom a empresa pode continuar no mercado. Só esse fato já derruba a tese do CEO.

MAs ele conhece a indústria, sabe disso. Sabe que ela está pujante e tem espaço pra todos, mega corporações e estudos indies, grades e pequenos orçamentos. Só que ele, por trabalhar com AAA, que precisam de alto financiamento por anos até o lançamento e mais um monte de grana pra marketing, fala isso pensando somente no próprio umbigo. Aí vem com essa mensagem de "não invistam em pequenos que eles vão quebrar". Só faltou emendar "dêem grana pra minha empresa!".
 
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firmino_666

Bam-bam-bam
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Mas que não vende como AAA. Esse é o problema. Tá cheio de jogo bom por aí, mas que não vendem e por isso são incorporadas por outras empresas.
Se o indie for bom vai vender...Valheim por exemplo, chegou a 6 milhões em março deste ano, e isso apenas na Steam...Agora em agosto já deve ter vendido muito mais, talvez já passou dos 7 milhões

 

:Fofo:

Bam-bam-bam
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Mas dev indie normalmente fazem um jogo tao fora da curva que nem dá pra dizer que eles estao entrando numa competição.
 

EgonRunner

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1) mercado está se movendo para streaming e assinatura.
até quando vai ter gente pagando 300 reais pra sustentar a indústria?

2) do ponto de vista de negócio, o indie pode vender a empresa e ganhar muito mais.
sem falar que dentro de um estúdio AAA, o dev pode ser apenas mais um e demorar até conseguir ter "nome" na indústria.

3) pro capital investidor, as vezes compensa pegar o dinheiro que colocaria num jogo AAA e investir em 50 empresas pequenas.
elas podem não dar o mesmo retorno, mas o risco está diluído.

ao longo do tempo, um estúdio pequeno está construindo nome e currículo.
aí esse cara vende a empresa ou vai trabalhar numa AAA e um outro indie surge, e assim vai girando a roda.

o que as grandes querem é sufocar as pequenas justamente para não ter que contratar um dev experiente (pagando mais).
elas preferem minions que vão seguir a direção corporativa (e não artística).
 

Setzer1

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1) mercado está se movendo para streaming e assinatura.
até quando vai ter gente pagando 300 reais pra sustentar a indústria?

2) do ponto de vista de negócio, o indie pode vender a empresa e ganhar muito mais.
sem falar que dentro de um estúdio AAA, o dev pode ser apenas mais um e demorar até conseguir ter "nome" na indústria.

3) pro capital investidor, as vezes compensa pegar o dinheiro que colocaria num jogo AAA e investir em 50 empresas pequenas.
elas podem não dar o mesmo retorno, mas o risco está diluído.

ao longo do tempo, um estúdio pequeno está construindo nome e currículo.
aí esse cara vende a empresa ou vai trabalhar numa AAA e um outro indie surge, e assim vai girando a roda.

o que as grandes querem é sufocar as pequenas justamente para não ter que contratar um dev experiente (pagando mais).
elas preferem minions que vão seguir a direção corporativa (e não artística).

1-> Sempre terá espaço pros 2. Streaming não vai matar jogos pagos e vice-versa.

2-> Apenas pode vender quando se provar senão não é aquisição de empresa e sim aquisição de funcionário.
E ae cabe da ambição do Dev e sua situação individual. Nem toda empresa aceita se vender pq ve potencial em si mesma pra crescer, nem toda empresa passa pelo radar de X companhia, etc.

3-> Empresas grandes são que nem marcas. Elas tem interesse que todos os jogos dela tenham um mínimo de qualidade. Pq quanto maior a empresa mais danoso fica o lançamento de 1 jogo ruim pra empresa, afetando o desempenho dos bons lançamentos. Empresas como activision-blizzard e EA tb ficaram e ainda estão a anos com a visão tacanha que todo o jogo lançado tem que ser multibilionário em vendas. È diferente da MS que pelo streaming tem interesse em quantidade mas sem ligar diretamente o nome dela a empresa. (Suporte indireto e assim evita a desvantagem de se o jogo for ruim ser ligado a futuros jogos financiados pela MS).

