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Sumido da TV brasileira, Rafinha Bastos reconstrói carreira nos EUA

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Sumido da TV brasileira, Rafinha Bastos reconstrói carreira nos EUA​

DIVULGAÇÃO​

Rafinha Bastos durante show no Westside Comedy Theatre, em Los Angeles
FERNANDA LOPES - Publicado em 12/07/2018, às 05h30
O humorista Rafinha Bastos está trabalhando para firmar seu nome nos Estados Unidos. Em maio deste ano, ele se mudou para Los Angeles, na Califórnia, onde está relançando sua carreira de comediante. Longe da TV aberta desde o fim do Agora É Tarde, em 2015, o apresentador de 41 anos faz graça com a própria vida em shows de stand up para um público que desconhece sua trajetória no Brasil.
"Vim para os Estados Unidos para fazer comédia. Recomeçar a carreira. É duro... Mas é f*** demais. Poder fazer isso depois de tantos anos de estrada... Em outra língua... É assustador e, ao mesmo tempo, excitante", disse Bastos em um post no Instagram, no início de sua jornada nos Estados Unidos.
Hoje, ele vê vantagens em se expor diante de pessoas que nunca ouviram falar de seu histórico na mídia.
"É incrível [me apresentar num lugar onde ninguém me conhece], como se eu tivesse oportunidade de recomeçar algo que eu gosto de fazer com a experiência de saber o que fazer. É como se recomeçasse um pouquinho mais na frente. É muito bom subir no palco sem que ninguém saiba quem eu sou, não tem expectativa", conta ele, em entrevista ao Notícias da TV.
Bastos tem feito shows em casas de stand up de Los Angeles. Todas as suas apresentações são em inglês e tratam de temas de sua vida, como a paternidade e a separação _ele terminou seu casamento de 13 anos em março do ano passado.
"Americano é muito habituado a ver pessoas do mundo inteiro falando inglês de forma diferente. Meu desafio foi transformar a comédia em algo compreensível, ficar confortável. Faço muita piada sobre não falar bem inglês, troca de palavras. E falo também da minha separação, paternidade, vida de solteiro. Não estou só me apresentando [para o público], muita coisa que escrevi é universal", afirma.
A ideia de ser um estrangeiro nos Estados Unidos existia desde 2011. Naquele ano, quando ainda fazia parte da bancada do CQC (2008-2015), foi eleito por uma reportagem do jornal The New York Times como a personalidade mais influente no Twitter. Depois disso, passou a ter agentes para gerenciarem sua carreira fora do país e, no fim de 2017, decidiu seguir em frente com o sonho americano.
"Deu um gás, uma vontade louca de fazer isso. Quando você faz stand up, quer vencer no lugar onde se faz isso há muito tempo, onde é tradicional. Eu vinha abraçando muitos projetos, fazendo muita coisa. Fiz três programas para o Multishow, atuei em vários filmes, fiz shows e nunca consegui me liberar o suficiente pra fazer o que tô fazendo agora", diz.
"Ano passado fiz a série Eu, Ela e Um Milhão de Seguidores e, no momento em que foi ao ar [em dezembro], pensei: 'Vou fazer esse investimento lá fora'. Tenho estabilidade no Brasil, então me dei o direito de tentar algo", lembra.
Bastos admite que começar a fazer stand up em Los Angeles não é algo que dá muito dinheiro (existem 2 mil comediantes na cidade, considerada o centro da indústria de entretenimento nos Estados Unidos), então são seus negócios no Brasil que o sustentam lá. Ele é dono de uma produtora, sócio de uma casa de shows de comédia em São Paulo e também tem negócios com a Netflix.
Atualmente, Bastos está no Brasil para alinhar detalhes de uma atração que produzirá para a plataforma de streaming. A Netflix organiza uma série (ainda sem título definido) que exibirá apresentações de 47 comediantes de stand up do mundo todo, com gravações no Canadá, México, Índia, Alemanha, Nova Zelândia e Brasil.
Bastos será responsável pela parte brasileira da série, que será lançada em 2019, de acordo com a revista The Hollywood Reporter. Ele ainda fará mais uma temporada de Ultimate Beastmaster, e seu show de stand up solo estreia no catálogo da empresa em setembro.
Antes disso, o humorista participará do festival canadense Just For Laughs, o mais relevante evento de comédia do mundo, e atuará em um especial do ator Kevin Hart, um dos comediantes mais queridos dos EUA. Bastos admite que tem vontade de chegar à TV norte-americana, e acredita que um dia seu sonho se realizará.
"Isso uma hora vai acontecer. Não tenho pressa, mas daqui a pouco estou fazendo isso [comédia] em algum talk show, algum programa. Tem muita gente boa, pra ter carreira lá a pessoa tem que disputar com muita gente. Vai demorar, mas vai acontecer", afirma, decidido.

