O problema nunca foi motor, aliás veio da turma dos elétricos que criaram esse espantalho, a questão sempre foi a bateria gigantesca e ineficiente.
A bateria sempre foi o ponto dos críticos, e o calcanhar dos carros elétricos.
Aliás, a turma "elétrica", sempre mudaram a narrativa, no começo era pela natureza, depois que esses carros só precisavam trocar pneus, manutenção praticamente zero.
Sempre surge uma narrativa nova.
Se desde o começo, um carro com motor elétrico desses, fosse abastecido a gasolina/álcool o que seja, já estariam vendendo muito mais que carros convencionais, não tenho dúvidas.
A âncora dos carros elétricos é a bateria, que encarece tudo além de ser um atraso tecnológico.
Quando surgiram os celulares, o qua se poderia fazer no máximo era ligar e jogar um jogo da cobrinha.
Hoje celulares são praticamente computadores, aliás já podem até ligar em algum monitor e fazer isso.
Isso é evolução.
Já os elétricos, que seriam na teoria, uma evolução a frente dos carros convencionais, na realidade estão mostrando o contrário.
Menos autonomia, muito mais caros pra adquirir, mais pesados, demorados pra abastecer ou seja, piorou em muitos aspectos.
Usam o argumento de que "a maioria dos brasileiro não viajam, por, não precisam de carros com grande autonomia".
Então vemos Fiat UNO quadrado ou qualquer Corsa Classic de 2005, que faz muito bem essa função (até os dias de hoje), desde que foram concebidos.
Basta abastecer e viajar sem ter medo de "descarregar" antes de chegar a um posto, por falta de autonomia.
Uma CG uma moto da Honda, (sempre uso como exemplo no tópico dos carros), que qualquer pé de rato possui, mesmo com a mijolina batizada, tem quase 600km de autonomia, mas um carro elétrico de última geração, não consegue bater frente, uma mecânica antiga e pré histórica como essa.
Agora até viajar, abrir mão das viagens, se tornou um "privilégio", pra justificar adoção veículos elétricos.
Sendo que carro a gasosa sempre fizeram isso.