4-> Contratar devs sem experiência é justamente o que elas não querem. A Anos empresas diminuíram a contratação de devs "verdes"
Na pior hipótese tu tem que ter ampla experiência em Mods, etc mostrando que sabe pegar uma engine de game e virar ela de cabeça pra baixo.

Senão máximo que vc pode almejar é virar Tester de jogo em beta. Onde vai comer o pão que o diabo amassou pq é um cargo ultra desvalorizado, ninguém no final te escuta e é demitido de maneira arbitraria.
 

Ricker

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Olha que interessante, o CEO da Take Two disse o mesmo que o ex-presidente do PS Studios.

Ou seja, ambos nao sabem nada kkkk
 

renbh

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1) mercado está se movendo para streaming e assinatura.
até quando vai ter gente pagando 300 reais pra sustentar a indústria?
Mas isso não vai mudar a venda dos games de peso. É como streaming e cinema, nenhum serviço sustenta todas as grandes produções do mercado, nem o acesso premium da Disney Plus consegue lidar com a falta de retorno das bilheterias.

Então o serviço vai substituir o hardware, mas vai ser nos moldes do gamepass e PS Now, você paga um valor X e ganha alguns games de catalogo, talvez produção interna, mas os grandes lançamentos de terceiros você vai comprar por fora. Galera vai continuar jogando CoD a preço full e o mercado não só dá sinais que isso não vai parar como absorveram completamente o aumento para U$ 70.

No caso das indies, a vantagem de hoje é a natureza do negócio. Antes a empresa tinha que investir em uma versão digital e tiragens altas para valer a pena, então era inviável faze um game em disco e vender por U$ 20-30, os caras iriam pagar para trabalhar. Na versão digital todos estes problemas deixam de valer e o custo de entrada do mercado diminui drasticamente. Você tem games baratos que se pagam com poucas unidades.

Some isso ao interesse de grandes empresas em aumentar catalogo através dos indies (EA originals, Private Division, Gamepass, PS Now), maior publicidade em eventos e a possibilidade de financiamento coletivo e você tem o melhor momento da história dos games, as empresas nunca lucraram tanto. Rolou uma pesquisa informal com produtores indie em 2018 na Gamasutra e tinham chegado ao número absurdo de 38% de sucesso com primeiro game lançado, numero surreal para uma industria de alto risco como a de games.

Este papo de que "esta dificil", "vai acabar", "não dá para continuar" é retórica para justificar o aumento de preço dos games, porque lucrar como agora os caras nunca fizeram antes, independente de quanto cobravam ou quanto se custava para produzir um game.
 

Venn

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Mas que não vende como AAA. Esse é o problema. Tá cheio de jogo bom por aí, mas que não vendem e por isso são incorporadas por outras empresas.
Mas que também não custam tanto quanto, ou seja, em muitos casos, dentro dos universos proporcionais, estão sendo bem sucedidos.

A tristeza, na verdade, é que quando um estúdio pequeno se destaca com algum lançamento, vem uma maior e compra. Isso mata a criatividade em boa parte dos casos.
 

Takayuki Yagami

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Eu devo jogar cada vez menos AAA ocidentais daqui pra frente.
Esses pilantras geralmente enxergam o videogame como um mero produto fabricado para maníacos. Eu não vejo da mesma forma.
Tenho até uma teoria de que ninguém nesse mundo odeia videogame mais que a Ubisoft.

Não sou nenhum maníaco do game pra ficar fazendo as mesmas atividades que se repetem infinitamente pelo mapa sem apresentar nada de novo, diferente, interessante ou bem elaborado como esses Assassins Creed, Ghost of Tsushima e Infamous da vida. Pra mim é a mesma coisa de fumar que é só ficar soltando fumaça. Não tem graça, é "mais do mesmo" e ainda faz mal à saúde.