http://noticiasdatv.uol.com.br/noti...inha-bastos-reconstroi-carreira-nos-eua-21332
 




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#12
Expoente máximo de um "humor" sem limites e que não respeita ninguém. Que causa constrangimento ao invés de risada porque humor tem que ser controverso.
Se teve que ir pra fora começar do nada, é porque o mar aqui já não estava mais pra peixe mesmo, mas vamos ver o quanto ele dura lá antes de estragar tudo de novo.
 
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#15
Desde que ele tinha aquele site tosco com as paradas em flash e fazia parodia do clipe do latino Festa no ape eu já achava bem sem graça.
 

Vorpal

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#18
Um dos melhores comediantes do Brasil, o DVD "A arte do insulto" é uma obra prima

Considerando tudo que acompanhei da carreira dele, considero-o um cara excepcional, errou, aprendeu com os erros, caiu, se levantou, caiu de novo e agora de cabeça erguida, se dedica novamente com um grau de dificuldade gigante (barreira linguística)

Podem falar o que for, Rafinha Bastos é foda

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borogodo

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#19
Trata como "só aquilo" é foda!

Tapatalk.
Como se ele fosse comer o bebê... kkkkkk
Sem dizer que o bebê estava dentro da barriga da mulher ainda, ou seja, mesmo que ele seja um pedófilo é impossível. A não ser que ele seja um canibal dai, realmente, merece se foder mesmo.

Tem nego daqui do forum que fala mta coisa bem pior e não é crucificado como tal, doideira!
 
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#21
Um lixo em forma de gente! Agora vamos ver quanto tempo os gringos aguentam ele. É só ele falar merda que ele vai cair no ostracismo novamente.
 

Dethvir

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#23
Não acho que ele consiga algo bom nos EUA, o stand up lá é brutal, tem que conhecer muito a cultura americana e falar inglês muito bem para conseguir passar por cima do preconceito de muitos americanos.

Vamos ver quando voltar para o Brasil o tipo de história que vai contar.
 
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#25
Tudo a ver comparar escrever coisas num fórum protegido por um avatar e um nome fictício com falar isso em rede nacional, no palco do programa, e que constrangeu até seus colegas de bancada. O alcance é o mesmo...:facepalm
 

SimonsOps

Ei mãe, 500 pontos!
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#26
Tudo a ver comparar escrever coisas num fórum protegido por um avatar e um nome fictício com falar isso em rede nacional, no palco do programa, e que constrangeu até seus colegas de bancada. O alcance é o mesmo...:facepalm
Eu estou comparando o teor e a reação dos membros, não o impacto
 
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#29
Foi uma piada ofensiva? Foi
Não devia ter sido feita no ar?Com certeza.

Mas só tomou a proporção que tomou porque era a Wanessa Camargo, pessoa poderosa no meio. Se fosse uma Maria Joana qualquer, isso teria passado batido.
Se fosse com minha mulher não deixava também. Processava sem dó.
"Comediante" não tem licença para ofender e constranger os outros
 
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#29
Foi uma piada ofensiva? Foi
Não devia ter sido feita no ar?Com certeza.

Mas só tomou a proporção que tomou porque era a Wanessa Camargo, pessoa poderosa no meio. Se fosse uma Maria Joana qualquer, isso teria passado batido.
Se fosse com minha mulher não deixava também. Processava sem dó.
"Comediante" não tem licença para ofender e constranger os outros
 


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