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Servidor público federal ganha, em média, o dobro da iniciativa privada, revela estudo

Sgt. Kowalski

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Servidor público federal ganha, em média, o dobro da iniciativa privada, revela estudo




BRASÍLIA - Após concederem reajustes reais de mais de 6% ao ano para seus funcionários, os governos estaduais precisarão fazer um ajuste drástico nas folhas de pessoal para conseguir retornar aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Diagnóstico feito pelo Banco Mundial aponta que os Estados teriam de fazer um corte anual médio de 2% nas despesas com servidores para se adequar à lei até 2022. Em casos mais graves, como em Minas Gerais, a necessidade de redução chega a 5,4% ao ano.

A necessidade de adotar “medidas de austeridade” sucede a trajetória explosiva dos gastos com pessoal nos últimos anos. De 2003 a 2017, o avanço dessa despesa foi de 78,9% acima da inflação, aponta o relatório “Gestão de Pessoas e Folha de Pagamentos no Setor Público Brasileiro – O que dizem os dados?”, lançado hoje pelo banco em conjunto com o Ministério da Economia. O cenário considera um crescimento futuro de 2% da Receita Corrente Líquida (RCL) dos Estados. Se houver frustração de receitas, o cenário fica ainda mais desafiador.

O aumento exponencial dos gastos com servidores levou ao descumprimento da LRF, que limita essas despesas a 60% da RCL. Apesar de alguns Estados não reconhecerem a violação desse limite, o Tesouro Nacional apontou este ano que 12 deles descumpriram a lei em 2018.

O estouro do limite tem tido consequências. Ao estrangular as finanças dos Estados, acaba comprometendo a capacidade dos próprios governadores de manter em dia os pagamentos. No relatório, o Banco Mundial cita que, nos últimos anos, 20 dos 27 Estados e Distrito Federal atrasaram pagamentos de salários em algum mês – ou até por mais de um mês.

A política salarial e de contratações dos Estados é marcada por um histórico de aumentos reais (acima da inflação), progressões rápidas e ampliação do contingente de servidores. Esse conjunto de fatores ditou o ritmo acelerado do crescimento dos gastos com a folha de pagamento, principalmente entre 2003 e 2014, quando o avanço médio da despesa foi de 6,4% ao ano (já descontada a inflação).

Os Estados também pagam bem acima da remuneração do setor privado e turbinam os salários com gratificações que chegam a 40% do pagamento mensal. Há casos de benefícios criados para remunerar policiais que atuam em regiões mais perigosas ou servidores em atividades noturnas que acabam sendo estendidos a todos os servidores, descaracterizando seu objetivo inicial.

Os reajustes concedidos conforme a progressão na carreira também são elevados e podem ultrapassar 30%. Em Mato Grosso, por exemplo, após três anos de serviço público os professores universitários podem ter reajuste de 95%. As promoções ocorrem a cada três anos, de forma que, após nove anos, a maior parte das categorias já teve aumento salarial entre 75% e 166%.

Em cerca de metade dos Estados, há ainda outro problema: o crescimento dos gastos com aposentados e pensionistas é superior às despesas com servidores ativos, tendência que deve continuar para os próximos anos, segundo o Bird.

Os grandes propulsores desse avanço são a paridade salarial (que garante aos inativos os mesmos reajustes dados aos ativos), o aumento da expectativa de vida da população e o fato de que mais da metade ainda paga benefícios acima do teto do INSS (hoje em R$ 5.839,45) porque não instituiu regime de previdência complementar.

A reforma da Previdência que tramita no Congresso Nacional pretendia corrigir alguns desses problemas, mas os Estados e municípios acabaram sendo excluídos da proposta ainda na Câmara dos Deputados. O Senado agora propõe que eles sejam reincorporados por meio de uma proposta “paralela”, que tramita de forma independente para evitar atrasos no cronograma da reforma principal.
Ajustes

Com o avanço das despesas com aposentados, alguns Estados já têm segurado reajustes salariais para tentar equilibrar as finanças. No Paraná, o salário médio dos servidores havia crescido 8,3% ao ano até 2014 e agora tem avançado a uma taxa quatro vezes menor, de 2% ao ano.

Mesmo assim, o Banco Mundial avalia que, assim como no governo federal, os Estados têm uma oportunidade importante pela frente para promover uma reforma administrativa. O especialista sênior para o setor público do Banco Mundial, Daniel Ortega Nieto, coordenador do grupo que elaborou o estudo, alerta que os Estados ainda têm benefícios já extintos pela União, como triênios e quinquênios, que concedem adicionais no salário conforme o tempo de serviço. “Isso gera uma pressão absurda sobre a folha dos Estados”, diz.