Um desabafo que eu tinha feito sobre o game "Days Gone":

Não é por nada não, mas esse "Days Gone" é aquele tipo de jogo que faz aumentar o meu preconceito com jogos ocidentais de um modo geral (claro que tem inúmeras exceções) A impressão que eu tenho é que essa gente vai fazer um jogo assim: "Vamu faze um jogo?" "Vamu, cumé que vai ser?" "Ah, vamu colocar uns zumbi aqui vai ser massa, mano". Impressionante a incapacidade dessa gente em pelo menos tentar fazer algo diferente ou no mínimo universos interessantes. A verdade é que nem tentam. Os personagens e os diálogos são tão ruins, que eu imagino que foram escritos por gente gorda enquanto comia um Big Mac e assistia a NFL. A trilha sonora é nula até o momento. O jogo nunca apresenta nada de novo. Sair do mundo mágico e criativo de Nier Replicant com a trilha sonora do Deus da Música (Keiichi Okabe) e entrar nesse The Walking Dead de Taubaté não está valendo a pena.

OBS: acabei de pesquisar aqui e o diretor/escritor do jogo é gordo mesmo. Nada contra, apenas uma curiosidade.

Acho que ainda vou insistir mais um pouco pela terceira vez, mas dificilmente zerarei esse jogo. Talvez em 2009 eu teria achado "massa".
Claro que tem inúmeras exceções como o RDR2 da própria Take-Two que na minha humilde opinião é o PSG dos games (Pináculo do Storytelling Gamístico)
 

sebastiao coelho neto

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Mas dev indie normalmente fazem um jogo tao fora da curva que nem dá pra dizer que eles estao entrando numa competição.
Mas nessa declaração ele não está competindo por jogadores, está competindo pelo dinheiro do investidor, do acionista.

Olha que interessante, o CEO da Take Two disse o mesmo que o ex-presidente do PS Studios.

Ou seja, ambos nao sabem nada kkkk
Ou então quem não sabe nada é acionista.
 
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Queiroga'

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A tendência é haver apenas indies (com equipes menores de 20 pessoas) e megacorporações, que comprarão qualquer developer bem-sucedida que fique entre estes dois polos.

Isso é ruim porque não veremos a evolução de empresas que poderiam dar origem a novas Nintendo, Capcom ou Square. Mas isso é bom porque há mais espaço do que nunca para indivíduos se destacarem. É um ambiente potencialmente melhor do que antigamente, quando o mercado era dominado apenas por empresas.
 

O Rei Rubro

RIP AND TEAR
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Tempos estranhos...mudanças de paradigmas consideráveis no horizonte.
 
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O custo só esta subindo mesmo. O Max Payne 1 eles desenvolveram com a mãe servindo de modelo pra personagem do jogo. O doom 1 dava para fazer numa garagem com 5 pessoas. Já o doom de 2016 precisa ter um estúdio, produtores, artistas, advogados. Para um jogo que custa 100 milhões lucrar 500 milhões tem que ter uma campanha agressiva e o risco de ser um fail é muito alto. Cheio de jogos meia boca com desenvolvimento arrastado / tumultuado: FF XV não era nem XV, era parte do universo do XIII. Prey, Duke Nukem Forever, Bioshock infinite, Diablo 3, etc. O doom 4 fugiu da curva, quase fracassou mas deu certo no fim.
 

Will shiro

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Eu devo jogar cada vez menos AAA ocidentais daqui pra frente.
Esses pilantras geralmente enxergam o videogame como um mero produto fabricado para maníacos. Eu não vejo da mesma forma.
Tenho até uma teoria de que ninguém nesse mundo odeia videogame mais que a Ubisoft.

Não sou nenhum maníaco do game pra ficar fazendo as mesmas atividades que se repetem infinitamente pelo mapa sem apresentar nada de novo, diferente, interessante ou bem elaborado como esses Assassins Creed, Ghost of Tsushima e Infamous da vida. Pra mim é a mesma coisa de fumar que é só ficar soltando fumaça. Não tem graça, é "mais do mesmo" e ainda faz mal à saúde.

Um desabafo que eu tinha feito sobre o game "Days Gone":



Claro que tem inúmeras exceções como o RDR2 da própria Take-Two que na minha humilde opinião é o PSG dos games (Pináculo do Storytelling Gamístico)
A Ubisoft é ridícula com essa obrigatoriedade de de fazer conteúdos que teoricamente não eram pra ser obrigatórios.
AC Origins e Odyssey se tu fizer só a campanha principal não tem experiencia suficiente pra manter os levels dos mapas e os inimigos ficam caveiras.
Recentemente joguei Fenyx Immortal e se tu não grindar os upgrades das armas tu chega no boss final "Arranhando ele" sem causar dano nenhum.
 

sebastiao coelho neto

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O custo só esta subindo mesmo. O Max Payne 1 eles desenvolveram com a mãe servindo de modelo pra personagem do jogo. O doom 1 dava para fazer numa garagem com 5 pessoas. Já o doom de 2016 precisa ter um estúdio, produtores, artistas, advogados. Para um jogo que custa 100 milhões lucrar 500 milhões tem que ter uma campanha agressiva e o risco de ser um fail é muito alto. Cheio de jogos meia boca com desenvolvimento arrastado / tumultuado: FF XV não era nem XV, era parte do universo do XIII. Prey, Duke Nukem Forever, Bioshock infinite, Diablo 3, etc. O doom 4 fugiu da curva, quase fracassou mas deu certo no fim.
Acho que ninguém discorda que produzir AAA está muito caro. O problema é achar que isso vai matar desenvolvedores que tem pouca grana quando o que vemos é cada vez mais e mais desenvolvedores com equipes pequenas lançando jogos que vendem muito.
 

LucianoBraga

Operador de Marreta
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Custos, custos everywhere. Do jeito que o negócio vai, ser indie de fato deve ser mais fácil do que ser pequeno.

Muito por isso que eu sempre entendi a decisão da Shin'en.
São cinco caras, eventualmente um ou outro contratado e f**a-se: desde 1999 e seguem sem crise.
 
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O Path of Exile lucra vendendo perfumaria e outros jogos fazem o mesmo. Mas eles começaram como um jogo pequeno e hoje já são grandes. Do jeito que o Path of Exile é não tem como um jogo desses ser feito por poucas pessoas, é muito conteúdo e ainda tem todo o suporte técnico dos servidores.
 

LuxEtUmbra0

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Assetto Corsa, simulador foi feito por uma empresa que tinha umas 11 pessoas na época. Indies vieram para ficar, não tem essa de que sumirão. Muito jogo aí independente vendendo bem.
Um exemplo que aparentemente está vendendo bem, Little Witch Nobeta, mesmo sem estar pronto e em Early Access. Entre 100k a 200k vendas segundo estimativas do Steamspy. Estas vendas superam alguns lançamentos de jogos de séries famosas japonesas, por exemplo.
Revenue Estimate: ~$1.1 million

Sobre o Assetto Corsa,
Owners: 1,000,000 .. 2,000,000
Revenue Estimate: ~$15 million

O Path of Exile lucra vendendo perfumaria e outros jogos fazem o mesmo. Mas eles começaram como um jogo pequeno e hoje já são grandes. Do jeito que o Path of Exile é não tem como um jogo desses ser feito por poucas pessoas, é muito conteúdo e ainda tem todo o suporte técnico dos servidores.
Entra em questão o tipo de jogo. Obviamente alguns jogos tem de ter orçamento maior, mas tem um amplo mercado que pode ser explorado tendo custos menores de produção.
 
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Luke 64

Ser evoluído
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Eles falam isso a tanto tempo, já é mais velho que aquele papo da "Nintendo vai falir"
existe espaço para ambos os mercados e vão continuar coexistindo, mesmo a T2 querendo o contrario.
 

nando3d

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Conversa pra intimidar, tanto os desenvolvedores indies quanto aos consumidores, ao pensar que só vale a pena os AAA.

Nunca vi tanto jogo sendo lançado assim antes, tá cada vez mais fácil algumas pessoas se juntarem e fazerem um jogo. Caramba, tem até user do fórum fazendo jogos decentes.

Eu vou na opinião do @Takayuki Yagami, vou deixando os AAA de lado e abraçando os indies.
 
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