Para o Bird, é possível controlar a taxa de crescimento da folha com um mix de políticas que podem incluir o congelamento salarial por dois anos, reajustes pela inflação (sem aumento real), aumento do tempo necessário para ter progressão na carreira, corte de 30% nos aumentos recebidos na progressão e redução temporária na taxa de reposição dos servidores (apenas uma contratação a cada duas aposentadorias).

O banco fez simulações dos efeitos que essas medidas teriam em alguns Estados. No Rio Grande do Norte, que enfrenta grave situação fiscal apesar de ter baixo endividamento, o corte nas despesas com pessoal precisaria chegar a 3,6% ao ano para que o governo estadual volte aos limites da LRF. Nos cálculos do Bird, o Estado poderia poupar, até 2022, R$ 5 bilhões com o congelamento de salários por dois anos, R$ 8,1 bilhões com a reposição apenas pela inflação e R$ 9,8 bilhões com a redução na taxa de reposição dos servidores. Essas economias são crescentes ao longo do tempo: o impacto chegaria a R$ 67 bilhões até 2038 no caso da política de reajuste apenas pela inflação.

No Maranhão, a política de maior impacto de curto prazo (até 2022) seria o congelamento de salários por dois anos, com economia de R$ 10,3 bilhões no período. Outras medidas poderiam render R$ 8,9 bilhões com reajustes apenas pela inflação, R$ 2,7 bilhões com menos contratações, R$ 5,8 bilhões com o aumento do intervalo entre progressões e R$ 3,9 bilhões com um corte de 30% nos reajustes oriundos de promoções nas carreiras.

Em Santa Catarina, o congelamento de salários também seria a medida de maior efeito de curto prazo nas contas do Estado, com economia de R$ 6,5 bilhões até 2022. O governo catarinense ainda poderia poupar R$ 5,6 bilhões com reposição apenas pela inflação, R$ 1,4 com a redução nas contratações, R$ 2,9 bilhões com o aumento do intervalo entre progressões e R$ 2,6 bilhões com um corte de 30% nos reajustes oriundos de promoções nas carreiras.
 


antonioli

O Exterminador de nicknames
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Curioso que o Maranhão arrecada pouco e recebe muito do pacto federativo e faz mal uso. Lembro que no ano passado encheram o peito para falar que aumentariam os salários dos professores para 6k

Governo do Maranhão aumenta salário de professores para quase R$ 6 mil
São mais de 31 mil professores beneficiados com o reajuste que está acima da inflação
 

Cafetão Chinês

Bam-bam-bam
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Rapaz, dá até tristeza começar a debater esse tipo de notícia. Porque não dá para ver nenhuma mudança no horizonte.
Por isso mesmo respeito muito funcionários públicos que tem noção desse descalabro e cumprem para com o dever (como @ptsousa e @The Kong)

E também apoio o movimento Combustível Sem Imposto. Ainda que não dê em nada, é uma iniciativa bem válida dos caras para um dia quem sabe mudar as coisas.
https://csibr.org/
 

Sgt. Kowalski

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Curioso que o Maranhão arrecada pouco e recebe muito do pacto federativo e faz mal uso. Lembro que no ano passado encheram o peito para falar que aumentariam os salários dos professores para 6k

Governo do Maranhão aumenta salário de professores para quase R$ 6 mil
São mais de 31 mil professores beneficiados com o reajuste que está acima da inflação
É só vc prometer o reajuste e depois NÃO PAGAR.

 

RainbowSix

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No Maranhão, a política de maior impacto de curto prazo (até 2022) seria o congelamento de salários por dois anos, com economia de R$ 10,3 bilhões no período. Outras medidas poderiam render R$ 8,9 bilhões com reajustes apenas pela inflação, R$ 2,7 bilhões com menos contratações, R$ 5,8 bilhões com o aumento do intervalo entre progressões e R$ 3,9 bilhões com um corte de 30% nos reajustes oriundos de promoções nas carreiras.

Em Santa Catarina, o congelamento de salários também seria a medida de maior efeito de curto prazo nas contas do Estado, com economia de R$ 6,5 bilhões até 2022. O governo catarinense ainda poderia poupar R$ 5,6 bilhões com reposição apenas pela inflação, R$ 1,4 com a redução nas contratações, R$ 2,9 bilhões com o aumento do intervalo entre progressões e R$ 2,6 bilhões com um corte de 30% nos reajustes oriundos de promoções nas carreiras.

Olha só como tem gordura pra queimar!!!

Mas os governadores querem é taxar jogos e apps pra aumentar a arrecadação, muito mais fácil meter no cu do povo do que cortar da própria carne né.
 


Gantz

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essa caça a servidores ja encheu o saco.
pior q a população entra na onda , e o pior, com isso os politicos só ficar na vantagem quando nomear quem bem entender.
Concordo contigo.
Estão jogando a população contra os servidores públicos, como se somente eles fossem o problema das dívidas dos estados.
Cortar os mega salários e benefícios dos deputados e senadores, juizes, promotores de justiça e conselheiros, ninguém comenta!
 

City Hunter

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Depende da função e do cargo.

Ganho um salário 'ok'. Mas profissional da minha área com o mesmo tempo de serviço consegue ganha 40-50% mais - isso quando não vira dono de escritório de publicidade...
 

PicaPauBiruta

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Esses parasitas públicos improdutivos não fazem porra nenhuma, vivem de ROUBO, se acham superiores só por que fizeram um prova e ainda ganham absurdos de salário para fuder com as nossas vidas !!

Depois ainda tem gente que defende esses lixos parasitários !!!


Ou o Brasil acaba de uma vez com o funcionalismo público, ou o funcionalismo público acabará com o Brasil , é impossível que ambos vivam paralelamente !!!

Enviado de meu Moto Z2 Play usando o Tapatalk
 

viagem estrelar

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Esses parasitas públicos improdutivos não fazem porra nenhuma, vivem de ROUBO, se acham superiores só por que fizeram um prova e ainda ganham absurdos de salário para fuder com as nossas vidas !!

Depois ainda tem gente que defende esses lixos parasitários !!!


Ou o Brasil acaba de uma vez com o funcionalismo público, ou o funcionalismo público acabará com o Brasil , é impossível que ambos vivam paralelamente !!!

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ok ne.
 

quid

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Quando estava na Austrália conheci uma mulher que com 3 meses de curso abandonou tudo porque tinha passado num concurso, depois de uns meses pra minha surpresa vejo ela lá na Austrália de novo, fala que abandonou o trabalho de concursada no Brasil, que era num lugar ruim e tal mas que ganhava sem fazer nada mesmo assim abandonou, muito provavelmente ela tá recebendo sem nem comparecer né?
 

viagem estrelar

Bam-bam-bam
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Quando estava na Austrália conheci uma mulher que com 3 meses de curso abandonou tudo porque tinha passado num concurso, depois de uns meses pra minha surpresa vejo ela lá na Austrália de novo, fala que abandonou o trabalho de concursada no Brasil, que era num lugar ruim e tal mas que ganhava sem fazer nada mesmo assim abandonou, muito provavelmente ela tá recebendo sem nem comparecer né?
Licença pra assunto particular
 

Baralho

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Tem que privatizar tudo que se refere a estatais e desmontar a chamada administração indireta (no caso, as próprias estatais, autarquias, bancos, fundações, superintendências) e demais.

Exemplos:
  • EBC, Correios.
  • Fundação Anchieta (ou algo assim, em SP), colégio Pedro ll.
  • Banco do Nordeste, BNDES, Basa, Brb.
  • IBGE, Funai, Funcef.
  • Sudene, Sudam.
Geralmente, prescindem de aprovação no congresso, segundo jurisprudência do próprio STF.

Não é só uma questão do governo federal querer, e mesmo no caso dos estados, onde, no RS existe o Banrisul, em MG, a Cemig, dão um baita imbróglio pra privatizar e desestatizar.

Mas o desafio terá que ser enfrentado, em um mundo cada vez mais produtivo, o dinheiro não tolerará desperdícios.
 

Grave Uypo

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essa caça a servidores ja encheu o saco.
pior q a população entra na onda , e o pior, com isso os politicos só ficar na vantagem quando nomear quem bem entender.
pra mim tem q continuar pra sempre. servidor é parasita.
falo na cara mesmo.
40% dos problemas do brasil emanam da cultura do funcionarismo publico. os outros 60% são da falta de educação do povo, que só não rouba o tempo inteiro por que está sendo vigiado (politicos são meros reflexos da população, não é causa, é sintoma)
 

PhylteR

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essa caça a servidores ja encheu o saco.
pior q a população entra na onda , e o pior, com isso os politicos só ficar na vantagem quando nomear quem bem entender.
É o que os políticos fazem de melhor. E a população brasileira sempre cai fácil.

Qual o problema do país? Aposentadorias. Vamos reformar.

Qual o problema agora? Servidor público. Vamos reformar carreiras.

E agora, qual o problema? Estatais. Bora privatizar.


E com isso o Congresso segue aprovando suas vantagens e benefícios infinitos, pois o problema nunca é lá. E tudo isso com o apoio da população, que cai em cada novo conto da carochinha que inventam.

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geist

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Melhor dos mundos: salário acima da iniciativa privada e estabilidade. Eu aceitaria até com o dedo socado no cu. :kclassic
Deveria ser um ou outro.
 

Maladino

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É o que os políticos fazem de melhor. E a população brasileira sempre cai fácil.

Qual o problema do país? Aposentadorias. Vamos reformar.

Qual o problema agora? Servidor público. Vamos reformar carreiras.

E agora, qual o problema? Estatais. Bora privatizar.


E com isso o Congresso segue aprovando suas vantagens e benefícios infinitos, pois o problema nunca é lá. E tudo isso com o apoio da população, que cai em cada novo conto da carochinha que inventam.

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Todas as coisas que você citou são problemas.

Dizer que o funcionalismo público no Brasil não é um problema é absurdo. Funcionalismo inchado, ineficiente (E aqui não estou nem falando dos funcionários públicos e sim o próprio modelo de administração pelo resultado entregue) e com salários e benefícios surreais quando comparados ao mercado.

O Congresso é um absurdo? É. Inclusive o funcionalismo público do congresso ajuda nesse número (20k pra um técnico de impressão só com ensino médio? Tá valendo). Mas mesmo os privilégios sendo injustificáveis e devendo ser combatidos (O que, inclusive não invalida que outras área também sejam focadas), nós estamos falando de 11 bilhões ao ano. Qual o custo desse funcionalismo público maravilhoso no Brasil? Mais de 10% do nosso PIB, uns 750 bilhões por ano em números defasados.

E não é como se a população não fosse extremamente putassa com as regalias do congresso.
 

arg2agames

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quero acreditar que tem pessoas tentando fazer o bem no governo, mas não querer combater essa insanidade que se tornou o cabide de empregos e mau caratismo...acho que a melhor coisa que o governo bolsonaro está tentando fazer é diminuir a maquina pública, mas o grande problema é que quem decide isso será impactado diretamente e negativamente, e mostra o erro que define o nosso projeto de democracia, será que quem tem o poder real (legislativo) quer fazer algo pelo povo ou só por eles mesmos??
 

PhylteR

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Todas as coisas que você citou são problemas.

Dizer que o funcionalismo público no Brasil não é um problema é absurdo. Funcionalismo inchado, ineficiente (E aqui não estou nem falando dos funcionários públicos e sim o próprio modelo de administração pelo resultado entregue) e com salários e benefícios surreais quando comparados ao mercado.

O Congresso é um absurdo? É. Inclusive o funcionalismo público do congresso ajuda nesse número (20k pra um técnico de impressão só com ensino médio? Tá valendo). Mas mesmo os privilégios sendo injustificáveis e devendo ser combatidos (O que, inclusive não invalida que outras área também sejam focadas), nós estamos falando de 11 bilhões ao ano. Qual o custo desse funcionalismo público maravilhoso no Brasil? Mais de 10% do nosso PIB, uns 750 bilhões por ano em números defasados.

E não é como se a população não fosse extremamente putassa com as regalias do congresso.
Sim, o que citei são problemas. Mas o que quero dizer é que político tem a habilidade de encontrar e apontar todos os problemas, menos os deles.

E a população é putassa com regalias? Esse ano a população saiu às ruas para protestar a favor da reforma da previdência... Uma reforma que ainda vai bancar aposentadorias integrais de políticos por mais 30 anos, já que só pega quem entrar em novos mandatos...

Saiu pra protestar a favor disso, e nunca contra regalias. Boa forma de ser puto...

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arg2agames

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tem que começar de algum jeito não é? ou é melhor não fazer nada, já que nunca vamos acabar com o que está errado?
igual com os casos de corrupção, melhor deixar pra lá e se beneficiar um pouquinho do que tentar acabar com algo que não tem fim?
 

Spike Spiegal

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E não é como se a população não fosse extremamente putassa com as regalias do congresso.
Ótimo ponto. A esquerda adora relativizar esse debate quando convém, como se a população não se importasse com as putarias do congresso. Tentam até jogar no colo do Bolsonaro ou dos apoiadores dele, como se estes não fossem extremamente putos com esse tipo de coisa também (ou como se o Haddad fosse acabar com isso se tivesse sido eleito :viraolho)
 
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